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Diferenças entre o astral e o mental

Diferenças entre o astral e o mental
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De Bouvou Maquysdony Seabra (maquysdony19@yahoo.com.br) – Novembro/2007


Qual a diferença entre o astral e o mental e porque essa questão sempre causa grande polêmica?

Esta diferença pode ser explicada de maneira simples. Quando expressamos no mental, somos nós mesmos que direcionamos a nossa própria energia. E, quando envolvemos com o astral, estamos quase sempre sob influencia externa, portanto, muitas vezes não é a nossa energia que atua e quase sempre recebemos tudo já pronto, dentro de um processo que também se faz de maneira mais lenta.

Todos nós do Projeto Portal fomos preparado para trabalhar com a energia vibracional que é desenvolvida através dos nossos estímulos emocionais e sexuais. Essa energia neutraliza o nosso chakra coronário, o que nos capacita tornar geradores conscientes de nossa própria energia – da nossa energia mental. E, com ela ativada tudo acontece para nós mais rapidamente.

Portanto, uma vez desenvolvida a nossa capacidade de manipular essa energia, devemos mantê-la ativada usando-a no auxílio a outras pessoas – energizando e estabilizando tanto o nosso campo vibracional quanto o de outras pessoas.

Como a energia do planeta está mais negativa do que positiva, devemos sempre fechar alguns de nossos chacras para não absorvê-las. Fechar os chacras não significa deixar de evoluir, é somente um direcionamento energético no sentido de nos proteger. Ultimamente o dimensional/Projeto Portal faz este fechamento apenas mentalmente.

Quando anteriormente, fechávamos fisicamente o nosso chacra do plexo solar, estamos também mentalmente atuando ao nível do chacra coronário, para que não ocorresse a absorção das energias negativas circundantes e, principalmente naquela ocasião já estávamos nos tornando a nossa própria fonte geradora de energia – tornávamos dependentes apenas de nós mesmos.

Os Seres desejam que caminhemos com nossas próprias pernas, que não fiquemos à mercê de quaisquer interferências energético-externas, eles desejam que nos tornemos conscientemente auto-suficientes.

Chegar neste nível de auto-suficiência é Evolução Vibracional, é Evolução Mental – é nos preparar para o momento da nossa transmutação, tornando o nosso corpo físico em energia. Foi o que Jesus Cristo ensinou e que depois foi infelizmente distorcido.

Seres de Luz que vibram nos Planos Superiores operam em freqüências mentais elevadas, portanto, para que se aproximem, sintonizem e até mesmo interajam conosco para um contato mental, temos que estar num padrão vibratório compatível para esta interação, caso contrário não haverá contato. Apenas conseguiremos este padrão vibratório, quando aceleramos tanto a carga elétrica do nosso corpo físico quanto a nossa freqüência mental – portanto, quando de um modo geral mantemos a nossa vibração elevada.

E, fazemos esta aceleração é por meio de exercícios físicos, alimentação saudável e através de outros exercícios que auxiliam a expansão do nosso campo energético/aura, para que através dela e trabalhando a nossa mente, alcancemos níveis mais alterados de consciência.

Somente quando nossa mente está acima de 27 ciclos por segundo é que podemos obter informações dos seres extraterrestres e dos Seres de Luz Conscientes, que “operam”/vibram em faixas vibratórias ainda mais superiores.

Seres de pouca luz ou que vibram em freqüências mais densas não conseguem perceber Freqüências mais Elevadas ou mais Sutis da Luz, não A identificam, apenas A vêem como um borrão.

Antes de sermos dimensionais/Projeto Portal muito de nós lidaram mediunicamente com astral, o que foi até compreensível, porque nesta freqüência foi que eles iniciaram a sua paranormalidade e só então voltaram para os seus estudos energético-vibratórios. Portanto, foi nele que estes dimensionais deram os primeiros passos para que pudessem chegar ao nível de suas interações através do mental – que agora todos nós o utilizamos.

Atualmente, já temos consciência quando estamos interagindo mais com o astral, quando estamos nos tornando mais vulneráveis e mais sujeitos à atuação de seres de pouca luz ou de baixa freqüência vibratória, que interferem em nossa mente e através dela interferem negativamente em nossas vidas.

Portanto, quando atuamos no astral é porque baixamos nossas freqüências e estamos assim muito mais sujeitos aos padrões vibratórios que podem ser fantasiosos ou até enganadores no mundo das formas-pensamento. Ficamos propensos às doenças e a toda sorte de problemas.

Se aumentarmos a nossa freqüência mental, mantendo-nos em equilíbrio, temos muito mais condições de enfrentar situações adversas porque mais conscientes e sem interferências externas, podemos vibrar mais no positivo.

