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Descobrindo o Mundo-brana

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(Primeira Parte)

Introdução
A “inteligência humana” está em constante busca e com ela o ser humano em incessante procura está cada vez mais se vendo inserido no Universo e se percebendo como parte do Todo – inserido no “Corpo de Deus”.

O homem sempre buscou desta maneira “se encontrar” mesmo antes de Euclides que escreveu os Elementos da Geometria em torno de 300 anos a.C.; com Newton através de seu modelo matemático para tempo e espaço (já com a Lei da Gravidade) que constituíam um pano de fundo em que os acontecimentos ocorriam, mas não eram afetados por eles, porque o tempo se distinguia do espaço; com Einstein através de sua Teoria da Relatividade já dentro da relatividade geral (não quântica) que combinava a dimensão temporal com as três dimensões do espaço para formar o que agora se denomina espaço-tempo; com Heisemberg/Schrodinger através de seus trabalhos que envolveram a mecânica quântica; com Maxweel através de seu trabalho que combinou todas as leis conhecidas da eletricidade e do magnetismo, para formular a teoria da existência de “campos” que transmitem ações de um lugar para outro; com Penrose/Hawking através dos seus estudos que contribuíram sobre a não existência do tempo dentro do buraco negro e também sobre a teoria quântica da gravidade; com Grassmann através de suas variáveis que permitiram saber que o espaço-tempo possui dimensões extras além daquelas que conhecemos; com Townsend através de seu trabalho sobre os objetos denominados p-branas; com Feynman através de sua idéia de que o Universo possui varias histórias, que combinada com a Teoria da Relatividade resultou na Teoria Unificada Completa e com Edward Witten com os seus estudos também sobre a Teoria M, entre alguns outros e, muitos outros que com certeza continuarão buscando respostas para as suas indagações.

Nesta procura no “mundo das partículas/ondas/cordas/branas” uma teoria cientifica é um modelo matemático que descreve e codifica as observações feitas. Assim, uma teoria séria descreverá uma serie de fenômenos baseados em uns poucos postulados simples e fazendo previsões claras, que podem ser testadas e, se estas previsões concordarem com as observações, a teoria sobrevive àquele teste, contudo, sem poder provar realmente que ela esteja correta.

Na física moderna existem duas teorias muito bem aceitas. Uma é a Relatividade Geral que é uma teoria clássica e que explica muito bem fenômenos em escala astronômica, como o big-bang, buracos negros, evolução das estrelas e a força da gravidade, entre outras explicações. E, a segunda é Mecânica Quântica que é muito bem sucedida para explicar o comportamento de partículas atômicas e subatômicas, dos bósons e férmions, dos elétrons, prótons e nêutrons (estes dois últimos constituídos por quarks up e down) e de outras partículas chamadas de fundamentais, porque não podem ser divididas em partículas ainda menores. Quarks são partículas elementares carregadas que sofrem a força forte e existem seis tipos delas: up, down, charm, strange, top e bottom. E, elas possuem três ”cores”: vermelha, verde e azul.

Entretanto, estas partículas podem ser consideradas realmente partículas ou ondas, já que comportam ora como partículas e ora como ondas? Então, foi para compreender a natureza dual dessas partículas, que surgiu a mecânica quântica e que utiliza da função de onda para descrevê-las.

A Relatividade Geral que é baseada na idéia de que todas as leis da ciência deveriam ser as mesmas para todos os observadores, não importando como eles se deslocam, ela infelizmente não se ajusta completamente à Mecânica Quântica desenvolvida a partir do Principio Quântico de Planck e do Princípio da Incerteza de Heisenberg e, por isso, é que até hoje não foi possível unir de maneira satisfatória estas duas teorias para criar uma teoria mais completa. Quando se utiliza da descrição teórica da força da gravidade para encaixar conceitos da Teoria Quântica, surgem muitas inconsistências, grandezas que assumem valores infinitos, invalidando o que poderia ser uma nova e resultante teoria.

A Teoria da Relatividade Geral que explica a força da gravidade em termos da curvatura de um espaço-tempo quadridimensional é uma teoria puramente clássico-geométrica, não tendo nenhuma característica quântica como função de onda, níveis discretos de energia, etc.

Como mais atualmente está sendo considerada corda (um objeto unidimensional que é um componente essencial da Teoria das Cordas) como a unidade fundamental do Universo e não mais partícula, está sendo possível também unir a Relatividade Geral com a Mecânica Quântica, ajudando a construir uma teoria única. Então, o que o meio científico está fazendo atualmente, é tentar cada vez mais descobrir quais os modelos matemáticos que podem descrever o Universo, onde o ser humano se acha tanto consciente quanto “energeticamente” inserido.

Entretanto, o mundo da “Consciência Dimensional” é o mundo que transcende tanto o mundo das partículas fundamentais quanto o mundo do “universo matemático” por estar além deles. É o “Mundo Mental” – intuitivo/perceptivo – em que a Energia (direcionada) do Pensamento não pode ser descrita por modelos matemáticos conhecidos.

Com esta “Consciência” o dimensional desperto pode sintonizar e interagir em vários níveis de freqüência ou de mundos paralelos, onde Energias (Seres) Conscientes são regidos por leis específicas como também ele o é – mas, todas elas supervisionadas por uma Lei Maior.

Portanto, o dimensional/Projeto Portal ao interagir com estas freqüências, vivenciando na terceira dimensão terrena ainda com uma consciência de dimensão humana, ele deve ter muito discernimento, para que possa através destas suas interações de contato – com o procedimento necessário daquele que investiga e que com equilíbrio procura respostas – trazer para o mundo exterior e físico em que ele vive, as informações que lhe estão sendo passadas atualmente por Freqüências/Consciências da quinta dimensão.

E, o dimensional que é um “Ser” de Corpo mais Sutil, mas que no momento ainda está escondido na “densidade” de um corpo físico-humano, está paralelamente sendo preparado com o auxilio destes “Seres” para que ele sintonize com outras Dimensões ainda de Maiores Vibrações ao nível Crístico ou de sua Verdadeira Realidade Vibratória – para que ele se mostre com Sabedoria, mais sintonizado com a sua Plenitude Divina.

No final, este dimensional que está tendo no momento a orientação destes Seres das quarenta e nove raças para construir o Projeto Portal físico, para que através dele o Projeto Portal Energético realmente do Compromisso se mostre, entenderá através de sua inteligência humano-pesquisadora, que existem vários “níveis de tecnologia” e, como já mencionamos em uma outra ocasião, ele perceberá também que a Verdade é Uma tanto no mundo mensuravelmente pequeno/nanométrico quanto no mundo mensuravelmente grande/astronômico e, além deles. O dimensional é que muitas vezes não A percebe como Una – “escondida” nos processos quânticos de entrelaçamento como múltiplas facetas de uma mesma coisa.

