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Era da espiritualidade e da ciência reconciliadas

Era da espiritualidade e da ciência reconciliadas
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O ser humano já começa a adquirir maior e mais profundo entendimento do sentido da vida, adquirindo conhecimentos que lhe proporcionem percebe-la com significado e objetividade cada vez maiores, cada vez mais verdadeiros que ampliam seu horizonte, para que saiba viver bem.

“A noção de espiritualidade estende-se à de estar bem consigo e com tudo e com todos ao derredor, quando se vivencia e experiencia em uma coletividade o sentimento de bem-estar, que se estende também à necessidade do corpo, porque só se está bem, se estiver assim com o todo”, explica o cientista brasileiro Marcelo Gleiser.

A ciência está cada vez mais permitindo o ser humano ampliar sua visão da realidade através de conquistas tecnológicas, como a automação cada vez maior através de robôs e computadores, que lhe farão serviços e tarefas cada vez mais complexas.Também a nanotecnologia já lhe traz grandes avanços na medicina.

São conquistas de um novo tempo, que para delas usufruir, já está surgindo um novo ser humano, que busca fazer aliança entre seu corpo e suas conquistas tecnológicas, na medida que vai ampliando sua capacidade física e mental.

A ciência está lhe ensinando unir o universo dentro e fora de si, ao lhe abrir espaço para a desconstrução de uma ambivalência histórica, que ela e fé são fenômenos divididos. Ela ainda que o possibilita, contemplar aspectos filosóficos da espiritualidade e, assim também os desfechos positivos e negativos imprimidos pela sua fé religiosa.


“A ciência já está ensinando o ser humano unir o universo dentro e fora de si, na medida que vai lhe permitindo abrir espaço para a desconstrução de uma ambivalência histórica ou, que ciência e fé são fenômenos divididos”. Professor Marcelo Gleiser, físico, astrônomo, escritor e ganhador do Prêmio Templeton 2019, dado à personalidade que contribuí para afirmar a dimensão espiritual da vida. – Imagem da Internet

A necessidade de se manter distanciamento entre o conhecimento cientifico e o sentimento de religiosidade sempre foi o comum entre aqueles que defendem essa posição. Mas, hoje uma posição intermediária já está surgindo, ao se vislumbrar uma outra dimensão espiritual da vida. O conhecer e o sentir nesse caso não são excludentes, porque não são duas coisas completamente diferentes.

“A ciência é uma tentativa de ampliar a visão humana do que é o mundo ou, sobre o que o ser humano ainda não conhece, apenas o que ele supõe ser, quando vai “flertando” com o mistério, que tem para ele um componente espiritual muito profundo, por sentir se relacionar com algo muito maior do que ele mesmo”, diz o físico, astrônomo e escritor Marcelo Gleiser.

A palavra religião vem do latim ‘religare’ e, significa se reconectar. É uma reconexão do ser humano com o mundo através da natureza. É o “encontrar” Deus e, esse processo de reconexão está presente em cada um, mas como seu grande desafio.

Pelo enfoque da ciência, o ser humano fisicamente é uma criatura feita de partes das estrelas, que morreram há bilhões de anos, mas ele não se olha assim. Ele se pergunta, questionando-se sua existência, quem é e para onde vai. E por pensar, intuir e criar movido pelo sentimento de fé, ele está sempre se percebendo de forma plural.

Ele através da ciência está cada vez mais conhecendo sobre sua natureza, que vai se mostrando para ele de maneira cada vez mais intensa, especialmente quando já começa tanto entender mais sobre o universo, quanto se perceber nele inserido e, nesse contexto se perguntar, quem sou?

E, em sua busca atual de respostas, ele percebe que seu sentimento de religiosidade/fé e seu conhecimento pela ciência podem ser complementares, enriquecendo seu espírito, mas só se essa busca for realizada de forma honesta, aberta e com respeito, sem radicalismo de opinião dos dois lados.


A ciência está cada vez mais permitindo o ser humano ampliar sua visão da realidade através de conquistas tecnológicas, como os telescópicos postos em orbita da Terra – Imagens da Internet

A ciência não se volta à natureza em si, mas à leitura que o cientista faz dela, como ela opera…A ciência é verdadeiramente uma descrição humana do mundo e não só as ciências pontuais de Einstein e de Hawking.

A ideia de uma teoria única, que explica tudo, é meio antiga e, a que está viva hoje é a “teoria de tudo”, que diz basicamente, por trás de todas as grandes variações e diferenças, a natureza é regida por leis fundamentais que são as mesmas” – Marcelo Gleiser

Como a ciência não é absoluta, ela gera dúvidas, proporcionando àqueles que tentam desmoraliza-la, distorcer os resultados que ela traz. Ela não é infalível, justamente por ela ser humana, mas por esse motivo também pode ser corrigida. Faz parte de toda criação humana errar. Erra-se e acerta-se. Eventualmente nessa bivalência que se encontra o ponto de equilíbrio.

A ciência e a espiritualidade podem fazer parte da vida do ser humano sem conflitos, desde que o limite e a função de cada uma sejam plenamente compreendidos.

A ciência sempre andou passo a passo com a história da humanidade, mesmo não sendo assim claramente percebida, porque o ser humano sempre esteve em busca de se conhecer e entender de onde veio, porque está aqui e qual sentido de sua vida.

Ele está sempre em busca de respostas, porque o conhecimento que vai adquirindo, o conduz à necessidade de pensar e responder novas questões e, assim nesse paradoxo, ele vai com necessidade constante de conhecer o desconhecido que vai surgindo.

Portanto, a natureza do conhecimento é essencialmente incompleta. E nessa busca incessante de respostas que nunca se completam, a ciência e a religiosidade geralmente são colocadas em lados divergentes, com a ciência e fé se vendo entre o conflito e o entendimento

Mas, a ciência e a espiritualidade ou religiosidade (fé) não são rivais. Não são conflitantes, se remove entre as duas o ponto de discórdia. Esse antagonismo entre elas resulta no empobrecimento do espírito humano, ao impossibilitar a ciência celebrar o saber e ao incapacitar a criatividade humana de se relacionar com o desconhecido, com o mistério da vida.


O Todo no Tudo, A Mente Universal, Arquiteto do Universo e Deus são denominações entre outras, para identificarem a Criação como Verdade Divina de Unidade, desde o imensamente pequeno na realidade das partículas subatômicas, ao imensamente grande na dimensão da realidade cósmica. Unidade que tanto a ciência quanto a fé (religiosidade) procuram confirma-la, cada uma com seus próprios dizeres – Imagens da Internet.

O ser humano está despertando-se para o entendimento, que muitas coisas mesmo invisíveis estão acontecendo em sua volta e que lhe são essenciais. Assim, foi ela que lhe permitiu ampliar sua visão da realidade, utilizando-se de uma série de instrumentos para alcançar partes do espectro eletromagnético, que lhe são comumente invisíveis.

Hoje, ela na realidade macroscópica mapeia o Universo em todos os comprimentos de onda, como também alcança a realidade microscópica das bactérias e ainda vai além, alçando o mundo das partículas subatômicas.

O conhecimento cientifico nesse atual ciclo civilizatório da humanidade, já vem acontecendo há cerca de 400 anos e cada vez de maneira acentuada e, aí fica a pergunta, a ciência com esse seu crescente avanço tecnológico vai alcançar a compreensão total da realidade?

A resposta para essa pergunta é um provável não. Toda vez que a ciência usa um instrumento para tentar estudar algum aspecto da realidade física, ela não tem total descrição do que está sendo visto, não só pelo alcance limitado da tecnologia empregada, como também pela limitação dos cinco sentidos do pesquisador e “observador”. Cientificamente sempre haverá algo além do alcance do instrumento utilizado e daquele que com ele observa.

E além dessas limitações tanto tecnológicas quanto do pesquisador existe outra questão. É a pergunta que a ciência faz sobre a realidade, mas que não é respondida. É o incognoscível através da clássica pergunta, como surgiu o universo?

A ciência do passado sobre a mecânica celeste baseada no eletromagnetismo deu origem outras formas de pensar com as informações mais recentes da Mecânica Quântica, que jogou por terra o determinismo existente anteriormente e propôs outra descrição provável da realidade.

