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Joio e o Trigo

Joio e o Trigo
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A “sombra” gera o vazio naqueles que não são capazes de se interiorizarem, que não são capazes de sintonizarem com a sua Essência. Eles são inconsistentes e por não irradiarem Luz por onde passam, são ficções expressando a ilusão do mundo da forma.

A Luz por irradiar Verdade, é Linguagem Divina. É a Linguagem do Eu Sou, na medida em que Todos os outros também “São”.

A “sombra” é deletéria. Ela não aglutina e por não ser consistente nela mesma, ao se espalhar, ela só se expressa corroendo, minando e destruindo tudo e todos que estão à sua volta.

A Luz por vibrar verdades, é consistente nela mesma, é aglutinadora. Ela agrega todos que com Ela estão em sintonia.

A “sombra” por não se expressar Luz e, portanto, para se manifestar como filha da dualidade, precisa duelar e ela duela emocionalmente, com as armas do ódio, da inveja, do orgulho, do egoísmo, da maledicência, entre outras.

A Luz com a Sua presença amorosa e iluminando pela Vontade Divina, se expressa pela verdade do Amor Uno.

A “sombra” por não ser consistente e por isso, não se expressar em Amor e Verdade, é uma ilusão. E por ser uma ilusão, o personagem que a incorpora não tem, portanto, a consciência que também é uma ilusão.

A Luz por irradiar Verdade, faz com que, os que estão em sintonia com Ela, vistam o manto dos anjos, vistam o manto irradiador do Amor e da Paz.

A “sombra” é prisão. É densa.

A Luz é libertação. É sutil.

A “sombra” expressa o ego.

A Luz expressa e vibra na Essência.

A “sombra” desagrega, é desamor, é joio.

A Luz agrega, é Amor, é trigo.

Lagoa Santa/MG-BR, l3 de setembro de 2001.

 

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Outros Textos

 

Interação é a ação exercida mutuamente entre duas ou mais coisas ou entre duas ou mais pessoas, sempre em sentido recíproco, escreve o dicionário Aurélio.

Em se tratando do indivíduo, podemos acrescentar nesta definição e dentro deste mesmo sentido que a interação é um processo em que a consciência se lhe manifesta em um outro nível de percepção, influenciando o seu cotidiano.

É exercitando através da Luz/informação que conseguiremos alcançar outros níveis de consciência.

Nestes momentos especiais, quando através da nossa sensibilidade intuitiva consciente conseguimos decodificar as informações emanadas dos Planos Superiores, estamos em sintonia com a Luz que alimenta estes novos níveis de percepção.

A freqüência em que vibra e expressa o nosso corpo físico, não é a mesma freqüência em que vibra e expressa o nosso corpo mental, um veículo vibracional muito mais sutil.

Quanto mais nos sutilizarmos, mais nós aproximaremos da nossa Verdade, mais aproximaremos do que chamamos do nosso Eu Superior.

Viver o Amor Uno, um Amor Transcendente, nos permite afastar da dualidade, da dissociação, do emocional e, portanto, da terceira dimensão.

Todas estas informações que estamos aprendendo a decodificar e a vivenciar não foram fornecidas por uma outra individualidade, por uma outra consciência, através dos processos chamados de canalização ou de psicografia.

O ser dimensional se mostrará cada vez mais à medida que ele ao se exercitar intuitivamente, for se iluminando com novos níveis de percepção.

Os textos a seguir foram apenas intuitivamente inspirados.

Belo Horizonte, 26 de junho de 2002.
Antônio Carlos Tanure.

 

  Deus/Amor

Deus, em Sua expressão de Amor, tudo constrói por Sua Vontade e Sabedoria Infinitas. O passado, o presente e o futuro são o AGORA, no Seu Ato Criador. Na Sua Onisciência, Onipotência e Onipresença o tempo e o espaço não existem. Ele tudo transcende. Ele É.

Nós, seres humanos, como parte desta Sua obra de Amor, dentro do universo de Sua criação infinita, somos dotados de corpo e mente/espírito, simbiose perfeita, expressão de Sua Sabedoria que nos capacita experimentar e que nos mostra todas as manifestações que Dele podemos sentir e perceber.

