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História

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(Primeira Parte)

O texto “A História” que está escrito em duas partes, procura informar de forma sucinta, objetiva e sem apelo emocional a história de um povo. Ela teve o seu inicio em torno de seis mil anos atrás, mas começou de fato ser escrita com os descendentes de Jacó – o Patriarca, à medida que este “povo escolhido” do deus vivo formava as doze tribos ou os dos doze exércitos de Yahweh.

“A História” tem três momentos no tempo. O texto faz comparações entre eles. E o leitor para que desperte a sua memória, deve também fazer as suas próprias comparações na medida em que for lendo sobre o comportamento deste povo, que era (e que é) constituído por “indivíduos especiais”, mas já “moldados” pela genética humana, “despiram-se” de sua memória cósmica, quando então começaram a ter atitudes que denotavam insegurança, medo e que sem um objetivo maior-direcionado, nivelaram ao resto da humanidade (aos planetários), o que fez El Shaddai – “o senhor”, muitas vezes os auxiliasse e os conduzisse no mundo real.

Em torno de três mil e quinhentos anos atrás o êxodo através de Moisés – o Condutor, foi um momento necessário para que “A História” acontecesse e fosse registrada. Mas, foi a dois mil anos que ela foi redirecionada de forma decisiva com a presença de Emanuel – o Mestre, para que hoje, inclusive, o Projeto Portal pudesse iniciar “um outro êxodo”. Buscasse não mais pelos caminhos físicos, mas pelos caminhos da mente e do coração uma nova visão da Realidade. Buscasse apoiado em Leis Universais o Caminho do Novo Mundo.

Ontem como hoje sempre estiverem presentes os que propagam idéias – e, com elas o Conhecimento. Passam informações necessárias para o momento e, em função delas, às vezes são aceitos de pronto, outras vezes são apenas escutados de forma educada e muitas vezes são motivo de zombarias e mesmo de agressão. Estes que constroem a História são “verdadeiros guerreiros”, que não olham para trás e que sempre presentes à frente no tempo, sabem já em outro nível de consciência e razão, que são vencedores.

A linguagem energético-vibracional que os propagadores e pesquisadores de hoje dela utilizam para informar/propagar o Conhecimento, não é a mesma das parábolas que “aqueles” utilizavam no passado de dois mil anos atrás e com certeza não será também a mesma “daqueles outros” de cinco mil cento e vinte e cinco anos à frente, já possuidores no futuro de conhecimento mais avançado tecnologicamente. Mas, “O Sentido de Verdade” contido nestas informações foi, é e será sempre o mesmo, apesar de ser expresso diferentemente em três momentos no tempo linear. “A Verdade” é Essencialmente Eterna. – Do texto: Parceira com as realidades paralelas – segunda parte, na Página Interações, neste Site.

Os exércitos de Yahweh que eram constituídos pelos descendentes de Jacó – as doze tribos, só conseguiram sair do Egito antigo depois de quatrocentos e trinta anos de escravidão. Eles levaram com eles a Arca da Aliança, uma tecnologia que foi construída com materiais especiais, dentro de parâmetros da Matemática Universal e que tempos depois continuou sendo o instrumento de ligação deles com El Shaddai – “o senhor”, no templo que foi erguido por Salomão no ano 480 após o êxodo. Esta construção seguiu as mesmas medidas do Tabernáculo que Moisés construiu durante a jornada de quarenta anos do povo hebreu pelo deserto, para que “a gloria” de Yahweh dos exércitos consumindo holocaustos oferecidos enchesse o templo como fogo que descia e repousasse sobre ele.

Moisés como um iniciado na Escola de Mistérios foi educado nos “mistérios egípcios”, que existia no tempo de Ramsés II. O contato inicial de Moisés com El Shaddai – “o senhor” foi através de seu “anjo” no Monte Horebe através da “sarça ardente”. Mas, às vezes este contato pessoal com Yahweh era mais direto como aconteceu no topo do Monte Sinai, com o deus vivo se mostrando através de uma grande “nuvem” bastante luminosa, sempre ao “som de buzinas, de trovões, de lampejos” e com o Monte “fumegando”. Esta “nuvem” plasmada guiava constantemente o povo hebreu em seu êxodo pelo deserto, indo na frente dele e às vezes quando necessário passando à sua retaguarda, para protegê-lo.

