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Incas os filhos do sol

Incas os filhos do sol
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Formação da civilização inca
Uma lenda inca menciona depois de um grande dilúvio apenas um homem e uma mulher se salvaram, esses Mama Oclo e Manco Capac foram arrastados em uma balsa de totora até as margens do lago Titicaca e dali saíram em busca de um novo lugar para viverem, chegando a uma determinada região do altiplano andino. Ali Manco Capac enterrou seu bastão e denominou aquele local de Cusco (umbigo do mundo), iniciando o esplendido império inca.

Até que ponto essa narração é apenas uma lenda, depois que um grupo de pesquisadores descobriu no fundo do Lago Titicaca, vestígios do que já teria sido uma cidade? Esses pesquisadores encontraram ali não só cerâmicas, como também construções em ruínas, entre outros achados, que os levaram a crer serem de templos.

Essas descobertas até que ponto contribuem como respostas para a origem do império inca? A ciência vem trazendo à tona o que já era a muito do conhecimento dos pré-incas e incas, apesar de quase sempre esse conhecimento (através de informações orais passadas de gerações em gerações) ter ficado sempre no campo do mito. Para os incas a atual fase civilizatória da humanidade originou-se dali.


No fundo do Lago Titicaca ruinas do que já teria sido uma cidade? – Imagens da Internet

Os antigos incas acreditavam que o atual ciclo civilizatório da humanidade, está na “regência” do 5º sol (5º ciclo). Ou, no último ciclo de 5.125 anos dos quatro outros ciclos anteriores, com cada um desses com cerca da mesma quantidade de anos. Ciclos que estão relacionados a uma inversão geomagnética da Terra, que provocando mudança de orientação de seu campo magnético de tal forma, o norte e o sul magnéticos intercambiam-se, trazendo grande destruições globais – e, em cada uma delas um novo ciclo civilizatório ou um recomeço para a humanidade.

E nesse recomeço com intenso sentido de sobrevivência os que escapavam dessas catástrofes globais procediam com profundo respeito e sentimento de interação à natureza, que dela passando a ter total dependência, expressava-os como os antigos incas em linguajar e atitudes associadas aos fundamentos da natureza e, os inserindo à sua percepção de o divino.

Através do culto à deusa Pachamama ligada à sua percepção universal/divina da Terra (do quíchua: pacha > universo e mamma > mãe) os incas cultuavam o aspecto feminino dessa divindade. Para eles o verdadeiro guerreiro deveria antes de tudo vencer a si mesmo, para se unir ao seu viracocha interior e se converter em um conhecedor dos mistérios de Pachamama.

O deus criador, com características de deus cultural era Viracocha, qualificado como velho homem dos céus, senhor e mestre do mundo. Por ter criado a terra, os animais e os seres humanos e ser o possuidor de todas as coisas, os incas adoravam-no, sem lhe oferecer sacrifícios e nem tributos. Foi ele que criou, destruiu os homens e tornou a criá-los a partir da pedra, para depois dispersa-los nas quatro direções.


Titicaca ou Titiqaqa em quéchua, é um lago na fronteira entre o Peru e a Bolívia. Esse lago tem cerca de 8300 km², está 3821 metros acima do nível do mar e em volume de água é o maior da América do Sul. De acordo com a lenda foi nas águas do Titicaca que nasceu a civilização inca.
Desde da época pré-colombiana os nativos já usavam totora, um junco com raízes parecido com xaxim, bastante leve agindo como flutuante natural perfeito. Com esse junco construíam ilhas artificiais (suas aldeias flutuantes), suas casas, seus barcos e outras de suas necessidades diárias. Hoje os uros (centro da atenção turística) continuam construindo essas ilhas flutuantes e mantendo-as, para assegurarem a sua flutuação e nelas continuarem habitando – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Será uma mera coincidência cultural o deus sumério Enki criador do ser humano (junto com sua esposa Ninhursag) com o deus inca Viracocha (e sua esposa Mama cocha)? Não será um mesmo ser com nomes diferentes para locais também diferentes, mas que possuindo o mesmo conhecimento avançado, ensinou e ajudou essas culturas (semelhantes), direcionando-as para um recomeço?

Inti, o deus supremo solar (ou, “o deus do sol”) era a divindade protetora da casa real. Também seu calor beneficiava a terra andina e fazia as plantas crescerem e florescerem, para serem sua fonte de alimento. Mas será que esse astro venerado como divindade incaica máxima, era apenas por esses motivos? Será que nele não estava “inserida” uma outra capacidade, que os antigos incas dela tinham noção mesmo que confusa e que só agora a ciência começa percebe-la e pesquisa-la?

O sol não poderia ser também fonte de um gigantesco e intenso vórtice propulsor de energia, que funcionando como “portal”, permitiria passagem de seres tecnologicamente mais avançados de outros mundos não só para a Terra, mas também para outras partes do sistema solar?

Assim, o sol como esse “caminho” para esses seres tidos como divindades, os dois teriam uma só representação através de um rosto humano (Viracocha) dentro de um disco radiante?

Os descendentes dos antigos incas são até hoje denominados “os filhos do sol” e, pelo o que vem sendo descoberto dessa antiga cultura ou em relação a ela, essa expressão tem muito a ver com essa denominação.

