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Corpo discóide – nave plasmada

Corpo discóide – nave plasmada
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O “julgamento” ou a auto-avaliação dos dimensionais/Projeto Portal começou ainda na madrugada do dia 23 de março de 2008, às 02h22min e recomeçou já bem à noite do mesmo dia 23 de março e se estendeu ao alvorecer do dia 24 de março de 2008, quando manifestações foram vistas tanto pelo primeiro grupo formado por cerca de trinta participantes quanto pelo segundo grupo formado por cerca de seiscentos dimensionais, ambos colocados na base do “Morro do Asthar” – Fazenda Boa Sorte, Corguinho/MS-BR. E, entre várias manifestações que se mostraram naquelas duas ocasiões (narradas com mais detalhes no texto – No “julgamento” com os “Seres”, os participantes puderam ver ainda o aparecimento momentâneo de uma neblina e sentir uma queda brusca de temperatura, quando também pela “tecnologia dos Seres” que utiliza de plasma (ectoplasma), exteriorizou-se um grande corpo discóide – uma “nave plasmada”.

As imagens a seguir fornecidas pelo Projeto Portal foram tiradas com uma máquina fotográfica digital e elas mostram sequencialmente o aparecimento de um corpo discóide, à medida que ele se plasmava.

1 – Nos quatro dias do ”julgamento” que na verdade foi a auto-avaliação dos dimensionais, os trabalhos foram direcionados para a exteriorização de “naves”, que em seus vários níveis de vibração emitiam freqüências próprias de luz, mas estas manifestações na forma de “fenômenos luminosos” que aconteceram no céu e na terra, não foram vistos pelos dimensionais de maneira igual, porque cada um os “viu” de acordo com o seu padrão evolutivo, que está associado à “visão”/percepção de cada um. E, estas manifestações que estavam ligadas às presenças das “naves”, são “tecnologias dos Seres” associada às Dimensões Superiores, que utilizam de plasma (ectoplasma). Com este nível de “tecnologia” é que o dimensional/Projeto Portal agora interage.


2 – O dimensional quanto mais freqüência possui, mais condições ele tem de presenciar “visões” físicas, portanto cada um deles de acordo com a sua freqüência “viu” diferentemente as manifestações exteriorizando-se – tornando-se densas.


3 – Foi na madrugada do dia 23 de março de 2008, às 02h22min, quando os participantes já demonstravam ter um mesmo sentimento direcionado – ter formado o Corpo de Energia – que as manifestações se mostraram e que a “neblina” na medida em que aparentemente dispersava, ela estava na realidade, era se transformando em um corpo discóide – na “nave” plasmada.


4 – A presença da “névoa” que plasmou a forma discóide, estava relacionada à freqüência dos participantes e à mudança do clima – à sensação momentânea de frio na temperatura ambiente.


5 – Na passagem bíblica de Moisés no Monte Sinai ele viu também uma “nuvem flamejante” com raios cintilantes, que dele se aproximou e que o fez entrar na “glória de Deus” – e, naquele instante também houve luz e “fogo”. O “fogo” foi o plasma e a “neblina” foi o resultado do campo eletromagnético gerado pela presença dos “Seres”, que alteram tudo em volta, provocando a mudança de temperatura ambiente (calor/frio).


6 – A “neblina/névoa” foi na realidade o resultado do trabalho plasmático, que acontece quando os “Seres” se apresentam na densidade da terceira dimensão.


7 – As “naves” plasmadas naquelas duas ocasiões não só dosavam ou não “algo” (três itens), como também elas sinalizavam etapas que deveriam ou não ser vencidas pelos dimensionais presentes.

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