Este antigo povo judeu em seu êxodo foi conduzido pelo líder hebreu Moisés durante quarenta anos, um período necessário para que surgisse uma outra geração com uma nova mentalidade e novos procedimentos. Os mandamentos ditados pelo “o senhor” a Moisés, foram normas para que aquele povo adquirisse um novo sentido de vida e um novo comportamento e assim, ele pudesse como sociedade viver melhor em todos os sentidos e alcançar um objetivo específico. E em vários locais por onde este povo perambulou pelo deserto, ele deixou nesta sua longa caminhada varias marcas (desenhos) esculpidas em rochas, entre elas o Menorah (candelabro de sete pontas) e “certa estrela” que sempre os acompanhou.

Os israelitas de outrora que formavam os exércitos de Yahweh viviam em constante estado de alerta e Davi ungido pelo profeta Samuel foi o mais destacado rei guerreiro deste povo antigo e o mais direcionado pelo deus vivo. Para sobreviverem formavam literalmente exércitos armados fisicamente, vivenciando ocasiões mais de guerra do que de paz.

O “exército” atual é constituído por cerca de mil quatrocentos e quarenta “guerreiros”, que no Projeto Portal não são mais direcionados por um “deus vivo e invisível”, mas vive uma parceria com seres muitas vezes visíveis de outras realidades, que com eles fisicamente conversam recebendo informações muitas vezes do passado e do futuro. E os atuais “guerreiros” sabem que cada um deles tem a responsabilidade de informar pelos menos quinze milhões de pessoas e também de alertá-las para o momento que se aproxima, objetivando a sua sobrevivência.

O “exército” de hoje não se faz mais valer pela quantidade e nem pela imposição física como aquele de antigamente. Este atual não se mostra tanto pela quantidade, mas se faz presente e mais atuante pela qualidade. Faz-se também, sem mais a necessidade de um instrumento físico constante (nave), como a sua ligação com as realidades paralelas. Este novo “exército” não está mais a mercê da escravidão da desinformação.

O conhecimento que ele hoje possui, aproxima-se mais da física quântica, na medida em que ele vai interagindo consciente com a quarta dimensão – com o mundo do bioplasma.

Ele é constituído por indivíduos que já alcançam a compreensão e a percepção da quarta dimensão e de outras, utilizando-se das Freqüências do Mental Superior e do Mental Físico. Mas, eles sabem que devem também voltar para o seu mundo interior, para que possam estabelecer parceria com os seres das quarenta e nove raças (e com os seres intraterrenos) e com ajuda direta deles possam no mundo real manipular campos eletromagnéticos – freqüências multivibracionais e ainda buscar o multidimensional. Procedem diferentemente daqueles de outrora que ainda sacrificavam animais, para que a “gloria do senhor” manifestasse eletromagneticamente nos holocaustos na forma de fogo (luz).

O “exército” em qualidade da atualidade tem como origem histórica Judá e não o antigo Israel das onze outras tribos ou dos onze outros exércitos, que sempre precisaram das presenças dos profetas, que com as suas visões e orientações, os conduziam em nome do deus vivo.

Os “guerreiros e pesquisadores” atuais são possuidores de habilidades extra-sensoriais e mais intuitivos “profetizam” para si mesmos.

Eles não erguem altares para holocaustos e não necessitam ficar em determinados locais dançando, cantando e tocando instrumentos musicais para que comuniquem com “o senhor”. A sua freqüência vibratória agora é outra. Este “exército” de hoje é constituído por indivíduos que pesquisam, buscam cada vez mais informações e quando exercitam no Silêncio da Natureza, apenas utilizam em silêncio de sua energia mental.

O “campo de batalha” deste atual “exército” é o campo mental e, nas Freqüências das Energias Taquiônica e Sublimação buscam “conquistar” através do Amor Universal. Procura alcançar a quarta dimensão e através dela a quinta dimensão. O seu campo de luta não acontece no plano físico, onde antes acontecia com o uso das espadas a violência das degolas.

O “guerreiro” de hoje – aquele já com implante, não precisa mais de parábolas/metáforas para entender ou perceber o que está além dos seus cinco sentidos, porque ele já vivencia através de seu frontal experiências com as realidades paralelas. Ele sabe que aquele que é “arrebatado por um carro de fogo e por cavalos de fogo, subindo ao céu no turbilhão”, na verdade ele está é acessando outras dimensões através de vórtices de energia (“portais”), pela sua capacidade de manipular as Leis Universais, gerando em determinados momentos um campo em espiral em volta de si mesmo e, abrindo assim dobras no espaço. Ele aproveita com o auxilio dos parceiros de outras realidades um instante, que existem as condições necessárias para uma fusão de espaços.

