SETE LEIS ETERNAS
Leis eternas regem o universo, orientando o aprendizado dos filhos de Deus em
experiências que os leva à compreensão e à sabedoria, de que toda a manifestação e de que a
origem de tudo é o Amor.
Através destas leis a consciência contida em um corpo pode paulatinamente se expressar,
vivenciando experiências em um determinado espaço, em uma determinada dimensão ou realidade. Elas
organizam a duração das experiências que têm que ser vividas pela consciência, em função daquilo
que no tempo, já foi, é ou será experienciado, a fim de que a consciência obtenha a Luz
da Sabedoria.
Elas são aplicadas para tudo que foi gerado e elas regem o processo da vida.
À medida que a consciência se harmoniza, se descobrindo no contexto do universo, perceberá que
estas leis se aplicam à tudo que ela faz, o que ela pensa e mesmo o que ela imagina e, que no
seu agora, está inserido também o seu antes e o seu depois.
A consciência ao perceber o universo vibrando como uma unidade, portanto, aceitando-o na sua
perfeição divina, decodificará as informações que vibram dele menos fragmentadas.
A percepção da Vontade Divina através de suas leis, se tornará cada vez mais transparente, à
medida que o ser humano dissipe a sua ignorância no "jogo da vida", libertando-se da escuridão de
seus sofrimentos.
Quanto mais altas as leis estiverem na Estrutura Hierárquica de Vibração, mais informações elas
conterão, mais Luz elas irradiarão. Por outro lado, quanto mais baixo a consciência estiver
sintonizada dentro da Estrutura Hierárquica Vibracional, menos informações ela terá, mais
experiências densas na matéria ela experimentará, mais controlada pelo instinto ela ficará e mais
rodeada pela escuridão da ignorância e do sofrimento ela estará.
As três leis inferiores, a Lei da Natureza, a Lei da Harmonia e a Lei da Correspondência,
regem o "inferno da vida" nas experiências humanas.
As três leis superiores, as leis do "céu da vida" experienciadas pela consciência humana, são a
Lei da Polaridade, a Lei da Manifestação e a Lei do Amor.
Entre o "inferno da vida" e o "céu da vida", separando-os, vibra a Lei da Evolução.
A Lei da Natureza cria condições para que o corpo físico se harmonize com os processos
intuitivos e ao funcionar perfeitamente, contenha uma consciência que evolua eternamente.
É na regência desta lei que os corpos humanos são organizados, para que a adversidade gerada por
eles se manifeste, pois é pela adversidade que a consciência evolui.
A Vontade Divina em uma programação automática vibrada nesta Lei, criou o código genético de
cada espécie e no homem particularmente, dotou-lhe de um corpo que contém uma consciência que
experiência a vida, que o faz evoluir através do seu relacionamento com outras consciências,
levando-o à sabedoria depois de muitas encarnações.
A Lei da Harmonia estabelece os limites, as margens de desequilíbrio necessárias para que tudo
se organize, a fim de que determinadas experiências sejam vivenciadas em um período de tempo,
para logo depois mudar todas as regras do jogo, para que um outro processo de aprendizado seja
gerado.
Esta lei controla o ciclo de todas as manifestações, o ciclo de tudo o que existe, para que as
consciências na adversidade se relacionem, convivendo simultaneamente, aprendam a se harmonizar.
A Lei da Correspondência, a última do "inferno da vida", determina quando a consciência está
pronta para vivenciar um outro nível de experiências.
É ela que determina a duração, o local e os limites das experiências entre os processos simultâneos
de diferentes indivíduos. É ela ainda que cria as condições para quem, onde, como e até quando
as experiências têm que ser vividas.
Do momento de sua emanação de Deus até a sua atual compreensão do universo, o ser humano vibrou
em vários níveis de consciência. Portanto, a vida de cada ser humano é um luminoso curso de
aprendizado, com experiências cada vez mais complexas, para que a sua consciência suba na
hierarquia da Luz.
Em um primeiro momento de sua ascensão consciencial, o ser humano aprende controlar os seus
instintos agressivos, as suas emoções animais, para que em um segundo momento ele aprenda
despertar a sua sensibilidade, percebendo-se com os seus sentimentos mais sutis. Em um terceiro
momento a consciência percebe que para ter alegria interior precisará desenvolver uma relação
harmônica com outras consciências, baseada no respeito, na tolerância e, só então, em um quarto
momento, já vivendo plenamente o respeito e a tolerância em suas relações de vida, é que a
consciência vibrará na freqüência de Paz e de Amor.
A casualidade não existe, as leis que regem universo não se apoiam nela.
Se alguma coisa está acontecendo em um determinado lugar é porque tem que acontecer. A consciência
só pode interferir no fato, com o seu livre arbítrio, antes que ele aconteça.
O ser humano só vive situações que pode suportar e que estão ao nível de sua compreensão, ao nível
daquilo que ele acredita. Ele pode escolher em aceitar todos os eventos necessários para a sua
transcendência na sua experiência terrena, ou lutar contra eles, trilhando um caminho de angustia
e de sofrimento.
