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O Mundo Quântico e o Ser Humano

O Mundo Quântico e o Ser Humano
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A Física Quântica é a base teórica e experimental de vários campos da Física e da Química, incluindo física da matéria condensada, física do estado sólido, física atômica, física molecular, química computacional, química quântica, física de partículas, e física nuclear.

E os alicerces da Mecânica Quântica foram estabelecidos durante a primeira metade do século XX por Albert Einstein, Werner Heisenberg, Max Planck, Louis de Broglie, Niels Bohr, Erwin Schrödinger, Max Born, John von Neumann, Paul Dirac, Wolfgang Pauli, Richard Feynman e outros. Alguns aspectos fundamentais da contribuição desses autores, ainda continuam alvo de investigação ao nível do mundo atômico.

Se o átomo fosse do tamanho de um imenso estádio de futebol, seu núcleo seria do tamanho de uma “bolinha de gude” e os seus elétrons seriam “partículas de poeira”. Só que no restante desse imenso espaço por onde orbitam os elétrons, ele não é totalmente vazio e sim ocupado por campos gravitacionais e eletromagnéticos, ou seja, por pequenas flutuações quânticas de energia de vácuo.

A designação de quantum foi dada por Albert Einstein à descoberta do físico alemão Max Planck (1858-1947), à menor quantidade de energia luminosa possível, que é representada pela letra q, designando o sentido de quantum ou, quantidade de energia. Ainda de acordo com esse cientista, na formula q = h f, a letra h valendo 6,63 x 10-34 joule.seg é uma constante universal denominada constante de Planck e f é a frequência da radiação emitida ou absorvida.

Para achar essa fórmula, Planck precisou “postular” que a luz visível ou não (radiação eletromagnética – fóton/elétron), é formada de “partículas” ou “pacotes de onda”. Cada pacote tem uma energia E, que é proporcional à frequência da onda de luz que carrega e que é dada por E = h f (já mencionada).

Depois dessa descoberta o físico francês Louis Victor de Broglie ainda acrescentou à natureza ondulatória da matéria (fóton/elétron) a designação quantum de um modo geral, portanto não só em relação ao seu aspecto onda ou ondulatório, como também em relação ao seu comportamento de partícula elementar, ou ao seu aspecto corpuscular.

O quantum do campo eletromagnético é chamado de fóton e o quantum do campo gravitacional é denominado de gráviton.

A parte mais superior da ilustração mostra uma oscilação sinusoidal de um fóton em comportamento característico de onda e na parte mais inferior sem oscilação mostra-o em seu comportamento típico de partícula. E, no meio da ilustração mostra-o em metamorfose, transformando-se continuamente em superposição de onda para partícula em seu “entrelaçamento quântico” – Imagem da Internet

Foi Albert Einstein o criador da Teoria da Relatividade que primeiro utilizou a expressão quantum, relacionando-a com qualquer evento físico de quantização, quando um elétron passa, por exemplo, de um nível com energia mínima para um outro nível superior ao ser aquecido. E nesse caso o elétron jamais passará entre esses dois níveis,  através de estágios energeticamente fracionados.

Ele passará quantizado, portanto por inteiro ou em pacote, realizando dessa maneira um salto (energético) quântico de um valor para outro ou, de um nível para o outro. Esse conceito é fundamental, para que se compreenda essa peculiaridade do mundo quântico descrita pela física quântica.

O termo quantum que no plural é quanta, ele é uma palavra de origem latina significando quantidade e designando no mundo subatômico a menor quantidade em que uma grandeza ou propriedade é encontrada na natureza. E a menor unidade com que a carga elétrica aparece livremente na natureza é a carga do elétron (-), ou do próton (+) – cargas apenas diferentes em sinais. O fóton (elétron em seu aspecto onda) e a carga elétrica (elétron em seu aspecto partícula) só existirão em números múltiplos dessas unidades. Esse tipo de grandeza com essas características são ditas quantizadas.

A energia é emitida através de pacotes, que com eles os elétrons ao passarem de níveis de energia para outros superiores, absorvem energia do meio externo e para retornarem aos níveis anteriores e inferiores eles devolvem para o meio ambiente essa mesma energia em forma de radiação – Imagem da Internet

Quanto à questão fundamental que sobre ela baseia o mundo quântico, fica uma pergunta. Como pode o elétron ser partícula e onda ao mesmo tempo?

