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Compreendendo o Evangelho de Tomé

Compreendendo o Evangelho de Tomé
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Na bíblia cristã o cânone do Novo Testamento é o conjunto de informações, que os cristãos consideram como inspirados por Deus.

Para a maioria das denominações cristãs, trata-se de uma lista de vinte e sete livros, dentre os quais estão os Evangelhos, os Atos dos Apóstolos, diversas epístolas e o Apocalipse.

No Concílio I de Nicéia acontecido entre 20 de maio e 25 do ano de julho de 325, foi promulgada a lei canônica em sua primeira forma. E de acordo com ela, aquelas escritas que para a fé cristã “não foram inspirados por Deus”, foram tidas como apócrifas.

Na tradição cristã os Quatro Evangelistas, Mateus, Marcos, Lucas e João, são os autores atribuídos à criação dos quatro evangelhos do Novo Testamento e são aceitos oficialmente. E, os evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas), são assim denominados por conterem uma grande quantidade de histórias em comum, na mesma sequência, e algumas vezes utilizando exatamente a mesma estrutura de palavras.

O apócrifo de Tomé datado no século I d.C., é constituído por informações sobre Jesus, mas ele não é oficialmente considerado pela fé cristã.


Acima imagem de parte dos 114 ditos ou sentenças do Evangelho de Tomé, preservado em versão completa num manuscrito copta descoberto em Nag Hammadi/Egito. Estes ditos são semelhantes aos dos evangelhos canônicos de Mateus, Marcos, Lucas e João, mas alguns deles eram desconhecidos até a sua descoberta em 1945. Tomé como os outros evangelistas expõe seu texto de forma narrativa, mas não a organiza. Suas frases ou ditos são diálogos entre Jesus a seus discípulos de maneira breve e despidos de um contexto filosófico ou retórico (e não maquiados) – Imagem da Internet.

Tomé ou Tomás foi um dos doze apóstolos de Jesus. Em algumas passagens bíblicas ele é chamado de Dídimo. A presença de Tomé na bíblia está registrada nos quatro Evangelhos do Novo Testamento, além de constar no livro de Atos ao lado dos demais apóstolos.

Como o termo “dídimo” era um apelido, que transliterado tanto no grego quanto no hebraico tem o mesmo significado de “gêmeo”, daí a curiosidade histórica surgida sobre a família de Tomé.  Mas, não se sabe muito sobre sua biografia, portanto tem pouco conhecimento sobre sua vida pessoal, origem etc. Devido ao significado de seu nome, evidentemente ele era irmão gêmeo de alguém, porém não existe qualquer informação séria quem seria ele ou ela.

Na bíblia ele se mostra como sendo alguém de extremos, pessimista em sua condição de seguidor de Jesus e ao mesmo tempo possuidor de enorme devoção e comprometimento a ele, sujeitando-se até por ele morrer.

De acordo com a bíblia Tomé ao demonstrar dúvida e perguntar a Jesus: “Senhor, não sabemos para onde estás indo; como podemos conhecer o caminho”? (João 14:5), ele nesta pergunta e em outras, talvez não estivesse com o sentido de propriamente expressar dúvidas, mas ao contrário expressar inconsciente crença, que buscava cada vez mais ter certeza dela, alimentando-a desta forma.

De se clarear cada vez mais à sua maneira e, com ela cada vez mais também se convencer. Talvez ainda, nestes seus questionamentos estivessem refletindo o que pensavam os outros apóstolos.

Quando Jesus apareceu aos apóstolos depois de ressuscitado, Tomé não estava presente nesta ocasião, mas foi informado deste acontecimento (João 20:24,25), quando então deixou transparecer com sua característica personalidade movida pela sinceridade consigo mesmo, que aceitaria a ressureição de Jesus, se pudesse constata-la pessoalmente, tocando seus dedos nas marcas dos cravos que transfixaram suas mãos e na marca feita pela lança em seu peito.

Passados oito dias, os apóstolos estavam outra vez juntos e nesta ocasião Tomé estava presente. No recinto em que se achavam, as portas estavam fechadas porque tinham medo de seus perseguidores judeus. E, tal como antes Jesus apareceu no meio deles e como está no evangelho canônico de João 20:29, ele disse para Tomé: “Paz seja convosco! Mete o dedo nas feridas das minhas mãos, e a mão no meu lado. Não continues descrente. Acredita! ”…


Ao ler o evangelho apócrifo de Tomé e com ele interagir, sua leitura é mais viva, é mais presente. É percebida mais real sem possíveis maquiagens posteriores, que “ornam” nos evangelhos canônicos as informações e os aconselhamentos de Jesus. Na imagem acima “A incredulidade de São Tomé”, de Caravaggio – Imagem da Internet

Eusébio de Cesárea cita Orígenes, como quem afirma ter sido Tomé o apóstolo dos partos. Mas, ele é mais conhecido como missionário na Índia por meio dos Atos de Tomé, escrito em torno do ano 200. De acordo com a tradição oral Tomé chegou a Maliankara, próxima à vila de Moothakunnam, na região de Paravoor Thaluk, no ano de 52

Esse vilarejo está localizado a 5 km de Kodungallur, no Estado indiano de Querala, região onde estão as igrejas dedicadas a ele e popularmente conhecidas como Sete igrejas e meia.

Tomé propagou os conhecimentos adquiridos de Jesus. Foi perseguido, martirizado e morto à flechadas enquanto orava, na localidade indiana Chennai/Madras onde hoje fica a Catedral com seu nome e também onde é o suposto local de seu sepultamento. Ele é festejado pelos católicos no dia 3 de julho.


Basílica de São Tomé, em Chennai/Madras, Índia – Imagem da Internet

Abaixo as 114 sentenças (ditos) contidas no evangelho de Tomé, tidas como proferidas por Jesus de Nazaré e que colocadas neste texto em blocos de duas, às vezes de três, está logo depois de cada um deles, a compreensão dos mesmos escrita por este seu autor.

Este texto como seu próprio título indica, foi escrito pela percepção do autor com a essência do evangelho, ao procurar através de seu conteúdo interagir com sua mente e com seu coração, tentando nestas frequências entrar em sintonia com o significado do que disse Jesus e com a maneira pela qual se conduziu.

E, nestas frequências procurando “se aproximar” do que ele disse cerca de dois mil anos atrás, compreendeu Jesus de Nazaré um ser humano possuidor de imensa sabedoria, que refletia sua divindade no que dizia e fazia. Percebeu nele Luz Viva, iluminando com ela o sentido eterno do que é verdadeiro. Do que é a verdade, mesmo sendo hoje outra a forma de a expressar.

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Jesus de Nazaré – O Cristo:  Quem descobrir o significado interior destes ensinamentos não provará a morte. Aquele que busca, continue buscando até encontrar. Quando encontrar, ele se perturbará. Ao se perturbar, ficará maravilhado e reinará sobre o Todo.”

O que o ser humano vê e pega para senti-lo, esta solidez que acha ter em mãos, ela é de fato uma miragem e assim também a sua percepção acerca do mundo físico em sua volta, como faz entender a física quântica.

Os cinco sentidos comuns humanos são limitantes, constatando como real apenas o que pode com eles provocar sensação e o entendimento físico. Aquele que se deixa conduzir mais envolvido com os mesmos, ele apenas vai experienciando emocionalmente sensações em um mundo fugaz e enganoso, dando-lhe a sensação de ter.

Ele em sua condição de experienciar esta realidade e também nela de “se iludir”, ele está comumente limitado ao campo do mental concreto na 3ª camada (física) de seu campo biomagnetico, por não conseguir “ir mais além” já na 5ª camada (mental sutil) deste mesmo campo, para começar então, a alcançar realmente outras realidades além do mundo físico, além da morte.

As existências destas realidades mais vibráteis e não mais sujeitas às experiências de espaço-tempo e da morte de um mundo físico, nelas se insere à “ciência da alma/do espirito”, que transcende a “ciência do mundo denso/físico” e, dos acanhados sentidos normais humanos.

A mente quântica (mental sutil) proporciona “ponte vibracional” para mundos não visíveis e energicamente mais acelerados, “deslocando-se” além do tempo cronológico medido em um espaço ou, do ponto A para o ponto B e vice-versa em uma realidade física.

Ela proporciona “um voar ondulatório” na velocidade imensurável do pensamento, quando todos os mundos imagináveis são possíveis, já o que não existe fisicamente não pode sequer ser imaginado.

O Espírito/Essência/Luz Divina é “Tudo O Que É”, dando vida ao pensamento e ao corpo. O corpo não tem o poder de criar, ainda que dê a ilusão de poder fazê-lo. O corpo é puramente um efeito ou, apenas um instrumento físico sem o poder real de criar.

Na realidade física Deus manifesta regendo Princípios (Leis) Universais. Com ele como “Pai” vibrando em sua mente e em seu coração Jesus mostrou-se aos seres humanos como seu “Filho Primogênito”.


Na primeira imagem construção moderna (capela) dos franciscanos, que cobre e protege o que restou da casa de Pedro, em Cafarnaum. E à sua frente estão registros arqueológicos, do que também restou das casas ali construídas naquele tempo bíblico. E na segunda imagem utensílios domésticos que estão naquele local e que foram utilizados naquela ocasião – Fotos de Antônio Carlos Tanur

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Se aqueles que vos guiam disserem, ‘olhem, o reino está no céu’ então, os pássaros do céu vos precederão, se vos disserem que está no mar, então, os peixes vos precederão. Pois bem, o reino está dentro de vós, e também está em vosso exterior. Quando conseguirdes conhecer a vós mesmos, então, sereis conhecidos e compreendereis que sois filhos do Pai vivo. Mas, se não vos conhecerdes, vivereis na pobreza e sereis essa pobreza.”

Aquele que não procura se clarear, se informar e se conhecer em sua verdadeira dimensão divina como extensão do Todo, ele não se desperta e, vivendo na pobreza e jugo de sua ignorância, não descobre o “Reino dos Céus” contido em si mesmo. Ele não se percebe como Jesus se percebeu na Consciência de O Cristo e, com ela como “Filho do Pai Vivo” a sua verdadeira e real riqueza.

O ser humano para experienciar inteiramente em seu mundo físico, são necessárias suas três realidades: 1ª realidade temporal e física, para com seu corpo senti-la através de seus sentidos normais; 2ª realidade ainda temporal e mental, para com esta sua energia gerar emoção, pensamento e consciência, “alimentando” sua alma; 3ª realidade atemporal e de seu “espirito”/essência como motivo de existirem as duas realidades anteriores e, se manifestar “Eu Sou no que É”.

Estas três realidades na existência do ser humano se inserem no Segundo Princípio (Lei) Universal que menciona, na Mente Universal existem (no universo) muitos planos de existência com muitos graus de existência em sua criação. E nesta sua escada de vida tudo (em ressonância) se move em cima e embaixo, cujo fim é O Todo/Deus.

Na realidade de seu corpo físico estão presentes forças/energias opostas (forças bipolares), que o constituem, que vibram dentro dos átomos e que em equilíbrio lhe dão a ilusão de densidade, de matéria e de suporte físico para que em um mundo também aparentemente físico, ele o experiencie.

Na sua realidade emocional e em ressonância à sua primeira realidade (bipolar) estão experiências com sentido de dualidade conduzidas pelo pensamento, que impulsiona uma personalidade voltada para o agir e o reagir ou, por ações movidas com sentimentos antagônicos, de disputar, de competir.

O ser humano experiencia um mundo, que nele a disputa é estimulada tanto para subir em um pódio, quanto para fincar sua bandeira de vencedor no território daquele que foi derrotado.

Em seu cotidiano buscando sua sobrevivência, se impulsiona pelas suas duas primeiras realidades. São elas em seu mundo denso suas prioridades, impelindo-lhe subir no pódio da vida, buscando sucesso através de concorrências e de disputas, muitas vezes conflitantes e às vezes cruéis.

O que o ser humano deve mentalmente focar é em sua terceira e atemporal realidade. Em sua realidade eterna como sua essência/”espirito humano”, que irradia “luz viva”, vibrando em sintonia ao que “É”, que tudo sabe e que nada precisa, diferentemente da luz eletromagnética que “prisioneira” constitui o ilusório mundo da matéria.

Ele deve iluminar seus pensamentos e ações, trilhando mental e emocionalmente a Linha B ou do Meio de suas Três Linhas da Vida ABC. Conservando-se seus sentimentos equidistante dos extremos ou, da Linha A com sentimentos negativos e da Linha C com sentimentos positivos.

O ser humano reconquista sua “luz” nele velada, com os sentimentos de amor e de harmonia, cultivando-os na Linha B ou do Meio de suas Três Linhas da Vida.


Interior da casa de Simão Pedro em Cafarnaum (próxima de Betsaida e Corozaim), local e cidade as margens do lago da Galileia, onde Jesus residiu de modo estável – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Reconheça o que está diante de teus olhos, e o que está oculto a ti será desvelado. Pois não há nada oculto que não venha ser manifestado. Não mintais e não façais aquilo que detestais, pois, todas as coisas são desveladas aos olhos do céu. Pois não há nada escondido que não se torne manifesto, e nada oculto que não seja desvelado.”

Com seus (cinco) sentidos o ser humano “se põe” primeiro diante do mundo físico à sua frente para o experienciar e, só quando ele começa a se exercitar também com outros de seus sentidos (habilidades paranormais), que ele vai saindo (mentalmente) dos limites do denso e vai paralelamente ampliando seu entendimento e sua percepção para aceitar a existência de outros mundos, de outras realidades ou, do oculto que vai lhe sendo revelado.

Quando se diz “tudo é ilusão”, não quer dizer que as projeções mentais sobre o que se tem normalmente como realidade são ilusões. Quer dizer, todas as coisas que no mundo denso se mostram na rigidez de suas formas, dando-lhes a sensação de realidade, elas são ilusões de acordo com física quântica, que diz ser de fato seu interior, um mar (emaranhamento) de energia disforme e não rígida.

O que a visão física alcança e aceita como real, não é alcançável pelo processo de percepção/”visão” mental, que “sintoniza/vê” outros mundos mais sutis, que com suas Leis mostram-se em seu sentido vibracional mais verdadeiros, mais divinos.

O ser humano experiencia seu ilusório cotidiano, nele vivenciando sentimentos constantes e alternados entre o que ele acha “certo e errado”, entre “o negativo e positivo”, não os percebendo como geradores de conflitos, que nele estão comumente inseridos.

E não os percebendo como forças interiores, não permite sua neutralização. Negando-os como parte de si mesmo, não permite verdadeiramente em suas “flutuações emocionais” a iluminação “de suas sombras”, que para removê-las precisa possuir sentimentos não mais conflitantes constituídos por dissimulações ou mesmo por mentiras, que o impelem se revelar mais unificado à sua real identidade divina.

