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Nova Ordem Mundial

Nova Ordem Mundial
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– Fatos sobre o próximo modo de viver da humanidade – 

De Gibran Hanna Chequer (gibranchequer@hotmail.com) – em Dezembro de 2009

Introdução

O termo Nova Ordem Mundial (NOM) tem sido usado por numerosos políticos por todos os tempos, e é um termo genérico usado para se referir a uma conspiração mundial sendo orquestrada por um extremamente poderoso e influente grupo de indivíduos geneticamente relacionados (pelo menos nos mais altos escalãos) que incluem muitas das pessoas mais ricas do mundo, altos líderes políticos, e uma elite comum, assim como os membros da assim chamada Nobreza Negra da Europa (dominada pela Coroa Britânica) cujo objetivo é criar um Governo Mundial (fascista), despido de fronteiras nacionais e regionais, que seja obediente a sua agenda.

Preste atenção no banqueiro sionista, Paul Warburg:

“Nós teremos um governo mundial caso você goste ou não. A única questão é se esse governo será alcançado pela conquista ou pelo consenso.” (17 de Fevereiro de 1950, conforme ele declarou diante do Senado norte-americano).

Sua intenção é efetuar completo e total controle sobre todo ser humano no planeta e reduzir drasticamente a população mundial em dois terços. Enquanto o nome Nova Ordem Mundial seja o termo mais freqüentemente usado hoje para imprecisamente se referir a qualquer um envolvido nessa conspiração, o estudo de exatamente quem constitui esse grupo é algo complexo e embaraçado.

Em 1992, o Dr John Coleman publicou Conspirators Hierarchy: The Story of the Committee of 300. Com louvável sabedoria e pesquisa meticulosa, o Dr Coleman identifica os atores e detalha cuidadosamente a agenda da Nova Ordem Mundial da dominação e controle mundial. Na página 161 de Conspirators Hierarchy, o Dr Coleman resume primorosamente a intenção e propósito do Comitê dos 300, como se segue:

“Um Governo Mundial e um sistema monetário unificado, sob permanente não eleitos oligarcas hereditários que se auto-selecionam na forma de um sistema feudal como era na Idade Média. Nessa entidade de um Mundo Unificado, a população será limitada por restrições no número de crianças por família, doenças, guerras, fome, até 1 bilhão de pessoas que sejam úteis para a classe governante, em áreas que serão estritamente e claramente definidas, permanecendo como a população mundial total.

Não haverá classe média, apenas governantes e servos. Todas as leis serão uniformes sob um sistema legal de cortes mundiais praticando o mesmo código de leis, apoiados por uma força policial e um exército do Governo Mundial Unificado para reforçar as leis em todos os países onde nenhum limite nacional deverá existir. O sistema será na forma de um estado de bem-estar; aqueles que forem obedientes e subservientes ao Governo Mundial Unificado serão recompensados com os meios de subsistência; aqueles que forem rebeldes simplesmente serão escravizados até a morte ou serão declarados fora-da-lei, e dessa forma um alvo para qualquer um que desejar matá-los. A propriedade privativa de armas de fogo de qualquer espécie será proibida.”

Por que a Conspiração é desconhecida

A absoluta magnitude e complicada rede de fraude abrangendo indivíduos e organizações envolvidas nessa conspiração é de pasmar, mesmo aos mais astutos entre nós. A maioria das pessoas reage com descrença e ceticismo em relação a esse assunto, inconsciente que elas têm sido condicionadas (lavagem cerebral) a reagir com ceticismo pelas influências da mídia e institucionais. O autor e desprogramador Fritz Springmeier (The Top 13 Illuminati Bloodlines) declara que a maioria das pessoas construiu em “slides” esse curto-circuito no processo de exame crítico da mente quando vem até ela certos tópicos sensitivos. “Slides”, Springmeier relata, é um termo da CIA para um tipo condicionado de resposta que faz do pensamento de uma pessoa um beco sem saída e termina o debate ou exame do tópico em questão. Por exemplo, a menção da palavra “conspiração” freqüentemente sugere uma resposta slide para a maioria das pessoas.

O que a maioria das pessoas acredita ser “Opinião Pública” é na realidade propaganda cuidadosamente manufaturada e escrita desenhada para extrair uma resposta desejosa comportamental do público. As pesquisas de opinião pública são realmente tomadas com a intenção de estimar a aceitação pública dos programas planejados pela Nova Ordem Mundial. Uma forte amostra nas pesquisas lhes conta que a programação está “segura”, enquanto uma pobre amostra nos conta como os manipuladores da NOM têm que reformar ou “beliscar” a programação até a resposta desejada ser atingida.

O Modus Operandi da NOM

Os conspiradores globais da NOM manifestam sua agenda através da hábil manipulação de emoções humanas, especialmente o medo. Nos séculos passados, eles repetidamente utilizaram uma invenção que o pesquisador da NOM e autor David Icke caracterizou em seu último livro, The Biggest Secret, como Problema, Reação e Solução.

