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Rankstar e o reator antimatéria

Rankstar e o reator antimatéria
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As imagens abaixo foram fornecidas no mês de outubro de 2010 pelo Projeto Portal – Núcleo SP e nela o ser extraterrestre “Rankstar” ao se mostrar, a manifestação de luz do reator antimatéria que ele segura em sua mão, faz que ela se torne translúcida e ao mesmo tempo faz também que a filmadora que grava a sua presença sofra uma interferência que ao acabar, ele também desaparece.

A Freqüência que os fenômenos ufológicos se manifestam está ligada a determinada freqüência mental. Portanto, quando alguém interage com determinado fenômeno ufológico, a sua freqüência mental está ressonante com a freqüência necessária para esta manifestação. Assim, para que aconteçam estes fenômenos – de luz, de som e de quaisquer outros considerados ufológicos, é necessário que neste momento de interação, aquele que os sintoniza esteja em relação a eles com a sua freqüência cerebral mais de 14 hertz por segundo. O cérebro do ser humano que vivencia estes fenômenos, ele está preparado para este momento, reagindo de maneira própria ao gerar através de processos hormonais alguns estímulos, que aumentam bastante a freqüência que nela ele comumente se acha – a freqüência Beta, quando então passa para a freqüência cerebral em torno de 40 Hertz por segundo, podendo ainda ir muito alem dela.

No momento desta filmagem o ser extraterrestre transformou a sua luz vibracional em uma luz física para se mostrar no mundo real. Portanto, quando ele se deixou filmar, a sua freqüência “foi moldada” para câmara filmadora – para uma freqüência que mesmo nela os olhos humanos não enxergam quase nada. O pesquisador do Projeto Portal que para ele já são comuns fenômenos ufológicos, há muito vem preparando neste sentido através de exercícios mentais específicos, que utilizam de seu centro energético do frontal e que o permitem atingir freqüências bastante elevadas ao nível do Mental Superior e do Mental Físico, para que possa ter interações mais constantes com as realidades paralelas – e, alcançar também de maneira mais clara uma nova visão da Realidade.

As imagens desta Página com trinta avos de segundo entre elas estão em uma determinada seqüência e com apenas os recursos computadorizados de ampliação e de uma melhor iluminação. Entretanto, é aconselhável para que se tenha uma melhor visualização das imagens de “Rankstar”, que elas sejam olhadas na penumbra só com a iluminação da tela do computador, para que fiquem mais definidas e visíveis.














O cérebro como “instrumento físico” funciona como “computador vivo”, permitindo ao ser humano buscar “A Resposta” na Teoria Final que unifica tudo o que existe, utilizando da teoria das supercordas que mais atual, estabelece que as entidades mais básicas da matéria ou os “tijolos” a partir dos quais tudo é construído, não são pequenas partículas como o elétron, mas tubos submicroscópicos de energia que vibram freneticamente num espaço de nove dimensões. Encanta-o ainda mais, como a matéria inanimada tornou viva, para que ele agora como consciência do cosmo o Universo pudesse através dele se perceber.

A mente não pertence ao cérebro e o cérebro não explica a mente, embora exista uma interação entre os dois. A mente é uma entidade independente. Ela acontece pelo cérebro, mas não pertence a ele e muito menos é uma segregação cerebral.

A mente daquele que busca o conhecimento “mexe” especialmente com a sua freqüência cerebral, que está associada à sua capacidade criadora. A mente é “filha” da matéria, porque ainda “se ancora” em sua condição de cérebro-mente para “se fazer/codificar” (limitada) por processos físico-químicos no mundo da matéria. Ela está ainda de certa forma associada ao mundo dual de experiências (e do eletroquímico) que é gerador de expectativas – ainda circunscrita “ao que é controlador, que busca metas/resultados e que gera disputas/conflitos. “Estar” apenas mental, buscando só o padrão vibratório, sem buscar a sua contraparte no padrão evolutivo ou na consciência e razão, não é confiável – não unifica.

“Expressar consciência” para quem busca e vivencia as realidades paralelas, é “comporta-se diferentemente”, utilizando-se de seu “mecanismo” cérebro-mente, que o disponibiliza para mudanças interno-cognitivas compatíveis a novos níveis de entendimento além de seus sentidos comuns. E nessa sua busca de conhecimentos e de se expressar em outro nível de consciência, ele sabe que a sua glândula pineal no contexto da anatomia e da fisiologia de seu organismo, não é somente uma glândula. Ele sabe que esta glândula é um órgão sensorial e que através dela, é que ele pode acessar de forma consciente a partir da terceira dimensão as realidades paralelas.

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