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Primeiro contato com um ser humanóide intraterreno

Primeiro contato com um ser humanóide intraterreno
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Fazenda Boa Sorte, Município de Corguinho/MS-BR, 6 de março de 2000, 02h00min. A trilha estava livre à nossa frente, para que pudéssemos iniciar a nossa caminhada pelo plano físico e pelo plano extra-físico. Este último aconteceu através da nossa percepção pelo seu chacra frontal (terceira visão), que nos possibilitou perceber os “seres” em toda a extensão desta trilha em semicírculo, que lá estavam a nos auxiliar e a nos irradiar toda a sua Vibração de Amor.

Cinqüenta metros iniciais já percorridos, caminhávamos com a lanterna na mão, porém, sem acendê-la, porque não mais precisávamos ver fisicamente com os nossos olhos, já que interagíamos e vibrávamos como extensão viva de tudo que nos rodeava.

Adentrando mais pela trilha, percebemos à nossa direita a luz de um “ser” conhecido como intra-terreno e, ao aproximarmos bem perto dela, estávamos com bastante tranqüilidade, estávamos com o coração leve.

Nesta nossa caminhada, quase a todo instante, sentíamos um perfume floral que nos envolvia, que parecia o cheiro de jasmim e que acentuava o nosso sentimento de Amor, em retribuição aos “seres” presentes a doação deste aroma.

Mais à frente, com um terço do trajeto percorrido, sem auxílio de qualquer iluminação artificial e com a nossa visão já ajustada ao ambiente em que estávamos, tornamos ver à nossa direita a luz néon meio esverdeada irradiada do intra-terreno. Novamente, aproximamos tranqüilo desta manifestação.

Em todos estes momentos transcendentes e divinos de aprendizado, a nossa tela mental estava totalmente esvaziada de pensamentos. Mentalmente não perguntávamos e, também, não procurávamos respostas. Apenas vibrávamos, interagindo nos dois planos.

Com metade do percurso já realizado, em um determinado ponto deste trajeto entre as árvores, captamos intensamente pelo nosso frontal a presença de uma energia como que condensando. Continuamos a caminhada e, quando estávamos a uns vinte e cinco metros adiante do local onde foi percebida esta condensação energética, escutamos um barulho, como se uma pessoa estivesse escorregando ou pulando. Viramos para trás e vimos o que, naquele momento, julgávamos ser um nosso companheiro, que por estar sob forte emoção motivada pelo medo, teria apressado o passo para aproximar-se de nós e escorregado com a lanterna acesa em sua mão. Sem pararmos de andar, perguntamos se ele tinha se machucado e, como resposta, obtivemos um muxoxo, um som semelhante ao estalido da língua contra o céu da boca. Como aquele companheiro já se encontrava relativamente perto e a ordem era para que fosse mantida a distância anteriormente convencionada de 50 metros, pedimos para que ele ficasse no seu espaço, que não se aproximasse mais e continuamos a caminhar pela trilha.

Antes de chegarmos na reta final desta trilha, escutamos a voz daquele que comandava os trabalhos daquela noite, avisando que tínhamos nos desviado um pouco do caminho, mas, se seguíssemos em linha reta, chegaríamos ao ponto final do nosso trajeto.

Então, já ao lado do companheiro que comandava os trabalhos daquela noite, vimos um “ser” a seis metros à nossa frente e à direita da trilha, desenvolvendo uma corrida desenfreada, provocando um barulho muito intenso e incomodo como estivesse quebrando tudo à sua frente, perturbando o silêncio e a tranqüilidade até então reinantes. Pela rapidez de sua passagem, apenas vislumbramos que este “ser” tinha uma forma humanóide de baixa estatura, um pouco mais de um metro, de cor escura, com braços e pés longos desproporcionais ao seu corpo, que lhe davam um deslocamento desconjuntado característico. Junto ao seu corpo, apesar da alta velocidade desenvolvida, observamos que segurava um tipo de objeto luminoso. Ele desapareceu dentro da vegetação a uma distância de uns dez metros de onde estávamos. Aquele que estava no comando, no primeiro instante, após esta aparição relâmpago, por achar que fosse um de nós brincando, perguntou chateado: “Que sacanagem é esta”?… “Que sacanagem é esta”? Mas, logo em seguida, já refeito do susto, começou a chamar esta aparição de irmãozinho, pedindo-lhe que não se assustasse e que retornasse.

Entretanto, achávamos até aquele momento, que aquela aparição era a do nosso companheiro que estava atrás na fila e que julgávamos estar passando mal. Então, lembrávamos aflitos ao responsável pelos trabalhos daquela noite, que aquele companheiro por um forte impacto emocional, teria corrido sem rumo e desmaiado dentro do mato e que precisávamos buscá-lo. Durante uns segundos perdurou a nossa divergência.

O responsável pelos trabalhos falava que era o irmãozinho intra-terreno, e nós afirmávamos que era um nosso companheiro que tinha passado mal. Então, num lampejo de inteligência, no meio deste impacto emocional todo, nós lembramos de chamar aquele companheiro pelo seu nome em voz alta. Feito isto, logo após recebemos a sua resposta. Fez-se aquele silêncio, seguido de um frio no umbigo, porque aquela aparição não era o nosso colega. Perguntamos para aquele que comandava: e agora?

Ele disse que este “ser” estava nos acompanhando e que tentássemos restabelecer o contato. Num esforço sobre-humano, em função do acontecido, fomos aumentando a nossa freqüência mental percebida perfeitamente em nosso frontal e irradiando através das nossas palavras o que verdadeiramente sentíamos, falamos que não tínhamos acreditado em sua presença física, em decorrência da nossa limitada percepção da Realidade. Pedimos desculpas e solicitamos se ele manifestasse fisicamente, iria contribuir muito para o nosso despertar.

Sucintamente, são estas palavras que lembro deste diálogo. Digo diálogo, porque captávamos do “ser” as suas respostas telepaticamente em nosso frontal, através de vibrações que em nossa realidade são codificadas como tolerância, compreensão, alegria e Amor intenso.

À medida que este diálogo se desenvolvia telepaticamente, a três metros de distância, perto de um tronco, começou a formar a luz néon meio esverdeada, característica da presença do intra-terreno. Neste momento, sentimos novamente o aroma de jasmim, outra característica da presença deste “ser” na terceira dimensão.

Como o caminhar da fila tinha sido interrompido já há algum tempo e, para não atrasar mais os trabalhos, foi decidido que interrompêssemos este diálogo e, assim, foi feito.

Toda esta narrativa está na primeira pessoa do plural, porque retrata uma verdade. Nesta nossa maravilhosa experiência do despertar, apenas fomos, na condição de narrador, os olhos, os ouvidos e, principalmente, o coração de todos que estavam naquele momento e que vibraram na Luz de um mesmo objetivo.

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