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Djinn ou gênios – os que foram expulsos

Djinn ou gênios – os que foram expulsos
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Um gênio (do latim genìus) é uma entidade ou “espírito” que rege o destino de alguém ou de um lugar. O termo em grego para o mesmo conceito é daimon e pode ser empregado como um equivalente em português ao árabe “jinn”, uma vez que na mitologia árabe pré-islâmica e no Islã, um jinn (também “djinn”, “djin” ou “djim”) é um membro dos jinni (ou “djinni”), uma raça de criaturas sobrenaturais.

Rosemary Ellen Guiley e Philip J. Imbrogno trabalhando com material compilado de variadas fontes, como oriunda do folclore do Oriente Médio, do Alcorão, dos ensinamentos de estudiosos islâmicos e ultimamente das mais recentes teorias da física quântica, eles tecem considerações sobre os djinn, considerados também como demônios, fadas, povo das sombras e extraterrestres, entre outras menções. Eles ainda discutem o interesse dos militares por esses seres ocultos, analisam relatos de encontros de seres humanos com os djinn nos dias atuais e revelam locais destes últimos como pontos de suas entradas interdimensionais.

Estes investigadores e escritores informam sobre estes poderosos e misteriosos seres interdimensionais conhecidos também como gênios. Eles revelam em quais locais os djinn podem ser encontrados, quais seus propósitos secretos em relação à raça humana e, portanto mostram estes seres como algo real e não mais como a conseqüência da imaginação de alguns ou de momentos de pesadelo de outros.

Rosemary Ellen Guiley é uma autoridade nos campos de pesquisa paranormal e sobrenatural. Escreveu 42 livros, incluindo enciclopédias, além de centenas de artigos. Ela se apresenta em documentários no rádio e na televisão. Diz ela que “os djinn são uma presença forte e ativa (embora escondida) no mundo”. Continua ela dizendo que “estes seres não se limitam ao Oriente Médio (a terra natal dos contos associados aos gênios). São conhecidos sob muitos nomes, aparências e formas. Escolha qualquer entidade sobrenatural – inclusive os espíritos dos mortos – e você verá os djinn por trás. Às vezes pensamos que lidamos com anjos, demônios, fadas, extraterrestres e outros seres, mas, na verdade, são os djinn disfarçados”.

Philip J. Imbrogno pesquisa fenômenos paranormais há mais de 30 anos e é reconhecido como uma autoridade nesse campo. Já foi entrevistado pelo The New York Times, teve participação especial nos programas Oprah e Today Show da NBC, bem como em documentários dos canais History Chanel, A&F, Lifetime e HBO. Ele explica que “seu conhecimento sobre o mundo dos djinn começou em meados da década de 1990, depois de duas semanas de uma busca aparentemente infrutífera viajando pelo Oriente Médio para realizar uma pesquisa sobre os Cavaleiros Templários e sua ligação com o Santo Graal.

O significado da raiz das palavras em árabe ‘janna’, ‘yajinnu’ é “ser coberto ou escondido” e, com o verbo na voz ativa significa: “cobrir ou esconder”. Alguns estudiosos dizem que djinn significa as qualidades ou capacidades ocultas do homem, outros dizem que significa seres da selva ou que se ocultam nos montes. No Alcorão  djinns significa apenas “um espírito” ou uma força invisível ou oculta.

Djinns são “criaturas mágicas” com poderes para fazer tanto o bem quanto o mal, sua origem vem de eras remotas. De acordo com o Alcorão eles foram criados por Deus num período que fica entre criação dos anjos e a criação do homem. Neste livro que é “sagrado” para os mulçumanos, exatamente na Surata 55, o Arcanjo Gabriel relata que o homem foi criado do barro, ao passo que os djinns (gênios) foram criados de uma chama de fogo.

O anjo considerado “ser celestial” é aquele que vibra em planos de existência plenos de Harmonia, onde a Luz já é Viva e se percebe mais intensamente a presença da Mente Infinita Vivente. Nesta vibração este ser literalmente de luz não está mais sujeito à tutela de Princípios Universais – especificamente à Sexta Lei Universal necessária a um mundo em que ainda se experiência dentro da dualidade Causas e Efeitos sinalizadores dos conceitos do bem e do mal, que com eles também se vivencia a noção de “pecado”. O djinn ou gênio ao contrario do primeiro possui uma freqüência vibratória menor e pratica tanto o bem quanto o mal. 