O Amor Divino se faz presente em nós, através de nossas experiências sucessivas de aprendizado, que nos transforma e que nos faz perceber que somos extensões da Divindade, quando vivenciamos o Amor do Cristo , Luz de Sua Vontade enviada à humanidade há dois mil anos atrás.

Ao bebermos na Fonte Sublime da Essência Crística, uma Referência Maior de Luz para Onde Tudo Converge, possamos todos nós, filhos de Deus, hoje chamados de humanidade, em qualquer tempo e espaço, transcendermos e iluminarmos pelas Verdades Cósmicas da Harmonia, da Justiça, da Sabedoria e do Amor de Onde Tudo Emana e É Criado.

Lagoa Santa/MG-BR, 07 de setembro de 1999.

 

  Convivência

Quando nos reunimos, estamos exercitando uns com os outros o aprendizado da convivência.

Apesar de nossas individualidades, com personalidades diferentes que caracterizam o grau de evolução de cada um e, portanto, com as limitações que daí advém, possamos assim mesmo no convívio destes momentos, no Amor de Cristo, viver a Harmonia de uma verdadeira família.

Como nada e ninguém são isolados no universo, porque tudo e todos são extensões da mesma Vontade Divina, o nosso crescimento mental/espiritual não pode ser conseguido isoladamente.

Nós só nos iluminamos quando nos descobrirmos em nossos semelhantes, pela comunhão de nossas experiências, no exercício do Amor, aprendizes que somos uns dos outros e filhos da mesma Vontade Divina, Fonte de Toda Sabedoria.

Nesta dimensão energeticamente densa que o Poder Divino nos concedeu como atual moradia para a nossa vivência e a nossa experiência, compatíveis com os nossos estágios de consciência no que conhecemos e percebemos como verdade, nós só voltaremos mais rapidamente à Luz, se pelos ensinamentos de Cristo, vivermos verdadeiramente como irmãos, exercitando a humildade com paciência, na caridade mútua da compreensão e da doação.

Lagoa Santa/MG-BR, 24 de setembro de 1999.

 

  Caridade

A humildade é um dos mais preciosos sentimentos do aprendizado humano, é o escudo protetor contra o magnetismo denso da terceira dimensão. Ela é a condição básica para que o ser humano possa ter a sinalização segura que o orienta e que o sintoniza com outras dimensões.

Somando-se à humildade e à simplicidade, a caridade é um outro sentimento humano ainda mais iluminado, que deve ser aprendido e exercido pelo homem ao longo da sua trajetória terrena, para que ele ampliando a sua percepção, possa ascender às outras dimensões.

A caridade, entretanto, que aqui é mencionada, não é de manifestação exterior, não fica apenas na luz da percepção de fatos. Ela extrapola atitudes e locais apesar dela ser aparentemente exercida na matéria. Ela é de natureza intrínseca e divina, pois ela é Luz agindo no processo do Retorno, no Despertar pela percepção da Verdade, que já está codificada na Essência de todos e que vibra pela Força Aglutinadora do Amor Uno, que tudo e a todos ilumina.

A CARIDADE É AMOR. Amor da Vontade Divina que Se manifesta pela nossa volta à Luz, que Dela emana e de onde viemos.

Lagoa Santa/MG-BR, 13 de novembro de 1999.

 

  Caminhando

Não tentemos raciocinar e intelectualizar o que percebemos das vibrações que emanam da Luz, da Fonte Divina. Devemos percebê-La intuitivamente, o que só os mais simples e humildes dos valores do mundo, são capazes de fazer.

Para que nos aproximemos cada vez mais do Criador, exercitemos o auto-conhecimento vivenciando o Amor Uno, para que possamos inserir na Luz Maior, onde estão as respostas de todas as nossas indagações planetárias, geradas pela nossa ignorância existencial na tridimensionalidade.

É pelo aprendizado em nossas existências sucessivas, que vamos adquirindo a auto-iluminação. Portanto, é esta bagagem de experiências acumuladas e aprendidas no passado, que nos norteia no presente, para que despertemos e percebamos cada vez mais a verdade da nossa Transcendência Divina.

