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Buscando a Energia Crística. Ontem e Hoje

Buscando a Energia Crística. Ontem e Hoje
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Este texto não possui nenhuma conotação religiosa, está escrito em duas partes e se mostra com profundo sentido humano e, por isto mesmo, divino. A primeira parte menciona a atuação de Jesus de Nazaré – um vendedor de sonho, que acompanhado por doze jovens adultos galileus, plantou as sementes que há dois mil atrás começaram germinar e que agora já transformadas em robustas arvores, os frutos colhidos começaram a ser distribuídos por aqueles chamados de dimensionais conscientes e de pesquisadores – e, estes frutos que estão agora ainda mais amadurecidos e próprios para “alimentarem” em um novo tempo, são distribuídos em outro feitio de ação.

Jesus Cristo veio passar a Boa Nova como uma novidade necessária ao conhecimento humano, que hoje acrescentado com novas informações aos dimensionais conscientes, estes não podem deixar que as distorçam por motivos religiosos, como aconteceu dois mil anos atrás” – “Bilu”.

Jesus se tornou um condutor porque percebia que a grandeza do ser humano está diretamente relacionada à capacidade de se fazer pequeno e, desta maneira assim agia. Ele ensinava com o seu exemplo, àquele que perdeu a capacidade de se esvaziar, deixando-se de pensar e de aprender. Este era o seu “Método dentro da Inteligência de Cristo”, que dele utilizava. Ele o “Consolador”, foi o homem que iria se transformar no sonho de milhares pessoas e hoje de bilhões outras, preparando-as já a partir daquela época para a construção de uma nova civilização e para um futuro mais distante (que seria conhecida como a Era de Ouro), com as sementes do amor e da sabedoria.

Dentro do Quinto Princípio Universal – o de Ritmo, que encerra a verdade de que em tudo manifesta um movimento proporcional e que existe um movimento entre dois pólos, manifestando-se nos planos físico, mental e espiritual, surge hoje um novo grupo para dar continuidade ao trabalho daquele que semeou sonhos, cerca de dois mil anos atrás.

E este segundo grupo de dimensionais despertos é constituído por uma maior quantidade de pessoas que o primeiro, mas passou por processos de construção semelhantes àquele outro. As pessoas que o compõem tiveram antes, que passar por momentos de aprendizado na forma de desencontros, acertos, desconfianças, incompreensões e lágrimas, mas também de descobertas e de alegria em relação a si mesmas, ao universo e às realidades paralelas, conduzidas por outro “Consolador” e realizador, que as preparou para interagirem nas Frequências do Mental Superior e do Mental Dimensional e paralelamente, as incentivou ainda, alcançarem o padrão evolutivo próprio ao estado de consciência e razão, para manipulá-las e direcioná-las.

A linguagem de ontem buscando os “céus” é a linguagem de hoje buscando o multidimensional. A fé cega de ontem é o desejo consciente de hoje interagindo na quarta dimensão, para que a Vontade realize depois na terceira dimensão, o que ontem era chamado de “milagre”. O “crente, o fiel e o religioso” que ainda ontem se ajoelhava (literalmente), é aquele hoje que se ergueu já liberto do medo e da solidão e cônscio de sua responsabilidade de Co-criador.

O dimensional consciente que está ainda “vestido” em condição humana e que está na busca de seu Cristo Interno, para se transformar em um ser cósmico (transmutado), ele deve se espelhar em Jesus de Nazaré, que já possuindo a Consciência de O Cristo, tinha conhecimento sobre a manipulação das Leis Universais. Portanto, tinha também o domínio sobre as leis próprias à terceira dimensão, que com elas através de frequências multivibracionais realizava os “milagres”.

Aquele que está em busca desta condição, conduzindo-se pelo Cristo Interno – ou, pelo seu padrão evolutivo e condição mental para geração de Frequência própria à sua interação com a Energia Crística, ele precisa também, ter antes o pleno domínio do Circuito Energético-Vibracional, que é conhecido como “A Santíssima Trindade” ou, “Pai/Filho/Espírito Santo” ou ainda, relacionado respectivamente com:

a) Pensamento/Desejo/Vontade;

b) Consciência/Plasma/Kundalini;

c) Quinta Dimensão/Quarta Dimensão/Terceira Dimensão.

A Frequência do Dourado é uma só. Não é só aquela que se impregna em objetos através de seus campos eletromagnéticos e que utiliza de força da mente na realidade física buscando objetivos materiais, mas é também aquela outra que os extrapola e que vibra energeticamente mais sutil além das necessidades físicas humanas no mundo real. Ela vibra com a força do coração.

Frequência associada à matéria é tudo ligado a ela, portanto não é só o que é tido comumente ligado às posses e aos bens materiais, mas tudo mais também ligado à vida humana, como família, amigos e aos demais sentimentos que envolvem o ser humano à sua vida do dia a dia e que o harmonizem – “Bilu”.

Aquele que procura ter os benefícios físicos do Dourado, ele deve antes ser em outro superior padrão evolutivo, para que possa tê-los – para que nada o falte, tendo sempre o necessário.

Os dimensionais e pesquisadores de hoje, “estão na reta final, estão finalizando a etapa mais difícil relacionada à humanidade, começaram uma nova fase de ouro – fase dourada, tão prometida e esperada pelos profetas e por todos estudiosos e por toda a humanidade. Isto é que eles estão fazendo. Começaram a pavimentar uma nova avenida muito larga dentro da Historia, projetada até o ano de 3.015” – “Tilo”.

 

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… Antes, dois mil anos atrás…

Vibrar na Frequência do Amor Universal, percebê-lo e senti-lo, acalma a emoção, tranqüiliza o pensamento e estimula avanços sobre obstáculos até então intransponíveis, fazendo o ato de viver uma agradável aventura – sem tédio, sem angustia e sem solidão. E este proceder fez de Jesus de Nazaré um especial condutor – um líder, que mesmo até hoje sem a sua presença física, ele se mostra sempre presente como um transformador de paradigmas.

Jesus se tornou um condutor porque percebia que a grandeza do ser humano está diretamente relacionada à capacidade de se fazer pequeno e, desta maneira assim agia. Ele ensinava com o seu exemplo, àquele que perdeu a capacidade de se esvaziar, deixando-se de pensar e de aprender. Este era o seu “Método dentro da Inteligência de Cristo”, que dele utilizava.

Hoje, as pessoas dedicam suas vidas mais voltadas a um projeto temporal, o que é visto na educação que está em crise, formando apenas repetidores de informações e não pensadores. Até entre os mestres e doutores são raros os verdadeiros criadores de idéias originais.

Antes de Jesus de Nazaré se mostrar ao mundo, mostrou-se João, um homem que batizava as pessoas no rio Jordão (ilustração e foto abaixo) e que para ele os líderes religiosos de sua época aprisionavam as pessoas no mundo menor das suas vaidades, ambições e de falsas verdades, eram raças de víbora, dizia ele (Mateus 3:7).

 

João – o batista, era um homem que instigava os seus ouvintes à honestidade da consciência até hoje tão ausente, quando a aparência vale mais do que o conteúdo – quando mais vale a fama e o dinheiro, porque em função deles tudo é admitido.

Ontem e hoje mentes entorpecidas se mostraram e se mostram claramente contaminadas pelas vaidades, arrogâncias e injustiças do Sistema. Flagelos que sempre acompanharam e acompanham a humanidade e que João – o batista, já em seu tempo os condenava e os rejeitava veemente, preparando outro tempo para aquele que viria depois dele trilhar um novo caminho – o caminho do coração. Para isto, “arou” como um “possante trator” solos empedernidos da alma humana. Preparou o caminho para o “Consolador” – o homem que iria se transformar no sonho de milhares pessoas e hoje de bilhões outras, preparando-as já a partir daquela época para a construção de uma nova civilização e para um futuro mais distante (que seria conhecida como a Era de Ouro), com as sementes do amor e da sabedoria plantadas por Jesus de Nazaré.

Jesus de Nazaré revelou um poder que homem algum jamais teve, quando ao mesmo tempo demonstrou uma sensibilidade nunca vista. Ele passou informações que ajudariam transformar a maneira de ser de grande parte da humanidade. Mas, foi também a sua capacidade de compreensão e de compaixão em níveis imagináveis, que mais contribuiriam para esta transformação.

As pessoas daquele tempo desejavam segurança e liberdade, livrando-se da arrogância do poder romano. Queriam ser livres para ir e vir e expressar suas idéias, mas Jesus lhes mostrou que se não fossem antes livres por dentro, nada adiantaria ser livres por fora. Elas queriam um analgésico para aliviar o sintoma, mas ele as deu um remédio para combater a causa da doença. Elas queriam um reino temporal, mas ele lhes apresentou um reino eterno.

Enquanto João Batista maravilhava-se com a humildade de Jesus, a multidão em função dela confundia-se, com muitos até sentindo seus sonhos esfacelarem-se, porque a tempos esperavam era um líder guerreiro para libertá-los do julgo de Roma, mas à sua frente viam um homem, que ostentava certa doçura e serenidade, com um objetivo mais superior e divino e não tanto com interesses mais direitos e humanos.

Este homem falava com os olhos e com as palavras e o seu fascínio era irresistível. Encantava todos, os humildes, os doutos, os moribundos, senhores, escravos e prostitutas. Ele desejava formar pensadores na grande universidade da vida – uma universidade em que muitos cientistas e intelectuais continuam até hoje sendo apenas aprendizes.

Quase sempre nas universidades aqueles que atualmente as cursam, eles são treinados para usar a memória como depósitos de informações, mas não para pensar e não usar da sutileza e da perspicácia. Sem esta devida percepção sabem falar de assuntos lógicos, mas esbarram nas pequenas dificuldades emocionais

Jesus queria formar pensadores. Acreditou no ser humano apesar de todas as suas falhas. Deu credito as pessoas desacreditadas. E disse “você pode” para os paralíticos não só de corpo, mas também de inteligência.