Como já foi mencionado, os antigos incas adoravam o sol (astro) como Inti, pelo benefício que trazia às suas vidas físicas. Também o associava ao “deus solar” Viracocha (ser de outro mundo?). E ainda como significado simbólico divino interiorizado em cada ser humano – como sua luz ou seu viracocha interior. Significado que deveria ser por ele exteriorizado, ao buscar sua verdadeira realidade de um semideus e de um cocriador (espelhando-se nesse ser físico Viracocha considerado divino?).

Unindo essas três suposições anteriores em só uma, os incas espelhavam-se concretamente em um ser físico de um outro mundo – Viracocha, que utilizou o sol como um vórtice ou, como um “caminho solar”, para chegar até eles e, ajuda-los e orienta-los?

Um ser que agindo diferentemente, era possuidor de conhecimentos inerentes à uma outra Consciência e com eles exercitando-se e ensinando, foi considerado naquela ocasião um deus vivo, que deveria ser imitado. Condição “divina” que deveria ser alcançada?

E como deferência especial com apenas a denominação Inca, ela era dada ao imperador considerado como filho do grande sol ou, como um deus vivo dentre os demais (talvez ainda por razão genética), como os faraós foram também considerados?


Primeira fotografia foi tirada diretamente do sol, no dia 30/08/2018, em torno das 13:00 horas sobre o templo dedicado ao deus sol viracocha, em Raqchi (entre Puno e Cusco).  E a partir do centro dessa fonte de energia solar (de seu ponto zero energético ), pode-se perceber delineado um contorno marcado nas nuvens, assemelhando-se ao originado de um vórtice. A segunda fotografia registra nesse mesmo local a triste ânsia destruidora dos conquistadores espanhóis – Fotos de Antônio Carlos Tanure.


No templo de Qoricancha o disco solar e o ouro com seu dourado (primeira imagem) associavam-se para simbolizar a principal divindade inca Inti, o deus solar Viracocha e o sentido do divino interiorizado em cada um. E ainda nesse templo o perfeito alinhamento das janelas (segunda imagem), Cusco/Peru– Fotos de Antônio Carlos Tanure

A cultura inca dava total ênfase à veneração do Sol, realizando em sua homenagem o Inti Raymi como o culto solar associado à vida, à fertilidade e às forças sexuais criadoras dentro de princípios e preceitos dos fundamentos da natureza. Mas, será que a especial ênfase dada para “essa divindade”, não ia além de interesses mais visíveis e imediatos, como os que eram dados à agricultura – ao plantio e à alimentação?

Os antigos incas referiam ao seu império como Tawantinsuyu, que pode ser traduzido como as quatro regiões ou as quatro províncias unidas com muitas formas locais de culto. Maioria delas relacionadas com locais sagrados – “huacas”. Mas, a liderança inca incentivou o culto a Inti – “deus do sol”, impondo seu culto acima dos outros cultos, como o da Pachamama -“mãe terra”. Eles consideravam seu rei Sapa Inca – “filho do sol”.

Tal como as civilizações antigas que surgiram e desenvolveram por toda Terra alguns milhares de anos atrás, assim também desenvolveu a civilização inca. Mas, como aconteceu com todas elas, suas origens exatas são desconhecidas pela ciência oficial. Ou, prefere desconhece-las?

Apesar de possuírem narrações diferentes, o acontecimento bíblico com a presença e a atuação de Noé lembra a do inca Manco Capac.


Esculturas em pedra e em cerâmica – Museu Lítico de Pukará – Puno/Peru – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Há cerca de 20.000 anos atrás tribos de caçadores que tinham atravessado o estreito de Bering dirigiram-se para o sul e acabaram por atingir as terras hoje chamadas de América do Sul. Por volta do ano 5.000 a.C. os que habitavam agora aqueles locais montanhosos dessa região do planeta, começaram a plantar e cultivar alimentos, o que os permitiu ficassem vivendo mais permanentemente nesses locais, formando ali povoados.

E cerca de 2.000 a.C. aqueles outros que ali viviam mais diretamente da pesca, mas que habitavam locais litorâneos, começaram igualmente a construir habitações permanentes, permanecendo também neles.

Por fim, mais ou menos 1.200 a.C. esses povos já cultivavam milho e outras plantações, teciam roupas de boa qualidade e faziam cerâmica.

Foi na parte montanhosa dessa região que surgiu a primeira e importante civilização denominada Chavin com sua capital Tiahuanaku. E, por volta do ano 100 a.C., na parte nordeste dessa região costeira surgiu o reino, cuja capital era Moche e ainda, nessa mesma região mais ao sul surgiu outro reino com capital Nazca. Até cerca de 1000 d.C. aquela região (o atual o Peru) possuía um conjunto de tribos guerreiras com líderes beligerantes.

Entre 1100 d.C. – 1430 d.C o Inca Manco Capac estabeleceu em Cusco. Com ele os incas tornaram-se mais poderosos, através da extração de minerais, da tecelagem e da agricultura. Inca Roca foi o primeiro a ser denominado Sapa Inca (o Inca Supremo). Mas grande parte de seu reinado passou em disputas e lutas com tribos rivais. Yahuar Huacac sucedeu-o e igualmente foi ameaçado por tribos das regiões montanhosas. Seu filho que recebeu o nome de Wiracocha, também sofreu ataques, mas conseguiu repelir os invasores.


