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Apocalipse – Os Selos

Apocalipse – Os Selos
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(Primeira Parte)

Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos e ouvi um dos quatro seres viventes dizendo, como se fosse voz de trovão: Vem!”. “Vi então, e eis um cavalo branco e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo e para vencer”.

O termo Apocalipse do grego apokálypsis, ‘revelação’, pelo lat. ecles. Apocalypsis está relacionado no ultimo livro do Novo Testamento com a forma literária de expressar dos judeus do Velho Testamento, destacando Daniel, mas também Isaias, Zacarias e Ezequiel.

A literatura apocalíptica é própria para épocas de intensos conflitos tanto para “o perseguido” quanto para “o perseguidor”, quando tenta sinaliza para ambos o caminho para Deus ou o rumo ao futuro que os dois devem viver. E sempre nestes cíclicos “fins dos tempos” configura-se uma revolução global, com uma radical mudança do modo de ser e de viver.

No Apocalipse de João é Deus o único Senhor da História, mas nela o “Cordeiro” tem presença marcante e permanente, fazendo-se como ponte entre o “Céu” e a Terra, quando traz esperança àqueles que o seguem, mostrando-os o verdadeiro caminho a ser seguido rumo à Transmutação/”Ressurreição”

A narrativa do Apocalipse caracteriza por imagens constituídas por elementos da natureza, que são apresentadas neste caso em forma de visões à vidência do apóstolo João, que utiliza de imagens do Velho Testamento, cheio de mitos e de lendas apocalípticos judaicos.

Estas imagens puramente simbólicas que sugerem mais do que descrevem, exigem certa criatividade/percepção e mesmo inteligência, para que possam ser “enquadradas” no contexto atual dos acontecimentos, “limpando-as” de simbolismos, que focalizam quase sempre de forma confusa a eterna “luta entre o bem e o mal”.

De acordo com a historia bíblica, o autor do Apocalipse por causa de sua fé sofreu a conseqüência desta eterna luta, quando foi desterrado para Patmos, uma pequena ilha no Mar Egeu.

Na historia da humanidade sempre existiram aqueles senhores da Terra, verdadeiros tiranos que impuseram aos seres humanos a sua vontade contra a vontade do “Senhor do Céu” – a Bíblia é praticamente toda ela construída dentro deste enfoque e se transformou para muitos na “fonte da verdade”, que conforta e protege.

O Apocalipse é talvez o texto da Bíblia mais metaforizado, por utilizar uma linguagem quase toda simbólica, que se enquadra satisfatoriamente com a mentalidade bíblico-semítica.

E como já mencionamos, no simbolismo ali contido no sentido de passar mensagens através de informações codificadas relacionadas aos acontecimentos futuros, estas informações cifradas devem ser decodificadas de forma mais coerente possível e “encaixadas” em uma linguagem atual, que deve estar relacionada também com fatos/situações atuais.

O Apocalipse com a sua linguagem simbólica aponta para um processo de transformação através do qual o homem tem que passar, para que ele atinja a plenitude de seu Ser, e a plena “união com o Divino”.

Nos períodos cíclicos de 26 mil anos que acompanham na Terra grandes saltos de consciência, os seres que aqui experienciam neste mundo do dual, podem posteriormente continuar com as suas existências e experiências em mundos mais evoluídos, onde não mais existem experiências que gerem conflitos emocionais.

Assim, neste momento da Transição Planetária e apocalíptica, no iniciar de uma Nova Era não só aqui, mas em muitos planetas da Via-Láctea, muitos seres são remanejados daqui, para que se iniciem novos processos evolutivos em outras dimensões e em outros locais no Universo físico – a cada findar de um ciclo existe sempre a possibilidade para os dimensionais uma repatriação à origem em uma transmigração cósmica.

Não só a Terra e também muitos outros planetas se elevam vibratoriamente quando por eles passa o Raio Sincronizador a cada 26 mil anos, porque o movimento do Raio em volta do sol de Alcione atinge todos os demais Sistemas que integram a Via Láctea.

Portanto, a atual ou 5ª civilização que é também chamada de civilização Ariana, iniciou-se há 26 mil anos atrás. Ela já passou por uma grande catástrofe a cerca de 13.000 anos e neste momento a humanidade começa passar novamente por um processo de mudanças, quando a Terra atingirá o chamado Cinturão de Fótons, passando por ele com maior intensidade no dia 22 de dezembro de 2012, já totalmente na vibração da quarta dimensão.

Então a partir do dia 22 dezembro de 2012 terá início, o que é chamado de tempo do não tempo segundo os Maias e segundo a Bíblia o tempo da tribulação, da separação do joio do trigo, das revelações do Apocalipse e do Armagedon. Nesta ocasião mais uma vez o Raio Sincronizador atingirá a Terra para que se manifeste a Nova Era.

Esta passagem se dará em um período curto de 20 anos, quando a Terra enfrentará turbulências já previstas, para depois ingressar já em um outro ciclo evolutivo na esperada “Civilização Dourada”, iniciando a sexta civilização, que contemplará parte da humanidade com o seu ingresso a um nível maior vibratório e de consciência compatíveis à 5ª dimensão, a partir de 22 de dezembro de 2032.

Com a elevação destes planetas de diferentes Sistemas para um patamar mais evoluído, todos aqueles seres que não acompanharem essa evolução serão obrigados a migrar, como aconteceu outrora com os “repetentes capelinos” que vieram para a Terra e que pertencem a uma das 49 raças espalhadas por este Universo.

As informações codificadas no ultimo livro do Novo Testamento que foram manifestadas ao apostolo João pela Luz (“Anjo”) de sua Consciência Crística, a “leitura” das mesmas deve ser feita através do auxilio de uma “sensibilidade perceptiva”, que dela principalmente o dimensional desperto deve recorrer, utilizando-se intuitivamente de sua memória cósmica.

Então esta “leitura” deve ser decodificada pela via metafísica, portanto por aquela que o dimensional procura ver no aqui e agora não só “através da exteriorização” de fatos e de situações que o envolvem no momento na terceira dimensão, como também percebê-los em um contexto mais universalizado e transcendente, utilizando-se de sua “visão mais sutil” direcionada para alem desta dimensão.

Os dimensionais já conscientemente missionários são “peças” ativas e partícipes no quadro destes acontecimentos futuros e apocalípticos.

Os novos tempos são chegados já com a presença do “Outro” (“Consolador”) que foi chamado e que veio na mansuetude e na pureza de seu coração (“Cordeiro”) ensinar aqueles que o procuram, se conduzirem não só de acordo com as leis dos homens, mas antes de tudo de acordo com as leis mais transcendentes – as Leis Universais.

Chegou o momento deste “Outro” que veio com a pureza de propósitos para ajudar os dimensionais a batalhar com o “instrumento/arma” Linhas da Vida (cavalo branco conquistador de Deus), para que vençam a barreira da dualidade e possam extrapolar o emocional de suas experiências na terceira dimensão e “se coroem” pelo uso da Energia Vibracional Direcionada, em sua “vitória final” de ascensão a um plano mais sutil de vibração e de realidade – quinta dimensão.

Ele é este “Outro” que utiliza de sua Energia da Vontade para adentrar sem mais dificuldade outros planos de realidade. Ele é o possuidor da “Energia do Espírito Santo”/Energia da Kundalini, que o permite a manipulação/transformação da matéria no mundo eletromagnético – no mundo também dos trovões e dos raios.

Ele veio orientar o dimensional na faixa de tolerância, como extrapolar o “mundo exterior” em que vivencia (terceira dimensão), exercitando “no caminho do meio” a eqüidistância de todos os extremos e, para isso, ele ensina o dimensional transitar pela “via” da Neutralidade com o auxilio da Vibração do Amor – através da Energia Taquiônica (Pensamento Sublimado) como freqüência Divina gerada por ele mesmo.

Foi dada a ele a tarefa de direcionar aqueles que o procuram a evitar o “castigo eterno dos perdidos no lago do fogo eterno e inextinguível” (Matt. 25:41; 18:18 – Marcos 9:43-44 e 46-48), quando os ensina a elevar a Energia da Kundalini do seu chacra básico para o chacra frontal já como Energia Vibracional, que os possibilita libertarem dos seus instintos primitivos e da roda sem fim das reencarnações, através da Freqüência Vibratória da Sublimação que os conduz à Transmutação.

Portanto, foi dado a este cavaleiro o “instrumento” (arco) para vencer e ele saiu vencendo, quando começou ensinar a manipulação e a transformação da Energia da Kundalini em Energia Vibracional àqueles que também agora como “consoladores”, a manipulam já com as suas vestes brancas de proteção (sétima camada de sua aura branca), que já exteriorizaram a sua Simbologia (marca na testa) e que já pegaram a sua “Placa” (pedra branca).


(Segunda Parte)

Os sete selos (Apocalipse 6:1-17; 8:1-5), sete trombetas (Apocalipse 8:6-21; 11:15-19) e sete taças (Apocalipse 16:1-21) são de acordo com o apostolo Paulo três séries de julgamentos de Deus, que são diferentes e consecutivas. Os julgamentos progressivamente pioram e se tornam mais devastadores, à medida que o fim dos tempos progride. Os sete selos, trombetas e taças estão conectados uns aos outros – o sétimo selo inicia as sete trombetas (Apocalipse 8:1-5), e a sétima trombeta inicia as sete taças (Apocalipse 11:15-19; 15:1-8).

Os primeiros quatro dos sete selos são conhecidos como os quatro cavalheiros do Apocalipse. O primeiro selo apresenta o anticristo (Apocalipse 6:1-2). O segundo selo causa grandes guerras (Apocalipse 6:3-4). O terceiro dos sete selos causa fome (Apocalipse 6:5-6). O quarto selo causa pragas, mais fome e mais guerras (Apocalipse 6:7-8).

O quinto selo refere àqueles que serão martirizados por sua fé em Cristo durante o fim dos tempos (Apocalipse 6:9-11). Deus escuta o seu clamor por justiça e vai livrá-los na Sua hora certa – na forma do sexto selo, assim como com os julgamentos das trombetas e taças. Quando o sexto dos sete selos é quebrado, um terremoto devastador acontece, causando grande revolta e devastação terrível – juntamente com fenômenos astronômicos incomuns (Apocalipse 6:12-14). Aqueles que sobrevivem estão corretos por clamar: “E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; Porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir?” (Apocalipse 6:16-17).

As sete trombetas que são descritas no Apocalipse (8:6-21), elas são “o conteúdo” do sétimo selo (Apocalipse 8:1-5). A primeira trombeta causa granizo e fogo que destroem muito das plantas do mundo (Apocalipse 8:7). A segunda das sete trombetas causa o que poderá ser um meteoro atingindo os oceanos e causando a morte de grande parte da vida marinha (Apocalipse 8:8-9). A terceira trombeta é parecida com a segunda trombeta, só que dessa vez ela atinge os lagos e rios do mundo, ao invés dos oceanos (Apocalipse 8:10-11).

A quarta das sete trombetas causam o sol e a lua a se escurecerem (Apocalipse 8:12). A quinta trombeta resulta em uma praga de “gafanhotos demoníacos” que atacam e torturam a humanidade (Apocalipse 9:1-11). A sexta trombeta libera um exército demoníaco que mata um terço da humanidade (Apocalipse 9:12-21). A sétima trombeta evoca os sete anjos com as sete taças da ira de Deus (Apocalipse 11:15-19; 15:1-8)

Os julgamentos das sete taças que são descritos no Apocalipse (16:1-21), eles são “o resultado” da sétima trombeta sendo soada. A primeira taça causa feridas muito dolorosas que aparecem na humanidade (Apocalipse 16:2). A segunda taça resulta na morte de todo ser vivente no mar (Apocalipse 16:3). A terceira taça causa os rios a se tornarem sangue (Apocalipse 16:4-7). A quarta das sete taças resulta no calor do sol sendo intensificado e causando grande dor (Apocalipse 16:8-9). A quinta das sete taças causa grande escuridão e uma intensificação das feridas da primeira taça (Apocalipse 16:10-11). A sexta taça resulta no rio Eufrates secando completamente e os exércitos do anticristo se juntando para lutar a batalha do Armagedom (Apocalipse 16:12-14). A sétima taça resulta em um terremoto devastador seguido de pedras de granizo gigantes (Apocalipse 16:15-21).

Quanto aos quatro cavalos citados no livro do Apocalipse, eles são “sinais” utilizados freqüentemente no Velho Testamento. Em Zacarias 1 e 6, cavalos coloridos simbolizam forças de reconhecimento de Deus e suas armas de punição. Então, é razoável que muitos entendam os cavalos de Apocalipse do mesmo modo. Eles pertencem ao Senhor e através deles ele observa a situação do mundo e exerce sua ira. O cavalo branco é o cavalo conquistador de Deus; o vermelho é o cavalo de guerra do Senhor. O preto traz fome sobre a terra e o cavalo cinza-amarelado traz a morte. O julgamento que os cavalos executaram não foi total. O cavalo cinza matou um quarto do povo. A fome trazida pelo cavalo preto danificou somente o trigo, porém nem o óleo, nem o vinho (numa seca limitada, os grãos, de raiz mais rasa, serão atacados antes das vinhas e das oliveiras).

