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Nem só para mulheres

Nem só para mulheres
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– Para “Sacerdotisas e Sacerdotes” –

De Sônia M.Dias (sm.dias@terra.com.br) – Maio/2009

Por meio de atitudes firmes e coerentes, nós mulheres estamos cada vez mais nos aproximando da necessária Vibração Interior que nos fará assumir as nossas verdadeiras identidades de “Sacerdotisas” e alcançar definitivamente a almejada Freqüência Energética Matricial de Lilith.

Em função desta nossa identidade real que estamos agora redescobrindo e, portanto começando a vivenciá-la no aqui/agora, não podemos permitir em nosso campo energético a interferência da energia de outras pessoas, que não possuem os mesmo objetivos que os nossos e muito menos a “intervenção” de falsos dogmas e paradigmas que nos foram culturalmente impostos ao longo dos tempos. Também não podemos permitir que vibrações energéticas de “outros mundos de experiências” como do nosso passado, interfiram em nosso campo energético travando o nosso despertar.

Somente livres de qualquer tipo de bloqueios é que desta maneira conseguiremos fazer nossa consciência humana/”ego” dar lugar à nossa Consciência Dimensional e aflorar em nossa condição de Sacerdotisas o “Estado de Graça” próprio da não dualidade.

De um modo geral, ainda confundimos o verdadeiro significado da palavra “ego”.

O “ego” somos nós mesmas como seres humanos, com todas as nossas características desta condição em nossa vivencia às vezes “ruins”, às vezes “boas”. Somos nós nos expressando com o nosso caráter/personalidade tal qual foi formado não só a partir de informações/experiências de “toda nossa existência”, mas principalmente o que recebemos dos 3 aos 7 anos de idade quando então temos completa a nossa personalidade. Após esta idade, apenas reproduzimos nossos padrões de comportamento e potencializando-os na medida em que os repetimos.

Portanto, muitas vezes ainda estamos até hoje repetindo os mesmos padrões de comportamento que adquirimos na nossa infância formando nossa personalidade nos dias de hoje. Devemos redirecioná-la, transmutando-a através de uma nova maneira de pensar e de agir.

Nosso “ego”/personalidade vibra de acordo com a nossa limitada consciência humana movida pela “química” do nosso cérebro/mente, que permite através de processos físico-químicos ainda no “mundo do eletromagnético dos nossos neurônios”, desenvolvamos o que chamamos de consciência/razão.

Nosso propósito neste momento, quando buscamos uma Nova Visão da Realidade, é transcendermos a nossa condição de estarmos na dualidade, para que possamos já conscientes no Estado de Neutralidade, não continuarmos ainda no eletromagnetismo do nosso cérebro/mente gerando conflitos que como freqüências energéticas não desejadas guardadas em nosso inconsciente, estão constantemente aflorando desta nossa “caixa preta”.

Nosso inconsciente guarda energeticamente como memórias informações do nosso passado, que ao aflorarem a todo instante, interferem em nossas atitudes no presente e travam a nossa ascensão evolutiva.

Portanto, quando não conseguimos viver livres das interferências do nosso “mundo de experiências passadas”, estas “memórias” ficam como sombras alimentadas pelos nossos conflitos internos, nos direcionando no presente. Por isto, é que durante nosso caminhar evolutivo temos momentos, que muitas vezes sentimos a necessidade de estarmos sós, para que sem outras interferências procuremos nos encontrar, tentando “expurgar” estes nossos conflitos.

No fundo a nossa vontade de estarmos sós, retrata a nossa necessidade de estarmos livres desacompanhadas da opressão do “ego”, que através da limitação da nossa “consciência/personalidade” no mundo dos cinco sentidos, está quase sempre não permitindo que nos mostremos como “Sacerdotisas” e mais ainda, que nos percebamos como Seres Conscientes Multidimensionais.

Entretanto, não é preciso que estejamos sós para sermos realmente nós mesmas. Bastam que tenhamos atitudes próprias em vez de ouvirmos opiniões alheias, ditames de dogmas e preceitos quase sempre carregados de preconceitos.

Portanto a nossa vontade muitas vezes de que estejamos sós, reflete o nosso desejo interior.

A nossa necessidade de sermos realmente nós, nos expressando com a nossa Consciência Dimensional (que nos capacita sintonizar/interagir com outros planos de realidade) sem interferências daqueles que nos cercam, é porque ao amá-los (emocionalmente), quase sempre sentimos o medo de sermos menos (ou mais) do que eles, de não sermos amadas por eles e, por fim, de perdê-los.

No jogo dos conflitos humanos os outros “funcionam” como se tivessem menor ou maior valor do que nós e muitas vezes levadas por este jogo de valores vivenciamos o medo, pela possibilidade de perdermos pelo afastamento aqueles que convivem conosco.