Manco Capac (Quíchua: Manqu Qhapaq) foi o primeiro governante de Cusco e fundador do império inca (primeira imagem). E Inca Roca foi o primeiro a ser denominado Sapa Inca, inca supremo (segunda imagem) – Imagem da Internet

Inca Yuapanki sucedendo seu pai Viracocha entre os anos de 1438 a 1493 d.C., não só conseguiu também vencer as tribos inimigas, como também reconstruir Cusco, fazendo-a capital e organizando um sistema governativo através de “funcionários”, que chefiavam cada uma das tribos conquistadas. Governo formado por cidadãos desses locais, mas que eram considerados equiparados aos cidadãos de dentro do império inca.

Por fim, Topa Inca filho de Inca Yapanki conquistou as tribos que habitavam já a floresta amazônica, venceu tribos rebeldes em Torno do Lago Titicaca e levou seu império para o sul até o Chile. Morreu em Cusco 1493 d.C.

Em 1532 Francisco Pizarro chegou àquela região com seu pequeno exército. Através de sua cavalaria e de seus canhões ele foi gradualmente conquistando a zona litorânea, acabando por se defrontar com todo o exército inca, que estava no meio de uma guerra civil. Esse conquistador conseguiu capturar Atahuallpa (o último imperador inca) e, dois anos depois tinha praticamente conquistado e destruído todo o Tahuantinsuyo – o império inca.

O espólio dos antigos incas que os conquistadores espanhóis levaram para Espanha era tanto, que alterou todo o sistema econômico europeu, deixando com essa espoliação uma civilização altamente desenvolvida em frangalhos. No auge de sua existência, o império inca foi a maior nação da Terra. Foi o maior estado nativo que já existiu no hemisfério ocidental.

A cultura inca era possuidora de significados, que de certa forma assemelhavam simbolicamente às culturas grega, tibetana, egípcia e a hindu. A administração política e o centro de forças armadas do império inca ficavam localizados em Cusco, que em quíchua significa “Umbigo do Mundo” – centro do mundo.

A estrutura social inca em sentido decrescente de poder e de importância era constituída pelo governante máximo sapa inca, sumo sacerdote, comandante-em-chefe do exército, comandantes de exércitos regionais, sacerdotes do templo, arquitetos, administradores e generais de exército. Nessa ordem decrescente continuavam os artesãos, músicos, capitães de exército e quipucamayoc (contabilistas).

E a educação no império inca era dividida em educação para as classes altas e educação para a população em geral. A família real e alguns indivíduos especialmente escolhidos das províncias eram formalmente educados pela Amawtakuna (classe especial de homens sábios), enquanto para a população em geral conhecimentos e habilidades eram originados de seus antepassados, transmitidos por familiares mais próximos.

O sol (deus Inti) sobre o vulcão Misti, em torno das 9:00 horas, dia 27/08/2018, Arequipa/Peru. Esse corpo celeste tinha significado divino para os antigos incas – Foto de Antônio Carlos Tanure

A cidade mais representativa da cultura inca até hoje é Machu Picchu, que significa “Velha Montanha” e que está ainda em parte conservada. Ela é também até hoje para muitos um centro cosmológico situado em lugar sagrado. Em suas ruinas contém informações ainda desconhecidas da ciência oficial.

Ali, através de suas construções estão informações ainda em grande parte com significado oculto, mas mesmo assim nessa “escrita” dá para perceber algumas informações, que são necessárias ao ser humano – à auto realização. Em cada um dos seus monólitos está representado um aspecto da natureza humana a ser trabalhada.


A cidade mais representativa da cultura inca é Machu Picchu, que significa “Velha Montanha”, considerada em lugar sagrado e centro cosmológico – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Em sua época os antigos incas constituíram uma das mais avançadas civilizações através de suas tribos principais Quéchuas, Aymará e Yunka, entre outras. Habitavam a região hoje ocupada pelo Equador, Peru, norte do Chile, oeste da Bolívia e noroeste da Argentina. Mais de dez milhões de pessoas constituíam essa unidade política, cultural e possuidora de espírito comunitário.

O Estado inca mantinha um sistema tributário que cobrava impostos para manter os velhos, doentes e para fornecer alimentos em épocas de má colheita. Ele tributava as pessoas e não a produção, possuindo um sofisticado esquema de controle, sabendo quanta mão-de-obra era preciso para construir algo e onde requisitá-la. Os impostos podiam ser pagos com a mão-de-obra.

Ele sabia das necessidades de alimento, roupas e armas para sustentar e armar os militares. E o segredo dessa contabilidade eram os quipos, pequeninos cordões aos quais eram amarrados uma multiplicidade de outros, com diferentes tipos de nós como sinais. Os quipucamayucs eram responsáveis por essa contabilidade.

Extraordinária ainda foi a capacidade dos antigos incas, de se manterem como uma civilização por 4000 quilômetros ao longo da Cordilheira dos Andes, empregando suas técnicas de construção para realizarem obras, que mesmo hoje seriam árduas tarefas de engenharia.

Milhares quilômetros de estradas ligavam a capital Cusco às quatro províncias ou aos quatro confins (como eram chamadas). Os antigos incas mostravam de certa forma superiores a tudo, o que existia na Europa naquela data.