Hoje, quando se fala sobre átomos, elétrons, prótons e outras, partículas fundamentais da matéria através da Mecânica Quântica, não existe mais esse determinismo. Por isso não existe resposta à pergunta, como surgiu o universo em torno de 13 bilhões de anos atras.

Seria um instante que ele estaria condensado em um volume muitíssimo pequeno e que daria a origem à matéria, ao espaço e ao tempo?

É difícil para ciência essa explicação, ainda mais porque ela teria que usar conceitos numa aérea da Mecânica Quântica, que com eles não se tem mais certeza do que pode acontecer. A ciência para descrever a realidade, ela precisa de uma estrutura conceitual, baseada em conceitos já certificados e preexistentes que ajudem a construir o mundo real, como energia, matéria, espaço e tempo, etc.

Se a história do universo fosse descrita de acordo com a Teoria do Einstein (Teoria da Relatividade Geral), quando chega no instante da Criação ou no ponto zero que é também o início do tempo, a densidade e pressão (da matéria) naquele instante vão ao infinito, gerando uma singularidade, que basicamente está a dizer, que essa teoria para descrever o início do universo não funciona, que a ciência ainda não sabe formula-la.


Supõe-se, que antes do Big-bang o universo estaria condensado em um volume muitíssimo pequeno, “esperando” o instante de sua expansão, para dar origem à matéria, espaço e tempo. É uma suposição, porque a origem do universo a ciência ainda não sabe explica-la – Imagens da Internet

O futuro do ser humano já se mostra bastante associado à influência da tecnologia em sua vida, com o perigo dele se transformar em um ciborgue, por possuir relação direta pelo menos com algum instrumento digital. Por exemplo, o celular já é a tecnologia mais comum funcionando como sua extensão de comunicação com seus semelhantes.

Naquilo que já é realidade no cotidiano humano, para onde está conduzindo o ser humano? A resposta para essa pergunta, se extrapolada para muito longe em seu futuro, existe possibilidade de que ele deixará de ser matéria?

Ele virará apenas informação, com uma existência não mais corpórea apenas constituída de informação, como se fosse uma “espécie de espirito digital? O sucesso da ciência e certamente das tecnologias digitais, está confirmando um pouco essa visão atual e material de mundo.


Robôs ou médicos? A medicina do futuro computorizada será cada vez mais ciborgue? – Imagem da Internet

O sentimento de espiritualidade no ser humano ficou como sumido ou, como se tivesse perdido em um período de sua história. Sem o resgate de seu verdadeiro significado, ele continuou de maneira distorcida com os frequentadores contumazes de locais religiosos como igrejas, mesquitas e sinagogas, entre outros.

Existe entre os seres humanos uma espécie de “confusão espiritual”, quando procuram religiões, correntes de pensamento, filosofias e pseudociências estranhas, entre outras buscas correlatas como tentativas de encontrarem alguma espécie de direção espiritual, que para eles funcione como uma luz no final do túnel.

E o sucesso da ciência especialmente no campo das tecnologias digitais estão a lhes proporcionar ainda mais agora essa sua confusa de visão de mundo, mas por outro lado também lhes estimular para “um tipo de resgate.”.

Eles já começam a perceber com outra visão o que é espiritualidade. Com a mente mais aberta já percebem que esse sentimento não está tão distante e que é alcançável e necessário à sua transcendência, por lhes fazer sentirem parte de “algo” muito maior do que eles.

Um “sentir” como um “mistério” muito grande na relação entre eles e esse “algo” muito maior, que para ele devem se voltar e se apegar.

Esse outro ser humano para esse novo tempo que já começa a surgir, ele com mais percepção, já entende que deve buscar “essa coisa”, mesmo ainda não tendo dela inteira compreensão, mas mesmo assim se intui, que deve seguir em frente nesse seu processo de “entrega” e de “mistério” com o desconhecido.

“Entrega” que se manifesta de várias formas através de vários outros sentimentos, como os que se voltam à arte, música, pintura, poesia e literatura, portanto não só à religião e não só à ciência.

A etimologia da palavra espirito origina-se do latim e para ela têm muitos significados, entre eles o de `vento´ ou `fôlego de vida´. E, se expressar espiritualmente, é experienciar com o sentimento de harmonia o mundo que se acha inserido, percebendo-o de forma mais intensa e nele agindo de maneira mais total em sintonia com a realidade em volta.

O ser humano tornou-se meio esquecido, que ele não é só fisicamente poeira das estrelas, mas é também de natureza viva e, não só existente na Terra.

Achar que a vida não existe em outros locais do universo é mais religião do que ciência. Cientificamente é muito provável, que exista algum tipo de vida em outras partes do universo, mesmo que não seja vida inteligente, como a vida humana existente na Terra.

A Terra possui especial importância, justamente pela raridade da espécie humana, que não é absolutamente insignificante, mas de muito significado no universo.


Fontes militares e de informação de alguns países já começam a passar informações, mesmo que ainda tímidas, da existência de outros seres inteligentes não humanos. O relatório do Pentágono/EUA diz que não há indícios de que os objetos voadores sejam extraterrestres, mas também não descarta essa possibilidade – Imagens da Internet

A ciência, filosofia e religiosidade devem ser entendidas como expressões complementares ou, como esforço do ser humano em conseguir abranger intelectualmente o universo, a vida e seus propósitos. A ciência vê o mundo como matéria, enquanto a religiosidade movida pela fé enxerga o mundo de outra maneira.

A ciência, espiritualidade e filosofia são caminhos complementares com os quais o ser humano tenta entender quem é. A ciência não quer matar Deus, ela apenas é mais uma maneira de se entender o mundo.

Aqueles que são religiosos de forma intensa, ortodoxa, deixam a ciência de lado, não perguntando porque as coisas existem. Enxergam tudo como uma interpretação literal de seus “livros sagrados”.

Eles vivem mentalmente como estivessem perdidos em seu mundo medieval e, ainda mais fechados em uma catedral. Esse procedimento os compromete para uma visão de mundo mais verdadeira. Crianças que são educadas assim, não têm a opção de olhar o universo de forma diferente.

E mesmos alguns cientistas acham-se, que sendo cientistas não podem possuir espiritualidade, não podem expressar sua religiosidade,, mesmo sabendo que é através dela, que se têm respostas às grandes dúvidas da humanidade, que para elas a ciência não as tem.

Na verdade, a ciência não sabe quais são essas respostas, porque elas não têm fim. Quando são respondidas surgem em função delas outras perguntas e dúvidas. E assim nesse “continuum misterioso” mostra-se o alavancamento do conhecimento científico, mas sem obter a resposta final.

O cientista que busca através da ciência o conhecimento em seu sentido mais amplo e verdadeiro, ele ilumina seu espírito. Ele não movido à arrogância que é destrutiva, evita que “sua ciência” se torne dogmática e cega.

Felizmente, já começa de maneira mais presente prevalecer a integração e o engajamento entre as diversas áreas da ciência, porque o mundo do conhecimento humano tem perguntas cada vez mais complexas, que para serem respondidas, precisam-se de uma abordagem pluralista.


As imagens acima foram conseguidas por cosmonautas russos dentro de suas naves orbitando a Terra. Estas manifestações também vistas em outras ocasiões depois de uma intensa claridade, que não permitia os cosmonautas nada verem por uns instantes, para a seguir enxergarem deslumbrados como se plasmassem, em volta de suas naves figuras tidas angelicais fisicamente registradas, filmadas. Entretanto, as autoridades russas como para encerrarem o assunto movidas por uma certa arrogância e não o explicando, concluíram que estas manifestações cósmicas foram alucinação coletiva dos cosmonautas – Imagens da Internet (H – History).

O físico indiano Amit Goswami em sintonia ao movimento Nova Era, trouxe uma interpretação fundamentada na Mecânica Quântica. A ideia de uma consciência não-local ou, de um “ente” transcendente que no fundo é uma síntese entre a espiritualidade e o discurso científico.

Esse cientista ao expor essa sua principal ideia através da Mecânica Quântica, faz crítica ao realismo materialista e, por outro lado também, critica o misticismo e dogmatismo religiosos, que impedem a transmissão de forma adequada da verdade essencial à experiência espiritual, quando certos experimentos poderiam sustentar a crença numa dimensão transcendente da realidade.