Assumamos a nossa impessoalidade cósmica, absorvendo cada vez mais a Luz que Tudo Ilumina e Esclarece, que para isto, nos foi dado o mecanismo sutil da intuição, que nos ajuda a desvendar a verdade encoberta pelo aparente.

É da Lei que, na sintonia, quem recebe deve estar em harmonia com quem transmite, para que esta simbiose divina resulte em uma comunicação na qual a Luz possa se manifestar, dentro dos desígnios do Criador.

Todos nós, filhos de Deus na experiência humana, se nos percebêssemos de fato como extensões de Sua Verdade, já estaríamos participando da grande família universal e não digladiando pobremente uns com os outros na arena da vida.

Lagoa Santa/MG-BR, 18 de novembro de 1999.

 

  Dualidade/Emoção

O ser humano, através do seu invólucro físico, exercita o seu aprendizado na terceira dimensão, pela sua interação com uma “energia compactada” chamada de matéria, que compõe todo seu universo físico, constituída a partir de estruturas energéticas (átomos), que se aglutinam ou se repelem conforme a polaridade de suas camadas externas.

É, portanto, no universo deste campo vibracional denso, em constante transformação, que o homem vivencia, experimenta e incessantemente aprende, despertando-se para outros níveis de consciência.

O ser humano nesta sua vivência e experimentação na matéria, de acordo com o que foi programado pela Vontade Maior, capacitou-se então, pela sua interação com a mesma, experimentar a emoção, característica tridimensional resultante do aspecto da bipolaridade deste seu universo físico de aprendizado.

Assim, é vivenciando a dualidade em suas experiências na terceira dimensão, que o ser humano gera as suas emoções, que o conduzem na sua maneira de ser e de agir, incorporando-lhe a ilusão do “ego”.

Para que o ser humano possa-se desligar do campo vibracional denso da matéria e, portanto, da freqüência (emocional) que ele gera, ele deve aprender a exercitar a “Neutralidade”, transitando pelo chamado Caminho do Meio, porque é exercitando no equilíbrio e na harmonia que ele começará a perceber a transcendência do que é chamado de Paz.

É certo então, que o ser humano prisioneiro deste campo densamente limitado e em constante mutação e por isto instável, em um determinado momento de auto-iluminação, pela sua necessidade de se libertar deste magnetismo que o desequilibra, começa então com um outro nível de consciência, a sintonizar e a interagir com outros Planos de Realidade.

Com exceção Daquilo que Tudo Transcende, portanto, que não se define, tudo mais é Vibração em Luz. Assim, quanto mais a presença da Luz, mais a percepção da Verdade, mais a presença Aglutinadora do Amor Uno e mais consistente é a Harmonia, o instrumento gerador da Paz.

A Criação, com a Sua Diástole e Sístole Divinas, é Luz em Vibração, onde está sempre codificada a Sua Vontade, num Pulsar Infinito.

Lagoa Santa/MG-BR, 28 de novembro de 1999.

 

  Transcendência

No exercício do nosso livre arbítrio, estamos vivendo momentos de iluminação. Quando aprendermos a nos harmonizar e a nos conscientizar do nosso verdadeiro significado como Expressão Divina, começamos também a nos interagir com os vários Planos da Manifestação, transpondo limites até então intransponíveis e obtendo informações que até então não imaginávamos.

A verdade aglutinadora do Amor Uno só começa realmente ser vivida, quando sintonizada com a verdade da humildade, que não permite vivenciarmos o orgulho e o egoísmo, para que possamos exercitar a Caridade Maior.

Jesus Cristo foi o Grande Farol, que com a Sua Luz iluminou a experiência humana com o seu exemplo na Verdadeira Caridade, ao irradiar o Seu Amor para todos indistintamente.

Dentro das leis de Deus para a terceira dimensão, a caridade é o combustível que necessitamos para acendermos a chama da nossa “Fogueira Interior”.

A Verdadeira Caridade ou a Caridade Maior é, portanto, antes de tudo, a Caridade que exercitamos conosco, porque ao vivenciá-La com a nossa auto-correção, que se faz através do “Fogo Interior” que auto-reflete e auto-corrige, conseguiremos abrir a porta das nossas percepções, a porta que refrata a Luz Branca do Cristo Universal, por aonde chega a Chama Sagrada que nos inspira e nos ilumina.

