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É hora de enxergar além

É hora de enxergar além
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 De Lauro e Elvira Poersch* (zagelvira@gmail.com) – em outubro de 2009

Parte I

Certo humano, muito próximo de nós no tempo, tornou-se quase um místico quando já era amadurecido. Saindo às ruas, começou a anunciar a um público aleatório dizendo que sobre o que não se pode falar, deve-se calar.

Estamos falando de uma celebridade em Filosofia e Ciências Exatas. O douto vem exercendo razoável influência sobre o pensamento do século 20, merecendo todo nosso crédito.

Parece-nos que a advertência de Ludwig Wittgenstein foi bem lembrada quando pensamos em abordar um assunto polêmico que, para alguns poucos, não causa estranheza; para outros, não desperta interesse algum; para a grande maioria, além de desconhecido ou estranho, causa ojeriza de tão “badalado”, ou é tido em conta de fantasioso e imaginário.

Referimo-nos aos Seres Extraterrestres – seres de outras dimensões, de mundos paralelos ao nosso. O tema sempre foi polemizado. Na modernidade, porém, está a pleno vapor na difusão midiática dos meios de comunicação social da imprensa, do cinema, do rádio e televisão. É objeto de maior ou menor interesse de parte de estudiosos, em vários segmentos de diversas camadas sociais, congregacionais e institucionais. Contempla entidades culturais de cunho científico, paracientífico, ufológico, filosófico e religioso. Baseado em fatos e nas Escrituras, o próprio Vaticano, representado por suas lideranças, consta no rol dos estudiosos de fenômenos da ufologia e da existência e ação de Seres de outras dimensões, que não estes que pertencem ao nosso planeta.

Esclarecemos ao leitor – a título de identificação rasteira apenas – que somos gaúchos. Porto-alegrenses, de nível escolar superior, integramos a Associação Civil Projeto Portal por quase uma dezena de anos, cujo fundador e presidente é o paulista Urandir Fernandes de Oliveira.

Com cerca de 5 mil membros, a sede do Projeto Portal (entidade sem fins lucrativos) encontra-se instalada no Mato Grosso do Sul (MS-BR), no interior de Corguinho, na Fazenda Boa Sorte. Nesse lugar, desde a sua situação topográfica, tudo convida a evoluir. Formado um centro energético (vibratório por ressonância), o ambiente permite que energias inteligentes, vindas de mundos paralelos, trabalhem junto aos seres humanos. Na condição de Portal, o lugar facilita as viagens para outras dimensões. Para ali se dirigem, mensalmente, centenas de associados (ou não) brasileiros e também estrangeiros, em busca de sua evolução mental, espiritual e da consciência. Nesse ambiente, através de diferentes trabalhos – todos realizados no plano mental -, é-lhes facilitado o autoconhecimento e a aceleração do processo evolutivo individual, independente de religião, raça, cor e cultura, objetivando o melhor para si e para toda a humanidade.

Nós (casal gaúcho) fomos contatados por dois Seres Extraterrestres, Kita e Nathan, oriundos de Plêiades – grupo de estrelas da constelação de Touro -, cujos nomes eles mesmos nos passaram, a viva voz, respondendo à nossa pergunta sobre sua procedência. O acontecimento da manifestação desses dois seres pleiadeanos – de uma empatia incomum e candente ternura – ocorreu a 12 de julho de 2009, à 0h28min. O meio de um cerrado ralo, de rareadas árvores de porte médio, cortado por uma trilha, foi o local escolhido pelos seres de Plêiades para a sua espetacular manifestação, na Fazenda Boa Sorte: projetaram sobre nós e a mata, a coisa de uns três metros, intensos flash de luz de cor prateada e dourada. Foi do meio dessa encantadora e emocionante encenação que surgiu, primeiro, a voz meiga, feminina, de Kita; depois, fez-se ouvir também a de Nathan. Muito gentil e carinhoso, o casal respondeu às perguntas que lhe formulamos. Foi insistente em afirmar: Nós amamos muito vocês!… Sua manifestação foi superlativamente extraordinária, indescritível, emocionante!… Precedida da mútua saudação de “Boa noite”, a despedida foi apoteótica. Como se embarcados numa nave e abrindo um portal de luz em meio às copas das árvores do cerrado e jogando um facho de luz forte sobre nós, saindo de cena, os pleiadeanos alçaram voo velocíssimo (impetuoso!), partindo como um raio. Sua manifestação tivesse, talvez, a intenção maior de despertar, informar e conscientizar, de maneira racional e inteligente, a humanidade, esta, que não pode perder o bonde de sua história.

