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Ciências Paralelas – Habilidades Mentais

Ciências Paralelas – Habilidades Mentais
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É importante e verdadeiramente necessário no caminhar evolutivo do dimensional, que ele às vezes se referencie em outro dimensional no momento mais habilitado mentalmente e que até busque com ele auxilio, mas sem ficar em sua dependência até emocional, deixando de criar condições para que possa igualmente se capacitar, ir à frente – e também, evoluir.

 

Este texto foi baseado nas informações de Charles F. de Souza, dadas em entrevista à Carolina Campos Marques.

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Em busca do autoconhecimento e através dele em busca também de minhas habilidades extrassensoriais, decidi me formar em Projeciologia e Psicotranseterapia. E com esses conhecimentos comecei vivenciar as minhas primeiras captações, que através delas pude ter experiências, que (utilizando de minha habilidade mental) pude captar emoções, sensações e dificuldades de outras pessoas.

Tempos depois conheci o Projeto Portal, onde encontrei finalmente o caminho, porque abriu para mim um campo bem interessante e abrangente, unindo todos os conhecimentos que até então os tinha acumulados nesta minha trajetória de busca.

Nele, não senti limites, com minha mente solta podendo buscar o conhecimento não apenas teórico, mas também prático. Ali, consegui me desenvolver, não tratando “fenômenos” como algo involuntário, mas com a minha vontade de controlar e modificar a matéria. Como um dos pesquisadores do Projeto Portal eu fiquei também muito atento para esse processo, que o testei de todas as formas possíveis, até entendê-lo. Compreendi como a mente pode sim, agir e atuar sobre a matéria.

O Projeto Portal foi o único lugar que consegui entender este processo. Mas, principalmente perceber o fato de que é cada um que se potencializa e cria, desenvolvendo essa capacidade em seu próprio corpo. Se a pessoa está sadia, mantém sua mente acelerada, consciente dos fenômenos, ela pode controlar e desenvolver suas habilidades mentais.

No Projeto Portal mais que teorias, eu tive provas concretas.

Nós (dimensionais) nascemos com as habilidades em potencial. Isso porque em outras nossas existências acessamos esse conhecimento, tivemos esse tipo de experiência em outras vidas. Mas, existe um período para despertá-las. Requer estudos e desenvolvimento ao longo da vida e não importando a idade – sobretudo, requer dedicação. A experiência paranormal, as habilidades paranormais ou habilidades mentais são desenvolvidas a partir do momento que de fato nós as queremos.

Em relação às habilidades mentais, se a pessoa começa dizer para ela: “eu quero desenvolver”, mas aí começa um treinamento bem superficial, um pouquinho ali, um pouquinho lá… Lê um livro e não o termina, começa a estudar e deixa para depois e ainda, não cuida do seu corpo físico, nessas condições não há como se desenvolver.

As habilidades mentais fazem parte de outra realidade, aquela outra parte dentro de cada pessoa que precisa aprender ouvi-la – é um mundo sutilizado que ela precisa vivenciar. Quando a pessoa consegue fazer isso, ela consegue aprofundar suas habilidades mentais e começa a escutar o mundo sutil, pois começou a perceber as nuances que seus olhos até então não enxergavam, que sua mente não conseguia também até então interpretar. É nesse momento que ela começa a ter uma percepção mais avançada.

As habilidades mentais são desenvolvidas a partir do momento que a pessoa se dedica, portanto vai depender somente dela. Ela pode desenvolver a Telepatia em anos, em meses… E em um mês, talvez. Depende de sua dedicação e da afinidade que ela possui em relação a esse assunto.

As principais habilidades mentais pela Parapsicologia estão incluídas dentro dos estudos conhecidos como: “Psicapa” e “Psiteta”. O primeiro tem a ver com todas as habilidades relacionadas ao mundo físico, fisiológico e com o envolvimento da mente sobre a matéria. O segundo relaciona-se com o extrassensorial.

Como exemplo do primeiro caso (Psicapa) nós podemos exemplificar como as habilidades de Psicocinesia e a Telecinesia. A diferença marcante entre estas duas habilidades é que na Telecinesia a mente pode atuar sobre a matéria a distância. Também vale citar as sonoplastias, que são “batidas” (em portas, paredes, por exemplo) e são efeitos produzidos por frequências vibracionais humanas – na mente dos seres humanos ou através de seres energéticos.

O segundo caso (Psiteta) tem haver com a Clarividência que é a habilidade de ver claramente o mundo energético. Algumas pessoas são capazes de olhar para outras pessoas e verem “manchas” vermelhas e azuis e às vezes pretas – dependerá de como o campo dessas pessoas estão, em função de suas emoções.

