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Caminho da Transmutação

Caminho da Transmutação
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“O ser humano vive em uma ‘Matrix’ e terá um mundo paralelo até 2065”, diz o cientista da NASA Richard Terrile. Também segundo ele, “o universo faz parte de um programa de computador controlado por humanoides do futuro”. Ainda de acordo com esse diretor do centro de computação evolutiva e design automatizado do centro tecnológico da NASA, a evolução tecnológica está por trás dessa constatação, quando propõe criar um outro mundo (virtual) em cerca de 50 aos.

Afirma Richard Terrile, “que essa nova realidade para daqui aproximadamente 50 anos não é pouco tempo para uma evolução tão expressiva, porque a NASA já possui computadores capazes de processar informações mais rápidas que o cérebro humano. E se levar em conta a Lei de Moore (poder de processamento dos computadores dobrando-se a cada 18 meses), em uma década essas máquinas poderão processar em apenas um mês, o equivalente 80 anos de pensamentos produzidos por uma só pessoa”.

Cientista da NASA Richard Terrile – Imagem da Internet

Para esse cientista, que participou do projeto da sonda Voyager 2, responsável pela descobertas de várias luas de Saturno, Urano e Netuno em 1986, “a espécie humana vive em um tipo de universo ainda muito mais realista do que os de videogames, que permitem a exploração detalhada da rotina de personagens virtuais”.

E ainda se valendo da Mecânica Quântica para reforçar o que pondera, “até que uma partícula seja observada, ela não apresenta um estado definido, mas conforme vai passando de fases ao ser observada, vai-se também descobrindo outras realidades”.

Continuou mencionando esse cientista, “o ser humano vive em um universo com muitas propriedades matemáticas e tudo o que ele produz para melhorar a sua vida e evoluir tem base matemática, inclusive os programas de computador. Quando ele vai ao cinema e assiste os filmes por meio de simuladores de realidade, por exemplo, sente o ar em seus cabelos e tenta se desvencilhar de objetos virtuais, por achar que são reais – e, para o que ele chama de realidade, nele faz isso também diariamente. E, para esse outro tipo de realidade completamente diferente (dos objetos virtuais) que se quer oferecê-lo no futuro”.

Essas observações o levou questionar, “um programa de computador muitíssimo evoluído não faria também a mesma coisa com o sentido da realidade humana? A ciência já é capaz de criar realidades digitais em videogames e em filmes (com o poder dos computadores). Assim, em não mais que meio século a NASA pretende oferecer essa realidade ao ser humano, por tempo indeterminado – e, esse mundo virtual será do jeito que ele quiser”.

Pensa também Richard Terrile, “que a realidade humana foi programada por uma espécie de seres mais evoluída do que a atual, que agora poderá fazer com o passar do tempo a mesma coisa – é a criatura imitando o criador. A ideia da NASA é criar uma alternativa, como uma escolha para a humanidade, oferecendo-lhe uma possibilidade de viver, por exemplo, em um local com grama de cor cinza, um céu com outro tom de azul, etc. Viver em um universo novo a ser explorado, que através de supercomputadores tudo isso vai ser possível”.

O mundo virtual proposto por Richard Terrile será do jeito que cada um quiser, por exemplo, uma realidade em que a grama é de cor cinza, o céu com outro tom de azul e as pessoas de pele esverdeada, etc.– é a criatura procurando imitar o criador.

Continua ainda acreditando esse cientista, “que o ser humano está programado para acreditar nessa realidade (de seus cinco sentidos). Ele nasce e morre nesse simulador, que para ele é a realidade programada (criada) por uma espécie de humanoides muito mais evoluída do que ele. Nesse sistema muito complexo, além do comum humano do dia a dia e desse universo, esses humanoides criaram consciências, sentimentos e medos. Tudo o que o ser humano sabe do mundo veio deles por meio de um programa de computador muito avançado”

Finalizando ele diz, “o que o ser humano pensa ser real, por exemplo, Deus e tudo por ele criado, como os seus sentimentos, o universo, as espécies de animais, etc., dentro de sua concepção esses humanoides são “Deus” ou, “alguém” que vive no futuro e que criou esse mundo para observá-lo. E provavelmente não existe apenas esse universo, mas existem outros e outras gerações com muitas pessoas juntas e em outras simulações pelo espaço (como mundos virtuais observáveis em videogames). Acredito que uma das chaves para entender esse sistema é realizando uma dessas simulações”. 

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No texto “Caminho da Transmutação” existe uma incrível analogia entre o que pensa ainda como hipótese Richard Terrile cientista da NASA, quando menciona que o ser humano vive em uma Matrix controlada por humanoides do futuro, com o que texto procura informar, como um fato já acontecido ou, no instante da entrega de parte da “Quinta Placa” com o auxílio das 49 raças, que além do espaço-tempo são seres universais conscientes, que podem interagir com frequências de realidades mencionadas tanto do passado quanto do futuro. E, o que esse cientista menciona como tecnologia da máquina (computador), o texto cita a “tecnologia da mente”.

