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Direito à Vida com Qualidade é de Todos

Direito à Vida com Qualidade é de Todos
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De Virginia Bernardes (vigb2012@yahoo.com.br) – Julho/2008

Nestes tempos de transição Planetária, urge que cuidemos de reposicionar nossa percepção e sensibilidade para inaugurar ainda na 3D, outros comportamentos e hábitos.

Isto quer dizer que não basta saber e propagar a dita mudança de ciclo se em nós, no nosso cotidiano, a compreensão das coisas e as atitudes continuam as mesmas.

A Transição é planetária, o que significa que tudo e todos que habitam essa terra, querendo ou não, estão inseridos consciente ou inconscientemente nesse processo.

Do mesmo modo que, em escala galáctica, a Transição é radical no sentido estrito do termo, também em cada um de nós ela assim o é, o que quer dizer que a reforma que gerará uma mudança ampla e profunda será requerida como passaporte para o novo ciclo.

Se tal acontecimento não tivesse essa magnitude, não teríamos a presença explicita de 49 nove raças de seres extraterrestres para nos orientar e ajudar nesse momento.

Enquanto seres “sociais” temos todos nós profunda necessidade de assim continuarmos, seja qual for nossa “estrada” ou o momento pelo qual estamos passando. Há muitos pensadores modernos que realmente acreditam que a humanidade (ou significativa parte dela pelo menos) “reagirá” em relação a tudo o que está acontecendo a sua volta quando houver “massa crítica” para tal. Todos esperam por todos e, em razão disso, nada acontece, reação alguma é verificada, só medo, ansiedade, pânico, insegurança, incerteza, indecisão, caos!

Concordamos sim, com essa colocação. Mas destacamos que tal estado de “massa crítica” não é atingido a não ser graças aos “pioneiros”, ou seja, àqueles que, voluntária e desprendidamente (à revelia das opiniões e das omissões dos demai) dão testemunho direto e pessoal de sua percepção. Depois que “mais de meia dúzia” são taxados de “loucos”, duas dúzias vão ser chamadas de “fanáticos”, para que um cento inteiro venha a ser confundido com uma verdadeira “seita”. Só quando os primeiros milheiros começam a ser vistos como “visionários”, “profetas” e, por fim, “pioneiros”, é que a “massa” acorda, ou seja, atingi-se uma quantidade de pessoas que se fazem, enfim, presentes as condições de “temperatura e pressão” para que a reação em cadeia se opere.

Esse é o conceito de “Massa crítica”, que vem lá da Física Nuclear, conceito que até os modernos escritórios de propaganda e marketing dominam bem hoje em dia para impor, no caso, falsas necessidades de consumo.. Eles são capazes até de revelar as futuras tendências para o Verão de 2009 em termos de roupa de banho para as praias do Rio de Janeiro!… São incríveis esses profetas do marketing! e o povo é, deveras, muito obediente!

Para os ditos bons entendedores, o processo em curso é de grande complexidade e envolve a todos nós, estejamos ou não participando (conscientes ou inconscientemente) dessa ou daquela “tribo” ou de qualquer movimento ecológico-ambiental, ou perspectiva mais ou menos metafísica, extra-sensorial, espiritualista, científica, político-ideológica, para-científica ou ufológica. Não importa. Cada um tem lá sua nomenclatura e isso logo deixará de ser um problema.

Para os religiosos bíblicos as “estrelas cairão do céu”, porque está lá, escrito na Bíblia,… e para os Ufólogos casuístas, milhares de naves se mostrarão em todos os céus do planeta, acabando com nosso isolamento e com nossos discursos ufanistas de seres inteligentes, centro do universo! Enquanto uns estarão afirmando que fomos feitos “à imagem e semelhança de Deus”, outros estarão provando por a + b que nossos deuses são ufonautas e que temos “a cara deles”, geneticamente falando! Uns ficarão desesperados porque a imagem católica chorou sangue, verteu lágrimas de tristeza, e outros por verem as calotas polares se derretendo completamente antes do fim de 2009, matando milhares de espécies que sequer foram catalogadas…

Talvez o problema não seja exatamente a falta de consenso, mas, primeiramente, a confusão de “idiomas”, de “linguagens”, de “discursos”, símbolos e significados através dos quais lemos o que está acontecendo, não só externamente, fora de nós, mas internamente, em nossos íntimos, sejamos ou não bons ou mal observadores de nós mesmos e do mundo a nossa volta.