Jesus de Nazaré quando escolheu os doze homens que mais de perto começaram acompanhá-lo, portanto aqueles que foram testemunhas do que ele dizia e do que ele agia, estavam no inicio com os seus pensamentos desviados por sentimentos de competição e escravos de pressões e de necessidades relacionadas ao meio em que viviam. Viver para eles era um fenômeno comum e não uma aventura vibrante. Aparentemente nada parecia capaz de mudar-lhes o destino. De entender e por em pratica a solicitação de Jesus: “segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens” (Mateus 4:19). Mas, como existe sempre um instante – “um chamamento” na vida de cada pessoa!…

As pessoas em algum momento de sua existência questionam suas próprias vidas, para que não se tornem escravas de sua própria rotina. Para que não sejam controladas pela mesmice, sem enxergarem além do véu do Sistema, vivendo para trabalhar, para cumprir obrigações sociais e com elas ter um papel social, para no final sucumbirem no vazio de suas vidas e nele ficarem até a morte.

Quando Jesus convidou estes jovens adultos galileus para segui-lo, o que os levou assim proceder? Para fazer o que? Serem “pescadores de homens”? Os avós e pais de Pedro e André eram também pescadores, portanto os dois eram de uma família que pescava peixes, que cheirava peixes. Agora, “pescar homens”, com que propósito foi lhes feita esta oferta estranha, incompreensível?

Entretanto, como a vida é também um grande contrato de risco, quem fecha em si mesmo, com medo de enfrentar os riscos ou eliminá-los, será sempre um fracassado. É preciso coragem para superar conflitos, encontrar soluções e realizar. Então, Pedro e André jovens e impetuosos aceitaram a oferta de Jesus – aceitaram correr os riscos, mesmo sem saberem naquele momento o que seria “pescar homens”.

Para Felipe Jesus simplesmente disse “segue-me” (João 1:43) e ainda sobre o impacto (vibração) deste chamamento o seguiu. Ele como demais companheiros no momento de suas convocações não entenderam a dimensão deste “chamamento”, apenas sentiram que eram feitas por um homem vibrante e, intuitivamente especial. Aceitaram este convite com uma coragem contagiante, vivenciando um instante inexplicável – um verdadeiro insight.

Sobre Felipe era evidente, que nele faltava sabedoria. Referiu-se a Jesus, por exemplo, que era impossível ele alimentar as multidões (João 6:5-7). Demorou a perceber a divindade de Jesus Cristo (João 14:8, 9). Essa falta de percepção, porém, foi compensada pelo fato de que colocou sua ignorância diante de Jesus – O Cristo, e obteve respostas. Embora ele não fosse tão perceptivo, parece não ter sido tão argumentativo como foi Pedro.

É maravilhoso constatar pessoas investindo sua vida no que acreditam – nos sonhos que as alimentam. E esta atitude de Pedro, André, João, Tiago e Felipe continua até hoje. Ela vem sendo repetida inúmeras vezes ao longo dos séculos. Em cada geração milhões de pessoas os imitam, deixando-se conduzir por alguém mesmo sem nunca tê-lo visto, mas pelo o que foi e pelo que continua sendo, pelo o que os tocou e pelo o que continua os tocando em seus corações, dando-lhes um novo significado em suas vidas.

Estes homens ainda jovens que acompanharam mais de perto Jesus de Nazaré correram riscos ao segui-lo, mas este também correu riscos ainda maiores ao escolhê-los. Se Jesus fez esta escolha aparentemente ilógica, foi porque ele preferiu começar do zero. Optou por trabalhar com jovens ainda não contaminados pelo Sistema e não saturados de vícios e preconceitos. Preferiu a pedra bruta e mal lapidada, apesar desta sua decisão ter lhe dado constante dor de cabeça. Mas, Jesus gostava deles da maneira que eram e não se importava com as decepções, porque sendo um artesão da alma humana queria lapidá-los, para que como uma jóia eles ostentassem depois um brilho especial.

Estes doze acompanhantes de Jesus de Nazaré foram segundo Mateus 10:2-4: “Simão, por sobrenome Pedro e André, seu irmão; Tiago filho de Zebedeu e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Zelote, e Judas Iscariotes, que foi quem o traiu”.

 

Pedro não era uma pessoa altruísta, não percebia as dores e as necessidades dos outros. Não tinha projetos sociais e nem pensava em mudar o mundo. Suas necessidades básicas vinham em primeiro lugar. Logo após a crucificação de Jesus, em estado de perturbação voltou a pescar (João 21:3). Conhecia muito o mar da Galiléia, mas pouquíssimo o território da própria emoção. Não percebia suas limitações, fragilidades e medos, Aparentava ser forte por ter comportamento intempestivo, mas ao ser testado mostrava-se inseguro.

Pedro não sabia proteger sua emoção, portanto não sabia trabalhar suas frustrações e nem saber usar seus erros como degraus para a maturidade. Tinha uma personalidade explosiva. Ele e seu irmão Tiago foram chamados pelo próprio Jesus de “Boanerges”, que quer dizer “filhos do trovão” (Marco 3:17). Quando confrontados reagiam agressivamente.

Quanto a João, outro jovem galileu que também passou a acompanhar Jesus de Nazaré, ele emocionalmente parecia um pendulo. Oscilava entre a explosão e a doçura, entre a sensibilidade e a agressividade. Apesar de ser intolerante sua emoção era como uma esponja, absorvendo encantado o especial magnetismo irradiado pela presença de Jesus. E Judas Iscariotes antes de trair Jesus, traiu a si mesmo, Traiu sua sabedoria, seu amor pela vida, sua capacidade de aprender e seu encanto pela existência.

E sobre Mateus, antes de seguir Jesus de Nazaré, chamava-se Levi. Morava e trabalhava como coletor de impostos em Cafarnaum, na Palestina. Quando ouviu de Jesus a solicitação: “Segue-me”, ele deixou tudo imediatamente, pondo de lado a vida ligada ao dinheiro e ao poder, para segui-lo. Mateus deve ter visto os vários “sinais paranormais”, que Jesus proporcionou durante o tempo em que esteve na cidade de Cafarnaum e provavelmente foi o impacto destes testemunhos, que tenha contribuído para sua resoluta decisão de seguir Jesus.

Em relação às referências históricas a Tomé, conquanto se­jam mais numerosas que as da maioria dos outros seus companheiros, elas são insuficientes para uma diagnose precisa de sua personalidade. Mas, informações sobre ele relacionam-se à sua condição de possuir uma natureza, que nela continha certos ele­mentos conflitantes e excessivamente difíceis de serem conciliados. Ele possuía uma peculiar vivacidade de espírito e, concomitantemente, uma inclinação natural que o fazia com frequência, enxergar a vida de maneira ansiosa e sob uma perspectiva de frieza, desa­lento e desconfiança. Mas, ele era ao mesmo tempo um homem de coragem indomável e de traços marcantemente altruístas.

Paulo rejeitava os outros sem penetrar na sua historia, sem analisar suas dores, sonhos e intenções. Tinha o pior tipo de ódio – o ódio gratuito. Aprisionava pessoas porque era um prisioneiro dentro de seu próprio ser.

Paulo apesar de não ter conhecido Jesus (9-64 d.C), foi o ideólogo do cristianismo e depois de Jesus de Nazaré foi talvez a figura mais importante desta religião que se iniciava. Este “apóstolo dos gentios”, fez do cristianismo uma religião aberta a todos, mas em sua pregação não repetiu apenas o que Jesus dissera. Por isto, tem sido acusado de ter difundido um cristianismo também seu – diferente do que Jesus planejara. Para alguns autores Paulo foi o inventor do cristianismo, aquele que deturpou os ensinamentos de Jesus e os transformou em uma religião, que buscou outra direção – não a mesma de Jesus, e que acabou por desenvolver horror aos prazeres do corpo, abster do sexo e optar pelo celibato – como atitudes castradoras, mas consideradas por ele como superiores.

Lucas um sírio da Antioquia exercia a profissão de medico, foi em um determinado tempo o companheiro de Paulo como propagador da nova religião e, como este, não conheceu fisicamente Jesus de Nazaré. Marcos era oriundo da cidade de Jerusalém e em sua casa, nesta cidade, que comunidade cristã original reunia. Ele também não conheceu fisicamente Jesus, obtendo suas informações de Paulo.

No ser humano é impossível apagar todas as misérias, conflitos e traumas que já arquivados em sua memória podem ser apagados. A única possibilidade é reeditá-los ou reescrevê-los. Sem reeditá-los é impossível a transformação da personalidade. Podem-se passar anos fazendo tratamento psicoterapêutico sem haver mudanças consistentes.

Então, como reeditar a memória daqueles que foram convidados a se tornaram companheiros de jornada de Jesus de Nazaré, se este tinha apenas três anos para ajudá-los transformarem?

Para esta transformação o “eu” que representa a vontade consciente, deve deixar de ser espectador passivo das misérias e aprender a conhecer o funcionamento da mente, os papéis da memória, a construção básica das cadeias de pensamento, para então o “eu” tornar-se líder de si mesmo.

É difícil mudar a personalidade, porque ela é construída por milhares de arquivos complexos que contem inúmeras informações e experiências nos níveis conscientes e inconscientes da memória. Não existem ferramentas para que possa magicamente transformar estes arquivos, que se inter-relacionam de maneira multifocal.

 

Os jovens galileus acompanhantes de Jesus de Nazaré eram vitimas das características doentias da sua personalidade. Estavam saturados de aéreas doentias nos solos conscientes e inconscientes da memória, Não tinham mínima capacidade de gerenciamento de sua psique nos momentos de tensão. Como ajudá-los? Como poderia Jesus ajudá-los reescrever a sua memória em tão pouco espaço de tempo?