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De acordo com a Teoria da Relatividade Restrita (inicial) as leis da natureza deveriam parecer as mesmas para todos os observadores em movimento livre, portanto não existiria o tempo absoluto ou universal que todos os relógios mediriam, já que cada individuo nesta circunstancia teria o seu próprio tempo – portanto, somente o movimento relativo seria importante.

Assim, os tempos de dois indivíduos seriam coincidentes apenas se estivessem em repouso um em relação ao outro, mas se estivessem em movimento, os tempos dos dois não coincidiriam, já que a velocidade da luz independendo do movimento deles é a mesma em todas as direções e nada podendo se mover mais rápido do que ela.

E, foi com estes seus estudos iniciais que Einstein chegou também à conclusão da relação entre a massa e energia, que a massa e energia são equivalentes de acordo com a sua conhecidíssima equação: E=mc2.

Inicialmente, a Teoria da Relatividade era considerada restrita, por moldar bem às leis que regem a eletricidade e o magnetismo, mas não compatibilizava com a Lei da Gravidade de Isaac Newton.

“Dois corpos se atraem com a força diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas, estando a força dirigida segundo a reta que as une.” – Isaac Newton

Segundo esta lei anteriormente mencionada, mudando a distribuição da matéria em uma região do espaço, a mudança no campo gravitacional seria instantaneamente em todas as outras partes do Universo e isso não só implicaria que poderia tanto enviar sinais mais rápidos que a luz, quanto existir o tempo absoluto – ambos proibidos pela Relatividade.

Em relação a este impasse Einstein em um dos seus “momentos iluminados”, percebeu que os objetos – como a “maçã de Newton” – tentariam realmente mover em linha reta através do espaço-tempo, mas que as suas trajetórias deveriam ser arqueadas por um campo gravitacional e, portanto o espaço-tempo deveria ser curvo. Esta sua dedução foi finalmente confirmada de maneira incisiva em 1919, quando a luz de uma estrela em relação do Sol foi desviada pela forma como a massa dele curvava o espaço-tempo, ao mudar ligeiramente a posição aparente desta estrela mais ao fundo.

A imagem abaixo mostra que a luz de uma estrela quando passa perto Sol, ela é desviada pela forma como a massa do Sol curva o espaço-tempo:

Quando alguém observa através de telescópios galáxias distantes, ele está olhando o Universo em uma época anterior, porque a luz está se deslocando em sua direção a uma velocidade finita.

E, à medida que o individuo volta ao passado descendo o cone de luz a partir do vértice, ele verá galáxias em épocas cada vez mais remotas. Como o Universo está em expansão, à medida que o individuo for olhando mais longe no passado em direção à base do cone, ele estará vendo regiões de mais densidade da matéria e alcançará um fraco fundo de radiação em microondas que se propaga até ele ao longo do seu cone de luz do passado, vindo de um período muito mais remoto, quando o Universo era muitíssimo mais denso e quente do que é agora.

A imagem a seguir mostra no cone de luz etapas do passado na formação do Universo, com o observador olhando de volta no tempo (A); com as galáxias como apareceram recentemente (B); com as galáxias como apareceram há cinco bilhões de anos (C); com a radiação de fundo (D):

De acordo com a Relatividade Geral o espaço-tempo é curvo, não apenas por causa dos objetos volumosos (corpos celestes), mas também pela sua energia, que dá ao espaço-tempo uma curvatura, que arqueia os percursos de feixes de luz em direção uns aos outros. Assim, os objetos dentro do espaço-tempo tentam mover em linhas retas, mas como o espaço-tempo é curvo, suas trajetórias se mostram arqueadas, movendo como que afetados por um campo gravitacional.

A imagem a seguir mostra as curvas do espaço-tempo e como a gravidade é atrativa, a matéria sempre deforma o espaço-tempo, arqueando feixes de luz em direção um ao outro:

Esta nova teoria de espaço-tempo curvo pelo fator gravitacional foi denominada de Relatividade Geral, para distinguir da até então Relatividade Restrita que não “encaixava” a força gravitacional.

Portanto, a partir deste momento já era do conhecimento da ciência que o espaço e o tempo (espaço-tempo) são deformáveis e assim, o Universo começou ser percebido de uma maneira totalmente nova.

Então, a Relatividade Geral mudou totalmente a discussão em relação à origem e o destino do Universo e nela já não existiam equações que pudessem descrever um Universo estático – inalterável no tempo.

Lagoa Santa/MG-BR, 1º de março de 2008.

(Segunda Parte)

Na década dos anos vinte observações telescópicas revelaram também quanto mais distante outras galáxias estão da Via Láctea, mais rapidamente dela se afastam. A conclusão desta observação foi que o Universo está expandindo e, portanto por causa disso a distância entre duas galáxias quaisquer está aumentando continuamente com o tempo – o Universo é dependente do tempo.

E, se as galáxias estão agora se afastando uma das outras em um Universo em expansão, como ele estivesse na superfície de um balão sendo distendida/aumentada por um “Sopro Divino”, significa também que anteriormente a este Ato da Criação, as galáxias deveriam estar muito mais próximas umas das outras.

Portanto, com outra percepção e utilizando-se agora de uma metáfora, não é na “Sístole Divina” como o “nada” daquele momento do não tempo e na “Diástole Divina” como a singularidade do big-bang, que o observador pode ter uma leve noção da Manifestação como “Presença do Coração de Deus”, que com os “Seus Batimentos no Tempo Infinito/Eterno” tudo faz e refaz pela Dinâmica Energética, do que é chamado de “Amor Divino”?

Em torno de quinze bilhões de anos todas as galáxias estariam umas sobre as outras com uma densidade gigantesca e em uma situação logo após conhecida atualmente como a de big-bang – singularidade do principio do Universo.

Naquele inicio do Universo quando reações nucleares produziam quantidade de elementos leves atualmente conhecidos, a densidade naquele momento era em torno de trilhões e trilhões (um seguido de setenta e dois zeros) de toneladas por centímetro cúbico e a temperatura estava em torno de bilhões de graus.

No desdobramento da singularidade do big-bang aconteceram varias etapas, que podem ser assim descritas: 1ª) era de Planck com leis físicas estranho-desconhecidas; 2ª) época da Teoria da Grande Unificação com o equilíbrio entre a matéria/antimatéria que dá lugar ao equilíbrio da matéria; 3ª) era eletro-fraca dominada por quarks e antiquarks; 4ª) era dos hádrons que são partículas que sofrem interações fortes e dos léptons que são partículas que interagem com outras partículas através de interações fracas; 5ª) prótons e nêutrons unem-se como núcleos de hidrogênio, hélio, lítio e deutério; 6ª) matéria e radiação se conjugam e os primeiros átomos estáveis se formam; 7ª) separação da matéria e energia com o Universo opticamente denso tornando-se transparente à radiação cósmica de fundo; 8ª) aglomerados de matéria formam quasares, estrelas e protogaláxias, com as estrelas começando a sintetizar núcleos mais pesados; 9ª) novas galáxias se formam com sistemas solares se condensando ao redor de estrelas e átomos se juntam para formar moléculas complexas de formas de vida.