O nosso padrão vibratório é classificado em três níveis de freqüência, que são o resultado do que pensamos/agimos:

1 – Positiva: quando já alcançamos o elevado nível vibracional, por já estarmos conscientizados de que nós mesmos é que precisamos “nos resolver” nesta nossa passagem pela Terra. Portanto, quando nos tornamos bastantes otimistas, ousados, destemidos, sabendo o que queremos, sem nos deixarmos influenciar por pensamentos negativos tanto nossos como os de outras pessoas. Ainda, é quando não recuamos diante de problemas por mais difíceis que sejam. Enfim, é quando caminhamos com as nossas próprias pernas. 
2 – Neutra: significa que ainda estamos inseguros, insatisfeitos, temerosos e que não temos opinião própria. Somos de certa forma ainda pessimistas, facilmente influenciáveis e fugimos às nossas responsabilidades. Nós ainda não sabemos enfrentar as atribulações da vida, e por isso, quase sempre nos fazemos de vítimas. E, incapazes de “resolvermo-nos”, normalmente cruzamos os braços, esperando que alguém faça o que deveríamos fazer. 
3 – Negativa: ainda somos extremamente materialistas, frios, calculistas, articuladores, egoístas. Possuímos má índole e fazemos qualquer coisa para alcançarmos o que desejamos, pouco ligando se vamos prejudicar alguém.

Como podemos perceber, oscilamos energeticamente em nosso cotidiano, vibrando nas três faixas ora positiva, ora neutra ou negativa. Assim, para conseguirmos o nosso equilíbrio vibracional, devemos somente pensar positivamente, acelerando a nossa freqüência mental. Devemos trabalhar o mental em busca do nosso equilíbrio emocional – devemos permanecer na faixa de tolerância.

Quantas vezes ouvimos falar que a fé curou tal pessoa? Na verdade, essa pessoa pensou positivamente para si, ela realmente desejou a sua cura e se viu curada. Quando usamos o mental, podemos-nos “curar” em todos os níveis, inclusive, das doenças do corpo físico fazendo a Medicina de Cristo.

Usando o mental conseguimos sair mais facilmente de situações difíceis e adversas. A própria ciência já estuda essa questão – a cura pelo pensamento. Se utilizarmos de técnicas compatíveis com o astral, a cura também poderá vir, entretanto demorará muito mais se estivéssemos utilizados de nossos recursos mentais. O trabalho através do astral além de ser lento é sujeito às distorções, que podem induzir às fantasias e aos erros. Já pelo mental não existem estas distorções, o que existe é o nosso direcionamento consciente.

Muitas pessoas nem sabem que existe o Projeto Portal, mas já se trabalham ao nível da Evolução Mental sem dar conta disso. Elas conseguem sucesso em suas vidas e enfrentam os problemas com tranqüilidade e discernimento, não se deixam afetar pela negatividade em seu cotidiano por questões de todos os tipos.

Quando estamos com o nosso campo vibracional aberto e com a nossa mente confusa, seres que vibram em freqüência mais densas podem nos enganar, muitas vezes passando por seres evoluídos. O ser de “baixa luz” aproveita momentos de fraqueza gerados pela nossa instabilidade emocional e tenta nos satisfazer, quase sempre nos dizendo coisas agradáveis, que fazem parte do nosso dia a dia. E, ainda passando muitas vezes por um Ser de Luz dos Planos Superiores de Vibração, ele vai paulatinamente tomando conta de nossa mente, manipulando-nos – o que é visto em algumas “canalizações”.

Quando estamos com dúvidas, é quando mais nos ligamos ao astral, porque vamos procurar ajuda. E, nestes momentos sempre acharemos formas astrais que vão saciar-nos, agindo de acordo com o que queremos saber e com o que queremos ouvir.

E, a influência do astral pode com o seu “rastro energético” durar de três a sete meses, dependendo da sintonia que tenhamos com esta freqüência. Quando estamos emocionalmente sintonizados e interagindo ao nível do astral, vamos ficando cada vez menos seguros, porque a segurança que realmente procuramos e necessitamos é mais palpável, é mais física – é mais mental.

Os seres de baixa vibração só se aproximam de nós, quando conseguem caminho aberto, quando existe uma identificação energética ou vibratória conosco. Mas, este é um assunto complexo, porque paralelamente se nós tivermos como “canalizadores” bons sentimentos, se nós possuirmos boa índole, quase certo que funcionaremos como “canais” para seres não transmutados (“espíritos”), porém, seres elevados/iluminados.

