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Consciência e Razão

Consciência e Razão
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De Magda Souza Pinto de Alvarenga (magda.yangkwang@ig.com.br) – em outubro de 2009

Escute no player, a canção que é uma composição e uma interpretação de Magda Alvarenga

“… cada homem tem um estado de consciência e, dentro do mesmo, há muitas possibilidades. Porém o homem se desenvolve, evolui, quando expande seu estado de consciência, aperfeiçoando-se…”.

O estado de Consciência nos remete a quem somos realmente, à nossa trajetória de vida, de evolução.

Quanto mais apurado este “estado”, mais responsáveis nos tornamos com tudo: conosco mesmos, com os demais, com todos os seres viventes…

Como num abraço, a Consciência apurada envolve a todos como se fossemos um só. Então cada atitude nossa deve ser a melhor possível, pois ela desencadeia ondas de conseqüências que irão interferir na vida de todos.

Não basta olhar com compaixão para os menos favorecidos, não basta não fazer mal às pessoas, à vida.

O que conta realmente é com o quê contribuímos para melhorar a vida dos demais, da natureza, do Universo… Qual a nossa parcela nesta grande engrenagem, a que chamamos Vida, para o aprimoramento de toda a humanidade?

No entanto, só podemos contribuir se tivermos “algo” dentro de nós!

Como “ferramenta” para a expansão de nosso estado de Consciência nós temos a razão. Ela nos orienta, é o nosso termômetro e dela surge o discernimento com o qual fazemos nossas escolhas coerentemente.

A razão nos conecta com o nosso caminhar. Reflete não só ao que pensamos e buscamos, mas também à condução desses pensamentos para o equilíbrio, o ético, o essencial, para o nosso alinhamento interior.

Então a razão é fio condutor que nos leva a alterar nosso estado de Consciência, aprimorando-o mais e mais, até alcançar a “Consciência Primeira” – o Uno.

Quando conseguirmos isso, sairemos da dualidade, do ter ou não ter consciência, do querer ou não o bem de todos, das flutuações emocionais.

Ao transcendermos essa representação dualística da existência, alcançaremos o Amor que abarca tudo e transforma-se em Participação.

Antes o “amar” significava um movimento: algo que partia de alguém, algo que chegava a alguém.

Participação, em troca, é a identificação com tudo e com todos! E é aí que a verdadeira comunicação se estabelece pela expansão da Consciência de Ser. Ser é ser em todos!

Dissolvem-se as diferenças…

Só assim seremos, então, Todos Um, participantes, na permanência do Ser na Divina Presença, no Amor Universal.

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