Portanto, já se tem uma descrição bastante precisa da evolução do universo fornecida pela Teoria Cosmológica baseada na Teoria da Relatividade Geral. Mas, apesar do grande sucesso da Teoria Cosmológica ao explicar a formação dos elementos no Universo Primordial, a formação das galáxias, a radiação cósmica de fundo e outros fenômenos cosmológicos, ela não permite compreender o que aconteceu perto do instante inicial, quando ocorreu o big-bang. Isso significa que se existia algo antes deste momento, não se tem como obter essa informação.

Entretanto, ainda neste sentido e dentro dos fundamentos na Relatividade Geral Penrose/Hawking anunciaram que se o Universo começou com o big-bang, portanto se ele teve um começo, ele terá também um fim. Esta conclusão eles a tiveram mediante estudos com estrelas de grandes massas, que não mais conseguiam calor suficiente para contrabalancear a força atrativa de sua própria gravidade, que constantemente estariam tentando comprimi-la. Portanto, no final de suas vidas estas estrelas com mais de duas vezes a massa do sol continuariam encolhendo até se tornarem buracos negros, que são regiões do espaço-tempo tão distorcidas que a luz não conseguiria escapar delas e onde o tempo não existiria.

Estes dois físicos perceberam também, para terem uma maior compreensão da origem e do destino do Universo em função dos seus estudos dos buracos negros, seria necessária uma Teoria Quântica de Gravidade, para que com ela pudessem explicar que o tempo teria um fim, quando mesmo galáxias desmoronariam sob as suas próprias gravidades, para formarem buracos negros.

Tais objetos (buracos negros) são bastante estranhos. Como eles são muito pesados, atraem para seu interior qualquer coisa que estiver na sua vizinhança. Sua força gravitacional é tão forte que nem mesmo um raio de luz é capaz de escapar de sua ação. Se alguém pudesse iluminar dentro de um buraco negro com uma lanterna, ele não veria nada, porque a luz incidente seria absorvida. Se esta pessoa também jogasse um objeto dentro dele, não poderia ser recuperado.

Uma vez que se entra nos buracos negros, não há jeito de sair de lá. Dessa forma, quaisquer informações sobre a matéria que formou os buracos negros e dos objetos que foram por eles atraídos, permaneceriam eternamente em seu interior. E, de acordo com estudos posteriores – mesmo com o surgimento da mecânica quântica – as informações contidas nos buracos negros continuariam ainda irreversivelmente perdidas e este processo de perda foi chamado de “paradoxo da informação”. Entretanto, contornando este paradoxo de acordo com Stephen Hawking, quando uma partícula interage com o buraco negro e assume os efeitos quânticos, chega-se à conclusão de que o buraco negro emite energia em forma de radiação eletromagnética, tal como se fosse um corpo aquecido, transformando sua massa inteira em radiação, resultando somente em energia (térmica) – o que pôde então, “induzir” estudos ainda mais posteriores, que acabaram em outras teorias.

Assim, no intuito de desvendar o “enigma” do buraco negro que irradia calor, a Teoria Quântica propôs que a radiação de um corpo incandescente poderia ser explicada, se a luz pudesse ser emitida ou absorvida em pacotes separados denominados quanta.

A informação originada dos buracos negros é um assunto que tem sido contravertido no meio cientifico, visto que a informação a qual os sentidos humanos são adaptados dependem da energia eletromagnética – da luz – e como os buracos negros atraem tanto a matéria como a energia da luz, não tem como confirmá-los ou saber da existência deles tanto no macro como no microcosmo.

Na imagem abaixo partículas virtuais aparecendo e aniquilando-se mutuamente perto do horizonte de eventos de um buraco negro. De fora do horizonte de eventos, parece que o buraco negro está irradiando as partículas que escapam:

Portanto, foi no inicio do Século Vinte que aconteceu uma outra grande revolução conceitual, quando surgiu a Teoria Quântica e com ela a Relatividade Geral perdeu muito de sua validade em relação ao big-bang.

A Mecânica Quântica é uma teoria construída a partir do Principio Quântico de Planck e do Principio da Incerteza de Heisenberg. O Principio Quântico de Planck baseia-se na idéia de que as ondas eletromagnéticas como a luz podem ser emitidas e absorvidas apenas em quanta distintas (quanta é o plural de quantum). O Principio da Incerteza de Heisenberg estabelece que não se pode ter ao mesmo tempo a certeza da posição e da velocidade de uma partícula – quanto mais precisamente se conhece uma partícula, menos precisamente é possível conhecer a outra.

No novo quadro de realidade denominado mecânica quântica que se configurou, partículas minúsculas não possuíam mais posição e velocidade definidas e, portanto quanto mais fosse determinada precisamente a posição de uma partícula, menos precisamente seria determinada a sua velocidade e vice-versa, onde o elemento aleatório estaria presente – “aparentemente” em sintonia com o ditado popular que diz: “Deus faz as coisas certas por linhas tortas.”

Também, Maxwell com os seus estudos nesta linha de pesquisa combinou todas as leis conhecidas da eletricidade e do magnetismo, resultando na teoria de “campos” que transmitem ações de um lugar para o outro. Com esta sua teoria ele reconheceu que os campos que transmitem distúrbios elétricos e magnéticos são entidades dinâmicas e eles podem oscilar e se mover no espaço. Esta radiação desloca-se no espaço como uma onda com os seus campos elétrico e magnético oscilando como um pêndulo em direções transversais à direção do movimento de onda e ela pode constituir-se de campos oscilantes de diferentes comprimentos de onda.

A imagem abaixo mostra que o comprimento de uma onda é a distância entre duas cristas de uma onda:

Todo o Universo vibra, com ondas de freqüência dentro de outras ondas, com ondas de freqüência gerando outras ondas. Tudo está vibrando, tudo está em movimento, tudo está em sintonia com a sua Fonte de Origem.

Portanto, cada ser humano é também a sua forma de onda única. O corpo humano emite uma onda de freqüência que é a sua identidade vibracional. Assim, o homem é mais do que acha ser, mais do que o seu corpo denso tridimensional o força a ser – e, ser mais do que ele acha que é, significa que ele é tanto uma forma de onda eletromagnética, como um campo cósmico de memória que movimenta.

