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Buscando Saúde

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De Cássio José Eduardo (rjoyceblanco@uol.com.br) – em setembro de 2010


Temos condições de detectarmos as reações do nosso corpo físico, quando algo está nos fazendo mal. E consequentemente, nós podemos transmutar de imediato esses fluidos, vírus, bactérias ou qualquer coisa que seja. Basta darmos um comando mental para essa realização. Contudo, é imprescindível que tenhamos um ciclo cerebral acelerado e de preferência acima de 17 ciclos por segundo.

Entretanto, estamos acostumados sermos conduzidos por comportamentos subservientes e dependentes. Não acreditamos que podemos nos livrar das doenças, usando de energias contidas dentro de nós,

Somos levados a crer que nossas vidas são melhores quando são tratadas por outros e quanto mais caro for o tratamento que temos, mais são as nossas chances de sobreviver. É só avaliarmos por um momento como se busca a saúde no mundo, para vermos o porquê chegamos a essas conclusões.

Quero relatar algo interessante ocorrido comigo. Durante trinta anos sofria com uma enxaqueca muito forte e no decorrer dos anos já havia aceitado a doença, dizendo para mim mesmo: “essa enxaqueca me atormenta” . E veja como esta situação era hilária. Eu já chamava a enxaqueca “de minha” , porque já tinha apropriado dela. È hilário e ao mesmo tempo triste, a facilidade que temos de nos apropriarmos de coisas estranhas e ruins.

Nessa “apropriação” até usava frases engraçadas como: “essa doença eu herdei do meu pai ou da minha mãe” . E ainda como já diziam os antigos: “legado de pobre é doença” . Era isso que eu dizia, quando a enxaqueca me atormentava.

Certo dia estava em casa, quando comecei sentir os primeiros sintomas da enxaqueca, fazendo que eu ficasse com a visão turva e tendo náuseas, moleza e pressão na cabeça, etc. Foi então que eu pensei: “vou parar com isso agora, se foi algo que ingeri não importa, transmutarei isso nesse instante” . Dei o comando mental e por alguns instantes me concentrei. Foi o suficiente para que a enxaqueca fosse embora para não mais voltar. Vale lembrar, que quando esses sintomas começavam não adiantava tomar remédios, que apenas me traziam efeitos colaterais nocivos.

Existem pessoas conformadas com as piores doenças possíveis e algumas até fazem coleção de enfermidades. Não podem ver uma reportagem sobre uma determinada doença, que logo vão dizendo: “há!… eu acho que essa doença eu também tenho, porque apresento os seus sintomas” . E acreditem se quiserem, elas até brigam, se por ventura falarmos o contrario, dizendo-lhes que estão enganadas. Infelizmente essa é a realidade de muitos com “doenças crônicas”.

Estarmos enfermos atrai cuidados e às vezes mimos. São efeitos entre outros desse mundo industrializado digital e rápido. Os seres humanos estão nele cada vez mais carentes e depressivos, levando-os a encontrar nas enfermidades, por incrível que pareça, os caminhos para suprirem suas necessidades afetivas e efetivas.

Devemos despertar as pessoas que se encontram nessa condição de carência com as palavras do Cristo: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em plenitude”. Devemos escutá-lo e não ficarmos nos apropriando de doenças, construindo uma vida bem curta e sofrida.

Dando essas informações não estamos afirmando que a medicina convencional, a indústria farmacêutica e qualquer outra técnica alternativa de cura estejam equivocadas. As últimas pesquisas nos mostram, os vários ramos no campo da cura estão cada vez mais presentes graças aos avanços científicos. Nosso objetivo específico é enfatizarmos agora, que há uma força enorme em cada um de nós e se soubermos manipulá-la, teremos poderes de deuses.

