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Manipulando Leis Universais

Manipulando Leis Universais
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Este texto traz algumas informações sobre o método científico, que “neste nível de fazer ciência” o objetivo é a investigação racional ou estudo da natureza direcionado à descoberta de uma determinada verdade. Ele traz também algumas informações, que comparam a atuação dos pesquisadores da ciência tradicional com a atuação dos pesquisadores do Projeto Portal.

No mundo real os pesquisadores da ciência tradicional conduzem suas pesquisas dentro de leis próprias à terceira dimensão e, portanto ainda não alcançaram à percepção, que estas leis são apenas parte das Leis Universais relacionadas a uma Ciência com alcance muito mais amplo.

Os pesquisadores do Projeto Portal buscam informações cientificas tanto junto aos veículos de publicação específica, quanto também se informam dentro da Ciência Universal, quando vivenciam “determinados fenômenos”. Eles que pesquisam voltados às Ciências Paralelas, já com informações que extrapolam leis físicas conhecidas, desenvolvem agora a capacidade de “criar” a matéria através do uso de sua energia do pensamento, de tele-transportar objetos e de estabelecer parceria no plano físico com inteligências de outros planos de realidade ou de existência, entre outras capacidades.

Os pesquisadores da ciência tradicional definem proposições lógicas ou suposições, procurando com elas respostas para fenômenos e observações, quando desenvolvem experiências que testam hipóteses, que se confirmadas podem criar leis e teorias. E estas hipóteses de certa área do conhecimento em uma estrutura coerente podem contribuir na formulação de novas hipóteses, que se mostrando como um conjunto maior de informações relativas ao conhecimento, ele é tido consensualmente pelo meio cientifico como modelo em um determinado momento.

Para eles o método de pesquisa deve acontecer dentro de um processo que precisa ser objetivo. O pesquisador deve ser imparcial na interpretação dos resultados e deve ter aquela objetividade que atente às propriedades do objeto pesquisado e não se deixar levar pela subjetividade.

Estes cientistas devem formular definições referindo-se à necessidade de formulação de definições precisas, tendo em vista a essência dos conceitos propostos.

Como pesquisadores eles devem ter o procedimento de documentar, tanto ao que diz respeito à sua fonte de dados quanto às regras de análise, para que outros pesquisadores possam re-analisar, reproduzir e verificar a confiabilidade dos resultados. Este proceder para a ciência tradicional distingue as pesquisas cientificas de outros textos, que neles estão mais a eloqüência e a persuasão daqueles que os fazem.

Para ela é comum o uso da análise matemática como instrumentos de pesquisas, que é usado basicamente no sentido quantitativo ou qualitativo. E a divisão da ciência em áreas ou disciplinas científicas distintas tem levado a tal adequação da metodologia.

É também comum em função da evolução do método cientifico ter em um extremo a física e a química, como também a biologia e a geologia. No outro extremo a psicologia, as ciências sociais e as ciências jurídicas quase se aproximando da filosofia e do estudo das crenças por senso comum – aquelas como sistemas mítico-religiosos.

As pesquisas da ciência tradicional se relacionam com um modelo ou com um conjunto de pressupostos e crenças, escalas de valores, técnicas e conceitos compartilhados pelos membros de uma determinada comunidade científica num determinado momento histórico.

O método científico de acordo com a ciência tradicional é feito por observações e medidas (com o auxilio dos cinco sentidos), que levam às explicações hipotéticas, que por sua vez levam às deduções lógicas das hipóteses e, que por fim, levam aos experimentos, dentro das condições acima mencionadas.

O método científico baseia pela observação a olho nu ou por utilização de instrumentos apropriados, pela descrição quando o experimento se torna capaz de ser reproduzido e pela previsão quando as hipóteses precisam ser válidas para observações que já foram feitas no passado.

Também, o método científico baseia em um controle para maior segurança nas conclusões, quando são utilizadas técnicas que permitem descartar as variáveis passíveis de mascarar o resultado. Ele é feito tendo em vista o sentido da falseabilidade, quando toda hipótese tem que ser verificada como falsa ou refutável, sem querer dizer que o experimento ou o que é buscado é falso, mas que pode ser verificado ou contestado – e, no caso de ser falso, ser possível provar.

Ainda, o método científico de acordo com a ciência oficial é feito, procurando a explicação das causas do que está sendo pesquisado. Na maioria das áreas da ciência tradicional é necessário que haja causalidade – com a identificação das causas, para que se faça presente o entendimento científico. As causas precisam se correlacionar com as observações e preceder no tempo os efeitos observados, estabelecendo a ordem dos eventos. O método científico requer inteligência, imaginação e criatividade.

