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Chocantes revelações de John Lear

Chocantes revelações de John Lear
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John Lear já voou pelo mundo em missão para a CIA e outras agências governamentais dos Estados Unidos da America. Ele começou a interessar-se pelo fenômeno UFO, treze meses após falar com o Pessoal da USAF. Foi testemunha do pouso de uma nave em Bentwaters AFB, próxima a Londres, quando três pequenos ALF’s (Alien Life Forms) andaram até o comandante desta base.

São dele as informações abaixo.

O governo dos EUA continua até hoje usando de seu pessoal treinado especialmente para suprimir informações, como as que seguem.

A Alemanha havia capturado um “disco voador” em 1936. O general James H. Doolittle foi mandado à Suíça, para investigar este OVNI caído próximo à Spitzbergen.

Fatos como esses sempre foram do conhecimento de um determinado numero de pessoas, que por causa deles tiveram também contato com algumas criaturas pequenas e feias, mas que eram muito mais avançadas tecnologicamente que os seres humanos.

O Presidente Truman quando governou os USA “colocou uma tampa” sobre esses fatos, tornando-os segredos. Ele também “apertou os parafusos” para que o público em geral pensasse que os “discos voadores” fossem uma brincadeira, desviando este preocupante assunto para o campo da jocosidade.

Em 1947, o Presidente Truman formou um grupo de 12 militares e cientistas especialmente escolhidos. Eles foram conhecidos como MJ-12. O grupo ainda existe (com outro formato) e os seus membros originais não são mais os mesmos. O último do grupo a morrer em 1984, foi o Secretario Gordon Gray originado do exército americano. Quando um membro estava para deixar o grupo, eles apontavam um novo membro para preencher essa posição.

Especula-se muito que este grupo tenha crescido bastante, sendo nele acrescentados muitos outros membros, que acompanharam vários casos de queda de “discos voadores” na década de 40, quando um dos mais citados foi o caso Roswell, no Novo México. Outro foi em Aztec, também no Novo México e mais outro próximo a Laredo, no Texas, cerca de 30 milhas da fronteira mexicana.

Naquela ocasião o EUA era a nação mais poderosa do mundo, tinha produzido a bomba atômica como um feito estupendo, que URSS demorou quatro anos para também conquistá-lo. O EUA já tinham também construído aviões a jato capazes de romper a barreira do som e outros com alcance intercontinental capazes de carregar ogivas atômicas.

Agora imagine o choque de seus líderes quando viram os corpos dessas criaturas franzinas, com grandes olhos, pele semelhante à de lagartos e unhas/garras cobertas de tecido que funcionavam como dedos. Imagine o pavor quando descobriram que estas naves alienígenas sem similares na Terra, podiam voar sem precisar de turbinas ou partes móveis.

Só assim é que se pode compreender, por que o governo americano utilizou de toda uma artimanha para esconder do publico esses fatos, às vezes utilizando até mesmo do “recurso do desaparecimento” de pessoas.

Em julho de 1952, o pânico tomou conta do governo, quando um esquadrão de OVNIs voou sobre Washington DC e sobrevoou a Casa Branca, o Capitólio e o Pentágono. As autoridades americanas utilizaram de toda imaginação e de intimidação disponíveis, para remover este acontecimento da memória do povo.

Diversos avistamentos ocorreram durante a Guerra da Coréia e alguns OVNIs foram capturados pela Força Aérea, sendo guardados na Base da Força Aérea Wright-Patterson, mas outros foram guardados nas bases aéreas mais próximas dos locais de suas quedas.

“Discos voadores” muitas vezes não são pequenos, portanto não são também pequenos os problemas lógicos para o seu transporte. Houve casos em que o governo comprou fazendas inteiras, derrubou árvores, bloqueou grandes estradas e também utilizaram grandes veículos para transportar naves com centenas de metros de diâmetro.