Como em tudo, o tempo é o senhor da razão. Relativo à narração do acontecimento, que foi particularmente rico em detalhes, apenas divagamos. O caminho que nos trouxe até ele foi tortuoso, sofrido. Agora, somos dois contatados por seres racionais inteligentes!… Dá para acreditar?! Certo é que está afastada de todo a ideia de ser uma farsa mágica o que trazemos ao conhecimento público a respeito do que, natural e habitualmente, não cai na nossa percepção. Todas as fases da vida servem de aprendizado. Agora, aprendemos a enxergar para além, muito além de nossas tacanhas fronteiras. O já longo e profundo desejo, qual sonho, está satisfeito. É o mesmo desejo por que são assaltados companheiros nossos e, talvez, muitos dos leitores deste Jornal.

Quando L.Wittgenstein ensina que sobre o que não se pode falar, deve-se calar, entende por “falar” o falar racional, com conhecimento de causa. A nós foi dado falar, e não calamos o fato de que Seres de Plêiades, aliados dos humanos, se nos manifestaram. Sem recorrer a metáforas ou fazer paródia de alguém, declaramos o que declaramos.

Kita e Nathan ordenaram-nos, de forma cristalina e incisiva, quase como “uma lição de casa”: publicar, em Jornal de Campo Grande, três (3) reportagens (esta a primeira) relativas ao nosso trabalho junto à Associação Civil do Projeto Portal –www.projetoportal.org.br

 Parte II


É natural do ser humano resistir ao novo, embora desejasse tergiversar, esforçando-se em ruir com a rotina e, sedento e esfaimado, corresse em busca da novidade. E, quando se depara com um ídolo, preferindo apostar no pensamento mágico dele, deseja que este lhe sirva de horizonte, acreditando que poderá mudar tudo. Talvez seja seu modelo para escolher e gerenciar caminhos, sem desprezar, todavia, a própria vaidade – esta que vemos como algo legítimo e natural.

A vaidade humana, até certo ponto, é subjetiva, muito pessoal. É fato que, quanto mais sem sentido a nossa vida, mais propensos estamos à depressão; quanto menor a nossa autoestima, mais precisamos da ajuda alheia e atrair os holofotes.

Enquanto não caminharmos com as próprias pernas, seremos dependentes, viveremos a expensas do irmão, dando à vida, necessariamente, um sentido fictício, irreal, surrealista. Ante sua existência na natureza, o humano sempre se sentiu dependente, frágil e amedrontado. Quando primitivo, valeu-se da presuntiva onipotência de seu pensamento e magia para se defender, tendo a pródiga Criação como protetora, orientadora ou vingativa contra o império inimigo. Com a domesticação e subjugação das bestas, impôs-se-lhe transferir para Deus ou para a Divindade a onipotência de suas aspirações, e as religiões lhe forneceram o indispensável combustível na ansiada busca por amparo. Na atual etapa da ciência, porém, reconhecendo a própria pequenez perante o muito que veio a conhecer e do infinitamente mais que lhe resta a compreender, está aprendendo a submeter-se à morte e a gigantescas imposições da natureza. Passa a dar-se conta de que a sua vaidade é apenas um sopro – vaidade significa sopro – que mal preenche o seu vazio existencial e, enfim, inclina-se a trocar a magia pela pesquisa, a fantasia pela realidade. E vem a questionar o motivo de sua mudança.

É hora de enxergar além: além da vaidade, da magia, da utopia, porquanto surgiram valores e medidas maiores. Como o ver não é natural, precisamos aprendê-lo – já sabia isto F.Nietzsche. A experiência, como referência ao que passou, tem lições a nos ensinar: ela é horizonte e serve de base na escolha de caminhos. Ensina a decodificar os sinais do presente – elementarmente, palpáveis e visíveis -, e a prosperar na área cognitiva, emocional e afetiva, propiciando-nos felicidade e/ou realização. Tudo é lindo a cada momento… para quem sabe ver. O saber ver é um prêmio que tem de ser conquistado. Conquanto de visão perfeita, há os que nada veem, como ainda de nada sabem…, embora bem informados e de boa audição. O Nazareno, na simplicidade e contundência de sua palavra, já ensinava através de uma parábola: (…)em tendo eles olhos, não enxergam e, em tendo ouvidos, são surdos.