Eles não sabiam atuar no seu próprio mundo interno, não tinham consciência das suas limitações. Eram tímidos observadores diante dos seus conflitos, sem saberem mergulhar dentro de si mesmos e nem rever suas vidas. E como Jesus não queria apenas melhorar o ser humano, mas transformá-lo de dentro para fora, teria que proceder neste sentido respeitando todas as suas recaídas – primeiramente lidando com estes que estavam mais próximos dele.

Jesus de Nazaré revelou imensa paciência, com aqueles que ele convidou para o acompanhassem, porque quase não entendiam o ele dizia e ainda, faziam o contrario do que ouviam. Mas Jesus acreditava ser capaz de transformar a vida de todos eles e para ajudá-los em sua compreensão, criou deliberadamente ambientes pedagógicos nas praias, montes e sinagogas, entre outros locais, para produzir ricas experiências e sobrepô-las aos arquivos doentios, que constituíam a colcha de retalhos das suas personalidades. Neste pouco tempo um treinamento intensivo foi realizado.

Hoje, a geração de jovens perdeu a capacidade de sonhar – e, de questionar. Eles não reagem contra o veneno do consumismo, a paranóia da estética e a loucura do prazer imediato produzidos pelos meios de comunicação. Ao contrario, grande parte deles ama este veneno. Para ela o futuro é pouco importante, o que importa é viver intensamente o hoje. Não vivem em função de um ideal – não têm uma grande causa pela qual lutar. São meros consumidores, números de identidades e de cartões de credito.

As crianças de hoje são atraídas pelo consumismo do prazer rápido e superficial, gerando um estado emocional instável e ansioso. Ao ganharem um presente perdem rapidamente o interesse por ele, buscando outros objetos para se satisfazerem emocionalmente, gerando um mecanismo cujos princípios assemelham-se à dependência psicológica das drogas.

Jesus foi um vendedor de sonhos apesar de que esta expressão pareça incorreta, porque sonhos não se vendem – acontecem.

Entretanto, num mundo onde tudo é vendido e tem seu preço, Jesus escolheu alguns jovens completamente despreparados e, paulatinamente foi lhes vendendo de graça aquilo que não se pode comprar – os mais fascinantes sonhos que um ser humano pode sonhar.

As pessoas daquele tempo conheciam o império romano – um “reino” na Terra, e nunca tinham ouvido falar de um reino nos céus, que para alcançá-lo e para recebê-lo, a pessoa deveria se arrepender.

Entretanto, a palavra “arrepender-se” usada por Jesus de Nazaré explorava uma importante função da inteligência. Ela não significava culpa, autopunição e lamentação, mas o ato fazer uma revisão de vida, corrigir as rotas do pensamento e dos conceitos. Ele sabia que aqueles que não tivessem coragem de rever suas vidas, seriam sempre vitimas e não autores de sua própria história.

Israel estava dividido administrativamente como Galiléia e como Judéia na época de Jesus e o imperador romano que designava os seus governadores. Pilatos governava a Judéia onde ficava Jerusalém e Herodes Antipas governava a Galiléia – e, para mostrar fidelidade á Roma estes dois governadores administravam suas respectivas regiões com mão-de-ferro.

Neste quadro de um jogo do poder temporal que Jesus de Nazaré se mostrou, se pôs em cena convidando as pessoas buscarem no atemporal o definitivo. Ele não tinha a aparência, vestes e exércitos próprios de um rei – simplesmente se mostrou como um vendedor de sonhos. E atrás dele seguia uma pequena comitiva desqualificada, que era formada por um grupo de jovens adultos inexperientes, mas que começavam a empunhar a bandeira de mudança do sistema social. Eles ainda pouco conheciam a quem seguiam, mas eles estavam animados. Eles estavam com coragem de juntos enfrentarem o mundo.

Naquela ocasião e naquela região viviam-se momentos de terror, que recomendava discrição e silencio, mas nada calaria a voz fascinante deste vendedor de sonhos – e, por causa deles sem jamais desistir, seria crucificado. Nada cala tão fundo na alma humana como a necessidade de liberdade. Sem liberdade o ser humano se destrói, se deprime, torna-se infeliz e errante.

Jesus vendia o sonho da liberdade no seu sentido mais amplo e as suas palavras sempre muito atuais alertam para o fato das pessoas acharem em liberdade, por ir e por vir, vivendo em sociedades democráticas, elas não serão verdadeiramente livres, se não forem livres dentro delas mesmas. Não serão livres se ainda vivem debaixo de interesses outros mais globais no campo econômico-financeiro e também daqueles outros mais pontuais nas empresas e na família, sofrendo imposições emocionais e intelectuais, que muitas vezes abortam suas idéias e seus propósitos.

E estes ditadores que estão no comando dos demais, agindo livremente com todo o poder, na verdade são também prisioneiros de si mesmos. São escravos de seu orgulho, arrogância e agressividade, escondendo por detrás destes comportamentos a sua fragilidade. Eles são incapazes usar a força do diálogo. Os fracos dominam os outros, os fortes promovem a liberdade. Existem diversas formas de restrição à liberdade – a exploração emocional é uma delas.

As pessoas devem procurar sucesso na profissão, no relacionamento e em todas as suas realizações perseguindo suas metas, já que buscar o sucesso é um proceder legítimo, mas não buscá-lo associado à imposição pelo poder e também não buscá-lo associado à fama, quando podem estar incautamente gerando uma grande armadilha emocional com as perdas da simplicidade e da privacidade e, com isto, ganhando os sentimentos de angustia e de solidão.

Jesus de Nazaré nunca procurou a fama, pelo contrario, sempre procurou se ocultar depois que realizava seus “milagres” e ainda, não explorava nestas ocasiões a emoção das pessoas. Encorajava-as a continuar o seu caminho e, se quisessem segui-lo, tinha que ser por amor vivenciado em seu sentido amplo – mais universal.

 

Um verdadeiro cientista tem consciência não do quanto sabe, mas do quanto não sabe – e, se neste sentido confessando-se sua ignorância e procurando dela sair, será mais que um cientista, será um pensador e um verdadeiro Realizador.

Jesus nunca pedia conta dos erros de uma pessoa. Não queria saber com quantos homens a prostituta tinha dormido. Suas atitudes eram tão incomuns que ele corria risco de morrer por elas. Conseguia criar vínculos com as pessoas discriminadas, ao apreciá-las, porque penetrava dentro delas e as compreendia – aquele que não for capaz de compreender seus semelhantes, não conseguirá amá-los.

Jesus de Nazaré amava muito a vida, mas podia discorrer naturalmente sobre o sonho da eternidade, quando se transpõe a morte – para ele não existia a separação entre vida e morte. Enquanto para a ciência nada é tão drástico para a memória e para o mundo das idéias quanto a morte. Com ela a memória se desorganiza, bilhões de informações se perdem, os pensamentos deixam de ser produzidos e a consciência mergulha no vácuo da inconsciência. O caos do cérebro destrói o direito mais fundamental do ser humano. O direito de ter uma identidade, de ter consciência de si mesmo, de possuir uma história.

Sabendo das consequências da morte, Jesus vendeu o sonho da eternidade para as pessoas, que até hoje continuam confusas em relação a ela, sem saberem quem são e para onde vão, mas que ele já naquela ocasião respondia estas questões com segurança.

Os quatro evangelhos relatam que Jesus venceu o que é impossível para a ciência – o caos da morte, resgatando a sua vida, sua identidade e preservando o tecido da sua memória, uma condição que hoje os dimensionais conscientes dão para ela o nome de transmutação. À medida que Jesus de Nazaré vendia o sonho da eternidade, aumentava o numero de seus seguidores levados pela sua eloquência ao discorrer sobre este sonho do após morte.

Ninguém é emocionalmente estático, a não ser que esteja morto. O campo de energia psíquica vive num estado continuo de desequilíbrio e de transformação. A energia psíquica do prazer ou da dor passa inevitavelmente pelo caos e se reorganiza em novas emoções. Simplesmente não é possível interromper a produção dos pensamentos e nem dos sentimentos.

Dentro desta percepção a sociedade atual tornou-se uma fabrica de estímulos agressivos. As pessoas não possuem defesas emocionais, quando então pequenos problemas causam grande impacto. Ficam anos a fio em escolas aprendendo conhecer o mundo exterior, mas elas não aprendem quase nada sobre a produção dos pensamentos, a forma de gerenciá-los e de administrar suas frustrações e angustias no intuito de rearranjar o seu mundo interior. Desconhecem que os pensamentos negativos e as emoções tensas são registrados automaticamente na memória e não podem ser removidos, mas podem ser apenas reeditados.

Ser feliz é o requisito básico para a saúde física e intelectual. Mas, do ponto de vista da psicologia, ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas extrair sabedoria dos erros, alegria das dores, força das decepções e coragem dos fracassos. Jesus estava neste mundo para proclamar a libertação dos cativos, para restaurar a vista dos cegos e colocar em liberdade os oprimidos (Lucas 4:18).

Jesus de Nazaré era um carpinteiro, mas ele se tornou realmente um escultor da alma humana, um libertador do cárcere do medo, da ansiedade e do egoísmo. Ele queria libertar os cativos e os oprimidos, queria também curar os cegos não apenas os da realidade física, mas ainda aqueles que não eram capazes de “enxergar pelo coração”, vendados pelo medo de se confrontarem com as próprias limitações.

 

O menino que veio para um compromisso muito especial no planeta Terra e que brincou nas cercanias de Nazaré não era apenas inteligente, cresceu enriquecendo-se também em sabedoria para se tornar pouco a pouco um analista da alma, capaz de mapear a personalidade humana como nenhum pesquisador da psicologia. Ele não apenas conheceu os erros e defeitos exteriores do ser humano, mas também analisou o funcionamento de sua mente e compreendeu como as mazelas psíquicas são produzidas no mais intimo de seu ser – e, esta compreensão explica porque ele foi tão tolerante com as suas falhas. Ele procurou ajudar o ser humano a romper os grilhões dos conflitos, que controlavam e sufocavam a sua psique, para que ele tornasse a sua alma livre e feliz.