Esta sua alternância emocional é a razão de sua impotência e de seu sofrimento, que o impede sair da prisão que ele próprio nela se coloca.  É não saber agir com a sabedoria para caminhar pela vida na Linha B (Neutra ou do Meio), de suas Três Linhas da Vida.

Mas, também é não saber caminhar quando necessário pelas duas outras Linhas A (-) e C (+), sem se deixar afetar pelas energias que delas vibram e irradiam. Ele precisa com maior clareza não tanto mais humana, “escapulir da Matrix”, que o condiciona a dissimular, mentir e enraivecer.

Como a Física Quântica sinaliza, “tudo é só um jogo, é só uma brincadeira”, portanto nada é de fato real, todos sofrimentos e alegrias são também ilusões emocionais. São oscilações (sentimentos) criadas para lhe dar a ilusão de movimento e de diferença ou, que está vivenciando (biologicamente) experiências em um mundo físico.


Lugar provável onde aconteceu a conhecida mensagem de Jesus, identificada como o Sermão da Montanha. Ele está localizado na margem noroeste do Mar da Galileia, entre Cafarnaum e Genesaré (Ginosar). Hoje este local é mais conhecido como Monte das Bem-Aventuranças e ainda como Monte das Beatitudes, bem cuidado pelas irmãs franciscanas, que ali construíram uma capela – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Bem-aventurado o leão que se torna homem quando consumido pelo homem; maldito o homem que o leão consome, e o leão torna-se homem.”

Regido por Princípios (Leis) Universais o processo da Criação Mental do Universo (físico) consiste no abaixamento da Vibração até que é alcançado um grau bem inferior de energia vibratória, com o qual é manifestada a forma mais possível da Matéria. Este processo é chamado o estado de Involução, em que o Todo está envolvido dentro de sua criação.

Existem muitos planos de Existência, muitos planos inferiores de Vida, muitos graus de existência no Universo. E tudo depende do avançamento dos entes na escada evolutiva. E nesta Escada de Vida, tudo se move em cima e embaixo, cujo fim é O Todo.

A palavra ilusão significa algo passageiro, algo efêmero. Ela vem do latim “ludare” (brincadeira) ou “iludare” (jogando ou brincando com), que também deu origem a palavra “iludir”. O plano físico e mesmo outros planos mais sutis de existência são também no fundo ilusões. Não constituem Verdade Absoluta, mas expressões gradativas desta.

O ser humano pode até possuir a sensação do que acha que é ou que deve ser, mas não pode perceber verdadeiramente em essência “O que É”, com sua condição físico-corpórea carregando como bagagens conflitos emocionais.

Entretanto, ele pode em “iluminada batalha” consigo mesmo, “domando e moldando a fera nele contida”, se descobrir ainda na realidade física, possuidor de sua condição cocriadora.


Mensa Christi, é o nome dado uma igreja católica romana localizada em Nazaré, no norte de Israel, por conter em seu interior um grande bloco retangular de calcário (3,6 x 2,7 x 9 m), que segundo crença oral religiosa serviu de mesa, para Jesus ter com seus discípulos uma refeição – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “O homem é como pescador sábio que lança sua rede ao mar e a retira cheia de peixinhos. O pescador sábio encontra entre eles um peixe grande e excelente. Joga todos os peixinhos de volta ao mar e escolhe o peixe grande sem dificuldade. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.”

Aquele que ama realmente o próximo como a si mesmo, por já perceber o Sentido Divino de Unidade expresso no Primeiro Princípio (Lei) Universal, ele está também como consequência amando a Deus.

Ele é aquele que busca redescobrir e reencontrar o que de fato nunca deixou de ser. E, com este sentido, sabiamente focado e sem mais perda de energia mental, ele deve sobretudo, “fisgar este seu grande e excelente peixe”.

A verdadeira prisão é aquela que ele cria para si mesmo e que dela deve aprender a sair, porque só ele pode dela se libertar, tornando seu dia a dia sem amarras emocionais, pensando e agindo de maneira menos dispersa, com mais objetivo.

Ele deve aprender sair da inconsistência e da inconsciência que o aprisionam à “Matrix”, que é geradora de suas ilusões e que incauto vai nela se aprisionando cada vez mais por sentimentos confusos e conflitantes, distanciando-se do que é em essência.

Aquele que já se despertou para sua verdadeira realidade multidimensional e divina, ele já é conhecedor da tecnologia mental da Boa Nova de Cristo, que com ela pode transformar a matéria de seu corpo em energia, como fez Jesus, quando deu seu exemplo ao alcançar a vida eterna através de sua ressurreição – ou, do reviver de seu corpo físico, para logo a seguir transmuta-lo.

Ele já é também um persistente viajor na trilha do autoconhecimento em uma busca muitas vezes perturbadora, mas que vai também lhe permitindo maravilhado mesmo ainda em sua limitada condição humana, se perceber cocriador sintonizado pela mente e coração ao “Pai”.


O “mar” da Galileia, também conhecido como “mar” de Tiberíades ou lago de Genesaré, é um extenso lago de água doce localizado ao norte de Israel, possuindo comprimento máximo em torno de 19 quilômetros e largura máxima cerca de 13 km Segundo a bíblia grande parte dos ensinamentos de Jesus aconteceu nas margens deste lago – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Eis que o semeador saiu, encheu sua mão e semeou. Algumas sementes caíram na estrada; os pássaros vieram e as recolheram. Algumas caíram sobre rochas, não criaram raízes no solo e não produziram espigas. Outras caíram em meio a um espinheiro, que sufocou as sementes e os vermes as comeram. E outras caíram em solo fértil e produziram bons frutos; renderam sessenta por uma e cento e vinte por uma.”

Tudo é possível àquele que crê ou, que foca sua mente com um desejar verdadeiro ao que busca. Aquele que não se deixa vitimar pelos próprios pensamentos, ele se liberta, harmoniza suas emoções, que com elas vai transformando para melhor sua vida e a de outros. Libertar-se, é possuir “fé” (desejo profundo), mas com obras porque sem elas (sem agir) é estéril.

Aquele já realmente consciente de sua condição cocriadora, não fica seduzido com falsos sonhos no mundo estéril dos sentidos e das sensações, que constituído por emoções dispersas, mais o iludem.

Ele que já “planta em terreno fértil”, já sabe que qualquer uma de suas emoções (sentimentos) pode ser trabalhada, transformada e direcionada, para que em seu cotidiano colha mais o sentimento da harmonia, que com ele possa primeiro melhor se conhecer, para depois possa também melhor assim proceder com os demais.

Neste seu “salto quântico” ele já está começando a unir em si as “Linhas ABC da Vida” ou, já está começando a utilizar a tríade pensamento, desejo e vontade como uma única energia focalizada em um único ponto de seu campo biomagnetico (aura), direcionando-a ao seu vórtice (chakra) do frontal, quando então começa a se tornar verdadeiramente senhor de seu mundo interior e, fazer dele trampolim para alcançar não só outras realidades, outras dimensões, como também se tornar criador de seus próprios universos (mentais).

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Eu lancei fogo sobre o mundo, e eis que estou cuidando dele até que queime.”

Os seres humanos em seu dia a dia se conduzem, tentando adaptar melhor ao que eles mesmos não sabem o que é, mas julgando-se sabe-lo, vão se tornando cada vez mais incautos, aprisionando-se às suas ilusões.

Aprisionam-se em um mundo de competição movido por sentimentos de inveja, vaidade e orgulho, entre outros, que com eles tanto agridem, quanto por eles são agredidos, gerando para todos infindáveis problemas emocionais e psicológicos, que deles quase sempre não conseguem se libertar. Não conseguem ficar livres desta angustiante prisão, que nela uns vão colocando os outros.

Jesus veio à realidade física, para com seus ensinamentos e ações acontecessem à humanidade um novo ciclo civilizatório, que nele com outros procedimentos surgisse um novo modelo de vida. Para isso, utilizando-se da energia cristica (energia de luz/cor vermelha, kundalini) literalmente “lançou fogo sobre o mundo”.

Com esta sua energia (“fogo crístico”) para realização/materialização no mundo físico Jesus efetuou seus “milagres, para que estes funcionando como chamarizes, àqueles que o escutavam pudessem se despertar e se transformar em “novos homens”, experienciando um novo modelo de vida.

Ele plantou as sementes de um novo tempo, para que nele não mais existissem sentimentos de antagonismo e de disputa. Energias que não deveriam mais existir em um “Novo e Dourado Ciclo”, que nele os seres humanos conduziriam com comportamentos mais fraternos, verdadeiramente como filhos de um mesmo “Pai”.


Energia Crística para realização/materialização no mundo físico, Campus da UFMG, novembro de 2003 – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Este céu passará, e aquele acima dele passará. Os mortos não estão vivos e os vivos não morrerão. Nos dias em que consumistes o que estava morto, vós o tornastes vivo. Quando estiverdes morando na luz, o que fareis? No dia em que éreis um vos tornastes dois. Mas quando vos tornardes dois, o que fareis?”

Hoje a mecânica quântica demonstra que existe “algo” além do chamado mundo real, que não se pode comumente enxerga-lo. E nesse sentido, que Jesus em sua época procurou com outra linguagem informar.

Procurou mostrar que existem outras realidades e que também existem outras forças não fisicamente visíveis, mas podem ser constatadas pelos seus efeitos, quando ele criava e transformava a matéria, através de seus “milagres”.

Se ele falava de vida eterna, citando a ressureição, ele sabia que não havia morte. Ele sabia que (energeticamente) apenas “se vai” em outra forma de energia desta realidade de existência para outra. “Desloca-se” com outro tipo de corpo para além dos limites espaço e tempo ou, de um mundo mais denso para outros mais sutis, onde (em energia/luz) se existirá para sempre.

O ser humano deve desde agora ainda em corpo físico acostumar a pensar e agir movido pelos sentimentos de harmonia e de amor, energias que somam, que unem e, por isso, são constantes em realidades mais vibráteis, mais sutis e de mais luz.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Não importa onde estiverdes, devereis dirigir-vos a Tiago, o justo, para quem o céu e a terra foram feitos.”

Tiago, o Justo, foi o líder do movimento cristão em Jerusalém nas décadas seguintes à crucificação de Jesus, embora informações sobre a sua vida sejam escassas e ambíguas, várias fontes primitivas o citam de diversas maneiras como sendo um irmão de Jesus em “sentido espiritual”, como meio-irmão ou ainda como um irmão de criação.

Para ele “quem o céu e a terra foram feitos”, foi para ele programado do futuro compromisso, que para exerce-lo, ele deveria possuir necessária capacidade de agir com o poder de julgar, punir ou recompensar. Ainda, de pensar e agir com justeza e assim saber direcionar e conduzir.

Compromisso cósmico-divino que as “Placas Físicas” também trazem em escrita universal dos símbolos, como mostram as fotos abaixo a “Placa” que foi “entregue” ao autor deste texto e que foi materializada “vinda” do futuro.


Aquele dimensional que já despertou suas habilidades (paranormais) alcança outras dimensões, utilizando-se de seu campo de energia como sua “tecnologia mental”, para zerar o tempo e gerar seu próprio “portal”/vórtice. Neste instante seu “mecanismo cérebro-mente” transforma-se em uma eficiente e “viva tecnologia” para este objetivo. Primeira foto é do “portal”/vórtice energético que ele mentalmente o induziu e a segunda e terceira fotos são de sua “Placa Física”, que naquele instante nesta conexão interdimensional lhe trouxe (materializou) na realidade física informações de seu futuro, em escrita universal dos símbolos (extraterrestre). Mais informações neste Site na Página O Portal e na Página Relatos com o texto: No milharal, “a entrega da Quinta Placa” – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Comparai-me com alguém e dizei-me com quem me assemelho (Simão Pedro disse-lhe: Tu és semelhante a um anjo justo. Mateus lhe disse: Tu te assemelhas a um filósofo sábio. Tomé lhe disse: Mestre, minha boca é inteiramente incapaz de dizer com quem te assemelhas). Não sou teu Mestre (dirigindo a Tomé), porque bebeste na fonte borbulhante que fiz brotar, tornaste-te ébrio. E, pegando-o, retirou-se e disse-lhe três coisas”… E, quando Tomé retornou, seus companheiros lhe perguntaram o que lhe tinha dito Jesus, ele respondeu, se os dissesse uma só das coisas que ele tinha escutado, apanhariam pedras e as atirariam nele e um fogo brotaria das pedras e os queimaria….

Tudo o que o ser humano vê e acredita ser ao seu derredor, está só dentro do alcance/limite do entendimento proporcionado pelos seus cinco sentidos, que são capazes apenas de o conduzir em uma realidade de três dimensões, quando tudo para ele nesta realidade começa como uma ideia limitada e quase sempre ainda lhe imposta, que vai crescendo ao ser compartilhada com os demais com os quais experiencia e, por fim, dando para todos ilusão de um mundo fisicamente acabado, mas de fato constituído apenas por uma série de aprendizados em uma longa caminhada, que se inicia nesta realidade e continua em outras.

O ser humano torna na maioria das vezes o que pensa. Portanto, sua vida torna a maioria das vezes o que imagina e acredita, quase sempre dentro da Linha A de suas Três Linhas da Vida, quando procura acertar, mas movendo com insegurança e medo, entre outros de seus sentimentos negativos. E assim, o mundo em sua volta é literalmente seu espelho, refletindo o que ele na realidade física experimenta, sentindo-o como sua verdade, até alterá-la.

Entre os Mensageiros de Deus Jesus se mostrou o mais iluminado, dotado de sabedoria em sua conduta, conhecedor das leis do universo físico, da multidimensionalidade e como condutor especial dos seres humanos revelou-o outras e diferentes verdades com sentido de eternidade.


Rio Jordão nasce na encosta do Monte Hérmon e desagua no mar Morto. Em relatos bíblicos João Batista desenvolveu suas pregações nas suas proximidades e nele Jesus foi batizado – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Se jejuardes, gerareis pecado para vós; se orardes, sereis condenados; se derdes esmolas, fareis mal a vossos espíritos. Quando entrardes em qualquer país e caminhardes por qualquer lugar, se fordes recebidos, comei o que vos for oferecido e curai os enfermos entre eles. Pois o que entrar em vossa boca não vos maculará, mas o que sair de vossa boca – é isso que vos maculará.”

O “Reino dos Céus” está em cada um, mas só será alcançado por aquele que pensa e age movido por sentimentos verdadeiramente fraternos, iluminados pelo amor. Portanto, a caminhada de cada um ao seu verdadeiro céu inicia-se, quando ele começa a vivenciar estes sentimentos velados em seu mundo interior, pondo-os em pratica.

Com estes sentimentos em sua escalada ao seu “céu interior” pelo que pensa, fala e age, ele já começa a perceber mais presente em sua vida o sentimento da harmonia, que com ele começa amorosamente se aceitar e depois sem julgamento aceitar também os demais. Em sentido mais pleno ele começa a se curar, para depois auxiliar os outros também se curarem.