E essa analogia continua quando o cientista menciona humanoides do futuro e o texto cita as 49 raças como seres universais que dominam o espaço-tempo (podem estar no futuro) e que o dimensional é um deles, estando na realidade física ou na Matrix momentaneamente limitado em condição humana para um compromisso cósmico, sendo observado pelo seu “Eu do Futuro” ou, por ele mesmo em outro nível de consciência.

Também, quando Richard Terrile menciona a possibilidade através do computador criar realidades digitais ou virtuais além do comum na existência do dia a dia humano, o texto narra um instante único através da energia mental do dimensional, que teve acesso à uma parte da “Quinta Placa” com aparência de uma pedra, mas que não era uma pedra comum, quando símbolos, letras, sinais e imagens como vindos de dentro dela mostravam em sua superfície, para logo após irem diluindo e mais outros diferentes ali aflorarem em um movimento incessante, enquanto era segurada.

Ainda, quando ele refere essa Matrix criada por um programa de computador e o filme com esse mesmo nome incentiva o ser humano conscientemente extrapolá-la, o texto relata um instante singular em que uma mente unitária (o dimensional) dentro desse “Todo” já em sintonia à Mente Universal e já também se fazendo como um “veículo consciente” ou como uma “máquina viva” para essa extrapolação além da realidade física (ou dessa Matrix) e agora ainda em sintonia à Consciência Universal consegue sair dessa prisão, “ao tomar posse” nesse instante de sua Memória Cósmica, unindo no aqui agora o seu passado e o seu futuro.

Conclui-se com essa analogia, que para se extrapolar dessa Matrix, é necessário se transmutar.

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Caminho da Transmutação – e, de um ser cósmico criador.

Para que o dimensional ainda em condição humana e, portanto em corpo físico possa acessar outras dimensões já em condição de transmutação, é necessário que antes exista uma realidade física, para que nela já esteja também fisicamente presente. De fato, para que sejam acessadas dimensões superiores mais aceleradas, há necessidade primeiro da existência de um plano físico, para que à partir dele o dimensional (já conscientemente apto) possa antes gerá-las e só depois de assim criadas, possa então, naturalmente acessá-las.

E, dentro desse criar e desse acessar é necessário o saudável e o correto funcionamento de seu “mecanismo” cérebro-mente, que lhe possibilita pensar. Portanto, é com esse seu “mecanismo mental” a possibilidade de surgimento de seu pensamento, que é capaz de criar de acordo com a natureza do que ele emite. Desse modo é que o dimensional em corpo físico saudável e, se já apto a se transmutar, possui (especialmente) capacidade de gerar energias mentais também mais sutis e mais aceleradas, que conduzidas pelo seu pensamento podem construir novas realidades, construir novos mundos.

Entretanto, céu, purgatório, inferno e outros conceitos dessa natureza não são realidades, mas formas-pensamento (não consistentes) condicionadas por outros no campo emocional daquele ainda não apto a se transmutar, portanto sem condições também de se tornar um semideus verdadeiramente criador de outros mundos, conduzindo-se por Leis Universais sintonizadas à Mente Universal (“Deus”) – Mais informações no texto “Dominando Leis Universais e Eternas”, na Página Interações, nesse Site.

Depois de transmutado ele irá cada vez capacitando-se como um semideus em uma “escala ascensional”, que para ela algumas religiões em linguagem devocional dão sucessivos nomes e funções de acordo com a “hierarquia dos anjos”. Mas, em linguagem mais mental e mais vibracional o dimensional (filho das estrelas) depois de transmutado “galgará” realidades cada vez mais vibráteis ou de luz, na medida em que irá também e cada vez mais evidenciando sua verdadeira realidade cocriadora, buscando o Infinito “inserido” à Mente Universal – ou, à Consciência do Todo em Tudo.

Fotografia de uma xendra. Com o seu “mecanismo cérebro/mente” o dimensional pode pensar, gerar e criar de acordo com a natureza do que ele emite. Foto tirada em julho de 1999, através de uma máquina fotográfica comum (com negativo) – De Antônio Carlos Tanure.

O dimensional ainda em corpo físico-humano é uma mente unitária ou individual “inserida” à Mente do Todo, mas só após de se transmutar que ele evidenciará de fato essa sua realidade de “ser filho de Deus” – ou, de ser um semideus criador de outros mundos.

Ele em condição humana deve ter em mente desde de agora, que o plano físico é apenas uma porta de entrada (eletromagnética) para outras dimensões, que antes de alcançá-las, ele deve primeiro começar gerá-las e, se não está ainda conseguindo percebê-las (evidenciando-as para si), porque ainda não está conseguindo estabelecer com elas correspondência (sincronia) mental, à partir do plano físico onde ele está e de onde tudo deve começar a ser gerado.

Especialmente nessa ocasião em que está para abrir a “janela do tempo”, favorecendo a sua transmutação, o dimensional ainda em condição humana está por esse motivo obtendo sinalizações e informações das 49 raças e, mais de perto ainda, tendo-as já na realidade física através dos seres de Gêmus, que muitas vezes com esse objetivo literalmente materializam-se em forma humana.

Também, a nave de Aldebaran ou, da frequência matricial está em sintonia com aquele dimensional mais apto (“matriz” dos demais) à propagação. Ainda, estão mais constantes as presenças principalmente em atividades de campo dos deuses (divindades) da natureza e dos enteais, que com a sua sutileza vibratória proporcionam ao dimensional maior capacidade mental à sua interiorização, para que com ela possa desenvolver melhor sua capacidade de intuição e de discernimento.