Ele sempre afirmava que as pessoas precisavam gerenciar seus pensamentos – sentir-se e se perceber no aqui agora, sem ficar gravitando em torno dos problemas do amanhã. Contemplando a Natureza ele ainda dizia aos seus ouvintes que deveriam se espelhar nela. Serem grandiosos e belos, se mostrando pela simplicidade de ser. Não foram os milagres que realizava que mudaram a historia da humanidade. Foram seus sonhos, que tem feito bilhões de pessoas sonharem ao longo dos séculos.

Na parábola do semeador (Mateus 13:3) Jesus de Nazaré comparou procedimento humano frente à vida, aos vários tipos de solos. Nesta sua parábola é analisado o coração emocional e intelectual humanos. Nela também são levados em conta e destacados os sentimentos do desprendimento, da receptividade e da disposição de aprender e não ficar oscilando-se ao apontar erros ou acertos e sucessos ou fracassos. De acordo com este seu ensinamento a memória seria um solo que deveria receber sementes e que uma vez germinadas desenvolveriam e frutificariam.

Entretanto, frutificar onde?… No solo da emoção e no terreno dos pensamentos!…

E quais seriam os frutos?… Amor, sensibilidade, solidariedade, perdão, capacidade de doação e habilidade para pensar antes de reagir!…

 

Jesus de Nazaré conquistava o espírito das pessoas – o cerne do ser humano, inspirando-as ao desejo ardente da mudança, da criatividade e da arte de pensar, o que atualmente a educação clássica almeja, mas não atinge. Ele queria produzir pensadores e não simples repetidores. Sua vontade não era corrigir comportamentos e nem produzir pessoas “programadas” que reagissem como robôs – como hoje acontece com aqueles que são meros leitores da bíblia e de outros livros tidos sagrados. Ele plantava sementes nos solos conscientes e inconscientes da memória de seus seguidores, objetivando que elas transformassem suas personalidades ao longo da vida e se transformassem em realizadores.

Ninguém sonhou mudar o mundo como Jesus – O Cristo, mas sem se valer de qualquer tipo de violência e pressão para isto, porque sabia que a mudança só seria real se houvesse uma mudança da alma e do espírito humanos. Os quatro tipos de solos que ele descreveu em sua parábola do semeador representam quatro tipos de personalidades distintas ou quatro estágios de uma mesma personalidade.

Em relação à semente que caiu à beira do caminho, Jesus chamava a atenção para as pessoas, que já acostumadas ao seu próprio caminho, não estavam abertas para algo novo, não estavam dispostas a aprender fechadas dentro do seu mundo. Contaminadas pelo orgulho, não conseguiam abrir o leque de possibilidades dos pensamentos. Ninguém conseguia levá-las a rever seus paradigmas, não conseguia semear em seus corações. A sabedoria requer que o ser humano esteja sempre aberto às novas lições. A humildade é força dos sábios. A arrogância é força dos fracos. Nem Jesus com suas mais belas sementes de sabedoria e de doação conseguia fazê-las germinar, se elas caíssem à beira do caminho.

Os companheiros mais próximos de Jesus quando começaram sua jornada com ele, começaram como sementes jogadas à beira do caminho – tiveram que passar por este estágio, porque eram ansiosos e agressivos. Eles eram rudes pescadores, simples e impulsivos, mas o seu orgulho não tinha raízes profundas, por isso foram escolhidos.

 

Semear a semente no solo rochoso é a segunda condição – ou o “segundo tipo de coração”, que Jesus simbolizou nesta parábola e, de acordo com ela, aqueles que quisessem segui-lo sem desencontros e sem fracassos, eles estariam se enganando, porque neste sentido nunca fez promessas. Ele prometeu perseverança e força, mesmo quando se sentissem frágeis e ainda, alivio nos fracassos e coragem nos momentos de desespero. Mas, qual é a melhor maneira deles enfrentarem as dificuldades em um solo rochoso? De lançarem raízes nos solos da psique? O segredo do sucesso está nestas raízes, quando eles se mostram com coragem, humildade, simplicidade, determinação e desejo ardente de aprender contidos nos solos de suas emoções e de seus pensamentos.

Jesus de Nazaré – O Cristo, ele disse que o ser humano para remover as pedras e o cascalho de seu ser, deve primeiro mergulhar dentro de si, para se conhecer melhor. E, para isto, deve correr riscos para conquistar aquilo que realmente tem valor, ao aceitar com coragem perdas até então tidas como irreparáveis. Deve reconhecer suas falhas, pedir desculpas, perdoar, tolerar, tirar a trave de seus olhos antes de tentar remover o cisco do olho de alguém.

Em uma terceira situação desta parábola as sementes cresceram, mas junto a elas espinhos foram sutilmente também crescendo. No inicio a presença dos espinhos pareciam sem importância, mas com o tempo começaram a sufocar a planta, interferindo em sua capacidade de desenvolver e então, apesar de terem raízes profundas elas não frutificaram e morreram. A pessoa que tem sua semente plantada neste tipo de solo é aquela sensata, que permite crescer no solo de seu coração os sentimentos do perdão, do amor, da sabedoria, da solidariedade e de todas as demais sementes que elevam o ser humano. Ela tornou-se forte para vencer os problemas exteriores do mundo físico, parecendo-se imbatível, mas não estava preparada, com o passar do tempo, para superar problemas do seu próprio mundo interior, que foram sutilmente crescendo no âmago do seu ser.

Esta pessoa não foi capaz de se proteger dos espinhos na forma de suas preocupações existenciais, de sua excessiva atenção voltada à realidade física, ao procurar muitas vezes ser excessivamente admirada, ser reconhecida, ter mais dinheiro, ter mais posses e ser maior que a outra. Neste caso, um dos maiores motivos da asfixia da planta neste solo não é o fracasso, mas o espinho do sucesso que não sendo bem administrado obstrui a inteligência, destruindo a maneira simples de ser. A pessoa precisa cuidar do ecossistema da sua psique. Deve estar atenta para diariamente remover o lixo que acumula nos terrenos de suas emoções e reciclar os seus pensamentos negativos e perturbadores, que sutilmente vão sendo produzidos. Hoje é comum constatar em determinadas Igrejas a pessoa que se diz cristã e que “escudada” pela recente “teologia da prosperidade” ir “vivenciando o ter” – ou, “o sucesso” de ter cada vez mais na realidade física.

No ultimo estagio desta parábola com a semente lançada na terra boa, Jesus com este exemplo entrevê a mudança do ecossistema da humanidade, que para acontecê-la precisa que antes mude o coração do ser humano para realizar esta tarefa. O coração psicológico que representa a boa terra que nela foram removidas as pedras, suporta as dificuldades da vida, lança raízes profundas nos tempos de aridez, debela os problemas íntimos e, com isto, cria um clima favorável para frutificar com abundancia. O grupo privilegiado que acompanhava Jesus de Nazaré fracassou inúmeras vezes, mas superou conflitos, dando valor ao que realmente importava, abrindo seus corações para este vendedor de sonhos e aplicando dentro de si o que ele dizia.

Estes jovens adultos galileus entenderam que seguir Jesus exigia um preço e o maior de todos eles consistia em reconhecer as próprias limitações, enfrentando o egoísmo, o individualismo e o orgulho que contaminavam o território de suas emoções. Para Jesus, que nenhum solo era inútil ou imprestável, utilizava varias ferramentas para corrigir os solos emocionais destes seus impetuosos seguidores, que ao andarem com ele, eram colocados em situações difíceis, quando entravam em contato com o próprio medo, ambição e outros conflitos. Nunca alguém entendeu tanto das vielas da emoção humana e desejou transformar o teatro da mente num espetáculo de sabedoria. Jesus provou que em qualquer época da vida se pode reeditar o filme do inconsciente e mudar os pilares centrais que estruturam a personalidade.

Muitos pensam que no consultório de psicologia estão reconstruindo o passado, mas muitas vezes estão recordando o passado desfigurado pelo presente. O objetivo máximo do tratamento psicológico é reeditar a historia passada e regatar a liderança do “eu”, que tem de ser gerente dos pensamentos, administrador das emoções, caso contrario, ele será sempre vitima das suas misérias psíquicas. Jesus desejava para aqueles que o seguiam fossem capazes de reescrever a própria historia, aprendessem a pensar antes de reagir, rompessem o cárcere interior e tornassem lideres de si mesmos.

Jesus de Nazaré sabia que por trás da cortina dos comportamentos dos seus jovens seguidores havia uma agressividade explosiva e uma impulsividade incontrolável. E em função disto ele desejava que estes seus doze seguidores galileus ao reeditarem o passado, conhecessem a grandeza do perdão e superassem o sentimento de culpa e cultivassem o sentimento de um amor fraterno – instrumentos preciosos para esta reedição.

Certa vez correndo Jesus o risco de morrer apedrejado ao defender uma mulher adúltera, pessoalmente interferindo neste apedrejamento, os seus jovens acompanhantes entenderam pela inércia deles naquele momento, que ele eram também discriminadores e também tornaram consciência de seus limites, ansiedade e dificuldade de raciocinar em situações estressantes. Após esta experiência, criou-se no intimo deles um ambiente psíquico propício para que fosse realizada a psicoterapia mais eficaz e deste modo a frase de Jesus “amai o próximo com a ti mesmo”, ganhou outro sentido, penetrando nos solos inconscientes de suas memórias, reeditando traumas e conflitos.

 

Jesus de Nazaré sinalizou que o ser humano deve ter esperança de transformar os problemas mais intocáveis de sua personalidade. Entretanto, Judas achou que o seu caso (traição) não tinha solução e já que Jesus nunca o abandonou, foi Judas que se abandonou.