Muito do que está simbolicamente narrado acima como conteúdo apocalíptico, nas formas dos selos, das trombetas e das taças, encaixa-se na inversão dos pólos magnéticos da Terra, que é esperada para acontecer neste momento da Transição Planetária.

A decodificação da linguagem simbólica do Apocalipse vem até os dias de hoje passando por constantes interpretações, em função do que pensam aqueles que em varias épocas as vêm fazendo e, que com elas vêm manipulando interesses ao seu favor – às vezes de forma clara ou de forma velada como faz o GO.

Esta decodificação deve se feita pelo dimensional, buscando-a de maneira imparcial com o auxilio de várias fontes de informação. Ela deve ser feita de forma mais racional e menos emocional. Portanto, o dimensional deve fazê-la o mais possível “conciliado” com a ciência, buscando repostas objetivas e não dispersas dentro de conteúdos místico-religiosos.

As sucintas explicações que estão nos sete parágrafos logo a seguir em relação aos Sete Selos do Apocalipse, elas foram extraídas do que foi falado no ultimo atividade de campo, do dia 31/05/09, na Pousada Morada dos Reis, em Mateus Leme/MG-BR:

1 – O Primeiro Selo apresenta o Anticristo “construído” pelo GO, que utiliza da versão de diversas igrejas. Mas, o que realmente este Selo mostra para o dimensional consciente, é a presença do “Consolador” ou daquele “Outro”, que agora já atua junto com os demais “consoladores” – com os dimensionais despertos e em compromisso. O apocalipse já começou, mas será por volta de agosto de 2010 que acontecerá realmente a abertura do Primeiro Selo, portanto acontecerá de forma mais consistente o que nele está codificado;

2 – O Segundo Selo traz a presença de grandes guerras e quando estarão mais constantes na mídia informações manipuladas pelo GO. Portanto, o dimensional já consciente deste fato, deverá contra-atacar passando as informações, que para ele serão transmitidas diretamente pelos “Seres”. Passá-las, antes que aqueles do GO com segundas intenções o façam;

3 – O terceiro Selo informa a presença da fome em escala mundial, quando o Sol emanará certa radioatividade que queimará todas as plantações com raízes de até 1,5 m de profundidade. Como esta situação irá durar um ano e meio (em alguns locais já está acontecendo), o dimensional já informado desta situação futura deverá no momento certo guardar alimentos, estocando-os quando ainda estiverem com preços mais accessíveis e mais fáceis de serem encontrados;

4 – O quarto Selo traz pela intensa mudança climática a presença de pragas, de mais fome e de mais guerra. Nesta ocasião quase tudo terá controle laboratorial via nanotecnologia. Então, nesta situação somente os “Seres” é que poderão intervir e, também o dimensionais em compromisso (“os consoladores”) é que poderão ajudar. Ainda, nesta ocasião 99% das comunicações hoje existentes não irão funcionar;

5 – O quinto Selo mostra um momento em que muitos serão ridicularizados e perseguidos pelo fanatismo de seitas religiosas, que não aceitarão modificações em relação ao que pregam. Portanto, a nova linguagem de comunicação do dimensional com a população não deve ter nenhuma conotação místico-religiosa. Ela mais do que nunca deve ser clara e de cunho mais cientifico, para que não suscite para estas seitas o sentido de interferência e com ele atitude de revanche;

6 – O Sexto Selo traz a atuação ainda mais intensiva do GO através das ondas eletromagnéticas como as de radio, que funcionarão para atuar como fosse um “instrumento” para uma hipnose coletiva. O dimensional deve trabalhar para que anule estas freqüências com outras freqüências vibratoriamente opostas e direcioná-las às pessoas, para que possam ouvi-las. A “canção universal” anulará todas as freqüências do GO;

7 – Sétimo Selo está associado às revoltas e às devastações por terremotos e maremotos que serão inicialmente causados pelo próprio homem (ao nível dos inventos de Nikola Tesla) e depois pela própria natureza na forma de granizo, do fogo e outras formas de destruição. O dimensional nesta ocasião já deverá ter estocado alimentos e estar abrigado em locais seguros como abrigos próprios, cavernas e galerias.

A abertura do primeiro selo e depois dos outros seis selos restantes está também associada à entrega na Fazenda Hotel Projeto Portal da “Primeira Placa” e também das seis outras “Placas” que vieram logo a seguir.

O dimensional que há muito vinha acompanhando e vivendo a construção física e energética do Projeto Portal, teve a exata noção da grandiosidade do momento, que já era esperado há seis mil anos e que ele viveu no dia 10 de outubro de 1999, em torno das 4h45min, na Fazenda Hotel Projeto Portal, quando foi entregue a “Primeira Placa” que começou alterar a freqüência mental de todos os dimensionais conscientes e inconscientes, portanto, começou a alterar a freqüência mental de um terço da população da Terra.

Naquela data o futuro e o passado codificados no presente – naquele momento – se expressaram através da Chave Energética da “Primeira Placa”, que permitiu a abertura da “Grande Porta” e com ela de uma maneira definitiva e decisiva o livre trânsito entre a terceira e à quarta dimensão.

Portanto, a partir de 1999 estavam assegurados os acontecimentos já codificados nas Linhas do Tempo para que acontecessem e, paralelamente estava assegurada a permanência no plano físico dos Guardiões dos Planos mais Sutis, dos Agentes Condutores das Mudanças a nível individual e planetário no sentido de uma nova freqüência mental/vibratória, possibilitando o surgimento de uma Nova Consciência – para uma Nova Era.

Há muito já estava escrito que seres de origem divina – os dimensionais em missão: especiais e extras – surgiriam no meio da população, que estes seres teriam uma diferença imensa entre aqueles que já estavam aqui (outros dimensionais e planetários) e que seriam reconhecidos não só pelas marcas que teriam em suas testas (Simbologia), mas, principalmente como “possuidores das Placas”.

As “Placas” trazem registradas as experiências do dimensional no plano denso da matéria – terceira dimensão – no período de três mil anos antes de Cristo até dois mil e trinta anos depois de Cristo e nelas está também codificado o seu compromisso na Terra.

A primeira “Placa” foi entregue por um Ser Intraterreno, a segunda e a terceira foram materializadas em uma galeria, a quarta e a quinta foram teletransportadas através da abertura de um grande Portal que se abriu no firmamento e a sexta e a sétima foram conseguidas através do processo mental gerado por dois dimensionais, que permitiu que elas fossem teletransportadas.

Todas as outras 1.440 “Placas” que foram entregues posteriormente, elas possuem em essência o mesmo conteúdo energético-vibratório. Mas, pela sua codificação vibratório-missionária as “Sete Primeiras Placas” que foram de maneiras diferentes entregues diretamente pelos “Seres” àqueles dimensionais que energeticamente as ancoraram, contêm a responsabilidade de ressonância com os Sete Selos Bíblicos ou com os “Sete Anjos” do Apocalipse.

Como a cada findar de 26 mil anos existe uma transmigração cósmica, o número de seres que foram transferidos para a Terra no inicio do ultimo ciclo, perfaz hoje cerca de um terço da humanidade e representa os chamados seres dimensionais encarnados. Eles possuem Simbologia, deveriam ser ajudados pelos “144.000” missionários dimensionais (extras e especiais) que encarnaram na Terra com este compromisso e que já tinham anteriormente alcançado a 4° dimensão. Estes se prontificaram como voluntários ajudar aqueles outros dimensionais energeticamente “prisioneiros” na terceira dimensão, despertando-os, para que pudessem se libertar e serem repatriados agora para seus locais de origem no Universo.

Infelizmente, estes milhares de dimensionais já na terceira dimensão terrena ficaram limitados energeticamente à sua densidade e, portanto mesmo possuidores de “Placas” não alcançaram a freqüência mental-vibratória e a consciência necessária para que soubessem o que aqui vieram fazer – que deveriam se despertar e despertar outros dimensionais.

Os dimensionais que já se despertaram e que já são cientes de suas “Placas” físicas ou plasmadas, portanto que já são cientes de sua intermediação entre os seres das 49 raças e 1/3 da população mundial, eles são apenas “1.440” ou 1% dos “144.000”. Então, só aquele dimensional dentro deste número ainda mais restrito, que pegando o seu compromisso cósmico de uma maneira física e verbal, é que terá realmente condições de ajudar na hora do resgate, como também de ajudar também de maneira mais consciente na reconstrução do planeta para um Novo Tempo.

O restante 2/3 dos habitantes nativos da Terra chamados também de planetários (66,6%) não terá condições de dar nesta atual Transição Planetária o seu “salto quântico”, por não possuir o necessário padrão evolutivo e vibratório – portanto, ficará para futuros ciclos evolutivos.

Em relação a este momento da Transição Planetaria o Dispensacionalismo que é uma doutrina teologica e escatologica (com interpretação consistentemente literal das Escrituras, em particular da profecia bíblica e com distinção entre Israel e a Igreja no programa de Deus) afirma que “a segunda vinda de Cristo Jesus” será um acontecimento no mundo físico, envolvendo o arrebatamento e um período de sete anos de tribulação, após o qual ocorrerá a batalha do Armagedon e o estabelecimento do reino de Deus na Terra.

O Dispensacionalismo que também fala do AntiCristo (do grego  i.e. “opositor a Cristo”) é uma denominação no Novo Testamento para designar aqueles que se oponham a Cristo Jesus, portanto designa um personagem escatológico, que segundo a tradição cristã dominará o mundo nos últimos dias antes que haja a segunda vinda de Cristo – o termo AntiCristo ocorre apenas quatro vezes na Bíblia, todas elas nas cartas do apóstolo João.

Os manuscritos gregos (na realidade cópias de um protótipo que alguns ainda discutem a originalidade, se foi escrito em Hebraico) ao referir a este personagem biblico, que é também conhecido como a “Besta” e que para muitos reliogiosos será o “deus da religião do futuro”, não escrevem a frase literalmente como seis-seis-seis (três palavras gregas para seis em uma série —  mas como  (ele é 666 em forma numérica grega) ou algumas vezes seiscentos e sessenta e seis (grego: )

E na Vulgata, ou Bíblia latina consta: Hic sapientia est. Qui habet intellectum, computet numerum bestiae. Numerus enfim hominis est, et numerus eius est sescenti sexaginta sex.

Nas passagens de 1 João 2:18 , 2:22 , 4:3 e 2 João 1:7 o termo AntiCristo é definido de maneira não tão precisa como “um espírito de oposição” aos ensinamentos de Cristo.

Já com uma mentalidade distante do que realmente pensavam os primeiros cristãos, o Cristianismo de hoje crê no entanto, que este “espírito” estará literalmente incorporado e se mostrará como um “messias demoníaco” que virá nos últimos dias. Por essa razão muitos cristãos atualmente crêem que este AntiCristo, que é também por eles visto em outros textos biblicos tais como o livro de Daniel e as cartas de Paulo como “o homem do pecado”, será aquele que ainda de acordo com o Apocalipse, a “Besta que dominará o mundo“.

Para muitos destes “crentes” a batalha final ou aquela “do final dos tempos” entre as forças do Cristo e do AntiCristo tem o nome biblico de Armageddon, que nas Escrituras é conhecido apenas a partir de um único versículo do Novo Testamento grego (onde é dito ser de origem hebraica) e usado para representar em hebraico as palavras har megiddon (), que significam “Montanha de Megido” em Israel. Neste local no ano de 2005 foram encontrados em uma escavação arqueológica resquícios arquitetônicos do que seria uma antiga igreja cristã.

Megido foi ainda o local de muitas batalhas decisivas nos tempos antigos. Então, em hebraico Har Meghíd•dóhn: Monte de Megido. Em grego : armageddôn ou reunião de tropas. Em latim tardio: Armagedon. E em algumas traduções modernas: o Monte de Megido – é biblicamente o local “da batalha final ou a campanha entre o bem e o mal”.

Para o Projeto Portal o que existe é um poder oculto-nocivo, dominador em relação à humanidade e opositor na terceira dimensão à Consciência Dimensional que já interage ao nível da Nona Dimensão ou ao Nível da Dimensão Crística. Ele chama “Governo Oculto – GO” e constitui de “criaturas”, que de humanas talvez elas só conservem aparências físico-humanas, já dominando a tecnologia do rejuvenescimento no sentido de sua imortalidade.