Não é muito fácil o entendimento em relação a esse caráter duplo da matéria, porque conceitos comuns do que se passa no mundo subatômico, não são os mesmos a partir da experiência cotidiana humana com objetos de um mundo macroscópico, que são visíveis maiores do que as partículas subatômicas em vários bilhões de vezes.

Para que se compreenda, o que se passa em um mundo de escala atômica, é preciso que “se amplie mentalmente”, que se disponha abandonar maneiras de pensar costumeiras, substituindo-as por outros conceitos, com novos modelos mentais.

Quanto à natureza quântica da luz (radiação eletromagnética – fóton/elétron) ao ser observada por alguém com instrumentos próprios, torna-se impossível decidir entre onda e partícula. Não é possível também subdividir a órbita atômica numa sucessão de movimentos parciais (fracionados), sejam eles como deslocamentos de partículas ou como oscilações de ondas.

A nova e grande ideia da Física Quântica é o reconhecimento do fato, que os estados quânticos individuais formam um todo indivisível e que existem apenas enquanto não são “atacados” por um meio de observação – ou, quando não vistos pelo “observador”.

O estado quântico é a forma que os elétron assumem quando entregues a si mesmos, se ajustam às condições de baixas energias. Portanto, no estado quântico os elétrons não são partículas e não ondas no velho sentido (na física clássica).

O estado quântico é citado na Mecânica Quântica associado ao “Gato de Schrödinger”, uma experiência mental frequentemente descrita como um paradoxo, desenvolvida pelo físico austríaco Erwin Schrödinger (1935).

Essa experiência procura metaforicamente conceber situações do mundo subatômico aplicadas ao mundo macro (aos objetos do conhecimento humano no dia a dia). Portanto, ela tem o intuito de ilustrar um evento aleatório quântico através do exemplo de um gato encerrado em uma caixa, quando ainda sem ser aberta, não se sabe se ele está apenas vivo, apenas morto ou se está apenas “morto-vivo”

Identificação que só acontece depois de aberta a caixa e “observa” o que acontece dentro dela, configurando-se na Mecânica Quântica a importância da presença do “observador” – ou, da importância e da interferência mental do ser humano em relação ao que acontece no mundo quântico antes dele observá-lo (“abrir a caixa”), quando então poderão ser vistas três opções quânticas: partículas, ondas ou entrelaçamentos dessas duas.

Uma experiência do mundo quântico para um cenário do mundo macro, utilizando-se de um gato dentro de uma caixa lacrada. De acordo com a interpretação de Schrödinger, para essa experiência comparativa, o gato só poderá ser visto vivo, morto ou morto-vivo, depois a caixa ter sido aberta – Imagem da Internet.

O estado quântico é em um entendimento mais simples a física das probabilidades, na qual não existe uma certeza quanto a posição e velocidade de uma partícula, mas uma medida de probabilidade de encontrar a partícula numa dada posição e em uma dada velocidade. Portanto, o estado quântico não pode ser descrito em termos de um modelo mecânico definido. Ele apresenta como um novo estado da matéria, diferente de tudo o que se experimenta com objetos grandes.

O estado quântico ainda de acordo com o Princípio de incerteza de Werner Heisenberg enfatiza matematicamente, que é impossível determinar simultaneamente com acuidade a posição e a velocidade de uma partícula (elétron). Quanto mais precisamente determina sua posição, menos determina sua velocidade e vice-versa.

No mundo quântico é inevitável que a observação de seus fenômenos influencie o estado e a velocidade de suas pequeninas partículas. Assim o mundo quântico é também o mundo do provável, pois a cada tentativa de observá-lo afeta ou a velocidade ou a posição de suas partículas, fazendo com que haja uma incerteza em relação ao que se está observando. Por isso, boa parte das explicações sobre a Mecânica Quântica vêm de experimentos mentais criados por cientistas, baseados nas observações reais que fazem em nível quântico, portanto sempre dentro do Princípio de Incerteza de Heisenberg – Imagem da Internet.