Um dos grandes desafios da ciência moderna é entender a natureza do inconsciente humano, porque cada ser humano tem sua própria característica, que a expressa pela sua maneira diferente de ser, apesar de que a constituição cerebral seja semelhante em todos os seres humanos.

A percepção do “eu”, ou do que significa a subjetividade de cada um, é uma questão que continua em aberto na ciência.  Existe uma questão nas ciências cognitivas chamada “problema difícil da consciência”.

Ele basicamente busca entender o que dá origem a subjetividade humana e, o pampsiquismo (psiquismo da natureza) é a tentativa de solucionar esse dilema, dizendo que a consciência por ser integrante do universo, ela não emerge do cérebro.

De acordo com o pampsiquismo existem níveis diferentes de consciência e de entidades diferentes. O ser humano tem nível avançado de consciência, mas também os animais irracionais, os seres vivos de um modo geral como ainda os objetos inanimados e tudo mais que de certa forma está na natureza.

Quando se tem entendimento do que é real, mesmo quando não fisicamente visto, é porque já se tem dele percepção/intuição como uma “informação real”.

A pergunta sobre a veracidade da existência da Consciência Cósmica/Deus não se tem para ela resposta, porque Deus não pode ser medido e assim não pode ser constatado pelo “observador”, através da tecnologia que lhe dispõe a ciência.

Entretanto, já se pode vislumbrar a possibilidade da existência de outras dimensões de realidade além dessa realidade densa da matéria com suas leis, que o ser humano para elas se submete, inserido em suas experiências cotidianas.


A existência da “Placa Física” não foi apenas uma “percepção filosófica” antes de sua constatação posterior já materializada. Ela antes de sua materialização ainda em outra frequência de realidade no futuro, já era mentalmente percebida como real por aquele que a acessou. E, ao vê-la e pega-la e fotografa-la por alguns minutos na realidade física, antes dela novamente “sumir”, desmaterializar-se, ela confirmou-se ainda mais como matéria no mundo físico. Mais informações no www.pegasus.portal.nom.br , na Página “O Portal” e no texto “No milharal, a entrega da Quinta Placa” – Fotos de Antônio Carlos Tanure

A ciência não é tudo, ela descreve parte da realidade, aquela que é medida e percebida diretamente de maneira objetiva, mesmo que não seja diretamente através dos cinco sentidos humanos, mas ao alcance e à abrangência dos instrumentos científicos.

A busca do conhecimento fica ainda mais interessante, quando ela se volta ao mais sutil, que não pode ser medido nem mesmo com auxílio dos instrumentos científicos.

E nesse caso têm duas condições. Pesquisar, buscar conhecimento, ampliar o alcance mental e entrar na realidade do espirito e da iluminação. Ou, ignorar e não procurar expandir o conhecimento, o que é típico do materialista, incapaz de se transcender, estabelecendo-se só no que é conhecido dentro da realidade do átomo.

O materialista não interessa saber ou ampliar seu conhecimento sobre o espirito, consciência, fé e tudo mais imaterial, porque para ele sai da esfera da atuação da ciência, já que não podem ser fisicamente constatados, medidos.

Não existe ciência sem o ser humano. Não existe nada sem ele “o observador”, que registra, constata, observa. E tudo o que ele faz, parte do princípio de que ele é um ser consciente, que está recebendo e transmitindo informação sobre a realidade.

O ser humano possui necessidade profunda d’alma de “se esvaziar” para perceber e entender que existem “coisas” muito maiores do que sua percepção de mundo, que são muito maiores do que sua percepção de realidade e que por elas possui profunda atração.

Existem muitas maneiras do ser humano chegar ao esvaziamento do eu – do “ego” e se extrapolar. O que move o espirito humano é sua busca em experienciar sua transcendência, para se perceber em momentos de criatividade e de realização.


O que move o ser humano em seu entendimento das Leis Universais é experienciar sua transcendência, para se perceber em momentos de criatividade e de realização – Imagens de Dakila Pesquisas.

Não existe o momento presente, porque ele ao ser assim percebido, esse instante já foi, já se acha no passado. O presente é o instante que tem duração zero ou é o ponto de uma linha que não tem dimensão e nem volume. Matematicamente é um ponto ou intervalo de duração zero.

O tempo presente (experiência humana com duração de três segundos) ao ir passando, passando, passando, ele vai a cada instante ficando mais no passado e registrando a história das experiências humanas. Ele existe na cabeça (mente) do ser humano, como uma fabricação cognitiva para registrar sua história de vida

Quando mais distante o objeto observado estiver, mais no passado ele vai ficando. O Sol quando é visto, ele está oito minutos no passado, porque a luz demora esse tempo para chegar à Terra.  Assim, no tempo presente não é o Sol que está sendo visto, mas a luz que vem dele e que chega aos olhos de quem julga observa-lo naquele instante.

Assim, com essa constatação sobre o tempo presente, torna-se mais fluido ou não bem definido o que se tem como realidade, porque o que se vê não é propriamente o que se acha sendo visto. Tudo está fluindo, está em constante fluxo.

O tempo cronometrado pelo ser humano é apenas sua invenção, é só seu convencional recurso externo para que se organize em relação “à passagem do tempo” e possa memorizar sua história de vida.


Não existe o tempo presente, porque nele nada existe. E o tempo cronometrado é apenas invenção ou, recurso externo e convencional do ser humano, para se organizar em relação sua história de vida – Imagem da Internet

A origem do universo se deu fora do plano físico, em um instante antes do big-bang ou, antes do surgimento da matéria, que a Física Quântica diz campo unificado?  O que ela sabe, tudo o que existe nesse universo, foi ou é uma relação de causa-efeito ou, se algo existe porque foi ou é o efeito de uma causa, que já existiu ou que ainda existe.

Com essa percepção quando se busca resposta para o surgimento universo ou, da causa primordial de seu aparecimento chega-se “à parede do tempo”. Chega-se ao instante que não se alcança mais respostas do passado, porque não existe mais o tempo, quando entendido como instrumento de experimentação.

Se nada movimenta e não muda e, não existindo também mais transformação, não existe mais a relação causa-efeito, o que torna o tempo desnecessário. E quando não existe mais tempo, surge o eterno, que as religiões o relacionam à eternidade com seu significado de “céu”.

Com essa informação como se manifestou o universo, como surgiu o impulso primordial e criativo para o seu surgimento?

Infelizmente a ciência ainda não pode dá-la, porque está no terreno do incognoscível. A ciência ainda não pode formular através de teorias cientificas ou dentro do “mecanismo” de causa-efeito, respostas que sejam auto eficientes e racionais, para delas “emergir” o universo como um todo.

Antes do tempo existir não se pode falar dele, simplesmente porque ele ainda não existia? A origem do universo é uma questão temporal? Como o tempo começou a existir e a passar, para registrar a história universal?

Se o processo temporal é também um processo de história, quando se pergunta o que existia antes do universo, a resposta fica sem ser dada e então, ela sai do campo da ciência e entra para o campo da crença.

Para o hinduísmo o universo é criado e destruído ciclicamente, quando se perpetua tanto para o infinito passado, quanto para o infinito presente e, esse atual universo é um desses ciclos.


Para os hindus, Brahma é o deus que criou o mundo exterior, não só o material regido por princípios físicos, mas também o interior, espiritual dos pensamentos e sentimentos humanos – Imagem da Internet.

As culturas não cientificas lidam com a origem de tudo, de todas as coisas em suas narrativas cosmogônicas ou da gênese do universo e, quase todas mencionam a Força Criadora com Poder Absoluto, que transcende as barreiras do espaço e do tempo.

Apenas essa Força ou Deus que é capaz de “fora para dentro” ou, além do espaço e do tempo de recriar algo já existente e confinado, como esse universo que é constituído pelo espaço-tempo e que nele o ser humano acha-se por igual confinado.

Só essa Força Criadora Onisciente, Onipresente e Onipotente que é capaz de transcender os limites do espaço temporal, que a ciência humana busca intensamente através de seu conhecimento e de seus instrumentos tecnológicos alcança-la, para a conhecer.