Transcendência ou transcender é, portanto, ascendermos à presença do EU SOU O QUE EU SOU. É irradiarmos a LUZ do EU SOU O QUE EU SOU.

Lagoa Santa/MG-BR, 10 de junho de 2000.

 

  Perdão

A dimensão na qual vivemos é caracterizada pela dualidade, ou seja, para que a nossa experiência na terceira dimensão seja percebida e medida, temos que nos valer sempre de dois parâmetros que nos limitam, que nos norteiam e que dão consistência às nossas experiências que vivenciamos uns com os outros e com o universo físico que nos cerca.

Uma das mais marcantes destas nossas experiências tridimensionais é a que chamamos de perdão, que na dualidade se expressa no “eu perdôo” e no “eu peço perdão”.

No primeiro caso, quando estamos aprendendo a exercitar o “eu perdôo”, estamos experimentando na terceira dimensão o que chamamos de iluminação pela sabedoria, através da compreensão e da paciência, porque sabemos que aqueles pensamentos e atitudes que nos foram direcionados em “n” aspectos de desarmonia foram gerados por uma expressão tridimensional conhecida como “ego”, uma expressão da dualidade que não é consistente e por isto mesmo, não é transcendente, não é verdadeira.

No segundo caso, quando exercitamos o “eu peço perdão”, estamos também aprendendo a nos iluminar com a sabedoria necessária para o momento, por percebermos que o nosso pedido de desculpas foi motivado por uma nossa atitude emocional e de desarmonia, que não deve ser mais gerada, por causa dos mecanismos da Justiça Divina para a nossa dimensão de ação e reação e de causa e efeito.

Portanto, como podemos perceber, em qualquer uma destas duas situações, é a desarmonia que cria a situação que chamamos de perdão.

Então, ao nos expressarmos harmonicamente, pela compreensão, pela tolerância, pela paciência, pela humildade e pela caridade conosco ou com outros, teremos sempre no perdão o instrumento necessário para a nossa transformação interior.

Finalmente, é exercitando no Amor Uno que alcançaremos a Verdade Transcendental da Paz, aonde o perdão por não ser necessário, não precisa ser exercitado.

Lagoa Santa/MG-BR, 15 de agosto de 2000.

 

  Despertando

Entre sucessivos amanhecer e sucessivos anoitecer, o ser humano, na sua caminhada do despertar, vai se iluminando e ao transcender o aparente que o limita, inicia-se, assim, sua caminhada em direção a planos mais sutis de percepção.

A interação com os Planos Superiores da Criação se faz pelo despir da dualidade, característica tridimensional do aprendizado humano.

Para que sejam percebidas as verdades que transcendem, o ser humano deve aprender a se vestir com o manto luminoso da Paz.

A Paz é forjada na Usina Divina do Amor, do Amor Uno aonde os limites não existem, diluídos que estão pela verdade que Dele irradia.

O momento é do despertar.

Pelo Amor, o homem pode acordar de sua longa noite de escuridão, da ignorância que o embrutece e que o aprisiona na terceira dimensão.

Na Luz do novo amanhecer, que ele se ilumine na Paz.

Lagoa Santa/MG-BR, 23 de agosto de 2000.

 

  Reflexão

Reflitamo-nos, como será daqui para frente o nosso procedimento em relação a uma nova tomada de consciência, ao buscarmos individualmente ou coletivamente a nossa evolução mental/”espiritual”.

Se buscarmos na emoção inconsistente sintonizarmos apenas com a manifestação dos fenômenos eletromagnéticos, não sintonizaremos com as Energias Sutis e Conscientes, que plasmam na terceira dimensão os estados de interação.

Portanto, não nos deslumbremos com os efeitos, interajamos com a Causa que os irradia.

Deveríamos juntamente com o aprendizado teórico e prático para manipulação da energia mental/vibracional exercitar na Freqüência do Amor Uno, que nos permite perceber que somos Referenciais Divinos uns dos outros e que não devemos projetar em nossos semelhantes o vazio da nossa escuridão interior. Nós só alcançaremos mentalmente os nossos objetivos, se antes passarmos pelo filtro luminoso deste Amor.