Aqueles de antigamente que constituíam “o povo escolhido”, sempre foram conduzidos por “profetas e videntes” (provavelmente implantados com sucesso) em nome de um deus invisível (seres de outras realidades), que os protegia, mas também os castigava, quando ele como um deus vivo era trocado por “deuses mortos” na forma de vários ídolos (politeísmo).

O “exército” atual “se arma” com idéias, fortalecendo-se pelo Conhecimento.

É constituído por pesquisadores, que já possuem o padrão evolutivo para o conduzirem, tendo consciência que são senhores de si mesmos. Vivem um momento como semi-deuses, quando já fazem parceria com inteligências de outras realidades, sabendo que com elas neste processo de troca, alcançam benefícios mútuos. Buscam dentro de o Conhecimento Universal direcionar para a Luz Central – para Deus, quando vão acessando conscientes outros planos de existência.

O povo hebreu de Yahweh – dos exércitos, sempre agiu naquele tempo movido também por um sentimento religioso, quando era levado a vivenciar ao extremo o místico, pela falta de informações tecnológico-científicas necessárias para descrever fatos da época em sua verdadeira realidade, em sua verdadeira dimensão como descreve abaixo em estado alterado de consciência o “vidente” Ezequiel “com sua visão de deus” – provavelmente uma nave, que de dentro dela o deus vivo (seres de outros planos de existência) comunicou com ele tanto fisicamente quanto telepaticamente:

“Eu olhei: havia um vento tempestuoso que soprava do norte, uma grande nuvem e um fogo chamejante; em torno, uma grande claridade e no centro algo que parecia electro, no meio do fogo. No centro, algo com forma semelhante a quatro seres vivos, mas cuja aparência fazia lembrar uma forma humana. Cada qual tinha quatro faces e quatro asas. Sobre as cabeças do ser vivo havia algo que parecia uma abóbada, brilhante como cristal, estendido sobre as suas cabeças, por cima delas. Sob abóbada, as suas asas ficavam voltadas uma em direção à outra e cada um tinha duas que lhe cobriam o corpo. Eu ouvia o ruído de suas asas, semelhante ao ruído de grandes águas, semelhante à voz de Shaddai; quando se moviam, havia um ruído como o de uma tempestade, como o de um acampamento; quando paravam, abaixavam as asas. Houve um ruído. Por cima da abóbada que ficava sobre suas cabeças havia algo que tinha aparência de uma pedra de safira em forma de trono, e sobre essa forma de trono, bem no alto, havia uma forma com aparência humana. Vi um brilho como de electro, uma aparência como de fogo junto dele e em redor dele, a partir do que pareciam ser os quadris, e daí para cima; a partir do que pareciam ser os quadris, e daí para baixo, vi algo que tinha a aparência de fogo e um brilho em torno dele. Era algo semelhante à Glória de Yahweh. Ao vê-la, cai com o rosto em terra e ouvi a voz de alguém que falava comigo”: “Filho do homem, põe-te de pé que vou falar contigo”. “Enquanto falava, entrou em mim o espírito e me pôs de pé. “Filho do homem, vou enviar-te aos israelitas, a esses rebeldes que se rebelaram contra mim”. “Sim, eles e seus pais se revoltaram contra mim até o dia de hoje. Os filhos são insolentes e de coração empedernido. “Envio-te a eles para que lhes digas: Assim diz o Senhor Yahweh”.

A relação que existia de Yahweh dos exércitos com o seu povo, que era constituído pelas onze tribos de Israel e a tribo de Judá, sempre foi um misto de premiação (proteção) e de castigo, como já foi antes mencionado. Ajudando-os vencer os seus inimigos quando era obedecido e, castigando-os quando era desobedecido. Neste ultimo caso deixava-os que fossem vencidos pelos inimigos, quando então os privava de uma causa e de uma herança em comum, como aconteceu quando da deportação em massa no tempo de Sargão II da Assíria. Apenas a Tribo de Judá salvou-se deste castigo, que foi “revogado” em torno do ano de 605 a.C. , quando o rei de Babilônia permitiu que os exilados voltassem para casa louvando o deus vivo invisível Yahweh, por ter conduzido a História em direção àquele final feliz.

De acordo com o decreto de outro rei daquela época – o rei Dario, todos deveriam tanto tremer em relação ao Yahweh dos exércitos quanto temê-lo: “Um deus vivo que permanece para sempre; o seu reino não será jamais destruído e seu império nunca terá fim; ele salva e liberta, e realiza sinais e maravilhas no céu e sobre a terra” .