A ciência é formulada a partir de certos conceitos, porque precisa de uma infraestrutura conceitual para poder atuar. Se a ciência não tivesse os conceitos de espaço, tempo, energia, movimento e outros ela não conseguiria dar conta da narrativa, que é o ser humano que “constrói”, o que ele vê como seu mundo.

A ciência não é possuidora de poderes transcendentais porque só eles poderiam explicar o que ela não entende. Mas, ela mesmo assim não deve ficar estacionada frente à questão da existência de uma Força Transcendental Absoluta, que criou o universo.


A ciência não deve ficar estacionada, mas mover-se na busca da resposta, qual Força Absoluta que criou o universo – Imagem da Internet

Os cientistas devem se mover, mesmo sabendo que existem questões que são incognoscíveis através da razão e, entre elas acha-se a pergunta sobre a origem de tudo, que para ela não tem resposta. Mas, mesmo assim eles devem “abraça-las” como “mistério da existência”, deixando-se levar pela inspiração criativa realizadora.

Existe uma assimetria entre o espaço e o tempo. No espaço palco das experiências de vida do ser humano, ele pode ir para onde ele quiser. Ele tem à sua disposição três dimensões, enquanto no tempo ele comumente em seu dia a dia só pode ir para frente, para o que ele diz futuro.

A ciência encontra-se em uma ocasião propicia às perguntas com respostas especiais, que se mostram como descobertas complexas. Ocasião que ela tem que criar modelos mesmo que simplificados, para que entenda melhor em suas pesquisas, o que nelas está acontecendo.

Modelos que precisam ser constantemente melhorados, porque dependentes de parâmetros eles vão sendo corrigidos, na medida que o ser humano vai se percebendo melhor inserido, no mundo em que se experiencia.

A troca de informação entre a religiosidade/fé e a ciência traz iluminação para todos, portanto é muito importante que a informação não fique apenas para os cientistas, que muitas vezes não a têm. Mas, também que ela não fique para aqueles, que apenas pensem e se conduzem em função de seu misticismo e dogmatismo religiosos.

Essa comunicação deve se fazer, para o que esteja ainda no campo do inexplicável e do dogmático ganhe se possível credibilidade pela ciência, deixando-se de ser mistério. A iluminação pela sabedoria do conhecimento ou do que esclarece, é o que todos devem desejar.

O ser humano pode expressar seu sentimento de religiosidade/fé ou espiritualidade, não só com seu habitual procedimento de inercia física ou, com seu corpo parado em um determinado local, rezando ou meditando.

Ele pode também expressá-lo diretamente com a natureza, movimentando-se (andando ou correndo) integrado ao mundo natural em sua volta, quando vai paralelamente mentalizando.

Ele assim procedendo com seu “micromundo” (corpo físico) em movimento, está pela Segunda Lei Universal ou de Correspondência em ressonância com o “macro mundo” (universo), que vibra em constante movimento transformador.

E nesse “seu movimentar” físico, mental e emocional diretamente integrado com mundo natural, sua mente vai se abrindo e lhe facilitando momentos mais vibráteis e conscientes de transcendência com a Mente Universal/Deus.

Momentos de transcendência que lhe vão proporcionando “esvaziamento” de seu corpo pela perda de calorias e inversamente ampliando sua percepção mental.

É o orar desse novo tempo, que o ser humano se mostra em ação com corpo saudável e com equilíbrio emocional impulsionado pelo sentimento do Amor Universal, que brota de seu coração.


A primeira imagem acima é de uma foto aérea tirada em torno do ano 2000, quando era ainda Fazenda Boa Sorte ( hoje Recanto de Havalon) e quando o Projeto Portal (hoje Dakila Pesquisas) estava começando. E nessa foto em seu canto superior à esquerda está o “Morro dos Arquivos” também chamado do “Morro das “Placas”, que pelas suas trilhas aqueles que ali estavam, caminhavam o número de vezes ditado pela vibração da matemática universal, para “um movimentar” sintonizado diretamente com o mundo natural e para “um abrir” a mente em momentos mais vibráteis e mais conscientes de transcendência com os mundos paralelos. As três fotos juntas embaixo são das “Crateras” e das “Marcas” que são locais energeticos e de referências no “Morro dos Arquivos” – Fotos de www.pegasus.portal.nom.br

Os modelos que são utilizados para estudar a origem do universo, usando-se uma mistura de informações da física quântica e da relatividade geral são fundamente limitados, porque são simplificações imensas da complexidade que existia no universo primordial.

Assim, mesmo dentro de um modelo bastante simples, muito limitado do que provavelmente estava acontecendo naquela ocasião, mesmo esse modelo só pode ser formulado se houver definição de espaço, tempo, matéria e energia. Mas, e aí então que surge a pergunta, de onde eles surgiram?

A ciência não tem essa resposta, portanto, aí está o problema. A ciência não pode formular a origem de tudo cientificamente, porque os cientistas, seres humanos, não podem sair fora do universo, que é tudo que existe, para estuda-lo de fora para dentro.

Para estudar as leis que regem o universo, os cientistas para terem dele uma “compreensão inteira”, teriam que estuda-lo de fora para dentro e não de dentro para fora, quando só enxergam uma parte da realidade.

Só Deus, O Criador pode fazer isso e não o homem, que cocriador é apenas sua extensão dentro do universo.

A ideia da unidade da matéria é verdadeira, porque todos os átomos da tabela periódica foram criados dentro das estrelas, as verdadeiras alquimistas do universo. Estrelas que já desapareceram antes do sol existir e que transformaram o elemento mais simples hidrogênio em todos os outros elementos da Tabela Periódica.

O corpo físico humano é constituído de “pedacinhos de estrelas” que já despareceram bilhões e bilhões de anos. A agregação deles no atual corpo humano que é nova e que permite o ser humano carregar a história do universo dentro de si.

Esse significado de unidade é profundamente verdadeiro e também muito belo, por unir o ser humano não só com todas as formas de vida inteligente, como também tudo mais existente.

O vácuo de acordo com a física moderna não é um vazio absoluto, porque sempre existe nele algo. Mas, o vácuo é uma ideia e não realização da natureza. O ser humano pode pensar e idealizar que ele existe, como também existe o eterno ou infinito, mas como ideias e não com a certeza de existirem ou não.

Hoje, de acordo com a física quântica todo objeto (constituído de átomos) possui uma frequência natural de vibração. E quanto maior a massa do objeto maior é também essa sua frequência de oscilação. Mas, nesse sentido no “objeto/corpo” humano o efeito quântico (de seus átomos) é muito pequeno.

Maiores e mais amplas são as ondas de irradiação como frequências de vibração, que o ser humano gera tanto de seu coração quanto de seu cérebro, portanto elas estão mais verdadeiramente presentes por esses efeitos, do que por efeitos quânticos.

Deve-se ter muito cuidado par evitar exageros na retorica dos efeitos quânticos em pseudociência, quando se tira conceitos da física, mas que estão fora de contexto, como a “cura quântica”. O que existe entre dois seres humanos é troca de energia como ondas de irradiação, mas como elas se dão ainda não é inteiramente explicável pela ciência.

Quanto mais se entende sobre a natureza, mais se entende a “obra divina’, mais se percebe sua manifestação. Já está existindo engajamento maior entre a ciência e a religiosidade/fé com o objetivo de se saber como Deus ou O Grande Arquiteto atua no universo através de suas Leis.


Quanto mais se entende sobre a natureza, mais se entende a obra divina e, mais se percebe a manifestação – Imagem da Internet

Srinivāsa Aiyangār Rāmānujan que morreu em 1920, aos 32 anos, foi um matemático indiano. Sem qualquer formação acadêmica, fez contribuições essenciais nas áreas da análise matemática, teoria dos números, séries infinitas, frações continuadas e outros ramos da matemática considerados insolúveis.

Muitas de suas equações e de suas identidades matemáticas eram completamente novas e originais para a época, abrindo áreas também completamente novas para a matemática e inspirando uma vasta área de pesquisas. Praticamente todas as suas afirmações se provaram corretas.

