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Jogando a bola para a quarta dimensão

Jogando a bola para a quarta dimensão
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A Alquimia do Pensamento buscando respostas permite também através das idéias “o livre trânsito” entre o mundo real e às realidades paralelas, quando utiliza de informações oriundas do entendimento trazido pelos sentidos e da percepção associada ao intuitivo, que se completam.

A bola é utilizada neste texto como apelo, na tentativa de passar informações relacionadas a terceira e a quarta dimensões. Através dela o futebol é simbolicamente usado com o intuito de esclarecer, que a pessoa deve polarizar as suas emoções (na Linha B de suas Linhas da Vida), para que possa “se direcionar” à quarta dimensão, ao extrapolar a terceira dimensão para além do tempo linear.

Cada vez mais a mídia através de seus veículos de comunicação está dando ênfase em seus noticiários a prática do futebol – o esporte das multidões. Portanto, cita-o como a prática esportiva mais aceita mundialmente, mas já não o mostra apenas como prática envolvida por um estado emocional de disputa esportiva como “a alegria das massas”, porque quase sempre está mostrando também momentos de conflitos – e às vezes ainda momentos de verdadeira selvageria.

Homens e mulheres nas telas de televisão analisam com muita seriedade e mesmo com muita paixão esta prática esportiva dentro (e fora) do campo, quando atletas perseguem em disputa uma esfera, buscando através dela a realização de um ato físico – o de fazer com uma bola o gol.

O gol é buscado através desta bola/esfera e, paralelamente a esta busca as desavenças estão também dentro e fora do campo cada vez mais sendo mostradas pelos veículos de comunicação, quando as partes envolvidas neste esporte julgando-se prejudicadas por qualquer motivo, têm comportamentos insanos através de atitudes visivelmente desesperadas e ao mesmo tempo verdadeiramente rancorosas.

Para estas atitudes negativas os analistas esportivos estão sempre tentando explicá-las, procurando o porquê desta maneira de agir daqueles que participam deste evento esportivo como jogadores ou como torcedores.

Para os leitores, os ouvintes e os telespectadores – principalmente para estes últimos, já está ficando comum nas telas da televisão a tentativa de explicação por parte destes profissionais da mídia sobre esta excessiva agressividade de uns ou de muitos, quando tentam tirar as suas próprias conclusões se valendo de fatos/imagens do que ocorre nestas ocasiões no campo, nas arquibancadas e nas ruas. E neste caso, são quase sempre procuradas respostas, apenas em relação ao que pode ser entendido – ao que pode ser visto e (ou) escutado como fato real no mundo físico.

Mas, além desta explicação primeira ainda ligada à terceira dimensão – onde estão o atleta, o torcedor e a bola, deve-se procurar outra explicação mais abrangente não mais ligada apenas ao plano físico. Deve-se também procurá-la além do mundo real dos campos de futebol, como um sentimento mais profundo daquele que joga ou torce.

Muitos podem dizer que a violência já virou a “marca” da humanidade e que ela está presente também em outros esportes pela falta de educação daqueles que deles participam.

O futebol que é praticado em uma área demarcada – “em um campo menor”, ele está aqui como um exemplo típico, do que já está acontecendo também “em um campo bastante maior”, que nele toda a humanidade joga – “jogando o jogo da vida”. O que está acontecendo no campo de futebol e a partir dele é o que já está acontecendo também em todo o planeta.

O antes, o durante e o após o jogo de futebol que aqui são focalizados, eles não são muito direcionados àqueles momentos de “alegria explosiva”, são direcionados mais àqueles com os sentimentos de raiva incontida e de violência pela sensação de perda pelos gols não feitos.

Eles são direcionados ao jogador (atleta) e ao torcedor que se deixam conduzir de maneira excessiva, procurando no campo físico-emocional – na terceira dimensão, com “os vazios” movimentos de uma bola, o que deve ser perseguido de fato de forma mais consistente e mais definitiva em outra esfera de realidade.

O sentimento de “perda de oportunidade” – dos gols não feitos, é quase certo possui outro motivo mais verdadeiro, que deve ser buscado não mais no mundo físico e dos sentidos e que os seres humanos de um modo geral também o vivenciam, quando fragilizados por uma apreensão não definida muitos deles procuram ainda pelo consumo cada vez mais presente de todo o tipo de drogas, se ausentarem de sua responsabilidade para com este momento especial em que vivenciam.

Os seres humanos estão vivenciando um momento semelhante àquele de muitos animais, que aparentemente sem motivo ficam assustados, inquietos e mesmo violentos, quando guiados pelo instinto antevêem acontecimentos cataclísmicos como terremotos e maremotos.

A humanidade vive no aqui agora o seu momento de transformação paralelamente ao final de um ciclo natural da Terra. É um momento decisivo e definitivo em seu processo evolutivo, por já vivenciar o seu ultimo estágio de aprendizado de cinco mil anos cento e vinte e cinco dias dentro de um ciclo maior de vinte e cinco mil anos seiscentos e vinte e cinco dias.