Em Machu Picchu dominando o terraço mais alto, está a pedra de Intihuatana – palavra composta por dois significados. A junção da palavra quéchua que traduzida a grosso modo passa a ideia, de que essa pedra representava Inti – o deus solar e, huatana oriunda da palavra huata, passava a ideia de amarrar (o sol) mediante cordas.


Em Machu Picchu, em seu terraço mais alto está a pedra de Intihuatana – Foto de Antônio Carlos Tanure

Através de Intihuatana, é ainda hoje possível identificar as estações do ano, que os antigos incas necessitavam conhece-las, por estarem relacionadas a melhor e a pior época para o plantio e colheita, portanto escolhendo a melhor ocasião para plantar e colher.

Mas, a “função” dessa pedra seria só essa, ou teve outra? Teria só o literal significado de “amarrar o sol” expresso nessa frase?  Ou, existiria um outro sentido mais verdadeiro e oculto nela?

As vezes podemos nos deixar levar pela imaginação  e sermos “criativos”, para supormos “algo diferente” do que já está estabelecido. Mas, por outro lado não deixa de ser hilário, pensar essa cultura que alcançou um grau de desenvolvimento tal, que para ele ainda não tem explicação cientifica para alguns de seus achados arqueologicos mesmo em ruinas, supor realmente que ela achasse, o sol pudesse ser amarado em uma pedra.

Por tras da frase “amarrar o sol”, não estaria um outro significado para ela. Não teria um outro sentido, associado à uma gigantesca e propulsonara fonte de energia, agindo como um vórtice? E, como tal funcionando como um “portal” ou, “caminho” para seres de outros mundos e mesmo para outras dimensões? O “caminho solar” por onde transitaria Viracocha, sendo sempre acompanhado pelo seu comparanheiro insepavel Inti (nave)?


Em Machu Picchu a primeira fotografia é da pedra de Intihuatana e a segunda foto foi tirada também nesse local, no dia 02/09/2018, em torno das 12;00 horas, focalizando diretamente o sol, considerado pelos antgos incas uma divindade, o deus solar Inti – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Por toda Cusco e regiões proximas estão presentes informações visualizadas de vórtices, mesmo não tendo esse objetivo quem mais recentemente os fez. Mesmo não tendo ele clara e consciente intenção como formas de registros, associados ao sol com o sentido (conjunto) de portal/viracocha/divindade, como tinham os ancestrais dos atuais moradores (antigos incas).

Por toda Cusco e arredores mostra-se ainda que de maneira inconsciente nos atuais moradores (descendentes dos antigos incas), a presença da espiral associada ao seu sentido energético de vórtice e significado vibracional de “portal/passagem”, quando é vista delineada ou esculpida não só em sítios arqueológicos, como em passeios públicos, pátios de igrejas, ruas, jardins entre vários outros locais e recintos públicos e particulares, também enfeitando objetos artesanais e ainda identificando prédios, etc. – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Nas ruinas dos sitios arqueologicos pré inca e inca chamam atenção dos pesquisadores e dos visitantes as imensas construções e algumas outras intrigantes, quase todas realizadas segundo técnicas de engenharia e arquitetura ainda hoje não explicadas. A Intihuatana, por exemplo, está trabalhada com tal precisão da mesma forma que se corta um bolo. E, essa pedra é granito.


Pedra para rituais e sacrificios em alguns sitios arqueologicos incas, como a de Machu Picchu (primeira foto) e a de Q’enqo (segunda foto), onde nessa ultima principalmente eram ofercidos às divindades não só animais que eram mortos, mas provavelmente também imolados seres humanos em celebrações religiosas com sentido não só de agradecer ou pedir algo aos deuses, mas ainda estabelecer em significado “esoterico-energetico” através do bioplasma ligação com os mundos interiores ou realidades paralelas. Ligação entre esse plano fisico visivel e planos não fisicos e não visiveis, através de oferendas (humanas) que eram comuns em antigas culturas, mas são hoje intensamente inaceitáveis, abdomináveis e criminosas – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Paralelo ao sentido divino que os antigos incas devotavam ao sol, eles procuravam ter também “contato” com os demais corpos celestes observando o céu, para obterem importantes informações associadas às noções de geometria e de trigonometria e com elas construírem calendários e erguerem monumentos grandiosos, entre outras de suas realizações.


Em Machu Picchu espelhos d’agua utilizados pelos incas para verem e acompanharem indiretamente o deslocamente do sol (segunda foto) e para provavelmente poderem fazer seus calculos astronômicos – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Os pontos cardeais não são os mesmos identificados hoje pela bússola, já que esse instrumento mostra o Norte e o Sul magnético e não os geográficos. Os incas pareciam saber disso, conhecendo muito bem várias noções de astronomia e geometria. Informações que foram necessarias, inclusive, para a construção da própria cidade de Machu Picchu.