Os teoremas por ele criados ficaram conhecidos como funções modulares e até os dias de hoje eles são as formas matemáticas avançadas e usadas pelos físicos ao lidarem na física tradicional com a relatividade e na física quântica com a Mecânica Quântica.

Profundamente fervoroso esse hinduísta dizia que parte substancial de suas descobertas era na verdade de origem divina revelada em sonho.

A pergunta que a ciência faz, como alguém sem experiência em matemática pode ver tais teoremas complexos em sonhos? Essa pergunta fica ainda mais interessante, quando suscitada estuda-se a consciência a partir de um ponto de vista mais cientifico


Srinivāsa Aiyangār Rāmānujan sem qualquer formação acadêmica criou teoremas que ficaram conhecidos como funções modulares ou formas matemáticas avançadas, que são usadas pelos físicos, ao lidarem na física tradicional com a relatividade e na física quântica ao lidarem com a Mecânica Quântica – Imagem da Internet

Aqueles que possuem essas inspirações com outros planos de existência mais sutis, eles não estavam procurando-as, elas vieram através de seu inconsciente, o que se torna ainda mais um grande mistério para a ciência.

O inconsciente é único, é de cada ser humano ou é coletivo? Será que aquele que é conhecido como gênio é produto de uma Mente Universal ou do Inconsciente coletivo?

O hinduísmo mais antigo acreditava que tal deposito de conhecimento existe verdadeiramente como uma Força Universal, que inclui todos os pensamentos, ações, emoções ou experiências que os seres humanos já os tiveram ou que irão os ter. E essa Força Universal a cultura ocidental posteriormente a denominou de Registro Akáshico.

Einstein recebeu inspiração para sua extraordinária lei da relatividade em um sonho. O químico alemão Friedrich August Kekulé descobriu a forma alusiva de uma molécula de benzeno durante também um sonho. E o químico russo Dmitri Mendeleiev literalmente “viu” em sonho a tabela periódica dos elementos, para logo em seguida já acordado desenhar todos os elementos na tabela, que hoje é a mesma usada pela ciência.

Os seres humanos são feitos de átomos, que são regidos pelas leis da física quântica, que são determinantes no funcionamento dos processos de natureza quântica.

Mas, os fenômenos quânticos são mais importantes no mundo micro, mas não tão importantes no mundo macro. Por isso, um efeito quântico é importante em um elétron, mas desprezível no ser humano, apesar de seu corpo ser constituído por incontáveis átomos.


O “Ponto de Deus” assim chamado pelos cientistas é uma aérea do cérebro humano, que possui correlação com a espiritualidade/fé, ao ser gerada uma força/energia precisamente na área do coração e dali irradiar para o cérebro – Imagem da Internet

 

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Nova Era para alguns estudiosos iniciou-se com a união de movimentos da contracultura da década de 60. Mas, o termo Nova Era ganhou força na década de 80. Foi um movimento que se espalhou a partir de comunidades com envolvimento espiritualista e práticas metafísicas.

Desde de seu início esse movimento atravessou três décadas, entre os anos 60 e 80, estimulando seus participantes se tornarem cada vez mais conscientes, buscando-se o autoconhecimento e o desenvolvimento espiritual.

Ele trouxe propostas à aceitação de novas formas de integração do ser humano com a natureza e com o cosmo. Foi o início de que “abrir a mente” à toda experiência, valia a pena”. Foi o começo de se buscar o equilíbrio emocional, da melhor maneira que se achasse.


Woodstock Music & Art Fair (conhecido informalmente como Woodstock ou Festival de Woodstock) foi um festival de música realizado entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969 em uma fazenda próximo à região de White Lake, na cidade de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. Esse festival exemplificou a era da contracultura do final da década de 1960 e começo de 1970 – Imagens da Internet.

Com o lema “cada um por si”, mas com cada um buscando o significado de Unidade e procurando exercita-lo, esses que ajudaram a construir esse novo tempo também chamado de Era de Aquário, propagaram-no mediante leitura “profética-astrológica”, um mundo com uma vida melhor a partir do ano de 2030.

Hoje, a Nova Era também chamada de Era Dourada como um movimento que mistura sentimento de várias religiões, filosofias e práticas místicas, seus seguidores acreditam que ela é um novo tempo de paz e de prosperidade mundial, impulsionada por uma nova e única corrente de pensamento.

Mas, aqueles que já alcançaram frequência mental para sua interação consciente com as realidades paralelas, como os participantes de Dakila e de outros polos semelhantes de conhecimento, sabem que verdadeiramente a Nova Era iniciou-se a partir do ano de 1971, quando se deu o “chamamento” como “ideal mental-vibratório” para uma grande parte dos seres humanos.

“Chamamento” motivado pela sintonia dessa grande parte da humanidade com a frequência da “Nave GNA” ou, com sua acelerada frequência energética, que agora mais presente e mais atuante na realidade física terrena, está alterando o padrão mental e transmutando as células do corpo desses seres humanos.

Esta frequência de vibração proporciona principalmente àqueles nascidos depois de 1971, que seus genes se potencializem pela incorporação de mais energia ao nível de seu DNA físico, que vai se transformando em DNA Interdimensional através de um complemento energético fornecido pela “Nave GNA”.


As imagens acima são dos flashes de uma “sonda” da “Nave GNA”. Os intervalos entre elas que estão em uma determinada sequência, são de apenas um trinta avos de segundo e estão também sendo mostrados apenas com os recursos computadorizados de ampliação e de uma melhor iluminação – Fotos de www.pegasus.portal.nom.br.

A Nova Era com a Terra já vibrando em outra frequência, será daqueles já possuidores da percepção necessária à frequência mais acelerada da quinta dimensão, portanto não mais para aqueles ainda com o entendimento próprio a um mundo experienciado apenas por cinco sentidos, como esse atual de terceira dimensão terrena.

Essa ocasião é decisiva para a Terra e para a humanidade que passam por “transição de frequência e de vibração”, quando acertos para ela mais intensos se dão e, por isso, a necessidade que os seres humanos se tornem mais conscientes, esclarecerem-se ainda mais, para se conduzirem sem tanto mais se perturbarem, na Linha B ou do Meio de suas Três Linhas da Vida.

Talvez inveja, orgulho e cobiça descabidos sejam as frequências energéticas, que mais os perturbam e que os fazem “se perderem” no mundo de suas experiencias cotidianas, desligando-os de sua sintonia com os planos mais sutis de existência, que poderiam mais constantes orientá-los.

É própria dessa ocasião a dificuldade de os seres humanos exercitarem com equilíbrio em suas experiencias cotidianas de vida, mas por outro lado também é a ocasião daqueles se mostrarem “vencedores”.

Ou, aqueles “mansos e pacíficos” que se iluminam e que também irradiam sua luz aos outros. Nesse momento eles se destacam como os protegidos, que passam ilesos por esse momento de Transição Planetária e da “separação do joio do trigo” já escudados pela sua própria luz, não mais possuidores de qualquer tipo de medo.


Livros tidos como “sagrados” (principalmente a bíblia) mencionam cada um à sua maneira, que a segunda vinda de Cristo não será física, mas de acordo com a frequência mais vibrátil, mais sutil desse novo tempo: … Então verão vir o Filho do homem em uma nuvem, com poder e grande glória… Lucas 21:27; … Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do filho do homem… Mateus 24:27 – Imagem da Internet.

O ser humano com o atual avanço da ciência quântica se percebe agora   inserido em um novo mundo, que nele antigos paradigmas tidos antes pelo senso comum como absolutos, vão se desmoronando com novas informações e conhecimentos dessa ciência.

Em um redemoinho de informações se entrelaçam conhecimentos da Mecânica Quântica com outras fontes de significados holísticos, como também com outras fontes baseadas em filosofias orientais milenares.

Esse novo ser humano desse novo tempo se desperta e volta para si mesmo e, impulsionado pela sua mente e pelo seu coração busca reviver um mundo encantado de outrora. Busca reviver um mundo de magia que existiu outrora e que se perdeu.

Ele procura agora revive-lo com uma nova maneira de pensar e de agir, que com ela o significado de o “sagrado” em sua verdadeira amplitude, possui o real e o transcendente significado.