A imagem a seguir mostra através do Princípio da Incerteza que comprimentos de onda de baixa freqüência perturbam menos a velocidade da partícula (A); comprimentos de onda de alta freqüência perturbam mais a velocidade da partícula (B); quanto maior o comprimento de onda usado para observar uma partícula, maior a incerteza de sua posição (C); quanto menor o comprimento de onda usado para observar uma partícula maior a certeza de sua posição(D):

Uma função de onda é um número em cada ponto do espaço que indica a probabilidade da partícula ser encontrada naquela posição. E, o grau de mudança da função de onda de um ponto para o outro informa a probabilidades das velocidades de diferentes partículas.

Algumas funções de onda têm cristas acentuadas em um ponto particular do espaço. Nestas situações existe apenas um pequeno grau de incerteza na posição da partícula. Mas, existem situações em que a função de onda muda rapidamente perto do ponto, subindo de um lado e descendo do outro, significando que a distribuição da probabilidade para a velocidade está espalhada por uma ampla faixa – em outras palavras, a incerteza da velocidade é grande.

A imagem abaixo mostra que a função de onda determina as probabilidades de que a partícula terá diferentes posições e velocidades obedecendo ao Principio da Incerteza: com função de onda com crista acentuada (A); com distribuição da probabilidade para velocidade da partícula (B); com função de onda de grupo de ondas (C; com distribuição da probabilidade para velocidade da partícula (D):

Todas as partículas têm uma propriedade denominada spin, relacionada à sua aparência em diferentes direções. Quando elas são giradas em uma rotação completa ou 360 graus para terem a aparência inicial, se diz que elas têm spin 1 e se o giro for duas rotações completas, se diz que essas partículas possuem spin ½. Se agora o giro for apenas de meia rotação ou 180 graus, se diz que estas partículas têm spin 2 . Como se vê, quanto maior o spin menor a fração de uma rotação completa para a partícula voltar a ter a aparência inicial.

A imagem abaixo mostra partículas com algumas formas de spin:

Férmions são partículas com spin semi-inteiro (spin1/2), que constituem a matéria comum e suas energias do estado fundamental são negativas. Bósons são partículas com spin inteiro (spin 0,1,2) que originam forças entre os férmions, como força gravitacional e suas energias do estado fundamental são positivas. Todas as partículas conhecidas no Universo pertencem a um destes dois grupos: férmions ou bósons.

Mas, de acordo com os mais recentes modelos matemáticos não são partículas que ocupam um ponto individual no espaço, que constituem a unidade fundamental da material, mas são as cordas (ondas) unidimensionais com os seus diferentes modos de vibração. Portanto, a matéria é constituída por cordas, que são objetos unidimensionais com comprimentos da ordem de grandeza do comprimento de Plank (10 elevado a -31). Assim, elétrons, prótons, nêutrons, muons, bottons, charms, neutrinos, todas as partículas subatômicas seriam na verdade cordas, até mesmos as partículas mensageiras, fótons e o gráviton que é a partícula mensageira da força gravitacional.

Existem dois tipos de cordas, fechadas e abertas. Na teoria das cordas fechadas, existe uma partícula com todas as propriedades do gráviton (com massa em repouso igual a zero, carga elétrica nula e spin igual a dois), ligando a teoria à gravitação.

E, quando se faz matematicamente com que a corda tenha uma dimensão muito pequena, pontual, se tem como correspondente a teoria da relatividade geral, mas ela assume a existência de partículas com velocidade acima a da luz, violando princípios conhecidos, ou aceitos hoje em dia. Então, para que isso não ocorra, foi necessário incluir o modelo matemático da Teoria Supersimétrica, que eliminou a existência dessa partícula e essa nova teoria ganhou o nome de Teoria das Supercordas, que é similar a Teoria das Cordas, entretanto com a primeira assumindo uma Supersimetria, que a tornou uma Teoria de Gravitação Quântica bem ajustada.

Portanto, as Teorias das Cordas são hoje também conhecidas como Teorias das SuperCordas.

Ainda, sobre o gráviton, é uma partícula elementar responsável pela força gravitacional – é uma força que se dá sempre de maneira atrativa. Na verdade estas partículas são postulados, uma vez que a postulação de outras partículas em outros tipos de forças teve um resultado muito bem sucedido de acordo com a física quântica, mas não tem comprovação experimental, porque a sua comprovação é ainda mais difícil devido à incrível fraqueza da força gravitacional. E, isso está associado também à não descoberta de ondas gravitacionais, as mesmas poderiam ao conhecimento da origem do universo, ou pelo menos, até uma data mais avançada que a radiaçao de fundo.

Lagoa Santa/MG-BR, 1º de março de 2008.

(Terceira Parte)

Como as cordas de uma harpa, as cordas na Teoria das Cordas mantêm certos padrões ressonantes ou freqüências ressonantes, cujos comprimentos de onda se encaixam precisamente entre as duas extremidades. Mas, enquanto as diferentes freqüências ressonantes das cordas de uma harpa dão origem a diferentes notas musicais, as diferentes massas e cargas de força são interpretadas como partículas fundamentais. De um modo geral quanto menor o comprimento de onda da oscilação da corda, maior a massa da partícula.

Portanto, na Teoria das Cordas as cordas são descritas como forma de ondas que se deslocam em relação ao espaço-tempo e nelas as ondulações são interpretadas como partículas. E, como as suas homônimas do dia-a-dia as elas são objetos com extensão unidimensional, possuindo apenas comprimento. De acordo com esta teoria ainda não conclusiva, as partículas primordiais seriam formadas por energia (não necessariamente um tipo específico de energia, como a elétrica ou nuclear), que vibrariam em diferentes tons, formando diferentes partículas. Ainda, de acordo com esta teoria todas aquelas partículas que até então eram consideradas como particulas elementares, como os quarks e os elétrons, são na realidade filamentos unidimensionais vibrantes, que ao vibrarem, originam as partículas subatómicas juntamente com as suas propriedades – para cada partícula subatómica do universo existe um padrão de vibração particular das cordas.

Trabalhos na Teoria das Cordas têm levado avanços com modelos matemáticos, principalmente em geometria algébrica. A Teoria das Cordas tem também proporcionado novas descobertas na Teoria da Supersimetria já mencionada e que é uma característica criada pelos físicos para a Teoria da Cordas descrever bem as características das partículas fundamentais existentes através do Grande Colisor de Hádrons, quando partículas sofrem interações fortes como os bárions formados por três quarks e os mésons formados por um par quark-antiquark. E, foram os novos princípios matemáticos utilizados nesta teoria que permitiram os físicos afirmar, que o Universo em que o ser humano vive possui de dez dimensões espaciais e uma temporal e, para explicar também as caracteristicas das quatro forças fundamentais da natureza. – mas, esta teoria é ainda uma “invenção matemática” e, portanto ainda não pode ser observada experimentalmente.