Todo ser humano é um estranho ímpar, onde ninguém é igual a ninguém, senão cada qual estar a carregar dentro de si a miserável “pedra de tropeço”. O passado não o atinge que nada lhe importa; o futuro lhe é imprevisível; apenas o presente é que lhe interessa, que, de tão importante, ele nem deve rascunhá-lo: pode não restar-lhe tempo para passá-lo a limpo.

No egoísmo, importa o ego apenas. Nosso inimigo maior, o egoísmo é a conduta mais natural, e dele deriva nosso estilo de vida, impulsionado pelo “motor” da civilização moderna, a competitividade, que é a “lei da selva”. No mundo evolucionado, não se compete, se compartilha.

Seria ideal aquele ser humano que mostrasse menos seus defeitos pessoais? Parcialmente, convimos que seja isto, haja vista ser incabível esperar perfeição de alguém.

A evolução da consciência humana, individual, consiste em combater o ego, para que o amor, ganhando espaço e terreno fértil, possa expandir-se, florir e frutificar. Quem ama, quer ser mais, ou menos útil. Escreveu o francês Mollière: “Viver sem amar não é realmente viver”.

Nós somos um casal do Rio Grande do Sul (ipse27@gmail.com). Durante a nossa conversação com as duas energias inteligentes, Kita e Nathan, provenientes de Plêiades, dia doze de julho de 2009, quando passava de 0h25min, no alto de um morro (na área da Associação Civil do Projeto Portal, cuja sede se localiza na Fazenda Boa Sorte, em Corguinho, no Mato Grosso do Sul), afiançaram-nos a viva voz:

Nós amamos muito vocês!…

O Mestre de todos os tempos, firme e enfático, ensinou-nos que fizéssemos aos outros o que nós desejássemos nos fosse feito. Isto é a síntese da Lei do Amor!

Seres inteligentes de outras dimensões de mundos paralelos ao nosso, pediram a um contatado por eles, passasse à população mensagem, alertando-a se preparasse, a fim de superar uma grave escassez de alimentos provocada por fatores naturais e pelo homem.

No atual momento histórico, o desafio dos cerca de cinco mil associados ao Projeto Portal é continuar sua jornada evolutiva da consciência – todo humano tem o dever de evoluir consciencialmente. O associado não obterá os objetivos da sua missão sem que trilhe o caminho das pedras do processo evolucionário. Exigindo um longo ritual, a preparação é um quefazer individual, não a reboque do outro. Enquanto os associados evoluem, emprestam a sua indispensável ajuda à coletividade humana, onde todos somos um.

Resta-nos convidar a cada um para cerrar fileira conosco no Projeto Portal – www.projetoportal.org.br

Parte III


Impressiona-nos a sabedoria de figuras humanas de um distante passado. Todos os tempos têm gerado sábios. Há também os sábios na contemporaneidade, e vivem entre nós. São luminares – entre eles, filósofos, matemáticos, médicos, cientistas de todas as áreas do conhecimento humano, e são idealistas, e são humanitários -, não satisfeitos com o estágio do saber próprio, compartilharam-no com os irmãos. Esta, a partilha, é a razão por que se tornaram sábios, e assim são chamados.

Sem que demarque divisas, o sábio sente-se no dever de evoluir: é a busca por uma consagração pessoal legítima, onde vencer não é o principal. Quem compartilha não é egoísta, que, cheio de arroubos e ambição, tudo quer para si tão-só. E quer ainda mais, sempre mais, com vontade de ser um vencedor, competitiva e sofregamente, custe o que custar.

Evoluir é preciso (digamo-lo sem rodeios) e é dever de todo humano. Em si mesma, a tolerância com as diferenças alheias é uma forma de evolução social. Com os avanços particulares, a humanidade não mais estará coesa ao do “cada um por si e do Deus por todos”. Há de que se ter em consideração o dado fundamental de que somos, todos, uma espécie gregária pela própria natureza – na cabeça de Aristóteles, “somos animais sociais” -, ou seja, a solidariedade faz parte dos mecanismos instintivos (bestiais propriamente) necessária para se viver em grupo. A gosto ou não, no presente, mais no futuro, teremos de conviver com quantidade maior de pluralidade de culturas. Com efeito, o crescimento deixa um forte sentimento de igualdade entre os habitantes do nosso planeta. A omissão a essa conquista é continuar na mesmice da conduta nefasta e desumana herança. Há muito tempo, a humanidade está na fase involutiva, dando calafrios atualmente: teima em repetir seus instintos mais brutais. Decorrente disso, a evolução, em seu sentido amplo, representa para a humanidade (constituímos sua soma) uma tarefa penosa tornada cada vez mais difícil. Contudo, se lhe viabiliza, na atual quadra de sua história – como num melhorado segundo tempo de jogo -, de conseguir enxergar além o horizonte, matizado de luzes vibrantes, indicando o caminho original (original!) de sua retomada através da evolução mental.