Este vendedor de sonhos treinou seus acompanhantes a serem fiéis à própria consciência. Em sua parábola do fariseu no templo ele ensinou que não adianta disfarçar e teatralizar comportamentos. Não é a quantidade de acertos que determina a grandeza daquele que está em processo de aprendizado, mas a sua capacidade de reconhecer seus erros. A pessoa pode ter mil defeitos, mas se tiver a coragem de admiti-los, abrirá caminho para ser curada. O mesmo principio ocorre na psiquiatria e na psicologia modernas. Nada se pode fazer por uma pessoa que se esconde dentro de si, a não ser que seja uma psicótica.

Hoje se vive intensamente em sociedades que amam disfarces e máscaras sociais. As pessoas sorriem mesmo devastadas pela tristeza, mantêm as aparências mesmo que falidas e para os de fora são éticos, enquanto para os membros da família são carrascos. O sistema político simplesmente não sobrevive sem mascaras, disfarces e mentiras. Certa vez Jesus criticou neste sentido líderes religiosos, comparando-os a sepulcros caiados – são vistosos, ricamente aparamentados, mas por dentro estão apodrecidos.

 

No sermão da montanha ele deixava transparecer que não adiantava não só matar, que era necessário também não irar, querendo dizer com isto, que tanto não pode fisicamente matar, como também não pode matar interiormente outra pessoa. Muitos matam emocionalmente colegas de trabalho, amigos e às vezes até pessoas que mais amam, quando elas os decepcionam. Jesus aceitava todos os defeitos daqueles que o acompanhavam mais de perto, mas não admitia que eles não fossem transparentes. Ele não admitia a hipocrisia e a dissimulação, porque ele mesmo falava abertamente o que pensava, mesmo sabendo que poderia ser preso ou morto no ambiente de opressão em que vivia. Ele transpirava serenidade e, embora falasse a verdade, em algumas situações optava pelo silencio, para só então em um segundo momento falar.

Em sua época as pessoas estavam famintas e doentes e quando a miséria física bate à porta, ninguém se anima a pensar mais profundamente sobre questões existenciais. Os instintos prevalecem sobre a arte de pensar. Estimular o pensamento de pessoas famintas era um verdadeiro desafio. Fazê-las deslocar a atenção do pão físico para o pão psicológico e espiritual era uma empreitada gigantesca, mas ele conseguiu. Jesus foi um excelente comunicador de massas. Ele atraia multidões incontáveis, inspirando como vendedor de sonhos a alma e o espírito humanos. Treinou os seus seguidores mais próximos não apenas falar para o mundo, mas falar do próprio mundo.

 

Jesus não tinha vergonha de seus sentimentos. Chorou algumas vezes em publico. Ele amava a condição de ser humano e de ser transparente. O mesmo queria para aqueles que o acompanhavam, quando os incentivava tirar as mascaras e falar de seus próprios sentimentos. Horas antes de ser preso chamou Pedro, Tiago e João e disse-lhes “minha alma está triste até a morte” (Mateus 26:38). Neste momento crucial de sua existência física usou a própria dor para criar o melhor ambiente para ensiná-los e também o mundo inteiro a não terem vergonha dos sentimentos. A não esconderem conflitos, a buscarem ajuda mutua, a romperem com a solidão e jamais se comportarem como gigantes intocáveis e perfeitos.

O projeto de Jesus – O Cristo não era um projeto em torno de mais uma religião, era um projeto para toda a humanidade. Ele procurou mostrar que o existir, podendo pensar e sentir (ter) consciência de si mesmo era uma experiência fascinante e única.

Jesus ensinou aos seus seguidores mais próximos a insubstituível arte de dialogar e de perder o medo ao falar de si mesmo, para quando posteriormente entrassem nas casas das pessoas, eles pudessem ser mais bem entendidos, tocando-as mais diretamente em seus corações e mudar os seus paradigmas. Vender sonhos para um povo faminto e sofrido, falando de um reino invisível aos olhos humanos, não seria uma tarefa fácil.

Jesus escolheu jovens impetuosos e individualistas. Mas com o tempo aprenderam trabalhar em equipe, resolvendo antes disputas internas, neutralizando o ciúme, a inveja, a prepotência e a necessidade de uns se fazerem mais importantes que os outros. Aprenderem antes, uns se colocarem no lugar dos outros, procurando verem o mundo com o mesmo olhar, como necessidade fundamental para trabalhar em equipe. Ainda mais, quando tinham que vender aquilo que acreditavam, mas que não fisicamente viam. Se as pessoas já tinham dificuldade de muitas vezes aceitarem informações ao nível da realidade física ou do mundo chamado concreto, então muito mais difícil seria plantar para colher o que estaria ao nível invisível ou do mundo tido abstrato.

Naquele tempo estes propagadores de um novo reino claudicavam e tinham rompantes egoístas. Mas, eles foram aprendendo, que para ter sucesso deveriam conversar e aprender a se conhecer, para traçarem caminhos. Teriam que lidar juntos com rejeições e criticas. Se fossem rejeitados deveriam agir com serenidade.

Este grupo em sua maioria formado por ex-pescadores da Galiléia, cada um deles precisava agora desenvolver uma oratória cativante, capaz de falar ao coração das pessoas e encantá-las – e se expressar, que no reino de Jesus, os grandes se colocam a serviço dos menores. Precisava falar e agir de forma que seus ouvintes entendessem que os fortes amam e os fracos condenam.

Controlar características doentias e não deixar que elas se manifestem, não significa superá-las definitivamente, o que só acontece quando elas são reescritas nas matrizes da memória, não dando mais possibilidade que mais cedo ou mais tarde, elas possam sutilmente surgir nutridas. Controlá-las exige a grandeza da humildade.

Jesus de Nazaré era capaz de uma oratória sem precedente, mas logo depois de deixar multidões extasiadas pelo que dizia, recolhia-se, procurando o anonimato. Dificilmente alguém de uma grandeza ímpar desprezaria tanto aplausos e poder político como ele desprezou. A tristeza de um leproso, o desespero de um paralítico e a compaixão por uma prostituta eram momentos que arrebatavam o seu coração e eram mais importantes para ele, do que ter o mundo aos seus pés, mesmo em um momento quando a multidão o aclamava rei.

 

Naquele tempo o problema de Israel era o cárcere do império romano, mas para Jesus de Nazaré era muito mais grave, era o cárcere da emoção, o cárcere das zonas de conflito que se encontram nas matrizes da memória – o problema estava na essência do ser humano. Hoje, naquela parte do mundo, apesar dos agentes serem outros, o cárcere das zonas de conflito continua instalado nas matrizes da memória daquele povo.

Jesus dizia de varias maneiras e em vários momentos, que o ser humano só seria livre se fosse livre por dentro de si mesmo, se seu espírito fosse transformado, se a fonte dos seus pensamentos fosse renovada, fosse reescrita.

O homem mais doente não é o que tem a pior doença, mas o que não reconhece que está doente. O maior erro de Judas não foi a traição, mas a sua incapacidade de reconhecer as próprias limitações, de aprender com Jesus que os maiores problemas humanos estão na caixa de segredo da personalidade. As pessoas que fizeram guerras defendendo o cristianismo, como as Cruzadas, as fizeram em nome de um Cristo imaginário, irreal, porque o Cristo Real foi o que amou seu traidor, que teve coragem de esquecer a sua dor para pensar na dor do outro, mesmo que este fosse um carrasco. Jesus de Nazaré não cabe no imaginário humano.

O ser humano quase sempre promete lutar por seus ideais, dar um sentido mais verdadeiro à sua vida, valorizar as coisas essenciais, mas gasta uma imensa energia com coisas sem importância. Raramente rompe a rigidez de sua agenda para fazer aquilo que verdadeiramente lhe dá prazer e que o encanta, muitas vezes preocupando-se pelas criticas dos outros. E, com isto, fazendo cavalo de batalha por questões tolas, tornando-se um traidor de si mesmo.

Apesar de Jesus ter sintetizado os desejos fundamentais de todos os povos de todas as eras, muitas vezes o ser humano despreza sua historia, assim com fez Judas.

O ser humano quando sente que o mundo o abandona, a solidão é ainda suportável, mas quando ele sente se auto-abandonar, a solidão é insuperável. Ele nunca deve se auto-abandonar. Judas se abandonou, não se perdoou – ele não queria exterminar a existência, mas a dor que solapava a sua alma. Não há lagrima que não possa ser estancada, ferida que não possa ser fechada, perda que não possa ser enfrentada e culpa que não possa ser superada. Os que superam seus traumas e erros tornam-se belos e sábios.

Pedro não cometeu erros menos graves do que os de Judas, que traiu Jesus por trinta moedas, enquanto Pedro o negou veementemente três vezes para três pessoas de baixa posição social. Um traiu e o outro o negou. Os dois erros foram grandes e graves, mas geraram dois destinos diferentes. Ambos experimentaram um dramático sentimento de culpa. Pedro amava Jesus e Judas o admirava. O amor de Pedro resistiu ao drama da culpa, a admiração de Judas sucumbiu a ela.

 

Pedro se perdoou, Judas se puniu. As lagrimas derramadas por Pedro produziram uma amarga lição de vida, enquanto as derramadas por Judas produziram um amargo sentimento de culpa. A dor de Pedro arejou sua emoção, fazendo-o compreender a sua fragilidade, preparando-o para se tornar um forte. A dor de Judas sufocou sua emoção e tornou-o uma pessoa presa em sim mesma – um fraco

Dentre os que andaram com Jesus, ninguém errou tanto quanto Pedro. Mas havia uma qualidade nele que sempre existiu nos grandes homens. Não tinha medo de errar, de chorar, de se entregar para aquilo que acreditava, de correr riscos para conquistar seus sonhos. Ele era rápido para errar, mas rápido também para se arrepender e retornar ao caminho. Naquela ocasião, ele ainda um jovem adulto hiperativo, era vitima da ação do gatilho da memória, que é um fenômeno inconsciente e que abre em milésimo de segundo os primeiros arquivos diante de um estimulo. O gatilho da memória produz as respostas imediatas, que devem ser lapidadas, mas que Pedro em muitas ocasiões em vez de lapidá-las, as exteriorizava – quando ofendido ele rebatia sem analisar.