Nessas atividades de campo realizadas junto à natureza, são momentos especiais de emoção associados à vibração sonora (canto) vinda desses seres de mundos paralelos, modulando a vida e a alma do dimensional, para que ele nessa ocasião consiga unir tempo/espaço como um só instante em um “cruzamento mental-vibratório” voltando ao seu passado e despertando-se para lembranças de um tempo anterior possa então, ir agora em frente com mais correção, com mais harmonia, por já ter corrigido o que deveria em seu passado

O dimensional que está no momento em condição humana, portanto que está em corpo físico procurando se transmutar, ele busca adquirir não só sintonia e, sobretudo capacidade de interação com mundos paralelos, precisa que seu veículo físico (corpo) esteja através de dietas com peso correto. O excesso de peso dificulta o repasse de carga elétrica e a falta de peso não permite que suas glândulas funcionem direito – e, sem essas condições corretas esse seu “veículo gerador de acesso” às outras realidades não gerará o necessário equilíbrio biorrítmico, que dele precisa para esse seu intento.

Quase todas Antigas Escrituras mencionam que os seres humanos foram “feitos de barro”, condição que nela está também o dimensional em sua atual condição humana inserido em corpo físico – ou, nesse “barro primordial” que dele foi constituído e que será por ele agora manipulado com o auxílio de uma vibração sonora, para que possa através dele alcançar níveis altíssimos na cadeia vibratória da malha eletromagnética e acionar a energia primaria conhecida como a energia da criação – ou, a energia de realização na realidade física.

    


Na primeira foto (através de uma filmadora comum) a imagem do exato momento do estalo (vibração sonora), quando instantaneamente aconteceu através da malha eletromagnética da Terra o vórtice (túnel) de energia na forma de ondas em espiral, interagindo tanto com o corpo físico quanto com o campo bioenergético do dimensional, que foram transformados naquele instante de sincronia (em frequência mental/pensamento muitíssima acelerada) também em um vórtice de energia ou, em um “portal vivo”, para que através dele pudesse acessar como “viajante do tempo” em realidades paralelas informações tanto de seu futuro quanto de seu passado, relacionadas ao seu compromisso cósmico, no aqui agora. Na segunda e terceira fotos o processo de expansão do campo eletromagnético gerado pelo “portal” e na quarta foto a sua expansão máxima, quando então ele começa a sua retração mostrada na quinta, sexta e sétima fotos. A oitava foto o dimensional está pegando no chão a sua “Placa Física” já materializada – Fotos de Antônio Carlos Tanure

O dimensional que acessa sua “Placa Física” consegue (especialmente) através da utilização desse seu “barro primordial” antecipar mais rapidamente a manipulação de sua frequência de transmutação, ao conseguir também mais fácil, ir “abrindo” mentalmente “portas” para novos pensamentos, e com esses para novas vidas e para novas realidades, que através delas poderá voltar ao instante do início quando deu a sincronia dos universos – ou, ao momento em que tudo foi originado. Aquele que não conseguir essa sincronia, que está relacionada ao pulsar dessa galáxia, não irá conseguir também a consciência plena (o conhecimento absoluto), que para consegui-la precisa já estar transmutado.

O recebimento da “Placa Física” é um momento vibracional muito especial para o dimensional como um meio caminho já andado à sua transmutação. Esse acesso é ainda um instante de sua interação mental em frequência bastante acelerada, para que aconteça também a materialização da escrita dos símbolos com informações associadas à sua história cósmica, quando ainda não possuía um corpo físico e do porquê de sua presença nesse planeta para um compromisso cósmico.

Ao receber a sua “Placa física” o dimensional está nesse instante expressando-se conscientemente através de seu corpo físico-humano, portanto está também se exprimindo com cerca de 10 trilhões de células, que trabalham de maneira integrada e que possuem funções específicas através do seu DNA – ou, através do seu Ácido Desoxirribonucleico formado por uma fita dupla em forma de espiral composta por nucleotídeos, com esses constituídos por três substâncias químicas, uma delas com base nitrogenada Adenina (A), Timina (T), Citosina (C) e Guanina (G); uma outra com cinco átomos de carbono (pentose); mais uma outra com radical de ácido fosfórico (fosfato).

Resumindo-se, o dimensional com o seu corpo físico-humano formado por genes, DNA e cromossomos e esses basicamente constituídos por proteínas, ele só consegue se manifestar mentalmente na realidade física, expressando-se conscientemente, porque utiliza-se desse seu “veículo proteico”.

As informações dos dois parágrafos anteriores têm o objetivo de sinalizar e de comparar duas situações no instante da entrega ao dimensional de parte da sua “Placa Física”, quando ele se viu fisicamente presente e consciente na realidade física com seu “veículo proteico” ou, com seu corpo físico humano, mas quando se viu também naquele momento (duplamente) consciente e presente com seu outro “corpo de barro” ou, com sua “Placa Física” que lhe trouxe algumas informações escritas do futuro e mesmo de seu passado através de símbolos relacionados ao seu compromisso cósmico e à sua condição ainda de “viajante do tempo” – ou, de “filho das estrelas”, quando não possuía corpo físico humano..