É o momento para ela do tudo ou do nada. De sua grande parte alcançar ou não a freqüência da quarta dimensão, para poder acender depois as demais.

É o momento decisivo para que a humanidade aprenda sair do mundo competitivo em que vive, onde prevalece a lei do mais forte e do mais capaz – “do melhor”.

Será a finalidade do ser humano apenas aquela de se deixar prender à vida (menor) do “ego” no mundo exterior cada vez mais associado às tecnologias e não àquela da Vida (Maior) – de sua Essência, associada ao seu mundo interior como “Partícula” de Deus e que o faz realmente como Co-criador?

Se ele desde a sua origem não tivesse desarmonizado com o Universo – não tivesse perdido a sua sintonia com as Leis Universais, ainda estaria no “Paraíso”. Estaria mais próximo do Verdadeiro Conhecimento, sem a necessidade de viver agora a tentativa de repor o que perdeu, entretanto em uma “corrida louca e vazia” buscando também as metas e o sucesso, preso em um mundo onde experiencia o que chama de real.

Neste ultimo estágio deste atual ciclo, que cada ser humano nele já está vivenciado o seu final como “o tempo de transição”, o que realmente ele procura trabalhando ou divertindo, é alcançar a freqüência da quarta dimensão, que não é emocional e onde o tempo linear da terceira dimensão se desfaz e se faz dobrando como se fosse um círculo (“esfera”), colocando o futuro e o passado no presente ou no aqui agora em uma freqüência mental compatível a de um Co-criador.

O que cada ser humano está de fato buscando de maneira inconsciente e desesperada (sendo jogador, torcedor ou não), é se compatibilizar para a freqüência mental desta “outra esfera”, que é “jogada” apenas na realidade da quarta dimensão e que não é mais pautada por alternâncias emocionais.

Como o ser humano está no momento vivenciando no plano físico “o jogo das emoções” ele acaba perdido em si mesmo e, sujeito aos confrontos mais constantes, se deixa quase sempre conduzir por muitas formas de violência. Ele ainda não aprendeu “jogar no campo mental”, polarizando as suas emoções (através de seus pensamentos) na Linha B, de suas Linhas da Vida – mais informações na Página Interações XXI, neste Site.

Ele ainda não percebe o que procura, perseguindo fisicamente uma esfera/bola quando a disputa com emoção, é em seu âmago aprender a fazer este “outro tipo de gol”, que só existe em outro plano de realidade, onde o “jogo” da disputa, da sensação de perda e da violência não mais existe e onde tudo se realiza apenas mentalmente.

Aquele que já “joga no campo” da quarta dimensão, a sua linguagem e procedimento são outros. Em outra freqüência mental ele não está mais sujeito a todos os tipos de conflitos e de disputas. Já sabendo “jogar” nesta “outra esfera” não física mesmo estando ainda na terceira dimensão, ele percebe de maneira mais clara o sentido do “Todo”, que Nele todos estão inseridos sem mais a sensação de perda e do vazio.

Ele já vivencia mais de perto com Sabedoria o verdadeiro sentido da “Somação” na Freqüência mais presente do Amor Universal – das Energias Taquiônica e da Sublimação (Espiral), possibilitando-o como ser humano à sua passagem à quarta dimensão, que não é feita por um passe de mágica, mais com os acréscimos positivos oriundos de seus pensamentos e de suas ações em seu dia a dia.

“Todos por um e um por todos”. Muitos conhecem este enunciado (atletas ou não), mas são poucos que alcançam o seu verdadeiro sentido e o põem em prática. Aqueles que já o alcançaram, mesmo quando experienciam no mundo do dual o antagonismo, literalmente disputando uma bola com o ataque e a defesa próprios deste esporte, eles já não mais se direcionam para disputas físico-violentas como fazem aqueles que mais presos à terceira dimensão, impulsionam-se aos desequilíbrios emocionais.

Consciência e razão são necessários para qualquer situação e instante no dia a dia do ser humano. São duas palavras fáceis de pronunciar, mas que trazem em seu bojo um sentido difícil de ser praticado no mundo real e do dual – no plano de existência do “ego”.

Como já mencionamos em outra ocasião, ao disputar um corpo esférico para levá-lo ao gol adversário, dois grupos de indivíduos como que hipnotizados duelam pela bola, gerando intensa energia emocional dentro de um pequeno espaço definido (campo) e dele para mais indivíduos em um espaço imediatamente maior (estádio/arquibancadas) e, ainda dentro deste comportamento emocional, crescente e ressoante para muito mais outros indivíduos em espaços ainda mais distantes e cada vez mais amplos (telespectadores/ouvintes).

