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Amazona: O Despertar da Deusa Interior

Amazona: O Despertar da Deusa Interior
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De Adriana Campos (drigc@terra.com.br) – Abril/2006


Kundalini e “espiritualidade”

” A Kundalini é a parte da alma que surge primeiro e prepara o corpo antes que a alma possa realmente entrar nele. Depois que a criação do corpo está completa, ela fica adormecida na base da espinha. ”
Ananda ma

É divino podermos transmutar através da energia da vida (ascendente) sexual/kundalini, vibrando-a ao nível da Energia do Verdadeiro Amor, vibrando-a em sintonia com a Energia “Angelical” (descendente) do Amor Puro/Uno da Manifestação, que nos capacita nesta Fusão Sagrada começarmos a nos transcender/transformar em Seres Divinos, mesmo quando estamos ainda nos expressando sexualmente com o auxilio de um parceiro (a) na densidade energética da terceira dimensão.

A energia irradiada do ato sexual é divina, quando transformados em “Chaves” que abrem o “Portal Sagrado”, possamos com o nosso (a) parceiro (a) através de nossas Polaridades vibrarmos em um só Corpo de Energia e nos elevarmos. É desta maneira que ainda na terceira dimensão, começamos a nos despertar para uma consciência mais cósmica e a nos sintonizar com o “Mundo de Pura Luz”.

Precisamos alcançar o iluminado nível de consciência, que nos situa em um determinado degrau da escada evolutiva e que nos capacita sentirmos as células do nosso corpo vibrar, sem tanto mais com a necessidade do orgasmo físico.

Devemos através da nossa mente aprender a direcionar para o nosso frontal a energia sagrada da Kundalini, para que possamos a partir deste chacra, sentirmos o verdadeiro êxtase, que está além do “gozo físico de um ato sexual e que faz com que a nossa alma vibre em uma interação profunda ao nível dos seus sete corpos. Assim, o Amor na sua forma mais real, nos permite usufruir de um estado iluminado de interação/percepção e nos ajuda a livrarmos de idéias errôneas, que estão impregnadas em nossas mentes geradas por uma sociedade, que ainda vive limitada dentro de conceitos duais do bem/belo/limpo se opondo aos conceitos do mal/feio/sujo, onde a energia (e o ato) do sexo mesmo no seu sentido mais puro como aquele que era praticado pelas Amazonas, quase sempre é vista como algo pecaminoso/sujo, que deve ser escondido/não falado.

Precisamos aprender a “viajar no Tempo” para além dos limites tridimensionais da nossa realidade atual e iluminados pelo que já aprendemos em nossas vidas passadas e direcionados para o nosso futuro, irradiarmos no Eterno Agora a Luz do Amor Puro e Uno, que é a Luz da nossa Verdadeira Realidade.

A energia sutil da Kundalini é a energia da criação ativa que percorre no sentido ascendente a nossa espinha dorsal no instante em que despertamos para a nossa Transcendência Divina, “conectando-nos” com um estado mental interior de alta vibração/aceleração, que nos leva a um contentamento profundo e a uma Alegria Interior imensurável.

Existem diversas técnicas para despertar esta energia radiante e divina da vida, entretanto, nós só devemos liberá-la corretamente, direcionando-a para a nossa Transmutação.

Anandi Ma, uma das mulheres consideradas santas da Índia, alcançou um estado mais elevado de consciência através de sua energia da Kundalini corretamente desperta. A presença desta “Sacerdotisa” às vezes se faz notar apenas pela magia que carrega em seu olhar e em seu sorriso, como uma Amazona/”Sacerdotisa” que possuía o dom da magia do olhar e do sorriso. Este Ser Iluminado também encanta os indivíduos através da arte de cantar, entoando mantras de uma maneira simples e doce, deixando através da energia vibratória de sua voz transparecer a sua divindade.

Os aspectos mais fundamentais da Kundalini Maha Yoga são de acordo com Linda Johnsen em seu livro “Filhas da Deusa”, que ela escreveu sobre a vida desta iluminada “Sacerdotisa”: “acalmar a respiração e recitar mantras sagrados específicos. E, quando a mente do discípulo se torna completamente tranqüila, o Guru transmite Shaktipat, que é uma transferência de consciência/energia e que como conseqüência recria na alma receptiva do discípulo o próprio estado de compreensão espiritual do Mestre. Através desta prática contínua o discípulo aprende a estabilizar a si mesmo neste estado mais elevado da consciência e adquire finalmente, a capacidade de induzir estados semelhantes em outros indivíduos”.