O acesso à “Placa Física” é um instante mental, vibracional e cósmico do dimensional e especialmente de sua sintonia à Mente Universal com esses seus “dois corpos” juntos. Um momento único de uma mesma mente unitária, porém uma no presente e outra tanto no futuro quanto no passado como uma só memória, com a primeira utilizando-se de um “veículo corpóreo proteico” e a segunda de um “veículo de barro” que foi gerado literalmente da terra apenas para esse instante.

Um lado de parte da “Placa Física” que não é acessada por um planetário (com origem nesse planeta), mas apenas por um dimensional ou, por um “filho das estrelas”, trazendo-lhe em escrita universal dos símbolos informações que lhe são próprias como a de sua origem universal (nesse caso nas Plêiades); seu compromisso no aqui agora voltado à remoção de conceitos milenarmente ultrapassados e não mais aceitáveis nesse ciclo que se inicia; propagação de conhecimento que busca novos paradigmas para um novo pensar e agir em sintonia à Mente Universal com suas Leis compatibilizadas à Ciência Cósmica Vibracional. E, muitos outros símbolos, códigos, sinais, letras e imagens se mostraram antes e depois dos mostrados acima, dentro de uma dinâmica sucessiva de informações oriundas do futuro e do passado do dimensional, como os que na forma de códigos simbolizaram as civilizações extintas dos incas, dos maias e do antigo Egito, entre outras – Foto com máquina fotográfica comum (com negativo) de Antônio Carlos Tanure.

Mesmo já não estando mais presente na realidade física esse “veículo de barro”, que trouxe para o dimensional informações oriundas de seu futuro e de seu passado, porque alguns minutos após a sua materialização se desmaterializou, ele mesmo assim ainda sente em seu corpo físico ou, em seu “veículo corpóreo proteico” através de seu “mecanismo cérebro-mente” contínua e intensa influência daquela “momentânea fusão”, quando se percebe agora com habilidades mentais, que se ampliam em níveis mais sutilizados e mais compatíveis com seus vórtices (chacras) superiores de seu campo bioenergético (aura), possibilitando-lhe em um estado de consciência mais ampliado e também de interação mental mais fácil com os mundos paralelos, trazer ao mundo concreto e do fisicamente visível informações do mundo sutil, vibracionalmente mais acelerado e não mais visível.

“Fotografia de um “portal energético”, no local das Sondas, Fazenda Hotel Projeto Portal, às 12:00 horas do dia 31/12/2000 – Foto com máquina fotográfica comum (com negativo) de Antônio Carlos Tanure.

Os parágrafos abaixo e em itálico são de alguns trechos retirados do texto escritos anos atrás (2001), que descreve momentos da entrega de parte da “Quinta Placa Física” e que entre outras de vários dimensionais foi acessada nessa ordem de entrega. E nele estão informações de momentos para que acontecesse o acesso do dimensional às realidade paralelas através da presença acelerada e direcionada de sua energia mental (nas frequências da terceira dimensão movida pela sua vontade, da quarta dimensão movida pelo seu desejo e da quinta dimensão movida pelo seu Pensamento/Consciência), utilizando da malha magnética da Terra e gerasse o portal eletromagnético, que através dele pudesse ainda ser gerada (materializada) sua “Placa Física” ou, seu “veículo de barro”.

“Em um local chamado de Milharal, no Hotel Fazenda Projeto Portal/MS, no dia 21/07/2001, em torno das 22h00min. um Poder Maior se expressou na realidade física um instante de luz, cores e som, literalmente materializando “Placas Físicas”, que nelas continham e expressavam em linguagem simbólica e transcendental um instante da Verdade Maior, muito e muito além da verdade menor proveniente de todos os conhecimentos que porventura se possa assimilar pela leitura de todos os livros desse mundo físico”.

“Na medida em que esperava, sentia que crescia gradativamente em mim uma sensação de estar mentalmente leve. Sentia-me, como se “diluísse” de minha individualidade e de minha personalidade. Sentia-me, como se me despisse de uma veste incômoda e densa. Percebia-me diluído em algo sem rosto, em algo mais sutil, mais leve. Quando não mais me percebia movido do que é chamado de emoção, o sublime aconteceu”.

“Vi numa determinada altura de onde formou o campo eletromagnético do portal, abrir-se uma fenda de luz prateada de um brilho cristalino intenso e indescritível envolta em um halo de luz dourada”

“As bordas desta fenda eram voltadas para dentro dela mesma e se fecharam imediatamente, portanto como que fundindo uma com a outra. Instantaneamente e, com o aparecimento desta fenda de luz e cor, escutei dois estalos, um após o outro, e, mesmo envolto pela escuridão, sabia pelo som destes estalos (vibrações sonoras), que eles tinham vindo de um local alguns metros à minha frente, à minha esquerda”.

“A abertura do portal pelo meu campo de visão, se deu (na realidade física) à esquerda e acima de um coqueiro que estava na minha frente, portanto tendo como referência a altura deste coqueiro, calculei que essa fenda se deu muito acima de quinze metros do chão. Pela filmadora, se viu posteriormente, que essas duas expressões circulares de luz se fizeram e caíram mais de cinquenta metros de altura do chão”.