A torre de observação do céu em Machu Picchu posicionada mais no alto, muito provavelmente um “observatório astronomico” – Fotos de Antônio Carlos Tanure


Local em Machu Picchu de propagação da energia taquionica ou, da força ressonadora do pensamento, que com ela ali se potencializa como vibração sonora. Essa experiência foi realizada por cinco pessoas que ali estando, cada uma colocou ao mesmo tempo sua cabeça em um daqueles nichos retangulares, emitindo com esse objetivo por alguns instantes seus pensamentos (e suas emoções) – Foto de Antônio Carlos Tanure

Os antigos incas estabeleceram uma complexa rede de caminhos e um corpo permanente de mensageiros (tiasques) encarregados de transmitirem as notícias através do império. A sua agricultura atingiu notável desenvolvimento com plantações em “escadas” e platôs e neles utilizando artificialmente irrigação. Empregaram fartamente os metais, cobre, bronze, ouro, prata, o que despertou a cobiça dos conquistadores espanhóis.

Uma das culturas mais intrigantes até hoje, em todos os aspectos é sem dúvida a inca. Monumentos, templos e cidades misteriosas erguidas por esse povo, ainda constituem um dos mistérios mais fascinantes, à espera de uma explicação racional sobre essa civilização que, certamente, está muito longe de ser compreendida em sua plenitude.

Ao que tudo indica, o império inca foi totalmente construído em função de múltiplas e constantes observações astronômicas. No entanto, mesmo passados dezenas de anos de estudos e pesquisas das mais diversas áreas da ciência atual, muitas das construções e costumes incas ainda permanecem uma incógnita.

Talvez o maior mistério e a causa de muitas discussões no âmbito científico, para a construção desse gigantesco império foram as noções de geografia e geometria, que mesmo naquela época pareciam ser muito bem conhecidas dos antigos incas, através de registros arqueológicos constatados em Machu Picchu (descoberta no ano de 2.011 pelo explorador americano Hiram Bingham), Cusco, Ollantaytambo e no enigmático platô de Nazca.

O método para essas noções que permitiram os incas chegarem a determinados cálculos e determinadas posições, ele é até hoje desconhecido.


Com todos os seus 12 ângulos se encaixando perfeitamente com as outras pedras (primeira imagem), essa pedra maior representa a perfeição na técnica de construção inca, transformando-se em uma das atrações dessa cultura, em Cusco/Peru – Foto de Antônio Carlos Tanure


No sitio arqueológico de Sacsayhuaman, todas as suas estruturas formam parte do lugar onde estão edificadas. Assim em profunda e harmoniosa combinação com a paisagem em volta, elas constituem como altares colossais na natureza, inspirando para essa antiga cultura o sentido de o sagrado, Cusco/Peru – Fotos de Antônio Carlos Tanure.

Ainda gigantescas e pesadas pedras perfeitamente encaixadas umas nas outras no sitio arqueológico Sacsayhuaman, Cusco/Peru – Fotos de Antônio Carlos Tanure


O que hoje é o complexo arqueológico de Q’enqo são gigantescas pedras esculpidas, que não puderam ser destruídas pelos espanhóis conquistadores movidos por conceitos e preconceitos religiosos. Apesar dessa destruição o que pode ser ainda visto ali, é impressionante e colossal – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Mesmo diante do que restou da cobiça e da capacidade destruidora dos conquistadores espanhóis (comparável à destruição dos terremotos comuns naquela região), pode ainda perceber nas ruinas arqueológicas incas a grandiosidade dessa civilização, que foi antecedida por uma outra ainda mais antiga – a civilização pré inca e outras que provavelmente antecederam essa e que vão abrindo um campo de comparações e de estudos em busca de respostas. Para um “passado” que cada vez mais distante e que se “afunila” para uma civilização inicial? E com ela pode-se ainda chegar à origem do ser humano?


Hoje o que são ruinas do parque arqueológico de 0llantaytambo, em Cusco , foi um dos complexos arquitetônicos mais monumentais do antigo Império Incaico. Comumente chamado “Fortaleza” devido a seus descomunais muros, foi na realidade um tambo (hospedagem e cidade-alojamento), localizado 2.792 metros de altura e estrategicamente construído para também dominar e proteger o Vale Sagrado dos Incas. – Foto de Antônio Carlos Tanure

Quanto mais se volta no tempo, mais se percebe a provável presença de uma única civilização matriz, que dela talvez outras originaram milhares de anos após, no transcorrer de sucessivos ciclos civilizatórios.

Essas culturas trazem uma mesma “marca” quando vão sendo comparadas e obtendo-se muitas repostas surpreendentes através de conexões entre elas, como as que são registradas entre as antigas culturas inca e egípcia. Com informações colhidas em seus respectivos sítios arqueológicos.

Vale sagrado dos incas em uma extensão de 100 quilômetros, seus extremos são as cidades Pisac e Machu Picchu. Ele está em uma altura média de 2800 metros sobre o nível do mar, apresenta condições excepcionais, tais como um clima benéfico (18º C de temperatura média anual), rica flora e fauna, terra fértil e inumeráveis riachos – Foto de Antônio Carlos Tanure

Conexões culturais entre antigas civilizações como a dos antigos incas e a dos antigos egípcios.

Os antigos egípcios (África) e os pré-incas e incas (América do Sul) evoluíram em lados opostos da Terra, aparentemente não tendo contato, separados que estavam por oceanos e continentes. Mesmo assim essas culturas “misteriosamente” possuíram a mesma “inspiração” para apresentarem semelhanças através de suas artes, arquitetura, simbolismo, mitologia e religião, entre outras “coincidências”.

