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Astral e Mental

Astral e Mental
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De Charles Ferreira de Souza (sataniel@ig.com.br) – em junho de 2010


O “plano astral” está situado em uma sub-dimensão dentro da terceira dimensão, portanto quando uma pessoa morre sem alcançar a quarta dimensão, ela passa para esta sub-dimensão menos acelerada, vibrando em uma freqüência que não mais atua no mundo físico. A consciência desta pessoa fica interagindo em um estado vibratório muito baixo, que é difícil de ser percebido no mundo físico.

Entretanto, quando entramos em estado de transe aonde as nossas ondas cerebrais atuam abaixo do estado alfa, o “plano astral” pode ser percebido com mais clareza. E nele o nosso controle é muito pequeno, quando podemos ser manipulados por energias inteligentes (pelos que já morreram), que aproveitam para passar as suas informações e que em muitos casos acabam mais desinformando do que informando.

Poucos sensitivos em relação ao “plano astral” têm realmente condições de passar conhecimentos claros e de forma verdadeira sem a participação de seu emocional. Normalmente a grande maioria apenas repete informações em relação ao que ja leram ou que já ouviram de muitas correntes espiritualistas.

A sub-dimensão “espiritual ou astral” é como uma espiral, que desenrola de baixo para cima em movimento constante, empurrando para o mundo físico todas aquelas consciências que estão nesta freqüência, fazendo-as que vibrem em ondas mais aceleradas, para que produzam os seus corpos físicos.

Esta aceleração cria cargas elétricas e movimenta a matéria – o que não acontece no “mundo astral”, que para o Universo é de reprova, porque as consciências nesta freqüência não conseguem dar prosseguimento ao seu processo evolutivo.

Quando na terceira dimensão as pessoas têm a consciência que devem acelerar todo o seu campo físico de forma saudável e trabalha para alcançar este intento, elas passam a ter mais percepção e conseguem se livrar de padrões repetitivos, dando em suas vidas um salto de qualidade em relação à uma maior e à uma melhor condição de existência.

No “astral” tudo é ilusão e através dele as pessoas não alcançam os mundos superiores, que são apenas alcançados a partir da quarta dimensão, que é mais acelerada que a terceira dimensão, que por sua vez é mais acelerada que o “plano astral” – as pessoas devem buscar “a via vibratória” que as fazem ascender e não aquela que as fazem descender.

Quando é falado que pessoas estão atuando no “astral” ou que nele estão ligadas, significa que elas estão com suas ondas mentais baixas e, portanto que estão propícias de até em certos momentos não terem consciência do que falam, quando são manipuladas por aqueles que já morreram e que em freqüência também baixa com elas se enlaçam. Estas pessoas têm a sua alta estima bastante diminuída e entram em depressão com muita facilidade.

Aquelas que estão ligadas ao “astral”, é comum escutá-las dizerem que percebem outras pessoas perseguindo-as ou que estão falando mal delas. Elas têm sempre na ponta da língua um culpado para os seus infortúnios e normalmente se acham o supra-sumo da evolução, sem jamais errarem. Elas se julgam sempre as melhores em tudo, se fecham na “filosofia da verdade” que estão vivendo no momento e, portanto raramente escutam alguém.

Estas pessoas em função do “ego exacerbado” vivem em constante desequilíbrio emocional – estão continuamente em oscilação emocional muito perigosa. Por estarem com as suas ondas cerebrais muito baixas, estão persistentemente atuando no “astral”, podendo a qualquer momento perderem o controle e criando um corte vital.

Diferentemente, as pessoas que já conseguem atuar com suas ondas cerebrais acima de 14 ciclos por segundos, elas são consideradas já vibrando no mental, que tem uma diferença vibratória enorme com relação ao “astral”.

Estas pessoas têm um grande humor, gostam de fazer exercício físico, sua mente esta voltada para aprender coisas novas, não se consideram donas da verdade, estão sempre em busca de se melhorarem e normalmente são consideradas diferentes, tendo opinião bem interessante em relação à vida.

O Projeto Portal é uma escola que prega o desenvolvimento de dentro para fora com orientação de Seres das dimensões superiores e com ela que aprendemos estar plenamente ativos, com a disposição de vivermos sem drogas e com o coração aberto para as novas informações, para que possamos alcançar patamares superiores de consciência, àquele que nele já nos encontramos.

No Projeto Portal a filosofia é buscar o equilíbrio de forma ampla, para que com os pés no chão consigamos olhar para o alto e possamos entender toda a grandiosidade que nos envolve – e, que dela fazemos parte.

E um dos capítulos mais difíceis desta nossa jornada ascendente, é o de largarmos do que em nossas mentes está negativamente condicionado desde crianças.

Este condicionamento é constituído por padrões errôneos, que vêm limitando a nossa capacidade mental ao longo de nossas vidas, nos transformando em fantoches, fazendo com que muitas vezes o nosso estado emocional chegue à beira da loucura.

Quando compreendemos isto e trabalhamos para evoluir, criamos outros padrões mentais, que ficam então, como os nossos primeiros passos no sentido de reprogramarmos a nossa vida de forma mais saudável – com mais equilíbrio emocional.

Quando atuamos no mental não exercitamos a racionalidade em relação ao emocional de outras pessoas, criticando-as sobre o que façam ou o que falem. Quando atuamos no mental conseguirmos utilizar o nosso potencial em sentido amplo, buscando maior consciência em relação ao que falamos e ao que pensamos – que sempre devemos abortar qualquer comentário desnecessário, que possa atrapalhar a vida do outro ou a nossa própria vida.

Atuar no mental é, sobretudo, cada um perceber o seu papel no cenário da vida.

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