O átomo só pode emitir ou absorver luz cujo quantum tenha a quantidade correta de energia. Essa propriedade explica porque ele irradia e absorve luz em determinadas frequências. Um átomo em seu estado fundamental só pode aceitar luz cujo quantum de energia seja exatamente do tamanho certo para elevá-lo a um estado quântico mais elevado.

O mesmo é verdade a respeito da emissão de luz pelo átomo, cujo quantum de energia deve ser exatamente do tamanho certo para, retorná-lo ao estado quântico mais inferior. Assim, qualquer luz (radiação eletromagnética – fóton/elétron) absorvida ou emitida por um átomo deve ter uma frequência correspondente à diferença entre dois valores característicos de energia.

Portanto, os efeitos estudados pela Física Quântica e que são constatados pelo “observador” já no campo mais visível do mundo macroscópico, seus resultados dependem de atitudes quânticas reveladas por fenômenos, que antes ocorrem em níveis abaixo da escala atômica.

Esses fenômenos subatômicos apresentam uma realidade muito mais ricamente complexa do que descreve a física clássica, pelo fato de que não se pode descrever completamente o átomo em termos de partículas ou de ondas. Só se pode descrever a realidade subatômica dizendo exatamente o que acontece, quando nela é observado um fenômeno de diferentes maneiras.

Os estados quânticos do elétron são em verdade que constroem a base daquilo, que é chamada de realidade, ao derredor.

Como já foi mencionado, a posição e/ou a velocidade de uma partícula são alteradas de acordo com a frequência e energia da luz usada para observá-las, por isso quanto mais é determinada uma dessas situações, mais indeterminada é outra e vice-versa – ou, mais depende da frequência e energia da luz usadas para a observação.

Então, o que acontece quando a luz incide sobre a matéria? 

Se o objeto é transparente, como um vidro de janela, a luz é parcialmente refletida, portanto sendo parcialmente transmitida. Se o objeto é totalmente sem transparência e denso como um pedaço de carvão ela desaparece dentro dele. E como a luz é uma forma de energia, ela só pode desaparecer, se de alguma maneira entrega sua energia à matéria que sobre ela incide, através do que é chamado absorção da luz.

Portanto, a energia da luz absorvida tem que aparecer de alguma outra maneira. Assim o ser humano sente calor quando a luz do Sol é absorvida pela sua pele. E, quando a luz é agora absorvida por uma placa de metal, essa energia que para ela transferida é tanta, que fazem seus elétrons saltarem e esse salto é chamado de efeito fotoelétrico e tem utilidade prática, quando se deseja transformar pulsos luminosos em pulsos elétricos. O estudo desse efeito que conferiu o Premio Nobel a Albert Einstein.

O Efeito Fotoelétrico ocorre quando luz de determinada frequência incide na superfície de uma primeira placa de metal, para que os elétrons ali sejam ejetados de sua superfície para uma segunda placa de maior potencial elétrico, colocada na escuridão e na frente da primeira para que absolva dessa forma elétrons e possa com essa transferência medir a corrente fotoelétrica – Imagem da Internet.

Como se vê, é possível medir com precisão a energia transferida à matéria quando a luz é absorvida, mas transferência sempre em unidades definidas de determinado tamanho e nunca absorvida (ou emitida) de frações dessas unidades – premissa sempre constante para explicar o mundo quântico.

Para mais facilmente entender o efeito da luz sobre a matéria, pode-se compará-lo através de um feixe luz como se fosse uma rajada de projéteis proporcionada por uma metralhadora, com cada projétil cheio da mesma quantidade de explosivo. Nesse exemplo toda vez que um projétil atinge um objeto, ele causa um efeito cuja energia é determinada pela quantidade de explosivo. Assim, a luz mais forte significa maior quantidade (número) de explosões unitárias de uma mesma grandeza e não explosões mais fortes.

Portanto, embora a luz seja uma onda na forma de radiação eletromagnética (fóton/elétron), mesmo assim seu efeito sobre a matéria é quantificado. Ela agindo como feixe de luz na forma de pequenos grãos e todos do mesmo tamanho, esse fenômeno é que dá ênfase na natureza à dualidade onda-partícula – com os elétrons como partículas que têm propriedades ondulatórias e a luz (fóton/elétron) como uma onda com propriedades de partículas.