Entretanto, se em qualquer momento nesta cadeia de emoções o individuo que joga ou torce não souber reciclar e direcionar esta intensa “carga de energia” (Kundalini), que vai recebendo e irradiando, ele vai cada vez mais agindo desequilibradamente, quando então começa a agredir de maneira irracional o seu oponente primeiro com palavras e podendo depois, feri-lo ou mesmo matá-lo.

O ser humano deve aprender a lapidar a sua Energia da Vida – a Energia de Kundalini que está presente tanto nele como um animal racional quanto em qualquer outro animal irracional, mas que só ele como ser consciente pode transformá-la por sua Vontade em Energia Vibracional e direcioná-la de seu frontal para se sublimar e alcançar a quarta dimensão, convertendo-se comparativamente de um diamante ainda bruto para um brilhante com o seu brilho próprio.

A Terra já começou compatibilizar com a freqüência da quarta dimensão, que nela tudo se mostra de forma mais translúcida, dinâmica, vibrátil (acelerada) e automática – e, esta freqüência está cada vez mais nítida (ou deveria estar) na consciência humana. O ser humano já percebe, por exemplo, que com “o mesmo tempo” que gastava anteriormente para realizar uma determinada tarefa, ele já não consegue realizá-la atualmente.

O que está muitas vezes sendo constatado através do futebol é também um exemplo diário, de como a aceleração “do tempo da Terra” associado à Freqüência Schumann está afetando o comportamento daqueles, que não estão com a sua mente acelerada na “Freqüência Dimensional”.

O ser humano está mais do que nunca sendo testado para que possa “se situar” em sintonia com o início do Ciclo de Aquário – para outra Freqüência Mental, quando de maneira mais incisiva está sendo testado em sua habilidade ou inabilidade de lidar um com o outro.

É o momento para que ele se realize e crie de fato sem julgamento, já ciente da sabedoria do desapego e da não imposição como sentimentos necessários ao equilíbrio emocional. Ele deve trazer para o mundo exterior ou fisico, o que o seu mundo interior já conhece, apesar de não possuir todas as respostas. Ele não deve distanciar de si mesmo – do que ele é realmente em essência.

No “jogo da vida” a mente como “instrumento humano” pode ser considerado metaforicamente a bola, que deve ser jogada sempre para frente, buscando-se o gol como se busca a plenitude de consciência e não a travando com situações que mereçam o pênalti. Mas, neste jogo ele precisa entender a polaridade da dualidade, para que não torne vitima dela.

O ser humano é “emocionalmente” consciente tanto para as coisas que ele traduz como “sérias”, como naquelas que com elas se diverte. Ele nos aspectos que diz ser “bons ou ruins” do seu aprendizado na terceira dimensão está sempre gerando (por opção) energia emocional dentro do principio de causa e efeito.

A emoção é o segundo pensamento, criando dúvida/confusão – é “cria” da dualidade. E o “ego” está sempre dela utilizando, pronto para as disputas.

O “ego” é negativamente mestre na arte de não mudar e de criar bloqueios e conflitos.

A intuição é o primeiro pensamento, se expressando como sentimento mais profundo e informando de forma instantânea sem mais duvidas, como a mente deve funcionar para uma mudança de estado de consciência e de vibração – e, de dimensão.

Ao se sublimar vivencia-se um estado de reciclagem, quando são transformadas todas as formas de energia (emocionais/sexual – Energia da Kundalini) para a forma Vibracional Ativa como Energia Taquiônica, que direcionada para outros níveis mentais alcança as janelas multivibracionais relacionadas aos mundos paralelos – inicialmente, alcançando a quarta dimensão, para depois ascender sucessivamente as demais dimensões.

Aquele que no mundo real está em constante alternância emocional, ora gritando e sapateando de alegria para comemorar um gol feito e ora esbravejando ou chutando “o adversário” por um gol perdido ou “roubado”, ele ainda não está se preparando de fato para alcançar esta outra freqüência de existência, que com regras próprias o “jogo” é outro. É um “jogo” com regras mais amplas ditadas por Leis Universais e não mais por leis restritas ao mundo de ação e de reação, que com elas o ser humano fica na terceira dimensão emocionalmente aprisionado ao “ego”.

Aquele que está em constante busca no Projeto Portal, ele procura vivenciar o seu “entrelaçamento” com a quarta dimensão, que vibra em uma maior freqüência “englobando” a terceira dimensão, que em freqüência menor contem menos informações.

Para ele o campo de suas observações já não é tanto mais aquele voltado para o comportamental dos campos de futebol com “explosões emocionais”, apesar de já entendê-las em seu sentido mais verdadeiro. A sua atenção se volta agora para outros campos, àqueles associados às pesquisas das realidades paralelas onde os conflitos não estão mais presentes e a “Vibração de Alegria” na neutralidade do estado de graça não tem mais o sentido emocional-humano, que sempre toma partido, quando “se explode de alegria”.

Lagoa Santa/MG-BR, 22 de junho de 2010.

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 Texto de Antônio Carlos Tanure

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