No desempenho dessa tarefa, os humanos devem ser combativos assíduos contra a sua própria casa, claro, não isentos de experimentarem o forte gosto de cica do sofrimento. Mas quem são esses guerreiros? Incrível!… São o seu “ego” – esse conhecido!… Consistindo no amor exagerado aos próprios valores e interesses a despeito dos de outrem, o “egoísmo” vem a ser o nosso inimigo número um, embora a humanidade (a moderna sobretudo) conspire a favor do inimigo, sempre a postos. Esta busca vitórias arranjadas, escamoteadas e mascaradas, vitórias a qualquer preço, onde competir é o mais importante.

Quando se fala em evolução da mente, salta à cabeça a Associação Civil do Projeto Portal – www.projetoportal.org.br -, com sede no Mato Grosso do Sul, Interior de Corguinho, na Fazenda Boa Sorte. Nesse lugar de sofrível acesso, desde sua topografia, dobrada, até seu imponente Morro, tudo convida a evoluir. No Morro, são realizados diferentes trabalhos. Os vários locais aí existentes têm sua denominação de acordo com a finalidade para a qual se destinam. No seu topo, por exemplo, há uma trilha destinada a efetuar caminhada silenciosa, objetivando um encontro reflexivo de aprendizado pessoal e evolução da consciência. Na Fazenda Boa Sorte, ainda há uma sucessão de locais afeitos ao despertamento mental/consciencial, independente da dispersão emocional, que focaliza apenas fenômenos.

Todo mês, afluem para o Projeto Portal centenas de brasileiros e estrangeiros, associados ou não, em busca de sua evolução mental, do espírito e da consciência. Através de trabalhos – realizados no plano mental, não astral -, é-lhes facultado o autoconhecimento e o processo evolutivo individual em prol de si e de toda humanidade. O Projeto Portal é uma escola: prega o desenvolvimento de dentro para fora, sob orientação de energias inteligentes superiores de outras dimensões de mundos paralelos ao nosso. Evitando a drogação, a pessoa terá mais saúde e, presume-se, mais tempo de vida, e com a mente e o coração abertos, ser-lhe-á possível acessar novas informações, alcançando patamares superiores aos do estado em que se encontra normalmente. Talvez fosse o motivo que fizesse o antigo Confúcio conclamar a todo humano (a mim e a ti): Examina bem os teus pensamentos, e se os vires puros, puro será também o teu pensamento.

Questiona a maioria dos irmãos coevos por que essa corrida “maluca” de simpatizantes em busca sem trégua, difícil, sacrificada da sua evolução mental. Não é uma loucura? Pode ser seja-lhes atribuída uma loucura (ou como se queira qualificar), só não é uma desinteligência. Não é. Afinal, estaríamos correndo ao léu em busca do crescimento, quando o capítulo mais confuso dele é superar o que nos foi legado desde criança? Há necessidade estrita de romper com dogmas e paradigmas que freiam nossa jornada evolutiva e impedem acessar verdades ocultas. Quem viver, verá!…

Sócrates abriu espaço para o desfrute da convivência humana, o que lhe conferiu um caráter divino: o compartilhar, a generosidade e infindas qualidades que fazem a vida desfrutável. Maravilhados, e extasiados, perguntamos donde e como surgira o fabuloso conhecimento do antigo filósofo grego e de outros, quando a Terra estava desprovida de nossa tecnologia. Teria ele tido auxílio da(s) Divindade(s)? De seres inteligentes de fontes superiores de planetas que não o nosso? E se válida a segunda hipótese, continuarão míopes os nossos olhos?

Cada um é uma pessoa-diamante em processo de lapidação. Tolice não lapidá-la, nossa mente é de poder incalculável. Permitir sua submissão ao “ego” seria condicioná-la, como o elefante ao seu treinador. Desconhecendo aquele sua tremenda força, sujeita-se a ficar preso com barbante por este.

Enxergar além, é preciso, e urge despertar para a realidade. Seres inteligentes de luz, vindos de outros mundos paralelos ao nosso, andam em nosso meio e nos alertam dos graves acontecimentos que estão atingindo o planeta Terra. Em oposição ao egoísmo, pedem aos humanos coesão e solidariedade.

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