Por mais estranha que seja a ideia do quantum de luz, ela abre uma nova perspectiva à questão de como o átomo emite e absorve a luz – ou, como a luz é produzida pelos átomos e como os átomos são influenciados pela luz, combinando o conceito do quantum de luz com o conceito dos estados quânticos do átomo (luz/matéria).

O ser humano vive aprisionado em um mundo, que é por ele mesmo criado mentalmente – Imagem da Internet.

A Mecânica Quântica revolucionou o campo das ideias não só no âmbito das ciências exatas, mas modificou também no âmbito do pensamento e, com esse uma outra maneira de perceber, de pensar e de criar.

O ser humano em seu dia-a-dia mesmo sem ter conhecimento dos fundamentos da Física Quântica, utiliza deles em sua esfera de consumo na forma de resultados concretos, como aparelho de CD, controle remoto, ressonância magnética e uso cada vez mais popular dos computadores, entre outros.

Graças ao efeito fotoelétrico tornou-se também possível o cinema falado, assim como a transmissão de imagens animadas através da televisão.

O emprego de aparelhos fotoelétricos permitiu ainda construir maquinaria capaz de produzir outras maquinas e peças sem intervenção alguma do ser humano. Aparelhos (robôs) nos hospitais e nas fabricas atuam computorizados respectivamente em delicadas cirurgias e em confecção de peças mais precisas, do que o mais competente medico e eficiente operário poderiam fazê-las. Outras tecnologias que usam do efeito fotoelétrico, permitem acender e desligar automaticamente a iluminação de ruas, abrir e fechar portas de lojas, etc. 

Graças ao fundamentos da Física Quântica pode-se hoje entender de maneira simples (e científica) como funciona a realidade, até para perceber que a palavra realidade significando o que se julga verdadeiro como o real, é muito relativo. Hoje, por já se ter noção, que esse Universo é composto por átomos e que esses não são sólidos, já se sabe o que ao nível macroscópico é dele mostrado como um mundo denso e “construído” de formas, não retrata sua verdadeira estrutura subatômica. Então sabe-se agora, o que dele é visto, é apenas constatação na ilusão da aparência.

O que o ser humano sente através dos sentidos não é nada mais que informações traduzidas por impulsos elétricos, trafegando em seu sistema nervoso em direção ao seu cérebro, que os codifica. Assim, tudo o que ele diz ser “realidade física” percebida pelos seus cinco sentidos (visão, audição, olfato, tato e paladar) e descrita como três dimensões através da altura, largura e profundidade constituindo sua percepção de espaço (e mais outra dimensão se contar o tempo), essa realidade que ele constrói é de fato informações através de sinais elétricos interpretados pelo seu cérebro.

O exemplo que aproxima o mundo dito real (realidade física) do mundo virtual constituído por impulsos elétricos, acontece através de imagens geradas em computadores, a partir da interpretação digital de códigos binários – ou, de criações dentro de um sistema matemático binário, onde os valores são expressos em função dos estados: “1” (ligado, positivo) e “0” (desligado, negativo).

Foi a partir desses “recursos elétricos”, que desenvolveu e ampliou sistemas binários como base de funcionamento de computadores, cada vez mais possantes.


Meros números criam tudo que “se vê” digitalmente, porque a mente humana é programada para reproduzir padrões – assim, a realidade digital ou virtual é uma réplica mais ou menos similar do que é conhecido como “realidade” no mundo físico.

Impulsos elétricos com fundamentos na Física Quântica constroem computadores cada vez mais “inteligentes” – Imagem da Internet

Tudo que ocupa espaço são partes de um sistema de códigos. O corpo humano é constituído por partes de um sistema de códigos – ou, um conjunto que ocupa um espaço programado para interpretar mais códigos. Esse conglomerado como um conjunto de códigos é que forma, quem o ser humano é (ou, quem acha que é), através de uma “chave biológica” que é também chamada de DNA – ou ainda, de Código Genético.

Os seres humanos estão atravessando o tempo e espaço, vivenciando sequências de eventos relativos às suas escolhas de maneira quase sempre consciente. Se eles não existissem como “observadores”, não poderiam interferir no intuito “de se acharem”, com tudo continuando se manter apenas em estado (inconsciente) de possibilidades – ou, “sem abrir a sua caixa” como propõe a metáfora do “Gato de Schrödinger”.