Entretanto, Pedro por ter sido também um grande observador, ele descobriu o segredo da arte de aprender, esvaziando-se dos preconceitos e dos paradigmas, não temendo o novo e não tendo receio de explorar o desconhecido. Ele entendeu que devia se deixar colocar como uma criança que se expões sem artifícios, sem dissimulação diante o mundo que o cercava. Quem não consegue esvaziar das próprias verdades não consegue abrir as possibilidades dos pensamentos. Qualquer pessoa que não consegue se esvaziar e de se colocar como uma criança que busca aventura diante do desconhecido, ela torna-se estéril de novas idéias.

No Getsêmani, antes de ser preso e julgado Jesus chamou em particular Pedro, Tiago e João e para eles falou sobre a sua dramática dor emocional, quando então presenciaram um espetáculo único. Os capilares de Jesus estouravam na periferia da pele, produzindo um suor sanguinolento. Quantos pensamentos não passaram na mente de Pedro? Jesus angustiado, sofrendo, confessando sua dor? Jesus imbatível como realizador de sonhos, agora chorava diante do caos iminente e pedia eu fosse afastado dele o cálice. Que cálice era este?… Que fuga era esta?… Provavelmente a partir deste momento Pedro começou a negá-lo, por não compreender que Jesus clamava ao Pai o afastamento não o cálice da cruz, mas o cálice de sua mente, que naquele momento trasbordava de pensamentos antecipados de sua crucificação e que dilaceravam sua emoção.

 

João, como Pedro tinha graves defeitos em sua personalidade, com evidencias que ele era tenso, explosivo e não sabia lidar com contrariedades. Mas, entre as suas principais e positivas características, como Pedro, se destacavam a transparência e a sinceridade. Não sabia esconder os sentimentos, não maquiava os segredos da alma. Antes João ficava inconformado ao presenciar o cuidado especial de Jesus com as pessoas, quando este tratava os miseráveis com a mesma atenção que dava aos lideres de Israel.

Jesus de Nazaré interrompia comitivas para estender as mãos para os mendigos e doentes, como se eles fossem pessoas mais importantes do mundo e estas suas atitudes produziam laboratórios que chocavam a emoção contida de João, que lentamente foi reescrevendo as matrizes doentias do inconsciente. Ele começou a enxergar as pessoas com os olhos do coração. Olhava-as além da cortina dos seus comportamentos. Passou a entender que por detrás de uma pessoa agressiva, falsa, arrogante, havia alguém em conflito que tivera a infância infeliz. Desde modo a sua intolerância que no inicio chegou até pedir a Jesus para eliminar os seus opositores, foi dando espaço à gentileza e o julgamento precipitado à compreensão. Mas, foram reações de Jesus pregado à cruz que mudariam João para sempre. Ele não seria mais o mesmo depois daquelas seis horas quase de silencio, quando todas as células do corpo de Jesus gritavam por misericórdia em momentos angustiantes, mas grandiosos da verdadeira superação.

 

A psiquiatria trata dos transtornos psíquicos com antidepressivos e tranqüilizantes. A psicologia com técnicas terapêuticas. Mas estas ciências não resolvem o vazio existencial, não dão respostas aos mistérios da vida. Por isto, desenvolver inteligência espiritual é uma necessidade. Não é um sinal de pequenez, mas de grandeza intelectual e de sabedoria. É impossível destruir a procura intima por Deus no ser humano, pois ela é intrínseca à sua Essência e ultrapassa qualquer cultura. Exercitar inteligência espiritual independente de se pertencer alguma religião, é uma necessidade instalada no recôndito do ser humano e que o ajuda a desfazer os nós do novelo da vida. É a busca por respostas existenciais que a ciência nunca respondeu.

O radicalismo e a intolerância religiosa não fazem parte da inteligência espiritual. O desenvolvimento da inteligência espiritual promove exteriormente a solidariedade, a fraternidade e o respeito pelos direitos humanos. Ela também conduz a estabilidade da emoção, o alivio da ansiedade e a expansão da arte de pensar. Portanto, procurar Deus, desejar percebê-Lo é um ato de inteligência espiritual.

Séculos antes o galileu João deixara as redes de pescar para seguir Jesus de Nazaré – um vendedor de sonhos, sem imaginar que aquele homem fosse um excelente escultor da emoção e que até chegou transformá-lo de um pescador de peixes em um pescador de homens, depois de se despir de seu individualismo, de sua agressividade e de sua intolerância. Pedro, do mesmo modo, aprendeu a grandeza desta arte. Estes dois homens e seus demais companheiros mudaram a face do mundo, os seus feitos atravessaram gerações e influenciaram e continuam influenciando bilhões de pessoas.

O clima social na época de Jesus de Nazaré era menos recomendado para falar de amor. A miséria física e emocional, as pressões políticas, e a discriminação floresciam na alma dos judeus. Havia espaço apenas para falar do ódio da revolta contra o império romano. Falar de amor era um escândalo no reino da força física, imposição político-militar e muitas vezes da crueldade.

 

Mas, ali e naquele tempo Jesus criou em volta de si um ambiente de amor quase surreal. E ao aprender a linguagem do amor em seu sentido mais profundo – verdadeiro e universal, os seus doze jovens adultos acompanhantes foram paulatinamente perdendo o individualismo, mas não a sua individualidade. O amor diferente que agora vivenciavam, foi neles corrigindo rotas, apaziguando a emoção, trazendo lucidez ao pensamento e rompendo a estrutura do egoísmo.

Hoje, as pessoas estão divididas em distintas religiões, pertencem as varias igrejas tidas cristãs, mas infelizmente muitas delas continuam também amorosamente divididas e, nesta condição, provavelmente O Cristo não estará com elas presente – e, o sonho de Jesus de Nazaré que se mostrava ao se colocar no lugar do outro e que ensinava em qualquer lugar junto à natureza, não estará com elas também presente.

Dizer cristão pode atualmente no mundo ocidental até dar status social, pois o mundo valoriza os que afirmam adeptos de Jesus Cristo. Mas, quando a procura do status vem primeiro lugar, o amor às vezes vem por ultimo. Jesus jamais impunha as pessoas segui-lo. Ele não impunha suas idéias, mas apresentava-as com clareza e encanto muitas vezes na forma de parábolas, para que suas informações fossem mais facilmente compreendidas. Deixava que as pessoas decidissem o caminho a tomar, quando dizia: “quem quiser vir após mim siga-me… “Quem tem sede venha a mim e beba”… ”Quem de mim alimenta jamais terá fome”.

A ciência humana é lógica e linear. Ela conduz o ser humano a explorar o mundo físico, mas é simplista para produzir seres humanos que explorem seu mundo emocional e se tornem autores da própria historia. De um modo geral a humanidade não percebe o quanto o sistema social a entorpece. A alma humana deixou de ser uma fonte de tranquilidade, para se tornar uma de ansiedade. As pessoas vivem para pensar em ter, sem perceberem que devem pensar para ser e assim, vão destruindo encanto da vida no seu verdadeiro sentido – de viverem em harmonia uns com os outros. Jesus, ao contrario da maioria das pessoas sentia prazer em penetrar no mundo das pessoas.

Apesar dos seres humanos viverem em sociedades populosas, a proximidade física não os trouxe proximidade emocional. O dialogo praticamente morreu. A solidão virou rotina e eles aprendem durante anos regras gramaticais para falar de maneira correta, mas não sabem de maneira certa, de forma transparente falar de si mesmos – mas fugidias, sabem e gostam fofocar a vida uns dos outros. Os pais escondem de seus filhos suas emoções e estes fazem com eles o mesmo. Os professores escondem atrás do giz e dos computadores. Psiquiatras e psicólogos procuram resolver sem sucesso a solidão de seus pacientes, mas estes não podem ser tratados do mal de suas almas entre as quatro paredes de um consultório.

Os doze seguidores de Jesus de Nazaré não possuíam dinheiro, fama e proteção, mas no final eles conseguiram (com exceção de Judas Iscariotes), o que todos os seres humanos sempre desejaram. Tinham alegria, paz interior, segurança, amigos e ânimo. Cada um deles viveu uma grande aventura. Cada um teve grandes sonhos e coragem para correr riscos e transformá-los em realidade. Em alguns momentos parecia que eles tinham perdido a esperança e a fé, mas cada manhã era um novo começo, com cada derrota uma oportunidade para aprender, crescer e continuar o caminho. Na infância e juventude tinham passado por inúmeros traumas, mas Jesus – o vendedor de sonhos – os transformou em um grupo humano inteligente e saudável.

 

As cartas que escreveram revelam características de personalidade que poucos conquistam. Os sonhos que eles viveram vão ao encontro dos mais belos sonhos da filosofia, da psicologia, da sociologia, das ciências da educação. Mostraram que vale a pena viver (mesmo quando mártires tiveram suas vidas ceifadas), conduzidos por Jesus de Nazaré que foi o maior educador, psicoterapeuta, socioterapeuta, pensador, pacifista, orador e vendedor de sonhos,

 

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… Séculos depois, nos dias de hoje…

Há dois mil anos atrás Jesus de Nazaré – o “Consolador”, como o vendedor de sonhos forneceu as sementes, para que auxiliado por um grupo de jovens galileus que o acompanhavam, elas fossem plantadas, germinassem, constituíssem arvores frondosas e dessem bons frutos, “adocicados” pelo amor, pela perseverança e pela compaixão.

E então, pela regência do Quinto Princípio Universal – o de Ritmo, que encerra a verdade de que em tudo manifesta um movimento proporcional e que existe um movimento entre dois pólos, manifestando-se nos planos físico, mental e espiritual, surge hoje um novo grupo para dar continuidade ao trabalho daquele que semeou sonhos, cerca de dois mil anos atrás.

