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Paranormalidade e as realidades paralelas

Paranormalidade e as realidades paralelas
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Paranormalidade é um termo empregado àquele (a) possuidor (a) de capacidade (mental) para gerar fenômenos supostamente anômalos ou estranhos ao conhecimento científico. Diz-se, que um evento ou percepção são paranormais, quando envolvem forças ou agentes que comumente estão além de explicações científicas, mas assim mesmo são vivenciados por aquele (a) que alega possuir poderes psíquicos. Muitos compreendem o termo paranormal associado à parapsicologia ou, que lida com o estudo de fenômenos paranormais como telepatia, projeção da consciência e mediunidade, entre outros. No entanto, o termo mais amplo para paranormal inclui também assuntos considerados como sendo externos ou fora do alcance da parapsicologia, incluindo realidades paralelas, ovnis e alguns outros de cunho não-psíquico. Assim, este termo se aplica aos fenômenos pouco habituais – sejam não físicos (psíquicos) ou físicos.

Desde os primórdios das pesquisas associadas às questões ovniológicas perguntas rondam a mente daqueles, que pesquisam nesta aérea. Qual a origem do fenômeno ovni? Seria ele, extraterrestre, intraterrestre, viajante do tempo? Seria uma causa natural ou teria uma explicação científica para este ainda incomum registro?

Nos estudos relacionados à ovniologia existem ainda aqueles pesquisadores de linha mais cética, que se conduzem pelo preconceito (um conceito prévio) e que acabam por influenciar suas análises e assim, se direcionam para hipóteses que visam não aceitar a realidade do fenômeno. Fecham os olhos aos dados que vão de encontro com sua convicção científica ou religiosa, ignorando-os sem culpa, mesmo que estes dados sejam consistentes, sejam confiáveis.

Ovnis geram com suas presenças muitas perguntas, discutições e preconceitos – Imagem da Internet.

As pesquisas no campo da ovniologia ainda no terreno das hipóteses para científicas, elas podem ser divididas em seis aspectos por aqueles que pesquisam neste campo:

1 – Hipótese Extraterrestre (HET)

2 – Hipótese Intraterrestre (HIT)

3 – Viajantes do Tempo (HVT)

4 – Seres interdimensionais (HSI)

5 – Seres humanos que deixaram nosso planeta na antiguidade

6 – Hipótese holográfica

A hipótese de contatos extraterrestres é a mais aceita e difundida no mundo inteiro. Ela é tida pela casuística como a mais bem fundamentada – e, ela é que procura explicar a extensa cadeia de eventos pesquisados em torno do fenômeno ovni. Mas, em relação a estes contatos e ainda dentro do campo teórico-científico, haveria o problema da distância como barreira (associado à velocidade da luz), previsto pela Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein.

Segundo esta teoria seria impossível viajar mais rápido do que a velocidade da luz. Sendo assim uma viagem interestelar seria tanto inviável para os seres humanos quanto para os seres extraterrestres. Mas, esta suposição não estaria diante de um novo equívoco de uma ciência, que por enquanto apenas engatinha?

Ovnis – vencendo quase instantaneamente imensas distancias através de propulsão por campo de força?…

A hipótese intraterrestre é também aceita no meio ovniológico, principalmente pelas linhas de pesquisa místico esotéricas. Mas, do ponto de vista técnico-científico esta hipótese não ganha muita credibilidade, em função dos conhecimentos científicos atuais sobre a composição interna deste planeta e da evolução dos seres vivos. Entretanto, conceitos científicos podem mudar com o tempo, em face de novos conhecimentos.

E, a hipótese de o fenômeno ovni se originar através de viajantes do tempo vem ganhando cada vez mais espaço nos estudos ovniológicos. Esta teoria afirma que os extraterrestres observados atualmente seriam na verdade seres humanos do futuro, que por alguma razão estariam voltando no tempo. Esta teoria explicaria várias facetas do fenômeno ovniológico. Neste nível de interação de contato a ausência de contato efetivo (físico) com as pessoas, poderia explicar que um contato direto tão sonhado por aqueles que pesquisam nesta área, jamais ocorreria de fato.