Nós esquecemos que ninguém é de ninguém, que em nossas relações de convivência apenas nos “emprestamos” uns aos outros para o nosso aprendizado.

É com a nossa força emocional intenso-direcionada da nossa Vontade, que conseguimos atrair para o nosso campo energético a “Força” de maior potencial energético em função de sua Vibração Pura, livre de julgamentos e de antagonismos – a “Força” não emocional da Energia do Amor Puro.

É pela vontade de sermos livres em todos os sentidos que nos libertamos dos paradigmas que carregamos há muitos anos e que vêm nos bloqueando com a nossa própria maneira de pensar e de agir, nos impossibilitando de vibrarmos freqüências energéticas mais amplo-sutis compatíveis à condição de uma Sacerdotisa, porque estão ainda escondidas na forma de bloqueios em nosso subconsciente.

Devemos nos libertar deste “algo sofrido” dentro de nós que constantemente fica a murmurar, tentando nos dizer para que expressemos com a nossa Consciência Dimensional e que libertemos sem mais inibição e ativamente as nossas verdadeiras habilidades – aquelas mais sutis, mais sagradas e verdadeiras.

Agir guiadas pela nossa intuição é proceder para que no “Estado de Graça” alcancemos pensamentos e atitudes harmoniosos. Mas, para que isto aconteça, precisamos nos equilibrar interiormente, calando os nossos conflitos do passado, para que nos direcionando positivamente no presente, alcancemos no futuro, o que procuramos.

Para o nosso futuro devemos vibrar o pensamento consciente-positivo com a energia do “eu quero”, mas muitas vezes o nosso lado negativo no “eu não quero” ou “eu não consigo” é que nos impulsiona para o nosso objetivo, porque ao tentarmos sair desta freqüência negativa, geramos uma energia/força interior que nem sabíamos possuir. E se isto já está acontecendo, é porque já estamos começando vibrar desapegadas das incongruências do nosso “ego”, portanto sem mais oscilarmos como um pêndulo em nossa insegurança de ora tudo “bem”, ora tudo “ruim”.

Muitos seres humanos são descendentes de “Sacerdotisas e de Sacerdotes” que vieram da Constelação de Ophiúchus com o intuito de aprimorar a vibração do planeta Terra. E na condição de seus descendentes muitos de nós dimensionais herdamos este compromisso, mas só conseguiremos tal intento quando vibrarmos mais constantes em “Estado de Graça”/Neutralidade”, como já nos expressamos.

“A personificação da energia que dá origem às formas e que as alimenta é sempre feminina”, por isto houve uma primeira “Sacerdotisa” vinda de Ophiúchus para a Terra com a finalidade de dar início à humanidade – ela foi Lilith.

Então, Lilith representa uma Freqüência Inicial da Energia de Criação Ativa aqui na Terra.

Foi com esta freqüência energética que as “Amazonas/Sacerdotisas” Matriciais exercitaram suas habilidades. Também Cristo Jesus utilizou desta freqüência para realizar seus “milagres”.

Mas, estas habilidades exercitadas através de técnicas próprias foram se perdendo ao longo do tempo, solapadas por uma persistente cultura patriarcal onde as mulheres descendentes das Amazonas foram como que “massacradas” – tolhidas por milênios no exercício de suas habilidades sagradas.

E, em seu aspecto emocional, a freqüência da energia de Lilith através da freqüência de energia da “Sacerdotisa Medusa”, simboliza as nossas “forças energéticas ocultas”, que estão “aprisionadas” em nosso inconsciente e que às vezes algumas de nós ainda não gostam de percebê-las e muito menos saber que as possuem, ainda movidas por condicionamentos e por preconceitos.

Como “Sacerdotisas” (e também como “Sacerdotes”) de hoje devemos trabalhar no sentido de desenvolver as nossas habilidades e com elas o nosso compromisso. Agora, com a “tecnologia de manipulação” das “Linhas da Vida” já sabemos como driblar o emocional no mundo dual de nossas experiências, que a todo instante cria e recria “os nossos mundos de sensações” e que muitas vezes nos impede de viver/vibrar no mundo real a realização/materialização de nossas intenções.

Em função do dualismo energético presente no nosso planeta, vivemos uma forte dualidade emocional. Neste jogo energético/emocional, nosso aprendizado acontece através de nossos relacionamentos interpessoais onde muitas vezes, alguns disputam o “ser” ou “ter” mais que os outros.

E, para não oscilarmos na emotividade destes relacionamentos e não sairmos da faixa de tolerância devemos sempre vibrar na neutralidade de nossos egos/personalidade lembrando sempre que a Força da Freqüência da Energia de Lilith está na energia da compreensão que é a “ante-sala” da energia do Amor Puro.

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