Todas as notícias sobre contatos com ETs e quedas de UFOs foram severamente censuradas

Em 30 de abril de 1954, a primeira comunicação entre esses ALFs e o governo dos EUA teve lugar na Base da Força Aérea Holloman, em Novo México. Três discos pousaram e prepararam o campo para uma troca de informações entre os alienígenas e os oficiais da inteligência dos EUA.

Durante o período de 1969-1971, o MJ-12, representando o governo dos EUA, fez um acordo com as criaturas chamadas EBEs (entidades biológicas extraterrestres), que foi o nome dado por Detley Bronk, membro original do MJ-12 e o sexto presidente da Universidade Johns Hopkins.

O “acordo” tratava da troca de tecnologia que eles forneceriam e em troca as autoridades norte-americanas deveriam “ignorar” as abduções e esconder o fato de suas presenças. Os EBEs asseguraram ao MJ-12 que as abduções eram meramente para observar e monitorar o desenvolvimento da civilização humana.

Entretanto, de fato os propósitos das abduções eram:

1 – A inserção de uma esfera de 3 mm no cérebro do abduzido, através da cavidade nasal; esse dispositivo é usado para monitoração biológica, localização e controle do abduzido;
2 – Implementação da “posthypnotic suggestion” para liberar uma determinada reação durante um tempo específico, entre 2 a 5 anos;
3 – Exterminação de muitas pessoas, transformando-as em fontes de materiais biológicos e de substâncias;
4 – Extermínio de indivíduos que representassem problemas à continuidade de suas atividades;
5 – Aprimorar os experimentos de engenharia genética;
6 – Fertilização das fêmeas humanas e posterior acompanhamento mais de perto para assegurar a segurança da criança híbrida.

Portanto, o governo dos EUA anos depois nem imaginava as consequências que chegariam os termos desse “acordo”, acreditando que as abduções eram mesmo essencialmente benignas, quando solicitou destas criaturas uma lista das pessoas abduzidas, que deveria ser fornecida ao MJ-12 e ao Conselho de Segurança Nacional.

Os EBEs possuem uma desordem genética em seu sistema digestivo, que é atrofiado e pouco funcional. Muitos especulam que eles foram envolvidos em vários tipos de acidentes ou guerras nucleares. Assim, para se auto-sustentar eles usam secreções de enzimas e de hormônios obtidos de tecidos, que eles removem de seres humanos e de animais.

As mutilações de gado que foram encontrados nos pastos e que prevaleceram entre os anos de 1973 e 1983, elas tinham como objetivo uma coleta especifica. As mutilações destes animais incluíam a remoção dos testículos, retos descentralizados do cólon, olhos, língua e garganta removida cirurgicamente com extrema precisão. Algo que não seria possível de ser feito no campo (pasto) em tão pouco tempo, quando era ainda drenado todo o sangue destes animais mutilados.

Uma das primeiras mutilações humanas (não consentida) foi a do sargento Jonathan P. Louette, na base para testes com mísseis de White Sands, em 1956. Este militar foi encontrado três dias após um major da Força Aérea ter testemunhado a sua abdução por um objeto em forma de disco próximo ao local da queda dos mísseis. Sua genitália fora removida, seu reto foi descentralizado em preciso processo cirúrgico de “plugamento”, seus olhos foram removidos assim como todo o seu sangue, sem nenhum colapso cardiovascular.

Muitas evidências atestam que estes processos cirúrgicos eram realizados nas vítimas ainda com vida.

As várias partes do corpo do animal mutilado eram levadas para vários laboratórios subterrâneos. Um deles está localizado na pequenina cidade de Dulce, Novo México. Essa instalação que é ocupada pelo pessoal da CIA e por alienígenas, ela é descrita como sendo enorme.

Em Groom Lake existe uma instalação subterrânea construída para ajudar os EBEs. A tecnologia “barganhada” que foi instalada naquele local, só pode ser operada pelos EBEs e essa tecnologia adquirida não pode ser usada contra eles, porque se precaveram.