Todas experiências são possibilidades nesse Universo em que se experiencia, com variações que são geradas por escolhas, que criam infinitas realidades paralelas, desde que se leve em conta, que cada movimento feito é uma escolha e que todo acontecimento daí advindo é algum tipo de intenção consciente ou não.

Existem infinitas realidades paralelas nesse Universo, que nele os seres humanos vivenciam e que para elas podem-se direcionar infinitas vezes por dia, por hora, por segundo, ou por frações de segundo. E cada uma dessas realidades paralela pode ser considerada como um frame (imagem mentalmente projetada) de todo o “filme”, que é o conjunto de todas possibilidades dentro de sua realidade. 

A ideia de continuidade só existe por causa da ilusão de tempo e espaço. Na realidade, todos eventos são simultâneos, ou seja, existem no agora e esse momento universal (dentro do Unitário) está no ser humano associado à sua Essência, na medida em que vai observando si mesmo. Ele é tanto “o observador” quanto o “programador” dessa “Matrix” que nela se acha, seguindo a ilusão de continuidade por questões de aprendizado e procurando ter experiências de si mesmo através de “infinitos diferentes olhos”.


A característica desse Universo é que existem infinitas possibilidades com sequências de eventos dentro de sua estrutura. As escolhas que direcionam o ser humano através desse “mar de possibilidades”, 
mas toda experiência que ele tem, é necessariamente uma experiência no presente (no aqui agora), o resto são projeções de sua mente.

Ele como um programa senciente foi criado para vivenciar e descobrir o Universo. Mas, se ele está no presente (no aqui agora), é preparando-se para ir ainda mais além ou, para transpor a limitação espaço-tempo já tendo então aprendido se conduzir além de sua densidade físico-corpórea (de seu aspecto partícula), guiando-se com seu corpo mental e mais sutil (com seu aspecto onda/fóton) – para se tornar “Luz na Escuridão”.

Cada ser humano está no momento vivenciando uma especifica e paralela realidade dentro de múltiplos mundos de experiências, portanto está em uma simulação de realidade criada pela sua própria consciência. Dessa maneira ele está vivenciando, aquilo que para ele está sendo relevante, em simulações que estão interagindo umas com as outras.

Simulações que estão revelando seus diferenciais em eventos com inúmeras possibilidades e com elas autodescobrindo, para finalmente perceber que realidade está dentro de sua Consciência.

O ser humano em seu “ponto zero” no aqui agora está aprendendo se conduzir além de sua densidade físico-corpórea (de seu aspecto partícula), guiando-se com seu corpo mental e mais sutil (com seu aspecto onda/fóton) e, se tornar “Luz na Escuridão” – Imagem da Internet.

Fritjof Capra, Ph.D., físico e teórico de sistemas revela a importância do “observador” na produção dos fenômenos quânticos, que os testemunha não só como atributos de eventos físicos. Segundo esse cientista, as partículas são despojadas de seu caráter específico quando são submetidas à análise racional do “observador”, ou seja, quando são estudadas (observadas) por alguém com aparelhos científicos próprios e quando também tudo se interpenetra, tornando-se interdependente – ou, entrelaçando mente e matéria através daquele que pensa e observa o objeto (átomo) em análise.

Por causa dessa interferência outro renomado físico e prêmio Nobel de Física Eugen Wingner atesta igualmente, que o papel da Consciência no âmbito da teoria quântica é imprescindível.

Devido a aproximação dos seres humanos do seu “ponto zero” as suas escolhas estão ficando cada vez mais definitivas, que procuram vivenciá-las cada vez mais marcadas pelas suas intenções e que com elas procuram ainda “se modernizarem” – “se atualizarem” no aqui agora. Eles estão vivendo um período, que todas as portas estão sendo acessíveis a todos, em acesso conquistado verdadeiramente com consciência – quando podem receber e descobrir o que querem, mas podem também descobrir o que não querem.

Sempre é bom lembrar que é a Consciência que está atravessando o tempo e espaço, então se muda a consciência coletiva, muda-se o mundo que nele todos vivenciam. A realidade que os seres humanos nela estão, ela é simplesmente um reflexo de suas escolhas – de sua visão geral de mundo.