O “exército” de agora não foi escolhido por ninguém e se ele é especial pela qualidade, porque aqueles que o constituem assim querem, quando procuram gerar de forma mais constante Freqüências Multivibracionais – aquelas que os permitem manipular a sua própria energia e de a de outros indivíduos. Ele em função de compromissos foi formado através de auto-escolhas. Os seus “guerreiros” em outro padrão evolutivo e vibratório aprendem “se armar” – aprendem agora desenvolver habilidades extra-sensoriais.

Aqueles que dele participam procuram trabalhar a Velocidade do Pensamento, buscando a Intensidade da Energia – aquela que eles produzem, armazenam e a direcionam às suas habilidades, que estão associadas ao seu campo eletromagnético corpóreo (às suas sete camadas da aura). E cada uma destas camadas possui uma freqüência diferente e própria para o exercício de determinadas habilidades, como as de cura físico-emocional, efeitos físicos, vidência, clarividência, clariaudiência, intuição, precognição, profetizar, psicometria, retrocognição, terceira visão, telepatia, psicocinesia, fluorescência, magias (olhar, sorriso e canção), materialização, desmaterialização, abertura de portais, teletransporte e bilocação, entre outras.

Estes “guerreiros” vieram de um mesmo “Pedaço” – de uma mesma “Energia”, para formarem no aqui agora um especial “exército vibracional”, que dispõe também de tecnologias de outros planos de realidade, mas que “luta” com a mente e o com o coração, utilizando a “arma” da Sabedoria com a ajuda de parceiros da terceira dimensão que interagem na quarta dimensão e de outros que atuam até à nona dimensão. Buscam como “conquista” uma melhor percepção e vivência de todos no Amor Universal.

Outrora, Elias foi um dos primeiros profetas e, talvez nesta condição, o mais atuante “servo” de Yahweh dos exércitos. Foi ele que restaurou o altar que fora demolido deste deus vivo (que já se manifestava desde o tempo dos patriarcas Abraão e Isaac), reerguendo-o com doze pedras, segundo o numero das doze tribos dos filhos de Jacó, a quem “o senhor” dirigira, dizendo em relação a elas: “Teu nome será Israel” .

Eliseu outro profeta deste deus vivo e que estava junto a Elias no momento que foi “arrebatado ao Céu”, tomou o manto deste que havia caído no chão e bateu com ele nas águas, dizendo: “Onde esta Yahweh, o Deus de Elias?” Logo após as águas se dividiram de um lado e de outro e Eliseu atravessou o rio. Naquela ocasião os seus irmãos profetas de Jericó viram isto a certa distancia e disseram: “O espírito de Elias repousa sobre Eliseu!” . Hoje, bem provável que eles dissessem: a capacidade de exercer habilidades extra-sensoriais ao manipular as Leis Universais do primeiro continuou no segundo, com a ajuda de seres das realidades paralelas no momento invisíveis.

E foi através de Malaquias o ultimo profeta da História mais antiga, que o deus vivo e invisível alertou os israelitas em relação à hipocrisia, de continuarem envolvidos com ídolos, mas recordando-os de sua promessa eterna de aliança com eles.

(Segunda Parte)

Das páginas da “História” mais recente – da era cristã, surge “outro deus” agora fisicamente presente e personificado no amor e na compaixão. Surge Emanuel – “o deus que está conosco”, que através de seus ensinamentos quase sempre por parábolas há dois mil anos atrás ganharam vida de forma nova e ousada. Emanuel – o Cristo, foi aquele que resumiu todos os mandamentos da lei antiga em um só: “Amai o próximo como a si mesmo” .

Ele foi um ser humano semelhante a qualquer outro, mas possuidor de uma energia diferentemente percebida, quando começou o seu compromisso itinerante de ensinamentos e de cura.

Na sua adolescência viveu no deserto com os essênios onde aprendeu tudo sobre a criação e a energia. Também viveu na Índia, no Egito e na Pérsia, onde desenvolveu a sua capacidade de manipular a sua energia vibracional, abrindo todos os seus canais mentais e ativando as suas faculdades extra-sensoriais.

Ele foi aquele eleito de Deus que sobre ele o Espírito desceu e e permaneceu – o “Espírito Santo”. E através dele – como a sua Vontade, fazia prodígios e muitos deles em relação à cura , quando primeiro equilibrava energeticamente o campo eletromagnético corpóreo (“purificava-o”) daqueles que o procuravam e depois o potencializava, para que eles mesmos se curassem de seus males físicos. Ele potencializava cegos que recuperavam a vista, os coxos que voltavam andar normalmente, quando depois os dizia “Vai, a tua fé te salvou”. Curava também os leprosos de suas feridas, ressuscitava os mortos e ainda ensinava o povo.