O número 999 (Sabedoria) que é o inverso do número 666 (“ignorância”), ele pelo Entrelaçamento Quântico da Matemática Universal já estava em seu sentido cósmico-divino codificado nas Linhas do Tempo, para que “acontecesse no aqui e agora” com a entrega da “Primeira Placa” no ano de 1999 e, portanto que se associasse no mundo do dual também àqueles indivíduos dimensionais, que a partir daquele instante e, que posteriormente, já possuidores de suas “Placas” e já despertos, conseguissem através de sua Freqüência Vibracional Ativo-direcionada com a ajuda do “Consolador”, a condição de promover a sua Transmutação e também de resgatar multidões em um momento crucial para a humanidade.

Como já citamos anteriormente, estes dimensionais já então despertos e agora também como “outros consoladores”, eles já sabem que é transitando pela via da Neutralidade através da Energia Taquiônica (Pensamento Sublimado) como Freqüência Divina gerada por eles mesmos, que eles ampliam a sua compreensão em relação a todas as coisas, respeitando-as pelo o que elas são. Eles sabem também que na Freqüência do Amor Universal tudo tem uma função, tanto o que é bom quanto o que é ruim, porque tudo é perfeito em seu Significado Maior – tudo serve de lição para que eles alcancem o seu aperfeiçoamento “mental-espiritual”.

O conhecimento mais verdadeiro não é o conhecimento intelectual e nem tampouco é aquele místico-religioso “gerado” dentro de um quadro emocional não consistente, mas aquele que dá sentido à vida humana, que a torna plena de significado, porque permite o encontro do dimensional com sua Essência Eterna – é o conhecimento em oposição a “ignorância” ou aquele conhecimento que “brota do coração” de forma misteriosa e intuitiva.

A “Luz” no que “Simplesmente É” ou no Conhecimento que agora no Projeto Portal menciona como estar na Freqüência da “Linguagem da Matemática Universal”, ela é percebida nos instantes de humildade, quando se vivencia “O Simples” longe da máscara do “ego”. O “Consolador” está sempre sinalizando para os “novos consoladores”, que permaneçam nesta faixa de freqüência mental-vibratória.

Está chegando o tempo do Apocalipse com a finalidade de Renovação!…

Está aproximando o momento do inicio de um outro ciclo, para que uma Nova Consciencia perceba o Universo como uma complexa equação matemática, onde tudo se expressa pela simetria e pela perfeição – pelo que deve ser.

Portanto, está chegando a ocasião para que o “novo homem” perceba, que no Universo não existe anormalidade/desarmonia, que tudo está em equilíbrio codificado pelas Leis Universais – que tudo deve estar em sintonia com esta perfeição dentro da Vibração do Amor Universal, que é comumente chamada de Deus.

Lagoa Santa/MG-BR, 05 de junho de 2009.

 

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Outros Textos

Metafísica

– Algumas considerações –
(Primeira Parte)

A noção/concepção de Metafísica é centrada principalmente em Platão, embora outros filósofos tivessem também cooperado antes e depois dele com conceitos nesta direção.

Aos vinte anos Platão travou relação com Sócrates mais velho do que ele quarenta anos e gozou por oito anos do ensinamento e da amizade deste mestre, que era conhecido como “o mais sábio e o mais justo dos homens” . E diversamente de Sócrates que era filho do povo, Platão era filho de pais aristocráticos e abastados, de antiga e de nobre linhagem.

Quando Platão estava com uns vinte e nove anos, Sócrates foi condenado por motivos políticos a beber o veneno cicuta, que o levaria à morte. Entretanto, tudo aquilo que Platão aprendera e que vivenciara com Sócrates, já estava intensamente gravado em sua mente. Ainda discípulo de Sócrates e também depois da morte deste, Platão estudou os maiores pré-socráticos.

Platão nasceu em Atenas, em 428 ou 427 a.C. e o seu temperamento artístico e dialético em sua mocidade deu livre curso ao seu talento poético, o que fez, que em várias partes de suas obras não tivessem uma verdadeira importância e valor filosófico. A atividade literária de Platão abrange mais de cinqüenta anos de sua vida.

Na Itália meridional ele teve ocasião de travar relações com os seguidores de Pitágoras – tal contato foi fecundo para o desenvolvimento do seu pensamento. Em Sicília onde conheceu Dionísio o Antigo (tirano de Siracusa), ele travou amizade profunda com Dion o cunhado do tirano, que mesmo assim o vendeu como escravo. Mas, posteriormente libertado graças a um amigo, ele voltou para Atenas.

Então, já de volta a Atenas, pelo ano de 387 a.C., Platão fundou a sua célebre escola, que, dos jardins de Academo de onde ela surgiu, tomou o nome famoso de Academia.

Platão ao contrário de Sócrates interessou-se também vivamente pela política e pela filosofia política. Ele foi o primeiro filósofo antigo de quem até hoje, encontra-se obras completas. Dos 35 diálogos, porém, que correm sob o seu nome, muitos são apócrifos, outros de autenticidade duvidosa.

Mas, o que ele realmente fez foi dedicar-se inteiramente à especulação metafísica, ao ensino filosófico e à redação de suas obras, atividade que não foi interrompida a não ser pela morte, que veio operar a sua libertação definitiva do cárcere do corpo, da qual a filosofia – como se lê no Fédon: “ não é senão uma assídua preparação e realização no tempo” . Platão morreu em 348 ou 347 a.C. com oitenta anos de idade.

Como já era vista com Sócrates, a filosofia tinha também com Platão um fim moral-prático, como a grande ciência que resolveria o problema da vida. Este fim prático realizar-se-ia , no entanto, intelectualmente, através da especulação e do conhecimento da ciência.

Diversamente de Sócrates que limitava a pesquisa filosófica e conceitual ao campo antropológico e moral, Platão estendia tal indagação ao campo metafísico e cosmológico, isto é, à toda a realidade.

Para Platão: “o dualismo dos elementos constitutivos do mundo material resulta do ser e do não-ser, da ordem e da desordem, do bem e do mal, que aparecem no mundo. Da idéia ser, verdade, bondade e beleza depende tudo quanto há de positivo e de racional, no vir-a-ser da experiência. Ao contrario da matéria que indeterminada, informe, mutável, irracional, passiva e espacial, dela depende tudo que há de negativo na experiência”.

Para o dimensional desperto em sua condição humana a sua procura é o entendimento em relação à sua própria existência no plano tridimensional, que é o “mundo do dual” de experiências com as forças/energias do “positivo” e do “negativo” e que atuando intensamente lhe permite em aprendizado individual fazer comparação entre as partes. Portanto, neste aprendizado é que ele aprende a se conduzir em relação ao resultado de cada decisão e comportamentos seus – em relação ao que ele vê e cria como “positivo/bom” ou como “negativo/ruim” e que entre estes dois extremos comumente vagueia em sua experiência de vida.

E só após varias experiências é que ele buscando o seu “mundo interior”, percebe que para extrapolar o “mundo exterior” em que vivencia (terceira dimensão), deve se exercitar “no caminho do meio” eqüidistante de todos os extremos e que para isso, ele deve transitar pela via da Neutralidade com o auxilio da Vibração do Amor – através da Energia Taquiônica (Pensamento Sublimado) como freqüência Divina gerada por ele mesmo.

Então, é na Vibração do Amor, que o indivíduo-dimensional que já se despertou, amplia a sua compreensão em relação a todas as coisas, respeitando-as pelo o que elas são. Nesta Freqüência Vibratória tudo tem uma função, tanto o que é bom quanto o que é ruim, porque tudo é perfeito em seu Significado Maior – tudo serve de lição para que ele alcance o seu aperfeiçoamento mental-espiritual.

A forma dos escritos platônicos é o diálogo, transição espontânea entre o ensinamento oral e fragmentário de Sócrates e o método estritamente didático de Aristóteles.

Aristóteles notável filósofo grego como era de condição sócio-econômica privilegiada, gozou de circunstâncias favoráveis para seus estudos. E em 367 a.C., aos seus 17 anos, foi enviado para a Academia de Platão em Atenas, na qual permaneceu por 20 anos, inicialmente como discípulo e depois como professor até a morte do seu mestre.

Aristóteles figura entre os mais influentes filósofos gregos, ao lado de Sócrates e Platão, que transformaram a filosofia pré-socrática, construindo um dos principais fundamentos da filosofia ocidental.

A filosofia aristotélica assenta em uma observação minuciosa da natureza, da sociedade e dos indivíduos, organizando-os de uma forma verdadeiramente enciclopédica. Aristóteles é considerado o fundador da Lógica – a sua obra teria posteriormente grande influência na Teologia cristã na Idade Média. Em 343 a.C. foi chamado para ser professor do príncipe Alexandre da Macedônia, aquele seria conhecido pela Historia como o Alexandre, o Grande.

Aristóteles em 335 a.C. organizou a sua própria escola – o Liceu – e ao contrário da Academia de Platão, que interessava mais pela Matemática, o Liceu era voltado também à pesquisa das Ciências Naturais.

Aristóteles desenvolveu ali um sistema filosófico baseado numa concepção rigorosa do Universo. De orientação realista defendeu “a busca da realidade pela experiência”.Para ele “dever-se-ia procurar o conhecimento por meio do intelecto ativo” , como chamava a inteligência. Todas as suas obras se perderam, salvo Constituição de Atenas. O pensamento aristotélico que foi preservado (por seus discípulos), ele atinge várias áreas do conhecimento humano como Lógica, Ética, Política, Teologia, Metafísica, Poética, Retórica, Antropologia, Psicologia, Física e Biologia.

Estes três filósofos anteriormente mencionados apesar de divergirem em alguns pontos, eles somaram os seus esforços na procura de respostas, quando não mais se limitavam a explicar e a compreender a vida só por meio de causas físicas ou mecânicas. Eles foram além, com cada um à sua maneira, afirmando que: “aquilo que o ser humano vê como causa, na verdade é conseqüência de um poder maior, que apesar de estar invisível, poderia ser facilmente percebido e compreendido pelo seu entendimento (inteligência) e pela sua intuição e com isso, chegar por este modo à filosofia espiritualista – à Metafísica”.

Como se vê conceitos atuais da física quântica como o da Causalidade Descendente já eram percebidos com outras expressões há mais de dois anos atrás. De acordo com os fundamentos da física moderna a consciência do individuo (“observador”) transcendendo à sua condição de cérebro/mente, está vinculada através de quantum (pedaços) de energia com “Algo” além do “mundo eletromagnético” – com a Consciência Descendente.

Estes pedaços ou quantum de energia através de ondas de possibilidades transcendem o espaço-tempo e, portanto, eles são uma influencia transcendental e não local em relação à realidade manifesta – à matéria. Sem envolverem sinais no espaço-tempo eles contradizem o pressuposto do realismo materialista de “um só mundo material ou único” como defendia Aristóteles.

De acordo com esta nova ciência a consciência (humana) “não é um fenômeno secundário da matéria – epifenômeno – já que ela é que tem o poder causal de escolher a realidade material. A matéria é que existe como possibilidade dentro da consciência. Portanto, o individuo consciente é imprescindível para determinar como a realidade se manifesta” – Amit Goswami.

A Consciência (Divina) transcende a realidade física, causando o colapso da função de onda do Universo, além do espaço-tempo e a finalidade do Universo é para que Ela manifeste criativamente as Suas idéias através do ser sensitivo/”observador”, completando o Círculo Auto-Referencial – Amit Goswami.

O indivíduo-dimensional já percebe que em seu mundo de experiências, ele tem os seus próprios universos que sofrem influencia de outros universos (“superiores”) e que neste seu mundo não existe destino, mas uma pré-programação que com ela está ligado pelas Leis Universais.

Pela sua própria natureza a física quântica é “expansiva” e conseqüentemente o indivíduo-dimensional na medida em que vai através dela se despertando, ele vai passando por uma transmutação mental em relação à sua vida interna e vai também expandindo a sua consciência, quando mais intuitivo vai captando pensamentos mais profundo-iluminados de acordo com as suas novas concepções em relação ao “mundo externo” em que vivencia, a outros mundos/planos de realidade com os quais agora interage e principalmente em relação ao seu “mundo interno”.

A palavra metafísica que é de origem grega, “meta” significa depois de, além de e “physis” significa físico, matéria/natureza. Então, a Metafísica trata-se de um ramo da filosofia que se ocupa em estudar a essência do mundo ou aquilo que com ele relaciona e que nele constitui a natureza das coisas como existência/substancia. Assim, ela pode ser definida como o estudo do ser ou da realidade e se destina a buscar respostas para perguntas complexas como: O que é realidade? O que é a vida? O que é natural? O que é sobrenatural? O que faz o ser humano essencialmente humano?

Hoje, utilizando-se da “linguagem matemática”, a física quântica de forma cientificamente mais coerente procura estas respostas, situando o “observador e o observado” em um mesmo contexto – no “Contexto do Manifestado” ao utilizar da Teoria da Grande Unificação ou da Teoria do Tudo.