A vibração sempre vai para o lado de um pólo e depois para o lado do outro, mas cada evento pode ser considerado único, sempre dentro de um contexto maior que compõe um todo cíclico. Existe sempre uma ação e uma reação, uma marcha e uma retirada, uma alta e uma baixa, manifestadas em todos os fenômenos do Universo.

Dentro deste Principio, este segundo grupo de dimensionais despertos é constituído por uma maior quantidade de pessoas que o primeiro, mas passou por processos de construção semelhantes àquele outro. As pessoas que o compõem tiveram antes, que passar por momentos de aprendizado na forma de desencontros, acertos, desconfianças, incompreensões e lágrimas, mas também de descobertas e de alegria em relação a si mesmas, ao universo e às realidades paralelas, conduzidas por outro “Consolador” e realizador, que as preparou para interagirem com as Frequências do Mental Superior e do Mental Dimensional e paralelamente, as incentivou ainda, alcançarem o padrão evolutivo próprio ao estado de consciência e razão, para manipulá-las e direcioná-las.

Hoje, estas pessoas chamadas de dimensionais conscientes e de pesquisadores colhem frutos das sementes que foram plantadas na época de Jesus de Nazaré – mas, estes frutos que estão agora ainda mais amadurecidos e próprios para “alimentarem” em um novo tempo, são distribuídos em outro feitio de ação.

O termo dimensional qualifica as pessoas (1/3 da população mundial), que já anteriormente transmutaram e que têm a sua origem em outra parte do Universo e não no planeta Terra, que dela são originários os “planetários” (os outros 2/3 da população).

Os dimensionais que procuram estar em sintonia à Frequência do Cristo Universal, eles precisam estar em estado de graça e harmonicamente inseridos em outro nível de percepção, de entendimento e de ação, onde “o julgo” dos sentidos não mais alcança. É necessário ainda que eles se expressem de forma mais dinâmica e com visão mais ampla e que busquem o multidimensional em seu verdadeiro sentido cósmico-divino e não mais de forma estática, limitada, dependente e baseada em cantilenas religiosas como fossem “leis”, sem permitirem divergências – procedimento que foi mais insistentemente presente no obscurantismo religioso medieval de tempos atrás.

Jesus Cristo veio passar a Boa Nova como uma novidade necessária ao conhecimento humano, que hoje acrescentado com novas informações aos dimensionais conscientes, estes não podem deixar que as distorçam por motivos religiosos, como aconteceu dois mil anos atrás” – “Bilu”.

Na língua original do Antigo Testamento, o Hebraico, o nome. Yehoshua, ou sua abreviação Yeshua, é a forma masculina do substantivo yeshu’ah, que quer dizer salvação. E igualmente da raiz grega “Krestos” deriva “Cristo”, cujo significado como ensinamento passado pelas Escolas de Mistérios é fogo e se relaciona a um titulo e não a um nome pessoal.

Yeshua Krestos significa o “Fogo Salvador” – e, também significa aqueles como “consoladores” de ontem e de hoje, se prepararam e se preparam para manipular alquimicamente a Energia vermelho-dourada (kundalini), que já transformada em frequências multivibracionais possam com elas dominar a matéria.

O Cristo é uma Energia Universal, que envolve (“salva”) aqueles que estão em estado de graça (“são puros”), quando nesta Frequência interagem. O ser humano (homem e mulher) quando não distorce o verdadeiro motivo do uso da energia sexual-kundalini e muitas vezes nem tendo o casal relação sexual (“sexualidade imaculada”), ele cria o Salvador – gera a Chama Trina através do Fogo Crístico.

Abaixo uma imagem fotográfica da Energia Cristica, que se mostrou durante um trabalho, utilizando-se das energias mental e vibracional dos dimensionais, no campo da Universidade Federal de Minas Gerais/Brasil.

 

Apenas quando a Inteligência humana dispõe a servir o Cristo interno – o Logos, é que a felicidade mais verdadeira instalará na Terra – na Era Dourada que já se iniciou, para que aconteça a presença mais premente do Bem. Mas, a presença de Deus não é obra que acontece em função de terceiros ou pelas circunstancias da natureza, mas é algo que os seres humanos devem produzir dentro de si através da intima substancia de seu “Ser”.

E esta substancia se seu “Ser” só se mostrará para eles, quando souberem se conduzir mentalmente neutros pela Linha B (do Meio) das Linhas da Vida, sem mais se deixarem influenciar pelos excessos tanto negativos quanto positivos, que são gerados respectivamente pelas suas emoções nas Linhas Auxiliares A e C de suas três Linhas da Vida – portanto, já livres do sentimento de dualidade próprio para “ se jogar” no conflitante “jogo da vida”, na realidade física .

O despertar é constante, portanto é um processo dinâmico-individual, experimental e renovador no espaço e no tempo. Assim, as formas pelas quais informações e conhecimentos foram passados e recebidos seis mil anos atrás, não foram os mesmos de dois mil atrás e muito menos devem ser os mesmos de hoje.

Ser consciente ou expressar consciência é expressar a condição de se tornar eterno, porque ela continua com a transmutação, portanto continua presente nos mundos paralelos – nas outras realidades. E consciência – ser consciente, pode ser também entendido como uma reflexão interior, que possibilita o reconhecimento tanto das qualidades positivas quanto negativas do ser humano, um reconhecimento necessário que faz parte de sua compreensão do universo, e dos universos (realidades paralelas) à sua volta. Ser consciente ainda nas relações humanas é ser compreensível, ser paciente e possuir companheirismo com todos e expressar nobreza com tudo” –“Bilu”.

A linguagem de ontem buscando os “céus” é a linguagem de hoje buscando o multidimensional. A fé cega de ontem é o desejo consciente de hoje interagindo na quarta dimensão, para que a Vontade realize depois na terceira dimensão, o que ontem era chamado de “milagre”. O “crente, o fiel e o religioso” que ainda ontem se ajoelhava (literalmente), é aquele hoje que se ergueu já liberto do medo e da solidão e cônscio de sua responsabilidade de Co-criador.

Os dimensionais conscientes e pesquisadores de hoje não vieram para se mostrarem em altares ou em púlpitos de igrejas ou de templos físicos, como procediam também àqueles jovens adultos galileus de ontem que acompanharam Jesus de Nazaré. Vieram para se mostrar em condição especial de compromisso consigo mesmos e com o Universo, propagando novas informações e novos conhecimentos em todos os locais. Vieram em outro patamar mental, ajudar a dar um basta no caos vivenciado pelos seres humanos, que desviaram de sua Verdadeira Realidade Vibratória e Multidimensional. Vieram para dar continuidade e redirecionamento ao que foi ensinado há dois mil anos atrás. Vieram para passar conhecimentos relacionados ao domínio de Leis Universais e a manipulação de Frequências Multivibracionais, como fez Jesus de Nazaré – O Cristo, que tinha um padrão vibratório como um ser humano, mas a Sua Consciência Divina estava sempre direcionada e conectada em outra Esfera de Realidade de muito mais vibração.

Em Jerusalém dentro da historia do cristianismo, após o afastamento físico de Jesus de Nazaré posteriormente transmutado, ficaram principalmente três de seus seguidores em intenso trabalho de propagação, que foram Pedro, Tiago e João impulsionando e direcionando a “casa”, um local de assembléias que ali realizavam, procurando nele se somarem, vibrando em uma frequência mental que os dimensionais e pesquisadores de hoje devem revivê-la de forma mais correta – agora, de forma mais conscientes e mais participativos, o que não aconteceu naquela outra época” – “Bilu” (Foto abaixo com a sua silhueta bioplasmada).

 

A Era de Peixes começou no ano 7 a.C, com o nascimento do Avatara da Era de Peixes Jeoshua Ben Pandira – ou, Era de Jesus Cristo bíblico. Seu nascimento ocorreu sete anos antes da data oficial como marco inicial zero da humanidade e ele expressou como tônica principal de sua Era a Vibração do Amor Universal.

A Era de Ouro já começou em terras brasileiras, conforme a tradição que se iniciou no Oriente e se firmou no Ocidente com seu manancial de conhecimentos passados… E o Avatara desta época chamado de Maitréia Buda por alguns, ele comanda este Novo Tempo voltado ao Conhecimento e à Sabedoria.

Buscar conhecimento e, sobretudo, buscar “Se Conhecer”, é a única maneira que os seres humanos conseguem fugir “das trevas da ignorância”. Buscar “este conhecimento” é necessário, para que eles se informem de seu passado, se faça com firmeza no aqui e agora, buscando com coerência o seu futuro.

De acordo com “Bilu”: “o presente não existe, basta que se pronuncie uma única letra do alfabeto, esta pronuncia já faz parte do passado e a que se irá falar a seguir já está no futuro. O que o ser humano diz ser o presente é um acontecimento que dele participa ao seu bel prazer com os seus cinco sentidos no mundo físico (material), em que vive. E, este acontecimento só será para ele realmente benéfico, se souber harmonizar sintonizado no mundo extra-físico às duas outras polaridades, que ele chama de passado e de futuro”.

Tecnologia de outras realidades, não é a tecnologia conhecida da ciência humana que envolve fios, baterias, componentes eletrônicos e outros componentes físicos. Ela é de origem bioplasmatica, apesar de se utilizar da vibração dos quatro elementos presentes na realidade física. É uma tecnologia sincronizada com a Frequência de Ressonância Schumann do planeta e dos demais corpos celestes existentes no universo – e, com ela em um pulsar do próprio Cosmo, movimenta e sincroniza todo um conjunto de eventos e de pessoas associados ao que é chamado de passado e de futuro. Esta tecnologia complementa no ser humano (dimensional) o que lhe falta em seus sentidos normais (cinco sentidos)” – “Bilu”.