Na Clarividência a pessoa pode ver, por exemplo, uma “mancha” de uma cor verde neon do lado do pescoço de alguém e essa “mancha” pode crescer ou desaparecer, se ela foca nessa imagem. Outra observação interessante é se a pessoa mantém um estado de equilíbrio mental e emocional chamado de “estado de graça”, é possível ela ter uma visão bem clara dessa “mancha” e controlar a sua intensidade. Esse procedimento é o início do processo chamado de Clarividência em nível 01, no qual a pessoa poderá ver também umas “piscadinhas” no ar que são os Ultras. Ou, ainda, poderá ver o campo áurico de algumas plantas ou de outras pessoas. A cor mais vista nessa ocasião é a verde neon, mas pode ser vista também a cor branca ou violeta, sendo esta última cor muito comum em mulheres grávidas.

A pessoa ao avançar para o nível 02 já em um maior “aprofundamento” de percepção é possível que ela identifique o campo biomagnético de alguém, que neste momento é visto claramente com oscilação conforme a sua mudança emocional.

No nível 03 é possível que a pessoa identifique em outra formas-pensamento, como imagens que podem permanecer em seu campo por algum tempo. Também pode identificar mais claramente o seu estado emocional ou como está a sua frequência.

No nível 04 além dos itens acima é possível ainda que ela identifique nessa outra pessoa o seu grau de toxina, com o seu campo tornando-se tão nítido, que “exala” o que come e como está vivendo. Nesse nível então, essa pessoa sensitiva identifica organismos intoxicados, sejam com alimentos ou com emoções negativas.

Por fim, no nível 05, ela poderá ver e vivenciar o que está além deste mundo físico comumente enxergado. Nesse estágio é possível que ela enxergue também as freqüências dos seres de outras realidades, como as dos Ultras.

A Clariaudiência outra habilidade mental é a capacidade da pessoa ouvir o mundo energético ou ouvir frequências sutis, que normalmente ela não ouviria. Muitas pessoas escutam às vezes alguém não fisicamente presente chamando-as pelo nome. Este chamado pode ser dos Ultras ou de outros seres energéticos, que em “treinamento”, buscam interagir com a pessoa.

A pessoa pode ter contato, basicamente, com dois tipos de experiência. Uma primeira com frequências aceleradas, que trazem imagens muito vivas, coloridas, dinâmicas. Mas poderá também acessar frequências espirituais mais densas como, por exemplo, de suicidas. Nessas oportunidades e com treino, poderá ainda acessar o que é chamado de “futuros prováveis”. São assim chamados porque é uma possibilidade e, ao conhecê-la, é possível alterar este percurso.

Ter consciência e entender esses momentos está muito associado à capacidade da pessoa desprender energicamente de seu corpo físico. Todos os seres humanos vivenciam esse desligamento, já que ele está associado a uma condição fisiológica, mas nem todos estão conscientes dele. Tornar essa experiência consciente requer estudo e treino. Dependerá também do nível de toxina. Se a pessoa está intoxicada com alimentação inadequada ou com pensamentos negativos, não há como manter sua mente consciente dessa experiência.

Os pesadelos são toxinas mentais fixadas no corpo da pessoa ao longo de sua vida. Alguns dizem que um pesadelo não tem relação com nada que a pessoa está vivendo. Mas, há relação sim com os sentimentos de raiva, ódio, tristeza que foram acumulando ao longo do tempo. O pesadelo manifesta quanto o corpo está saturado pela freqüência que gera uma reação em cadeia chamada Psicoquimicabiológica – o que a pessoa pensou e gerou como reações diretamente no seu corpo.

O primeiro passo que a pessoa deve dar para desenvolver atividades mentais, ela deve antes tornar de fato consciente dessa sua decisão e do que está acontecendo em sua volta. É necessário que ela tenha o seu estado emocional em equilíbrio, para que avance neste caminho. Haverá um momento em que ela começará captar as vibrações das demais pessoas, mas essas só irão influenciá-la se assim permitir.

Não frequentar determinado local por considerar a “energia ruim” ou não se relacionar com determinada pessoa porque a “energia dela está carregada”, pensar dessa forma é totalmente equivocado, porque as habilidades mentais estão aí, para quando necessário uma pessoa (sensitiva) ajude a outra e não para evitá-la.

A pessoa (dimensional) que quiser desenvolver as suas habilidades mentais, ela deve ter consciência de que vai entrar num mundo diferente, que irá sutilizar o seu campo e, por isso, ela deverá ter a mente firme e forte para poder seguir em frente. Outro passo importante é ela manter uma “mente flexível” para todo conhecimento que chegar. Deve ler muito e não se prender a conceito único, a uma verdade absoluta, para que ela não fique presa a conceito de valores e critica as pessoas.