Sugerimos algumas cautelas na ingestão de alimentos, de bebidas e também aconselhamos exercícios físicos e uma dieta balanceada, para mantermos o peso ideal tendo como base o índice de massa corpórea. São observações que seguidas aumentam a nossa freqüência cerebral, o metabolismo e a carga eletromagnética de nosso corpo físico.

Devemos comer maçã todos os dias, ingerir bastante água e alimentos naturais. Devemos também ignorar enlatados, embutidos, sucos industrializados, refrigerantes, corantes e conservantes. Devemos ainda evitar bebidas alcoólicas, cigarros, drogas e alucinógenos.

Sobre as atividades físicas mencionamos as que são feitas no Projeto Portal, como as caminhadas em volta do Morro ou em volta do triangulo de ferro e madeira (orientações sobre sua confecção no PP). Devemos também fazer exercício com a seta de ouro, exercitar fisicamente de forma constante, manter o controle emocional e dormir ao menos 8 horas por dia.

Sobre os cuidados que devemos tomar e que foram expostos acima não temos a mínima pretensão de esgotar o assunto, porque seria de nossa parte uma presunção descabida, mas esperamos que sirvam como questões a serem pensadas e discutidas. E se for do agrado de quem as lê, porque não vivenciá-las?

Agora, a nossa intenção nos parágrafos a seguir é esclarecer de forma simples e objetiva algumas experiências que o agente de cura poderá vivenciar. São esclarecimentos sobre os sinais sutis, que nesta condição podem confundir muito em relação ao seu discernimento e logo, em relação ao diagnostico se não for feito da maneira mais correta. Se não existir essa correção, não ajuda na eficácia da cura e acaba por levar descrença tanto ao enfermo quanto comprometendo a seriedade do trabalho do agente de cura.

Comecemos falando sobre a habilidade da pré-cognição – de ver o futuro, mas sem significar que ele já esteja determinado – de não existir possibilidades de alterá-lo. Nesse aparente emaranhado de causas e efeitos em que vivemos, podemos driblar e alterar no futuro conseqüências negativas, apenas direcionando o assistido para que o mesmo mude no presente o seu comportamento. Por exemplo, orientar o assistido para parar de se embriagar hoje, para que ele não morra de cirrose no futuro.

O agente de cura ao energizar o assistido, vendo o seu futuro comprometido em sua condição atual de alcoólatra, não deve interpretar o que ele vê ao pé da letra, já acreditando que ele morrerá amanhã e criando uma situação de pânico para ambos. Sobretudo, se o assistido acredita não beber em demasia e achar que o agente de cura é um charlatão, sem condições de ver o futuro. Nessa condição o agente de cura pode cair no descrédito e ainda, o assistido continuar com a sua bebedeira e vir morrer de fato em futuro próximo.

Quando falamos em driblar ou alterar as conseqüências futuras, estamos dizendo que entendemos nossa existência como um belo desenho feito com peças de um dominó. Quando cada uma delas de forma elaborada é colocada de maneira estratégica, podemos provocar alterações na dinâmica desse desenho e ao redesenhá-lo, temos surpresas positivas como o resultado final – um resultado que podemos mudá-lo consideravelmente.

Nesse jogo que está presente a habilidade de pré-cognição o agente de cura procede como uma “peça saltitante”. De vez em quando consegue visualizar um pouco do desenho deste jogo e entender mesmo que parcialmente a importância de certa peça em um determinado momento e, por essa razão, poderá direcioná-la um pouco à direita ou à esquerda, modificando de forma considerável, o que supostamente estava predeterminado.

Já presenciamos muitos casos, em que o agente de cura inicialmente se confundiu no meio de “certas visões”, mas com o tempo estas suas percepções foram se ajustando. É verdade que muitas destas situações trazem impasses e geram grandes conflitos ao ponto de desanimar o agente da cura. Contudo, se o mesmo for perseverante e encontrar quem o ajude a administrar este seu dom, ele poderá gozar de profunda satisfação em exercer tal tarefa. Em relação “ver” o futuro é sumamente importante que o dotado sempre pergunte para si a seguinte pergunta: “o que significa tal visão” ?