Sabiamente alguém já disse: “tudo que nós vemos em nossos semelhantes e que nos incomoda, está dentro de nós”. Portanto, exercitemos conosco e com os outros a verdade deste Amor, porque sem Ele não construiremos, só destruiremos.

Por causa da dualidade que caracterizam as nossas experiências na terceira dimensão, às vezes no caminho da nossa iluminação deparamos com momentos gerados pela “escuridão”, que tentam bloquear a Luz que nos guia para o nosso despertar. Nestas situações devemos aprender a não sintonizarmos e a não interagirmos com este tipo de freqüência, vibrando harmonicamente com as verdades que já alcançamos, provenientes do nosso novo estado de consciência.

Finalmente, para que possamos transpor a barreira que nos separa da quarta dimensão, devemos primeiro atravessar o nosso Portal Interior, mas para isto, devemos deixar fora Dele o orgulho e o egoísmo que são gerados pela ignorância (medo) da nossa Verdade Divina. Devemos transpô-Lo irradiando harmonia, que reflete a nossa alegria interior e permite que tenhamos acesso aos portais energéticos e aos contactos que almejamos.

Estas observações são algumas, entre outras, que nos capacitam sintonizar com as Dimensões mais Sutis ou de mais Luz.

Lagoa Santa/MG-BR, 03 de dezembro de 2000.

 

  O Regresso

Neste momento do “Se Conhecer”, quando o ser humano “começa acordar” para a sua Realidade Co-criadora e com ela podendo também atravessar portais dimensionais, sintonizar com outras dimensões, interagir com seres energéticos, dimensionais ou planetários nas suas expressões de luz, nos seus veículos plasmados ou físicos, deve ele também, se perceber cada vez mais como “Nave Divina” que É e “Se Iluminar” com o “Combustível Divino” do Cristo Universal, para a sua longa jornada de regresso ao local de onde surgiu, o centro da imensidão do seu Universo Interior.

Lagoa Santa/MG-BR, 03 de Fevereiro de 2001.

  Luz/informação

Ao corporificarmos o medo, esquecemos que somos Essência, Verdade expressa em Amor e Luz.

Tornamo-nos vibracionalmente pequenos e ao nos identificarmos com a sombra da ignorância, que se expressa no desamor, ficamos prisioneiros das energias densas do orgulho, do egoísmo, da vaidade e da inveja, entre outras.

Deixamo-nos, então, de sintonizarmos com a sutileza da Luz, com a qual nos expressamos.

Passamo-nos a nos prender, cada vez mais, pelas algemas daquilo que não somos.

Nós somos Expressões de Luz, que iluminam e que constroem.

Expressamos pela Verdade que vibra na Luz do Amor Uno e não pela desarmonia de emoções que nos aprisionam.

Urge que façamos, construamos e iluminemos.

Urge que nos despertemos.

O nosso trabalho é coletivo.

Todos nós formamos um só corpo de ação, na Vontade Codificada da Luz.

Somos necessários no trabalho da reconstrução. Somos obreiros da Luz em qualquer parte do universo.

A nossa Mãe, o Útero Cósmico que nos abriga e que chamamos de Terra está preparando para ficar mais bonita, está preparando para ficar energeticamente mais sutil.

Ela está começando a interagir na quarta dimensão.

Este é, portanto, o momento de transcendência da Mãe Terra, como deveria ser também o momento de todos nós, seus filhos.

Já despertos, deveríamos já ter percebido disto há muito tempo.

Entretanto, continuamos dormindo, alienados desta nova realidade, que envolve Mãe e filhos.

Nós, seres dimensionais que temporariamente fomos adotados pela Terra, devemos inicialmente nos despertar, nos conscientizarmos desta nova realidade da Terra, para depois então, despertarmos o restante da humanidade.

Entretanto, tenhamos em mente que a “sombra” é proporcional à Luz.

Não deixar que a “sombra” nos envolva, é o nosso grande desafio.

A densidade da terceira dimensão que nos envolve, interfere com o Princípio Sutil de que somos constituídos e pelo qual deveríamos nos expressar.

Esta densidade nos embota e nos entorpece. É como se fosse um lamaçal, que nos prende.