A técnica é como se segue: estrategistas da NOM criam o Problema – financiando, reunindo e treinando um grupo de “oposição” para estimular a baderna em um poder político estabelecido (país soberano, região, continente etc.) sobre o qual eles desejam impingir e, assim, criar facções de oposição em um conflito que a própria NOM manobrou até a existência. Nas recentes décadas, os grupos da assim chamada oposição são geralmente identificados na mídia como ‘guerreiros da liberdade’ ou ‘libertadores’.

Ao mesmo tempo, o líder do poder político estabelecido onde o conflito está sendo orquestrado é demonizado e, como resultado, referido como ‘um outro Hitler’ (tome por exemplo: Saddam Hussein, Milosevic, Kadaffi, etc.). Os ‘guerreiros da liberdade’ não estão reunidos sem freqüência de um elemento criminal local (p.e. KLA, traficantes de droga). No espírito do verdadeiro engano maquiavélico, os mesmos estrategistas da NOM são igualmente envolvidos por cobrir de armas e avisar o líder do poder estabelecido bem como (a NOM sempre lucra com qualquer conflito armado emprestando dinheiro, armando e suprindo todas as partes envolvidas em uma guerra).

O conflito é atraído ao estágio mundial pelos desabafos da mídia controlada com uma torrente de fotos e registros em vídeo tape de atrocidades horrendas e sangrentas sofridas por civis inocentes. Vem o clamor: “Algo tem que ser feito!” E essa é a reação desejada.

Os fantoches da NOM então cuidam que a solução se dê enviando ‘Defensores da Paz’ da ONU (Bósnia) ou uma ‘Coalizão de Força’ da ONU (Guerra do Golfo) ou Bombardeios da OTAN e depois tropas de base (Kosovo), ou um exército em ‘busca de Armas de Destruição em Massa’, que obviamente nunca são encontradas. Uma vez instalados, os ‘defensores da paz’ nunca saem. A idéia é ter tropas da NOM em todos os maiores países ou áreas estratégicas onde significante resistência ao controle da Nova Ordem Mundial é provável ser encontrada.

Quem é a NOM?

A porção comum da NOM é dominada pelos banqueiros internacionais, barões do petróleo e cartéis farmacêuticos, assim como outras maiores corporações multinacionais. A Família Real Britânica, quer dizer, Rainha Elizabeth II e a Casa de Windsor, (que são, na realidade, descendentes do braço Alemão da Realeza Européia – a família Saxe-Coburg-Gotha – mudou o nome para Windsor em 1914), são representantes de alto escalão na oligarquia que controla o superestrato da NOM. Os centros nervosos de decisões são em Londres (especialmente a Cidade de Londres), Basel Suiça, e Bruxelas (quartéis-generais da OTAN).

As Nações Unidas, junto com todas agências trabalhando sob o guarda-chuva da ONU, tais como a Organização Mundial de Saúde (OMS-BR), são representantes completos nesse esquema. Similarmente, a OTAN é uma ferramenta militar da NOM.

Os líderes de todos os maiores países industrializados como os EUA, Inglaterra, Alemanha, Itália, Austrália, Nova Zelândia etc. (membros do “G7/G8”) são ativos e totalmente cooperativos participantes nessa conspiração. Nesse século, o grau de controle exercido pela NOM tem avançado até o ponto que apenas certos indivíduos escolhidos a dedo, que são cuidados e selecionados e mesmo elegíveis a se tornarem primeiro-ministro ou presidente de países como a Inglaterra, Alemanha ou Estados Unidos. Não faria diferença se Bill Clinton ou Bob Dole ganhassem a Presidência em 1996, os resultados seriam os mesmos. Ambos estão representando o mesmo time para o mesmo clube. Qualquer um que não seja um jogador de um time é sacado: p.e. President Kennedy, Ali Bhutto (Paquistão) e Aldo Moro (Itália). Mais recentemente, Admiral Borda e William Colby foram também assassinados porque um dos dois era se recusando a cooperar com a conspiração para destruir os EUA, não estavam cooperando em alguma posição, ou estavam tentando expor/frustrar o controle da agenda.

O papel da NOM dispõe a história da maioria de nossas maiores guerras, revoltas políticas e depressões e recessões econômicas dos últimos 100 anos (e anteriores) como sendo cuidadosamente planejadas e instigadas por maquinações dessas elites. Inclui-se aí a Guerra entre os EUA e a Espanha (1898), a Primeira e Segunda Grandes Guerras; A Grande Depressão; a Revolução Bolchevique de 1917; a ascensão do Nazismo na Alemanha; a Guerra da Coréia; a Guerra do Vietnã; a “queda” (1989-91) do Comunismo Soviético; a Guerra do Golfo de 1991; a Guerra em Kosovo; e as duas guerras no Iraque. Até a Revolução Francesa foi orquestrada por elementos da NOM.

