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Frequência da Alegria

Frequência da Alegria
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– Na vibração das crianças –

De Sônia M. Dias (sm.dias@terra.com.br) – em abril de 2010

Em 25 de março de 2010, no Hotel Fazenda Projeto Portal, num local denominado de “Trono”, um grupo de quinze pessoas que dele participei, conseguiu conectar com quatro parceiros de uma freqüência de existência bem diferente à da nossa.

Eram dois casais – um casal de Sirius e o outro de Capela. Mas, apenas o Ser de aspecto feminino de Sirius e que se identificou como Tila, foi quem nos passou os dois compromissos.

O primeiro compromisso é construir um aerodisco menor que o convencional porque será destinado a atrair as crianças e, no fundo desta nave deverá conter nossa freqüência de onda desenhada em alto relevo/colorida. Temos um prazo de cinco meses para esta execução.

O Consolador embora não estivesse presente, também fará parte integrante do grupo e não será ele quem nos passará as informações necessárias – mas, o Bilu.

Após a conclusão do primeiro compromisso daqui a cinco meses receberemos novamente instruções do intra-terreno Bilu, que nos passará informações em relação ao segundo compromisso – “uma nova alvenaria”, que deverá ser uma casa que deveremos construir no Complexo Turístico Ziguratz, “para atrair pessoas alegres”.

Portanto são dois compromissos ligados à vibração das crianças e, isto particularmente, me fez refletir sobre esta freqüência e do porquê ela está compatível com o nosso compromisso.

Entrar na freqüência do intra-terreno Bilu, significa alegrarmos com a vida terrena que desfrutamos, ao mesmo tempo em que elevamos nossa consciência humana para o nível da consciência dimensional.

É alegrarmos com a vida, principalmente ao reconhecermos em todos e em tudo a presença da Criação Divina. É vermos a beleza das plantas. O desabrochar de uma flor com suas pétalas coloridas e suas sementes que vão gerar outras plantas/flores.

É alegrarmos também, ao vermos a perfeição no conjunto dos organismos de um ecossistema, que se organizam hierarquicamente segundo suas fontes de alimentos – formando uma cadeia alimentar, que equilibra tanto o reino vegetal quanto o reino animal.

É ainda alegrarmos quando vemos a densidade das pedras preciosas, quando espargem luz a partir de seus núcleos – como acontece com cristais e os brilhantes.

É vermos e participarmos da igualdade que existe entre os seres humanos, apesar de suas diferenças.

É sermos como uma criança, quando agimos com o coração, sem sermos movidos pela premeditação.

Quando uma criança nasce, ela possui uma ligação forte e pura com a sua alma, porque ainda não tem conceitos formados a cerca do meio ambiente onde vive.

Entretanto, ao crescer, ela vai perdendo a conexão com este seu estado de pureza inicial, porque a cultura com a qual vai se envolvendo, lhe impõe conceitos pré-estabelecidos. Assim, na medida em que vai ficando mais adulta, vai eliminando a criança que sempre deveria existir em seu interior. E com esta perda ela vai se tornando prisioneira de um sistema de regras impostas por uma minoria detentora de poder, que está constantemente “asfixiando” a maioria.

Voltarmos a sermos crianças é cortarmos estas amarras constituídas por conceitos e paradigmas pré-moldados, que nos fazem agirmos como “boi na boiada” quando então, para aonde vai aquele que comanda, os outros vão atrás.

A alegria não é uma energia da superficialidade, porque ela vem de dentro de nós, gerada por sentimentos vivenciados na Freqüência da Harmonia. Ela só existe de fato manifestada exteriormente, quando através de um gesto, de uma palavra ou de um sorriso estes procedimentos foram antes “contagiados” por sentimentos oriundos do nosso “Verdadeiro Ser” – “Daquele” que permite “sermos nós mesmos”.

A verdadeira alegria surge quando agimos com pureza de coração não gerando a energia das disputas e comparações do tipo “fulano é melhor ou pior que cicrano” ou, se sou mais evoluído que o outro ou não. Estes procederes são da dualidade. São conflitantes e nos perpetuam no jogo da dualidade – e, nos tiram da freqüência que “constrói” um coração puro.

Devemos aprender com os acontecimentos à nossa volta, sem julgar a favor ou contra, porque procedendo desta maneira nos desgastamos emocionalmente e deixamos de manter o necessário nível de carga elétrica em nossas células.

Para termos alegria de criança é necessário “sermos nós mesmos” e não termos poder sobre o outro. O único poder que devemos exercer é aquele que devemos exercer conosco – o poder criador.

Agindo com a “pureza de coração”, alcançamos a leveza do “estado de graça”, que nos conduz à Neutralidade pela Linha B das Linhas da Vida – que nos leva à freqüência mental onde não existe julgamento, mas somação que nos permite experienciar a verdadeira “alegria de viver”.

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