A hipótese interdimensional é comumente aceita em linhas de pesquisa mística ou esotérica. Segundo ela, o fenômeno ovni teria origem em universos ou dimensões paralelas, semelhantes em alguns aspectos, à realidade física terrena. A existência de universos paralelos continua sendo uma teoria para a ciência e uma certeza para espiritualistas, metafísicos e participantes de movimentos místicos e esotéricos, mas sem existir ainda um consenso definido sobre a questão. Devido à dificuldade em se entender e estudar hipotéticos universos ou dimensões paralelas, qualquer afirmação neste sentido é entendida por alguns nesta área de pesquisa, como uma suposição sem base científica – pelo menos por enquanto.

A hipótese associada aos seres extraterrestres que “se mesclaram” aos seres humanos em tempos passados – como as presenças neste planeta dos anunnaki/nefilins em um período ainda mais remoto, ela está hoje muito salientada e debatida nesta aérea de pesquisas ovniológicas.

 

No Palácio de Palenque – México, dentro da pirâmide na câmara mortuária de Pacal – o Grande (603 a 683), existe um sarcófago com uma tampa, que nela está gravada uma figura humana, como estivesse mexendo nos controles manuais e colocando os pés nos pedais do que parece ser uma cápsula, com turbinas ao fundo!… Um astronauta?… Imagem da Internet.

A hipótese holográfica está também associada às inteligências extraterrestres, ela é bem mais recente e ainda desconhecida da maioria dos pesquisadores da ovniologia.

Segundo esta teoria o fenômeno ovni não seria de natureza material, mas de natureza energética. As experiências ufológicas seriam derivadas de manifestação holográfica projetada por inteligências cósmicas com o intuito de mostrar que existem. Esta hipótese, à luz dos fatos, acaba sendo pela casuística bem frágil, pois deixa de explicar vários outros aspectos do fenômeno ovni. Para ela não seria explicado, por exemplo, o comportamento científico do fenômeno e nem a influência de sua manifestação no meio ambiente, seja através de efeitos físicos ou eletromagnéticos.

Ainda, contrariamente àqueles que procuram entender e provar as presenças de ovnis, os céticos citam vários fatores de fundo psicossocial como sua origem. Eles mencionam histeria coletiva, alucinações coletivas ou fantasias influenciadas por ficção científica.

Embora alguns poucos casos possam se enquadrar na explicação da hipótese psicossocial, para inúmeros outros casos apenas se encontra explicações satisfatórias, através da hipótese paracientífica.

Desde os primórdios da raça humana os fenômenos ovnis estão presentes, sendo registrados de acordo com os conceitos de cada povo e de cada época. E, com certeza nestas épocas remotas em que foram descritos, as pessoas não estavam influenciadas por ficção científica.

Pinturas rupestres (lembram extraterrestres e ovnis) desenhadas em tempos primitivos e ausentes de informações associadas à ficção científica, trazidas pelo cinema, pela televisão e pela internet– Imagens da Internet.

Somando-se aos céticos, muitas autoridades governamentais por “motivos nebulosos” tentam negar o fenômeno ovni perante a opinião pública e, de fato, a grande parte dos casos é originada em fraudes ou em erros de interpretação. Estatisticamente mais de 60% dos casos reportados são originados desta forma. E os outros mais de 30% acabam sendo explicados como fenômenos naturais desconhecidos, ou testes de tecnologia secreta.

Então, apenas uma pequena percentagem dos casos permanece sem explicação plausível. Nesta parcela de casos, todas as evidências sugerem a atuação de uma inteligência, que interage com os seres humanos e que parece também atuar no planeta através de dispositivos tecnológicos muitos avançados e não disponíveis na Terra.

Observando a história da pesquisa ovniológica mundial, a evolução dos casos e sua influência sobre a população, conclui-se, que não existe uma única hipótese totalmente verdadeira – existem várias. O fenômeno ovniológico parece ter várias origens, portanto ele pode ser visto como um quebra-cabeça, que se compõe de inúmeras peças e que só depois de encaixadas, descobre-se o que elas mostram.

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Dentro do campo das experiências humanas “o inexplicável”, se é ainda considerado assim com forte apelo emocional e muitas vezes de conteúdo religioso, é porque a ciência ainda não alcançou o necessário conhecimento das Leis Universais, daquelas outras Leis que não são mais para a terceira dimensão.

O ser humano é no fundo uma soma de sucessivas informações, que vão sendo guardadas em sua memória como novos conhecimentos e que com elas vai se habilitando cada vez mais manipular o multivibracional e interagir com o multidimensional. Vai se capacitando integrar-se à vibração deste novo tempo e utilizar-se da linguagem de uma nova ciência, que o torna mais consciente em sintonia à Consciência Universal – e, mais inserido à Mente Universal.