Com a sua capacidade mental totalmente desenvolvida ainda transformou água em vinho e andou sobre as águas – “milagres” que nada mais eram o uso por parte dele de sua energia vibracional ativa.

Naquela ocasião em seus três anos de vida pública ele quase sempre não podia entrar nas cidades, permanecendo fora delas por atrair para si multidões. Ficava mais constantemente com aqueles mais próximos em lugares mais tranqüilos, em volta das cidades. Mas, mesmo assim muitos vinham de todas as partes procurando-o, para que fossem curados. E muitas vezes nestes momentos ele percebia a dureza do coração daqueles que o procuravam, quando apenas o utilizavam para os seus interesses imediato-físicos de cura, sem o interesse de saber quem ele era realmente, o porquê e como ele fazia os seus “milagres”. Estes não procuravam os seus ensinamentos. Não buscavam com consciência e razão alcançar o equilíbrio emocional, para conquistar a condição mental de se integrar à Harmonia Universal – de “não mais pecar” .

Para os que seguiam Emanuel mais constantemente – os doze companheiros, para eles foi dado o mistério do “Reino de Deus”, enquanto para os demais – “os de fora”, para estes tudo acontecia (era falado) através das parábolas, a fim de que: “Por mais que olhem, não vejam; por mais que escutem, não entendam; para que não se convertam e não sejam perdoados”. E em outra ocasião ainda disse para aqueles mais próximos: “Cuidado com o que ouvis! Com a medida com que medis será medido para vós, e vos será acrescentado ainda mais. Pois ao que tem será dado e, ao que não tem, mesmo o que tem lhe será tirado” .

A humanidade como civilização chegou ao fim de mais uma etapa – chegou ao final do quinto ciclo de cinco mil e cento e vinte e cinco dias. Para muitos será o inicio de uma vivência em outra etapa à frente, quando possuirão uma nova visão da Realidade. Serão dados para estes já despertos e vencedores pelo seu próprio merecimento ainda mais conhecimentos do mistério do “Reino de Deus”, quando interagirão conscientes com as realidades paralelas. Entretanto, aqueles que não se despertaram suficientemente e, portanto que não conseguiram fazer “a sua ultrapassagem” à quarta dimensão neste fim de ciclo, adquirindo outro padrão vibratório e evolutivo, eles terão de recomeçar o seu aprendizado em outra vida, perdendo muito do que já sabem, que será removido de sua memória.

Para os covardes de ontem e de hoje Emanuel deixou esta mensagem: “Bem-aventurado aquele que não ficar escandalizado por causa de mim”. Aquele que não acovarda e enfrenta situações difíceis em seu compromisso de “semear”, de levar a Palavra ao mundo onde está presente a carne – a matéria, mas que deve estar também presente o Verbo naquele em compromisso de propagar – de falar sobre as transformações necessárias ao Novo Ciclo.

A Palavra está sempre a serviço do Sentido da Verdade, que em uma só direção não deve ser desviada e deve ser sempre ouvida e dita com a certeza da Alegria constante e não com a emoção apenas de momento, quando pode ser desviada por tribulações inerentes aos interesses e às ambições no cotidiano humano.

Como a Palavra do Semeador sempre busca a Verdade, nesta condição ela dá também sempre bons frutos.

Aquele que é um Autêntico Semeador está nele presente o Poder da Palavra e nela, a sua Autoridade. Aquela quando ao se direcionar ao vento violento e ao mar agitado com as simples palavras: “Silêncio! Quieto!” , pela força de sua Vontade eles se acalmam. O mesmo Poder que possibilita também aquele por ser o seu Espírito “Santo” – em Pura Harmonia com o Universo, consegue saciar a fome de cinco mil pessoas a partir de cinco pães e dois peixes e ainda de andar sobre as águas. Este Poder Emanuel mostrou à humanidade.

O “guerreiro” e o pesquisador de hoje no Projeto Portal procura ficar também em Pura Harmonia com o Universo, quando já consegue direcionar sua Energia Mental, para alterar (ainda de forma incipiente) a matéria com a Força de sua Vontade. Ele já se percebe e já vivencia como parte da Unidade – do Todo, “entrelaçando” o seu mundo interior com o mundo exterior.

Tudo está ligado, existindo uma união profunda entre o Universo e aquele que já desperto leva em conta o princípio da ordem cósmica. O Universo um conjunto de todas as coisas, eventos e processos é um Sistema de Sistemas.