Nesta “sua subida” à autoestima ele já começa a corrigir rotas de vida e paralelamente vai se fortalecendo pelo sentimento do perdão. Perdoando e se sentindo perdoado, já tendo a noção que o amor sem cobranças é a conexão com a verdadeira vida. É o elo constituído de energia divina, unindo um ao outro e unindo todos ao “Pai”.


A primeira imagem tirada de cima do Monte do Precipício, nela é vista a planície bem abaixo e distante onde se localizam ruinas da cidade estado de Megido, que por mais de quatro mil anos foi símbolo religioso do povo judeu e palco de centenas de batalhas em sua história disputando aquelas terras férteis. A palavra Armagedom que é originado do grego “Har-Magedone”, ou seja, Monte Megiddo (Megido em português), acabou hoje dando nome à uma pretensa batalha entre forças “do bem e do mal” e, extrapolando ainda mais neste sentido, acabou associando aquele local como a da batalha do fim do mundo (apocalipse), o que de fato foi uma grande e final batalha local entre muitas anteriores, entre aqueles povos mais antigos.
E, a segunda imagem ainda mais distante mostra o Monte Tabor com sua forma triangular, que nele pelo relato bíblico foi onde aconteceu a transfiguração de Jesus.
Ainda, no Monte do Precipício perto de Nazaré que Jesus procurou refúgio, fugindo dos membros de sua sinagoga. Uma multidão enfurecida que tentou joga-lo de cima dele dezenas de metro abaixo, depois de sua proclamação feita na sinagoga de Nazaré, tida por estes nazarenos como ousada, herética. Depois deste acontecimento Jesus foi para Cafarnaum – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:   “Quando virdes aquele que não foi nascido de uma mulher, prostrai-vos com a face no chão e adorai-o: é ele o vosso Pai.”

“Creio em Deus, Pai- todo-poderoso, criador do Céu e da terra…morto e sepultado; desceu à mansão dos mortosressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus…” Esta narração comumente expressada em sentido místico-religioso, ela pode ser exprimida em sentido semelhante de outra maneira ou, Jesus em sua condição humana e com ela ainda regido por Leis para terceira dimensão, ao ser crucificado, morto, e sepultado, ficou temporariamente na realidade paralela 02 (mansão dos mortos).

E, depois do terceiro dia (terreno) já em sua condição e poder divinos mais plenos e já mediante outras Leis associadas agora à sua nova realidade e mais divina/vibrátil, sem tanto mais com interferências energético-vibratórias de sua anterior condição humana, ele já nesta frequência de realidade reviveu pela sua própria vontade seu corpo (físico), o ressuscitou, para depois com ele já totalmente transmutado alcançar em definitivo dimensões mais sutis, mais vibráteis. “Subir aos céus, mostrando a veracidade do sentido divino de suas palavras, quando ainda no mundo físico dizia ser “Filho do Homem” e, nesta condição, “Filho Primogênito do Pai”.

O nascimento de Jesus deve ser especialmente considerado, como o instante que se mostrou no mundo físico em forma humana a presença de um ser especial possuidor de Consciência e Poder Divinos de O Cristo. Uma divindade no “Pai” que se tornou parte do mundo físico, unindo-se à matéria através de seu corpo físico, como o “Filho do Homem”.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Talvez os homens pensem que vim lançar a paz sobre o mundo. Não sabem que é a discórdia que vim espalhar sobre a Terra: fogo, espada e disputa. Com efeito, havendo cinco numa casa, três estarão contra dois e dois contra três: o pai contra o filho e o filho contra o pai. E eles permanecerão solitários.”

Crenças, opiniões e apegos como lições de vida já deveriam ter sido aprendidas pelo ser humano, mas são por ele ignoradas, condicionado como já está em suas constantes buscas de bens materiais, no mundo exterior. Age de maneira oposta que deveria, não evitando inúmeras de suas deficiências, que o impedem de buscar seu mundo interior.

Jesus “Filho do Homem” ou, “Mensageiro de Si Mesmo”, veio trazer aos seres humanos seus conhecimentos e seu exemplo, para que cada um pudesse dar seu “salto quântico” Em sua condição humana ele deu exemplo “de como vencer o mundo”.

Nesta sua “batalha de vencedor” enfrentou antagonismos ao passar informações e conhecimentos àqueles que o ouviam, para que não mais focalizassem mental e emocionalmente no velho modelo, mas no novo absorvendo seus ensinamentos.

E pudessem vivencia-los através do que posteriormente passou a ser chamado Novo Testamento, que hoje continua impulsionando e norteando a construção de um novo tempo – da Era Dourada como a Boa Nova de Cristo.

Mas, mesmo hoje ainda perdura ideias fundamentalistas, quando aqueles que as pregam, dizem até de maneira enfática, para que se observe a “Palavra”, fazendo referência a textos tidos por eles “sagrados”.

Esta advertência pode até possuir em seu conteúdo o sentido energético-vibratório correto, mas incorreto como o expressam fundamentados por conceitos desatualizados originados muitas vezes milhares de anos atrás, mas até hoje continuam alimentadores de preconceitos, que geram atitudes não fraternas, não cristãs.

Estas ideias fundamentalistas estão totalmente descompassadas, não aceitas pela maneira de ser de hoje e ainda, não se coadunam com o conhecimento e a linguagem científicos atuais.

Separações e divergências se ainda existem, são pela limitação mental e por falta de informações ou ignorância de conhecimentos do ser humano. Daquele que se acha perdido na arrogância de suas opiniões, refletindo desencontros de seus conflitos emocionais interiores.

Jesus de Nazaré – O Cristo: : “Eu vos darei o que os olhos não viram, o que os ouvidos não ouviram, o que as mãos não tocaram e o que nunca ocorreu à mente do homem.”

O conhecimento mesmo superficial da mecânica quântica, começa a abrir para aquele que o possui um largo horizonte e, nele perceber Jesus em sua verdadeira realidade multifrequencial, multivibracional e multidimensional.

Percebe-lo “inteiro” em sua real condição divina, além dos tacanhos limites de um mundo denso, onde “os olhos não podem ver, os ouvidos ouvir e as mãos não tocarem. Ou, o que nunca ocorreu à mente do homem”.


Imagens da esquerda para direita e de cima para baixo, trilha perto de Nazaré que dá a noção por onde transitavam as pessoas no tempo de Jesus; ruínas de suas pequenas construções de pedra, sem ventilação e entre elas ruas estreitas; alguns de seus utensílios, entre eles o de extração por esmagamento do azeite de oliva – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Haveis, então, discernido o princípio, para que estejais procurando o fim? Pois onde estiver o princípio ali estará o fim. Feliz daquele que tomar seu lugar no princípio: ele conhecerá o fim e não provará a morte.”

O ser humano não pode ser separado do Princípio de sua existência ou de Deus.  Ele não pode se separar do que realmente é, do fluxo da Consciência Divina que nele se acha inserido.

Mas, por ele gerar bloqueios e separações, às vezes se vê neles. Apenas quando vai os eliminando, vai também se permitindo perceber o que é de fato e então, sua vida vai fluindo e se enriquecendo em plenitude.

Aquele que busca como objetivo final ressuscitar seu corpo físico e a seguir transmuta-lo e, conseguindo este seu intento, readquire seu verdadeiro corpo. Reencontra seu corpo de luz, que com ele viverá a vida eterna. “Feliz daquele que toma seu lugar no princípio, porque ele conhecerá o fim e não provará a morte.”

Jesus de Nazaré – O Cristo:   “Feliz o que já era antes de surgir. Se vos tornardes meus discípulos e ouvirdes minhas palavras, estas pedras estarão a vosso serviço. Com efeito, há cinco árvores para vós no Paraíso que permanecem inalteradas inverno e verão, e cujas folhas não caem. Aquele que as conhecer não provará a morte.”

Jesus se identificou como o “Filho Primogênito do Pai”, condição divina assim constituída antes mesmo de se apresentar à realidade física, com a “tarefa“ de se tornar “o norte” dos seres humanos, fazendo-se como o exemplo e como o meio de sua salvação, se amassem a Deus sobre todas as coisas e os seus semelhantes como a si mesmos, já arrependidos dos males feitos.

Aqueles que seguissem seus ensinamentos fariam parte de seu “Reino”, onde as atribulações em um mundo denso com experiências físicas em seu sentido de dualidade, de conflito e de sensação de vida e de morte (biológicas) não mais existiriam.

Eles se libertariam de um mundo físico e ilusório das sensações dos sentidos, que se fossem vencidos, teriam como prêmio o “Paraíso”. Eles alcançariam planos de realidades ou dimensões mais sutis, não mais alcançáveis pelo raciocínio e pela lógica próprios de um mundo, que apenas é constatado com o entendimento trazido pelos seus cinco sentidos.

Alcançariam planos de existência mais vibráteis e mais sutis que se mostram àqueles já possuídos da “visão do coração” ou, dos sentimentos mais profundos de percepção do sentido do amor que unifica, próprio das Realidades de Verdadeira e Viva Luz, que nelas não mais se conhece a morte.


Mar morto é um lago de água salgada com uma superfície de aproximadamente 650 km, comprimento máximo aproximado de 50 km e a uma largura máxima de 18 km. É alimentado pelo Rio Jordão. Suas aguas banham hoje a Jordânia, Cisjordânia e Israel – Imagens da Internet

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “O reino do céu.se assemelha a uma semente de mostarda, a menor de todas as sementes. Mas, quando cai em terra cultivada, produz uma grande planta e torna-se um refúgio para as aves do céu.”.

A semente que constrói o “Reino do Céu” é a do amor, que assim plantada e adubada com pensamentos e ações e que cultivada com sentimentos de satisfação, alegria e felicidade com propósito apenas de unir e de somar, ela vai crescendo, agigantando e abrigando cada vez mais um número maior de pessoas, que à sua sombra vai se acalentando.

Esta semente nada custa, não está à venda no mundo exterior, necessita apenas ser adubada e cultivada no interior de cada um.  E crescendo, ela vai o enriquecendo com a verdadeira riqueza. A riqueza da harmonia que soma e a do amor que une. E ainda o impulsiona à visão do coração, para com ela (na frequência do mental sutil) alcance realidades muito além do mundo físico.

Realidades além do mundo da matéria com suas Leis, que com elas se alcança apenas o entendimento pelos sentidos ou, com o raciocínio e com a lógica voltados apenas aos interesses do mundo físico.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Eles (discípulos) se parecem com crianças que se instalaram num campo que não lhes pertence. Quando os donos do campo vierem, dirão: ‘Entregai nosso campo. ’ Elas se despirão diante deles para que eles possam receber o campo de volta e para entregá-lo a eles. Por isso digo: se o dono da casa souber que virá um ladrão, velará antes que ele chegue e não deixará que ele penetre na casa de seu domínio para levar seus bens. Vós, portanto, permanecei atentos contra o mundo. Armai-vos com todo poder para que os ladrões não consigam encontrar um caminho para chegar a vós, pois a dificuldade que temeis certamente ocorrerá. Que possa haver entre vós um homem prudente. Quando a safra estiver madura, ele virá rapidamente com sua foice em mãos para colhe-la. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

A realidade física é o mundo, que nele o ser humano pode tanto com a mente e o coração se impulsionar, para se perceber em sua luz/essência interior (“espirito”), quanto se direcionar com seus sentidos para experienciar sensações de sua condição físico-corpórea, que como “ladras” estão sempre à espreita em seu cotidiano para lhe “roubar”, desviando-o da primeira opção, que é o seu real motivo existencial e que prudentemente deve para ela se voltar.

Este motivo que ele deve preserva-lo mentalmente sintonizado ao seu Cristo Interior e que deve percebe-lo em relação aos seus semelhantes com o sentimento de unidade.


Primeira imagem Cidade de Jericó (ao fundo) e ao lado dela na segunda imagem escavações arqueológicas, que vêm comprovando assentamentos ali já existentes milhares de anos antes. Jericó está situada na Palestina, às margens do rio Jordão. Por ela Jesus passou e curou a cegueira de Bartimeu (filho de Timeu) – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:   “Quando fizerdes do dois um e quando fizerdes o interior como o exterior, o exterior como o interior, o acima como o embaixo e quando fizerdes do macho e da fêmea uma só coisa, de forma que o macho não seja mais macho nem a fêmea seja mais fêmea, e quando formardes olhos em lugar de um olho, uma mão em lugar de uma mão, um pé em lugar de um pé e uma imagem em lugar de uma imagem, então, entrareis (no Reino) ”.

Aquele que já possui a percepção do Sentido de O Todo, já tem a noção também do Sentido de Unidade, que com ele está em ressonância o Segundo Princípio Universal de Correspondência, que expressa o que está em cima, é como o que está embaixo e o que está embaixo é como o que está em cima.

O Todo é a sua própria Razão, a sua própria Lei, a sua própria ação, mas todas estas especificações são uma só coisa. A criação de imagens mentais na mente finita do homem separa daquela em que o Universo é criação da Infinita Mente Vivente/Deus.

Aquele que que já alcança esta percepção e com ela procura vivenciar, já está encurtando sua distância à “Casa do Pai”, já está começando a entrar no “Reino dos Céus”.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Escolherei dentre vós, um entre mil e dois entre dez mil, e eles permanecerão como um só. Aquele que tem ouvidos, ouça! Há luz no interior do homem de luz e ele ilumina o mundo inteiro. Se ele não brilha, ele é escuridão. Ama teu irmão como à tua alma, protege-o como a pupila de teus olhos.”

“Há luz no interior do homem de luz e com ela ilumina o mundo inteiro”. Aquele que já começa a alcançar esta percepção e já começa vivencia-la, irradiando-a, ele já começa também a alcançar O Grande Conhecimento. Ele já começa a alcançar a percepção do verdadeiro significado do amor universal através da energia taquionica, que é a soma de todas as formas de energia.

Com ela em sintonia com o Cosmo, que Jesus vibrava com a força de seu poder mental, quando ao mesmo tempo ensinava e vivenciava “amai o próximo como a si mesmo”, como exemplo de Luz Viva, como Luz que propaga.


A primeira imagem mostra o Monte da Tentação, que o seu cimo é alcançado através de teleférico e a segunda imagem mostra a Cidade de Jericó ao fundo e mais distante o deserto. Depois de batizado no Rio Jordão por João Batista e já iniciando sua vida pública, Jesus retirou-se para este local, ficando em oração, em jejum e preparando-se para seu compromisso como “Filho Primogênito do Pai”, quando passou ali por processo de “lapidação mental e emocional”. Entre ser em sua realidade divina e exterioriza-la e de ter em sua condição humana e exterioriza-la submetendo-se a tentação dos sentidos e com ela experienciando sensações próprias do mundo físico – Imagens de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Tu vês o cisco no olho de teu irmão, mas não vês a trave em teu próprio olho. Quando retirares a trave de teu olho, então verás claramente e poderás retirar o cisco do olho de teu irmão. Se não jejuardes com relação ao mundo, não encontrareis o Reino. Se não observardes o sábado como um sábado, não vereis o Pai.”