Conhecimentos são importantes no percurso – mas, o fundamental é aprender a desaprender.

É necessário mencionar também que a atividade física favorece a energia chamada Taquiônica, que é a carga elétrica do corpo e que precisa estar elevada. Com a carga elétrica baixa a pessoa corre o risco de se tornar um hipersensível, totalmente adoecido como tantos casos vistos.

Quando a pessoa começa desenvolver as suas habilidades mentais e observar os primeiros progressos, ela deve ficar bastante atenta, porque o “ego” pode tomar conta de suas ações, fazendo-a que sinta “deus” por ter um conhecimento diferenciado da maioria dos demais. Nesse momento é quando ela então começa se perder, porque perde também o foco.

É importante o entendimento de que não há nada de extraordinário em ser sensitivo, que continua sendo como as demais pessoas, comendo, dormindo, chorando, sorrindo. Ele não deve acreditar que se tornará super-homem.

O caminho da manipulação das habilidades mentais tem um “quê” de infinito e, se alguém acreditar que já tem tudo, que é superior, perde uma grande oportunidade de avançar. Se ele se desenvolveu e ficou bem, terá ainda milhões de caminhos para continuar seguindo em frente e tornar-se cada vez melhor. Esse é o caminho! E se alguém cai, tem que saber levantar – precisa redirecionar a sua energia e continuar seguindo em frente.

Quanto mais a pessoa desenvolve suas habilidades mentais, mais ela alcança outros níveis de experiências, informações e conhecimentos, mas a grande mídia (e com ela “os grandes e os poderosos”) não parece compartilhar dessa opinião – mais parecendo desejar que a população permaneça na ignorância.

Quanto menor é o conhecimento das pessoas, mais dependentes elas são… São dependentes de remédios e de uma “televisão que diz” o tempo todo o que elas “podem” e o que “não podem”. Mas, a despeito de tudo isso, existem pessoas que começam perceber que têm potencial, que a cura está dentro delas, que podem ir em frente, que não precisam ficar presas em culpas, mentiras, religiões, etc. Essas serão grandes pessoas no planeta e elas poderão fazer muito por elas e pelos demais.

As pessoas devem procurar estudar e avançar. Serem livres para viver, para sentir, para pensar, para se conhecer, para aprofundar em si mesmas. Devem paralelamente reduzir as suas toxinas alimentares e emocionais. E, antes de acreditar em qualquer coisa, parem e pensem, reflitam, foquem.

Foquem suas mentes no que querem buscar, seguindo sempre em frente. E sejam felizes…

 

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Atividade cerebral explica ‘visões do além’ durante morte clínica

Ig – Ciência

 

Experimento em ratos mostra que cérebro fica bastante ativos no início da morte, o que explicaria alucinações.

Getty Images

Alucinações durante morte clínica, como a de um túnel, podem ser explicadas pela atividade cerebral intensa

Alucinações durante morte clínica, como a de um túnel, podem ser explicadas pela atividade cerebral intensa

 No aumento da atividade cerebral de ratos que estão prestes a morrer talvez esteja uma explicação para as visões realistas que alguns seres humanos têm ao sofrer paradas cardíacas, afirmam pesquisadores.

 Aproximadamente 20 por cento dos pacientes dizem ter tido alucinações inteligíveis, semelhantes à vida real, após sua morte clínica, que muitas vezes são descritas como visões da vida após a morte ou outras histórias sobrenaturais. Em busca de uma explicação física para o fenômeno, cientistas da Universidade de Michigan induziram paradas cardíacas em nove ratos e monitoraram sua atividade cerebral usando um eletroencefalograma. 

 Passados trinta segundos da morte clínica, os ratos apresentavam ondas cerebrais de amplitude baixa, embora a frequência estivesse muito alta, o que indicava que seus cérebros estavam bastante ativos. A atividade associada ao processamento de informações era oito vezes superior à geralmente verificada durante o estado consciente e alerta, e a atividade associada ao processamento sensorial era cinco vezes superior. 

 “Quando o oxigênio e a glicose são retirados ocorre um aumento da atividade, ao menos temporário”, afirmou Jimo Borjigin, professor adjunto de fisiologia da Universidade de Michigan e principal autor do estudo, que foi publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences . 

O estudo contradiz a opinião geralmente aceita dos médicos de que existe pouca ou nenhuma atividade após a morte clínica, afirmou Borjigin. Ele acrescentou que as descobertas talvez ajudem a “esclarecer por que durante esse estado alguns indivíduos conseguem de fato se lembrar de conversas que aconteceram dentro da sala de cirurgia”, mesmo usando protetores auriculares. “Se sua percepção está quintuplicada é possível que ouçam essas conversas.”

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