A instigação de uma guerra inventada como uma cobertura para acumular fortunas pode ser datada do começo do Século XII, quando apenas um grupo central de nove membros dos Cavalheiros do Templo, o braço militar de uma sociedade secreta conhecida como o Priorado de Sião, chutou para escanteio as Cruzadas que permaneciam por mais um século e meio. Houve depois um racha entre os Templários e o Priorado de Sião quando Jerusalém caiu diante dos Turcos Sarracenos em 1187. Em 1307, o rei da França, Filipe o Belo, cobiçoso de riqueza e ciumento do poder dos Templários, sendo um fantoche do Priorado de Sião, começou a prender todos os Templários na França em 13 de Outubro. Enquanto muitos Templários foram capturados e torturados, incluindo seu Grão-mestre, Jacques de Molay, muitos outros Templários (que tinham sido denunciados) escaparam. Eles finalmente ressurgiram em Portugal, em Malta (como os Cavalheiros de Malta) e posteriormente na Escócia como o Rito Escocês da Franco-maçonaria, com Albert Pike representando o papel chave na definição de um plano para estabelecer um governo mundial.

A aquisição e consolidação de sempre maior riqueza, recursos naturais, poder político completo, e controle sobre outros são as forças que motivam a direção das decisões dos líderes da NOM. O preço do sofrimento humano e a perda de vidas inocentes não são assuntos para essas pessoas.

A Síntese da Nova Ordem Mundial

Estamos nos aproximando cada segundo dos nossos dias de um modo de viver cujos valores morais e culturais serão completamente destruídos, as fronteiras nacionais dissipadas, as instituições sociais sugestionadas a acabar e as religiões tradicionais esquecidas. E o maior e mais preocupante problema de todos: A sociedade pós-moderna está chegando a essa situação caótica de forma complacente e sem sequer perceber.

Enquanto isso, perguntamos constantemente aqui no Brasil, como pode um país como o nosso, por mais que se esforce em seus variados e emergentes setores produtivos, ainda apresentar números de valores sociais e econômicos tão catastróficos?

Eu me pergunto diariamente como pode ser permitido que o Brasil, maior produtor de Minério de Ferro do Mundo – juntamente com a Austrália –, venda este produto no mercado internacional por míseros 100 dólares à tonelada? O que equivale a míseros 10 centavos por quilo! Quer dizer que para adquirir um automóvel de cerca de 30 mil reais é necessário entregar de bandeja cerca de 150 caminhões carregados de minério. E o lucro deste produto está quase 100% nas mãos de corporações estrangeiras.

Também é difícil entender como podem duas empresas estrangeiras dominarem cerca de 20% da venda e distribuição da água mineral do país que detém as maiores reservas de água doce do Mundo?

Hoje, existem no planeta cerca de cinco corporações transnacionais cujo objetivo – já quase concretizado – é transformar a água em mercadoria. Seu litro já tem quase o mesmo valor do litro da complexa e dispendiosa gasolina! O mais curioso é que nos últimos anos não há nas mesas de restaurantes, como existiam há pouco tempo, jarras de água para beber. É dessa forma que uma família de classe média no nosso país envia anualmente cerca de R$ 2.500,00 para o exterior por não prestigiar os produtos e serviços nacionais.

Os métodos de instalação deste caos econômico e político no Mundo não acontecem por acaso e a forma como foram impostos historicamente no Brasil, tem sido premeditada meticulosamente por grupos financeiros internacionais que, embora sejam apátridas, se escondem atrás dos portões blindados dos Bancos sediados na Europa e nos EUA. E os protagonistas desse esquema, projetado há séculos, não são países, seus governos e os respectivos presidentes tal qual nós somos condicionados diariamente a entender. São famílias de banqueiros internacionais. São clãs; são pessoas. Esta é a Nova Ordem Mundial.

Alguns desses grupos são velhos conhecidos dos brasileiros, como os Rockefeller e os Rothschild, “amigos íntímos” do Brasil e de Portugal desde os tempos dos “Panos e Vinhos” da vida, no início do século XVIII. Outros, nem tanto, como os Warburg e os Morgan, que atuam inconstitucionalmente nos países perpetuando-se por detrás das cortinas da História. Seu objetivo final é criar um Governo Mundial único, destituindo os valores, as instituições e as fronteiras nacionais; comandados implacavelmente por uma diminuta elite global. Isso significaria, na prática, o fim da liberdade como nós a conhecemos, e o início de uma Nova Era para a humanidade.

Pesquisem sobre esse Governo Oculto Mundial. Ele está se consolidando de forma velada em todas as áreas de nossa vida. Seja na economia, nas artes, na política, educação, etc. Em muitos casos, acontece abertamente. Por esses motivos, isso não se trata de conspiração, mas sim de fatos. E contra os mesmos, dificilmente consegue-se argumentar.

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