A irracionalidade de como a mente humana através do cérebro pensa e vê, muitas vezes desnorteia a psicologia, porque o comportamento humano não é fácil de se prever. As probabilidades muitas vezes falham nas previsões de como o ser humano vai comportar com suas escolhas e com suas crenças.

A mente de acordo com a cognição quântica, “joga” com a razão, os sentimentos e os preconceitos para produzir no ser humano pensamentos concorrentes, ideias e opiniões que ele em seguida os sintetiza em opções concorrentes e que já relacionadas (como “realidades”) ele as tem de certa forma como “certas”.

A Mente Quântica (Cósmica) refere-se à Mente Universal ou, àquela que abrange todo o Universo e também o verso do Uno. Pode-se percebê-la em seu Princípio Masculino como a Inteligência Cósmica Criadora e suas causas e, em seu Princípio Feminino como a geração cósmica e suas leis. Assim o primeiro é o Princípio Universal que fecunda, enquanto o segundo Princípio Universal que plasma a ideação cósmica. E, como resultado da combinação desses dois princípios mostra-se o mundo dos efeitos – formado pela dualidade do mundo das ideias e do mundo das formas.

O pensamento é chamada de “matéria mental” provida de energia potencial, que interfere em campos eletromagnéticos – Imagem da Internet.

Através da Física Quântica e mais precisamente pela Mecânica Quântica, percebe-se “O Manifestado” associado ao que é chamado de Deus, “entrelaçando-se” com tudo e com todos através de Sete Princípios (Leis) Universais por Ele gerados.

Primeiro Princípio Universal – o de Mentalismo, ele expressa a verdade que “o Universo é mental, que ele está dentro da Mente d’O Todo. O “Tudo está n’O Todo, como também O Todo está em Tudo”. O processo da Criação Mental do Universo consiste no abaixamento da Vibração, até que é alcançado um grau bem inferior de energia vibratória, com o qual é manifestada a forma mais possível da matéria. Esse processo é chamado o estado de Involução, em que O Todo está envolvido dentro de sua criação.

O Universo é composto de ondas cuja manifestação se dá tanto mais próxima da matéria física, conforme menor é a frequência das oscilações que a caracterizam. Frequências progressivamente maiores levam o fenômeno para os estados mais elevados da existência.

A mente unitária – ou, o ser humano através do pensamento como fenômeno também ondulatório, esse em sua veiculação de energia ondulatória tanto interfere quanto sofre interferência de outros fenômenos ondulatórios. O pensamento esparge ondas que se propagam na veiculação da energia empregada e, considerando que mesmo a matéria mais densa é um feixe de forças, se deduz que entre o pensamento e a matéria solida há uma integração essencial suficiente, vinculando um ao outro.

Segundo Princípio Universal – o de Correspondência, ele encerra a verdade “o que está em cima é como o que está embaixo e o que está embaixo é como o que está em cima”. A vida antes de emergir em um nível de complexidade da matéria, já nela existia potencialmente. A mente que emerge com certo nível de complexidade da vida com o auxílio do cérebro, já também existia nela potencialmente. O Universo é Mental, ele está dentro da mente d’O Todo.

De acordo com este Princípio existe uma harmonia, uma correlação e correspondência entre os diferentes planos de Manifestação, Vida e Existência, porque tudo o que está incluído no Universo emana da mesma Fonte. As mesmas leis, princípios e características se aplicam a cada unidade ou combinação de unidades, assim como cada unidade manifesta seus fenômenos no seu próprio plano.

Por esse Princípio o átomo da matéria, a unidade de força, a mente humana e a existência de divindades são graus de uma escala, que fundamentalmente são a mesma coisa. A diferença é apenas uma questão de grau e coeficiente de vibração. Todos são criações d’O Todo, existindo em sua Infinita Mente Vivente.

Terceiro Princípio Universal – o de Vibração, ele diz que o Movimento é manifestado em tudo no Universo, que nada está parado, que tudo move, circula e vibra. E que se existem diferenças entre as diferentes manifestações do Poder Universal, elas são devidas inteiramente à variação da escala e do modo das vibrações. Matéria e Energia são apenas modos de movimento vibratório. O que se manifesta é Energia, Frequência e Vibração.