A Relatividade Geral com a Mecânica Quântica está ajudando a construir a Teoria Única e então, o que o meio científico está fazendo atualmente, é tentar descobrir quais os modelos matemáticos que podem descrever o porquê do Universo e com ele o porquê da presença do ser humano.

Neste porquê onde o ser humano se acha tanto consciente quanto “energeticamente” inserido, a “Verdade” com certeza está também alem das verdades construídas pelo intelecto, já que ela se faz ainda através de revelações súbito-intuitivas, quando o individuo “se ilumina” e a percebe em momentos de inspiração.

Grandes “descobertas” que vieram beneficiar a humanidade e também através delas responder muitas indagações necessárias ao conhecimento humano, elas aconteceram nestes momentos inspiradores.

O corpo humano é o “instrumento físico”, para que o indivíduo através dele experiencie consciente na terceira dimensão “o comum” aos cinco sentidos.

Tudo que acontece ao ser humano vindo de seu mundo de experiências acaba por ser revelado em seu corpo físico, que funcionando como caixa de ressonância, faz com que se estabeleça a comunicação entre o seu corpo e a sua consciência – e desta comunicação suceda a compreensão “do que acontece”. Portanto, ele deve aprender a fazer “a ligação” corpo-consciência.

De forma consciente o individuo deve aprender a desenvolver a capacidade de se identificar com cada órgão do seu corpo que possui uma freqüência própria e com ela deve conscientemente interagir/“conversar” e também, com cada uma das células do seu corpo. Assim, com a sua mente ativa, com o seu corpo relaxado e agindo com tranqüilidade ao nível de seus pensamentos, ele possa entrar em perfeita sincronia com cada célula do seu corpo e fazer nele o seu próprio “milagre”, curando-o quando for preciso através da Energia/Força de sua Vontade.

Então, já com um padrão evolutivo-vibratório próprio para um outro nível de consciência – “Consciência Dimensional” – é que o indivíduo-dimensional exercita não só o lógico (“o comum”) como também a percepção (“o transcendente”) e, portanto com ela experimenta/realiza tanto em relação ao que se mostra quanto ao que normalmente não se vê.

Ainda, é neste padrão mental-vibratório que o indivíduo-dimensional interage tanto com a terceira dimensão quanto sintoniza/interage com outras dimensões mais sutis (“superiores”) e já com uma “visão/linguagem” ao nível de uma percepção também além dos seus cinco sentidos, pode assimilar mais plenamente as informações de uma interação entre dimensões.

O mundo da “Consciência Dimensional” vai alem do mundo das partículas fundamentais e do “universo matemático conhecido”. É também o “mundo mental” em que a Energia (direcionada) do Pensamento não pode ser descrita pelos atuais modelos matemáticos.

Para que o indivíduo-dimensional expresse na freqüência mental compatível com este outro nível de consciência, ele precisa saber primeiro como a sua mente atua na matéria e também qual a velocidade, a intensidade e o direcionamento da Energia de seu Pensamento, porque apenas conhecendo e sabendo manipular estes três itens, é que ele terá condições de também manipular as Leis Universais e extrapolar consciente a terceira dimensão. Mas, para manipulá-los, ele deve antes aprender interagir harmonicamente nos níveis físico, emocional, e mental, para que ficando em equilíbrio energético, a sua energia vibracional ativa/kundalini “suba” pela sua coluna e se irradie de seu frontal na forma de luz – em uma ativação ao nível do seu subconsciente.

Assim, para sintonizar/interagir com o que vibra/“está além da matéria”, é necessário um nível mais amplo de percepção/consciência com o qual pode se vivenciar a verdade de vários planos de existência ou de mundos paralelos, onde Energias (Seres) Conscientes são regidos pelas Leis Universais, como também os seres humanos são por elas regidos. É com esta “Consciência Dimensional” que se pesquisa e estuda o que no Projeto Portal convencionou-se chamar de “Ufologia Dimensional”.

Aquele que já despertou sabe que a Verdade está alem de todas as verdades que o intelecto pode ter sobre Ela, que vai Se mostrando gradativamente – como verdades relativas – dentro de um longo processo de criatividade interior e de descobertas.

“A imaginação (percepção/intuição) é mais importante que o conhecimento. A coisa mais perfeita que podemos experimentar é o misterioso. Ele é a fonte de toda arte e de toda ciência verdadeira. Quando recebemos um ensinamento devemos receber como um valioso presente e não como uma dura tarefa. Eis aqui a diferença que transcende” – Albert Einstein (1879 – 1955).

“A mente humana tem que primeiro construir formas, independentemente, antes de poder encontrá-las nas coisas. Um pensamento vem e posso tentar de expressa-lo em palavras depois. Uma razão porque a matemática goza de especial estima sobre todas as demais ciências, é que suas leis são absolutamente certas e indiscutíveis, enquanto que as das outras são, até certo ponto, discutidas e com perigo constante de ser derrotadas por fatos recém descobertos” – Albert Einstein.

Os números combinatórios são aqueles que possuem uma freqüência vibratória e eles sinalizam que o Universo é uma complexa equação matemática – onde tudo se expressa pela simetria e pela perfeição. Dentro da “Matemática Universal” cada um destes números possui uma vibração própria traduzido por um resultado numérico, causando uma reação na forma de outra vibração com resultado matemático.

O Universo ou “O Manifestado” se expressa pela perfeição, padronização e simetria, portanto o “observador”/consciente deve estar em sintonia com esta perfeição dentro da vibração do Amor, porque sua ausência é uma anomalia – o pensamento e o comportamento negativos e tudo mais que não leva ao harmônico e à exatidão são formas anômalas que não estão dentro da Simetria do Amor. No Universo não existe anormalidade/desarmonia, tudo está em equilíbrio codificado nas Leis Universais e traduzido pela “Linguagem da Matemática Universal” como o preciso, o lógico e o explicável – como o que “apenas é”.

Metafisicamente pode-se dizer que a Verdade é Uma tanto no mundo mensuravelmente pequeno/nanométrico quanto no mundo mensuravelmente grande/astronômico e, além deles. O ser humano é que quase não a percebe como Una – “escondida” nos processos quânticos de entrelaçamento como múltiplas facetas de uma mesma coisa.

Ser claro sem o subterfúgio e sem o disfarce do “ego”, é se expressar em ressonância com a linguagem “Una” da “Matemática Universal”. É praticar e desenvolver o conhecimento ao ponto que o compreender é imediato. È já alcançar a compreensão automática ao nível da Sabedoria Universal, sem mais a necessidade de comparações originadas do mundo do dual/terceira dimensão, que gera multiplicidade de perguntas e de respostas. Neste nível de compreensão a consciência já alcançou a percepção do que é Unicidade e que “Ela é” através da Vibração do Amor Universal.

O mundo do “ego” é aquele da ilusão ou aquele que ignora “o mundo alem dos cinco sentidos”. É aquele de estar (vivenciar) ainda na experiência humano-individual “dispersa” nas emoções muitas vezes orquestradas pelos sentimentos do orgulho, da inveja e do desamor, entre outros sentimentos humanos que limitam o individuo em sua busca no sentido transcendente do existir ou de ser – de ser na Unicidade.

  Metafísica
– Algumas considerações –
(Segunda Parte)

Platão concebia dois mundos existentes, “o mundo do que é concreto, que é apreendido por nossos sentidos e em constante mutação e, o outro mundo abstrato que é das idéias, acessível somente pelo intelecto, imutável e independente do tempo e do espaço material”.

A palavra Metafisica que hoje é usada, para ela Aristoteles usava as palavras filosofia primeira, associando-as à uma ciencia que ocupava de realidades que estão alem das realidades fisicas. Mas, por ser uma ciencia que versava alem da experiencia sensivel do ser humano, Aristoteles não a considerava, porque defendia a existencia de “um mundo único”.

Desde dos tempos mais antigos ja existia então, uma ciência que estudava o ser enquanto ser. Ela já investigava os primeiros princípios e as principais causas e, por isso, diferente de qualquer filosofia segunda, ela era chamada de filosofia primeira. Aquilo que é enquanto é, tem certos princípios, que se aplicam a qualquer substância como substância e não a este ou àquele tipo de substância.

Tendo em vista o conceito de filosofia primeira que investiga os primeiros princípios e as principais causas, a inteligência humana investigatória de hoje está procurando desvendar a partícula, que pode ser responsável por dar massa a todas as outras. Esta “partícula de Deus” como é chamada, é por ter surgido nos primeiros momentos do Universo. Mas, mesmo esta teoria cobre apenas o que é chamado de “matéria ordinária” ou a mesma matéria que tanto o Universo quanto os corpos dos seres humanos são feitos – detectada pelos cinco sentidos.

A designação metafisica cujo sentido primitivo parece ser puramente classificador, teve posteriormente um significado mais profundo, pois, com os estudos que são objeto da filosofia primeira, se constitui um saber que pretende penetrar no que está situado para além ou detrás do ser físico enquanto tal. E quase todos os autores concordaram em que a metafísica é uma ciência primeira e uma filosofia primeira – o que é compatível com o que se busca conhecer atualmente através dos conceitos/teorias e pesquisas da fisica moderna ou quântica.

A fisica quantica está procurando à sua maneira com a Teoria das SuperCordas/branas, conciliar os conhecimentos da ciencia moderna com conceitos filosóficos-metafísicos, quando enfoca a possibilidade da existencia de realidades ou mundos paralelos, ao situar o “observador” e o “observado” dentro de um mesmo processo quântico de entrelaçamento – “no jogo da Manifestação”.

A metafísica de hoje é a ciencia que continua perceber o ser humano “além de sua exteriorização”, que procura percebê-lo em sua natureza mais intima-sutil – mas, agora também via o seu campo energético-vibratorio.

Durante a época moderna alguns estudiosos expressaram opiniões muito diferentes acerca da metafísica, incluindo a opinião de que não era uma ciência e que nunca poderia ser. Francis Bacon considerava que a metafísica era “a ciência das causas evidentes e finais, ao contrário da física, que para ele era a ciência das causas materiais e eficientes” . Bacon foi um político, filósofo e ensaísta inglês que se ocupou especialmente na investigação da metodologia científica e do empirismo, sendo muitas vezes chamado de “fundador da ciência moderna”. Sua principal obra filosófica é o Novum Organum (1561-1626).

Para Descartes a Metafisica era “uma filosofia primeira que tratava de questões como a existência de Deus e a distinção real entre a alma e o corpo do homem” . René Descartes foi filósofo, físico e matemático francês e muito citado pelo seu trabalho revolucionário na filosofia, na ciência e também no campo matemático por sugerir a fusão da álgebra com a geometria, que gerou a geometria analítica e o sistema de coordenadas que hoje leva o seu nome. Ele é conhecido como o “pai da matemática moderna” e considerado um dos pensadores mais importantes e influentes da História do Pensamento Ocidental (1596 – 1650).

Assim, a metafisica de acordo com muitos outros pensadores constituiu tanto na idade média quanto na idade moderna e depois ao longo da idade contemporânea um dos grandes temas de debate cientifico-filosófico. E ela só é possível como ciência quando se apoia numa verdade incontestavel e absolutamente certa, por meio da qual pode alcançar-se verdades eternas compativeis com as Leis Universais. Ela continua a ser em grande parte a ciência do transcendente – e, esta transcendência apoia-se em muitos casos na absoluta imediatez e imanência do eu pensante.

A Metafísica não se interessa tanto como fazer as coisas, mas o porque delas na “vida/Vida”.

A roda da vida na “Vida” não pára. E, neste Infinito Vórtice o individuo é chamado a cada momento a se situar, se conhecendo primeiro, para depois interagir e se somar com todos e com tudo neste seu caminhar. Portanto, é levado por esta Espiral Divina, que ele está gradativamente compreendendo o que realmente é além do seu corpo físico – está percebendo que é um Corpo Consciente de Energia/Luz.

Pensar metafisicamente, é pensar sem arbitrariedade, sem dogmatismo e também, sem misticismo e sem fanatismo.

Dentro dos conceitos e fundamentos que definem “algo/situação” como metafísicos, a entrega das “Placas físicas” (e plasmadas), é tão transcendente e ao mesmo tempo tão real, que é um momento/situação em que o dimensional/Projeto Portal vivencia o puramente metafísico.

Como já mencionamos em uma outra ocasião, o dimensional/Projeto Portal quando “exterioriza a sua Placa”, recebendo-a fisicamente no “mundo da matéria”, fotografando-a e filmando-a, ela naquele momento “funciona” em suas mãos como um “Computador Vivo Cósmico-Divino”, escrevendo em sua superfície na forma de símbolos informações tanto de suas outras vidas quanto de seu Compromisso. Portanto, quando ele no aqui agora com as suas Energias do Pensamento, Desejo e Vontade e em um estado alterado de consciência, ele acessa o seu passado visando o seu futuro, este “milagre” está além mesmo da linguagem matemática e também, além das informações que neste sentido a física moderna pode fornecer – Ver Página O Portal, neste Site.