“Tecnologia biofotônica” (biotecnologia) proporcionada pelos mundos paralelos é absorvida pelo nervo ótico dos participantes de Dakila, quando cada um a percebe/“vê” com luz/cor diferente, conforme a frequência de seu campo energético e de sua necessidade no momento. É o “mundo de magia”, que nesse novo tempo já se mostra para eles, – Fotos de Dakila Pesquisas

O significado de Nova Era se mostrou ainda mais, quando seus participantes se mostraram com novas formas de integração à natureza, ao buscarem locais que diziam “sagrados”, mas eram na verdade presenças de vórtices/“portais”), o que lhes facilitavam interações com as realidades paralelas.

Sintonia mental com o significado da Nova Era não é se inserir em alguma seita, igreja e religião, portanto não é também se subordinar a algum chefe, regras, doutrinas fixas e disciplina comum. Nesse novo tempo busca-se estar em sintonia com o pensamento, que se abre em cada um para muitas experiencias, mas sempre se buscando o entendimento do Significado de O Todo, de Unidade.

Significado que cada ser humano busca muitas respostas que tocam à fé, ao desejo profundo. Respostas também à existência e de Deus como O Criador e, a percepção do sentido de vida e de morte, mas sem o enfoque religioso

Aquele que se identifica com esse novo tempo, suas ideias se baseiam em seu estilo de vida, o que lhe permite formular e vivenciar sua própria religiosidade. Paralelamente ele desperta para seu poder cocriador, quando percebe que O Criador não está dele tão distante, mas com ele em estreita sintonia.

Ele já percebe que os conceitos de bem e de mal, são apenas energias antagônicas no mundo denso que nele se experiencia, estimulando-lhe alcançar a consciência de sua divindade através dos Sentimentos de Harmonia e de Amor, que já alcançados esses dois conceitos não têm mais razão de existir.

O ser humano vai se identificando com a Nova Era, na medida que ele vai “dando conta de si mesmo”, mostrando-se pouco a pouco sua criatividade e se percebendo como cocriador.


A imagem acima foi do exato momento na formação do “portal” ou do vórtice de energia, que se mostrou na realidade física como um túnel e que permitiu a entrega da “Placa” que se materializou, àquele que a acessou – Mais informações no www.pegasus.portal.nom.br, na Página: O Portal. E, com o texto: No milharal, “a entrega da Quinta Placa” – Foto de Antônio Carlos Tanure

É o momento do “Vencedor”, momento que foi também daquele em torno de dois mil anos atrás, que disse: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”. João 16:33.

Esse novo tempo é a grande oportunidade de “se vencer o mundo”, libertando-se “do mundo do átomo” com sua força/energia de bipolaridade, que sustenta por ressonância “no mundo das experiências humanas” sentimento de dualidade, mostrado como antagonismo nas competições e nos confrontos e conflitos. É o momento de se transmutar/ressuscitar e, de “Se Unificar”, se mostrar com a Verdadeira e Eterna Luz.

É o especial momento para que o ser humano se perceba através de sua Centelha, que é eternamente Energia/Luz Viva e não apenas o que se mostra temporiamente como energia eletromagnética em corpo físico/matéria.

A Nova Era busca o despertar do novo ser humano, para que ele possa com a força de seu pensamento dominar Leis Universais e manipular a matéria como um cocriador.


A Nova Era para um novo tempo de equilíbrio e evolução, a Consciência do Cristo Universal mostra-se Cósmica e Divina – Imagem da Internet

A ocasião que a Terra e a humanidade passam é apocalíptica. E nesse contexto assustador associado à pestilência e à morte dentro do presságio do quarto cavaleiro, a pandemia do Covid-19, está nele inserido? Pode-se supor essa doença atual devastador “aviso divino”, sem se expor à uma interpretação rasa?

Será que Deus ou Consciência Universal está querendo alertar e ao mesmo tempo passar “recado” à humanidade, que algo está persistente e que já passou de a hora dos seres humanos “acordarem” e se posicionarem em outro nível de consciência?”.

“Recado” pela maneira que essa “sacudidela global” vem acontecendo e sendo mostrada em tempo real pela primeira vez através dos meios de comunicação de massa, com o medo instalado em todo o mundo? Principalmente no início desta doença quando era ainda bastante desconhecida?

Nessa ocasião o medo era de todos, não se importando, se alguém “refugiava” dentro de sua moradia procurando proteção ou, se “corria” para dentro de templo pedindo proteção divina ou ainda, se já dentro de hospitais “ficava na esperança de cura” pela ciência.

Se foi mais de um ano marcado pelo imprevisível e pelo pavor, foi com o intuito de redirecionar a humanidade através de Leis Universais? Foi uma “sacudidela” para seu despertar, para que ela se livre de sua obscurecida maneira de pensar e de agir?

Cerca de trinta anos atrás o pavor daquela ocasião foi a presença do HIV, que hoje é uma doença crônica controlada por remédio e não mais mortal. Mas, o comportamento das pessoas de um modo geral frente à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida naquela ocasião foi diferente ao de hoje, ao da Covid-19. Ele foi horrorosamente seletivo de condenação moral.

Foram estigmatizados quase sempre pelo preconceito religioso hemofílicos, homossexuais masculinos e principalmente usurários de drogas ilícitas injetáveis. Naquela ocasião não era raro, ouvir alguém julgando-se fundamentado pela religião e de ser cristã, mencionar principalmente para esses últimos, que eram “pragas, que tinham mais era morrer e que mereceriam o castigo que por ele estavam passando, dado por Deus”.

 Esses que se diziam cristãos, com suas mentes e seus corações vazios, não vibravam em sintonia à Frequência Divina e Universal de O Cristo, porque não percebiam que o dependente de droga é mais um doente de alma, portanto ele especialmente precisava junto à atenção médica/psicológica, ser colhido com atenção, carinho e amor.

Era o que faria “Aquele” que irradiou Sua Luz de Amor para o mundo dois mil anos atrás, principalmente para aqueles que Dele mais necessitavam. Mas, o que aconteceu para os doentes pelo HIV, foi uma dupla, lenta e dolorosa morte moral e física.

Hoje o vírus da Covid-19 matou sem distinção. Eliminou não só as “pragas que tinham mais que morrer” (de trinta anos atrás), mas também aqueles que hoje dentro de suas moradias procuraram se proteger, cercados de atenção, carinho e amor de seus familiares.

Essa pandemia em todo o mundo retirou da realidade física principalmente no primeiro ano de seu aparecimento milhões de presenças queridas de avós, pais, tios, irmãos e filhos, entre outras presenças do afeto humano.

A Quinta Lei Universal Imparcial e Divina veio mostrar à renitente maneira de pensar e de agir do ser humano, que nada acontece sem uma causa ou, por uma cadeia delas.

Esse Princípio Universal como Pêndulo Divino em seu vai e vem só cessa de atuar e de redirecionar, quando se alcança o ponto de equilíbrio, e nesse caso, quando o ser humano o alcançar em suas experiências cotidianas na realidade física com o Sentimento de Harmonia, que lhe permite evidenciar seu Cristo Interior, ao vibrar com seu coração e com sua mente na Frequência do Amor Universal, sem mais julgamento e condenação.

A Quinta Lei Universal está ensinando os seres humanos experienciarem sentimentos de mais respeito, de mais harmonia não só uns com outros, mas também com tudo mais que faz parte de sua experiência de vida, o que a Mãe Natureza está lhe mostrando, através do aquecimento global e das mudanças climáticas.


A Nova Era é início da Era Dourada e o final de um longo ciclo de 25.625 anos de experiencias com informações e conhecimentos já assimilados pela humanidade, para que ela pudesse agora em frequência mental mais acelerada, sintonizar à frequência por igual também mais acelerada, mais vibrátil de quinta dimensão e poder interagir consciente com as realidades paralelas mais sutis – Foto de Antônio Carlos Tanure

A era de agora é a dos “vencedores”, daqueles com sintonia mais direta à Consciência Universal, com outro pensar e agir que os conduz a um outro nível de consciência, para a percepção do Significado de O Cristo Cósmico.