Todo o universo vibra, com ondas de frequência dentro de outras ondas, com ondas de frequência gerando outras ondas. Em outro extremo partículas subatômicas também vibram e giram em torno umas das outras formando átomos, que formam moléculas em estado constante de vibração. Os átomos agitam-se continuadamente ao embalo dos movimentos que compõem sua estrutura subatômica.

Toda a manifestação do pensamento, emoção, raciocínio, vontade, desejo e qualquer condição ou estado são também acompanhados por vibrações, que ao serem direcionadas tendem afetar a mente de outras pessoas por indução, portanto o Princípio de Vibração pode produzir no plano mental o que a ciência produz no plano físico. Mas, para alcançar esse poder mental é preciso buscar antes através de instrução própria, os exercícios e a pratica na “Ciência da Transmutação Mental”.

Quarto Princípio Universal – o de Polaridade, ele contém a verdade que todas as coisas manifestadas têm dois lados, dois aspectos com dois polos opostos, com muitos graus de diferença entre os dois extremos. Tudo existe e não existe ao mesmo tempo, todas as verdades são meias-verdades, existe dois lados em tudo, porque todo verso tem o seu reverso. Esse Princípio de Polaridade rege a relação e o movimento entre todas as forças opostas que vibram em todos os níveis, com a finalidade de gerar a criação – de gerar o Universo. Ele controla a interação entre essas duas forças fundamentais (e opostas) do Universo: o mutável e ao mesmo tempo o imutável, o em eterno movimento e ao mesmo tempo o em eterno repouso, o dinâmico e ao mesmo tempo o quieto.

Pela Quarta Lei Universal todas as coisas manifestadas têm dois lados, dois aspectos com dois polos opostos – Imagem da Internet,

A Luz (+) e a Obscuridade (-) são polos distintos de uma mesma coisa, como também o Positivo e o Negativo, mas com muitos graus entre eles. Assim, no Plano Mental o Amor e o Ódio são geralmente considerados coisas diametralmente opostas entre si – ou, inteiramente inconciliáveis. Mas, aplicando o Princípio de Polaridade e começando em um ponto de uma escala, o que de fato pode ser encontrado é mais amor ou menos ódio conforme sobe a escala e, mais ódio e menos amor conforme a desce.

O ser humano pode transformar coisas da mesma natureza, mesmo que elas estejam em graus diferentes. O Ódio e Amor são mutuamente transmutáveis, como também o Medo e a Coragem, mas o Medo em uma frequência não pode ser mudado em Amor em outra frequência e também por esse motivo a Coragem em Ódio.

Quinto Princípio Universalo de Ritmo, ele pode ser aplicado para qualquer questão ou fenômeno de qualquer dos diversos planos da vida, portanto pode ser aplicado a todas as fases da atividade humana. Manifestando-se nos estados mentais do ser humano, explica a sucessão de condições, estados, emoções e outras incômodas e embaraçosas mudanças que são nele observadas. E o conhecimento desses fatos dentro dos dois planos gerais de Consciência – o inferior e o superior, permitem que ele suba ao plano superior e escape da vibração rítmica do pendulo, que se manifesta no plano inferior.

Assim, a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda e o ritmo é a compensação”, que toma uma parte importante na vida do ser humano através das coisas que ele ganha, que sempre são pagas pelas coisas que ele perde. A Lei de compensação dentro do Princípio de Ritmo está sempre em ação, esforçando-se para balançar e contrabalançar sempre vindo a tempo, mas às vezes sendo necessárias diversas vidas (reencarnações) para a volta do pendulo.

Sexto Princípio Universal – o de Causa e Efeito, ele encerra a verdade que nada no Universo acontece por acaso. Toda Causa tem seu Efeito. Todo Efeito tem sua Causa. Todas as coisas acontecem de acordo com essa Lei. O acaso é apenas um nome dado a uma Lei não reconhecida. Existem muitos planos de causalidade, mas nada escapa a Lei. Um exame mais aprofundado mostra que aquilo que é chamado de acaso, é simplesmente uma maneira de exprimir as causas que não se pode compreender.

Sempre existe a causa e o porquê para todos os acontecimentos. Nada acontece sem uma causa ou uma cadeia de causas.

