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QUEDA DA SONDA

QUEDA DA SONDA
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Os restos da sonda que caíram há dois anos em Corguinho/MS-BR foram achados e filmados pelos repórteres de um canal de TV brasileira e estão agora sendo analisados por um órgão competente do Governo Federal. O núcleo da sonda do tamanho de um limão é uma esfera metálica que parece possuir um circuito de tecnologia diferente. Este núcleo estava dentro de um paredão rochoso, que derreteu a rocha onde ele estava.

Pela primeira vez materiais provenientes de fatos fisicamente acontecidos e relacionados com os “seres”, estão sendo vistos e analisados cientificamente.

O Centro Tecnológico Aeroespacial de São José dos Campos é que está fazendo os exames laboratoriais e já emitiu os primeiros laudos das análises. Este Centro de Pesquisa está dando muito apoio ao Projeto Portal, inclusive para as pesquisas futuras, porque os resultados destas análises estão sendo surpreendentes. Estes laudos científicos, como já foi mencionado, são os primeiros deste tipo e trazem informações de interesse público, que os dimensionais/Projeto Portal devem divulgar. Aqueles que confundem a sonda com um meteorito podem de imediato descartar esta hipótese, porque o meteorito quando entra na atmosfera terrestre forma uma crosta esverdeada (uma casca), que o núcleo da sonda não possuía. Quando um meteorito cai o seu impacto com o solo provoca um som estrondoso, o que também não aconteceu com a sonda, já que ela provocou uma “explosão” (clarão) sem som.

As analises iniciais deste material coletado mostram que ele é de origem desconhecida, apesar dele estar registrado para pesquisa neste órgão do governo federal como restos de um meteorito.

Pelas análises iniciais do material coletado do núcleo da sonda, já sabe que ele não é só composto de ferro e de níquel, que é uma característica dos meteoritos. Ele é também composto de titânio, de silício, oxigênio, traços de vanádio e de manganês. A parte externa do núcleo é totalmente revestida de titânio. Até lítio foi encontrado nele, o que possibilitaria o fornecimento de uma energia permanente à sonda.

Envolvendo toda esta esfera (núcleo) estava presente uma resina, que em laboratório procede como tivesse uma consciência, como tivesse vida e em função da cor âmbar desta resina orgânica ser bastante escura, calcularam que esta sonda era muitíssima antiga. Esta resina, multivibracional, nos exames de laboratório vai se modificando, apresentando alterações mostradas por varias freqüências de ondas. As resinas terrenas sempre se mostram em uma determinada freqüência de onda. Portanto este objeto que caiu em Corguinho/MS-BR apresenta uma tecnologia que não é terrena, porque foi criada com a tecnologia dos “seres”.

Quando o núcleo desta sonda foi encontrado, para que ele não “explodisse”, deveria ser desativado por um dimensional com uma freqüência vibratória compatível com a freqüência da sonda, sem a interferência de uma faixa de freqüência mais baixa. Como um funcionário da rede de TV entrou no campo energético do núcleo, menos de sete metros dele e sua freqüência não era compatível com a freqüência da sonda, aconteceu a “explosão” através de uma labareda de luz, que lançou uma chama a dois metros de distancia. Se o núcleo tivesse sido “desativado” corretamente, o campo eletromagnético no local ficaria inicialmente potencializado, para depois o núcleo ficar igual a uma brasa, derretendo tudo que tivesse perto dele, como em uma fusão radioativa.

Aqueles que estavam no local naquele momento e tocaram no núcleo, ficaram com os seus campos eletromagnéticos potencializados.

Esta sonda que “caiu” deveria ter um laquim pilotando-a, porque ela deveria ter mais ou menos dois metros e meio de diâmetro, já que o núcleo dela media 2,5cm. Cada centímetro do núcleo representava um metro de plasma no corpo da sonda, que antes saia e entrava na terceira dimensão através de portais energéticos.

Os técnicos estão obtendo ainda informações laboratoriais das amostras, já que elas têm material de estudo para mais de dez anos. 

Entretanto, os estudos destas amostras estão fornecendo informações que apenas podem ser medidas, avaliadas e fornecidas por leis físico/químicas, dentro dos “limites de uma ciência da terceira dimensão”.

Apenas uma consciência dimensional que já interage com a quarta dimensão e por “transcender o racional” indo “além do lógico”, com uma “visão/linguagem” ao nível de uma percepção também além dos cinco sentidos humanos, que pode assimilar plenamente estas e outras informações de uma interação entre dimensões.

O dimensional não deve ficar mais circunscrito aos fatos (ao tridimensional), ele deve extrapolá-los. Ele deve também e, sobretudo, procurar as suas respostas além dos fatos.

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