As quatro forças fundamentais da natureza são: 1ª.) força eletromagnética é a força que surge entre particulas com carga elétrica semelhante (ou oposto); 2ª.) força gravitacional é a força mais fraca das quatro forças fundamentais da natureza; 3ª.) força fraca é a segunda força mais fraca das quatro forças fundamentais, com alcance muito curto e afeta todas as particulas da matéria, mas não àquelas que carregam energia; 4ª.) força forte é das quatro forças fundamentais a mais forte, mas a com o menor alcance e, esta força é que mantem os quarks unidos para formar protons e neutrons, que juntos formam o núcleo atômico.

Atualmente, os físicos continuam em suas pesquisas, ainda buscando um melhor modelo padrão que diz respeito ao modelo das partículas elementares, porque ainda é difícil agregar a gravidade a ele, por desconhecerem na prática existência de uma partícula elementar responsável pela gravidade, já que sabem por bastantes pesquisas que o Universo é formado por quatro forças e doze partículas. E, também já sabem que para estudar pequenas distâncias, têm que abandonar a mecânica clássica e partir para a quântica, que muito bem descreve os movimentos e interações sendo que os mesmos acontecem com uma velocidade muito pequena (não-relativística), a dificuldade acontece quando é feita uma análise quântica de um sistema com partículas com velocidades relativísticas (dentro da Teoria da Relatividade), que mostram resultados longe do que seria esperado, como já sabemos.

Em sua busca de informação, de conhecimento e de respostas, os pesquisadores “buscam” a Teoria da Grande Unificação ou a Teoria de Tudo, para que possam entender como “funciona” o Universo, de maneira a analisar sua origem sobre a perspectiva da física clássica, da relatividade e da quântica. Essa teoria sobre todas as coisas busca juntar de alguma forma as quatro forças de que tem conhecimento, que já foram mencionadas anteriormente. Estas quatro forças são descritas por teorias concebidas separadamente. E, portanto o desafio atual dos físicos é o de “descobrir” se seria possível uma teoria tal que com ela fossem capazes de descrever quaisquer dessas forças de uma maneira simultânea e unívoca, quais seriam os resultados dessa teoria, se com ela conseguiríamos descrever com mais exatidão esse Universo em que vive o ser humano e por fim, se seriam capazes de ir mais longe à busca da sua origem.

A Teoria das Supercordas só tem sentido em dez dimensões, de maneira que as quatro do cotidiano do ser humano, que ele conhece – três espaciais e uma temporal, elas surgiram nos primeiros instantes do big-bang e a partir daí se desenvolveram formando o Universo em que o ser humano vive, enquanto as outras seis se “dobraram” (se enrolaram em si mesmas), permanecendo com um comprimento da ordem do comprimento de Planck.

E, existem cinco tipos de Teorias de Supercordas.: elas são conhecidas como: tipo I que descreve uma supercorda aberta; tipo IIa e IIb que descrevem supercordas fechadas; supercordas heteróticas SO(32) e que correspondem a uma combinação de cordas abertas e cordas fechadas, onde SO(32) e é a forma matemática para indicar a simetria.

Estas diferentes teorias das cordas são apenas expressões diferentes da mesma teoria básica, que recebeu o nome de Teoria-M. Talvez, a Teoria-M possa vir a ser a Teoria de Tudo, unindo as cinco teorias das cordas em uma só estrutura teórica, mas muitas de suas propriedades ainda não são compreendidas. Dependendo do ângulo pelo qual esta teoria é tratada, o objeto fundamental pode ser uma corda ou uma membrana e ela requer um universo de onze dimensões. De acordo com esta teoria uma membrana de dimensão “p” ao vibrar, ela cria maneiras de vibração que correspondem a certas partículas, que não poderiam ser deste modo pelas cordas apenas. Ainda, nesta teoria a letra “M” não tem significado preciso, portanto, ela pode ser interpretada como Membrana, mas também como “Mistério” ou como a “Mãe” de todas as teorias. Ainda mais longe existe a Teoria F, que inclui dez, onze ou doze teorias.

A imagem abaixo mostra uma rede de relações que são também chamadas de dualidades e que conecta todas as cinco Teorias das Cordas, bem como a Supergravidade com dez dimensões.

Na dimensão espacial aparentemente plana e sem nenhuma ruptura, ocorrem os mais intensos frenesis (turbulências) e em relação a eles uma característica importante das cordas é a chamada constante de acoplamento, que dessa forma, as cordas, que vêm aos pares, devido a este frenesi microscópico da mecânica quântica, dividiriam-se em duas (nas turbulentas dimensões recurvadas quânticas) e depois se acoplariam novamente formando uma única corda. Essa idéia levou os cientistas a formularem padrões que descrevem esse movimento, por não conseguir determinar o valor da constante de acoplamento, pela dificuldade como entender a relação existente entre as cinco visões da teoria e o padrão vibratório da constante de acoplamento, e ainda, em relação às diversas simetrias existentes na teoria, que surgiam freqüentemente.

Quando o valor da constante era maior que 1, ficava difícil estabelecer uma resolução aos cálculos equacionários. O grande mérito de Edward Witten foi perceber que a visão da teoria das cordas do Tipo I em relação à constante de acoplamento, era inversamente proporcional ao da Heterótica-O, assim como a do tipo II(A) era inversamente proporcional a da Heterótica-E e por sua vez a do Tipo II(B) era inversamente proporcional a si mesmo. Assim, quando tornava-se difícil calcular a constante por meio de uma versão da teoria, usava-se a outra e vice-versa. Essa simetria foi essencial para o entendimento da teoria das cordas e a elaboração da Teoria-M. Há ainda um fato notável que relaciona-se com a distância de um raio (R). Características como massa (m) e energia (E) de uma corda são determinadas pela vibração e oscilação da mesma em um determinado espaço. Esse espaço(circular) que mede R reflete um fato importantíssimo quanto à visão da Teoria-M. Por exemplo: num espaço de tamanho R a corda vibra pouco e oscila muito, enquanto num espaço de tamanho 1/R (o inverso do raio inicial) a corda vibra muito e oscila pouco. Dessa maneira se estabelece uma equivalência entre os raios, e, esta, produz uma mesma partícula com mesma massa e energia. Conclui-se que, as características físicas num universo de tamanho R são idênticas as de um universo de tamanho 1/R, mesmo que isso esteja abaixo da distancia de Planck (distância que mede os eventos quânticos).