O despertar da energia da Kundalini ou da energia na freqüência da cor vermelha promove uma série de habilidades que estão latentes em nós, que devemos despertá-las. A Amazona já as tinha despertas e, portanto, conseguia naturalmente encantar e atrair multidões pela sua magia e pelo seu magnetismo. As vibrações sonoras que ela emitia, eram a sua “arma poderosa” e dona de extraordinárias faculdades mentais, se qualificava em sua paranormalidade como “deusa/sacerdotisa”.

Através de um único parceiro/sacerdote a Amazona/”Sacerdotisa” fazia deste relacionamento algo sagrado apenas para procriação e neutralizando através do seu campo energético a energia do homem (inserido no sacerdote), conservava sem impurezas vibratórias. Ela conseguia ao nível de sua aura neutralizar qualquer energia “negativa” que porventura pudesse aderir em seu campo energético. Portanto, o seu campo vibratório especial não tinha energeticamente nenhuma mistura, porque ele não se misturava com o campo vibratório normal de outros indivíduos.

É óbvio, que até chegarmos à condição divina das Amazonas, devemos encarar o sexo entre dois indivíduos que se amam como um ato natural, sem preconceitos e sem condenações. Mas, não devemos também ao nível de uma consciência dimensional, tê-lo como um mero instante de prazer onde o órgão sexual de um homem necessita se fundir fisicamente no órgão sexual da mulher, quando os dois comandados pelo “ego” apenas se realizam ao nível físico/emocional.

O “ego” não é capaz de realmente amar. Ele nos impede de interagir com a Energia do Amor no seu sentido real e mais profundo, ele nos impossibilita sintonizar com a Energia do Amor Puro Uno da Manifestação irradiada da Fonte Criadora, que dá gestação aos mundos.

Através do “ego” conhecemos apenas a sexualidade que vem acompanhada de ambição, cobiça, inveja, ciúme e raiva, entre muitas outras de suas características na dualidade.

O sexo físico é o início de uma trilha (tridimensional), que se nós aprendemos a trilhá-la corretamente, desembocaremos em uma outra via (dimensão superior), onde nos completaremos com um outro ser de polaridade oposta através de “orgasmos cósmicos”, porque com ele possuiremos realmente afinidade vibratória.

Portanto, a questão básica é como a partir da nossa vivência atual, nós poderemos transformar o que chamamos de “amor”/sexo no Verdadeiro Amor, que está sintonizado com a Energia Divina que Tudo Gesta.

Muitas vezes quando estamos “perdidamente” apaixonados (a palavra perdidamente já diz tudo por ela mesma), julgamos estar amando intensamente, o que não é verdade, porque a maior parte das vezes, a paixão é tão emocional/passageira, que não nos permite ter a serenidade necessária, para construirmos harmonicamente sólidos laços energéticos com o nosso (a) parceiro (a).

Nesta caminhada incessante de idas e vindas do nosso doloroso processo reencarnatório o sexo apenas faz parte da nossa iniciação, nos ensinando a transmutar a energia (do desejo) sexual para além do físico, para a energia vibracional direcionada a partir do nosso chacra frontal. Devemos mesmo na terceira dimensão já termos a noção da Alquimia do Amor “Angelical”, que permite dois Seres “desaparecem”, para se transformarem/aflorarem em uma só Energia Divina, em um só Corpo de Luz.

Estamos entrando em uma Nova Era. Está surgindo um Novo Tempo para uma Nova Consciência, onde a teoria e a prática terão coerência entre si. Neste Novo Tempo devemos como dimensionais interagir mais constantemente com a quarta dimensão e, portanto, para que nos mostremos na nossa condição paranormal de “deuses” e “semi-deuses”, não devemos mais ficar limitados “no jogo da dualidade”. Atualmente, no palco da vida, estamos atuando como atores de péssima qualidade, atores sem nenhuma vocação e talento vivenciando de falsas ilusões em um mundo mascarado.

Deveríamos como humanidade vibrarmos direcionados para uma só Consciência e não nos dividirmos através do nosso pensar/agir, indispondo/conflitando uns com os outros.

A vida é um palco onde todos nós representamos. Deus é o Grande Autor deste grande espetáculo. O ideal é que já tivéssemos a necessária harmonia vibratória trazida das nossas experiências de vidas passadas, que estão registradas no nosso sanskara e cumpríssemos de maneira digna o papel que cada um de nós propôs representar neste final de ciclo, retirando as nossas máscaras, mesmo porque este será o último personagem que representaremos nesta nossa linha/ciclo de reencarnação.

Estamos chegando ao clímax da Transição Planetária e não nos é dado mais a benevolência da protelação. Precisamos iluminar com a divina coragem/decisão, para que agindo em sintonia com o nosso Cristo Interno, possamos irradiar a nossa Verdadeira Luz, que está apagada em muito de nós, porque não sabemos amar, Amar no verdadeiro sentido do Amor.

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