O pesquisador de hoje sabe, que ele não vive mais em um Universo puramente físico, como vivem os animais e os outros demais seres. Ele já é consciente do Universo Simbólico que nele o papel da mediação se faz através da informação, buscando o entendimento com a “linguagem”/conhecimento dos caracteres com os quais está escrito – com a linguagem matemático-geométrica.

Ele já sabe ainda que toda natureza (terrena), que é composta por seres humanos, minerais, animais, plantas e outros forma um conjunto de matéria e vibra em freqüências variadas, mas dentro de uma faixa que denomina terceira dimensão – que nela, cada um destes objetos tem uma determinada freqüência, própria de sua composição material e de seu formato. – Do texto: A Força Mental modifica o ambiente, na Página Mais Textos, neste Site.

Aquele que busca uma nova visão da Realidade, ele deve estabelecer de forma mais consciente a sua conexão pela mente e pelo coração com o Universo – com o seu Corpo Maior, deixando-se efetivamente, se conduzir em ressonância com as Leis Universais e direcionado ao Multidimensional.

Pela função cérebro-mente o pesquisador está automaticamente integrado ao Universo físico, mas ele deve sair da passividade de estar apenas materialmente nele como extensão física e agir conscientemente através da dinâmica (positiva) de seu poder criador e transformador de um Co-criador.

Muitas pessoas que acompanhavam Manuel naqueles dias, não entendiam muito do que ele dizia, como não entenderam o que quis dizer em relação a si: “Este é o pão que desceu do Céu. Ele não é o que os seus pais comeram e pereceram; quem come este pão viverá eternamente” .

Estas pessoas deixaram de acompanhá-lo após esta sua fala, julgando-o confuso e incoerente – já mentalmente perturbado. Não entenderam que mesmo o maná um alimento especial, mas que era ainda físico e que dele os seus antepassados alimentaram no deserto e que depois continuaram mesmo assim com fome, ele oferecia outro “Alimento” – o do Conhecimento. Este satisfaria plenamente aquele que o possuísse. Ele falava de outros mundos. Falava em relação à Ciência Universal e com ela do Multivibracional que poderia ser manipulado e do Multidimensional que poderia ser vivenciado. O que ele falava estava relacionado às Leis Universais além das leis para a terceira dimensão, que com estas ainda se vivenciava a fome física.

Ele procurava sustentar aqueles que o escutavam com o “Pão” de suas informações, tentando transformar seus corações, seus anseios e sustentar as suas existências para “Algo” alem do mundo físico e dos sentidos.

Questionado em momentos quando dava testemunho de si mesmo e quando era também acusado de ser possuído por um demônio, ele dizia: “Embora eu dê testemunho de mim mesmo, meu testemunho é valido, porque sei de onde venho e para onde vou”. Ele tinha desperta a sua memória cósmica, portanto sabia que não era “daqui de baixo”, tendo a consciência que era de uma freqüência de existência de muito mais alta vibração.

Mesmo os doze companheiros que estavam com ele mais constantemente, às vezes não alcançavam o que ele queria dizer, preocupados em determinados momentos mais com os seus interesses imediatos do dia a dia, o que fez mencionar em uma ocasião: “Aquele que quiser salvar a sua vida irá perdê-la, mas o que perder a sua vida por causa de mim irá salvá-la”. “No mundo tereis tribulações, mas tendes coragem: eu venci o mundo”.

Tal como aconteceu outrora, acontecem hoje situações semelhantes, quando parceiros de outras realidades pedem aqueles já despertos e pesquisadores, que não desistam em sua busca de outros mundos. Que não esmoreçam, para que possam vivenciar em outro padrão vibratório e evolutivo o além do mundo físico.

O Messias foi considerado um revolucionário. Despertou a ira das autoridades judias daquela época, que o perseguiram, por julgá-lo um agitador e um defensor dos marginalizados e dos “impuros”.

Achavam que ele desprezava os muitos costumes associados às regras de conduta do povo judeu, valorizando (pela sua compaixão) primeiro as pessoas e só depois as leis.

Seis dias antes de ser preso, rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos escribas judeus, retirou para uma montanha com três companheiros e na frente deles transfigurou-se, ficando com as suas vestes resplandecentes – extremamente branca, quando também foi plasmada uma “nuvem”, que o cobriu juntamente com as figuras de Elias e Moisés que no momento ao seu lado formaram-se.

Em relação ao acontecimento de sua transfiguração ele pediu aqueles que estavam com ele naquela ocasião, que não o espalhassem até que ele “ressuscitasse entre os mortos” – uma informação que não entenderam naquele momento.