Aquele que não se ilumina, mas que se julga iluminar, ele se predispõe a ver as deficiências de seus semelhantes, mas não as suas. Exige de outros o que não exige de si mesmo. Exigência que antes deve ter consigo, para “retirar a trave de seu olho” e poder ver “ciscos no olho de seus irmãos” (defeitos), mas mesmo assim não com o sentimento de julgá-los.

Aquele que se encanta mais em julgar outros, é aquele também que mais se encanta com o mundo exterior. Por não estar em sintonia (mental) com o “Reino do Pai”, não é capaz de ver a verdadeira beleza, que está no interior de cada um a ser desvelada e que não pode ser fisicamente vista.


Imagens atual da Cidade de Jerusalém feitas do alto do Monte das Oliveiras. A última semana Jesus no mundo físico foi em Jerusalém. Aconteceram neste período sua entrada triunfal na cidade, a purificação do templo, tristeza em relação à cidade indiferente, as conspirações e tramas contra ele, a tristeza na última Ceia e a agonia do Getsêmani, a farsa de seu julgamento, a sua crucifixão e e finalmente o reviver de seu corpo com sua ressurreição e transmutação – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Assumi meu lugar no mundo e revelei-me a eles na carne. Encontrei todos embriagados. Não encontrei nenhum sedento, e minha alma ficou aflita pelos filhos dos homens, porque estão cegos em seus corações e não têm visão. Pois vazios vieram ao mundo e vazios procuram deixar o mundo. Mas no momento eles estão embriagados. Quando superarem a embriaguez, então mudarão sua maneira de pensar.”

A Consciência e o Poder Divino de O Cristo vieram ao mundo denso (Terra) através do ser humano Jesus de Nazaré, filho de Maria e de José que se mostrou como um condutor de mentes e corações, informando e passando conhecimento aos seres humanos. Ensinando-os com seu próprio exemplo, mas quase sempre aqueles que o ouviam, não estavam de fato sedentos de seus ensinamentos, embriagados que estavam pelas sensações do mundo.

Mesmo como Mensageiro de Deus às vezes sua alma se afligia, por perceber aqueles que o seguiam, seus ouvidos físicos o ouviam, mas eram incapazes de escuta-lo com seus corações, para alcançarem os esclarecedores e iluminados conhecimentos que lhes eram passados, porque “vazios vieram ao mundo e cheios de luz relutam em deixar o mundo”.

Com paciência Jesus continuou mesmo assim, passando seus conhecimentos àqueles que o ouviam, esperando que a embriaguez deles pelo mundo cessasse e, com suas almas não mais entorpecidas “já possuindo a visão do coração”, mudassem a maneira de pensar e de agir. Não mais cegos cada um se percebesse em sua verdade divina, em sua realidade cocriadora.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Seria uma maravilha se a carne tivesse surgido por causa do espírito. Mas seria a maior das maravilhas se o espírito tivesse surgido por causa do corpo. Estou realmente surpreso pela forma como essa grande riqueza fez morada nessa pobreza. Onde há três deuses, eles são deuses. Onde há dois ou um, estou com ele.”

O corpo humano é no mundo físico “morada” do ”espirito” (de sua essência/luz viva), que é o motivo da existência dele e não o inverso. Nesta interação “a grande pobreza se faz como morada para a grande riqueza”.

E nesta “simbiose vibracional divina” entre o denso e o altamente sutil/luz a consciência humana vivencia sensações com a noção de espaço-tempo, mas a sua Consciência Divina através do Eu do Futuro não mais a experiencia.

Aquele assim já consciente e em sintonia (mental) com este seu Corpo de Luz, ele não necessita de deuses para direcionar sua vida no mundo físico, porque este direcionamento vindo futuro se dá por ele mesmo.


Em um lugar no Jardim de Getsêmani, no Monte das Oliveiras Jesus tinha junto dele Pedro, Tiago e João e, ali estando muito aflito, diz aos três que estava profundamente triste e aflito e que mantivessem vigilantes com ele (seu suor estava como gotas de sangue caindo no chão), entretanto eles dormiam e quando os encontrou dormindo pela terceira vez, disse-lhes, “está se aproximando a hora de o “Filho do Homem” ser entregue às mãos de pecadores. Aquele que me trai está chegando” – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Nenhum profeta é aceito em sua cidade; nenhum médico cura aqueles que o conhecem. Uma cidade construída e fortificada sobre uma montanha elevada não pode cair nem pode ser escondida. Proclamai sobre os telhados aquilo que ouvirdes com vosso próprio ouvido. Pois ninguém acende uma lâmpada e coloca-a debaixo de um cesto, tampouco coloca-a num lugar escondido, mas num candelabro, para que todos que venham a entrar e sair vejam sua luz.”

Jesus um monoteísta reivindicou sua especial condição associada a único Deus, mas como uma Trindade Divina que com ela manifestando-se, convenceu muitos por meio de seus “milagres”. E, paralelamente com ela também enfatizou sua autoridade divina através de seus ensinamentos, com objetivo final voltado à ressurreição e à transmutação.

Ele ainda profetizou e levou sua voz às multidões, elevando-a como ensinamentos verdadeiros, sobre os que eram em seu tempo comumente pregados nos templos.

Com sua sabedoria divina iluminava as mentes de todos que o procuravam e que o escutavam, clareando-as nesta sua jornada humana, para que buscassem e se percebessem em sua nova realidade e mais divina/vibrátil,, velada dentro deles.

Jesus se era conhecido aos olhos humanos pelas maravilhas (“milagres”) que realizava, era porque através deles tinha intenção de despertar naqueles que os viam, o poder de também os realizar, possuíssemcomo ele o pleno domínio mental do “circuito energético-vibracional” também chamado de “Santíssima Trindade” e ainda conhecido como “Pai/Filho/Espírito Santo”.

E, nesta tríade energética para que acontecessem seus “milagres”, seu pensamento, desejo e vontade atuassem respectivamente nos níveis da 5ª dimensão/consciência, 4ª dimensão/bioplasma e 3ª dimensão/energia crística (kundalini).


Imagens do Cenáculo em Jerusalém. A palavra cenáculo está relacionada com o sentido de sala, que naquele tempo eram feitas as refeições ou, com o sentido de quarto que no primeiro andar de uma casa era utilizado como aposento de hóspedes. No Novo Testamento, cenáculo relaciona-se especificamente à palavra grega anogeon, como um local providenciado para que Jesus celebrasse a Páscoa acompanhado de seus discípulos. E nele foi onde ele realizou a Última Ceia, às vésperas de sua crucificação – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:   “Se um cego guia outro cego, ambos cairão numa vala. Não é possível que alguém entre na casa de um homem forte e tome-a à força, a menos que lhe amarre suas mãos; então será capaz de saquear sua casa. Não vos preocupeis de manhã até a noite e de noite até a manhã com o que vestireis.”

Aquele que ouve e segue o que diz outro, mas o que lhe é dito e por ele escutado não está em sintonia com Princípios (Leis) Universais e Divinas, ambos caem em “uma vala comum”, impedindo-lhes continuarem suas jornadas para dentro de si mesmos e despertarem seus poderes cocriadores.

O ser humano deve mentalmente se sutilizar (mental sutil), fortalecendo sua consciência/pensamento, para não “ser assaltado” emocionalmente pela intensa força de atração do mundo das sensações aprisionadoras, ao seu derredor.

Ele deve sair da ilusória e excessiva “interação simbiótico-energética de “matéria desejando si mesma”. Ou, de seu corpo físico (matéria) com seus sentidos comuns impelindo-o excessivamente à posse de objetos (matéria), à sua volta. É a “Matrix” aprisionando-o no ter o que aparenta ser, mas o que de fato não é.

E, desta prisão movido pela sabedoria do discernimento deve, através de seus pensamentos, se libertar, Ele deve pensar, focando com ele sua atenção para se libertar das forças antagônicas dentrode si e, já livre do encantamento exterior e do que é aparente, possa descobrir interiorizada sua habilidade (mental) cocriadora.

Possa se conduzir emocionalmente pelos sentimentos da harmonia em sintonia mental à Linha B de suas Três Linhas da Vida). Nesta frequência de vibração com seu pensamento tudo pode.

Possa (mentalmente) ir além, não mais se aprisionando a um mundo aparentemente real/solido, “construído” temporariamente apenas para satisfazer seus sentidos normais.


Os discípulos estavam reunidos às portas fechadas no Cenáculo (imagens acima), em data próxima a festa judaica de Pentecostes que é celebrada 50 dias após a Páscoa, quando de repente uma ventania tomou a casa e apareceram línguas de fogo. Todos ficaram cheios do Espirito Santo e começaram a falar em outras línguas. E, nas imagens acima uma cantora gospel começou a cantar lindamente, ou melhor, vibrar melodiosamente sua voz envolvendo os presentes em um manto de encantamento e de harmonia, quando então todos ali naquele instante com seus corações e mentes em uma só frequência, proporcionaram o vórtice/”portal” para a manifestação de um sutil corpo de luz – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Quando tu te revelarás a nós e quando te veremos?” Jesus disse: “Quando vos despirdes sem vos envergonhardes e tomardes vossas vestes e, colocando-as sobre vossos pés, pisardes sobre elas como criancinhas, então (vereis) o filho daquele que vive e não tereis medo. Muitas vezes haveis desejado ouvir essas palavras que vos digo, e não tendes outro de quem ouvi-las. Pois virão dias em que me procurareis e não me encontrareis.”

Aquele que se fizer como uma criança, que em sua espontaneidade se despe de julgamentos e de preconceitos, ele verá a si mesmo como deve ser visto. Em sua transparência d’alma sem medo deve se vê, como se vê este (Jesus) que ainda no mundo físico lhes esclarece, mas chegará a ocasião que ele já ressuscitado, não poderá mais fisicamente presente ser escutado.

Muitos dos ensinamentos de Jesus foram transmitidos através de parábolas com intenção de facilitar seu entendimento, mas mesmo assim foram poucos aqueles, que naquele tempo os assimilaram. E, por não os entenderem, deixaram perder informações históricas ou mesmo as destruíram posteriormente por interesses próprios, como documentos apócrifos.

E, mesmo hoje muitos de seus ensinamentos contidos em documentos que foram resgatados, continuam mesmo assim seu sentido não compreendido com uma visão mais quântica.


Em Jerusalém estatua do Rei Davi e o com seus restos mortais Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Os fariseus e os escribas tomaram as chaves da gnose. Eles não entraram nem deixaram entrar aqueles que queriam entrar. Vós, no entanto, sede sábios como as serpentes e mansos como as pombas. Uma parreira foi plantada fora do Pai, porém, não sendo saudável, ela será arrancada pela raiz e destruída. Quem tiver algo em sua mão receberá mais, e quem não tiver nada perderá até mesmo o pouco que tem.”

“Deve-se ser sábio como a serpente e manso como a pomba”, com aquele que prega ostensivamente em templos julgando possuidor de poderes e “interprete do plano espiritual”, mas o que menciona não está verdadeiramente em sintonia com este plano mais sutil e de luz. E ainda mais, deixa também os que o escutam em sintonia mental.

Este que assim prega, deve deixa-lo sob a regência de Leis Universais e Divinas, que são irredutíveis àquele que se conduz à margem delas, mais cedo ou mais tarde será tirado de cena, será extirpado.

Aquele que verdadeiramente busca o autoconhecimento, que com ele vai se percebendo em sua realidade cocriadora e divina, ele vai cada vez mais exteriorizando sua real riqueza. A auto iluminação é um processo mental/”espiritual” dinâmico, que não se deve deixa-lo estagnar. Assim estagnado ele mesmo não estaria.

Expressar-se com “espiritualidade” é vivencia-la. É se mostrar mentalmente consciente inserido no “mais além” através dos ensinamentos do “Filho Primogênito do Pai”, que informava a necessidade de cultivar sentimentos de bondade, porque associados a eles estão frequências mais altas que o ser humano pode gerar/vibrar. Amor universal (500 Hz), alegria (540 Hz), harmonia/paz (600 Hz), estado mental sutil de iluminação (700 Hz) e estado total/final de consciência (1000 Hz).

O ser humano vivenciando a frequência do amor, gera o respectivo poder de atração, que com ele vai se transformando e ao mesmo tempo influenciando aqueles que estão em sua convivência e que vão também se transformando. Vão mudando seu comportamento e, inclusive, harmonizando o ambiente onde se acham.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Não percebeis quem sou eu pelo que vos digo, mas vos tornastes como os judeus! Com efeito, eles amam a árvore e odeiam seus frutos ou amam os frutos, mas odeiam a árvore. Quem blasfemar contra o Pai será perdoado e quem blasfemar contra o Filho será perdoado, mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado nem na terra nem no céu.”

Jesus mencionava a necessidade de cada vez mais pensar e proceder melhor (com mais equilíbrio emocional). Procurava especialmente ser compreendido desta maneira através de seus próprios exemplos e, quando também falava por parábolas.

Nesta sua maneira de se expressar, informava sobre o poder (vibracional) dos sentimentos como o do amor, da compreensão e da tolerância, entre outros. Ele percebia em si mesmos, que o cérebro humano é imensa fonte geradora de força mental, conduzindo o pensamento através da emoção.

Em sua época era muito questionado e quase sempre não aceito em função de seus ensinamentos, que com eles procurava remover milenares e ultrapassados paradigmas de comportamento.

E, apesar de ser aceito por alguns em função principalmente dos “milagres” que realizava, quase sempre não era compreendido por eles. Estas situações que com elas convivia cotidianamente, as compreendia apesar de deixa-lo humanamente aflito.

Entretanto, para ele aquele que pensava e blasfemava contra o espirito santo (energia da kundalini/crística de realização no mundo físico), não seria perdoado nem na terra nem no céu ”. Ou seja, aquele que não percebesse seu corpo físico o “veículo”, sua mente o “motorista” e sua emoção o “combustível” que se estivesse “adulterado, ele não iria a lugar nenhum. Assim estagnado ele mesmo não estaria se perdoando em corpo/alma – ou, na terra e no céu.

O pensamento não é apenas um processo mecânico, físico, biofísico. Ele é “ponte” que liga o ser humano pela sua Vontade através da energia crística/energia do espirito santo aos mundos paralelos, às dimensões e a outros planos de realidades.


Primeira imagem uma das extensões da caverna existente no subsolo da Basílica da Natividade, local onde provavelmente Jesus nasceu. Segunda imagem o interior desta Basílica – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Não se colhe uvas dos espinheiros nem figos dos cardos, pois eles não dão frutos. O homem bom retira o bem do seu tesouro; o malvado retira o mal de seu tesouro malévolo, que está em seu coração, e diz maldade. Pois da abundância do coração ele retira coisas más.”