Mas, nem todas as hipóteses podem ser confirmadas ou refutadas por experimentos. Em muitas áreas do conhecimento o recolhimento de dados e as tentativas de interpretá-los é uma difícil tarefa, como acontece com os estudos associados às ciências humanas, por exemplo.

A limitação ética de realizar experimentos com seres humanos (focalizando o essencialmente subjetivo – individual e particular do psiquismo humano) conduziu os pensadores a distintos caminhos ou proposições de estudo para o método científico.

A metodologia científica tem sua origem no pensamento de Descartes. Ele propôs chegar à verdade através da dúvida sistemática e da decomposição do problema em pequenas partes, características que definiram a base da pesquisa científica. – mais informações no texto “Linguagem Matemática”, na Página Interações XXIII, neste Site.

Resumindo, método para a ciência tradicional é um meio mais eficaz para atingir determinada meta. Os cientistas seguem um caminho mais ou menos sistemático na busca de respostas às questões científicas e neste caminho consta a hipótese que é uma proposição admitida provisoriamente como um princípio, do qual se pode deduzir pelas regras da lógica um conjunto de proposições ou um mecanismo da experiência a explicar.

No método científico, a hipótese é o caminho que deve levar à formulação de uma teoria. Estes pesquisadores pela hipótese levantada têm o objetivo de explicar um fato e prever os acontecimentos dele decorrentes. A hipótese deverá ser testada em experiências laboratoriais controladas e assim, se após muitas dessas experiências os resultados obtidos não contrariarem a hipótese, então ela será aceita por eles como uma lei e integrada à uma teoria e/ou sistema teórico.

Nele, o processo de construção do conhecimento tem como metas principais gerar novos conhecimentos e/ou fortalecer ou refutar algum conhecimento pré-existente, dentro de um processo de aprendizagem tanto do indivíduo que a realiza quanto da sociedade na qual esta se desenvolve.

Por fim, a ciência tradicional se vale de métodos científicos, que se dão através do método experimental e do método estatístico. No primeiro caso o pesquisador analisa o problema, constrói suas hipóteses e trabalha manipulando as possíveis variáveis que se referem ao fenômeno observado. Esta manipulação proporciona o estudo da relação entre causas e efeitos de um determinado fenômeno, podendo-se controlar e avaliar os resultados dessas relações. No segundo caso o cientista utiliza da estatística, que é uma parte da matemática aplicada e que fornece métodos para coleta, organização, descrição, análise e interpretação de dados e para a utilização dos mesmos na tomada de decisões.

De acordo com o Schopenhauer (filósofo alemão do século XIX) toda verdade passa por três fases: “inicialmente é ridicularizada, depois é violentamente atacada, para ser finalmente aceita como evidente”.

Enquanto para o naturalista inglês Charles Darwin “… ciência consiste em agrupar fatos para que leis gerais ou conclusões possam ser tiradas deles”, para o cientista americano Carl Sagan (astrônomo, biólogo, consultor e conselheiro da NASA) … “ciência é muito mais uma maneira de pensar do que um corpo de conhecimentos.”

Hoje, já se entende também como pesquisa qualquer busca criteriosa realizada por meio da Internet. Mas, só para aqueles que pesquisam especialmente no campo acadêmico, é que para eles a ciência tradicional dá realmente o nome de cientista.

Mais recentemente o cientista geneticista americano Craig Venter e a sua equipe alcançaram em suas pesquisas o feito de criar a primeira bactéria com o código genético inteiramente montado em laboratório. O núcleo genético de uma bactéria foi projetado por computador. Quando foi feito o seu desenho, a síntese e a montagem do genoma desta bactéria – da Mycoplasma mycoides, foi o mais próximo que a ciência chegou para criar uma forma de vida.

Também, estudos e pesquisas da ciência oficial só alguns anos atrás chegaram à “fronteira” da quarta dimensão, quando cientistas em experiências laboratoriais puderam constatar a oscilação entre dimensões na forma de partícula/matéria e fóton/plasma – como uma “flutuação” entre a terceira e a quarta dimensão.

Estas pesquisas que são pertinentes ao campo da física quântica como a ciência das possibilidades e que a ciência tradicional ainda as tem de certa forma incipiente, os estudiosos do Projeto Portal não só procuram informações científicas mais recentes nesta área, como também dentro da Ciência Universal já vivenciam “esta flutuação” entre dimensões na forma de “determinados fenômenos”, que extrapolam as Leis para a terceira dimensão.