“Esses dois estalos indicaram o local que depois foi confirmado, onde as duas pedras (também a de um outro dimensional) com o material fornecido pela natureza, materializaram nessa dimensão. Entretanto, como essas pedras, por conterem símbolos, letras e sinais que identificaram esse dimensional em uma outra realidade e em outro estado de consciência, elas serão chamadas à partir de agora de “Placas Físicas”

“Esses símbolos, letras, sinais e imagens faziam e se mostravam constantemente “escrevendo” na superfície dessa “Placa Física” quando era segurada” – ou, se mostravam como vindos de dentro dela aproximando da superfície, para irem ai diluindo-se, na medida em que mais outros diferentes e em um movimento incessante viam de dentro”.

Portanto, na “Placa Física” se mostrava uma escrita de símbolos “vinda” de uma outra realidade além do espaço-tempo. Pode-se também dizer que era uma “Pedra Viva”, porque nela não só mostravam (vibravam) informações de uma consciência, como ela ainda mudava de cor indo do prateado fosco a cor de ferrugem (hematita). As marcas tipo ranhuras da sua superfície quando observadas de perto, não se definiam, pois seus contornos mudavam constantemente.

Essa “Placa Física” era bastante leve, estranhamente leve. Era praticamente sem peso, tendo em vista a sua aparência metalizada, o seu comprimento, a sua largura e a sua espessura” – Mais informações na Página O Portal e na Página Relatos, com o texto: No milharal, “a entrega da Quinta Placa”, nesse Site.

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Na foto da primeira imagem acima, no outro lado de uma parte da “Placa Física, dois símbolos se mostraram no instante em que estavam sendo fotografados, oriundos de outra realidade (além do espaço tempo) ou, do passado e do futuro do dimensional que se fizeram presentes como um só instante naquela ocasião. Na segunda imagem ampliada da mesma foto mostra o símbolo representativo da Alquimia do Pensamento; capacidade de transformação do emocional que busca o sentido da Universalidade e da Unicidade; habilidade mental já adquirida como ser universal em outros mundos; habilidade de “cura” principalmente aquela outra não físico-corpórea, que busca através de novos níveis de consciência alcançar planos mais sutis de vibração. Na terceira imagem também ampliada da mesma foto mostra o símbolo associado ao seu passado na Galileia, no tempo de Jesus de Nazaré; um manipulador de energias paralelas (viajante do tempo); um agente transformador, perseverante e com a percepção do “irreal” dentro do real buscando sempre o Sentido da Verdade – Foto de Antônio Carlos Tanure.

O dimensional que alcança esse instante singular de sintonia à Mente Universal, ele consegue também em seu dia a dia alcançar condições mentais para a preservação de seu corpo físico, deixando-o mais duradouro – ou, se permitindo viver por mais tempo. Por se tornar mais consciente, consegue ainda condições de iniciar o desenvolvimento do processo altamente vibratório de tecnologia mental conhecido por medicina de cristo, que foi utilizada por Jesus de Nazaré – O Cristo. Na realidade a palavra Cristo está nesse sentido expressando uma vibração sonora relativa a dos cristais ou, da cristalinidade que corretamente manipulada e direcionada atua no corpo físico humano – e, no “barro primordial”.

Cristalinidade que o dimensional consciente, desperto e em corpo físico precisa estar com ela em sintonia e com ela interagir, para que possa visualizar a luz crística em sua frequência de vibração, que comumente se mostra como luz/cor vermelha. Ele que já começa possuir conhecimento próprio à habilidade mental para o exercício na frequência da medicina de cristo, ele já começa possuir também informações antes não imagináveis – ou, aquelas relacionadas às “da arvore da vida”.

Foto tirada em 05 de julho de 2009, no Campus da Universidade Federal /MG, mostrando um momento de sintonia e de interação de dimensionais com a energia crística em sua frequência de luz/cor vermelha, que naquela ocasião se manifestou – Foto de Antônio Carlos Tanure

O dimensional conscientemente desperto será o novo “Adão” (adapa da raça adâmica), que já existia antes até mesmo “inserido” em adamu, protótipo do que viria ser no futuro o homem aperfeiçoado criado pelos alienígenas anunnaki e hoje visto como um ser humano comum, mas que agora já começa se mostrar em sintonia com esse novo ciclo que se inicia em sua condição de “filho das estrelas”, de um semideus e de um modelo ideal para um ser possuidor de conhecimentos e de sabedoria universais. E ainda como um ser de interação consciente com as realidades paralelas, dominando a matéria e manipulando Leis Universais na condição de O Ungido ou, de O Cristo – de um ser já preparado para se transmutar e já na condição de “comer do fruto da árvore da vida” – ou, de criar novos universos e de poder existir eternamente, por conservar sua memória.

O conhecimento humano atual não alcança o entendimento da verdade absoluta, mas o dimensional – ou o filho das estrelas, já no caminho de sua transmutação e já começando resgatar sua memória cósmica, ele já começa também alcançar uma percepção mais profunda da realidade, na medida em que vai paralelamente vivenciando experiências voltadas ao multidimensional com a flexibilidade de se expressar e de agir através de outra maneira de pensar, raciocinar, analisar e perceber não mais de forma linear habitual do ser humano comum.