Em segundo lugar, em razão dessa “Babel” — onde quase ninguém se entende — há uma total falta de capacidade de organização, de definição de rumos, de priorização, coisa bem características da maioria de nós quando a situação em volta é confusa, cada dia mais caótica.

Costumamos não nos entender, mais em razão dos conflitos de linguagem e em torno de discussões de “detalhes”, do que na essência das coisas mesmo. Não estamos falando de questões tipo “Egos exarcebados”, brigas de liderança, gente que quer aparecer de alguma forma, ou coisas assim. Estamos falando de discussão séria, madura, que pretende ser conseqüente.

E o que seria então? O que falta acontecer?

Falta-nos uma coisa muito simples, unificar nossa linguagem em torno de um denominador comum, denominador comum que nos foi retirado pelo próprio sistema que estamos vendo “desmoronar”.

Um pouco mais de caos e nos encheremos de vontade de viver, de vontade de lutar pela vida, com todas as nossas forças e recursos, como faz um paciente quando descobre que é “terminal” por conta de uma doença “incurável”.

A vontade de viver leva-nos a fazer coisas incríveis, inacreditáveis, extraordinárias, muitas vezes nos fazendo ver que a Vida não era o que vivíamos antes, mas aquela que a doença, o “sufoco” ou a perda irreparável nos revelou existir, bem pertinho de nós!

O que quer dizer tudo isso? Que um terremoto embaixo da nossa cama vai nos “acordar” para o que está acontecendo? Não! Um terremoto, ou qualquer outro SINAL externo, não nos motivará à luta pela nossa vida não. Só partiremos para “outra”, encarando séria e definitivamente uma nova postura, uma nova vida, novos hábitos e comportamentos, quando a gente perceber que – estamos todos nos suicidando de tristeza por conta da vida que temos, que levamos, que nós permitimos que nos impusessem coração abaixo, desde o nascimento.

Estamos nos suicidando, sim, isso é o que estamos fazendo! Aos poucos, como quem fuma sabe que também está fazendo isso. Como quem bebe também sabe que está fazendo isso. Como quem consome drogas ou corre fazendo cavalo de pau nos cruzamentos da avenida, ou consome alimentos industrializados, e assim por diante, sabe que está fazendo!

Todos nós sabemos, sim, que estamos nos matando por falta de vontade de viver por conta deste triste mundo que temos de “aturar”.

Se percebermos isso, chegaremos não a um consenso (porque ele na verdade já existiria). Não à aguardada Massa Crítica, porque ela também já teria sido alcançada! Chegaremos a um plano de ação concreto, à essência da coisa, algo para além dos detalhes e das questões de linguagem e das eventuais “picuinhas” de ego!!!

Não se mate! A vida é, sim, muito linda, tenha você 18 ou 98 anos de idade agora!

Não exatamente essa vida que você vive e que acredita ser linda porque não você não quer ver o quanto ela horrível, absurda, injusta para com todos, para com a Vida e o Planeta, desalentadora, alienante, fechada, estigmatizada, poluidora, porca, podre, falsa, hipócrita, mentirosa, indigna sim, de um verdadeiro filho de Deus! Estou falando da vida mesmo, daquela que está escondida nos sonhos que você hoje sequer ousa sonhar acordado, porque isso lhe poderá levar à depressão, ao choro convulsivo, ao vômito, a uma incontida tristeza!

Todos queremos viver bem, sim! E nessa linha, se formos a fundo, descobriremos que isso nada tem a ver mesmo com uma eventual sobrevivência física diante das catástrofes que estão vindo aí! Queremos viver, num planeta lindo e livre, para sermos livres como o somos espiritualmente, cosmicamente, portadores de um certificado intransferível de vida eterna, porque imorredoura, sabemos ser, é nossa consciência, nossa identidade cósmica, nossa individualidade. E é precisamente por sabermos disso, lá no nosso âmago, que não suportamos mais “viver de menos”, brincarmos de ser feliz, sem sermos!