Hoje o “religar” com Deus está cada vez mais sendo alcançado pelo conhecimento e pela sabedoria da alma humana, que percebe a presença “mais real” de Deus ou, sua presença mais vivamente cósmica e criadora.

A consciência humana em sintonia com esse novo tempo, não é mais aquela que se norteava alguns milhares de anos atrás pelos Dez Mandamentos e que se voltava mais às experiencias humanas locais.

Hoje, esses que já constroem esse novo tempo, possuem uma outra frequência mental e nível de consciência direcionados por Sete Leis Universais, que são validas para qualquer ponto desse universo e mesmo de outros. E ainda, validas não só para essa dimensão como também para as demais.


Aqueles que estão na linha de frente na construção desse novo tempo e já interagindo conscientes com as realidades paralelas, já conseguem instantâneos fotográficos durante essas suas interações de seres ultradimensionais, que existem (vibram) entre as dimensões – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Hoje, a ser humano com sua mente e com seu coração mais voltados para esse novo tempo, sintoniza-se mais à Consciência Universal/Deus, percebendo-a como condutora de Sete Leis ou Princípios Universais.

Leis que “inseridas” na Mente d’O Todo, conduzem Harmonia à Criação. Ou, Leis que conduzem a Harmonia no Tudo que se acha no Todo e vice-versa, portanto em tudo que está no universo, porque emana de um mesma Fonte Criadora, menciona a Primeira Lei Universal

E n’O Todo existe uma correlação e correspondência entre os diferentes planos de Manifestação, Vida e Existência. Assim, “o que está em cima é como o que está embaixo e o que está embaixo é como o que está em cima”, diz a Segunda Lei Universal.

O novo ser humano desse novo tempo já sabe também, que o “Movimento” pela Terceira Lei Universal manifesta-Se vibrando em tudo no universo. Movimento que se acha além de seu sentido comumente entendido na realidade do cotidiano humano.

Com essa Lei Universal Deus mostra-se vivo, vibrando-se. Matéria e energia são apenas maneiras (frequências) diferentes, que Deus assim se mostra, movimentando-se, vibrando-se.

E essa Terceira Lei Universal sinaliza (pela Segunda Lei ou Correspondência) que o ser humano deve estar também com sua mente e principalmente com seu coração em “constante movimentação”, buscando-se sempre sua evolução através dos sentimentos da harmonia e do Amor.

Entretanto, esses dois sentimentos que são gerados a partir de seu coração apenas vibram (acontecem), se ele já tiver conhecimento da Quarta Lei Universal e já o tendo colocado em pratica.

A Quarta Lei Universal ou de Polaridade lhe sinaliza, que tudo existe e não existe ao mesmo tempo, que todas as verdades são meias-verdades, porque existem dois lados em tudo no mundo de suas experiencias humanas, mostrando-se como lados opostos na forma de disputas, confrontos e conflitos, mas que podem ser conciliados na frequência da harmonia, através do sentimento do Amor Universal.

Aquele que já experiencia consciente em sintonia à Frequência da Nova Era, ele já ciente da Quinta Lei Universal, sabe utilizar de sua vontade, para atingir o necessário grau de equilíbrio e de firmeza mentais, para não mais se deixar mover à direita ou à esquerda de suas momentâneas condições emocionais, que o jogam ora para cá, ora lá.

Esse ir e vir não cessam, enquanto existir uma causa gerada por um efeito e vice-versa. No universo nada acontece por acaso. Toda causa tem seu efeito e todo efeito tem sua causa, ensina a Sexta Lei Universal.

Aquele que se identifica pela mente e pelo coração com essa Era Dourada, é aquele que se norteando pelas Leis Universais, vai ultrapassando os obstáculos que em sua vida vão surgindo como suas experiências de vida e, já ultrapassados o transformam em um “vencedor” ou, naquele que já manipula a matéria pelo domínio de leis para a terceira dimensão. Ele se torna “senhor dessas leis”, agindo de acordo com os princípios que as regem.


Primeira imagem pedra discoide (posteriormente engastada em ouro), que se materializou em um instante singular, quando ela como tivesse aparecida do nada, vinda de um ponto ao nível da testa daquele que a recebeu, caiu na palma de sua mão direita. E segunda imagem magnetóides materializados e já dentro de um recipiente pareciam possuir luz entre suas fibras, dando-lhes aparência tridimensional – Primeira foto de Antônio Carlos Tanure e segunda foto de Dakila Pesquisas

A semente desse novo tempo foi plantada cerca de dois mil anos atrás. Ela germinou, cresceu e seus frutos agora propagados não são mais através de parábolas, mas principalmente através de informações e de conhecimentos de uma ciência cósmica e quântica de agora, necessários à uma consciência de sintonia com O Cristo Cósmico.

Os tempos são chegados”. E, “os últimos virão a ser os primeiros, e os primeiros, os últimos.” Mateus 20, 1-16. Assim, os arautos dessa nova era sabem que não devem mais perder tempo, apesar de saberem que o tempo presente ou cronometrado não é real, é apenas uma ilusão.

Como já foi anteriormente mencionado, o tempo é apenas o “sentir” no espaço ou, o “artificio” para que o ser humano possa “constatar” a história de suas experiências”, através da natureza ao seu derredor.

O que é constatado, quando alguém percorre caminhando a pé determinada distância (espaço), ele tem uma sensação de tempo, que não é a mesma se ele a percorre de carro.  Essas diferentes “sensações de tempo” em um mesmo percurso ou, em um mesmo espaço porque o tempo é apenas um sentimento cronometrado.

O corpo humano é que vai experienciando o tempo presente ou o tempo cronometrado na realidade  física, envelhecendo-se, perdendo-se vitalidade. É o corpo contando sua história de vida.

Mas, não é a experiência da alma humana, que em outro plano mais sutil de realidade eterniza-se com literal beleza radiante de Luz Viva, se “alimentada” pelo Sentimento do Amor Universal, mesmo que o corpo físico vai “murchando-se”, vai se esvaindo com a idade ou, “morrendo com o tempo”.

O tempo é apenas “o sentir e o “medir” experiências do ser humano ainda em seu corpo físico (terceira dimensão), mas não mais para sua alma além do mundo físico (quarta e quinta dimensões).

“O “tempo de Deus não é o tempo do homem: “Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânime para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se”. Pedro 3:8-9 

O Cristo Cósmico que vibra em sintonia com a Frequência desse novo tempo, é bondade, benevolência, amizade e afabilidade, que o torna “Tutor” daqueles que na Terra se conduzem com seus corpos físicos pelo chamamento da Mãe (Divina)Terra, que busca salvar seus filhos “portadores de luz”, para que se preservem, trilhando o caminho da compaixão, da sabedoria e do amor.

E, que eles continuem buscando e elevando em si o Sagrado Feminino, para que se manifestem o Espírito Santo ou, a “Marca” da Consciência do Cristo Cósmico e atinjam como cocriadores o poder de criatividade e de realização.

Essa Consciência Cósmica e Divina tem sido esperada há gerações por muitos. Os cristãos conhecem-no como o Cristo; os judeus como o Messias; os hindus como Krishna; os budistas como Buddha Maitreya; os muçulmanos como Iman Mahdi ou Messias; os estudantes da Eubiose como Maitreya.

Os nomes podem diferir, mas eles referem a um Único Instrutor, que se mostra como Mensageiro de Deus para determinada época da história evolutiva humana. Ele não se mostra como um líder religioso ou fundador de alguma religião, mas como um guia para todos, sejam eles possuidores de alguma crença religiosa ou não.

O seu desejo é fazer o bem, para que se estabeleça entre os seres humanos os sentimentos de harmonia e de concórdia, que são os condutores da verdadeira bondade amorosa pelo perfeito equilíbrio entre o Amor e a Sabedoria, que coroam no ser humano o poder de um cocriador.


O Cristo desse novo tempo identificado também como o da Era Dourada, não é uma denominação para líderes religiosos ou fundadores de religiões, mas se refere a um Único Instrutor, que na história da humanidade guia seus ciclos evolutivos – Imagem da Internet

A denominação de Cristo é dada para todos na Hierarquia dos Ascensionados e Mestres Iluminados pela Sabedoria e pelo Amor, mas quando um se identifica com nome na realidade física, é para com ele se identifique também determinado ciclo civilizatório na história evolutiva humana, que para ele se compromissou como “Instrutor”, movendo-se pela compaixão e pelo profundo desejo de estimular o “salto de consciência” da humanidade.