Aquilo que a consciência chama de evolução é o processo gradual de sua iluminação
Neste nível de compreensão o ser humano aceita que todos os acontecimentos da vida fazem parte
de seu aprendizado e, que por isso mesmo, ele não deve se culpar, não deve julgar a si mesmo e à
ninguém, pelo que lhe acontece e pelo que acontece aos outros.
A Lei da Evolução estabelece o destino, a razão e a ordem dos processos que a consciência está
submetida .
Determina o que são erros, para que a consciência aprenda superá-los.
A consciência que vivencia na Lei da Evolução já controla o seu instinto, tem relação harmônica
com outras consciências, transforma os erros vindo do seu livre-arbítrio em instrumentos para a
sua evolução, para sua iluminação.
O seres humanos que vivem dentro desta lei aproveitam para crescer através do enfrentamento dos
opostos, da confrontação de conceitos, de crenças, de costumes, de culturas e de sentimentos.
Neste nível as consciências reencontram o equilíbrio, ao reconhecer e ao compreender a mesma lei
que violaram.
Todos os momentos difíceis que o ser humano passa são necessários, para que a sua consciência
feita por informações e experiências, perceba-se como parte do universo e se harmonize com as
leis que o regem.
Pelo afloramento de sua sensibilidade, o ser humano descobre que todos os acontecimentos que o
envolvem são para auxiliá-lo na sua evolução e que portanto, não existe o bom e nem o ruim.
A Lei da Polaridade rege a relação e o movimento entre todas as forças opostas que vibram em
todos os níveis, com a finalidade de gerar a criação.
Esta lei controla a interação entre as duas forças fundamentais do universo, a força negativa e
a força positiva, que geram a criação através de vibrações, que são os "instrumentos" construtores
do universo físico.
A oposição entre a força centrípeta compressora e a força centrífuga expansiva, dá origem à
força magnética, à força gravitacional, ao movimento e a densidade da matéria, com o seu volume
massa e peso.
A todo o instante o luminoso, o sutil está interagindo com o obscuro, com o denso, criando novas
experiências, para que a consciência desenvolva a sua compreensão sobre o universo.
O universo físico vibra, move e é criado pela interação da força que flui do pólo negativo, centrípeta, sentido anti-horário (podendo ser também percebida como feminina, intuitiva e do lado direito do cérebro), com a força que sai do pólo positivo, centrífuga, sentido horário (podendo ser também percebida como masculina, racional e do lado esquerdo do cérebro).
Abaixando a freqüência vibracional a matéria fica mais densa, fica com mais átomos. Aumentado a
sua freqüência de vibração ela fica mais leve, fica com menos átomos.
As duas forças fundamentais do universo, a negativa e a positiva, quando se organizam em pontos
de equilíbrio harmônicos, em diferentes freqüências de vibração, dão origem a matéria com cores,
densidades e comportamentos químicos também específicos.
O ouro diferencia do chumbo pela freqüência em que vibra. A cor também vai sucessivamente mudando,
pelo aumento da sua freqüência de vibração, passando do vermelho para o laranja, do laranja para
o amarelo, do amarelo para o verde, do verde para o índigo (anil) e deste para o violeta.
Aumentando cada vez mais a freqüência de vibração, a cor violeta passa ao branco "puro" e dele,
para a ausência da luz. Neste ponto, nesta freqüência de vibração, aparece a eletricidade. Daí em
diante, mantendo constante o aumento de freqüência, a força eletromagnética será substituída pela
força vital ou psíquica, que é a força mais intensa de pulsação operada pela mente.
O ritmo registra todas as vibrações, registra tudo o que existe, traz a finidade entre as partes
de um todo, transforma a desordem e o caos em ordem e harmonia.
O grande doador da vida é a energia e a consciência, é a Manifestação e o Amor.
A Lei da Manifestação estabelece que todas as coisas criadas devem antes existir na mente de
Deus. É ela que determina a passagem das idéias intangíveis, para que se manifestem no universo
tangível.
Deus é Um. É a Unidade. Tudo deriva Dele e para Ele voltaremos. A Unidade é que estrutura o
universo por ressonância de Si mesma.
A Lei da Manifestação permite que a Unidade Indiferenciada e Homogênea ao manifestar a criação
por reflexo de Si mesma, manifeste as duas forças opostas fundamentais do universo físico, dando
lugar à vibração, à densidade e ao heterogêneo. A consciência à medida que vai se iluminando, vai percebendo que é uma mesma Lei proveniente de um mesmo Principio que rege toda a Manifestação e por isto, que o micro se espelha no macro e vice-versa.
A vida é eterna para que a consciência evolua através de sucessivas experiências adquirindo a
sabedoria da percepção, de que tudo o que existe provém do Amor.
A Lei do Amor, a última lei do "céu da vida", é a lei de onde todas as outras leis originam e
são codificadas.
É por meio da Lei do Amor que a consciência alcança a total compreensão da criação e da perfeita
ordem do universo.
A vida é feita por incontáveis experiências, para permitir a consciência entender e perceber a
dinâmica da criação e quando ela alcança este seu objetivo, ela não mais necessita experienciar a
matéria e, ela então, volta à Fonte de Amor que a gerou.