Assim, no momento da entrega de sua “Placa”, o dimensional/Projeto Portal está “entrelaçado” com o seu corpo denso na realidade do “universo físico” (espaço-tempo) ao seu Corpo de Luz no “Universo Divino e Sutil”. Naquele instante ele está em um corpo, que ainda utiliza de forma racional da linguagem matemática dos símbolos, mas também “se vê” através de um Corpo que já utiliza de forma Sutil da “Linguagem da Luz” com Símbolos que não só vibram como também “Vivem”. Literalmente ele está vivenciando o real e o transcendente como uma só Realidade.

Também é puramente metafisica a manipulação das Linhas da Vida pelo indivíduo-dimensional, quando ele unindo no aqui/agora o seu passado e o seu futuro, é capaz de interagir com o transcendente e obter respostas/resultados reais de outra esfera – do mundo mental além do plano fisico ou natural.

O pensamento metafísico sem a Alquimia do Pensamento não é normalmente fácil de assimilação/decodificação, portanto é provavelmente correto afirmar, que as respostas que dele resultam, por estarem não só relacionadas ao conhecimento/razão, mas por estarem também relacionadas ao intuitivo/perceptivo, nem todas as respostas propostas poderão ser aceitas no primeiro momento como realmente verdadeiras.

Ainda é correto afirmar, que o individuo pode ser um sábio com conhecimentos que “se encaixam” como metafísicos, não obstante não os sustente como conceitos metafísicos, como aquele outro individuo dogmático (falso-metafísico) assim os vê e então, apesar do sábio não proceder/expor suas idéias da maneira do dogmático, ele entende todas as razões que este tenta asseverar com tamanha confiança.

O conteúdo metafísico deve ser aquele que os outros nele acreditem, percebendo-o como verdadeiro. Mas, se deve observar que os seres humanos geralmente acreditam no que querem acreditar e particularmente, nas crenças que refletem o mérito próprio entre eles e o valor de seus esforços. Então, a sabedoria nem sempre os homens a buscam em primeiro lugar, quando procuram antes uma justificativa para aquilo em que crêem, seja o que for.

O individuo não deve ser puramente racional, porque não é proceder sabiamente. Se ele for apenas razão, não alcançará a necessária sensibilidade e a predisposição mental-vibratória, para que ele possa interagir consciente com outros níveis de percepção além dos seus cinco sentidos. Portanto, “ser sensível” e ao mesmo tempo “ser racional” é a alquimia necessária para que ele se descubra em relação aos mundos em sua volta (aquele que ele vê e aquele que ele normalmente não vê) e principalmente, em relação “ao seu próprio mundo interior”.

Como já sabemos que a palavra Metafísica significa “além do físico ou do que é material”, é compreensível que esta palavra com o significado que ela traz, se encaixa também a um “Movimento de Pensamento”, que afirma que os seres humanos não são passivos frente a um destino aleatório tão indecifrável quanto indeterminado, mas que são agentes constantemente ativos mesmo que nem sempre conscientes, de tudo aquilo que lhes acontece de agradável ou de desagradável.

O dimensional/Projeto Portal que já manipula as suas Linhas da Vida A, B e C é um agente ativo-direcionador de sua vida.

Nas Linhas da Vida a Linha B está nele associada ao seu frontal (mental), a Linha C ao seu hemisfério cerebral direito e a linha A ao seu hemisfério cerebral esquerdo. E o lado esquerdo do seu cérebro por está associado ao seu senso crítico, “está programado” para ser submisso às leis dos homens na terceira dimensão. Leis estas quase sempre não compatíveis com as Leis Universais.

Então, em seu trabalho de manipulação das Linhas da Vida quando o indivíduo-dimensional está na Linha A ou do Desejo (quarta dimensão), se liga mais aos seus temores, angustias e incertezas, porque nesta Linha é que os seus conflitos são vividos, gerando-lhe insegurança. Nela ele está em seu cotidiano frente ao que teme ou ao que não quer ter.

Na Linha C ou do Pensamento (quinta dimensão) ele ainda só vislumbra possibilidades, em função do que apenas pensa/imagina. Portanto, quando ele “se mostra” nesta Linha, está “inserido no mundo da subjetividade” ou do que ainda não é real/concreto, porque o que ele gostaria de ter está apenas em sua imaginação – em seus pensamentos.

Na Linha B ou da Vontade (terceira dimensão), ele está mentalmente gerando/direcionando Energia (Energia Vibracional/Kundalini) e como se fosse um imã, é capaz de atrair das duas outras Linhas energia positiva – delas filtrando e anulando o negativo. Estar nesta Linha sinaliza também que ele está no aqui agora ou em seu momento real na terceira dimensão e que nela pode em seu trabalho com a Linha da Vida “alcançar” o passado através da Linha A e manipular o futuro através da Linha C.

A Metafísica de hoje que para muitos já está desvinculada da filosofia clássica, ela está incorporada também com as contribuições de conhecimentos posteriores como aqueles da Psicologia e da Parapsicologia, que fizeram com que fenômenos antes considerados místicos ou sobrenaturais, “se transformassem” atualmente em expressões de uma outra natureza, mas pouco estudadas porque ainda não foram levadas a serio pela ciência oficial.

Ela não apresenta nos dias de hoje mestres ou líderes e ainda não possui nenhuma conotação religiosa ou doutrinária, portanto as suas idéias independem de qualquer opção de religiosidade. A sua “linguagem” atual está se tornando cada vez mais “energético-vibratória” compatibilizada com os fundamentos da física moderna.

Aquele que já sabe manipular corretamente as suas Linhas da Vida, ele é líder de si mesmo, comandando o seu próprio destino.

A Metafísica apresenta atualmente duas características importantes através daqueles que para ela se dedicam: estudá-la e praticá-la – como faz o “Corpo Vivo” Projeto Portal, quando contribuem com os seus conhecimentos e as suas experiências e tenta transmiti-los de uma forma mais fácil à assimilação da população.

Dentro do possível o dimensional/Projeto Portal deve tocar o coração dos indivíduos e movimentar a sua inteligência, levando-os o conhecimento para uma “outra maneira de pensar e de sentir a vida”, com o desenvolvimento contínuo e gradual de sua consciência. Ele deve procurar estimulá-los em relação ao poder do discernimento e da responsabilidade diante da vida, para que cada um buscando a sua transformação individual, que só pode ocorrer de dentro para fora e em benefício do bem coletivo, alcancem uma Nova Visão da Realidade.

Para o filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein a experiência metafísica “é algo que se encontra além do reino da linguagem, já que existem coisas que só podem ser mostradas e outras que só podem ser ditas, por serem apenas percebidas alem dos cinco sentidos humanos”. Ludwig Joseph Johann Wittgenstein foi um filósofo austríaco considerado um dos maiores do século XX, tendo contribuído com diversas inovações nos campos da lógica, filosofia da linguagem e da epistemologia, dentre outras. A maior parte de seus escritos foi publicada postumamente, mas seu primeiro livro foi publicado em vida: Tractatus Logico-Philosophicus (1889-1951).

Como já sabemos desde o próprio sistema aristotélico, o objeto da metafísica revela pelo menos duas vertentes – a que trata do ser em si e de suas determinações do ponto de vista formal – que recebeu o nome de “ontologia”. É a parte da filosofia que trata do ser enquanto ser ou do ser concebido como tendo uma natureza comum que é inerente a todos e a cada um dos seres. Não estará neste conceito também “embutida” a verdade (e a necessidade) “energético-metafísica de todos por um e um por todos”?

Para Tomas de Aquino a Metafísica procura encontrar são verdades na causa e nos princípios do ser. E para ele “a verdade é a adequação do intelecto com a realidade ou com os princípios que a razão conhece do real. Quanto à causa é causa primeira, que explica a natureza e a origem de toda perfeição e diversidade dos seres, da unidade e multiplicidade dos seres”. E através dela está a especulação metafísica, que nasce do interior da análise do uno e do múltiplo – o segundo como conseqüência do primeiro em um processo metafísico-quântico de entrelaçamento.

Ainda, de acordo com Tomas de Aquino quase tudo é por via metafísica, a antropologia, a cosmologia, a psicologia, a gnosiologia, a ética, a política etc. São mecanismos com os quais a ciência humana procura entrelaçar à “Ciência Divina” através de idéias, conhecimentos e vivencias, buscando o Transcendente. Tomas de Aquino estudou filosofia em Nápoles e depois em Paris, onde se dedicou ao ensino e ao estudo de questões filosóficas e teológicas. Foi mestre na Universidade de Paris no reinado de Luís IX da França. Seu maior mérito foi a síntese do cristianismo com a visão aristotélica do mundo.

De acordo com ele a Metafísica “é também ciência humana racional e necessária ser estudada, aprendida e ensinada, porque revela ao homem pelas coisas naturais e pelo uso dos princípios invioláveis da razão, a necessidade da existência de um ser infinito em perfeição e criador ou Deus”, que pela física moderna através do mecanismo da manifestação este “Algo Consciente” está associado à Causalidade Descendente e que o indivíduo-dimensional o conhece como Célula Mãe-Pai.

Assim, de acordo com Tomas de Aquino a Metafísica “é ciência, na medida em que a partir de princípios, tiram-se suas conclusões. E através dela enquanto ciência suprema é que se alcança a verdadeira Sabedoria, visto que os princípios da Metafísica transcendam àqueles das demais ciências, pois os destas são menos universais que os princípios daquela”.

Para Tomás de Aquino “só em Deus ser e essência se identificam – como existência. A existência é o que resulta do último ato, do ato de ser, porque o ato de ser é aquilo pelo qual algo existe. Neste sentido, sem ato de ser, não há existência. Pode-se, dizer então que a existência é a manifestação aqui e agora do ato de ser realizado na substância”.Realmente, pela física moderna e dentro da Causalidade Descendente é a matéria (substancia) que existe como possibilidade dentro da Consciência – (1225-1274).

Para o filosofo Arthur Schopenhauer (1788-1860), “o homem ao tomar consciência de si, se experiencia como um ser movido por aspirações/sentimentos que constituem a unidade da vontade, compreendida como o princípio norteador da vida humana e está presente em todos os seres, figurando como fundamento de todo e qualquer movimento”.Para Schopenhauer que foi um filósofo alemão do século XIX da corrente irracionalista, “a vontade corresponde à Coisa-em-si; ela é o substrato último de toda realidade”.Sua obra principal é “O Mundo como Vontade e Representação”, embora o seu livro “Parerga e Paralipomena” seja o mais conhecido. Segundo Schopenhauer o homem ao tomar consciência de si, se experiencia como um ser movido por aspirações e paixões e que só conseguirá a suprema felicidade, se conseguir anular a sua vontade.

Arthur Schopenhauer que introduziu o Budismo e o pensamento indiano na metafísica alemã, é dele esta frase: “As religiões são como vaga-lumes, para brilhar precisam das trevas.”

A filosofia de Schopenhauer influenciou marcadamente vários pensadores, entre outros destacam-se Nietzsche, Bergson, Freud e Augusto dos Anjos. Para ele a vontade no ser humano (terceira dimensão) não é dissumulada pela “máscara” do pensamento (quinta dimensão) – o que é verdade tambem para o dimensional/Projeto Portal, mas que não dá à Frequencia/Força Vontade o mesmo sentido filosófico-energetico que este filosofo a dá, porque propõe não anulá-la, mas direcioná-la.

Manipulando e direcionando a sua Vontade na terceira dimensão, é que o individuo-dimensional em um momento mental-vibratorio próprio “faz” com que o transcendente ou que normalmente não se vê, se mostre fisicamente – manifeste no mundo real.

O indivíduo-dimensional sabe também, que pelas Linhas da Vida, que a Energia da Vontade vivificada pela Energia Vibracional/Kundalini é que primeiramente o impulsiona na terceira dimensão, norteando-o no aqui e agora ou no mundo real através da Linha B à positividade de realizações – se assim ele quiser.

Ele sabe ainda, que ao nivel do mundo mental as ondas do pensamento são ondas de possibilidades quânticas, regidas por cálculos de probabilidades e são privativos, experimentados interiormente ao nível da Luz/informação de cada um.

A manipulação energética apenas pela manipulação sem uma justificativa direcionada para um objetivo maior-verdadeiro (transcendente), não tem o sentido também maior-verdadeiro.