Este novo homem está aprendendo interagir consciente com as realidades paralelas (para se tornar um ser universal), na medida em que vai também aprendendo manipular o circuito energético vibracional:

1 – Pensamento/Consciência/Quinta Dimensão

2 – Plasma/Desejo/Quarta Dimensão

3 – Kundalini/Vontade/Terceira Dimensão

Quando ele souber unir os três momentos destas três frequências de realidades mencionadas acima, “fundindo-as” vibracionalmente em um só momento, com a sua mente funcionando em ritmo acelerado, ele alcançará este seu objetivo. Alcançará em definitivo as realidades paralelas – e, com elas interagirá conscientemente.

Aquele que já é ciente das realidades paralelas e das Leis Universais, que com elas estão associadas, ele já possui informações outras ainda tidas do campo da paraciência e por não serem reconhecidas pela ciência oficial, não são formalmente estudadas.

Ele que realmente busca ir além do convencional, se vale tanto do mental concreto quanto do mental sutil, para que desta alquimia possa se descobrir de fato inserido não só em relação à realidade física em sua volta, mas também em relação às realidades paralelas que também o cerca “mais além” – e, que ele comumente não as vê.

Aquele que procura realmente se alicerçar pela consciência razão no sentido de sua evolução, na medida em que ele vai obtendo informações em suas experiências tanto na realidade física quanto naquelas outras relacionadas às realidades paralelas, ele vai aprendendo não se deixar mais confundir. Não se deixar mais se levar pela insegurança, crendices e desordem mental, que satisfazem as necessidades mais imediatas dos sentidos – do “ego”. Ele mentalmente firme já é capaz de se conduzir pelas informações duradouras da intuição, que se somam e que além do pensamento o conduz “ao entrelaçamento mental” com a realidade de outros mundos.

Aquele “que não alcança mentalmente o “mais verdadeiramente real”, além do que comumente na realidade física é chamado de real circunscrito ao mundo limitador e próprio ao uso de seus sentidos normais, ele não consegue registrar com os seus “cliques mentais” instantes de interações com outras realidades.

A foto abaixo foi tirada no Hotel Fazenda Projeto Portal, em julho de 1999. Ela foi primeira de seu autor, que naquela ocasião “ainda mais inexperiente” em suas interações com as realidades paralelas, sentiu-se inexplicavelmente dissociado de seus sentidos, no instante em que realizava tanto o “clique” físico através de sua maquina fotográfica, quanto o seu “clique” mental que possibilitou de fato o registro no plano físico desta imagem. Naquele instante tudo em sua volta pareceu para ele meio dissolvido e confuso pela presença de uma luminosidade opaca suavemente amarelo esbranquiçada, misturando-se à vegetação local, que parecia ao fundo também diluída nesta nebulosidade – Mais informações na Página Fotos Analisadas, com observações do Prof. Árjuna Panzera, neste Site

Primeira foto especial entre algumas outras, originadas de “cliques mentais” de seu autor: xendra – Foto de Antônio Carlos Tanure.

Aquele que através de seu corpo mental – vibrando mentalmente em frequência especialmente acelerada e em estado de graça, ele é capaz de gerar o vórtice, que com ele já como seu veiculo em frequência mais sutil “transpondo o ponto zero”, pode alcançar as realidades paralelas. Consegue percebê-las com clareza mental e até mesmo podendo algumas vezes fotografar eventos destes mundos.

A linguagem de ontem buscando os “céus” é a linguagem de hoje buscando o multidimensional – buscando as realidades paralelas. A fé cega de ontem é o desejo consciente de hoje interagindo na quarta dimensão, para que a vontade realize depois na terceira dimensão, o que ontem era chamado de “o inexplicável” ou, de “o milagre” – Mais informações no texto “Por trás dos milagres”, neste Site.

O ano de 1998 foi o do despertar das pessoas (dimensionais) através de sua ativação mental. Portanto, elas já tendo sido ativadas também em seu campo bioenergético, o ano de 1999 foi para elas um caminhar sempre para frente, um caminhar que já não era mais possível o retorno. E, já na linha de frente, a partir do ano de 2000, elas se mostraram com o intuito de se despertarem e também de despertarem as demais pessoas para uma nova visão de realidade, que para possuí-la, deveriam preencher lagunas deixadas pela ciência tradicional, que ainda não é capaz de expressar conhecimentos com linguagem próprio universais, relacionados às frequências multivibracionais e à vivência multidimensional com “abertura de portais”.