Aquele que no mundo físico pensa e age com o sentido de unir, somar e construir, ele é movido pela energia do sentimento do amor, guardado dentro de si como seu precioso tesouro, que dele já foram retirados os maus sentimentos.

Sentimentos de maldade se alguém ainda os guarda em seu coração, ele está cultivando em seu dia a dia dentro de si “espinheiros e cardos (pragas) ”, que com eles vai se machucando, dificultando e empobrecendo sua vida.

A mentalização é importantemente eficiente quando se pensa de maneira positiva, exercitando-se com mente amorosa, para que facilite a materialização do que se almeja. Aquilo que alguém colhe na vida, é o reflexo persistente do que ele pensa e age ou, do que mentaliza/gera em seu campo de energia, que agindo como um imã, atrai resultados ao seu favor ou contra.

Aquele que sabe se direcionar na vida, consegue materializar o que pensa, Ele já sabe controlar situações, que o levam a viver de maneira mais plena sem perda de energia ou, sem mais o sentimento de sofrimento por já saber alcançar seu objetivo.


Muro das Lamentações em Jerusalém é o único vestígio do primeiro e antigo templo erguido por Herodes, portanto é o que restou dele como um muro de arrimo, que apenas já servia de sustentação ao segundo templo destruído no ano de 70 pelo general Tito, que se tornou imperador romano – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:   “Dentre os que nasceram da mulher, desde Adão até João, o Batista, não há ninguém superior a João, para que não abaixe os olhos [diante dele]. Mas eu digo, aquele dentre vós que se tornar uma criança conhecerá o Reino e se tornará superior a João.”

O ser humano que se mostra em pensamento e atitude como uma criança que não premedita, e agindo espontaneamente inocente, ingênuo, é mais fácil para ele por possuir coração e mente límpidos, exteriorizar a energia do espirito santo e, nesta frequência alcançar também o “Reino do Pai”, tornando-se superior a “João, o Batista”.

Aquele que se conduz na vida com pureza de propósitos, ele possui mais confiança em si e ausente de barreiras emocionais, abre com mais facilidade seus próprios caminhos. Ele já tem depositado em seu coração o sentimento de serenidade, que com ele caminha em seu dia a dia.

Sem mais o sentimento de julgamento de si mesmo e dos outros, ele possui a viva noção que suas experiências no mundo físico, são apenas trampolim em sua busca de outros e paralelos mundos.

Em suas experiências do dia a dia não se deixa conduzir pelo medo, mas pela espontaneidade e pela sinceridade, como condutoras de sua vida.

Move-se pelo autoconhecimento, que com ele vai percebendo suas verdadeiras possibilidades, quando vai ao mesmo tempo pesando seus defeitos e qualidades em uma aceitação de si mesmo. Vai assim se livrando do que nele não é autentico, do que não é de sua real natureza divina cocriadora.


A Mesquita do Domo da Rocha e o Murro da Lamentações estão fisicamente próximos daqueles que os frequentam com seus corpos físicos, mas muitos distantes dos mesmos que os frequentam com seus sentimentos – – Foto de Antônio Carlos Tanure.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  É impossível para um homem montar dois cavalos ou retesar dois arcos. E é impossível que um servo sirva a dois senhores, pois ele honra um e ofende o outro. Ninguém bebe vinho velho e logo em seguida deseja beber vinho novo. E não se coloca vinho novo em odres velhos, para que não arrebentem; nem se coloca vinho velho em odres novos, para que não o estraguem. E não se cose pano velho em veste nova, porque ela está arriscada a rasgar.”

A densa e ilusória realidade da matéria que o ser humano experiência em sua condição físico-corpórea, nela vibram forças fundamentais em polaridades opostas, dando-lhe (já ainda no mundo do átomo) ilusão de uma realidade consistente, que ele deve aprender a extrapola-la.

Deve se libertar destas forças, que nele também inseridas o influenciam, refletindo na alternância de seus sentimentos, interesses e ações, mostrados comumente em sua convivência com os outros.

Em suas experiências no mundo físico ele deve (mentalmente) se situar na Linha B ou do Meio de suas Três Linhas da Vida, para adquirir a possibilidade de neutralizar estas forças, que energeticamente “estruturadas” em seu corpo físico, o impulsionam em sua vida também fisica.

Na Linha B ele alcançando o estado de graça, alcança também capacidade de interagir consciente com seu Corpo de Luz (Eu do Futuro), que em outra frequência de realidade não estando sujeito às Leis do mundo físico, o auxilia em sua ressureição e transmutação, para que se liberte definitivamente deste mundo e volte à “Casa do Pai”.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Se os dois fizerem as pazes nesta casa, eles dirão a montanha: ‘Move-te! ’ e ela se moverá. Bem-aventurados os solitários e os eleitos, pois encontrareis o Reino. Pois, viestes dele e para ele retornareis.”

Aqueles em estado de graça que se acham mergulhados em si mesmo, estão em uma conduta solitária, mas não de solidão percebendo em seus corações e em suas mentes serem partes vivas do “Reino do Pai”, que dele temporariamente estão só separados pela barreira de seus corpos físicos, mas ao se ressuscitarem e se transmutarem, voltarão definitivamente para ele.

Quanto mais as presenças destes “bem-aventurados” que assim pensam, a energia (mental) que cada um vai gerando, vai se somando com a do outro, possibilitando-lhes no final a capacidade de realizarem maravilhas e, se “dizerem à montanha move-te, ela se moverá”.

A intensidade da energia, a velocidade do pensamento e como a mente atua na matéria ou, respectivamente as Linhas ABC da Vida que determinam o sucesso (ou não) do que foi por ele mentalizado. Estas três linhas quando já destacadamente funcionando/vibrando em harmonia no instante do que foi pensado e desejado, fica ainda mais fácil para ele se estabilizar emocionalmente na frequência de kundalini em espiral (sublimada), a frequência que é cocriadora.


Para os judeus o Muro das Lamentações é “um portal de entrada para o Céu”. É um local onde a plenitude de sua identidade encontra expressão, representando a eternidade de Deus e do Povo Judeu escrita em pedra – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Se vos perguntarem: ‘De onde vindes? ’ Respondei: ‘Viemos da luz, do lugar onde a luz nasceu dela mesma, estabeleceu-se e tornou-se manifesta por meio de suas imagens’. Se vos perguntarem: ‘Vós sois isto? ’ Digam: ‘Nós somos seus filhos e somos os eleitos do Pai vivo’. Se vos perguntarem: ‘Qual é o sinal de vosso Pai em vós? ’, digam a eles: ‘É movimento e repouso’.”

O ser humano é em sua essência energia/luz originada da Fonte Divino-Eterna, “que nasceu dela mesma” e que mostra apenas seu reflexo ao limitado entendimento humano, que com ele experiencia o raciocínio e a lógica através de seus limitados cinco sentidos, próprios para inseri-los apenas ao seu mundo exterior e físico.

Mas, aquele que não se sujeita esta limitação, impulsionando-se por sincera vontade conduzida pelo coração, busca sua origem divina não fora, mas dentro de si, em seu mundo interior.

Ele vai procurando alcança-la como sua verdadeira riqueza, ao ampliar seus conhecimentos nem tanto mais impulsionado pela inteligência, mas pela sabedoria que realmente esclarece, que ilumina seu mundo interior e que torna possível perceber não só ele, mas todos filhos de um mesmo ”Pai”.

A vida do ser humano é um dinâmico conjunto de experiências, conhecimentos e aprendizados. Conhecimentos que o levam ao aprendizado último e mais verdadeiro de buscar a Luz Viva e nela assim se perceber inserido.


Na primeira imagem imediações em Jerusalém da Mesquita do Domo da Rocha e na segunda imagem o Domo Dourado – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Aquilo que esperais (o repouso dos mortos e quando virá o novo mundo) já chegou, mas não o reconheceis. Omitistes aquele que vive em vossa presença e falastes dos mortos.”

A presença na realidade física de Jesus e depois sua ressureição e a transmutação final de seu corpo físico, abriu aos seres humanos a “porta” entre a realidade física e às realidades mais sutis/aceleradas.

Ele permitiu que um novo mundo mental de experiências e de transformações acontecesse àqueles que a muito vinham procurando passar por esta “porta”, que pudesse leva-los além da ilusória realidade de seu mundo físico e exterior, estimulando-os primeiro se conhecerem, interiorizarem-se, para só assim conhecerem a realidade de uma outra mais verdadeira e sutil vida.

Entretanto, muitos ainda hoje se movem como sonambúlicos ou mesmo mortos (em inercia mental total) persistindo não o ter verdadeiramente como exemplo, como “ponte” para regressar a “Casa do Pai” e, à sua verdadeira vida.

Ele como partícula de vibração mais intensa enviada à Terra, veio para conviver entre os seres humanos e lhes passar sua tecnologia mental, ensinando-a como sua Boa Nova a ressurreição e a transmutação.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Se ela (a circuncisão) fosse benéfica, os pais gerariam filhos já circuncisos de sua mãe. Mas a verdadeira circuncisão (iniciação) a espiritual, tornou-se inteiramente proveitosa.”

A verdadeira circuncisão não deve ser aquela que acontece na carne (corte físico do prepúcio), não aquela que acontece materialmente, mas em outro padrão mental e nível evolutivo, que com eles possam ser eliminados/cortados velhos e viciosos hábitos, para serem construídos novos e dinâmicos procedimentos, observando-se verdadeiramente a ciência lilarial com seus fundamentos (da natureza), conduzidos por Leis Universais.

O ser humano não deve limitar seu interesse apenas ao do seu corpo físico. Ele não deve esquecer, que é possuidor de corpo mental sutil gerado ao nível da 5ª camada de seu campo biomagnetico (aura), que com ele e seu vórtice (chakra) frontal, pode mudar a sua realidade através de seu pensamento, impulsionando-se pelo seu desejo e pela sua vontade. Com eles buscando o melhor para si e para os outros, tornando-se luz, que a reflete nos outros.


Na primeira imagem imediações em Jerusalém da Mesquita do Domo da Rocha e na segunda imagem a pedra que é venerada pelos muçulmanos e que está dentro da Cúpula Dourada. – Primeira foto de Antônio Carlos Tanure e a segunda foto da Internet.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Bem-aventurados os pobres, pois vosso é o Reino do céu. Aquele que não odiar seu pai e sua mãe não poderá se tornar meu discípulo. E quem não odiar seus irmãos e irmãs e tomar sua cruz, como eu, não será digno de mim. Aquele que conseguiu compreender o mundo encontrou (somente) um cadáver, e quem encontrou um cadáver é superior ao mundo.”

Aquele que não se deixa consumir (emocionalmente) pela sua momentânea e ilusória passagem na realidade física, ele não se preocupa por posses de bens materiais. Satisfaz em levar sua vida de maneira mais comedida e mais harmônica, tendo o que realmente necessita

Ele se volta mais em buscar o que está velado em seu interior e não em seu exterior. Busca em si mesmo a verdadeira riqueza, a verdadeira posse que lhe acalma e o leva “ao Reino do Céu” e, não a riqueza aparente e exterior, que o hipnotiza e que o leva a se aprisionar em um mundo ilusório tanto pelo que é “construído”, quanto pelo que oferece.

Aquele que neste mundo peleja em sua própria casa, ele já o compreende melhor este mundo de conflitos, que se assemelha a “um cadáver” e que não retrata a verdadeira vida em outras realidades mais sutis de existência. Realidades para serem alcançadas, é necessário que cada um tenha paciência e carregue sua própria cruz, mostrando-se “espiritualmente” superior àqueles que o crucificam, para assim se tornar digno do “Pai”.

Os que estão realmente em sua caminhada evolutiva, sabem dividir não só sua riqueza física, como também a mais valiosa delas, o amor em seu coração. Este sentimento é a sua mais preciosa riqueza, que compartilhada possui a magia divina de unir, de somar. Aqueles que assim procedem em sintonia à Lei Universal do Retorno, têm a solução de tudo em suas mãos.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “O Reino do Pai é semelhante ao homem que tem [boa] semente. Seu inimigo veio durante a noite e semeou joio por cima da boa semente. O homem não deixou que arrancassem o joio, dizendo: ‘temo que acabeis arrancando o joio e também o trigo junto com ele. No dia da colheita as ervas daninhas estarão bem visíveis e serão, então, arrancadas e queimadas. Bem-aventurado o homem que sofreu e encontrou a vida.”

O ser humano em essência é Luz Viva, que nela estão ausentes a logica pelos sentidos e o estimulo pelo instinto, “propulsores” de seu corpo físico como instrumento para experienciar um mundo denso e limitado por três dimensões.

Metaforicamente, em seu “espirito”/luz encontra-se a boa semente (“trigo”), que no momento está entrelaçada à “má semente (“joio”) constituída pelas suas sensações quando incorretamente conduzidas pelos seus sentidos e movidas pelo seu instinto, que devem ser removidas antes “do dia da colheita”.   Ou, antes do momento de ele ressuscitar/transmutar seu corpo físico em corpo de luz, para voltar à fonte de sua verdadeira origem – “ao Reino do Pai”.

O ser humano constituído por sentimentos/emoções vai gerando seu “universo”, que pode interferir nos “universos” de outros seres humanos em sua volta. A “realidade” que ele depara cotidianamente é consequência das consequências de seus pensamentos, decisões e atos já instalados em sua mente (em seu “universo mental”).

O “Joio e o “Trigo” nesta parábola estão associados respectivamente aos pensamentos e ações negativos e positivos.

A força do pensamento que o ser humano carrega, ele nem imagina. Com ela suas possibilidades (através de suas habilidades mentais) são imensas, tanto para construir, quanto para destruir.  Jesus muito mencionou, para que cada um se observasse e procurasse o máximo evitar tropeços em seu caminhar. A ressurreição e a transmutação e o porquê delas são dois pontos centrais impulsionadores àqueles, que buscam o “Reino do Céu”.


Imagens do Tanque de Siloé – Jesus depois de restituir a visão a um cego, cuspindo no chão e com a terra fazendo barro com sua saliva e em seguida ungindo os olhos do cego com aquela mistura, lhe disse: “Vai, lava-te no Tanque de Siloé”. E, sobre esta cura respondendo a um de seus discípulos, disse-lhe que a cegueira dele não vinha de algum pecado seu e nem de seus pais, mas se ele estava nesta condição desde o seu nascimento, foi para que as obras de Deus fossem reveladas na vida dele, E conclui, “faço as obras daquele que me enviou” – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:   “Prestai atenção àquele que vive enquanto estais vivos, para que, ao morrerdes, não fiqueis procurando vê-lo sem conseguir.”

O ser humano experiencia em uma realidade físico-biológica, que a constata com seus sentidos normais e, entre eles utiliza-se mais constante sua visão física, que não mais a terá, quando estiver experienciando em outra e paralela realidade (morto) e, nela a maneira que antes via, procurando fisicamente constatar, não mais a terá.