 

   

Três ilustrações de djjinn (energia vibratório-consciente)

 

O djinn é também identificado como o senhor da luz por ter sido “criado do fogo” ou da luz físico-plasmada oriunda de campos eletromagnéticos, que o identifica ainda pela sua presença e pelo seu deslocamento mais constante em planos de existência mais densos – entre a terceira e a quarta dimensões.

Os demônios ou “anjos decaídos” são todos aqueles “seguidores de lúcifer” ou ainda, são todos aqueles que atualmente em uma mesma condição vibratória, não sintonizam e não interagem com dimensões de mais vibração – freqüências que nelas antes comumente vibravam.

Para alguns estudiosos existem basicamente quatro categorias de djinn associadas aos quatro elementos: fogo, água, ar e terra. A presença do djinn do ar junto à pessoa é marcada pela sensação de cansaço e falta de ânimo para fazer as coisas, enquanto o da água proporciona a capacidade de poder influenciá-la negativamente em seu aspecto emocional. O djinn da terra junto à pessoa a conduz pelo forte sentimento de liberdade, de se sentir livre (de ficar mais à vontade) e o do fogo por um sentimento intenso muitas vezes relacionado à posse, à raiva e à inveja. Aqueles que manipulam a energia vibracional (vermelha), eles devem particularmente se observar em relação a este ultimo.

“Dançando em volta da fogueira”

Foto de um “elemental do fogo”  – Sede do Hotel Fazenda Projeto Portal, Corguinho /MS-BR.

A presença do djinn é marcante, principalmente aquela que se faz pela presença do djinn do fogo (que trabalha diretamente com a energia luminosa de campos eletromagnéticos). A pessoa que fizer tudo de maneira correta (vibracionalmente), o djinn ouvirá seus anseios e suas solicitações, mas se forem também convenientes para ele. Ainda, o djinn interessadamente não fará nada de graça, ele sempre exigirá algo em troca. Portanto para que ele realize um efeito (o pedido) precisa de uma causa (a troca).

O solicitante não precisa se preocupar em “oferecer sua alma”, porque estas entidades (em sua maioria) não trabalham com  este tipo de troca, mas com algo mais associado ao mundo material.

O dinn, djin, djinn, gênio ou ser elemental ou ainda, simplesmente “elemental” é uma entidade que “se insere” em campos eletromagnéticos e os manipulam, portanto possui total facilidade no domínio da matéria. Alguns deles são algumas vezes conhecidos também como “mensageiros” por passarem informações e orientações à humanidade. O campo de atuação desta entidade é também o da quarta dimensão, diferentemente dos seres humanos que ostentam corpo físico e que sujeitos às limitações do espaço-tempo estão mais prisioneiros à terceira dimensão.

Fontes (Google):
www.sobrenatural.org › Sobrenatural.Org › Matérias EspeciaisEm cache – Similares
Os Vingativos Djinn – de Rosemary Guiley e Philip J. Imbrogno
Anjos e Elementais: Os Vingativos Djinn – ISBN: 9788537007297
Pt.fantasia.wikia.com/wiki/Djinn

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Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Um gênio (do latim genìus) é uma espécie de espírito que rege o destino de alguém ou de um lugar. O termo em grego para o mesmo conceito é daimon e pode ser empregado como um equivalente em português ao árabe jinn, uma vez que na mitologia árabe pré-islâmica e no Islã, um jinn (também djinn, djin ou djim) é um membro dos jinni (ou “djinni”), uma raça de criaturas sobrenaturais.

Etimologia e definições – gênio é a tradução usual em português para o termo árabe jinn, mas não é a forma aportuguesada da palavra árabe, como geralmente se pensa. A palavra em português vem do latim genius, que significa uma espécie de espírito guardião ou tutelar e que se pensava antes ser designado para cada pessoa quando de seu nascimento.

Este gênio que foi concebido como um ente imaterial (“espiritual”) e situando-se entre a terceira e à quarta dimensões, muito próximo do ser humano exerce sobre este uma forte, cotidiana e decisiva influência.
Em árabe a palavra “jinn” significa literalmente alguma coisa que tem uma conotação de dissimulação, invisibilidade e (aparente) isolamento ou distanciamento.