Nem sempre o que é visualizado implica exatamente no que esta acontecendo ou vai acontecer. Por exemplo, ver o assistido num futuro próximo vivendo com determinada pessoa que não é a sua atual esposa, não implica necessariamente que ele irá separar, mas pode ser que ele tem medo de até pensar que um dia, poderá viver com outra mulher. Pode ainda significar que ele mesmo em meio aos conflitos presentes não quer se separar. Imagine o tamanho do problema desencadeado se essa sua “visão” for mal interpretada. Não estamos com estas informações tendo a intenção de criar uma atmosfera tenebrosa, que impeça o agente de cura de exercer sua atividade, mas que ele possa encará-la com amor e responsabilidade, já que está trabalhando com vidas a favor da vida.

Então, como saber com precisão qual a interpretação correta, em relação ao que foi mencionado anteriormente? Às vezes acessaremos nossa intuição e outras vezes seguimos a orientação dos Ultras e ainda podemos ver a postura do assistido, por exemplo, perguntando-o, se ele se vê futuramente com outra mulher e se resposta for afirmativa, qual seria o significado desta visão para ele. Dependendo do que ele falar, o agente de cura poderá orientá-lo bem.

Estamos referindo aqui a um processo curativo, aonde o contato com o assistido é mais duradouro, facilitando que uma situação desta proporção, possa ser curada de maneira mais objetiva mediante o grau de consciência de ambos.

Um outro exemplo interessante é quando ao energizarmos o assistido surge em nossa tela mental a imagem de um livro aberto e logo uma página dele se vira espontaneamente da direita para a esquerda com algo interessante para observar. Nas paginas anteriores havia algo escrito, mas não na página aberta – na página atual que está em branco. Será que este assistido é escritor e que não consegue escrever a sua obra literária? Pode ser!…Mas, também pode ser que ele esteja mudando uma página de sua vida e que precisa escrevê-la. Que precisa vivê-la, mas está lhe faltando coragem, porque tem alguém que o impede – assim, o assistido deve ser auxiliado para se libertar desse jugo.

É interessante observarmos que a mesma visualização acima poderá ter várias interpretações, portanto é muito importante o discernimento daquele que possui a habilidade de pré-cognição.

Outra habilidade comum entre os agentes de cura é a retro-cognição. É a sua capacidade de ver situações já ocorridas, o que é sumamente importante. Exercitando essa capacidade muitas vezes dispensa longas sessões de regressão, com o agente de cura acertando de imediato qual o problema que aflige o assistido. Vale a pena lembrar que tanto para o plano mental quanto para o espiritual não existe nem tempo nem espaço.

Imaginemos alguém que há anos vem sofrendo por não conseguir perdoar seu pai pelas brutalidades e pelos descasos que sofreu no passado e, por essa razão, é ríspido já há muito tempo tanto com seus filhos quanto também com o seu esposo (a). O mais doloroso neste mecanismo negativo de transferência é que todas essas atitudes presentes são inconscientes naquele que as tem. Ele não consegue detectar que está fazendo muitos sofrerem e principalmente, que está sofrendo muito mais pela falta de seu sentimento do perdão. Quando o agente da cura visualiza o passado desse assistido e de lá narra a surra que levou e que o faz sofrer, de imediato motiva-o para a sua libertação, provocando-lhe uma reação em cadeia inimaginável. Quantas pessoas poderão ser curadas e beneficiadas pelo exercício dessa habilidade.

Na minha concepção sessenta por cento das doenças estão enraizados no passado e os quarenta por cento restantes manifestam-se no momento presente, com a possibilidade de se agravar no futuro. As frases mais ouvidas por nós agentes de cura é esta: “como eu sofri na mão daquela pessoa ou naquele lugar” . E ainda esta outra dentre várias mais: “eu ainda sofro, não agüento mais esta vida de sofrimento, que nem Deus se importa comigo” .