Área 51 é um dos nomes atribuídos à área militar restrita no deserto de Nevada, próxima ao Groom Lake, onde existe um grande campo de pouso militar. É uma área tão secreta que o governo norte-americano só admitiu sua existência oficial, em 1994, mesmo assim com muitas restrições.

Durante o período de 1979 a 1983, algo não planejado pelo MJ-12 acabou acontecendo. Eles ficaram sabendo que mais pessoas estavam sendo abduzidas, além daquelas que eram relatadas na lista de abduções. Estavam desaparecendo crianças que serviam de fonte de extração de secreções glandulares e de outras partes requeridas pelos ETs.

Em 1979 houve uma disputa entre os seres humanos e as criaturas alienígenas pelo controle do Laboratório Dulce. Um grupo de forças especiais do Exército foi chamado na tentativa de libertar o máximo de pessoas em cativeiro nesta instalação. De acordo com uma fonte 66 soldados foram mortos e os seres humanos que ali trabalhavam não foram libertados.

Em 1984 o MJ-12 estava em completo terror pelo erro de terem feito acordos com os EBEs.

Um plano foi formulado em 1968 para fazer o público ter conhecimento da existência dos alienígenas e se precaver contra eles, através de diversos documentários que seriam lançados entre 1985 e 1987, mas este propósito acabou não acontecendo. O documentário tentava mostrar a história e as verdadeiras intenções dos EBEs como a “Grande Decepção”, que desfez os sonhos do MJ-12 e o pôs em completa confusão e pânico.

Parte do pessoal do MJ-12 queria contar ao público sobre os esquemas e trapaças destas criaturas. Mas a grande maioria do MJ-12 achava que não havia cominho para apaziguar as coisas e não seria prático excitar o público com a “Horrible Truth” (Horrível Verdade). Então, o melhor plano foi de continuar a desenvolver uma arma que pudesse ser usada contra os EBEs, com o disfarce de “SDI” (Strategic Defense Initiative) que não tinha nada a ver com o sistema de defesa norte-americana contra possíveis ataques nucleares dos russos.

O dr. Edward Teller, “pai da bomba H” foi apresentado aos membros do MJ-12, como também o dr. Henry Kissinger, o almirante Bobby Inman e possivelmente o almirante Poindexter, quando foi contada para ele a “Horrible Truth”, fazendo-os associarem ao MJ-12.

Outros nomes não muito mencionados são os Harold Brown, Richard Helms, general Vernon Walters, Dr. Lew Allen e o dr. Theodore von Karman. Essas pessoas foram também apresentadas ao MJ-12.

Os EBEs possuem um aparelho onde estão gravadas as principais épocas da história da Terra. Esse dispositivo exibe “filmagens” sob a forma de hologramas, por isso torna-se difícil filmá-los com métodos convencionais. A crucificação de Cristo foi filmada e incluída no filme que deveria ser mostrado ao público. Os EBEs afirmam conhecer a verdadeira história de Cristo e isso na visão da “Grande Decepção” poderia romper os valores tradicionais religiosos e causar reações indeterminadas.

Outro videotape mostra uma “entrevista” com uma destas criaturas. Como os EBEs comunicam-se telepaticamente, um coronel da Força Aérea serve como intérprete. Diversos homens da imprensa, incluindo Bill Moore, foram convidados ir a Washington DC para filmar pessoalmente um EBE neste tipo especial de entrevista e para depois distribuir o filme para o público. Infelizmente, por algum motivo isso não aconteceu.

Se o governo não conta a verdade, é porque algo que não é bom está acontecendo. Já houve milhares de abduções e já existem diversas bases alienígenas espalhadas pelo mundo. Elas fazem parte dos preparativos para uma grande movimentação dos EBEs?

Não imagine a invasão de ETs desembarcando em naves com armas laser, mas invasão muito bem planejada, que já vem sendo executada ao longo de algum tempo…

Fonte: www.gnosisonline.org/ufognose/declaracao-de-john-lear/

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