Devido à essa relaçao do raio, uma nova visão surge. A Teoria do Tipo II(A), ao mesmo tempo que relaciona-se simetricamente à Heterótica-E, relaciona simetricamente (a respeito do raio) com a teoria II(B), e a teoria Heterótica-E relaciona-se com a Heterótica-O da mesma maneira. Edward Witten revelou que essa cadeia entre a Teoria do tipo I, Tipo II A e B, Heterotica A e E existe um padrão entre todas as teorias, e que todas elas são uma visão particular da mesma teoria – chamada de Teoria-M. Um outro fator que define a teoria incorpora um fato notável: a supergravidade com onze dimensões. Posterior à idéia das cordas, os cientistas trabalhavam com a teoria quântica dos campos, a qual descrevia padrões às forças forte, fraca e eletromagnética, mas não descrevia para a gravidade. Essa teoria porém, não incorporava elementos como a Relatividade Geral de Einstein, e baseava-se na ideia de que tudo reduziria-se a um ponto (partículas puntiformes). A partir dessa idéia, que descrevia a natureza quase por completo, já que a gravidade não era incorporada, houve um notável avanço na idéia da união entre a mecânica quântica e a relatividade geral, as grandes teorias físicas que explicam desde o macrocosmo (relatividade geral) até o microcosmo (mecânica quântica). A teoria das cordas conseguiu, unificar a supergravidade à sua idéia, e estabeleceu mais uma visão da mesma teoria, podendo dizer que temos seis visões diferentes da teoria-M.

As cordas, analisadas da maneira da teoria Heterótica-E, quando possuem um alto valor na constante de acoplamento (acima de 1) produz vibrações que ao invés de aumentar a intensidade da separação da corda e criar pares virtuais (partículas separadas aos pares), produz na verdade um aumento de dimensão na corda vibrante. Assim, surge uma nova dimensão, a décima dimensao espacial, e juntamente com a temporal totalizam-se onze dimensões. Esse fato, demonstrado por Witten na palestra de 1995, revelou ainda que esse aspecto dá a uma corda unidimensional um aspecto bidimensional, formando uma membrana. Do mesmo modo como ocorre com a teoria Heterótica-E, ocorre uma nova dimensão na teoria II(A), com uma diferenciação no formato da décima dimensão. Essas evidências demonstraram que a Teoria-M unificaria as cinco teorias das cordas e, ainda, a supergravidade com onze dimensões, por meio de um sistema que produz membranas, caracteríistica intrínseca das cordas.

Então, a partir de 1985 aos poucos foi ficando claro que a Teoria das Cordas ou das SuperCordas ainda não constituía o quadro completo para muitas indagações matemáticas. Para começar, percebeu-se que as Cordas não passam de um membro de uma ampla classe de objetos – branas – que podem ser estendidos em mais de uma dimensão, com uma p-brana tendo comprimento em “p” direções. Assim, uma brana com p=1 é uma corda, uma brana com p=2 é uma superfície ou membrana, uma brana com p=3 possui três dimensões estendidas e assim por diante. Em termos gerais uma p-brana possui p dimensões. Portanto, brana é qualquer dos objetos estendidos que surgem da Teoria das Cordas.

A imagem abaixo mostra que a estrutura deste Universo pode ter dimensões estendidas e enroladas. As membranas podem ser vistas melhor se forem enroladas:

Assim, como a teoria de cordas também envolve outros objetos extensos, podemos considerar membranas ou, em geral, hipersuperfícies espaciais de p dimensões imersas no espaço-tempo de dez dimensões. Tais objetos são genericamente chamados de p-branas. Portanto, como já foi mencionado, uma corda seria uma 1- brana enquanto uma membrana seria uma 2-brana e, isso significa que talvez nosso universo quadrimensional possa ser um 3-brana dentro do universo em dez dimensões da teoria de cordas. Tais modelos cosmológicos são conhecidos como modelo de branas. Eles fornecem uma descrição alternativa para o big bang. Pode-se imaginar uma situação em que alguma outra p-brana colidisse com a 3-brana que constitui universo onde vive o homem, então, essa colisão produziria muito dos efeitos que são atribuídos ao big bang.

Ainda, membranas ou branas p-2 são soluções de teorias da Supergravidade, além de serem uma extensão do conceito de “Cordas” e, portanto as branas estão conectadas tanto com a Teoria da Supergravidade quanto a das Cordas.

Uma forma de imaginar as p-branas é como superfícies que se movem pelas três dimensões do espaço e também por sete dimensões extras que normalmente o ser humano não as nota. Portanto, “virtual” significa em relação aos objetos que aqui estão sendo mencionados, que eles não podem ser observados diretamente, mas os seus efeitos indiretos podem ser medidos, concordando com as previsões teóricas com grande grau de exatidão. E, neste sentido estão as p-branas, que são consideradas superfícies no espaço-tempo “plano” e por isso, nelas o tempo avançará uniformemente e as informações das ondas (vencendo o paradoxo das informações), não se perderão (nos buracos negros), porque as informações surgirão de sua radiação. Então, informações sobre os estados internos de buracos negros poderiam se obtidas, porque seriam armazenadas como ondas nas p-branas:

De acordo com a imagem abaixo buracos negros podem ser imaginados como inserções de p-branas nas dimensões extras do espaço-tempo:

Todas as p-branas puderam ser encontradas como soluções das equações da Teoria da Supergravidade com as dimensões já mencionadas – dez espaciais e uma temporal. Embora dez ou onze dimensões pouco se assemelhem ao espaço-tempo em que o ser humano vive (três espaciais e uma temporal), a idéia foi que as outras seis ou sete dimensões são enroladas e tão pequenas que ele não as nota, ele só percebe as quatro grandes e quase planas dimensões restantes que constituem o espaço-tempo onde vivencia. Com essa teoria todas as partículas têm uma descrição apropriada, porém, tudo deve estar em um espaço com dez dimensões no total. Essa é uma imposição matemática para a teoria ser conveniente, mas com ela nada tem a ver com a realidade observada pelo homem – entretanto, será que a realidade que ele observa em seu cotidiano é a verdadeira?

Será que de acordo com a teoria hoje conhecida como o “Mundo da brana” ou das p-branas não exista “algo mais”, como existe no “Mundo 3+1” ou do espaço-tempo onde o ser humano está “prisioneiro” neste subespaço de um Universo com mais dimensões de onde a gravidade produz outras forças não gravitacionais como o eletromagnetismo?

Será que não é através deste “outro mundo”, que por enquanto só “existe” nos modelos matemáticos, é que “passam” as Energias (Seres) Conscientes com os seus corpos não físicos que surgem do “nada” na frente do dimensional com o seu corpo tridimensional/físico? Ainda, não será por esta “porta”, que o dimensional “deve passar” para obter também respostas para muitas de suas indagações, inclusive àquelas que ele em um estado alterado de consciência proporcionado pela sua Energia do Pensamento com a velocidade incomparavelmente maior que a velocidade da luz, consegue “transferir” de sua “máquina fotográfica mental” do mundo de altíssima freqüência para sua máquina fotográfica ou filmadora físicas do mundo denso os momentos fotografados ou filmados, não próprios da realidade espaço-tempo em que está?