E, por causa desse “enigma” trazido à tona por essas duas culturas, muitas informações no campo cientifico-arqueológico são ignoradas e mesmo suprimidas por pesquisadores/estudiosos, incapazes de darem respostas para muitas de suas constatações até fisicamente visíveis.


Semelhanças entre as culturas inca e egípcia – Imagem da Internet

Às vezes é mais cômodo para a maioria dos pesquisadores, virarem as costas para semelhanças entre culturas mais antigas como a egípcia e a pré-inca, temerosos de fortalecerem suposições e mitos. Mas, se não possuíssem “essa covardia”, poderiam aceitar com mais tranquilidade, a possibilidade que essas duas culturas possivelmente “herdaram” informações e conhecimentos de uma civilização matriz, muitíssima mais antiga.

Abaixo algumas imagens entre muitas outras (da Internet), mostrando ““coincidências” entre as culturas egípcia e pré-inca/inca e inca.

01 – Pirâmides

02 – Múmias

03 – Mascaras funerais de ouro

04 – Alvenaria de pedra e precisão stonework (trabalho em pedra)

05 – Porta trapezoidal e artesanato mestre

06 – Crâneo alongado e divindades flutuantes.

07 – Simetria/equilíbrio (serpentes) e barco de junco

08 – Obeliscos e templos a prova de terremoto

09 – Símbolo da vida eterna (Ankh)

10 – Templos de três portas (Três Linhas da Vida)

11 – Símbolo (crucifixo) da antiga Religião Universal e caixões antropoide

12 – Arquiteturas megalíticas e símbolos fálicos

14 – Templos elaborados

15 – Espirais e círculo com ponto no centro

16 – Religião solar e simbolismo solar paralelo

17 – Imagem solar associada ao círculo (“olho”) na testa e símbolo do olho, que tudo vê

Essas duas antigas culturas como se pode constatar com informações arqueológicas, mumificaram e enterram seus mortos às vezes com oferendas de alimentos e pertences pessoais, com evidente propósito e a semelhante noção que possuíam, de que a vida continuava após a morte. E as vezes ainda, essas múmias eram conservadas com braços cruzados, simbolizando que esses mortos entraram no mundo dos mortos como tinham vivido em vida – ou, com equilíbrio emocional, não se inclinando para o lado direito e nem para o lado esquerdo.

Essas duas culturas construíram pirâmides, alinhando-as com os pontos cardeais e em suas construções buscavam a perfeição, mostrada através de suas esculturas e arquitetura.

Tanto os egípcios e os antigos incas colocavam máscaras de ouro em cima do rosto de seus mortos mais importantes, simbolizando a sua entrada de volta para a eternidade ou, para o “outro lado do véu” em seu regresso para o eterno – para o espiritual além do mundo temporal e físico.

Também o dourado dessas máscaras transmitia em seu sentido transformador/alquímico a ideia, enquanto esses líderes estavam aqui eram suas almas eternas, que os capacitavam em sua condição especial de liderança, através da energia também especial que irradiavam de seu campo biomagnetico/aura – ou, a energia dourada, espiritualizada e iluminada pela sabedoria necessária a um verdadeiro líder e que procuravam retratar através do brilho do ouro.

Essas duas culturas na busca da perfeição, em muitas de suas construções a mínima espessura de uma folha de papel mal podia caber entre gigantescas pedras. Assim agindo, pareciam buscar (também em outras suas atitudes) viver em constante inspiração e sintonia à Perfeição da Eterna Fonte. No Egito, a divindade máxima solar era Ra e no Peru essa divindade era Inti.

Tanto os antigos egípcios quanto os antigos incas procuravam estar em sintonia mental à frequência do “terceiro olho” ou, do despertar do “olho da mente” que lhes proporcionava tanto mais entendimento quanto mais percepção/intuição – e com eles a auto iluminação (“caminhando” com menos vacilo na Linha B/Neutra ou do Meio das Três Linhas da Vida).

Essas duas culturas tinha a noção que só “caminhando” nessa frequência mental irradiando sabedoria, harmonia e amor, poderiam também manifestar “sua luz solar” como “seu sol interior” – ou, seu Cristo Interior.


Fotografia do sol em um instante como um “Olho Cósmico”. É importante ressaltar que ao direcionar para esta foto um foco de luz e logo depois afastá-lo, a imagem deixa transparecer dois movimentos semelhantes ao da pupila humana, respectivamente midríase e miose, o que se faz pensar também sobre os maias, que diziam ser o Sol um ser vivo (deus – pássaro de fogo), chamando-o de “Kinich-Ahau. – Foto de Antônio Carlos Tanure

A foto acima com o “sol em zoom” foi tirada no Recanto de Havalon – Corguinho/MS/Brasil, no dia 07/03/2000, às 06h00min. E nela vê-se que no núcleo do Sol aparece outra coloração… Esses resultados são surpreendentes: “um Sol que se “transforma” em algo parecido com um olho, constituído por uma íris colorida e uma pupila com uma espécie de catarata no seu interior. O que seria essa forma estranha que aparece próxima ao centro do Sol? Um objeto com um formato irregular, comprido passou no centro do Sol no momento da foto? Muito estranho! ” – Árjuna Panzera, Professor de Física aposentado da UFMG. Mais informações na Página Fotos Analisadas, nesse Site (www.portal.pegasus.nom.br)

São muitas outras semelhanças entre essas duas antigas culturas, vistas em suas construções, petróglifos, gravuras, pinturas, mútuos conceitos/sentimentos espirituais e mundanos.