Nenhuma coisa (matéria) pode causar ou criar outra coisa (matéria). A Causa e o Efeito são distribuídos simplesmente como eventualidades. Uma eventualidade é aquilo que acontece ou advém como um resultado ou uma consequência de diversos eventos procedentes. Nenhum evento cria outro evento, mas apenas um elo precedente na grande cadeia ordenada de eventos procedentes da Energia Criativa d’O Todo.

Sétimo Princípio Universal – o de Gênero, ele expressa a verdade que há Gênero manifestado em tudo, que os princípios masculino (+) e feminino (-) estão sempre presente e em ação em todas as fases dos fenômenos e em todos os planos da vida. Mas, em seu sentido mais amplo o gênero e o sexo no uso ordinariamente aceito do termo, não são a mesma coisa. A palavra gênero que é derivada do latim genus, ela tem o sentido de gerar, produzir e procriar. Entretanto, ela também tem um significado mais extenso e mais geral do que aquele que expressa o termo sexo, que é simplesmente uma manifestação do gênero em certo plano do Grande Plano Físico.

Assim, em uma percepção mais ampla o gênero não acontece apenas no plano da vida orgânica entre macho (espermatozoide/potencializa) e fêmea (óvulo/gera), mas também no plano atômico entre o elétron (-) e o próton (+) com o primeiro energeticamente gerando, potencializado pelo segundo.

Ainda, conceitos de masculino e de feminino “já diluídos” podem ser percebidos unificados em planos mais elevados da Consciência – em planos de altíssima vibração das Divindades. E nessa mesma direção o ser humano está também se direcionando, procurando em “equilíbrio andrógeno” (ela sem masculinizar e ele sem efeminizar) o sentido de mentalmente potencializar, de conscientemente extrapolar e de direcionar às frequências mais elevadas de vibração – e então, poder depois dessa sua busca unificar suas duas polaridades e realizar finalmente sua Verdadeira “Alquimia Divina”.

O Sétimo Princípio Universal – o de Gênero, ele expressa a verdade que há Gênero manifestado em tudo, portanto que os princípios masculino (+) e feminino (-) estão sempre presente e em ação em todas as fases dos fenômenos e em todos os planos de vida – Imagem da Internet.

O funcionamento desse universo de espaço-tempo vai muito além da lógica convencional, que nele o ser humano é acostumado fisicamente ver e sentir pelos seus acanhados sentidos, próprios para o mundo macro em que experiencia.

Mas, com a cognição quântica outros campos de informação estão para ele abrindo, para que se perceba e atue com sua mente não de forma linear como um computador, mas de maneira mais inteira, harmônica e universal, permitindo que ele saia de séculos de uma confusa logica culturalmente distorcida por paradigmas.

Os fundamentos quânticos “sinalizam” ainda para ele, que está vivenciando em um mundo “visível do aparente”, que tudo nele “é só um “jogo”, é só uma “brincadeira”. Portanto, que nada nele é de fato real, inclusive sofrimentos e alegrias que são também ilusões. São oscilações (emocionais) criadas para lhe dar a ilusão de movimento e de diferença através de crenças, opiniões, apegos e lições de vida às vezes ignoradas e que estão condicionando-o, para que se mantenha sempre preso às coisas – ao que julga ser real.

 

Cérebro-mente “mecanismo” para descortinar o mundo quântico, nele atuar e se perceber – Imagem da Internet.

Mas, a Física Quântica “sinaliza” também ao ser humano, que ele seja arbitrário (independente), portanto que utilize de fato a potencialidade extraordinária de seu pensamento e a capacidade de sua intenção, mostrando-as através de sua habilidade mental para gerar e realizar.

Fontes de consulta:

www.blogblux.com.br/2014/…/as-9maisalucinantesdescobertas-da.htm

www.infopedia.pt/$quantum

www.feiradeciencias.com.br/sala23/23_MA13.asp

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

evoluasuaconsciencia.blogspot.com/…/a-ilusao-de-tempo-e-espaco-matri…

hypescience.com/nossa-mente-e-um-universo-quantico/

somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=20288

Vídeo:

A Física Quântica prova que é o seu pensamento que cria a sua realidade..

 

 

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