Viva! Acredite nela, na vida, na vida mesmo, aquela da qual somos todos portadores. Lute por ela!

Inaugurar esse mundo livre que desejamos para todos, indistintamente, trabalhando o que podemos trabalhar, fazendo o que podemos fazer, trabalhando mais do que podemos trabalhar, fazendo até mais do que de fato está ao nosso alcance, para que, tão logo esse monstro seja vencido pelo poder de Deus, ou da natureza, ou das Leis Cósmicas, ou “por força da natural evolução dos processos astronômicos sistêmicos”, ou em razão (quem sabe) das vibrações quânticas imponderadas na Chama Trina do Eterno “Xamã-Rei” ou porque são espetaculares as trombetas arcanas dos anjos do Senhor de todos os exércitos, ou o poder nas Naves do Arcanjo Miguel, ou do Ashtar Sheran, ou do meu pequenino Guia Espacial, ou qualquer outra coisa dita por qualquer linha, corrente, grupo ou ideologia, filosofia.

Construir esse caminho, essa rede e ajudar às demais redes a se encontrarem e fazer delas suas respectivas casas próprias, já que cada flor tem sua árvore, para que todas as famílias de Almas que por aqui vagam procurando a vida possam, enfim, encontrá-la, não porque alguém a trouxe de presente, ou porque sofremos muito para merecê-la encontrar, mas porque construíram com o suor de suas próprias vidas.

Abrir mão dos vícios da 3D – consumismo, alienação, competitividade separaratividade, sectarismo, discriminação, exclusão, arrogância, prepotência, ufanismo, fanatismo, covardia, – que nos separam uns dos outros nesse momento cósmico, é o nosso passaporte para o trabalho conjunto entre todos nós e os seres vindos de outras dimensões que estão aqui movidos pelo amor.

“… Agora é o teu momento, a nossa vontade e o plano da divindade.” disseram esses seres.

Com certeza esse plano foi feito para todos os que habitam esse planeta, não só para um determinado grupo, como querem alguns. Porque somos diferentes uns dos outros, cada movimento organizado e desperto da maneira e no nível consciencial que lhe for pertinente, tem sua tarefa específica, seu trabalho a realizar nesse gigantesco quebra-cabeça cósmico.

Essa diversidade é necessária, pois nenhum segmento sozinho daria conta de tudo. Só no trabalho compartilhado e integrado, na troca de experiências, conhecimentos, e principalmente, na aceitação das diferenças é que daremos o tão esperado salto quântico para as dimensões que nos aguardam.

Assim, em total integração trabalham as 49 raças que são por definição diferentes entre si. Diferença não é desigualdade. Não importam sua origem, seu desenvolvimento tecnológico, suas especificidades. Elas já atinjiram o patamar consciencial no qual a compreensão e a vivência da Unicidade contempla a necessidade das diferenças como fonte de movimento e evolução. Aqui, nesse momento cósmico, no planeta terra, estão seres de Sírius, Antares, Pégasus, Órion, enfim, de 49 civilizações que integradamente, trabalham para o bem comum e compartilham conosco seus saberes, experiências e, sobretudo, sua capacidade de amar, aceitar e de nos incluir a todos no plano divino.

Estão aqui agora para que nos lembremos e não esqueçamos que o direito à vida com qualidade é imanente e inerente a qualquer criatura que abrigue em si a centelha divina. Contentar-se com menos que isso é desconhecer a própria natureza.

A reforma de mundos a que se propõem os Dimensionais tem por princípio a responsabilidade de restaurar a memória e a sabedoria cósmica esquecida, não só pelos próprios, mas por todos os que habitam, nesse momento, esse planeta.

Não há mais tempo para discussões vazias motivadas pelos vícios egóicos da 3D. Agora é tempo de trabalho duro e incessante para levarmos ao cabo e ao fim nossos compromissos. É tempo de ação, de construção dos alicerces da nova humanidade que será feita por todos que compreendem, cada qual à sua maneira, que os tempos são chegados.

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