Para o dimensional/Projeto Portal ao expressar sua paranormalidade, deve ter sempre como finalidade primeira a sua alquimia transformadora, que com ela deve buscar a sua transformação interior e alcançar a sua Transmutação. Portanto, para ele deve sempre existir um verdadeiro sentido, uma real finalidade de manipulação e de direcionamento das energias, quando utiliza ativamente de sua Energia Vibracional/Kundalini – a Energia da vida.

Entretanto, como um ser humano que ainda vivencia na terceira dimensão, ele não está impedido de utilizar de forma responsável a sua paranormalidade para manipular energias direcionadas aos seus interesses materiais e terrenos. Inclusive, quando ele exercitando o Poder de sua Vontade, “faz” materializações ou transforma uma substancia em outra através de um “fenômeno” de efeito físico, onde as moléculas da primeira substância se organizam através da reestruturação de suas partículas no peso atômico (freqüência) da segunda substância.

O indivíduo-dimensional que já se despertou está se tornando “o senhor” da manipulação das Leis Universais, que através delas está se tornando também “o dono” de suas próprias leis em seu próprio “mundo interior”. Mas, para que alcance de fato este padrão vibratório, ele deverá alcançar paralelamente o padrão evolutivo ou de consciência, que lhe permitirá fazer corretamente o uso do seu poder mental, que sem nenhum bloqueio conectará o seu “mundo Interior” com tudo e com todos no “mundo exterior-físico” (e extra-físico) de suas experiências.

E as Leis Universais são bastante claras, quando sinalizam para o individuo que ele deve aprender a fazer a sublimação de seus pensamentos e a polarização de seus sentimentos. Ou ele aprende fazê-la, direcionando-se para sua condição verdadeira de um Corpo Sutil/Luz ou será sempre reconduzido pelos seus instintos primitivos à sua atual condição de um corpo (humano) denso-material.

Para o indivíduo-dimensional desperto a criatividade pode ser considerada como algo novo em um contexto novo ou a descoberta de um novo sentido em um velho contexto. Na criatividade interior a revelação é o objetivo e nela a capacidade de refletir está associada à sua capacidade de percepção na atitude de experimentar. A sua percepção alcançada com a revelação é permanente, direcionando de maneira harmônico-iluminada a sua vida.

O dimensional Projeto Portal que já interage em “outros níveis de percepção”, ele já vivencia outros níveis de verdade além do “mundo da luz/energia física”, quando utiliza de sua energia mental-vibratória para alcançar realidades paralelas. Ele já tem condições de fazer a diferença entre a presença da energia-luz ainda do “mundo físico-eletromagnético”, da presença da Energia-Luz Consciente que apenas utiliza do campo eletromagnético, que ele conhece como “Ser” de dimensão mais sutil, que manipula as leis da física para se mostrar na terceira dimensão e que “vinda” de outros planos de realidade com ele interage.

Então, não será também o “Viajante do Tempo”, que está contido (e ainda escondido) em cada dimensional o transeunte dos “mundos” da Relatividade Geral, da Mecânica Quântica e das branas? Não será ele o manipulador de energias muito mais sutis (como a Energia do Pensamento) que viaja com o corpo mental pelo “mundo do não tempo”? Não será ele ainda que ao utilizar da Energia de Sublimação com o seu “Veiculo Espiral”, une de maneira mais direta o “mundo da inteligência humana” com o “mundo da Sabedoria Divina”?

É tão metafísica quanto quântica a noção que todo o Universo vibra, com ondas de freqüência dentro de outras ondas, com ondas de freqüência gerando outras ondas. Que tudo está vibrando, em movimento e em sintonia com a “Fonte de Origem” – que tudo está na Dinâmica e na Harmonia do “Ato Criador”.

Lagoa Santa/MG-BR, 05 de maio de 2009.

  Nikola Tesla
“Não há Religião mais elevada que a Verdade!”
(Primeira Parte)

Nikola Tesla foi um dimensional que viveu antes do seu tempo e que doou à humanidade toda a sua capacidade mental-criadora na forma de seus inventos. Mas, ele foi um dimensional ainda não consciente do significado atual das palavras “dimensional desperto”, que “se encaixam” em um contexto mais amplo relacionado à Freqüência Crística ou à Nona Dimensão e não apenas em um contexto mais restrito relacionado ao humano ou à terceira dimensão.

Portanto, por ainda não ser possuidor desta consciência trabalhou solitário, o que lhe proporcionou ser explorado e ao mesmo tempo ser controlado e “anulado” como louco no final de sua vida, quando foi “descartado” por um “Sistema de Forças” quase sempre agindo de forma invisível – GO, que camuflado nos vários segmentos da sociedade humana, manipula a humanidade com todo o tipo de poder.

Nikola Tesla viveu em desprendimento e doação. Dou à humanidade com toda a sua força mental os seus inventos e doou aos dimensionais muito mais que isto. Para estes ele doou algo mais, mesmo sem saber disto. Pelo o que ele passou em vida, a sua memória pode agora os alertar, que só conseguirão “o seu objetivo” com as suas presenças no planeta, se unirem realmente como um só “Corpo de Energia”, com cada um dando o melhor de si em sua esfera de atuação. Também o recordando, os dimensionais podem agora perceber que o uso da energia mental, apenas focada nela mesma ao buscar o que é só tecnologicamente material, não tem significado maior. Portanto, utilizando de sua energia mental os dimensionais despertos devem paralelamente buscar o “tecnologicamente sutil”, quando ao manipular, por exemplo, as suas Linhas da Vida, direcionam-na como um instrumento para a sua Ascensão Evolutiva.

O passado de Tesla os ensina ainda a perceber, que no fundo a mente é “filha” da matéria, porque ainda “se ancora” em sua condição de cérebro-mente para “se fazer/codificar” (limitada) por processos físico-químicos no mundo da matéria. E também que ela “está presa” ao mundo do dual (eletromagnético) gerador de expectativas e, portanto que está circunscrita “ao que é controlador”, quando busca metas/resultados gerando disputas/conflitos. Ainda, que a mente não está “incorporada” ao mundo “do que É” ou da Consciência, que a partir da Quinta Dimensão já está despida do “artifício mental” inerente à terceira dimensão – e, já “vibrando” a Linguagem da Matemática Universal, através da Alquimia do Pensamento.

Por fim, memorizando-o, os dimensionais despertos de hoje sabem, que a energia mental-vibracional deve ter como objetivo final “Algo” mais Consciente e Transcendente – que deve ser Sublimada pela Neutralidade e então, já como Energia Taquiônica manipulá-la para a sua Transmutação.

Nesta virada do século Nikola Tesla foi por certo tempo conhecido e respeitado nos círculos acadêmicos mundiais, correspondeu-se com as maiores inteligências daquela época como Albert Einstein. Foi citado e consultado em matéria de ciência elétrica e também, foi não só adotado pela alta sociedade de Nova York, como respaldado por gigantes das finanças e da indústria tais como J. P. Morgan, George Westinghouse e outros. Ainda, contam-se às dúzias os seus graus honoríficos, prêmios (inclusive o Nobel) e outras citações.

Em sua autobiografia inclui a sua habilidade para visualizar mentalmente um aparato em particular, testá-lo realmente, desmontá-lo e checá-lo, para que funcionasse na prática. Durante a fabricação de suas invenções, ele trabalhava com todos os planos e especificações apenas registrados em sua cabeça. O invento, após ser “extraído de sua mente” e montado sem nenhuma modificação, ele funcionava perfeitamente.

Tesla impulsionado pela sua Força/Vontade dormia apenas uma ou duas horas por dia, e trabalhava continuamente em suas invenções e teorias sem descanso e sem tirar férias. Ele podia avaliar mentalmente as dimensões de um objeto ao centésimo de polegada e realizar difíceis cálculos, portanto podia fazê-los sem ajuda de régua de cálculo ou tábuas matemáticas.

Muito longe de ser um intelectual, ele tinha muita consciência do mundo à sua volta e fazia questão em uma determinada época de sua vida de inventor, tornar acessíveis as suas idéias ao público em geral através de freqüentes artigos escritos para os jornais e também para o seu próprio meio através de palestras e de artigos científicos.

Durante sua infância, Tesla “adoeceu” repetidamente. Ele “sofria” particularmente de um “mal”, que proporcionava flashes de luz diante de seus olhos, que o “cegavam” e que lhe proporcionavam “alucinações”. E na maioria dos casos estas “visões” eram ligadas a uma palavra ou item, que ele poderia necessitar no futuro.

Este “mal/ruim” que foi para Nikola Tesla, seria hoje “bem/bom” para o dimensional desperto, porque já seria decodificado como um instante de sua paranormalidade se expressando “com luzes” de seu campo de energia e que estaria lhe possibilitando em um momento especial manipular suas Linhas da Vida, ao transitar consciente e livremente entre as suas Linhas A, C e B, trazendo através delas do seu mundo mental, as resposta necessárias em relação aos seus inventos no plano denso ou da matéria.

Tesla ao ouvir posteriormente o nome de algum item em suas “visões”, ele involuntariamente o percebia em perfeitos detalhes, trazendo-o do passado. Mas, como o “mecanismo” dos flashes e das imagens era incompreensível para ele, lhe causavam grande insegurança e desconforto. Assim, quando ele atingiu sua adolescência, aprendeu a reprimi-los exceto em certos casos de stress, descritos naquela época como comportamentos dissociados da realidade.

Nestes instantes que eram para ele de stress, ele realmente se encontrava (consciente) alem da realidade física, com um nível de percepção muito mais amplo – além dos seus cinco sentidos. Ele era um individuo/dimensional mentalmente criativo, mas não tinha consciência que poderia assim auto-definir e muito menos saber o que seria o significado de um “dimensional desperto” atuando com o seu campo mental-vibratório. Portanto, ele não sabia que em sua condição de dimensional, o que lhe acontecia era “normal”, que ele teria apenas que se conduzir (com equilíbrio emocional) na Linha B das suas Linhas da Vida, direcionando através de sua Vontade toda a sua “explosão criadora” – em relação ao seu passado e ao seu futuro, sem maiores traumas.

Naquela época ele não sabia com certeza o que era Energia Vibracional e muito menos como manipulá-la e direcioná-la.

Tesla depois que ele teve cólera e dela milagrosamente se recuperou, os seus sentidos físicos que sempre haviam sido excepcionalmente aguçados, “inexplicavelmente” tornaram-se para ele ainda mais hipersensíveis, paralisando-o com uma superabundância de sensações. O tic-tac de um relógio de pulso lhe era ensurdecedor mesmo vindo de certa distancia. Para ele tiveram que ser colocadas almofadas de borracha nos pés de sua cama, para que elas aliviassem as vibrações de quem passava perto, porque o som/vibração dos passos de uma pessoa adquiria a proporção do som/vibração de um terremoto. A exposição à luz era também para ele dolorosa, não somente para os seus olhos, mas também à sua pele.

Entretanto, após um tempo esta sua condição de hipersensibilidade retornou ao seu normal – quando então “lhe aconteceu” o insight, que lhe permitiu inventar o motor de corrente alternada.

Sem duvida, as dificuldades fisiológicas e emocionais de Tesla contribuíram para que ele se tornasse um “homem diferente” com uma mente brilhante – um dimensional com igual nível de “excentricidade/maluquice” que naquele tempo era incompreensível para a maioria de seus contemporâneos.

Os comportamentos de Tesla naquela ocasião eram enquadrados dentro de uma desordem obsessivo-compulsiva, por exemplo, quando ele fazia que qualquer atitude repetitiva em seu dia a dia como os seus passos, fosse divisível por três, repetindo esta sua atitude até que chegasse a um total aceitável por ele – quantidades de vinte e sete eram as suas prediletas, uma vez que eram três ao cubo.

Ele também era compelido a calcular exatamente o peso de sua comida antes de ingeri-la, o que envolvia medir porções deste seu alimento com uma régua e mergulhar pedaços dele na água para determinar quantos centímetros cúbicos possuíam – talvez ele buscasse com estes seus hábitos cotidianos, se sintonizar e proceder com a “lógica” da Matemática Universal.

Tesla iniciou sua educação superior no Instituto Politécnico de Graz, na Croácia, aprofundando em seus estudos no tópico que mais o fascinava – eletricidade. Ele formou com boas notas no colegial, mas sua intolerância à arte de desenhar, o impediu que se direcionasse neste nível de conhecimento para os cursos técnicos.

Foi na faculdade que ele pôde focalizar seus esforços naquilo que ele “se sentia melhor”.

No Instituto Politécnico ele continuou em seu curso superior, ser um aluno extraordinário, mas por vezes irritava seus professores, questionando-os em seus conhecimentos tecnológicos através de novas informações que “colhia” de seus insights e que superavam em muito àquelas de seus instrutores.

Em Gratz dando continuidade aos seus estudos superiores, por quatro anos ele estudou matemática, física e mecânica, quando confundia os seus professores pela sua extrema compreensão da eletricidade – uma ciência que ainda engatinhava naqueles dias.