Estas pessoas que buscam antes de tudo o conhecimento de si mesmas, elas estão também procurando interagir de forma mais constante com as realidades paralelas e se tornar seres universais. E, para isto, elas estão ainda aprendendo desenvolver a capacidade de mentalmente armazenarem um maior percentual de energia em seu campo bioenergético, já sabendo que a intensidade e quantidade desta energia que armazenam, ela está ligada ao seu padrão evolutivo.

Elas nesta sua busca procuram amalgamar o racional compatível à lógica própria do intelecto e da terceira dimensão, com a percepção mental que as permitem perceber e interagir com os mundos paralelos – aqueles que além do mundo físico existem e vibram em outras frequências mais sutis e próprias de outras realidades.

Foto tirada em 18/06/2000, em torno das 12h00min mostrando a energia do vórtice no momento em que se iniciava e que depois de formado girava da direita para esquerda na forma de um gigantesco funil com a sua extremidade mais larga próxima de onde estava o autor desta foto junto com mais cinco companheiros e com a sua extremidade mais estreita terminando sobre o local caracterizado por uma grande pedra chamada de “Pedra fatiada”, no Hotel Fazenda Projeto Portal.  Mais informações no texto: “Segunda experiência consciente com a energia de um portal”, na Pagina Relatos, neste Site – Foto de Antônio Carlos Tanure.

Aquele que já interage consciente com as realidades paralelas e que pode até exteriorizar esta sua interação através de vórtices fotografados e filmados, ele se vale das condições:

1 – de estar dentro de um vórtice imenso;

2 – de interagir com um vórtice energético e vibracional do próprio local;

3 – de gerar um vórtice vibracional (personalizado), em função de que tudo para ele naquele local e naquele instante é muito especial.

Portanto, ele já possui experiências e conhecimentos associados aos vórtices. Conhecimentos que extrapolam àqueles tidos como esotéricos, místicos e abstratos – tidos como invisíveis, não físicos. E, apesar de que o “veiculo” que ele utiliza para acessar as realidades paralelas seja de fato invisível – seja sua energia mental oriunda da quinta camada de sua aura de seu campo biomagnético, mas ele mesmo assim é capaz, quando vivencia estes “fenômenos”, de trazê-los e de mostrá-los no mundo físico.

Dois momentos fotográficos tirados de um leito seco de um córrego, no Hotel Fazenda Projeto Portal, no dia 22/04/2000, às 12h00min. As fotos mostram para comparação o mesmo local, que foi fotografado praticamente no mesmo momento. A primeira foto à esquerda mostra naquele instante em processo de interação mental de seu autor um “túnel” na configuração de um vórtice (“espiral”) e a foto à direita mostra a imagem deste local como ele é normalmente na realidade física. Aquele que consegue mentalmente trazer à realidade física a visualização do vórtice e “transpor seu ponto zero”, ele alcança também outras realidades com este seu corpo mental e mais sutil, inclusive, nestes instantes “viajar no tempo”, constatando-se eventos em frequências paralelas à realidade física – Foto de Antônio Carlos Tanure.

A abertura de um portal, quando é espontânea, ocorre um rasgo no céu como se fosse um circulo (uma circunferência de luz), mas ela pode também, se mostrar flutuando como se fosse uma “porta” de luz meio oval. Um portal dimensional é uma dobra no espaço, onde existem as condições necessárias para que ocorra uma fusão de espaços.

Para esta outra imagem a seguir também de um vórtice pode-se dizer, que ela foi gerada em um “momento de estupefação” mesmo para aquele já possuía certa familiaridade mental com a presença de vórtices na realidade física. A maneira que este vórtice se mostrou, ela foi talvez até mais “inacreditável” do que o seu próprio registro físico. Ao ser procurado na tela do computador cenas em um vídeo, quando da “entrega” de uma “placa física”, nelas buscando o que seria neste instante o “ponto zero” – ou, “o ponto de entrelaçamento” entre a realidade física e outras realidades, mostrou-se diferentemente no filme depois de uma procura bastante minuciosa, apenas uma pequenina mancha cinzento escura um pouco maior do que a cabeça de um alfinete rodeada por um escuro total, já que este filme foi feito à noite.

