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Dois momentos de Sincronia

Dois momentos de Sincronia
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Em duas experiências vivenciamos a Sincronia que aconteceram em dois locais diferentes da Fazenda Boa Sorte/MS-BR, em datas também diferentes e que só agora em janeiro/2005 estamos narrando.

A primeira experiência ocorreu em novembro de 2001, antes de meia-noite, na estrada que chega à sede da Fazenda Boa Sorte, um pouco acima do local conhecido como Campinho.

Até aquela data apenas sete indivíduos/dimensionais tinham acessado as suas “placas” físicas e cada um deles ficou responsável de direcionar um grupo em torno de quarenta dimensionais, de acordo com a freqüência mental/vibracional que coletivamente radiassem.

O nosso grupo já formado e disposto em circulo, colocamo-nos dentro dele e começamos a falar, que se nós quiséssemos sintonizar com os Planos mais Sutis, deveríamos proceder como se fossemos um só Corpo de Energia Consciente, porque ao nível destes Planos não existe a individualidade tridimensional e, portanto, deveríamos nos perceber e proceder como Unidade.

Depois de um determinado período que estávamos mentalmente interagindo e que os outros grupos já tinham voltado à sede da Fazenda, vimos que a Nave do GNA pulsando através dos seus flashes, deslocava-se por cima da Montanha São Jerônimo (Montanha do Asthar), alguns quilômetros em linha reta de onde estávamos.

Neste momento, pedimos que todos do grupo acelerassem a sua freqüência mental, mas que mantivessem calmos, sintonizados com a Energia do Amor Uno, que está presente em tudo e em todos, já que é através do Seu Magnetismo que o universo físico é construído.

Passados alguns segundos neste nível de vibração a Nave do GNA fez um ângulo de 90º. Graus e começou a deslocar em nossa direção.

Neste instante vimos que alguns indivíduos começaram a se emocionar, abaixando a freqüência do grupo. Então, ponderamos com eles, que se percebessem como são realmente, que se percebessem como Seres Divinos, como Co-criadores e, portanto, que não vissem o que estava acontecendo naquele momento como algo excepcional, mas, como algo que deveria ser para eles natural. Ainda, interagindo com eles e agora todos de mãos dadas, falamo-lhes que mentalmente, sincronizássemos as batidas dos nossos corações com os flashes da Nave do GNA.

Conseguimos a Sincronia, porque a Nave passou por cima do grupo, acima das nuvens que estavam relativamente baixas, iluminando-as com a luz dos seus flashes de uma maneira nunca vista, de uma maneira intensa, pulsante e diferentemente bela.

A nossa segunda experiência com a Sincronia ocorreu em setembro de 2002 nas Crateras, outro local da Fazenda Boa Sorte.

Naquela ocasião ficamos com a responsabilidade de distribuir das Marcas até às Crateras oito dimensionais de polaridade positiva, para que durante uma hora pudéssemos fazer algum tipo de contato.

Colocamos o penúltimo individuo/dimensional na Cratera da paranormalidade e como fomos o último, ficamos na Cratera das Amídalas, alguns metros depois e final do trecho anteriormente estabelecido.

Era mais ou menos uma hora da manhã e o local estava magicamente iluminado pela lua cheia. Ficamos em pé sobre o lajeado que constitui o piso do local, ao lado de uma pequena árvore. Cronometramos o relógio e ficamos a espera do contato.

Em um dado momento, depois de alguns minutos nesta nossa espera, percebemos intuitivamente que o nosso contato não seria externo com os “seres”, mas, que se daria por um processo interior com o “Ser”, com o Eu Superior.

Então, com os braços abertos e controlando a nossa inspiração/expiração, começamos mentalmente expressar para a nossa Verdade mais Profunda a nossa Alegria Interior, por termos decodificado o verdadeiro sentido daquele momento sagrado.

Controlando o ritmo da nossa respiração e continuando com o nosso diálogo interior, percebíamos a nossa Ilimitada Potencialidade na Luz, apesar de estarmos ainda circunscritos à matéria e dela prisioneiro.

Mesmo nesta nossa freqüência mental acelerada e em um outro nível de consciência começamos a escutar que o coaxar dos sapos e das rãs, que são muitos naquele local, juntamente com o estridular dos grilos, estavam acompanhando a cadência da nossa respiração.

Como tínhamos aumentado bastante o ritmo e a intensidade da nossa respiração, sob a sua batuta formou-se então o som de uma ruidosa orquestra.

A nossa inspiração/expiração comandou fisicamente por algum tempo toda esta orquestração, mas, se ela aconteceu, porque estava antes de tudo presente a Energia do Amor Puro, a Energia da Manifestação, que está inserida em tudo, que nos sincronizou com o Uno, através da natureza.

Alguns segundos antes de voltarmos para a sede da Fazenda, abraçamos a árvore que estava perto de nós, para com este nosso gesto simbólico pudéssemos fundir com o ambiente que nos cercava e nos expressar conscientemente como parte do Todo.

No momento que abraçamos a árvore e fizemos o Silêncio Interior, também se fez o silêncio físico. Bruscamente parou toda aquela intensa algazarra e não mais escutávamos nenhum ruído.

Já recolhendo os indivíduos/dimensionais para a volta, chamamos primeiro aquele que estava mais perto de nós na Cratera da paranormalidade a uns setenta metros de distancia e foi dele que escutamos: “Que coisa louca, parecia que os sapos tinham ficado doidos, aprontavam uma algazarra danada, repentinamente paravam a bagunça para depois continuarem”.

Este dimensional com um dos seus cinco sentidos testemunhou sem saber a Sincronia, mas, só faz participa Dela, aquele que se expressa como Unidade, irradiando conscientemente a Energia do Amor Puro, a Energia do Amor Uno.

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