A fotografia abaixo à esquerda mostra a imagem de um vórtice, que com a sua forma espiralada foi obtida por um dimensional manipulando uma energia além do mundo quântico – a Energia de Sublimação. Em relação à imagem da esquerda o dimensional estava em um estado alterado de consciência e em relação à imagem da direita não estava – página Fotos analisadas, 5º parágrafo, deste Site.

Lagoa Santa/MG-BR, 1º de março de 2008.


(Quarta Parte)

O Ser humano vive realmente em uma brana num espaço-tempo com dimensões extras?

Grandes dimensões extras constituem um novo e empolgante progresso quando está se buscando o modelo da Teoria final. Elas implicariam que vivemos em um mundo-brana, em uma superfície ou brana quadridimensional em um espaço-tempo multidimensional. A matéria e as forças não gravitacionais como a força elétrica estariam confinadas à brana. Assim, tudo que não envolvesse a gravidade se comportaria como se só existissem quatro dimensões. E, especialmente a força elétrica entre o núcleo de um átomo e os elétrons que o orbitam diminuiria com a distância, na quantidade certa para que os átomos fossem estáveis, sem que os elétrons caíssem no núcleo. Isso estaria de acordo com o principio antrópico de que o Universo deve ser adequado à vida inteligente, porque se os átomos não fossem estáveis, o ser humano não estaria aqui para observar o Universo e perguntar por qual motivo ele parece quadridimensional.

Então, o Universo existe da maneira que é, para que existam seres conscientes, que possam certificá-lo, na medida em que tenham também ciência de si mesmos?

O ser humano não está no momento em um corpo vivo e consciente dentro de um Corpo também Vivo e Consciente Imensuravelmente Grande – no “Corpo de Deus”?

Gödel que em 1931 com o seu Teorema da Incompletude sobre a natureza da matemática fixou limites fundamentais para a matemática, descobriu também em 1949 um espaço-tempo que era um Universo cheio de matéria em rotação, com anéis de tempo através de cada ponto e que estes anéis de tempo ou Cordas Cósmicas cuja existência é prevista em algumas teorias das partículas elementares podem seguir para viajar no passado (não confundir estas Cordas com as cordas da Teoria das Cordas, embora tenham com ela uma relação). Ele deduziu se estes anéis movessem quase à velocidade da luz uma em relação à outra, a economia de tempo para ambos poderia ser tão grande, que um retornaria antes de a outro iniciasse a viagem.

Então, ultimamente pergunta-se através da “linguagem matemática” se o espaço tempo admite curvas temporais fechadas, que retornem ao seu ponto de partida repetidamente. Em relação a esta questão existem três níveis de abordagens. O primeiro está relacionado à Teoria da Relatividade Geral ou clássica, que estabelece que o Universo teria uma história bem definida, sem nenhuma incerteza, mas ele não pode estar totalmente certo, porque a matéria está sujeita a incerteza e às flutuações quânticas. O segundo nível está relacionado à teoria semi-clássica ou com a matéria comportando de acordo com a Teoria Quântica com a sua incerteza e flutuações quânticas, mas ainda o espaço-tempo estaria definido, tendo o observador uma idéia como se proceder. Finalmente o terceiro nível estaria relacionado com a teoria totalmente quântica da gravidade, em que não apenas a matéria, mas também os próprios tempo e espaço seriam incertos e oscilantes.

Até recentemente quando se acreditava que todos os constituintes básicos da natureza eram conhecidos, tudo mudou radicalmente, quando satélites lançados para buscar informações sobre a radiação cósmica de fundo mostraram o que já se sabia há vários anos, que as galáxias possuíam muito mais massa do que aquela que era vista através dos telescópios. Aglomerados de galáxias e estrelas na borda das galáxias tinham um comportamento estranho. O movimento desses objetos, que é de origem puramente gravitacional, só pode ser explicado se assume que as galáxias possuem uma massa muito maior do que aquela medida através da luz que elas emitem. Essa massa extra é composta por algum tipo de matéria que não absorve e nem emite luz. Ela não interage com o campo eletromagnético e só pode ser detectada através de seus efeitos gravitacionais. É chamada, de forma bastante apropriada de matéria escura e os dados cosmológicos indicam que ela representa 22% do conteúdo do universo. Hoje em dia, há vários experimentos tentando detectar a matéria escura presente na Terra e nas suas vizinhanças.

Portanto, os pesquisadores do Cosmo acreditam que as regiões centrais de galáxias espirais consistem em grande parte em estrelas comuns, mas suas margens são dominadas por matéria escura, que não pode ser vista diretamente. E, um estudo mais recente com pesquisas sobre a formação das galáxias, estes físicos acreditam que uma fração significativa da matéria escura deve ter forma diferente da matéria comum. Talvez ela apareça das massas de partículas elementares muito leves com áxions ou neutrinos. E, ela pode também até consistir em formas mais esquisitas de partículas que têm grande massa, que interagem fracamente e que são previstas pelas teorias elementares, mas ainda não foram encontradas experimentalmente.

A imagem abaixo mostra a matéria escura contornando uma galáxia espiral:

O Universo é realmente infinito ou apenas enorme? Ele é eterno ou tem apenas uma longa vida?

Universo surgiu da colisão de duas p-branas dentro de um universo maior e ainda mais complexo que este em que o ser humano vive?

Os buracos negros podem ser vistos não como uma estrela morta exaurida, mas sim como a intersecção de duas p-branas nas dimensões ocultas do espaço?

A coisa mais óbvia sobre o espaço é que ele continua…..continua sempre. O que se vê são bilhões e bilhões de galáxias de variadas formas e tamanho. Cada galáxia possui incontáveis bilhões de estrelas e com muitas delas possuindo planetas à sua volta. E, o ser humano vive a sua história em um pequeno planeta que órbita uma estrela no braço externo da Via Láctea, que é uma galáxia em espiral – a sua “casa” ao nível galáctico no tempo real.

A imagem abaixo mostra onde está a Terra orbitando o Sol na região externa da galáxia espiral Via Láctea:

Mais recentemente físicos como Stephen Hawking e outros trabalham para combinar a Teoria da Relatividade Geral de Einstein e a idéia das historias múltiplas de Richard Feynman em uma teoria unificada completa que poderá descrever tudo o que acontece no Universo. E, nela pode existir um outro tipo de tempo chamado de tempo imaginário que forma ângulos retos com o tempo real comum cuja passagem o ser humano sente. De acordo com estes pesquisadores a historia do Universo no tempo real determinaria a sua historia no tempo imaginário e vice-versa, mas os dois tipos de historia poderiam ser bastante diferentes. O tempo real deve ter iniciado juntamente com o inicio do Universo com o big-bang, enquanto no tempo imaginário o Universo não precisaria ter inicio e nem fim, comportando-se como uma outra direção no espaço. Assim, neste modelo matemático paralelamente existiria muitíssimas possibilidades para o Universo – possibilidades distintas do Universo específico em que o ser humano vive.