Entre os arqueólogos lidando com antigas culturas do Oriente Médio, qualquer “espírito” mitológico inferior a um deus é freqüentemente visto como um “gênio”, especialmente em relevos esculpidos na pedra ou em outras formas de arte. Esta prática se inspira no sentido original do termo gênio como sendo simplesmente um “espírito” de algum tipo, frequentemente sendo associado a algum dos elementos da natureza e das artes, entre outras associações.

 

 

Gênio alado, fragmento de mural romano do século I.

Origens – de acordo com a mitologia os jinni foram criados dois mil anos antes da criação de Adão e eram possuidores de elevada posição grosso modo semelhante ao dos anjos, embora na hierarquia celeste fossem provavelmente considerados inferiores àqueles. Todavia, depois que Deus fez Adão, os jinni recusaram aceitar a nova criatura (aceitar a sua presença). Por esta má conduta eles foram “expulsos do paraíso”, tornando-se entes perversos, não confiáveis.

É também interessante notar, que na literatura hebraica Lilith como a (suposta) primeira esposa de Adão, foi punida por Deus pela sua atitude de recusa em se submeter ao homem e, por isto (distorcendo a verdade), foi convertida em demônio passando a infernizar a humanidade.

Características – na Terra a raça dos jinni teria adotado as Montanhas Káf (que supostamente circundam o mundo) como seu lar adotivo. É dito que os jinni são feitos de ar e fogo e possuem a capacidade de assumir qualquer forma humana ou animal. Por isso, os jinni podem residir no ar, no fogo, sob a terra e em praticamente qualquer objeto inanimado. Eles são extremamente fortes e astuciosos. Eles possuem de certo modo  necessidades físicas semelhantes às dos humanos, mas estão livres de quaisquer restrições físicas.

Apesar do descrédito que foram recebendo ao longo da história, se diz que alguns destes seres possuem uma disposição favorável em relação à humanidade, ajudando-a quando precisa de ajuda, ou mais provavelmente, quando isto for conveniente aos seus interesses. Contudo, na maioria dos casos que são citados na literatura (e no folclore),  eles se divertem em punir os seres humanos por quaisquer atos que considerem nocivos.

Como ja foi mencionado, a palavra djinn  ou gênio (como ficou conhecida no ocidente) significando em arabe “aquele que não se consegue ver”, pode ser também entendida como uma referencia aos “espiritos desencarnados” de crenças mais atuais.

Segundo o Alcorão o homem e todos os animais surgiram da água e o homem ainda surgiu de “uma sanguessuga”, ou seja, de “algo” que se agarra à barriga da mãe (neste sentido o feto parece um sanguessuga) e que a pele do homem é de argila (“barro maleavel”), enquanto a do djinn é de “fogo sem fumaça”.

No Alcorão os djinn são freqüentemente mencionados e a sura 72 é inteiramente dedicada a eles (sura ou surata é o nome dado a cada capítulo do Alcorão).

Os djinn podem ser considerados gênios, apesar que também se dá hoje para varios espíritos o nome de djinn. Na antiguidade acreditava-se que um djinn era a reencarnação do Faraó.

Segundo alguns historiadores egípcios o faraó que mais ligações possuía com estes seres era Akhenaton cujo nome inicial foi Amen-hotep IV. Este faraó tentou convencer os seus súditos acreditarem num único deus: Aton. Este particular deus era representado pelo próprio faraó e não possuía qualquer imagem própria. Portanto, apesar de alguns pesquisadores acharem que esta tentativa de Akhenaton, devia-se ao fato dele querer retirar o poder dos sacerdotes, outros aceitam a ideia que esta nova religião estava inteiramente ligada aos djinn. Então, Aton seria um djinn que o faraó com ele interagia e venerara como um deus, pela capacidade desta entidade realizar seus desejos.

Os djinn possuem características e capacidades próprias, como a de materializar objetos, comida ou outras substancias e de viver muitissimo mais que os seres humanos, sendo relativamente imortais em relação a estes, que  vivem fisicamente poucos anos.  Os djinn podem caminhar no dia-a-dia entre as pessoas sem serem reconhecidos, quando “tomam” a aparencia humana.

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 Texto de Antônio Carlos Tanure

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