Naquela época ele já se rebelava especialmente contra a idéia da corrente contínua, como o único meio de distribuir energia elétrica. Para ele já era muito claro que a corrente contínua era ineficiente e incapaz de transmitir energia para longas distâncias e que certamente deveria haver um outro método para fazer isso através da corrente alternada. Mas, este outro método foi inicialmente recebido pela comunidade científica daquela época com desdém, o que em muitos aspectos a fusão a frio é também hoje desta maneira recebida.

Com uma inesgotável fonte de insigths mentalmente criadores, Tesla desde muito cedo se envolveu com um monte de invenções, mas muitas delas não são hoje consideradas como suas.

Em função de sua capacidade singular-inventiva ele trabalhava em seu laboratório com um pequeno grupo de assistentes, que seguiam apenas os seus comandos verbais, porque ele não gostava de pôr suas idéias no papel, receoso que esta atitude o desinteressasse, já que veria a sua invenção finalizada no papel. Ele tinha sempre a necessidade de melhorar e reconstruir mentalmente a sua invenção, usando a força de sua concentração, para que não perdesse de vista nestes momentos o seu “Grande Propósito Criador”.

Com esta sua maneira própria de pensar e de agir que constantemente o impelia para novos desafios criativos, fez com que Tesla deixasse de lado um grande número de criações que ele nem mesmo se importou em patenteá-lo. Foi falado então, que Tesla após sofrer uma exaustão físico-mental pela sua extrema dedicação às suas pesquisas, seus assistentes patentearam muitas de suas invenções, fazendo que ele assinasse neste sentido muitos documentos, quando ele esteve em um estado de amnésia temporária.

Tesla era um discípulo da ciência pura, com pouca ou nenhuma facilidade em imaginar como lucrar com suas idéias, o que proporcionou também aos seus parceiros de negócios, que frequentemente aproveitassem deste seu desprendimento, para que agissem em função dos seus próprios interesses.

Mas, a aversão de Tesla à documentação escrita lhe foi também de grande valia, quando seu laboratório foi destruído por um incêndio em 1895 após o seu sucesso com o uso da corrente alternada empregada pela primeira vez na cidade de Búfalo/USA. Este incêndio foi considerado por muitos como criminoso, originado de uma briga de interesses comerciais entre Thomas Edson que defendia o uso da corrente continua e Tesla que defendia o uso da corrente alternada e que sempre teve todos os seus inventos registrados em seu “cofre mental”.

Nikola Tesla nasceu em 09 de julho de 1856, na Vila de Smiljan, na Croácia, exatamente à meia noite. Desde o início de sua infância, ficou claro que Tesla era uma mente extraordinária – e, também em muitos aspectos “diferente” dos outros como todos os dimensionais.

Seu pai Milutin Tesla o ajudou a fortalecer sua memória e raciocínio através de uma grande variedade de constantes exercícios mentais. Sua mãe Djouka Tesla vinha de uma longa linhagem de inventores e ela própria criava várias ferramentas para costura e outras tarefas que desempenhava em casa.

Tesla como tinha uma extraordinária memória, foi fácil para ele aprender seis idiomas.

A sua carreira prática começou em Budapeste, Hungria, em 1881, onde fez sua primeira invenção elétrica, “um telefone repetidor” (um alto-falante comum) e concebeu a idéia de um campo magnético rotativo, que mais tarde tornou-o mundialmente famoso, na forma de um moderno motor de indução. Hoje é o motor de indução polifásico que fornece energia para virtualmente todas as aplicações industriais – de correia transportadora a guincho para máquina operatriz.

Alguns anos mais tarde (1884) ele decidiu migrar para os Estados Unidos da América, país que o recebeu e o naturalizou. Com ele vieram vários dos seus modelos dos primeiros motores de indução. E depois de um breve e infeliz período trabalhando para Thomas Edison, estes modelos foram mostrados a George Westinghouse, que deixou Tesla em suas oficinas, aperfeiçoasse o motor de indução.

Tesla tinha antes trabalhado brevemente para Thomas Edison criando muitos melhoramentos nos motores e geradores movidos à corrente continua de Edison, que recusou depois honrar suas promessas de pagar bônus e direitos a Tesla por este seu trabalho. Este foi o começo de uma rivalidade entre os dois, que veio ter péssimas conseqüências mais tarde. Edison e seus financiadores fizeram tudo ao seu alcance para deter o desenvolvimento e a instalação do sistema de Tesla (corrente alternada) que era muito mais eficiente e mais prático como distribuição de energia elétrica urbana do que o sistema de Thomas Edson (corrente continua).

O grande salto criador em relação à corrente alternada de Nikola Tesla vinha sendo desenhado e preparado por ele há bastante tempo em sua tela mental, como um invento na forma de duas bobinas posicionadas em ângulo reto e alimentadas com uma corrente alternada com noventa graus de fase entre si, que podiam fazer um campo magnético girar sem a necessidade do comutador utilizado em motores de corrente contínua como aqueles de Tomas Edson. Ele sabia que esta sua invenção iria funcionar, porque o seu aparato já estava construído e funcionando em sua mente e fazê-lo funcionar na pratica, era só uma questão de tempo.

A bobina Tesla (1981) foi uma invenção simples, o bastante para qualquer interessado construí-la e totalmente funcional em modelos caseiros – foi uma inovação impressionante e base para o rádio, televisão e os meios modernos de comunicação sem fio.

Ainda, uma de suas invenções que é familiar a qualquer um que já tenha possuído um automóvel, foi patenteada em 1898 sob o nome de “ignição elétrica para motores a gasolina” – comumente conhecida como o sistema de ignição do automóvel. Seu principal componente (a bobina de ignição) permanece praticamente sem mudanças desde o seu aparecimento até agora.

Mas, a transmissão sem fio para a energia é que tornou realmente o motivo maior de suas pesquisas. Ele descobriu que um tubo a vácuo colocado próximo de uma bobina Tesla, ele imediatamente começaria a brilhar sem fios ou sem sequer um filamento nele.

Ressonância elétrica era a chave desta descoberta e Tesla já era capaz de ligar e desligar séries de lâmpadas diferentes a metros de distância umas das outras.

Conforme os anos iam passando, a visão de Tesla em relação à energia sem fio tomou cada vez mais a sua atenção. Durante algum tempo ele ainda procurou resolver as dificuldades na transmissão da energia elétrica através de grandes distancias sem a perda significativa de força.

Mas, depois ele decidiu com o auxilio dos seus insigths criadores, que ao invés do que ele até então vinha fazendo, que ele deveria era transmitir a energia através do próprio solo, mesmo tendo pouco sentido esta sua decisão em termos elétricos convencionais, uma vez que a superfície da Terra era literalmente tida como um receptáculo usado para descarregar energia em excesso de um condutor e não um condutor satisfatório de energia.

Mas Tesla já “sabia” que se a Terra fosse carregada bastante, ela tornaria condutora e não o inverso. E neste sentido, todo o planeta poderia ser transformado em um colossal transmissor elétrico.

No ano de 1899 com o sentido de comprovar o que há muito já estava como realidade em sua mente, ele junto com os seus assistentes montaram um laboratório nos arredores da cidade de Colorado Springs/USA, que mais parecia um celeiro junto a uma torre de aproximadamente vinte e sete metros. Este foi o seu primeiro “Transformador Amplificador”, que ele dizia ser a maior de suas invenções e que para funcionar foi alimentada gratuitamente com a energia elétrica da Companhia de Força local – cortesia de um amigo.

Quando este “Transformador Amplificador” começou a ser testado os moradores desta pequena cidade americana começaram sentir os efeitos deste seu aparato. Faíscas saíam do chão e conforme eles andavam pelas ruas, estas faíscas penetravam em seus pés através dos seus sapatos. A grama ao redor da construção de Tesla brilhava com uma pálida luz azul. Nesta cidade objetos de metal segurados próximos a hidrantes descarregavam raios elétricos em miniatura de vários centímetros de distância. Lâmpadas acendiam espontaneamente a quinze metros da torre.

Quando aconteciam estes fenômenos Tesla estava apenas sintonizando seu equipamento, portanto eles eram ainda só efeitos colaterais dos ajustes do seu “Transformador Amplificador” ao solo.

Uma vez que este aparato já estava adequadamente calibrado, Tesla estava pronto para “compor a maior sinfonia” de sua carreira e então, através de sua Vontade com a sua “batuta mental” comandar todo o planeta como se “fosse sua orquestra”.

Na noite 1899 Tesla acionou sua máquina com força total, na esperança de produzir um fenômeno que ele chamou de “Crescente Ressonante”. Sua torre descarregou na Terra dez milhões de volts. A corrente traspassou o planeta na velocidade da luz. Uma corrente de energia forte o bastante para não morrer antes do final e quando ela chegou do outro lado do planeta, foi rebatida de volta na forma de círculos quando provocados na água retornam à sua origem. E ao voltarem a corrente já estava muito enfraquecida, mas Tesla ia emitindo uma série de outros pulsos que se reforçavam, resultando em um tremendo efeito cumulativo.

Para o ponto focal aonde Tesla e seus assistentes direcionaram a “Crescente Ressonante”, ela se manifestou como se fosse “uma demonstração alienígena”, com raios que ainda estão até hoje catalogados como a maior descarga elétrica da história. A corrente de retorno formou um arco voltaico, que se elevou até o céu por dezenove metros. Trovões apocalípticos foram ouvidos a trinta e três quilômetros de distância.

Tesla antes daquela sua experiência preocupava com a possibilidade, de que houvesse um limite para a geração das “descargas ressonantes”. Mas, naquele evento o que ele viu, foi o inverso, que o potencial gerado era ilimitado – portanto, ele observou o que não esperava. E com isso, esta demonstração até então não vista pelo homem, ganhou um fim inesperado, quando as descargas fizeram com que o gerador de força de Colorado Springs se incendiasse – e que Tesla não mais recebesse energia grátis para as sua experiências, que tiveram que ser interrompidas.

  Nikola Tesla
“Não há Religião mais elevada que a Verdade!”
(Segunda Parte)

Nikola Tesla em certa ocasião propôs parceria a J. P. Morgan, que naquela ocasião era então o homem mais rico dos Estados Unidos da América e quem anteriormente lhe havia negado um patrocínio. Mas, agora a idéia de Tesla que propunha monopolizar as comunicações mundiais o interessou, já que ele antevia com este monopólio ganhar muito dinheiro. Assim, ele financiou Tesla na construção de um novo laboratório em um local de Long Island chamado de Wardenclyffe, que deveria ser maior e de melhor versão do que o seu laboratório improvisado em Colorado Springs, quando ele gerou pela primeira vez o fenômeno, que ele chamou de “Crescente Ressonante”.

Enquanto Tesla trabalhou neste projeto, uma série de “acidentes e infortúnios incompreensíveis” atingiu Wardenclyffe. Então, ele começou necessitar novamente do entusiasmo financeiro de Morgan, que já não estava mais presente. Achando que poderia despertar de novo o interesse e a ajuda deste investidor, Tesla lhe disse que o verdadeiro motivo desta sua experiência não era substituir o telégrafo, mas substituir a transmissão convencional de energia, criando para a humanidade uma forma de energia livre e limpa.

Com este seu procedimento ele deu um tiro em seu próprio pé – Morgan um financista que olhava apenas o seu interesse, imediatamente lhe respondeu com uma só atitude, retirando imediatamente o que ainda lhe restava de suporte financeiro e, com isso, tirando definitivamente de Tesla a chance de trazer energia com muito menos custos ao mundo.

Foi nesta época que Nikola Tesla então sem recursos financeiros em um momento incomum em sua vida, valeu-se de um contrato militar bem sucedido com a marinha alemã. O produto deste seu trabalho relacionava com turbinas sofisticadas, que a marinha alemã posteriormente as usou com grande sucesso em sua armada de navios de guerra. Foi nesta época também, que Tesla passou a ser olhado mais de perto pelo FBI.

Uma vez que as invenções de Tesla geralmente continham em si um elemento de consciência social, ou como obra para a humanidade, pode parecer surpreendente que ele tenha criado uma série de dispositivos com aplicações militares. Portanto, a noção de Tesla utilizando seu gênio criador para propósitos bélicos é realmente assustadora, mas ela deve ser também analisada pelo prisma de toda uma engrenagem de interesses políticos, militares e financeiros (GO) que de varias formas esmagam todos aqueles que vão contra os seus interesses – todos aqueles possuidores de outros e nobres ideais, mas que precisam sobreviver.

Falido e observando os Estados Unidos à beira da guerra, Tesla pensou uma outra invenção que pudesse interessar aos militares americanos e através deles agradecer o País que lhe acolheu como a sua outra Pátria. Esta invenção era o “Raio da Morte”.

