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Primeira expedição ZIGURATS

Primeira expedição ZIGURATS
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A primeira expedição do Projeto Portal que aconteceu entre março e abril de 2004 para a Amazônia, teve como objetivo desenvolver novos conceitos sobre a origem do homem e ao tentar elucidar a “pré-história brasileira”, mostrar que ela antecedeu às antigas civilizações do Egito e da China.

Portanto, as pesquisas de campo naquela parte do território brasileiro foram no sentido de encontrar evidencias de civilizações pré-colombianas de aproximadamente 25.000 AC., seguindo vestígios encontrados em cavernas, através de pinturas rupestres, de artefatos e de símbolos ainda não conhecidos dos estudiosos da arqueologia mundial e que são provavelmente apenas encontrados nestes sítios arqueológicos da selva amazônica.

As inscrições encontradas nesta região são do período pré-colombiano, que foram deixadas por civilizações muito avançadas, na forma de mensagens bastante inteligentes.

Algumas destas inscrições, entre outras, são do alfabeto dos extraterrestres conhecido em toda a galáxia, que simbolizam a divindade e outras estão relacionadas às entradas intraterrenas e à reprodução humana.

As informações que estas inscrições transmitem são tão avançadas, que não poderiam ter originado dos povos que já habitaram aquela região, que atualmente constitui parte do Estado de Rondônia e que poderá transformar em um dos maiores e mais importantes sítios arqueológicos do mundo. Os resultados destas novas descobertas serão publicados brevemente.

Nesta parte do território brasileiro existem ruínas abandonadas no meio da selva, que sobre elas os portugueses posteriormente ergueram as suas fortificações militares.

As construções muito mais antigas onde estão assentadas as ruínas destas fortificações foram feitas através de uma tecnologia superior, que às vezes mostram um trabalho com esquadro, alinhamento e prumo totalmente perfeitos.

Debaixo destas ruínas existem túneis e outras construções como os que existem no Forte Príncipe da Beira, construído provavelmente em 1776 na margem do rio Guaporé pelos portugueses e que atualmente está localizado no município de Costa Marques/RO.

Nas ruínas deste forte existe no seu subsolo um poço de aproximadamente seis metros de profundidade, dividido em dois patamares. No primeiro patamar tem uma sala arredondada com teto abobadado com degraus nas laterais, provavelmente construído pelos portugueses, com o objetivo esconder alguma saída lateral.

Ainda ao nível deste primeiro patamar existe também um pequeno túnel com medidas simetricamente perfeitas que só poderiam ter sido feitas por um aparelho semelhante ao atual laser. Esta abertura no meio do piso do primeiro patamar comunica com um segundo patamar mais abaixo.

Dois participantes desta expedição estiverem no segundo patamar e sentiram debaixo dos seus pés, que o seu piso parece lacrar a passagem para outros pavimentos e salões ainda mais abaixo.

Até o presente momento a pesquisa realizada pela expedição do Projeto Portal foi apenas interpretativa, já que ela está em sua fase inicial de coletas de dados. Alguns integrantes desta equipe fotografaram e filmaram locais, ruínas e objetos coletados, para comparações futuras.

Esta primeira expedição formada por vinte e seis dimensionais dos diversos núcleos/Projeto Portal, além da visitação aos sítios arqueológicos já conhecidos, teve também como objetivo:

a) – através de informações dos moradores da região descobrir outros sítios arqueológicos ainda desconhecidos;
b) – visitar os fortes hoje ocupados pelos militares brasileiros, que segundo informações de diversas fontes, foram construídos sobre ruínas de antigas construções portuguesas, erguidas pelos jesuítas sobre ruínas ainda mais antigas de templos pré-colombianos;
c) – coletar artefatos e objetos já encontrados pelos nativos da região, que são possíveis provas antropológicas de civilizações pré-diluvianas;
d) – coletar amostras de plantas medicinais e enviá-las para laboratórios especializados, em uma parceria com alguns integrantes da expedição;
e) – catalogar novas espécies de insetos e de animais ainda não conhecidos.

Esta expedição iniciou em 16/03/2004, saiu de Campo Grande/MS-BR, percorreu mais de 3.000Km, passou por várias cidades e terminou em 04/04/2004, na cidade de Gi-Paraná.

Ela teve a colaboração do Comando Militar da Amazônia, através da sua 17a. Brigada de Infantaria, do seu 6o. Batalhão de Infantaria da Selva e do seu 1o. Pelotão de Fuzileiros da Selva Destacado que monitorou na selva os integrantes da expedição e também, das Prefeituras de Costa Marques, de Alvorada do Oeste, de Presidente Médici, de Pimenta Bueno e do SEDAM, todos eles no Estado de Rondônia.

Os integrantes da expedição Projeto Portal foram ainda auxiliados por muitas pessoas daquela região, que com muito carinho relataram historias e fatos vividos por elas e por seus ancestrais, fornecendo pistas e sugerindo locais para futuras pesquisas.

Abaixo fotos fornecidas pelos participantes desta expedição que registraram alguns momentos vividos por eles:

1 – Forte Príncipe da Beira.
Costa Marques/RO – Brasil.

 

2 – A expedição deslocando-se pela selva amazônica e peças arqueológicas de um povo que já viveu naquela região do Estado de Rondônia.

 

3 – Gravuras rupestres semelhantes a outras encontradas em determinadas regiões do Continente Americano.
Riachuelo – Município de Presidente Médici/RO.

 

4 – Gravuras rupestres que lembram homem, mulher e espermatozóide.
Riachuelo – Município de Presidente Médici/RO.

 

5 – Gravuras rupestres que representam o alfabeto extraterrestre.
Municípios de Presidente Médici (Riachuelo) e Costa Marques – Rondônia.

 

6 – Gravuras rupestres que representam símbolos extraterrestres.
Municípios de Presidente Médici (Riachuelo) e Costa Marques – Rondônia.

 

7 – Um local especial sinalizado pelos ultras.
Brasilândia/RO.

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