Ele já possui outra maneira de ver e de proceder na realidade física, sem mais deixar conduzir por um início, meio e fim, sem mais se deixar limitar dentro de um espaço e do que é chamado de tempo (linear) com passado, presente e futuro, aprisionando-se. Ele não se faz mais limitado, já percebendo o verdadeiro significado de Unidade.

O dimensional nessa sua busca da verdade absoluta ou, em seu sentido mais pleno além da realidade física, ele já sabe que deve deixar se envolver pelo conhecimento do mundo quântico não de forma teorizada, mas de maneira que pode vivenciá-lo mentalmente, experienciando-o, para perceber as linhas superiores da malha magnética e para se descobrir com o conhecimento voltado à iluminação de sua alma.

    

A primeira foto mostra parte da “Quinta Placa” (pela ordem de entrega) na forma também de uma seta com cinco pontas, que com essas duas sinalizações indica ao dimensional sua sintonia com o Signo de Salomão, com o código representativo do Eu Superior influenciador dos cinco sentidos normais, mas que ele “já entrou” na frequência do sexto sentido em busca dos demais outros sentidos (de suas demais habilidades paranormais). A segunda imagem ampliada ainda da primeira foto quando o dimensional segurando em suas mãos a sua “Placa Física”, que mudava de cor todos os instantes aparentemente movida por vontade própria, ela ia também mostrando símbolos e imagens “misturados como “vindos” de seu interior, para logo a seguir já “mais aflorados” à sua superfície se mostrarem com mais nitidez, como o rosto de um ancião com barba e com traços fisionômicos de um oriental. A última foto mostra um momento, quando o dimensional ao colocar a “Placa Física” em seu plexo, ela se iluminou através das frequências (feixes) de luz das linhas do tempo, que lhe proporcionaram através de sua energia da kundalini a interação do seu campo bioenergético/aura com campos de energia dos Planos mais acelerados e mais sutis de Vibração – Fotos com máquina fotográfica comum (com negativos) de Antônio Carlos Tanure.

O dimensional em sua condição humana portador de um corpo físico está em um momento ímpar de sua vida, em função da “janela do tempo” que já se aproxima, na medida em que a Terra em seu “tecido cósmico” já começa vibrar em sua “dança cósmica”.

As aberturas dessas “janelas” que irão acontecer em um primeiro momento em torno do ano de 2018 e em um segundo momento em torno do ano de 2028, elas estarão associadas com três momentos da Terra na malha cósmica ou, quando nela “sobe, para e desce” E, nesse período de sua “dança quando ela já começa sua descida” (sem que se deixe de ter movimentos de rotação e translação), o dimensional nesse “ponto zero cósmico” já deve estar também preparado para interagir na frequência de uma outra realidade mais acelerada (vibrátil), quando então já deve estar realmente inserido em seu processo de sua transmutação.

 

Ilustração dos momentos da Terra nas duas aberturas das “janelas do tempo”, durante sua “dança” na malha cósmica – imagem do Jornal Concha

Portanto, para essa “dança da Terra” o dimensional deve-se preparar, para o momento de atravessar essa “janela” que estará aberta, porque só depois dessa sua “travessia” que ele poderá realmente alcançar a frequência de um ser transmutado ou da reconquista de sua condição de um ser universal.

Dos povos antigos apenas os maias e os egípcios em suas épocas, souberam aproveitar a abertura dessa janela, outros povos antigos como os astecas e os incas, entre outros perderam essa oportunidade. E o interessante é que a arqueologia de certa forma confirma essa passagem dos maias para uma outra realidade, porque não explica com observações e estudos arqueológicos o repentino desparecimento do povo maia.

Os maias (como um povo) desapareceram em torno do ano 500 d.C., sem se ter noção de fato através de registros arqueológicos, para onde foram.

O dimensional em compromisso, tem agora que ficar ainda mais atento, ficar literalmente desperto, buscando ser de fato consciente e atuante agente modulador. Ser determinado e já possuidor da capacidade de “ver” através de seu nervo ótico em processo mental a energia fotônica, na forma da luz/cor vermelha ou da energia crística. Ele nesse nível de frequência mental e de visualização já pode também se capacitar como um semideus, exercer a tarefa de recuperar o campo bioplasmático de outras pessoas através de ativação (potencialização) especial.

A energia primaria ainda conhecida também como energia crística de realização no plano físico, ela na frequência de luz/cor vermelha vibra além da realidade física ou da matéria, mas diretamente a influência e essencialmente se associa à “historia” dos seres humanos “fabricados do barro”.

O dimensional mesmo que não tenha alcançado a frequência mental necessária ao acesso de parte da sua “Placa Física” ou de seu “veículo de barro”, mas que já é capaz de utilizar de sua energia mental para gerar um perfume, que é de fato sentido (cheirado) na realidade física, ele já começa a se capacitar também, ativar à partir de seu “veículo corpóreo humano” sua memória cósmica, necessária ao desempenho como um ser universal de seu compromisso cósmico.