Quando a dor assola nossos corpos físicos, mental e espiritual a sensação é exatamente a de abandono.

O próprio JC passou por esta experiência no Getsêmani quando relatou que sua alma esta triste até à morte [MT 26,36-46] e na sua crucificação, quando expressou a dor provocada pelos sentimentos que vivenciou de solidão, desprezo, impotência. Por vivenciar todas essas sensações relacionadas à sua natureza humana, disse: “meu Deus, meu Deus porque me abandonas-te”. MT 27,45-47.

Seguindo esta linha de pensamento, entendemos porque JC nos recomendou para que visitemos os doentes e os prisioneiros, que também acolhemos os órfãos, viúvas e crianças e que ainda alimentemos os famintos. MT4,18-20. Ás vezes de uma maneira ou de outra todos nós sentimos, à nossa maneira, estarmos abandonados.

O agente da cura não pode ignorar as várias situações, que são gritantes neste planeta mergulhado de atrocidades. Ele deve se conduzir de acordo com os direitos humanos. E se fossemos tratar aqui das agressões sofridas pela Mãe Terra, nós teríamos com certeza muito mais assunto para serem mencionados.

Estarmos presos aos traumas do passado, que nos faz sofrer no presente e comprometer consequentemente nosso futuro.

O grande desafio do enfermo é se responsabilizar pela sua cura, tomando atitudes concretas, inclusive em relação aquelas de seu passado.

Mencionamos particularmente um texto bíblico que JC cura o cego Bartimeu, filho de Timeu. Sobretudo, no instante em que o enfermo joga longe sua capa e vai de encontro ao Mestre – a capa que o caracterizou como doente e mendigo.

Estamos também prontos para lançarmos longe essa nossa capa? Essa que nós carregamos, que nos pesa e que com ela nos transformamos em vitimas? “Essa que em nossa existência nos faz sermos vitimas de nós mesmos? ”. [MC 10,46-52]

“Visão turbinada” é assim que chamamos essa nossa habilidade de ver não só os órgãos como também os Ultras. Ela resume estritamente à uma amplificação da nossa visão física e energética, dando-nos condições de ver tanto com os olhos abertos quanto com os olhos fechados, qual o órgão do assistido que está doente. E se nesse momento houver a interação de um Ultradimencional o veremos ainda melhor – em sua posição exata no corpo do enfermo e o trabalho que já está sendo executado, se for o caso.

O agente de cura que é dotado dessa habilidade poderá ver os órgãos do assistido de uma maneira muito particular. Pode vê-los mais ou menos densos, portanto poderão se mostrar para uns de forma convencional e para outros poderão ser vistos como pura energia. Essas situações diferentes não deverão causar espanto, pois tudo ao nosso redor é energia mais ou menos densas, porém tudo é energia.

Exercer tal dom além de ser extremamente gratificante poderá também se tornar muito engraçado. Lembro de uma vez que abordado por uma jovem, ela me fez a seguinte pergunta: “você pode ver se eu poderei ter filhos”? De imediato respondi: “primeiro preciso ver seu útero”. Essa minha observação que foi espontânea, causou certo espanto na jovem, que achou “esse ver” fosse feito fisicamente e que gerou uma situação bem engraçada.

Quando o problema é de cunho emocional, ele poderá até ser visto como algo no corpo físico do assistido. Se a enfermidade ainda “não se enraizou”, se “não se instalou” no corpo físico, será detectada apenas no corpo energético.

Particularmente, visualizamos os problemas emocionais concentrados no Chacra Cardíaco, quando eles se apresentam como uma bola de cristal toda quebradiça. E, se por ventura, o assistido apresentar qualquer doença de ordem física e se ele não nos permitir trabalhar antes o seu emocional, não teremos sucesso em relação ao seu corpo físico.

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