Vivemos em uma desarmonia mental/vibracional.

Esforcemo-nos, para sairmos o quanto antes desta sintonia. Conscientizemo-nos daquilo que realmente somos e saiamos desta freqüência, porque não podemos continuar nos expressando tão densamente.

E, devemos ainda mais nos esforçar para não continuarmos puxando os nossos semelhantes para o espaço energeticamente denso em que vibramos prisioneiros da nossa prisão particular, de onde não estamos conseguindo sair.

Comecemos a exercitar urgentemente a auto-caridade, que lapidada na sabedoria da auto-paciência, não deixará que projetemos nos nossos semelhantes a nossa escuridão interior, a nossa ausência da Luz.

Não nos julguemos, julgando os outros.

Iluminemo-nos, naquilo que realmente somos.

Saiamos da linguagem do aparente, da ilusão. Vamos re-aprender a dialogar com o nosso Eu Superior, para que possamos irradiar a nossa Luz.

O que passou, passou.

No agora, vibremos na freqüência que nos torna Chaves Vivas e que nos capacita abrir a Porta entre as dimensões, para que possamos com elas conscientemente interagir e nelas nos manifestar.

Acordemos do nosso longo sono de entorpecimento no que chamamos de matéria.

Os portais de Luz estão abrindo e para que possamos interagir com os mesmos, é necessário que também vibremos uma faixa de freqüência mental cada vez mais alta.

O iluminar-se, é um trabalho individual, um trabalho de cada centelha, pois é o esforço consciente de cada um, a cada instante.

O reconstruir é um trabalho de todos, que, em um só Corpo de Luz, se expressa no aqui e agora a Vontade Divina.

Lagoa Santa/MG-BR, 07 de julho de 2001.

 

  “Placa”, um exercício de Amor.

Saiamos da nossa ilusão tridimensional de individualidade e irradiemos a nossa verdade de Unicidade.

Não mais podemos desviar dos nossos compromissos cósmicos, nos deixando perturbar por momentos conflitantes em nossas experiências terrenas. Não permitamos que o “personagem que incorporamos” na terceira dimensão (ego) nos desestabilize, interferindo nos nossos objetivos dimensionais.

Saibamos nos dizer não, quando percebermos que estamos saindo da nossa Rota de Luz e digamos o mesmo para os que querem nos induzir a vibrar longe Dela.

O Amor Uno expressa na terceira dimensão, através dos nossos pensamentos e das nossas atitudes. Quando O exercitamos realmente com uma firme vontade, podemos nos ligar com outras realidades, pela ampliação das nossas percepções.

Interações com os Planos de Luz não são feitas ao nível de personagens gerados pela dualidade/emoção, porque Neles não existem as “Marias” e os “Josés”, ilusão da terceira dimensão. Vibremos intensamente no que realmente “Somos”.

O dimensional deve perceber que a sua Verdade, que a sua Luz, vibra pela força aglutinadora do Amor Uno, que ele vibra no “Somos” e nunca pela ilusão desagregadora/ emocional do personagem, que tridimensionalmente carrega. Quando fisicamente nos reunimos, formando grupos de estudos, grupos para regressão, grupos para contatos, o que realmente fica destas reuniões é a nossa elevação pelo Amor, construída na paciência, na tolerância e na compreensão.

Devemos aprender a nos somarmos, para que em uma só freqüência mental/vibracional, em uma só vontade consciente, possamos nos sintonizar com outras consciências de Planos mais Sutis. Portanto, não vivifiquemos o personagem/dual, que constantemente alimentamos com a energia das nossas emoções da vaidade, da dissimulação, do rancor, da maledicência, da prepotência, da inveja, do ciúme, entre outras. Saiamos da “sombra”. Saiamos da ilusão do desamor, da desagregação, da ausência da Luz.

Re-aprendamos a Linguagem da Luz, a linguagem além do mundo da forma, a linguagem da “Neutralidade” do Amor Uno.

Vibremos em um outro estado de consciência, que nos sintonize com as dimensões mais sutis e onde a Luz e o Amor vibram juntos, como Ressonância do Uno.

Lagoa Santa/MG-BR, 25 de novembro de 2001.

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 Texto de Antônio Carlos Tanure

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