Ele que está desenvolvendo a tecnologia mental para a polimerização do aroma, ele está paralelamente se despertando, ao se capacitar para ter consciência de sua origem cósmica e de suas várias passagens pelo universo desde o seu início e mesmo antes desse – ou, até o infinito. A tecnologia mental de produzir o aroma foi também utilizada pelos maias, que dela se valeram, para se protegerem em todos os sentidos.

O dimensional que já se percebe verdadeiramente como “filho das estrelas”, ele já é consciente também de sua realidade cósmica e criadora, quando então as 49 raças (principalmente àquela de sua origem) estão para ele mais presentes em seu mundo mental e às vezes também plasmadas na realidade física, para que se perceba em seu “Eu Futuro”. Para um encontro de fato consigo mesmo como um ser universal, auxiliando-o a não se aprisionar à realidade densa da terceira dimensão ou, dessa Matrix que experiencia e que o aprisiona, por ainda possuir momentaneamente um corpo físico. 

  

Fotos de dois instantes tiradas com uma máquina fotográfica comum (com negativo), em 22 de novembro de 2004, em Lagoa Santa (Lapinha)/MG, durante uma atividade de campo e logo depois que o ultradimensional “trouxe” para o dimensional a sua Frequência de Onda, mostrando dois instantes, entre vários outros, a passagem de um ser com alta sutileza vibratória, que o envolvia em movimentos muito rápidos circulares, ao interagir com a última camada de seu campo bioenergético (aura) – Foto de Antônio Carlos Tanure.

Com a abertura da “janela do tempo” que se aproxima, o dimensional já deve também ter certeza que é o “Senhor” de seu próprio destino, que deve “Selar” um pacto consigo mesmo, reconectando-se ao seu Eu Superior, no futuro. Reconectando-se (através de sua condição de um ser universal) com essa sua “Matriz”, já se percebendo despido de seu corpo físico humano e por já saber também desde agora, que para esse intento em seu caminhar evolutivo na transposição de realidades é necessário, que saiba dominar e manipular a intensidade da energia por ele gerada, a velocidade de seu pensamento e saber ainda como a sua mente atua na matéria.

O momento é decisivo para esse “filho das estrelas” ainda em corpo humano, tenha certeza o que ele fez de desarmônico no passado, não irá mais fazê-lo no presente e, para obviamente não continuar praticá-lo no futuro, permitindo que o seu “Eu Futuro” possa mais constante se evidenciar no aqui agora. E, possa acontecer também a presença mais constante de seu “ser ultradimensional amigo”, que vibracionalmente interage em todas as dimensões e subdimensões e que não deve ser confundido (em linguagem religiosa devocional) com “anjo da guarda”.

 

Ser ultradimensional que quase sempre aparece em fotos junto ao campo bioenergético (aura) do dimensional – Fotos tiradas em Entre Rios de Minas/MG, setembro de 2003, de Antônio Carlos Tanure

O dimensional desperto e em compromisso é um ser humano diferente. Ele “tem sede” de conhecimento, de ser livre em sua maneira de pensar, sem mais se deixar aprisionar por dogmas, conceitos ultrapassados geradores de preconceitos. Ele se volta à Ciência Lilarial para novos modelos mentais em sintonia à Consciência Universal com seus Princípios (Leis).

Com seu modo de pensar e de agir (ainda em condição humana) é um determinado, quando em sua escalada evolutiva procura em cada “degrau” obter respostas, que apenas o estimulam para mais perguntas e essas para mais respostas, em uma escalada sucessiva de conhecimentos, que os deseja para todos já ciente da Primeira Lei Universal – ou, que o universo é mental e que todos devem “se inserir” mentalmente conscientes à Mente Universal.

A emoção é tipicamente humana gerada pelo dimensional em suas experiências do dia a dia com tudo e com todos, principalmente quando ele se envolve com as demais pessoas movido pela admiração, desprezo, alegria, tristeza, ciúme, amor e todos outros sentimentos que vão cunhando o seu caráter e vão delineando a sua personalidade ao redirecionar e modular suas emoções dentro de seu campo (universo), impelido por esses sentimentos com seus semelhantes.

E quando esse envolvimento emocional acontece entre casais, portanto quando envolve sexualidade ou, homem/mulher (e vice versa), é mais o difícil o dimensional modular e direcionar suas emoções com equilíbrio, porque quase sempre essas geram duas polaridades opostas. Uma gerando pela sua condição humana instinto/desejo, atração, apego e posse e, outra gerando sentimento de companheirismo, afetividade, sabedoria da compreensão e da tolerância.

Para gerar a energia transmutativa e alquímica mais intensamente, é necessário sempre dentro dos fundamentos da Ciência Lilarial a presença de um casal, porque só homens ou só mulheres, não aciona a chave vibracional para abrir a porta desse maior poder. Portanto, é necessário para que essa chave funcione, exista sempre o envolvimento de um casal, tendo entre os dois relação sexual ou apenas a afetividade de amigos, mas sempre nos dois casos devem ser constantes os sentimentos de consideração, sinceridade, fidelidade e respeito, para que ambos gerem e modulem energias sincronizadas e necessárias à frequência transmutativa. Gerem sentimentos que permitem os dois se equilibrarem e se completarem em sintonia à frequência de Ressonância Schumann.