O “mundo dos espíritos” (realidade 02) é um mundo invisível à visão física, ele faz parte ainda da terceira dimensão (com ela se entrelaça, faz transição), mas já em uma frequência de vibração percebida agora pela visão mental (“3ª visão”), como uma realidade mais translucida, mais sutilizada.

Não se consegue ver o vento, mas ele é sentido e, nesta analogia o mundo dos mortos (“espiritual”) está em uma frequência de realidade não fisicamente vista, mas pode ser sentida/percebida no mundo dos vivos, como suaves arrepios corpóreos motivados pela aproximação dos mortos (“espíritos”), entre muitas outras formas de interações com esta realidade paralela (entrelaçamento de seus campos de energia).


Imagens das ruas estreitas da atual Jerusalém que nelas hoje estão lojas comerciais. Na última foto calçando parte da rua, estão algumas pedras guardadas por policiais e que foram retiradas mais ou menos a cinco metros de profundidade, portanto elas são da verdadeira rua em que por ela passou Jesus, carregando a sua cruz dois mil anos atrás – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Por que o homem (um samaritano carregando um cordeiro a caminho da Judéia) está carregando o cordeiro?  Enquanto o cordeiro estiver vivo (se for para mata-lo e come-lo), ele não o comerá, mas somente depois que o tiver matado e que o cordeiro se tornar um cadáver. Vós, também (não poderíeis fazer de outro modo) buscai um lugar para vós no repouso, a fim de que não vos torneis um cadáver e sejais devorados.”

O ser humano vive seu cotidiano buscando-se reencontrar, se perceber em sua verdadeira realidade divina mesmo que de forma inconsciente, mas quase sempre infelizmente se deixa conduzir de maneira contraria a este objetivo. Não caminha na Linha B ou do Meio de suas Três Linhas da Vida.

Ausenta-se do sentimento de tranquilidade, ao conduzir sua vida por conflitos e embates com interesses egoísticos e até cruéis, tornando-se” um cadáver que vai sendo devorado” e sendo destruído no turbilhão de suas próprias paixões.

Orgulho, vaidade, arrogância, ganancia e inveja são os “lixos” mais constantes que o ser humano vai mental e emocionalmente gerando e acumulando. Expressando-os através de seus pensamentos e ações, que vão moldando seu já “natimorto universo mental”, mas que interfere nos “universos” dos demais, através de rótulos e agressões fomentadores de diferenças e de destruição.


Para alguns historiadores é na Basílica acima, que está o Sepulcro de Jesus. Em seu altar é o local tradicionalmente considerado de sua crucificação. Nele está também a rocha do Calvário, que pode ser vista sob um vidro em ambos os lados do altar, que debaixo dele existe um buraco, onde sua cruz foi levantada junto com as de dois malfeitores – Imagens da Internet.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Dois repousarão sobre um leito: um morrerá, o outro viverá. Eu sou aquele que existe a partir do indivisível (respondendo a Salomé, a ele que tinha acomodado em seu divã e comido em sua mesa). Recebi algumas das coisas de meu pai…. Eu sou seu discípulo…. Por isso digo que, se for destruído, ele estará pleno de luz, mas, se ele estiver dividido, estará pleno de trevas.”

Jesus no mundo denso da matéria foi possuidor de corpo físico e tinha a noção dele ser temporal/passageiro, que morreria para ressuscita-lo e a seguir transmuta-lo, para um definitivo corpo de luz atemporal/eterno.

Ele como discípulo do “Pai” possuía o poder que dele recebia. E com ele veio ensinar ao ser humano (com seu próprio exemplo) como “diluir” seu corpo físico, transformando-o em um outro mais sutil, de mais luz, para não ficarem mais à mercê das “trevas” seu coração e sua mente. Não mais ficarem na “escuridão” provocada pelas sensações de seu corpo denso.

Os ensinamentos mencionados por ele e, muitos deles através de parábolas, tinham intenção de facilitar sua compreensão àqueles que os ouviam, mas mesmo assim foram poucos aqueles que os entendiam e mesmo assim ainda em parte, como hoje também são poucos, aqueles que os aceitam pela visão de um mundo quântico. Tendo-os pelo enfoque místico-religioso e não pela percepção energético-vibratória de uma visão mais cósmico-divina.

O ser humano é um ente em corpo denso, pensante e consciente provido dos sentimentos do desejo e da vontade conduzidos pela energia do pensamento. Ele (dentro do mundo quântico) é constituído em uma estrutura orgânica funcional (corpo), possuindo ao mesmo tempo partículas (elétrons/matéria) e ondas (biofótons/luz).

Assim constituído ele é um ser que fisicamente anda (bípede), mas também é um ser sutil, que com o seu corpo mental pode pelo seu pensamento “mover/voar” por realidades paralelas, além desta marcada e limitada pela sua noção de espaço-tempo que com ela experiencia.


Para outros pesquisadores seria no local mostrado acima, localizado fora da atual Porta de Damasco e em um jardim, que está a tumba onde foi depositado o corpo de Jesus. Ao lado desta tumba tem uma pedreira que nela mostra algo semelhante a uma caveira (Gólgota) – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Eu digo meus mistérios aos [que são dignos de meus mistérios]. Que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita. Havia um rico que tinha muito dinheiro. Ele disse: ‘Empregarei meu dinheiro para semear, colher, plantar e encher meu celeiro com o fruto da colheita, para que não me venha a faltar nada’. Essas eram suas intenções, mas naquela mesma noite ele morreu. Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça.”

Aqueles que eram mais próximos de Jesus foram por ele escolhidos pela riqueza de seus corações e por serem “dignos de seus mistérios”. Riqueza que eles depois procuraram acrescenta-la, inspirando-se nos exemplos e nos ensinamentos de Jesus, muitos destes transmitidos por parábolas, como as que incentivaram te prudência no mundo físico humano, comumente gerador de disputas.

Jesus os alertava para a sábia prudência de evitarem conflitos e não a de preocuparem em acumular riqueza passageira e ilusória dos bens materiais. Eles não deveriam esquecer, é de possuírem a verdadeira riqueza, a que não pode ser fisicamente vista.

A riqueza da iluminação da alma que deveria ser cultivada no coração de todos eles como bons sentimentos. A riqueza da alma com a iluminação pelo “espirito”, realmente com ela que ficam e a levam mesmo após a morte.


No interior da Basílica da Natividade um ponto marcado por uma estrela de prata, é tido como o local mais preciso que Jesus nasceu. – Foto de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Um homem tinha convidados. E quando a ceia estava pronta, mandou seu servo chamar os convidados. O servo foi ao primeiro e disse-lhe: Meu mestre te convida. O outro respondeu: ‘Tenho dinheiro aplicado com alguns comerciantes. Eles virão me procurar esta noite para que eu lhes dê minhas instruções. Apresento minhas desculpas por não ir à ceia. O servo foi até outro e disse: Meu senhor está te convidando. Este disse-lhe: Acabo de comprar uma casa e precisam de mim hoje. Não terei tempo’. O servo foi a outro e disse-lhe: Meu senhor está te convidando’. Este disse-lhe: Um amigo vai se casar e coube-me preparar o banquete. Não poderei ir à ceia, peço ser desculpado. O servo foi a outro ainda e disse-lhe: Meu senhor está te convidando. Este disse-lhe: Acabo de comprar uma fazenda e estou saindo para buscar o rendimento. Não poderei ir, por isso me desculpo. O servo retornou e disse a seu senhor: Os que convidaste para a ceia mandam pedir desculpas. O senhor disse ao servo: Vai lá fora pelos caminhos e traze os que encontrares para que possam cear. Os homens de negócios e mercadores não entrarão no recinto de meu Pai’.”

Os seres humanos são exteriormente diferentes, mas interiormente possuem a mesma essência divina, como partículas de luz originárias de uma mesma Fonte. No momento estão todos em um mundo físico com suas diferentes personalidades e experiências, mas mesmo assim são convidados igualmente metamorfosearem seus corpos densos em corpos de luz, transmuta-los pela ressureição e se redescobrirem com a mesma luz, que de fato nunca deixaram de possui-la.

Em suas experiências cotidianas, alguns vivem o encanto pecuniário de ter e tendo vivem a ilusão dos rendimentos de ter cada vez mais. Outros preocupados com bens materiais com eles se ocupam, adquirindo-os cada vez mais, para não empobrecerem

Outros ainda ocupados com festividades e com ambientes de sensualidade deixam se envolver por eles, satisfazendo mais o corpo e menos a alma/”espírito”.

Estes que ainda não acordaram para sua verdadeira realidade, cobertos pelo véu da ilusão no mundo dos sentidos que nele experienciam, “não entrarão no Recinto do Pai”.

Entretanto, outros já estão trilhando o caminho do autoconhecimento e com ele se voltam à sua verdadeira realidade cocriadora, já tendo desenvolvidas algumas de suas habilidades mentais, que com elas se conduzem pelo coração. Paralelamente já começam a mergulhar dentro de si, tornando-se seus próprios juízes, não para se julgarem, mas para realmente se conhecerem.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Um homem de bem tinha uma vinha. Ele a alugou a camponeses para que cuidassem dela e pagassem-lhe com uma parte da produção. Ele enviou seu servo para que os arrendatários lhe entregassem o fruto da vinha. Eles pegaram seu servo e o espancaram, deixando-o à beira da morte. O servo voltou e contou a seu senhor o ocorrido. O senhor disse: Talvez não o tenham reconhecido. Ele enviou outro servo. Os camponeses também o espancaram. Então o proprietário enviou seu filho e disse: Talvez eles tenham respeito por meu filho. Como os camponeses sabiam que aquele era o herdeiro da vinha, pegaram-no e mataram-no. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.”

Com seu corpo físico o ser humano através de suas emoções dá à vida sua alma e se ilumina pelo seu espirito. Vivencia na realidade física, cultivando não só sentimentos relacionados aos interesses (honestos) de sua sobrevivência, mas muito mais ainda aqueles outros que o elevam, permitindo-lhe se perceber mais além, em sua verdadeira e original realidade.

Em suas experiências físico-biológicas em uma realidade de três dimensões, ele busca como objetivo a harmonia de bem viver consigo, com seus semelhantes e com o mundo ao seu derredor.

Aquele que assim não procede, não amando o próximo como a si mesmo e não percebendo que todos são filhos de um mesmo “Pai”, não é digno de voltar à “Casa Paterna”.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Mostrai-me a pedra que os construtores rejeitaram; ela é a pedra angular (pedra fundamental, ou o elemento essencial ao que se procura com harmonia construir). Se alguém que conhece o todo ainda sente uma deficiência pessoal, ele é completamente deficiente. Bem-aventurados os que são odiados e perseguidos. Mas os que vos perseguirem não encontrarão lugar.”

No tempo de Jesus os hebreus, israelitas e judeus constituíam o povo que na bíblia é descrito como “o escolhido de Deus ”. Eram orientados em sua crença religiosa por sacerdotes, com finalidade de os conduzir de acordo com leis de suas antigas escrituras.

Jesus expressava com sabedoria sempre realçando a necessidade na vida do ser humano os sentimentos do amor e da harmonia, porque só com eles pode-se construir solidamente, apesar de não poder fisicamente vê-los. Eles são como pedra angular e básica, que a partir dela outras são acrescentadas, para que se “erga uma solida construção” neste e em outros mundos.

Entretanto, a sabedoria contida em suas palavras não era compreendida. Era questionada e quase sempre rejeitada por aqueles que viviam em função de velhas e já mortas letras de antigas escrituras.

Letras que não permitiam com elas, alguém realmente se encontrar (interiorizar-se), não alcançar a percepção do verdadeiro significado do amor universal, energia que em sintonia com o Cosmo Jesus a vibrava com toda a força de seu poder mental, dando-lhe vida com seu exemplo, “no amai o próximo como a ti mesmo”.


Na imagem à esquerda vista aérea do vilarejo essênio de Qumran que foi destruído pelos romanos e que está em uma zona árida e quente próximo ao Mar Morto, onde foram encontrados na caverna mostrada na imagem à direita jarros com manuscritos, que continham documentos, revelações, leis, usos e costumes desta comunidade (“Manuscritos do Mar Morto“). Informações arqueológicas sobre os essênios são colhidas dentro de um período que vai do ano 150 (a.C) ao ano 70 (d.C.). – Imagens da Internet

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Bem-aventurados aqueles que foram perseguidos em seu interior. São eles que realmente conheceram o pai. Bem-aventurados os famintos, porque se encherá o ventre de quem tem desejo. Aquilo que tendes vos salvará se o manifestardes. Aquilo que não tendes em vosso interior vos matará se não o tiverdes dentro de vós. Destruireis esta casa e ninguém será capaz de reconstruí-la […]”

Cada um possui sua riqueza velada dentro de si, em sua pureza original. Ela só vai sendo mostrada, na medida em que seu dono vai aumentando sua sintonia mental com o “Pai”, ao se iluminar pelo coração e se divinizar como cocriador.  Nesta riqueza encontra o sentido de se viver em plena e real abundancia, que deve ser preservada daqueles, que ”sendo mortos por dentro” e vazios dela, tentam usurpa-la.

A Boa Nova de Cristo mostra-se à humanidade como “um divisor de aguas”. Aquele que com ela vive em estado de graça, já percebe ter em mãos a chave de seu maior poder, o de gerar como cocriador através de seu pensamento seu próprio universo (mental). Sua própria e eterna casa, que não deve ser destruída, porque ninguém mais será capaz de reconstruí-la.

Aquele em sintonia à Boa Nova de Cristo não mais se sujeita a ser empurrado por crenças com conceitos dogmáticos, porque se conduz agora direcionado por novos conhecimentos.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Dize a meus irmãos para que partilhem os bens de meu pai comigo (disse lhe um homem). Ó, homem, quem me institui partilhador? Eu não sou um partilhador, sou? (Perguntando seus discípulos).

Jesus veio este mundo para mostrar aos seres humanos como conseguir “a salvação eterna”, libertando-se de seu penoso ciclo encantatório. Ele veio ensinar que todos podem consegui-la, mas com cada um se esforçando para alcança-la, porque um não pode obtê-la para o outro, já que um não pode ressuscitar e transmutar para o outro. Nesta caminhada o objetivo é de todos, mas a caminhada é de cada um.

Ele com seu exemplo foi ao mesmo tempo estimulador e “partilhador” desta esperança, ressuscitando seu corpo físico (revivendo-o), para depois definitivamente transmuta-lo.

Ensinou para que se alcance este feito, uns devem se apoiar nos outros, devem buscar a união através do sentimento do amor, que fortalece o sentimento da harmonia, eficaz antidoto ao sentimento de dualidade, de disputa que todos por natureza físico-corpórea o possuem., experienciando em um mundo energeticamente também de (bi) polaridades.