Cerca de dois mil anos atras O Cristo naquela época com Jesus de Nazaré, contribuiu para que diminuísse o caos mental e a desarmonia que experienciavam os seres humanos, que ignoravam totalmente sua realidade universal e multidimensional, que só agora a humanidade começa para elas a ser despertada e melhor compreendidas.

Naquele tempo ele plantou as sementes, para que crescessem e seus frutos pudessem ser agora colhidos. Ele tinha um padrão vibratório como ser humano, mas era Sua Consciência Divina ou, de O Cristo que estava sempre direcionada e conectada em outra esfera de realidade de muito mais vibração. E ela que fazia os “milagres”, porque sabia entrar na frequência de cada coisa e de cada um, criando frequências multivibracionais.

Com a Energia da kundalini em seu frontal (já transformada em frequências multivibracionais), ele interagia com o campo eletromagnético da Terra e ao mesmo tempo sincronizava com a Vibração Cósmica, transformando-as pelo seu pensamento em Energia Taquiônica que é a soma de todas as energias e que realiza de forma direta os “milagres”.

O Cristo com Jesus de Nazaré ensinou ainda naquele tempo, os seres humanos a manipularem o Circuito Energético-Vibracional também conhecido como” Santíssima Trindade”:

  1. (Pai): Consciência/Pensamento/Quinta Dimensão
  2. (Filho): Desejo/Bioplasma/Quarta Dimensão
  3. (Espirito Santo): Vontade/Kundalini/Terceira Dimensão

Só agora no início da Nova Era, que o ser humano começa a alcançar a compreensão do “Mistério da Santíssima Trindade”. Ele agora sabe que seu pensamento como “instrumento” de sua consciência na quinta dimensão é que organiza as suas ideias e as direciona na forma de seu desejo profundo (fé) à quarta dimensão, quando então nessa frequência de realidade se intensifica e gera um campo vibratório que bioplasma o que foi por ele idealizado, para depois voltar à terceira dimensão e sua vontade poder finalmente materializar “como milagre”, o que ele quis.


O local onde está situado o Recanto de Havalon /MS situado entre as coordenadas 19º latitude sul favorece ocorrências, que a ciência humana atual ainda não consegue explicar, como as manifestações de plasmas que ali movimentam campos eletromagnéticos e que possibilitam uma maior interação com os mundos paralelos. Mas, aqueles que ali frequentam já sabem, que muito dessas ocorrências é pela utilização de sua tecnologia mental, uma “riqueza” contida em seus corpos físicos. Eles já estão em sintonia pela mente e pelo coração com esse novo tempo, a Era Dourada. Mais informações no www.pegasus.portal.nom.br, com o texto: Tecnologia Mental na Era Dourada – Fotos de Dakila Pesquisas e de Antônio Carlos Tanure

A Nova Era não será mais “ancoradouro” ao misticismo religioso incongruente, mas também não ao cientificismo limitado ou, não transcendente. Nela uma nova ciência se mostrará conciliante.

A consciência coletiva na Nova Era voltará menos para realidade da terceira dimensão e se impulsionará mais à realidade etérea da quarta dimensão. Frequência de vibração que mais facilmente direcionará a mente humana à sutileza da quinta dimensão ou, à frequência de realidade de uma consciência mais plena em sintonia à Vibração do Cristo Cósmico.

Esse novo tempo é crucial tanto para a humanidade quanto para a Terra, pela necessidade do surgimento de uma humanidade mais consciente, com uma frequência mental mais vibrátil e mais iluminada pela luz do coração, em sintonia à divindade de seu atual Instrutor Cósmico.

A Cidade de Zigurats, a Perola do Universo, está dentro do Analema Solar. Ela foi projetada para ter uma intensa atuação no futuro, como um campo especial receptor e irradiador de energia. Ela está sendo construída dentro de uma nova realidade para uma nova história da humanidade. Nela seus habitantes serão exemplos para um novo conceito de vida. Dela surgirão informações, conhecimentos e tecnologias voltados ao prolongamento da vida e ao rejuvenescimento, para que seus moradores tenham corpos saudáveis, belos e, possam através deles irradiarem por igual a beleza d’alma com os sentimentos de sabedoria, discernimento, justiça e amor. Mais informações no www.pegasus.portal.nom.br, com o texto: Zigurats – Dakila.  Imagens de Dakila Pesquisas

No início desse novo tempo e ainda de Transição Planetária, os véus de muitos mistérios, antes constituídos como conhecimentos de alguns poucos, vão agora sendo desvelados e transmitidos à toda humanidade.

Sentimentos de alegria, compaixão, empatia e perdão, entre outros, que os seres humanos os expressam em suas experiências cotidianas de relação social, possibilita-lhes mostrar perante a si mesmos espiritualmente conectados com o Universo e com o Criador.

Aqueles que já estão livres de crenças e dogmas, buscam de dentro de si o significado mais verdadeiro de espiritualidade, que lhes mostra   o caminho a seguir não mais o da individualidade, que procura quase sempre separatividade, antagonismo e disputa, mas o da Unidade que os direciona à trilha da Sabedoria e do Amor Universal.

Enquanto o ser humano não alcançar a consciência, que o evite oscilar entre a verdade percebida pela sua alma e a ilusão sentida pelo seu corpo, ele se identificará mais com o mundo exterior e nele trilhará atalhos enganosos distanciados de uma necessária e iluminada vida interior.

O novo ser humano já está despertando para sua responsabilidade de coparticipe da harmonia universal, quando também já se desperta para suas potencialidades mentais, que com elas sempre dentro de sua percepção das Leis Universais, já está começando a se descobrir em sua verdadeira realidade.

Como ‘filho da luz” e cocriador ele agora mais sábio na Nova Era já percebe melhor, que no Amor vibra a Luz que coroa o “Vencedor”, uma verdade que já foi ensinada dois mil anos atrás: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo – João 16:33


No centro de Zigurats o Monumento Escalonado quando estiver pronto, estará ressonando para todo o universo. Ele que está ainda em construção possuirá 73 metros de base e 63 metros de altura com nove andares e, em seu subsolo com dezenas de pilastras de sustentação já construídas, terá centros de pesquisas, biblioteca, cinema, salas comerciais. Mais informações no www.pegasus.portal.nom.br, com o texto: Monumento Escalonado em Zigurats ressonando com a Pirâmide de degraus em Saqqara. – Imagens de Dakila Pesquisas

Fontes de Pesquisas

https://www.pucrs.br › blog › interfaces-entre-a-ciencia…
https://oglobo.globo.com › Época › Sociedade
Marcelo Gleiser – Para além da Física
O Universo, o homem e seu espirito, com Marcelo Gleiser
https://istoe.com.br › a-ciencia-nao-quer-matar-deus
Amit Goswami; Nova Era e Ciência; Mecânica Quântica e Espiritualidade; Consciência e Religião
Ciência e espiritualidade (perguntas e respostas) Marcelo Gleiser
A inserção da ciência com espiritualidade Marcelo Gleiser
https://gnosisbrasil.com/artigos/a-mente-universal/livre
https://pt.wikipedia.org › wiki › Srinivasa_Ramanujan
youtu.be/jB4soJOWZb8
https://saintgermanchamavioleta.blogspot.com › 2012/12
https://www.curaeascensao. youtu.be/EDDxeTf7SGU
http://periodicos.pucminas.br › horizonte › article › view
https:// Nova Era – Folha de S.Paulo – Especial – Fé
https://www.acidigital.com › seitas › novaera
O Reino de Deus não é Religião – Deus não é Evangélico
http://www.tvobuxixo.com.br/
http://www.fogosagrado.com › maitreya_galeria
com.br › ascensao109
https://www.somostodosum.com.br/artigos/corpo-e-mente/maitreya-cristo-e-jesus-02677.html
https://www.curaeascensao.com.br › ascensao192
https://www.otempo.com.br › opiniao › trigueirinho › a.
Dakila Pesquisas

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