O Cristo corporificado às vezes pedia aos seus seguidores mais próximos, não contassem fatos que tinham acontecidos e que envolviam as suas habilidades extra-sensoriais, até que se mostrasse mais adiante no mundo real o motivo destes acontecimentos. Recomendações semelhantes neste sentido recebem também os pesquisadores do Projeto Portal, vindas de seus parceiros de outras realidades.

Já vivendo momentos de angustia em sua condição humana pela aproximação de sua crucificação, mas enfrentando-os, o Mestre passou boa parte da ultima semana antes ser crucificado pregando no Templo (quando açoitou os vendilhões hipócritas) e estando ciente de que: ”Se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, eu não o julgo, pois não vim para julgar o mundo, mas para salvar o mundo”.

Estando então na antiga Jerusalém no ultimo dia da festa da Páscoa – o mais solene, já era muito presente a intenção das autoridades religiosas em prendê-lo, julgando-o blasfemo pelo que dizia, como: “Vós me conheceis e sabeis de onde eu sou; no entanto não vim por minha própria vontade, mas é verdadeiro aquele que me enviou e que não conheceis. Eu, porem, o conheço, porque venho de junto dele, e foi ele quem me enviou”.

Ele veio há dois mil anos atrás para que o compromisso firmado por muitos 4.004 anos antes dele fosse relembrado, reforçado e pudesse nos dias de hoje ser finalmente concretizado por aqueles, que buscam conscientes a quarta e quinta dimensões com o auxilio de parceiros agora visíveis de outras realidades, sem mais a necessidade da presença de El Shaddai – “o senhor” ou o deus invisível. De Yahweh dos exércitos que premia e castiga.

Horas antes de sua prisão muitos procuravam entender o que ele dizia, mas muitos outros de imediato continuavam rejeitando a sua fala – os seus ensinamentos como o Cristo. Quando ele falava ser a luz do mundo e que vinha das Alturas, para muitos o ele que dizia era outra blasfêmia. Para estes o próprio Deus que era a Fonte de Luz e que só ele que poderia habitar o Céu.

Estes não entendiam que Emanuel ao dizer, ser a Luz do mundo e que vinha das Alturas, ele queria dizer entre outras coisas que era pelo seu padrão evolutivo e vibratório possuidor do Conhecimento e do Poder de manipulação das Leis Universais, que abriam para ele um campo imenso de realizações e de vivenciar o Multidimensional muito além das leis físicas para a terceira dimensão.

“Em verdade, em verdade, vos digo; se alguém guardar minha palavra jamais verá a morte” – Emanuel.

A cisão já estava bastante acentuada no meio do povo, com alguns já querendo prendê-lo, mas ainda continham em lhe por as mãos. Um dentre outros momentos de muita agressividade que ele passou em Jerusalém, foi quando disse para os que o cercavam: “Antes que Abrão existisse, eu sou”. Muitos apanharam pedras para atirar nele, porém ele ocultou-se e saiu depois do Templo.

A intolerância e incompreensão geradas pela ignorância de uma Realidade Maior, sempre estiveram presentes tanto ontem quanto hoje na caminhada do conhecimento humano. Este estado de ignorância esteve e está sempre presente, apenas mudando no tempo os personagens – é cultivado e mantido em função dos interesses de um poder que está no mundo real premeditadamente oculto – como Governo Oculto (GO).

Se para as autoridades religiosas judias daquela época Emanuel era considerado tanto um ensandecido quanto blasfemo perigoso, para as autoridades romanas a sua presença inspirava não só curiosidade, mas também zombaria e divertimento. Estes não entendiam estar na frente de Cristo, de onde partia o Verdadeiro Poder naquele mesmo com o seu corpo já flagelado. O Poder que não possuíam, mas que julgavam tê-lo, por imporem fisicamente. Eles não percebiam que estavam olhando para aquele possuidor de conhecimentos associados às ciências paralelas e que dentro da Ciência Universal estão além da lógica que “constrói” o mundo físico e dos sentidos.

Em seu interrogatório perante a autoridade romana antes de ser levado para o lugar chamado de Caveira onde foi crucificado, ele disse: ”Meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, meus súditos teriam combatido para que eu não fosse preso. Mas o meu reino não é daqui”.

Em sua ultima Páscoa comemorando-a com uma ceia junto com os doze que sempre o acompanhavam mais de perto, ele lhes disse: “Se me amais, observareis os meus mandamentos e rogarei ao Pai e ele vos dará outro Paráclito (defensor), para que convosco permaneça sempre o Espírito da Verdade que o mundo não pode colher, porque não o vê nem o conhece”.