É a ocasião de cada um atravessar com sua mente e seu coração o mundo de energias opostas em que nele fisicamente se acha, para que possa se perceber unificado à sua verdade, à sua divindade cocriadora e com ela alcançar o Mundo de Luz Viva e Autoconsciente.


Basílica da Anunciação em Nazaré e debaixo dela o local onde se supõe que morou Maria mãe de Jesus – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “A colheita é grande, mas os operários são poucos. Portanto, implorai ao senhor para que envie operários para a colheita. Ó senhor, há muitas pessoas ao redor do bebedouro, mas não há nada na cisterna. Muitos estão aguardando à porta, mas são os solitários que entrarão na câmara nupcial.”

O cristianismo que se iniciou com Jesus através do que mencionou e fez, auxiliou não só aqueles que realmente o escutaram Ele iniciou um momento ímpar na história da humanidade, ao dar início nítidas mudanças nos modelos comportamentais humanos da época, com grandes reflexos futuros.

Naquela época muitos que o ouviram, não alcançaram o verdadeiro sentido do que transmitia, mesmo ele utilizando em grande parte o recurso de alegorias, para facilitar melhor a assimilação de suas informações.

Mas, alguns que antes tinham realmente preparadas suas mentes e seus corações para escuta-lo com os “ouvidos da alma”, alcançaram a sabedoria contida em seus ensinamentos e através deles se candidataram “entrar na câmara nupcial, unindo seu – unir seu coração ao do “Pai”.


Cesaréia de Filipe é onde está hoje o Parque Nacional de Banias, uma das nascentes do Rio Jordão. Jesus quando ali esteve perguntando a Pedro quem ele era e, ele respondendo, “tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”, Jesus então lhe disse, feliz es tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu “Pai”, por isso…te darei as chaves do “Reino dos Céus” – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O CristoO Reino do Pai é semelhante ao comerciante que tinha uma consignação (encomenda) de mercadorias e nelas descobriu uma pérola. Esse comerciante era astuto. Ele vendeu as mercadorias e adquiriu a pérola maravilhosa para si. Vós também deveis buscar esse tesouro indestrutível e duradouro, que nenhuma traça pode devorar nem o verme destruir.” Eu sou a luz que está sobre todos eles. Eu sou o todo. De mim surgiu o todo e de mim o todo se estendeu. Rachai um pedaço de madeira, e eu estou lá. Levantai a pedra e me encontrareis lá.”

O ser humano impulsionando-se pela sua inteligência mesclada pela sua curiosidade, vive em um mundo físico, que o experiencia através de seus cinco sentidos, quando pode construir várias opções de vida. Mas, se ele conduz sua vida com sapiência, ele possui uma só opção que com ela constrói e adquire um só “tesouro indestrutível e duradouro”, que realmente enriquece sua vida.

Esta sua opção traduzida como a sabedoria do amor, ele a tem como “uma preciosa perola”, que com ela sente sua vida se conduzir com mais clareza, com mais percepção e com mais iluminação em sua maneira de pensar e de agir.

Ela que lhe permite harmonizar com todos e com tudo, para que vivencie e desfrute desta sua verdadeira “riqueza, que nenhuma traça pode devorar nem o verme destruir” e que creditada ao seu favor a desfrutará além mesmo deste mundo.

Jesus de Nazaré – O Cristo“Por que viestes ao deserto? Para ver um caniço agitado pelo vento? E para ver um homem vestido com roupas finas como vosso rei e vossos homens importantes? Esses usam roupas finas, mas são incapazes de discernir a verdade. Bem-aventurados os que ouviram a palavra do Pai e que realmente a guardaram (respondendo uma mulher na multidão, que lhe tinha dito, bem-aventurado o ventre que te portou e os seios que te nutriram). Pois virão dias em que direis: “Bem-aventurado o ventre que não concebeu, e os seios que não amamentaram. Aquele que reconheceu o mundo encontrou o corpo, mas aquele que encontrou o corpo é superior ao mundo. Quem enriqueceu, torne-se rei, mas quem tem poder que possa renunciar a ele.”

Aqueles que no mundo físico são ricos, importantes e poderosos e, por eles mesmos assim se encantam pelo que possuem por fora e não por dentro, “são incapazes de discernir a verdade” do que realmente possui valor.

Plantam o orgulho, vaidade e egoísmo no deserto estéril de suas vidas, não permitindo que nelas cresça floresça o amor, verdadeiro alimento da alma e o verdadeiro encanto da vida.

Aqueles outros que escutam a palavra do “Pai” no “Filho do Homem” e realmente a guardam, praticando-a, apesar de estarem em corpos físicos, seus corações e mentes não estão neste mundo, que o renunciando tornam-se superiores a ele. “Fazem-se reis, enriquecem-se, possuem o real poder e a verdadeira riqueza”.

A mentalização quando não corretamente gerada e direcionada magnetiza e fortalece o eu individual – o “ego”, formando quadros mentais, que magneticamente atraem mais realizações de desejos materiais e que conduzidos quase sempre de maneira egocêntrica, não permitem a assimilação de sentimentos mais amplos e verdadeiros de realização cocriadora.

E a meditação em seu real processo (mental) de se interiorizar, não é se deixar conduzir pelo relaxamento físico prazeroso, muitas vezes confuso e até mesmo ocioso. É se deixar conduzir de fato pela oração – ou, pela ação mental própria de um cocriador momentaneamente interiorizando-se em sintonia direta com a Mente Universal Criadora –  com o “Pai”.


Algumas oliveiras no Jardim do Getsemani”, em Jerusalém possuem centenas de anos, talvez passando de mil anos de existência – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Aquele que está perto de mim está perto do fogo, e aquele que está longe de mim está longe do Reino. As imagens manifestam-se ao homem, mas a luz que está nelas permanece oculta na imagem da luz do Pai. Ele tornar-se-á manifesto, mas sua imagem permanecerá velada por sua luz. Quando vedes vossa semelhança, vós vos rejubilais. Mas, quando virdes vossas imagens que surgiram antes de vós, e que não morrem nem se manifestam, quanto tereis de suportar!”

Jesus com seu poder divino cocriador expressou-o com sua habilidade mental, que com ela manipulou a matéria, utilizando-se de sua energia crística/kundalini (frequência de luz/cor vermelha – “fogo”). Nestes momentos no mundo físico (3ª dimensão) utilizava desta energia com a força de sua vontade (espirito santo), para suas realizações, inclusive para realizar seus “milagres”.

Aqueles que o acompanhavam e testemunhavam seus “milagres” como manifestações do “Reino” ou, do poder do “Pai” dado ao “Filho”, não sabiam que para estas suas realizações acontecessem, era necessária através de sua vontade a presença da energia cristica/kundalin, que é a energia da vida (biológica) e de realização no mundo físico e que comumente é velada à visão física.

Quando ele dizia àquele que o procurava para ser curado, dizendo-lhe, que não foi ele que o tinha curado, mas: “tua fé te curou”, de fato ele apenas potencializava o campo de energia (biomagnetico) deste doente, para que seus vórtices de energia (chakras) entrassem em funcionamento de maneira harmônica e assim pudessem energeticamente acelerar, para que o próprio enfermo agora também se potencializando, realizasse mentalmente seu “milagre”, portanto sua própria cura.

Também, quando ele dizia ao enfermo depois de curado, “vá e não peques mais”, ele mais em sentido energético-vibratório e não em sentido moral de julgamento queria dize-lo, não desalinhe mais seus vórtices (chakras), não saia mais da frequência de equilíbrio (Linha B de suas Três Linhas da Vida), para que que não mais adoeça.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Adão surgiu de um grande poder e de uma grande riqueza, mas ele não se tornou digno de vós. Pois, se tivesse sido digno, não teria experimentado a morte. As raposas têm suas tocas] e as aves têm seus ninhos, mas o filho do homem não tem nenhum lugar para pousar sua cabeça e descansar. Miserável do corpo que depende de um corpo e da alma que depende desses dois.”

O primeiro ser humano (Adão) Homo sapiens que se tornou depois o Homo sapiens sapiens, apesar de ter sido uma criatura surgida de um grande poder e possuída de grande riqueza (qualidade), não se tornou digna de seu surgimento, pois se tivesse sido, ele não teria só experimentado a morte física, reviveria também seu corpo, ressuscitando-o e transmutando-o.

As criaturas de Deus possuem seus locais na Terra (condições de vida), que com eles se identificam, mas o “Filho do Homem” não o possuiu. Digno de compaixão aquele que vive apenas em função da necessidade física de seu corpo, miserável ele que (ausente do estado de graça) sua alma depende de sensações (físicas) que seu corpo gera.

O futuro do ser humano está sempre mudando. Todas possibilidades existem ou não em sua vida, quando ele pode então tomar qualquer rumo, tanto para melhor quanto para pior.

Depende de que “seu personagem” – o “eu/ego” define o que é necessário experienciar, através de sensações positivas ou negativas que direcionam sua vida, apesar às vezes são inconscientes estas escolhas, mas mesmo assim não deixam de ser escolhas geradoras de seus conflitos interiores.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Os anjos e os profetas virão a vós e darão aquelas coisas que já tendes. E dai vós também a eles as coisas que tendes e dizei a vós mesmos: ‘Quando virão tomar o que é deles? Por que lavais o exterior da taça? Não compreendeis que aquele que fez o interior é o mesmo que fez o exterior? Vinde a mim, pois meu jugo (autoridade) é fácil e meu domínio é suave, e encontrareis repouso para vós.”

O ser humano é em essência luz divina. Algumas vezes é mencionado com sentido místico que ele é um “anjo em potencial”, mas para que realmente assim se mostre em sua verdade original como Luz Viva, “ele não deve ficar só lavando o exterior da taça” ou, só conduzindo por interesses exteriores que apenas satisfazem seus sentidos, mas buscando sobretudo, aqueles interiores essencialmente necessários e mais verdadeiros, que o capacitam a irradiar sua luz.

Ele é aquele como um filho, que “se interioriza para chegar ao Pai”, percebendo suave autoridade nesta aproximação, repouso em sua alma e em seu espirito amorosa e iluminada compreensão.

Este que assim procede, já possui consciência de sua condição em projetar seus desejos e a materializa-los a partir de si mesmo. Ele percebe agora “sua mente quântica” (mental sutil) evidenciar-se através de estados mentais mais profundos, gerando pensamentos com sentimentos (emoções) energeticamente mais sublimados, capacitando-o como cocriador, utilizar da energia da vida e de realização no mundo físico (energia cristica/kundalini) e com ela condição de manipular e criar matéria.


Na primeira imagem à esquerda é a reconstituição por recursos computorizados do Fórum Romano e na segunda à direita para comparação suas ruinas atuais. Em 63 a.C., o general Pompeu conquistou a Judeia, trazendo assassinatos, escravização aos judeus e fazendo anexação daquela região ao domínio romano. Entre 63 a.C. e 6 d.C.,aquele território transformou-se em principado vassalo de Roma – Imagens da internet

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Vós decifrastes a face do céu e da terra, mas não reconhecestes aquele que está diante de vós e não soubestes perceber este momento (respondendo aqueles que lhes disseram: dize-nos quem tu és, para que possamos crer em ti). Buscai e encontrareis. No entanto, aquilo que me perguntastes anteriormente e que não vos respondi então, agora desejo vos dizer mas vós não me perguntais sobre aquilo. Não deis aos cães o que é sagrado, para que eles não o joguem no lixo. Não atireis pérolas aos porcos, para que eles …”

Jesus respondendo aqueles que lhe perguntaram, “dize-nos quem tu és, para que possamos crer em ti”, ele respondendo disse-lhes, procuram pelas escrituras interpretar o sentido e o porquê estarem na terra buscando o céu, “mas são incapazes de identificarem o momento e o verdadeiro sentido da presença deste que está diante de vocês”.

Em outra ocasião dirigindo-se aos que o escutavam ele mencionou, que às vezes me perguntam algo, mas por não estarem preparados no momento para saber o que me perguntam, não lhes respondo, mas agora que quero dize-lo, não me perguntam. O alimento precioso “não é dado aos cães, que pode tê-lo no lixo, da mesma maneira não se joga perolas aos porcos”.

Jesus era enfático com informações associadas ao “Pai”. Passava-as como ensinamentos, usando exemplos do cotidiano e alguns deles na forma de narrações alegóricas, em sua tentativa que fossem entendidos e absorvidos.

Ele queria mostrar àqueles que o ouviam, se usassem corretamente seus pensamentos com iguais sentimentos conduzidos pelo coração, podiam alcançar em plenitude o que buscavam. Insistia que o poder de cura das doenças físicas e sobretudo da alma estavam ao alcance de todos, como um poder neles literalmente inserido, que precisava apenas ser descoberto e utilizado.

Jesus de Nazaré – O Cristo: Quem busca, encontrará, e [quem bate] terá permissão para entrar. Se tendes dinheiro, não o empresteis a juro, mas dai-o àquele de quem não o recebereis de volta. O Reino do Pai é como [uma certa] mulher. Ela tomou um pouco de fermento, [escondeu-o] na massa, e fez com ela grandes pães. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!”

Aquele que busca se informar, que busca o conhecimento e com eles realmente se conhecer, ele neste seu processo de se interiorizar, “chega à porta” que por ela entrando, ao dar a si mesmo esta permissão, percebe se iluminando e se inserindo ao “Reino do Pai”.

Aquele que possui sua consciência vivificada por pensamentos iluminados, ele é Luz Viva que soma, ao se propagar. Ele é possuidor deste “fermento divino”, que nele atuando, faz crescer/ampliar sua sensibilidade de alma que mais iluminada, faz que outros também se iluminem.

Ele já experiencia a ocasião de sincronicidade da atividade cerebral, da conexão direta entre aqueles que já atingiram a necessária frequência mental, para dela se utilizando, poderem fazer a leitura do campo um do outro.

Ele já vivencia o momento da “comunhão dos santos” ou, ficar ciente não só das palavras que saem pela boca do próximo, mas o que é sobretudo, dito pelo seu pensamento saindo de seu coração. Ele se insere neste momento, que é daqueles, que já começam a se mostrar como fagulhas/faíscas divinas da Criação – como “pedacinhos” da Energia Suprema Criadora/Deus, que ainda no mundo físico já se unem.


Os relatos romanos fazem referências de cristãos sendo martirizados em locais de Roma (em anfiteatros e arenas), mas não pormenorizadamente. No Coliseu construído entre 70 e 90 d.C., onde eram realizados diversos espetáculos com os vários jogos, é bem provável que nele não tenham acontecidos estes martírios – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo: “O Reino do Pai é como uma certa mulher que estava carregando um cântaro cheio de farinha. Enquanto estava caminhando pela estrada, ainda distante de casa, a alça do cântaro partiu-se e a farinha foi caindo pelo caminho atrás dela. Ela não se deu conta, pois não tinha percebido o acidente. Quando chegou em casa, colocou o cântaro no chão e percebeu que ele estava vazio. O Reino do Pai é como um certo homem que queria matar um homem poderoso. Em sua própria casa ele desembainhou a espada e enfiou-a na parede para saber se sua mão poderia realizar a tarefa. Então ele matou o homem poderoso.”