Com essas “coincidências” pode-se imaginar, que essas duas antigas culturas de uma mesma fonte de informação e de conhecimento, em um passado muito mais remoto, quando provavelmente a geografia da Terra era outra. Assim, rotular para muitas dessas constatações fisicamente visíveis apenas “coincidências”, é ridicularizar o próprio conceito de mito.

Outra percepção sobre as antigas culturas, através daqueles que já interagem conscientes com realidades paralelas – os dimensionais

Os dimensionais não só constatam fisicamente o que veem nessas ruinas muito antigas e o fotografam, mas também pelo que através delas conseguem ”ver” com sua percepção/“visão mental”, alcançando com ela outro tempo no passado, trazendo-o para o presente.

Os estudiosos e historiadores do campo arqueológico são fundamentalmente honestos, realizando tarefas extraordinariamente laboriosas ao desenterrar ruinas e artefatos de um passado antiguíssimo.

Mas, eles estão presos em um “paradigma particular”, que com ele aceitam o desenrolar da história humana como um processo evolutivo a partir do homem das cavernas, até alcançar a civilização tecnológica de hoje. Eles estão totalmente presos à essa “visão e ideia evolucionista” de como a história funciona, como ela é construída.

Portanto, é muito difícil esses pesquisadores aceitarem, que em um passado muito remoto existiu uma civilização muito mais avançada do que atual – espiritual, psicológica e tecnológica. Assim eles descartam qualquer explicação que não se encaixa à sua maneira de pensar, que deve ser a de um “estudioso sério com conhecimento acadêmico”, mesmo tendo às vezes em sua frente evidencias que vão de encontro com esse “seu saber acadêmico”.

E somando e reforçando a maneira de pensar desses pesquisadores e estudiosos, existe a imposição de outras pessoas. Geralmente eles conseguem o custeio de suas pesquisas quase sempre dispendiosas através de instituições acadêmicas, determinados meios de comunicação de massa e de uma elite corporativista constituída por ricas e poderosas famílias, que não aceitam eles “desvirtuem” a rígida mentalidade acadêmica relacionada a um só paradigma evolutivo traçado por Darwin. Nesse sentido, para continuarem a ser custeados, eles sofrem rígido controle e até poder de veto.


Ruinas arqueológicas em forma de círculo ainda sendo pesquisadas, provavelmente com mais de 12.000 anos, Göbekli Tepe Steinkreise, Turquia, (primeira imagem) e a conhecidíssima Stonehenge, Inglaterra (segunda imagem) – Imagens da Internet

Em vários sítios arqueológicos e em várias partes do mundo (mesmo antes do paleolítico) estão restos de construções circulares, provavelmente associados às espirais e, essas aos vórtices de energia.

Na verdade, muitas dessas construções foram bases para a colonização inicial da Terra, sendo que alguns delas hoje como ruinas de pedras, possuem alguns milhões de anos e muitas delas estão ainda soterradas. As mais antigas (de onde iniciou de fato a criação da raça humana) estão esperando para serem descobertas.

Essas bases que em outros tempos foram erguidas por toda a Terra (nos vórtices de energia de sua malha magnética), são hoje tidas pela arqueologia como ruínas de antigos templos. Mas, elas foram construídas para “medir” ou, “trabalhar o tempo” e, muitas delas foram posteriormente reconstruídas já com finalidade deturpada e, algumas dessas em forma de pirâmides – Mais informações no texto: Espiral – Vórtice de Energia, nesse Site (www.pegasus.portal.nom.br)

A real finalidade dessas bases foi deturpada muito posteriormente por povos após-diluvio, chamando-as de templos e, as tendo assim, as usavam misticamente ignorando sua verdadeira finalidade, já esquecidos que essas construções estavam sob centros magnéticos da Terra, embaixo de vórtices energéticos. Esqueceram o verdadeiro motivo dessas construções – ou, experiências de “tempo zero” para voltarem ou avançarem no tempo e ainda acessarem realidades paralelas.

Aquele que já é possuidor de uma nova programação mental – ou que já realmente despertou-se para essa nova era – o dimensional de fato já desperto, não pode mais ser apenas um mero repetidor de informações que comumente recebe de habituais fontes de comunicação. Ele deve antes pesquisa-las e não mais agir como um “pau mandado”, mas possuir iniciativa própria e, mais perspicaz e intuitivo caminhar com suas próprias pernas.

Aquele que realmente está em sintonia com esse novo tempo, já está distanciado daquele que por lerdeza mental e, ou falta de iniciativa não se dispõe descobrir verdadeiramente o novo – ou pior ainda, não procura se renovar e se redescobrir.

O ser humano deve buscar a auto iluminação, exteriorizando a luz viva de seu “viracocha interior” – Primeira foto da Internet e segunda foto (Museu Lítico de Pukará, Puno/Peru), de Antônio Carlos Tanure

A humanidade está no limiar de um novo renascer com novas revelações, estudos e pesquisas, entre eles a noção que o sol é mais do que uma estrela amarela de quinta grandeza.