No momento em que esta pequenina mancha foi posta no centro da tela do computador e sobre ela utilizou-se o recurso em zoom, ela como se fosse constituída por uma energia até então ali represada, “se abriu” em uma velocidade espantosa formando a imagem do vórtice abaixo com a visível característica de um túnel. – Mais informações neste Site com imagens e textos na Página “O Portal”, sobre a presença deste vórtice. E, na Pagina Relatos completando estas informações, o texto “No milharal – “a entrega da Quinta Placa”.

Fusão de espaços com a formação de um vórtice, que lembra “o buraco de minhoca” – Imagem filmada na Fazenda Hotel Projeto Portal, no local chamado Milharal, no dia 21/07/2001, em torno das 22h00min – Imagem filmada, de Antônio Carlos Tanure.

O Primeiro Princípio Universal que engloba todos os outros Princípios, ele expressa a verdade que “o Universo é mental, que ele está dentro da Mente d’O Todo. O “Tudo está n’O Todo, como também O Todo está em Tudo” Portanto, o Segundo Principio Universal – o de Correspondência se insere no Primeiro Principio, com a verdade de o que está em cima é como o que está embaixo e, o que está embaixo é como o que está em cima” E, de acordo com este Princípio existe uma harmonia, uma correlação e correspondência entre os diferentes planos de Manifestação.

Assim, de acordo com estes dois Princípios Universais, o que está realmente inserido no que se julga e no que se chama de verdadeiro?… O que está por trás da verdade (aparente), vista com informações fornecidas apenas pelos limitados sentidos humanos?… No final, o que é de fato o mais verdadeiramente real?…

A foto abaixo com o “Sol em zoom” foi tirada na Fazenda Hotel Projeto Portal, focalizando o Sol sobre a Montanha São Jerônimo (“Montanha do Asthar”). E nela vê-se que: “no núcleo do Sol, aparece outra coloração… Esses resultados são surpreendentes: um Sol que se “transforma” em algo parecido com um olho “… Professor Àrjuna Panzera – Mais informações na Página Fotos Analisadas, neste Site.

Nos seres humanos o tamanho da pupila é “medida” pela constrição e dilatação involuntária da íris, para controlar por reflexo a intensidade da passagem de luz. Assim, quanto mais escuro mais a pupila dilata e quanto mais claro (iluminado) mais ela contrai. Midríase é a dilatação da pupila em função da contração de seu músculo dilatador. E o contrário quando se dá a contração da pupila, é chamado de miose.

É importante ressaltar que ao direcionar para esta foto um foco de luz e logo depois afastá-lo, a imagem deixa transparecer dois movimentos semelhantes ao da pupila humana – acontecem respectivamente midríase e miose. Mas, como se vê neste caso, estes “movimentos pupilares” são contrários aqueles do olho humano, talvez pela condição deste registro originar-se “do outro lado do espelho” e assim se mostrar com movimentos opostos ao da realidade física.

Foto do Sol que se mostra através de uma imagem semelhante a um “Olho”, que faz pensar sobre os Maias, quando diziam ser o Sol um ser vivo, chamando-o de “Kinich-Ahau”. Foto tirada em 07/03/2000, às 06h00min, em um momento de interação mental com o Cosmo – Foto de Antônio Carlos Tanure.

A foto abaixo registra outro momento singular vivido pelo seu autor, que dele participou não só através de sua visão normal (física) como ainda através de sua percepção (visão) mental – como um instante, que pode ser também chamado de originado “do outro lado do espelho”.

A imagem é de uma foto tirada na sede da Fazenda Hotel Projeto Portal, no mês de fevereiro de 2001, quando aquele local ficou como todo “enfeitado” por luzes multicoloridas semelhantes àquelas do efeito estroboscópico vindas aparentemente do Sol, que estava naquele momento por cima do local ali conhecido como “Montanha dos Arquivos”, onde são dadas as voltas para aceleração mental.