Estes buscadores que ao nível da Ciência Universal pesquisam voltados para as Ciências Paralelas, eles já extrapolam leis físicas conhecidas, quando desenvolvem a capacidade de criar a matéria através do uso de sua energia do pensamento, tele-transportam objetos e quando estabelecem também parceria já no plano físico com inteligências de outros planos de realidade ou de existência.

Eles que já vivenciam experiências individuais ou coletivas com as realidades paralelas, às vezes podem até não compreender certos critérios associados aos acontecimentos para um determinado momento e só tempos depois é que eles alcançam esta compreensão, percebendo que todos os acontecimentos que envolvem as realidades paralelas têm o seu devido valor, mesmo àqueles que antes não davam à devida importância.

Eles que fazem ainda as suas pesquisas “explorando” o mundo real, sabem que devem fazê-las “inteligentemente” com consciência e razão. Mas, ao fazê-las, eles sabem também que a razão em outro Nível de Consciência, mesmo se valendo de informações já alcançadas pela ciência tradicional, sempre busca “o mais além” com outras perguntas motivadas por experiências incomuns. A razão busca em outro Nível de Conhecimento respostas, que os cinco sentidos não mais alcançam.

Estes pesquisadores voltados ao “para-cientifico” já vivenciam momentos grandiosos de descobertas muito além daqueles que a ciência oficial nem imagina – momentos de muita satisfação quando se voltam ao Multidimensional, mas também de muita responsabilidade quando manipulam Leis Universais, exercitando Freqüências Multivibracionais.

Neste outro Nível de Consciência, estes buscadores voltados às Leis Universais sabem que devem se preparar em todos os sentidos. Inclusive, que devem adentrar em seu mundo interior, para “se verem” através do seu centro energético (chacra) frontal iluminados na luz e cores de seus corpos vibratórios (camadas da aura) e assim, não mais ficando apenas no campo da teoria, tenham uma percepção “mais real”, que eles são de fato Luz (Energia) Consciente.

Em seus atividades de campo eles devem também “afinar” o seu campo eletromagnético (aura), para que nestes momentos mais do que calados possam realmente em silencio, se interiorizarem e experenciarem o Multidimensional.

Com o treinamento no “Silêncio da Natureza” entrará em ação a sua percepção extra-sensorial, que exige deles habilidade mental mais aguçada para gerar também energia psicocinética e manipular o mundo da matéria em um momento de sintonia e de interação, para que se faça presente a Tela Universal (alem da visão física) – e, através dela percebam imagens de outras realidades não mais sujeitas às Leis para a terceira dimensão.

Nesta ocasião, estes pesquisadores devem conhecer os momentos certos, para alcançarem a interação com os Elementais da Natureza, que não se mostram normalmente e nem fazem comunicações verbais, mas que nestas experiências de campo cooperam para que “tecnologias” da quarta dimensão sejam entregues pelos parceiros intraterrenos. E um destes momentos de interação com o reino vegetal aconteceu na atividade campo do mês de abril de 2010, no Hotel Dom Bosco situado em Cachoeira do Campo/MG-BR. Uma destas “tecnologias” foi materializada na forma de um “pequenino tablete” dentro de uma flor silvestre (imagem à esquerda), que depois de dissolvida em água, foi distribuída e bebida por todos os presentes, favorecendo-os em sua saúde.

Sobretudo, estes buscadores devem se capacitar à conversação com “Consciências” que em freqüência própria se mostram em forma humana como “Deuses da Natureza” e que apesar de possuírem a capacidade de interagir em todas as dimensões, interagem mais comumente entre os reinos mineral, vegetal e animal e ainda, com os quatro elementos da natureza fogo, água, ar e terra.

Estes pesquisadores estão buscando com métodos próprios caminhar paralelamente aos conhecimentos já alcançados pela ciência tradicional, mas procurando estudá-los sob um novo ângulo em função de experiências só suas – e, buscando também preencher espaços do conhecimento ainda vazios.

Eles que utilizam “do recurso” de seu centro energético (chacra) frontal, já começam sintonizar e interagir mentalmente com outras realidades, aprendendo se informar além da “leitura” de seus cinco sentidos. Começam também no mundo real vivenciar com parceiros de outras realidades interações, que extrapolam os conhecimentos já obtidos pelo método cientifico habitual e que fazem se descobrirem com o seu Real Poder Criador – e, em sua Verdadeira Realidade.

Lagoa Santa/MG-BR, 25 de maio de 2011.

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 Texto de Antônio Carlos Tanure

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