O sol ao inverso de um buraco negro, funciona como um sistema conversor de energia entre diversas dimensões, ou seja, enquanto ele emite energia para a terceira dimensão, o buraco negro suga dela energia. O grande equívoco da ciência está na interpretação dos fenômenos e na sua explicação.

Em 12/08/2018 a NASA enviou uma sonda com finalidade de desvendar os mistérios do sol e coletar informações importantes sobre sua atividade, com objetivo de adquirir novos conhecimentos teóricos, como os de sua coroa (mais externa), que possuindo aproximadamente dois milhões de graus (Celsius), sua superfície (mais interna) está apenas em torno de 6.000 graus. É “algo” não natural, tendo em vista leis da física para um mundo também físico. Os cientistas querem saber o porquê.


A NASA enviou em direção ao sol a nave Parker Solar Probe (PSP), que será o primeiro objeto construído pelo ser humano a “tocar” o sol – aproximar-se da coroa solar ou de sua parte mais externa, composta de plasma com temperatura que chega a 2 milhões de graus Celsius. Quatro instrumentos que estão nessa sonda ajudarão os cientistas a desenvolver, o que será talvez uma outra ciência – Imagem da Internet

A Terra passa por um momento de transição, juntamente com a humanidade que inicia um novo ciclo evolutivo de descobertas (e de redescobertas). E nesse recomeço após 25.625 anos o ser humano procura resgatar o que perdeu desde de sua origem.

Resgatar “o caminho” para outros mundos e mesmo para outras dimensões – o “caminho solar” por onde transitava Viracocha  – e, que o ser humano (dimensional) quer  agora também  transitar já transmutado como um “deus solar” cocriador.

Ele já como um ser universal – um semideus, ao reconquistar suas habilidades mentais perdidas, mas que agora ele deve utiliza-las com sabedoria, empregando-as de acordo com Leis Universais e em estrita sintonia aos fundamentos da natureza.


A foto acima foi tirada no mês de fevereiro de 2001, no Recanto de Havalon, Corguinho/MS/Brasil, em um instante singular de interação de seu autor com a energia que irradiava do sol, quando “aparentemente” esse girava de maneira vertiginosa como um vórtice. Interessante observar, que na decomposição da luz solar (em um prisma) a faixa mais visível de luz é a cor vermelha junto à cor amarela mais largas, mais presentes e “mais compatibilizadas” à frequência da terceira dimensão.
Entretanto, na foto acima aconteceu o inverso, mostrando-se mais visíveis as faixas de cor azul e verde e, as faixas de cor vermelha e amarela entrelaçam-se, como “tivessem sido torcidas e giradas uma sobre a outra, para formar nesse entrelaçamento (por um vórtice) uma só cor amarronzada. Mais informações no texto: Mundo Mental, além do mundo físico visível, nesse Site (www.pegasus.portal.nom.br) – Foto de Antônio Carlos Tanure

A espiral é o “veiculo” que o vórtice de energia movimenta. A primeira é a forma e o segundo é a energia – e, os dois formam uma só vibração.

E a energia mental “impulsionada” pela emoção e “conduzida” pelo pensamento “se fazem” como espiral e “se abrem” como vórtice para o mundo em volta, para todo universo físico e para além dele, alcançando também outras dimensões.

A espiral como vórtice de energia está associada à vida e, encontrada desenhada ou esculpida em antigos sítios arqueológicos expressa também o entendimento do cosmos. A energia da vida em movimento (espiral/kundalini) retrata a jornada do ser humano, direcionada tanto para o que ele menciona passado, quanto para o que ele diz futuro.


O ser humano por trás de sua aparente densidade (corpo físico) é um vórtice divino de energia, constituído por inúmeros outros vórtices menores, que não só o ligam à realidade física, como também aos mundos paralelos e às outras dimensões. E a luz dourado-amarela irradiada desse campo de energia era de muita importância para os incas, caracterizando quem a irradiava, ser espiritualizado e possuidor de percepção extra-sensorial – Primeira imagem da Internet e segunda e terceira imagens de Antônio Carlos Tanure

A energia em espiral que circula dentro de cada ser humano, que lhe possibilita alcançar condições de auto iluminar e de se reencontrar (na frequência do mental sutil – quinta camada de seu campo biomagnetico). De começar a se perceber em sua divindade e exteriorizar a sua luz de semideus ou de seu viracocha interior.

Na antiga cultura inca o ser humano era no fundo considerado uma “divindade solar”. Em outras palavras ele era possuidor de essência/espirito – e esses como luz eram irradiados (emocionalmente) de sua alma.

Assim, o ser humano é uma sutil energia – “um sol divino e eterno que está voluntariamente encarnado em momento de “amnésia” do seu verdadeiro corpo (viracocha interior) ou de seu Eu de luz, que só ele pode conduzi-lo pelo caminho de volta “à casa”. Apenas ele pode  ajudá-lo a trilhar o “caminho solar”, após ter alcançado em sua vida humana o equilibiro de suas próprias energias densa/instinto e o sutil/luz – ou entre suas duas naturezas animal e divina.

Espirito (essência/luz) o objetivo, mente a construtora e matéria o resultado afunilam-se em espiral, movimentando-se em única direção e em único objetivo, só alcançáveis no eterno aqui-agora como luz viva de uma divindade cocriadora.

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