No envolvimento emocional entre um casal com o envolvimento também intimo sexual (relação sexual), a energia transmutativa que os dois geram é mais potencializada que a de um casal que apenas possui entre si amizade com sentimento de fraternidade, mas é sempre necessário salientar que em qualquer uma dessas duas situações esteja presente (e perdure) entre os dois os sentimentos de afeto e de amor.

Para gerar energia transmutativa e alquímicas, são sempre necessários ao casal sentimentos constantes de consideração, sinceridade, fidelidade e de respeito, independentemente de existir ou não entre os dois o ato sexual – portanto, são sempre necessários esses sentimentos quando envolve a sexualidade ou polaridades opostas (homem – positiva e mulher – negativa), para que a energia gerada por cada um possa ser modulada e ser direcionada aos seus vórtices (chacras) do frontal – Imagem da Internet.

O dimensional ainda em corpo humano (homem ou mulher) não deve esquecer que a sua sincronia com o universo se estabelece através de ondas (da Frequência de Ressonância Schumann) que precisam estar uniformes, para que sua atividade cerebral gere através de suas emoções ondas iguais e longas, mas que lhes proporcionem harmonia.

Ondas entrelaçadas geram uma mente confusa e pensamento diversos, que se contrapõem (quero, não quero), gerando conflitos e mudando a sua frequência mental e consequentemente o seu estado de consciência.

O dimensional mudando sua frequência mental, muda o seu estado de equilíbrio emocional e, esse ausente muda a sua capacidade de realização, desnorteando-o em relação ao seu compromisso cósmico e à sua transmutação.

Ele começando a ter o controle tanto sobre “estar certo ou estar errado”, quanto sobre “o que quer ou que não quer”, ele começa também a ter posse da chave do poder mental pelo domínio dessas duas forças – ou, de ter controle de modulação sobre essas duas amarras de energias emocionais – ou ainda, sobre seus sentimentos positivos e negativos.

O dimensional mulher que já materializou o cristal e/ou o ouro e o dimensional homem que já polarizou o perfume e/ou materializou o ouro, já possuem essa energia inicial transmutativa, que agora precisam apenas dominá-la e transformá-la através da somação de suas frequências emocionais positivas, quando juntos nessa sincronia e também quando estimulados em determinados pontos de seus corpos, vão direcionando essa energia (kundalini), para que suba aos seus vórtices (chacras) do plexo, da laringe e do frontal e possam assim com ela já dominada, alcançarem a chave energética do verdadeiro poder.

O dimensional ao modular e direcionar a sua energia emocional/sexual (kundalini), fazendo-a subir para os seus vórtices (chacras) do plexo, da laringe e do frontal, ele possui o domínio (mental), para alcançar a chave energética do verdadeiro poder – Imagem da Internet

Entretanto, tanto o homem dimensional quanto a mulher dimensional pode sozinho modular e transmutar suas emoções, portanto fora de situações que envolvam relação sexual entre casais ou, a necessidade da presença fraterna (de outra/outro), só que nesse caso a energia emocional de transmutação gerada e modulada por cada um não é tão potencializada como nas duas condições anteriores e, principalmente como na primeira.

E, o dimensional quando modula de suas energias emocionais, ele não deve fazer essa modulação através de preces e de orações que conduzem à contemplação, que não gera foco, direcionamento e equilíbrio à mente que deles precisa. Elas apenas “acalmam” o espirito que não precisa.

Energia subindo em espiral (kundalini) é a “chave” e a sublimação da energia (emocional) é a “porta” de acesso para tudo. Portanto, o segredo da sublimação depende do desenvolvimento da energia da kundalini, que todos devem buscá-lo, principalmente o dimensional que necessita desenvolver suas habilidades paranormais. Mas, antes precisa aprender modular suas emoções e direcioná-las já transmutadas para o seu vórtice (chacra) do frontal.

Quando ele alcança a chave desse poder já sabendo caminhar pela Linha B ou Neutra ou ainda, pela Linha do Meio de suas outras duas Linhas da Vida A (Negativa) e C (positiva), ele já alcança também sintonia com a Linguagem da Matemática e da Geometria Universais, que está em tudo. Nos números, na simetria não só de seu corpo como nos demais corpos existentes na natureza e até em seu pensamento.

O dimensional ainda em corpo humano é uma mente unitária, mas aquele que já se despertou para a sua verdadeira realidade de um ser universal, ele já sintoniza com a Mente Universal. E, por já estar ciente do que explica a Ciência Lilarial e assim, já  capaz de dominar polaridades emocionais, modulando-as dentro de si, ele não mais se aprisiona pelas algemas de sentimentos com conceitos do Bem e do Mal.

Ele já é capaz de “se vê” envolto por uma sensação de estar mentalmente leve, diluído de sua individualidade e de sua personalidade como “algo” mais sutil e sublimado para dar o seu salto quântico em direção às realidades paralelas e acessar a sua “Placa Física” e, nesse instante em interação consciente com os mundos paralelos, já começa também se libertar da Matrix física e mental que o aprisiona.

Fontes de consulta:

www.todamateria.com.br

Apostilas, Seminários e Atividades de Campo do Projeto Portal

iG São Paulo Entrevista de Richard Terrile para rede de televisão/ EUA, em 2010)

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