Ainda nesta ceia Emanuel disse: “Tenho muito que vos dizer, mas não podeis agora suportar. Quando vier o Espírito da Verdade, ele vos guiará na verdade plena, pois não falará de si mesmo, mas vos dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas futuras”.

Ele foi crucificado. Foi um ato para que apenas realizasse uma profecia, com o intuito de posteriormente congregar na unidade todos os filhos de Deus dispersos.

Após a sua crucificação ele teve três dias de recuperação, quando então (vivo), pôde se projetar pelo seu poder mental (e habilidade extra-sensorial) na forma de luz, para confirmar no mundo real a profecia de sua “ressurreição”.

Emanuel – o Messias foi Única Centelha enviada de forma direta por Deus para a Terra. A Essência Divina – o Cristo veio para ensinar e orientar a humanidade, mas o seu verdadeiro feito foi deturpado por aqueles que não queriam que os seus ensinamentos fossem propagados e através deles mostrar quem ele era de fato, com a sua verdadeira importância no desenvolvimento e no aumento do padrão evolutivo do ser humano.

O Mestre – o “Rabbuni” prometeu que voltaria.

A sua promessa foi cumprida e com sua volta está sendo escrita a pagina final desta História, que começou há seis mil anos atrás e que se completará entre os anos de 2012 a 2014, para que a partir daí páginas de uma Nova Historia seja escrita. Para que aconteça outro êxodo não mais pelos caminhos físicos, mas com um caminhar pela mente e pelo coração em sintonia com as Leis Universais.

Ele voltou no dia 27 de março de 2010. O Filho do Homem se mostrou junto à sua Contraparte Feminina no local totalmente compatível com a sua Freqüência Divina, o local onde deve ser construída a Pirâmide de acordo com critérios compatíveis à Matemática Universal, para que nela aconteça o desenvolvimento das energias vibracional e de transmutação.

Este local é onde já estão reunindo todos aqueles que já despertaram e foram preparados para a sua chegada. Aqueles que o acompanhavam há dois mil anos atrás e que tiveram também com Moisés há três mil e quinhentos anos no passado.

Muitos destes já propagaram anteriormente os seus ensinamentos e alguns ainda estavam ao seu lado quando foi crucificado. E hoje com a sua volta propagam de novo os seus ensinamentos.

Emanuel se mostrou para selar uma Nova Aliança, que está associada ao fim de um Ciclo e início de outro, mas ela tem também o objetivo final de celebrar uma grande parceria com aqueles que já estiveram outrora com ele fisicamente. Esta parceria tem o sentido, inclusive, de preservá-los de cataclismos já eminentes que durarão quatro anos.

Os que já estiveram com ele no passado são hoje seres humanos diferenciados do resto da população, porque há anos vêm se preparando para o Novo Ciclo – o de Aquário, buscando desenvolver as suas habilidades extra-sensoriais, que estarão cada vez mais presentes, quando elas desenvolverem dentro desta Pirâmide especial, que já está sendo erguida no Complexo Turístico Ziguratz, em Corguinho/MS-BR.

Esta Pirâmide será o “instrumento vibracional” destes que já se diferenciaram, porque nela é que eles poderão refinar ainda mais as suas habilidades extra-sensoriais, possibilitando-os regenerar os seus corpos e também energeticamente potenciá-los, para que abreviem a sua caminhada na trilha evolutiva, utilizando-se de sua energia vibracional ativa.

A Pirâmide quando concluída estará em um local, onde existe um Vórtice de Energia compatível com a Freqüência das Divindades, para que ela possa já pronta também gerar energia compatível com a Nova Freqüência Universal, depois do alinhamento galáctico no ano de 2012.

Nela estará uma tecnologia, que a tornará a Pérola do Sistema Solar, chamando a atenção de outras inteligências do Universo, não só para o planeta Terra, mas também para os seus vizinhos do Sistema Solar.

Ela é imprescindível. Ela deve ser concluída o quanto antes. “Que vocês façam à parte de vocês, que faremos a nossa” – Emanuel.

Ontem a Espiral Propagadora iniciou com doze “persistentes guerreiros” e hoje ela reinicia em outra Freqüência com mil quatrocentos e quarenta.

Os pesquisadores do Projeto Portal buscam informações que dão continuidade aos ensinamentos já esquecidos de civilizações antigas. O Conhecimento que os capacitem manipular a sua própria energia e já auto-suficientes em todos os sentidos se tornem Seres Universais – os Viajantes do Tempo.

Lagoa Santa/MG-BR, 20 setembro de 2010.

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 Texto de Antônio Carlos Tanure

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