Naquela ocasião muitos que estavam ali presentes, eles filmaram e fotografaram este fenômeno, mas esta imagem agora mostrada foi apenas registrada pelo seu autor, quando o Sol para ele parecia girar de maneira vertiginosa, como um acontecimento que naquele instante não interferia em sua visão e que energeticamente foi registrado nesta foto e trazido como imagem à terceira dimensão, mas que foi entendido e percebido sem distorções de conteúdo emocional religioso, como aconteceu em Fátima/Portugal, quando muitos também “viram o Sol rodopiar”.

Pela decomposição da luz solar como acontece no arco-íris ou em um prisma a faixa mais visível da luz é a cor vermelha. Ela se mostra mais larga, mais presente (junto à cor amarela) como a “mais inserida” à terceira dimensão. Entretanto, nesta foto aconteceu o inverso, porque foram as faixas de cor azul e verde que ficaram mais visíveis – mais destacadas, como se o “clique” mental que registrou este instante tivesse acontecido de “lá para cá”. E o mais interessante é que na foto a cor vermelha e a amarela “mais próximas do lado de cá” estão como entrelaçadas, como “tivessem sido torcidas e giradas uma sobre a outra, formando uma só cor amarronzada.

Foto aparente do Sol em um momento mental e singular de interação, tirada no mês de fevereiro de 2001 – Foto de Antônio Carlos Tanure.

O homem em seu caminhar dentro de seu processo evolutivo, ele é estimulado pela sua ignorância e pelo seu desconhecimento, fazer indagações e procurar constantemente as respostas ainda circunscritas ao mundo de seus sentidos normais na realidade física. Ele vai assim aprendendo mediante novas frequências mentais, “apurando-se” em relação ao que até então julgava certo ou errado – e assim, ir percebendo “no mais além” o mais verdadeiro.

Nos locais onde esteve Jesus de Nazaré e especialmente se mostrou como O Messias e como O Cristo, os vórtices estão ali energeticamente presentes, proporcionando através deles uma interação vibracional e mental também mais presente e intensa, o que torna mais fácil “ir além”, ultrapassar mentalmente o “ponto zero” entre as realidades e, sem mais a tutela de espaço e de tempo, poder acessar também o que “já tinha sido “arquivado” como o passado – habilidade mental que nestes instantes é inerente ao “viajante do tempo”.

A foto seguinte que foi tirada no Cenáculo/Jerusalém, que ora ficava mais vazio e que ora ficava mais cheio, porque grupos de visitantes iam entrando neste recinto com controle – dois ou três de cada vez.

Esta fotografia registra uma experiência muito especial, que ali aconteceu. Em um dado momento neste local uma cantora gospel participando de um dos grupos presentes, começou em inglês a cantar lindamente, ou melhor, vibrar melodiosamente sua voz, quando então o vórtice de energia normalmente presente naquele local começou acelerar ainda mais, envolvendo energeticamente no recinto tudo e todos em um instante de muita harmonia, quando então através “do ponto zero” deste vórtice estabeleceu-se a interação entre o plano físico e a realidade paralela normalmente não visível, para que pudesse se mostrar e ser fotografado um corpo energético de luz/cor branco esverdeado e ainda, sutilmente azulado.

SAMSUNG CAMERA PICTURES

Um instante único que foi fotografado no dia 16 de setembro de 2014, no Cenáculo/Jerusalém, onde se constatou ali, que o sentido de “O Sagrado” não deve se restringir apenas ao limitado mundo humano das emoções como sentimentos religiosos devocionais, mas que se deve extrapolá-los pela percepção de “o vibracional mais além”, através dos Ditames da Matemática e da Geometria Universais dentro de outras “Leis” que são próprias de outras realidades. Mais informações no texto ”Voltando ao passado buscando o futuro”, na Pagina Interações, neste Site – Foto de Antônio Carlos Tanure.

O ser humano é “produto” resultante de seu ambiente, vivenciando em uma rede integrada de energia pulsante e vibrante. Com esta percepção ele busca então a sua verdadeira realidade, se tornando mais “consciente, presente e universal”.

Ele na medida em que vai interagindo com o meio ambiente natural, com o intuito de gradativamente dominá-lo e manipulá-lo, ele vai também paralelamente, se valendo de suas habilidades paranormais e de Leis Universais para alcançar os mundos paralelos – para alcançar o multidimensional e universalizar-se.

Fontes de consulta:

fenomenum.com.br

Wikipédia, a enciclopédia livre

Apostilas, seminários e atividades de campo do Projeto Portal

Informações colhidas na Galileia, Palestina e Jerusalém

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