Entretanto, qual a garantia que temos, de estarmos compatíveis para esse nível superior de interação? Não podemos esquecer que estamos encarnados na terceira dimensão e por isso mesmo sujeitos também aos sentimentos menos nobres nessa etapa de nossa escalada evolutiva. São poucos de nós, muito pouco mesmo que pode se dar essa garantia. É dificilíssimo “ficar funcionando” em equilibro emocional como canal aberto durante vinte e quatro horas por dia – só aquele que é um ser muito especial, mantendo constantemente o controle dos seus pensamentos, sentimentos e atos.

Devemos apenas nos apossar de informações verdadeiramente úteis para nós – principalmente nesse momento da Transição Planetária. Não podemos mais adquirir determinadas informações, que não são confiáveis e que podem nos direcionar para um outro caminho, que não queremos e que os Seres também não gostariam, porque com elas nos confundiremos e não conseguiremos realizar o nosso compromisso, inclusive, o de propagação e divulgação que é todos os dimensionais.

O Plano astral é um plano onde estão guardadas também as nossas vibrações mais grosseiras – das nossas formas pensamento. Neste sentido é o plano onde vibra a energia de nossas emoções oriundas dos nossos anseios e conflitos que os vivenciamos na terceira dimensão.

O dimensional como um ser humano não é um ser transmutado, mas, é “um ser inteiro” da terceira dimensão, porque está ligado aos seus sete corpos, ele está também com o seu corpo físico através da energia da kundalini/vibracional. Um “morto” no extra-físico (astral) está sem “a matriz energética” do seu corpo físico e, portanto, energeticamente ele “não é um ser inteiro” – não é um ser transmutado.

Com a implantação do GNA na década dos anos setenta houve uma aceleração de nossa freqüência vibratória e, por isso, estão cada vez mais fácil para nós – dimensionais/Projeto Portal – os contatos físicos com os Seres. Portanto, para nós não tem mais motivo os contatos através do plano astral. E, a orientação dos Seres neste sentido é a seguinte: “vocês vivem em um mundo físico, então aguarde um contato conosco fisicamente, porque quando ele for necessário nós o faremos desta maneira”. E, estes contatos no Projeto Portal já estão acontecendo no plano físico, quando se exteriorizam e podem ser fotografados ou filmados, tanto os Seres dos Planos Superiores de Vibração com os seus corpos luminosos quanto os Seres intraterrenos e os Seres extraterrestres das quarenta e nove raças com os seus corpos semelhantes ao corpo humano. Entretanto, para que aconteça o contato neste nível, temos que desenvolver o autocontrole e nos harmonizarmos em todos os sentidos. Temos que possuir equilíbrio emocional, coração puro, estado alterado de consciência e uma carga elétrica compatível em nosso corpo físico.

Como o trabalho desenvolvido no Projeto Portal é em nível mental – do plano mental, se interagirmos ao nível de outro plano (astral), nós sofreremos uma interferência energética, porque o nosso chacra frontal já “se despertou”, já foi trabalhado para direcionar a energia vibracional ativa – a energia do mental.

“O Projeto Portal ensina a Evolução Mental”, portanto nos exercícios práticos não é feito nenhum tipo de oração nem meditação especial. Neles a atividade é direcionada e espontânea – os exercícios são feitos de coração, com todos acelerando alegremente – com amor! Entretanto, quando entramos em um estado de consciência e sensibilidade que muitos podem até chamá-lo de “espiritualizado” ficamos mais tranqüilos e esta tranqüilidade nós a sentimos e a passamos para as pessoas que estão em nossa volta. Portanto, é importante que saibamos dosar o “espiritual“ com o mental – chegar a este nível de equilíbrio ou de sensibilidade é necessário.

Cada um de nós está num degrau da Escada Evolutiva, que é constituída de vários degraus ou vários estágios. Assim, precisamos nessa nossa escalada ter conhecimento destes dois lados vibratórios – o físico e o extra-físico – mas, já certo do que devemos seguir. Devemos aprender a nos direcionar, sem nos deixar envolver pelo que não mais precisamos.

Para finalizar, sob a influencia do astral temos “só um ângulo de visão”, ficamos mais limitados e quase sempre dependentes, o que pode nos gerar bloqueios e perturbações psicossomáticas. Enquanto, através do nosso chacra frontal já sabemos direcionar a nossa energia vibracional, temos a possibilidade se sermos nós mesmos e de cumprirmos o nosso compromisso. No mental com “um ângulo de visão de 360 graus” não precisamos mais de intermediários. Nele vibramos com mais confiança em relação à nossa Verdade Divina, portanto, nos percebemos mais profundamente.

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