O mecanismo por detrás do “Raio da Morte” não é bem compreendido até hoje. Ele era aparentemente uma espécie de acelerador de partículas. Tesla dizia que ele era uma melhoria de seu “Transformador Amplificador”, que concentrava energia em um fino raio tão concentrado que ele não se dispersaria mesmo a grandes distâncias. Mas, é bom salientar, que ele sempre teve em mente em relação a este seu invento uma arma puramente defensiva.

Não se sabe ao certo se Tesla usou seu “Raio da Morte”, ou se ele sequer chegou a construí-lo. Mas, o que é geralmente relatado em relação ao que aconteceu na noite em 1908, quando Tesla testou este seu invento, é que naquela época a expedição de Robert Peary estava fazendo sua segunda tentativa para chegar ao Pólo Norte. Tesla notificou à expedição de Robert que tentaria entrar em contato com ela de alguma forma, portanto que os seus participantes deveriam relatar a observação de qualquer coisa incomum.

Na noite de 30 de junho de 1908, Tesla apontou da torre em Wardenclyffe o seu “Raio da Morte” através do Oceano Atlântico na direção do Pólo Ártico – para um ponto a oeste da expedição de Robert Peary.

Tesla ligou o equipamento. De início era difícil dizer, se ele estava funcionando. Quando a extremidade do seu aparato emitiu uma luz pálida dificilmente notada, uma coruja voou de seu ninho no topo da torre na direção do raio e foi desintegrada instantaneamente. Isso concluiu o teste.

No dia seguinte Nikola Tesla leu os jornais, procurando noticias que poderiam estar relacionada com esta sua experiência. Enviou também telegramas para Peary na esperança de que ele confirmasse a efetividade do “Raio da Morte”. Mas, não recebeu dele nenhuma resposta e os jornais daquele dia nada mencionaram. Então, ele já estava pronto para admitir a sua derrota, quando recebeu notícias de um estranho evento ocorrido na Sibéria.

A notícia era que no mesmo dia de sua experiência, uma enorme explosão havia devastado Tunguska, uma área remota na floresta da Sibéria. Quinhentos mil acres quadrados de terra foram instantaneamente destruídos por o equivalente a quinze megatons de TNT. O incidente de Tunguska era a mais poderosa explosão ocorrida até então, com mais poder e força de destruição até mesmo em relação às subseqüentes explosões termonucleares. A explosão foi audível aproximadamente a novecentos e trinta quilômetros de distância.

Na ocasião os cientistas falavam que ela foi causada por um meteorito ou fragmento de um cometa, embora nenhum impacto evidente ou restos minerais de tal objeto jamais tenham sido encontrados. Entretanto, para Nikola Tesla a explicação era outra. Era claro para ele, que o seu “Raio da Morte” tinha ultrapassado seu alvo calculado e atingido Tunguska. E ficou extremamente grato, que a explosão miraculosamente não tinha matado ninguém.

Depois desta experiência ele desmontou o “Raio da Morte” imediatamente, ciente de que a sua existência seria muito perigosa para continuar existindo.

Inventar era geralmente um processo deliberado para Tesla, com uma total intenção e objetivo perfeitamente formados em sua mente, até mesmo antes dele e sua equipe tomarem neste sentido qualquer atitude.

Porém, houve momentos que ele não “se encaixou” nesta sua maneira de proceder, quando “tropeçou” em uma descoberta “por acaso”. Tesla realizou suas primeiras experiências com a tecnologia ressonante em seu laboratório em Nova York, quando ligou um pequeno oscilador, que fez um espelho ficasse vibrando levemente. Subitamente, o laboratório foi invadido por muitos policiais, exigindo que ele parasse com seus experimentos, porque a ilha de Manhattan estava vibrando por quilômetros de distância. Como ele não tinha considerado que as ondas ressonantes tornariam mais fortes à medida que elas viajavam (distanciavam), ele sem perceber tinha criado o que ficou conhecido como a “Máquina de Terremotos de Tesla”.

Tesla continuando com a sua tentativa de ajudar os americanos em guerra no ano de 1917, ele concebeu uma estação emissora que transmitiria ondas exploratórias de energia e que permitiria seus operadores determinassem com precisão a localização de veículos inimigos distantes. O Departamento de Guerra americano riu dele e rejeitou o seu “raio explorador”. Anos depois esta mesma invenção ajudaria os aliados a vencer a segunda guerra mundial, com o nome de radar.

Quando o ano de 1929 chegou, veio com ele a grande quebra do mercado de capitais nos Estados Unidos, quando banqueiros, advogados e qualquer um outro que tivesse perdido seus bens e não suicidado, procuravam qualquer tipo de trabalho. Portanto, se o indivíduo tivesse sorte e encontrasse um emprego como trabalhador comum, ele ganhava um dólar por dia. Neste quadro difícil de sobrevivência Tesla se viu, escavando fossas na companhia de influentes ex-investidores de Wall-Street.

Em sua vida o seu idealismo e o seu humanismo sempre foram solapados por intrigas do mundo industrial e financeiro. Ele sempre foi controlado quando destruíam os laboratórios onde desenvolvia as suas experiências. Ele também foi sempre perseguido em função de suas idéias inventivo-criadoras, que foram expurgadas da literatura científica e dos livros de texto. Portanto, à população foi vetado o conhecimento de sua real potencialidade de vinte anos de rica e produtiva criação, que contribuiu para o bem estar da humanidade.

No final de sua vida as indústrias que ele ajudou construir, lhe viraram as costas. A comunidade científica o ignorava pelas suas idéias, que as considerava excêntricas. Para o público em geral ele não era realmente conhecido, já que o tinha como “objeto” de ridículo, como um lunático cujos devaneios eram apenas úteis para tablóides sensacionalistas, porque era desta maneira que os meios de comunicação, o conceituavam para a população.

Ele praticamente foi forçado ao exílio, quando se fechou em um quarto no hotel de Nova York no período entre as duas ultimas grandes guerras, quando as únicas ocasiões em que aparecia em público eram nas entrevistas anuais à imprensa na data de seu aniversário. Nestas ocasiões ele descrevia como possibilidades tecnológicas invenções espantosas e de grande alcance, mas que sempre eram distorcidas pela imprensa sensacionalista.

Tesla foi um obstinado que sempre tentou reconstruir os seus laboratórios, no intuito de realizar as experiências para uma energia livre e limpa, tendo a própria Terra como veiculo condutor. Foi esta sua idéia que realmente o tornou-o impopular com os “mestres da guerra e dos negócios” a serviço do GO, que não queriam que ele colocasse em pratica o que tecnologicamente conhecia, porque perderiam o controle sobre a humanidade – e, eles não poderiam aceitar isto.

Até mesmo após a sua morte o seu enorme laboratório em Long Island “incendiou-se misteriosamente” e nenhum registro se salvou e o que sobrou foi destruído pelos tratores, para que sumisse com qualquer equipamento que tivesse restado – foi um exagero dos donos do poder em relação às suas invenções, que deram ao cidadão comum muito do seu atual “conforto tecnológico”.

Em seus últimos dias Tesla ficou fascinado com a idéia da luz como sendo tanto partícula como onda – a proposição fundamental do que se tornaria a física quântica.

Ele tinha a idéia de criar uma “parede de luz”, manipulando ondas eletromagnéticas em certo padrão. Esta misteriosa parede de luz permitiria que o espaço-tempo (matéria) e até a gravidade fossem manipuladas à vontade do operador, concebendo uma grande variedade de propostas, que mesmo para os dias hoje pareceria sair da ficção científica – incluindo naves anti-gravitacional, teletransporte e viagens no tempo.

Outra invenção interessante que Tesla propôs, foi a maquina de fotografar pensamentos. Para ele todo pensamento criado pela mente gera uma imagem correspondente na retina e a informação elétrica desta transmissão neural poderia ser lida e gravada em uma máquina. Então, esta informação poderia ser processada através de um nervo óptico artificial e visualizada como padrões visuais em uma tela.

Quando Tesla morreu na obscuridade, de imediato somente o FBI tomou ciência de sua morte, porque sempre esteve de olho nele e, portanto pôde vasculhar os seus guardados, procurando em vão os papéis/documentos relativos ao “Raio da Morte”. O FBI ordenou também que o escritório de propriedades estrangeiras se apoderasse de todos os documentos de Tesla, o que foi um ato ilegal e incompreensível, uma vez que Tesla era cidadão americano desde o ano de 1891.

Em 07 de janeiro de 1943 Nikola Tesla faleceu em Nova York aos 87 anos, pobre, considerado demente, vivendo em um quarto de hotel, que dividia com um bando de pombos, que ele considerava os seus únicos amigos e que com eles “conversava”.

Ele foi um solitário dimensional que viveu antes de seu tempo e que usou de sua imensa capacidade criadora sem ter a real consciência do porque de sua presença no planeta – ele possuía uma extraordinária capacidade mental, mas não tinha paralelamente a necessária Consciência Dimensional do porque dela.

Muitas análises podem ser tiradas em relação ao final de vida de Nikola Tesla e elas propõem a participação de grandes empresários e do governo americano, que conspiraram para suprimir seu gênio inventivo. Como já foi aqui mencionado, consta-se, que no topo da lista destes suspeitos estava Thomas Edison, que invejava o sucesso de seu antigo empregado e que liderou uma campanha para destruir o seu nome. Edison também fez parte da mesa de conselheiros do departamento de guerra americano, que rejeitou as propostas de Tesla para o “Raio da Morte” e para o seu radar.

Também J. P. Morgan foi também citado como implicado na teoria da conspiração anti-Tesla. Efetivamente Morgan ampliou sua já monumental fortuna explorando as idéias do inventor, até que descobriu que a verdadeira idéia de Tesla era a criação da energia livre – uma idéia assustadora para qualquer capitalista que visa antes de tudo o lucro. Ele além de encerrar o seu patrocínio a Tesla, alguns ainda dizem, que ele usou também a sua considerável influência, para impedir que outros o patrocinassem.

Os registros que foram colhidos sobre a atuação de Tesla, eles foram no ano de 1943 considerados inofensivos para a segurança nacional americana, portanto foram naquele ano encerrados. Mas, eles foram reabertos no ano de 1957, com a notícia de que os russos estariam realizando experiências com sua tecnologia. E muitos pesquisadores sobre a sua vida estão convencidos, de que o Pentágono que aparentemente não levava sério Tesla, também realizou às escondidas várias experiências com projetos baseados na tecnologia desenvolvida por ele.

Muitas das idéias de Tesla mesmo que estivessem de alguma forma erradas, elas não diminuem o seu valor em relação à imensa quantidade de suas idéias corretas, que com elas pôde contribuir para um mundo tecnologicamente mais confortável.

A corrente alternada que era considerada irreal e improvável antes dele, hoje é um fato consumado. Portanto, existe a possibilidade, que outros “diferentes” conceitos de Tesla sejam validados em algum momento no futuro, quando a ciência chegar a um nível maior de conhecimento, igual àquele que ele possuía.

Atualmente o verdadeiro legado de Tesla está sendo devagar reconhecido. A Corte Suprema americana declarou logo após sua morte, que ele era o verdadeiro inventor do rádio e não Marconi. Tesla foi também reconhecido como o inventor da lâmpada fluorescente, do tubo amplificador a vácuo e da máquina de raios X. Livros de história estão lentamente começando a incluir estes fatos.

Tesla teve seus projetos incomuns mentalmente construidos com informações vindas dos seus constantes insigths, portanto vindas de fontes que muitos as associaram com o “ocultismo”.

Desde cedo ele revelou suas extraordinárias qualidades de observador do Universo e de inventor. E as suas ligações com entidades cósmicas são até hoje objeto de livros e revelações surpreendentes, como aquelas de suas ligações sensacionalistas com Ovnis.

Mas, o que é realmente constatado em relação a Tesla além de sua especial capacidade criativa, é que ele morreu sozinho e esquecido, porque o seu sonho de uma energia limpa e praticamente sem custos poderia derrubar todos os lucros de grandes empresas que investiram bilhões em construções de hidroéletricas e thermoéleticas movidas a carvão e óleo fóssil.

Fizeram dele um “aprisionado em sua imagem de um louco” e o abandonaram, porque mexeu na “engrenagem oculta e deleteria” que move o mundo.

Entretanto, para um “dimensional desperto” que tem realmente a noção do que esta adjetivação significa e que já é capaz também de identificar a presença e a atuação de um outro dimensional, Nikola Tesla com o seu genio inventivo foi um dimensional ainda que não realmente despertado, mas mesmo assim era possuidor da virtude do desprendimento próprio de um ser superior e do idealismo literalmente iluminado pelos seus insigths, que com o auxilio deles ajudou construir um mundo tecnologicamente melhor.

Lagoa Santa/MG-BR, 03 de julho de 2009.

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 Texto de Antônio Carlos Tanure

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