Portanto, poderia construir um modelo matemático com uma direção no tempo imaginário perpendicular ao tempo real comum? O tempo imaginário apesar de parecer “um produto da imaginação” é um conceito matemático bem definido, é o tempo medido nos denominados números imaginários. Também, poderia pensar que os números imaginários não passam de um jogo matemático sem nenhuma relação com o mundo real – mas, é possível determinar o que é real?

A imagem a seguir mostra que se pode construir um modelo matemático com uma direção no tempo imaginário perpendicular ao tempo real comum:

Será que o “Viajante do Tempo” não é aquela Energia Consciente (“Ser”) ainda escondido em cada dimensional mesmo desperto e que não só transita pelos “mundos” da Relatividade Geral, da Mecânica Quântica e mesmo o das branas, mas também manipula formas de energia ainda muito mais sutis com a Energia do Pensamento, viajando com o seu corpo mental – no “mundo” do não tempo – para que possa trazer para os três “mundos” anteriormente citados e ainda externos a Energia de Sublimação com o seu “Veiculo Espiral”, unindo de maneira mais direta o “mundo” da inteligência humana com o “mundo” da Sabedoria Divina ou de um Semi-Deus?

Ainda no mesmo sentido anterior e com outras palavras, talvez o “Viajante do Tempo” não seja aquele dimensional/Projeto Portal – que ao se conservar “puro de coração” e que ao ser orientado pelo Mediador – esteja de forma bastante visível e marcante no planeta Terra, se preparando para o seu “vestibular cósmico” por “professores”, que podem se identificar apenas por suas freqüências vibratórias e próprias daqueles que já transmutaram e que, portanto, se eles ainda fornecem os nomes que possuíam de suas ultimas passagens neste planeta, é para que o dimensional possa com o tempo associar as suas vibrações com os nomes que eles lhe fornecem e, no final, a identificação se dê entre ambos apenas pelo toque dos seus dedos indicadores?

A imagem abaixo tem o sentido de mostrar, que se uma “pessoa comum” – com o seu corpo físico-humano – tentasse cruzar o horizonte de viagem no tempo, ela poderia ser aniquilada por uma descarga de radiação:

O dimensional desperto não é uma “pessoa comum”, ele já sabe se conduzir com o seu corpo mental, principalmente o dimensional/Projeto Portal que “monitorado” pelos “Seres” de várias Freqüências Vibratórias e orientado pelo Mediador não só sintoniza e interage com outras realidades paralelas, como também está adquirindo o Poder com a sua respectiva Responsabilidade, de manipular as Leis Universais para a terceira dimensão, como Cristo Jesus também as manipulava.

Este dimensional já possui a consciência de que está no momento em um corpo físico “prisioneiro” no plano de três dimensões espaciais e uma temporal, foi porque lhe aconteceu um “desastre”, quando buscou a energia das emoções neste “palco” da dualidade, ou foi porque escolheu conscientemente a responsabilidade de um compromisso. E, independentemente do motivo pelo qual ele está aqui, ele sabe que a sua realidade vibratória não é a que ele “vive” no momento, mas é àquela já de um “Ser” já transmutado que manipula a energia da matéria e não mais o inverso – portanto, ele já tem ciência que deve se preparar para voltar à sua Real Freqüência de Vibração.

O dimensional/Projeto Portal quando exteriorizou a sua “Placa”, recebendo-a fisicamente no mundo da matéria, fotografando-a e filmando-a, ela naquele momento funcionou em suas mãos como um “Computador Vivo Cósmico-Divino”, escrevendo em sua superfície na forma de símbolos informações tanto de suas outras vidas quanto de seu Compromisso. Portanto, quando o dimensional no aqui agora com as suas Energias do Pensamento, Desejo e Vontade e em um estado alterado de consciência, ele acessou o seu passado, ele não precisou utilizar de seu corpo físico – este “milagre” está além mesmo da liguagem matemática e, portanto está também além das informações que neste sentido a física moderna pode fornecer.

A fotografia abaixo é da “Quinta Placa” exteriorizada em um momento em que Ela Se iluminou no plexo do dimensional. Mais informações na Página O Portal,  deste Site.

O dimensional/Projeto Portal continua ainda acessando a sua “Placa”, mas agora com o seu corpo mental, no intuito de interferir de forma positiva em seu futuro, atuando com a sua Energia do Pensamento em sua Linha da Vida em função do seu Compromisso. Portanto, quando necessário ele já pode se redirecionar positivamente dentro dos três “caminhos” ou das três opções/linhas que a sua “Placa” traz. Estes “caminhos” são literalmente Caminhos de Luz formados por três fileiras de símbolos, que vão se iluminado/pulsando, criando vida conforme o proceder positivo do dimensional, principalmente em relação ao seu Compromisso – os símbolos ao brilhar dão os códigos dos acontecimentos em sua vida.

Assim, o dimensional/Projeto Portal como um Semi-Deus já se mostra nesta condição ainda mesmo no mundo exterior como duas Freqüências que se espelham – uma com um corpo denso no Universo físico de um espaço de quatro dimensões no mundo da relatividade e do quântico e uma outra com um Corpo de Luz no “Universo Divino” Sutil além dos dois mundos anteriormente mencionados. Ele se mostra tanto em um corpo que ainda utiliza de forma racional da linguagem matemática dos símbolos como já foi mencionado, quanto se mostra através de um Corpo que já utiliza de forma Sutil da “Linguagem da Luz” com Símbolos que não só vibram como também “Vivem”.

Portanto, o dimensional/Projeto Portal já sabe que está tanto caminhando com o seu corpo físico quando realiza as suas ações cotidianas e com elas as suas escolhas, quanto está “caminhando vibratoriamente” em sua “Placa”, que o sinaliza e o direciona de maneira positiva para o seu futuro – são duas Freqüências Vivas em níveis diferentes de vibração/realidade, mas estão em ressonância, formando um só Corpo de Energia.

Finalmente, o dimensional desperto já sabe também que o melhor destes três caminhos para ele transitar, é aquele que ele pode intuitivamente se conectar com o Eu Superior, preparando-se para que possa posteriormente, já de maneira visível-exteriorizada, interagir com a sua Alma Chama e caminhar para a sua Transmutação neste salto quântico, que está em vias de especialmente lhe acontecer e também de acontecer com a humanidade – neste momento de Transição da Terra.

Nestes quatro textos as imagens e algumas informações (resumidas) da física moderna são de trabalhos e de estudos do grande pesquisador e cientista Stephen Hawking e também de outros como Edward Witten – talvez, estes dois físicos e pesquisadores sejam as maiores inteligências vivas da atualidade.

Lagoa Santa/MG-BR, 1º de março de 2008.

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 Texto de Antônio Carlos Tanure

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