O ser humano quando nasce e ainda criança é isento de premeditações, de maldades e de barreiras emocionais próprias de uma vida adulta. Na sua pureza e ingenuidade inicial de ser, é mais fácil para ela sintonizar pelo coração com o “Reino do Pai”.

Mas, na medida em que ela vai crescendo, tornando-se adulto, ele vai competindo em busca de sua sobrevivência, vai despertando sentimento de disputa (inserindo-o combativo no mundo da dualidade) e vai inversamente perdendo seu estado de graça original, vai desaparecendo a criança que nele existia.

Como adulto, voltando-se mais em conquistar e ganhar o mundo, vai gerado disputas e conflitos, que se tornam poderosos e dolorosos grilhões (energéticos) e que o prendem à ilusória realidade física. E para deles se livrar, deve se exercitar na árdua tarefa de mergulhar dentro de si e, de lá resgatar a criança, trazer de volta o que deixou de ser.

Aquele que “entra no Reino do Céu”, se faz como uma criança, que se ilumina e se guia com a visão/percepção de seu coração e não com a visão lógica impelida pelo frio raciocínio/entendimento de um adulto.

O ‘”vencedor” é aquele que se mostra como uma feliz e alegre criança grande, caminhando pela vida de forma destemida e sem medo pela ausência do egoísmo e da arrogância. Ele  foca (mentalmente) mais em ser do que mais em ter, conservando-se sua alma livre de um mundo comumente movido por excessivas disputas e conflitos.

Jesus de Nazaré – O Cristo.” Ele disse-lhes: Estes que estão aqui que fazem a vontade de meu Pai são meus irmãos e minha mãe. São eles que entrarão no Reino de meu Pai (respondendo os discípulos, que lhe disseram, teus irmãos e tua mãe estão aguardando lá fora. Dai a César o que é de César, dai a Deus o que é de Deus, e dai a mim o que é meu (quando lhe mostraram uma moeda de ouro e lhe disseram, que os homens de César exigem tributos).

Os que reúnem, buscando unirem suas almas, assemelhando-se, fazem a vontade do “Pai”, que com ele já são unidos em “espirito”. Estes pais, mães e irmãos de diferentes famílias humanas, tornam-se filhos de um mesmo “Pai” e formam uma imensa família de um sutil/iluminado “Reino”.

Conseguem formar uma só família, depois de vencerem a atração de um mundo aprisionador por estimular disputas, que através delas geram a ilusão de ter. Conseguem agora perceber, que a verdadeira posse como sua real riqueza sempre esteve velada dentro de si e, que agora com a Boa Nova de Cristo podem exterioriza-la com novos conhecimentos,  conduzidos pelo “Filho do Homem”.

Com estes novos conhecimentos que os identificam  como possuidores de infinita riqueza e como cocriadores, sabem que para assim se mostrarem, devem se conduzir mentalmente na frequência da quinta dimensão com a força de seu pensamento, para que possam com ela movidos por desejo profundo na frequência da quarta dimensão ou, já no mundo do bioplasma começarem a plasmar nesta frequência de realidade o que é chamado de “milagre”, para depois já na realidade física (terceira dimensão) possam mostra-lo finalmente já materializado pela força de sua vontade.


O triunfo era uma cerimônia civil e rito religioso da Roma Antiga, para homenagear o conquistador, que usava uma coroa de louros, que se vestia com bordados de roxo a ouro em uma toga “pintada” (regalia que o identificava como quase divino) e que em uma carruagem puxada por quatro cavalos saia em procissão pelas ruas de Roma, acompanhado pelo seu exército, cativos e os despojos de sua guerra. O final desta procissão era no Templo de Júpiter, no Monte Capitolino, quando ele oferecia um sacrifício e os símbolos de sua vitória aos deuses. Depois disso, ele tinha o direito de ser mencionado como o “homem de triunfo” para o resto de sua vida. Ruínas do Fórum Romano e arredores – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Jesus de Nazaré – O Cristo. “Quem não odeia seu [pai] e sua mãe como eu não pode se tornar meu [discípulo]. E quem não ama seu [pai e] sua mãe como eu não pode se tornar meu [discípulo]. Porque minha mãe [ … ], mas [minha] verdadeira [mãe] deu-me a vida. Ai dos fariseus, porque eles são como um cachorro dormindo na manjedoura dos bois, pois eles não comem nem permitem que os bois comam. Feliz do homem que sabe por onde os ladrões vão entrar, porque dessa forma [ele] pode se levantar, passar em revista seu domínio e armar-se antes deles invadirem.”

Aqueles que verdadeiramente dão vida a um ser humano não são seu pai e sua mãe, que apenas emprestam seus corpos físicos e através da genética nasça também fisicamente o filho/filha, que deve mesmo assim agradece-los e ama-los, para que possa ser amado também pelo “Pai”, que é a verdadeira Fonte da vida, permitindo que todos nasçam.

Alguns que fazem leis e as pregam em locais que os constroem para isto (sinagogas),veem o mundo pela sua visão humana e não pela divina, que se julgando possui-la, verdadeiramente não se iluminam e ainda não permitem que outros alcancem a iluminação.

Aquele que já começa a enxergar com os olhos do “Filho do Homem” deve se cautelar, fortalecendo sua mente e coração, para não deixar sejam invadidos por aqueles que incapazes de se construírem por dentro, ainda roubam de outros a capacidade de poder assim construírem.

A Terra é uma gigantesca e estufa e também um grande berçário, que nela a Mente Universal/“O Pai” faz surgir e florescer o que é conhecido como vida. E, para além dela por todo o universo físico e ainda além dele na Multidimensionalidade se mostra o Sentido de Deus, como Luz Viva Criadora Autoconsciente.

A Real Natureza Divina e Criadora não é a mesma do ser humano cocriadora, que apenas se conduz em sintonia com o enunciado do 2º Principio (Lei) Universal. Quando ele cultiva belos e ornamentais jardins, nutritivos alimentos em hortas e pomares, entre outros cultivos, ele apenas os cuida sem ser sua verdadeira fonte como origem de vida.

A Terra é viva, mas não é concebível assim pelo entendimento humano, que apenas constata o efeito desta realidade. Seu “Real Sentido de Vida” (dentro do Analema Solar) só pode ser constatado em uma outra frequência de realidade, além da 1ª Muralha que a circunscreve e a identifica como o 1º primeiro e físico mundo.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Qual foi o pecado que cometi ou em que fui vencido? Porém, quando o noivo deixar a câmara nupcial, então que eles jejuem e orem (Jesus respondendo aqueles que lhe diziam, oremos e jejuemos hoje). Quem conhece o pai e a mãe será chamado filho de prostituta. Quando fizerdes de dois, um, vos tornareis filhos do homem, e quando disserdes: ‘Montanha, move-te! ’, ela se moverá.”

Aquele que vence em si condutas, que com elas poderia realizar faltas ou erros consigo mesmo e com o próximo emocionalmente desequilibrando-se (“pecando”), ele assim resistindo está realmente em constante e verdadeira prece que alcança o “Pai”, por agir com o coração e não com a boca apenas (“rezando”), pedindo perdão.

Ele é aquele que se enobrece e se sublima já conhecendo seus semelhantes como irmãos, e filhos do mesmo “Pai”. Com esta sua percepção já com sentimento do Sentido de Unidade, ele já começa também já se perceber em sua consciência cocriadora e com ela sua possibilidade de gerar seus próprios universos mentais.


\À esquerda como era a Basílica de Constantino e hoje à direita como está em ruínas. Constantino se tornou imperador romano no ano 306 d.C. E no ano de 323 d.C. depois do Concílio de Nicéia, tomou medidas (por conveniência), para evitar que a fé cristã fosse destruída por perseguição externa ou por conflitos internos. Ele não só preservou o cristianismo como também deu um passo da maior importância para torná-lo a religião dominante da Europa – Imagens da Internet

Jesus de Nazaré – O Cristo: “O Reino é como um pastor que tinha cem ovelhas. Uma delas, a maior de todas, extraviou-se. Ele deixou as noventa e nove e foi procurá-la, até encontrá-la. Depois de ter passado por todo esse incômodo, ele disse à ovelha: ‘Eu me interesso por ti mais do que pelas noventa e nove’. Quem beber de minha boca tornar-se-á como eu. Eu mesmo me tornarei ele, e as coisas que estão ocultas ser-lhe-ão reveladas.”

Os seres humanos que já estão em sintonia com o “Reino do Pai”, vivenciando sentimentos de amor e de harmonia não devem perde-los, inspirando-se em comportamentos, que outros julgando engrandecê-los, os incorporam.

Sentimentos de vaidade, orgulho e ganancia, entre outros, que depois de incorporados torna-se difícil deles se libertarem, dificultando a volta de sentimentos que antes os exteriorizavam e que sempre estiveram guardados em seus corações.

Sentimentos que o “Filho do homem” propagou e que capacitam aqueles que os exercitam, sublimarem de sua condição instintivo-humana e se perceberem em sua real condição divina, para absorverem conhecimentos até então ocultos, que lhes serão revelados e, que se postos em pratica se assemelharão a ele.

Conhecimentos que utilizam da “tríade energética” pensamento/desejo/vontade, conduzidos respectivamente pela consciência/bioplasma/energia crística (kundalini) e respectivamente ainda manipulados aos níveis das frequências da quinta/quarta/terceira dimensões. Conhecimentos que postos em pratica realizam não só “milagres”, mas também outras tarefas (paranormais) voltadas ao interesse da humanidade.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “O Reino é como o homem que tinha um tesouro [escondido] em seu campo sem saber. Após sua morte, deixou o campo para seu [filho]. O filho não sabia [a respeito do tesouro]. Ele herdou o campo e o vendeu. O comprador ao arar o campo encontrou o tesouro. Começou então a emprestar dinheiro a juros a quem queria. Quem encontrou o mundo e tornou-se rico, que renuncie ao mundo.”

Aquele que se conduz pelas Leis Universais, se conduz também pela mente e pelo coração em sintonia com os conhecimentos que o “Filho do Homem” transmitiu. Conhecimentos como verdadeiros tesouros, que antes o ser humano não tinha deles ciência e que agora procura vivencia-los e propaga-los.

Com esta propagação ele vai acumulando indestrutível riqueza. Vai se enriquecendo à medida em que vai desterrando-a de seu interior e permitindo que outros dela também usufluem. Riqueza que não é deste mundo, não é visível, mas é o seu mais verdadeiro e precioso tesouro.

O ser humano sabe hoje, que o pensamento não pode experimentar, o que ele pode fazer é interpretar e criar. Ele precisa de um mundo de relatividade ou de um mundo físico corpóreo, para com ele experimentar. E com estes conhecimentos torna-se mais fácil para ele agora, desenvolver suas habilidades mentais e com elas agir como cocriador.

Ele sabe ainda, que o pensamento se expressa como energia invisível e que determina a forma que esta energia deve assumir. A mecânica quântica sinaliza isto, ao mencionar que o pensamento pode influenciar de partícula em partícula o universo ao seu derredor, criando ou modificando a matéria. Inclusive, pode auxilia-lo a modificar seu corpo físico, transmutando-o.

A inteligência humana através da física quântica, especialmente da mecânica quântica, já é capaz de constatar/ver o emaranhamento no interior do átomo e já ter certeza que a matéria que constitui o mundo denso como ele se apresenta aos cinco sentidos humanos, é ilusório, não é real.

A mecânica quântica está desvendando o que aparentemente está posto aos olhos físicos humanos, mas fica por aí. Para ir mais além ”os recursos” já não estão mais no mundo dos sentidos ou do ver, do entender com a lógica e com o raciocínio que procura fisicamente comprovar.

Para ir além da mecânica quântica os “recursos” não são mais físicos, não são visíveis. Não são alcançáveis por cientistas em laboratórios de pesquisas, mas por “cientistas” que “´pesquisam” suas próprias almas e se interiorizam.

Fazem de si mesmos laboratórios mentais, indo além da luz eletromagnética de seus corpos físicos. Alcançam conscientes a Luz Viva contida em suas almas, que com ela se fazem como “portais” para alcançarem outras realidades, outras, dimensões.

Jesus de Nazaré – O Cristo: “Os céus e a terra se dobrarão diante de vós. E aquele que vive do Vivo não conhecerá a’ morte. Jesus não disse: ‘Quem se encontra é superior ao mundo? Ai da carne que depende da alma; ai da alma que depende da carne. Ele não virá porque é esperado. Não é uma questão de dizer: ‘eis que ele está aqui’ ou ‘eis que está ali’. Na verdade, o Reino do Pai está espalhado pela terra e os homens não o veem. Respondendo aos discípulos que lhe perguntaram, quando virá o Reino).”

Aquele que toma conhecimento das informações que o “Filho do Homem” transmitiu e, se verdadeiramente as experiencia, vivificando-as, ele domina Leis Universais, manipula a matéria. Torna-se superior a ela e alcança realidades paralelas e outras dimensões, com “os céus e a terra dobrando diante dele”

Em outro nível de consciência e em outro estado d’alma ele não mais sujeita aos apelos do mundo físico e dos sentidos. E, em frequência mental mais acelerada começa a se tornar cocriador e partícipe atuante do “Reino do Pai”.

Jesus de Nazaré – O Cristo:  “Eu mesmo vou guiá-la para torná-la macho, para que ela também possa tornar-se um espírito vivo semelhante a vós machos. Porque toda mulher que se tornar macho entrará no Reino do Céu (respondendo a Pedro, solicitando que Maria saísse do meio que estavam, porque as mulheres não são dignas da vida). ”

Na mulher mostra-se como seu princípio original ou causa primaria a fonte que é estática, que recebe e que gera.

No homem mostra-se como seu princípio original ou causa primaria a fonte que é dinâmica, que acende e que potencializa.

No homem vibra “o espirito” que proporciona capacidade de potencializar e acender o fogo/centelha da vida (energia da kundalini sublimada), para alcançar o “Reino do Céu” e de se fazer como “Filho Vivo do Pai”.

A mulher e o homem estão presentes em partes iguais e auxiliares na “fisiologia cósmico-divina”, que atua e materializa o “receptáculo físico” (corpo humano), que nele temporariamente “se deposita” o seu conteúdo em eterna essência (“espirito”), que o ilumina e que verdadeiramente o faz viver.

 

Fontes de pesquisas:
https://estiloadoracao.com › Personagens Bíblicos › Quem Foi o Apóstolo Tomé?
 https://www.ebiografia.com/sao_tome/
https://www.gdpatriarcajaco.org.br/livros/Apocrifo_Evangelho_Tome.pdf
https://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/megiddo-o-local-do-armagedom-fim-do-mundo.html
Apostilas de Dakila Pesquisas

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