Aqueles que já estão compromissados com a “Energia do Dourado” vivenciam na realidade física “dois tipos de vida”, a de sua condição humana com seus afazeres cotidianos e a de sua condição dimensional que exige deles constantes conhecimentos com aumento em seu nível de consciência, para cumprirem o compromisso que firmaram antes de tudo consigo mesmos e com o Universo através de seus parceiros de outras realidades. Eles estão procurando sair da “escuridão” da desinformação e paralelamente buscando sair do domínio do mundo dos sentidos. Estão escapulindo da limitação e da condição ilusória de sua atual realidade, através de novas informações e de novos conhecimentos e de novas experiências que vão adquirindo.

Eles já estão ensaiando para serem verdadeiramente livres, para mais rapidamente “levantarem vôo”, dominarem Leis Universais, manipularem frequências multivibracionais e alcançarem o Multidimensional. Eles estão procurando a evolução mental, que os permite utilizar corretamente de sua energia vibracional e ter o pleno domínio de suas potencialidades mentais. Estão procurando alcançar níveis mentais compatíveis com as mudanças vindouras e necessárias a uma nova etapa evolutiva físico-mental e comportamental para a humanidade. Eles estão aprendendo coordenar mais constantemente seus pensamentos e desejos em outro padrão evolutivo e, com isto, canalizarem energias para que atuem de maneira favorável aos seus objetivos – chegou o momento para eles transporem os portais energéticos rumo às realidades paralelas, como mostra abaixo a imagem filmada, quando na entrega de uma “Placa” física.

 

Eles estão também aprendendo utilizar de uma série de características emocionais e mentais, que os sinalizam com habilidades extrassensoriais e ainda com padrões de comportamento que os caracterizam como intuitivos e que os direcionam a um conjunto de procedimentos especialmente muito próprios compatibilizados à Era de Ouro.

Agora é hora do despertar e se integrar até fisicamente com os universos paralelos, porque os seres humanos (dimensionais conscientes) já alcançaram esta condição.

A partir do dia 10 de outubro de 1999, em torno das 4h45min, na Fazenda Hotel Projeto Portal, com a entrega da “Primeira Placa” começou alterar a frequência mental de todos os dimensionais conscientes e inconscientes, portanto, começou a alterar a frequência mental de um terço da população da Terra. Naquela data o futuro e o passado se expressando no aqui e agora daquele momento, se fez como Chave Energética na forma da “Primeira Placa” e permitiu a abertura da “Grande Porta”, que por ela foi também permitido de maneira definitiva e decisiva o livre trânsito entre a terceira e a quarta dimensões.

Naquele instante começou o fim de imposição do poder paralelo (GO) à humanidade associado ao significado do número 666 e começou outro oposto de reconstrução associado ao significado do número 999, associado à Era do Conhecimento, da Sabedoria e da Realização – à Era de Ouro.

Abaixo a fotografia que registrou o acontecimento de alguns poucos minutos antes – a entrega da “Primeira Placa”. Neste instante fotográfico o dimensional que a recebeu, estava sendo felicitado ainda envolto pelo bioplasma (“neblina”), que nela já começavam aparecer na realidade física os incipientes corpos circulares dos Seres Ultradimensionais.

 

Portanto, a partir daquele instante estavam assegurados os acontecimentos já codificados nas Linhas do Tempo para que acontecessem e, paralelamente estava assegurada a permanência no plano físico dos Guardiões dos Planos mais Sutis – e, com eles uma nova frequência mental-vibratória, possibilitando o surgimento de uma Nova Consciência para a Nova Era de Ouro. Há muito já estava escrito que seres de origem divina, os dimensionais já conscientes e em compromisso, surgiriam no meio da população neste final do ciclo de 26.000 anos e que seriam reconhecidos não só pelas marcas que teriam em suas testas (Simbologia), mas, principalmente como “possuidores de Placas”.

Abaixo a fotografia da “Quinta Placa” (pela ordem de entrega). Os símbolos nela gravados em seus dois lados estão associados ao compromisso do dimensional que a recebeu, na realidade física. E um deles é o “P”, que significava “Peixe” e que sinalizava os locais onde os primeiros cristãos reuniam-se escondidos. Mais informações, neste Site, na Pagina Relatos, com o texto: No milharal, “a entrega da Quinta Placa”. E na Pagina Imagens: O Portal, com fotos e textos deste momento.

 


Os Seres Ultradimensionais já maciçamente presentes na realidade física se valem do campo bioenergético dos seres vivos, que com ele interagem e, se for necessário, nele interferem.

Hoje, basta estes dimensionais aumentarem a vibração conduzida por eles mentalmente, para que os Seres Ultradimensionais que interagem entre as dimensões apareçam nas fotografias em volta deles, em quantidade proporcional à vibração mental que imitem. Eles são “o exército invisível”, que algumas vezes é citado na Bíblia e que pode agora ser “convocado” por estes dimensionais para um objetivo na realidade física, desde que direcionado na Freqüência da Harmonia – no interesse maior da humanidade, do Universo (quarenta e nove raças) e dos Seres de mais Vibração e Luz.

Abaixo imagens fotográficas de Seres Ultradimensionais tiradas no ano de 2003, já normalmente interagindo com os dimensionais em um momento de ativação mental-vibratória destes (foto à esquerda) e algum tempo após a ativação (foto à direita).

 

Os dimensionais conscientes e também pesquisadores e buscadores de si mesmos, eles são os “Prometeus” deste Novo Tempo, por abrirem a “Caixa de Pandora” e serem detentores da “Luz” oriunda da pratica de seus novos conhecimentos, que os permite literalmente interagir cada vez com a Energia Crística como uma Freqüência de Luz/Cor vermelha e dourada, que com ela fazem acontecer na terceira dimensão “fenômenos” inerentes aos mundos paralelos e que são muitas vezes citados no Velho Testamento e em outros livros religiosos, como se fossem causas da presença física de Deus.

Estes dimensionais alcançaram esta condição, conduzidos pelo Cristo Interno – ou, pelo seu padrão evolutivo e sua condição mental para geração de Frequência própria à sua interação com a Energia Crística. Mas, antes tiveram de ter o pleno domínio do Circuito Energético-Vibracional, que é também conhecido como “A Santíssima Trindade” ou, “Pai/Filho/Espírito Santo” ou ainda, relacionado respectivamente com:

a) Pensamento/Desejo/Vontade;

b) Consciência/Plasma/Kundalini;

c) Quinta Dimensão/Quarta Dimensão/Terceira Dimensão.

O ser humano na busca de seu Cristo Interno para se transformar em um ser cósmico (transmutado), ele deve se espelhar em Jesus de Nazaré, que já possuindo a Consciência de O Cristo, tinha conhecimento sobre a manipulação das Leis Universais. Portanto, tinha também o domínio sobre as leis próprias à terceira dimensão, que com elas através de frequências multivibracionais realizava os “milagres”.

A Energia Crística é aquela, que na forma de “explosões” luminosas vem se mostrando em varias ocasiões na Fazenda Hotel Projeto Portal, Corguinho/MS (e mesmo fora dela), como vindo de cima e de mais distante. Entretanto, na ocasião para a “Entrega do Livro da Aliança” ela “explodiu” sobre uma pedra perto dos dimensionais, completando com o elemento terra, com a água (de um lago próximo), com o ar em volta e com o “fogo” como a luz do bioplasma a desmaterialização deste livro, sem deixar nenhum vestígio em um acontecimento, que envolveu outros planos de existência e que marcou um novo tempo para os seres humanos. Mais informações na Pagina Interações, com o texto “Entrega do Livro da Aliança”, neste Site.

Abaixo outro instante fotográfico da Energia Crística. “vindo de cima” com um vermelho mais intenso e “fazendo acontecer” na realidade física, agora em Ziguratz/MS/BR. Mais informações na Pagina Interações, com o texto “Teletransporte – momento da transposição de um viajor”, neste Site.

 

Aqueles que já estão conscientemente compromissados com este Novo Tempo – com a Era de Ouro, portanto já mentalmente movimentando-se em relação à Energia Dourada, ele deve sempre procurar novas informações, ampliar os seus conhecimentos e com eles aumentar o seu padrão evolutivo, para que possa cada vez melhor propagar, que é outro compromisso de todos os dimensionais. Neste “fazer propagador” ele vai paralelamente reforçando as suas convicções e se libertando de maneira solida (muitas vezes sem perceber) das garras do atual Sistema, que dele muitos não conseguem se libertar.

A Frequência do Dourado é uma só. Não é só aquela que se impregna em objetos através de seus campos eletromagnéticos e que utiliza de força da mente na realidade física buscando objetivos materiais, mas é também aquela outra que os extrapola e que vibra energeticamente mais sutil além das necessidades físicas humanas no mundo real. Ela vibra com a força do coração.

Frequência associada à matéria é tudo ligado a ela, portanto não é só o que é tido comumente ligado às posses e aos bens materiais, mas tudo mais também ligado à vida humana, como família, amigos e aos demais sentimentos que envolvem o ser humano à sua vida do dia a dia e que o harmonizem. “Bilu”.

Aquele que procura ter os benefícios físicos do Dourado, ele deve antes ser em outro superior padrão evolutivo, para que possa tê-los – para que nada o falte, tendo sempre o necessário.

Os dimensionais e pesquisadores de hoje, “estão na reta final, estão finalizando a etapa mais difícil relacionada à humanidade, começaram uma nova fase de ouro – fase dourada, tão prometida e esperada pelos profetas e por todos estudiosos e por toda a humanidade. Isto é que eles estão fazendo. Começaram a pavimentar uma nova avenida muito larga dentro da Historia, projetada até o ano de 3.015” – “Tilo”.

 

Fontes de consulta:

1 – www.gotquestions.org/Portugues/doze-discipulos-apostolos.html

2 – www.palavraprudente.com.br/estudos/forrest_k/…/cap18.html

3 – assembleianospuritanos.blogspot.com/…/historia-do-apostolo-tome-doze-…

4 – santo.cancaonova.com/santo/sao-mateus-apostolo-e-evangelista/

5 – A Parábola do Semeador | Estudo Bíblico Evangélico

6 – O Mestre Inesquecível – de Augusto Cury

7 – Apostilas do Projeto Portal

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