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Segunda expedição ZIGURATS

Segunda expedição ZIGURATS
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A Equipe Zigurats Brasil em sua segunda expedição foi formada por participantes dos vários Núcleos/Projeto Portal, saiu de Campo Grande em 03 de julho de 2005 com “garra” e com o espírito de equipe para o coração da floresta amazônica, no intuito de desvendar em Rondônia e se possível, também na Bolívia, os mistérios da origem do homem.

Depois de dois dias de viagem após o seu inicio, os participantes desta expedição tiveram que dirigir para Cuiabá/MS-BR, para que pudesse ali ser trocado o pára-brisa do ônibus em que estavam viajando, porque ele tinha rachado.

Com o pára-brisa do ônibus trocado toda a equipe seguiu para Ji-Paraná/RO, pernoitando nesta cidade. Na parte da manhã, já no dia 7 de julho de 2005, parte da expedição seguiu para Porto Velho/RO e outra ficou para dar entrevista a uma rede de televisão local e também para pesquisar mediante informações de moradores dali algumas marcas/inscrições em baixo relevo em grandes pedras na beira de um rio que existe naquela região e que provavelmente foram deixadas por indígenas, após atritar nestas grandes pedras as suas ferramentas. Entretanto, como estas marcas nestas pedras foram feitas em formas de cortes muito perfeitos e dispostos de maneiras diferentes um ao lado do outro, deixaram nos membros da expedição a indagação que instrumento especial era aquele que os fez. Nesta ocasião foram ainda analisadas algumas machadinhas feitas de pedras, que são ali encontradas comumente.

Os participantes da expedição que foram para Porto Velho/RO, tiveram um contato com o Governador do Estado e nesta ocasião alguns deles explicaram para o Governador que a finalidade da expedição era a de fazer um levantamento daquela região do Brasil e, ao pesquisar a presença de uma civilização anterior ao dilúvio, pudesse encontrar ali artefatos e construções antigas escalonadas (pirâmides), entre outras descobertas. Explicaram ainda que a expedição não retira e não leva do local os artefatos encontrados, apenas os filma e os fotografa para a sua comprovação física, preservando-os onde estão e, portanto, conservando-os na região, onde existiu um povo com tecnologia muito mais avançada que a nossa de acordo com os indícios levantados pela primeira expedição.

O Governador entendeu o verdadeiro sentido da expedição. Deu boas vindas à equipe e pôs à disposição dela os órgãos do governo estadual, quando fosse necessário. E, toda a equipe neste instante já reunida em Porto Velho e já descansada, partiu para Abunã/RO, chegando neste lugarejo após quatro horas de viagem.

Abunã é ainda um distrito com uma única e comprida rua para os seus poucos moradores, que vivem com simplicidade e que recebeu com cordialidade os membros da expedição. Distante oito quilômetros deste lugarejo e já na divisa do Estado do Acre existe o local de embarque e de desembarque pelo Rio Madeira, que são feitos por uma grande balsa e foi para lá que a expedição depois de quatro horas de viagem e já com certo atraso se dirigiu, mas, não pôde fazer a travessia naquele momento, porque os indivíduos contratados para conduzi-la por terra no outro lado do rio, tinham ido embora. Então, a Equipe Zigurats Brasil voltou para Abunã.

Neste local os membros da expedição hospedaram no pequeno e único hotel existente e foi dali que a expedição fez o seu ponto de partida para alcançar a serra que estavam procurando. Depois de jantarem e de confraternizarem, eles foram dormir, para que já descansados pudessem continuar a jornada no dia seguinte pela manhã.

No outro dia a equipe conseguiu mais informações sobre a procurada Serra da Muralha, que tem este nome, porque em uma determinada parte dela sobre uma imensa pedra existe uma muralha feita pelas mãos de seus antigos habitantes, que pertenceram a uma civilização já perdida na curva do tempo.

Já em outro dia, enquanto o grosso da expedição se preparava para adentrar à densa floresta amazônica em busca da Serra da Muralha, dois dos seus participantes foram de barco pelo Rio Madeira a um local relativamente perto dali de acesso perigoso conhecido com o nome de Cachoeira dos 3S, para ver algumas inscrições/marcas talhadas de maneira precisa em algumas pedras ao longo do Rio Madeira que depois de vistas, foram atribuídas aos lemurianos ou mesmos aos extraterrestres.

Portanto, já manhã seguinte do dia 09/07/2005, depois de quase uma semana de viagem, finalmente a expedição bem equipada seguiu em pequenos barcos pelo leito do Rio Madeira em busca da Serra da Muralha, com o auxilio agora do Exercito Brasileiro através de um militar especialista em primeiros socorros e de um outro militar especialista em sobrevivência na selva. A expedição foi buscar em um determinado ponto na margem deste rio, o início da trilha que a levaria à muralha que estava procurando.

Nesta sua primeira tentativa os participantes da expedição seguiram uma trilha dentro da floresta que acharam naquele momento fosse à correta e pararam já final da tarde, para acamparem ao lado de um igarapé dentro da floresta e depois de aberta uma clareira, armaram as suas barracas e as suas redes em volta de uma fogueira. Ali alimentaram, descansaram e programaram ações posteriores.

No dia seguinte os participantes da expedição já descansados, boa parte dela continuou no acampamento, enquanto um grupo em torno de vinte indivíduos partindo pela manhã continuou em busca da trilha que o levaria à muralha e nesta condição de procura o grupo ficou dois dias dentro da selva. Mas, como esta trilha não foi encontrada este grupo optou por voltar (em 11/07/05) para junto daqueles que tinham permanecidos acampados perto do igarapé. Daí, esta parte da expedição novamente reunida regressou para Abunã, para posteriores descobertas de novas trilhas.

Neste lugarejo os dois militares do Exército Brasileiro que até então estavam acompanhando expedição, se desligaram dela, recebendo o carinho, o agradecimento e o reconhecimento dos seus participantes pelo correto profissionalismo de suas ações.

Depois desta despedida a equipe foi à fronteiriça Guayaramerin, que é a “extensão” boliviana da brasileira Guajará-mirim/RO, para conhecer o seu povo e a sua cultura.

O território boliviano é muito pouco explorado em pesquisas arqueológicas por falta de recursos financeiros, portanto, muitos segredos ainda estão para serem descoberto-retirados de suas densas florestas e de seu solo.

Nesta ocasião a expedição teve o apoio da Marinha da Bolívia, que a cedeu um ônibus para levá-la à vila chamada de Cachoeira Esperanza, que já foi um próspero entreposto para a exportação de borracha e que hoje é uma pequena e quieta vila com 1.500 habitantes à beira do Rio Beni.

A finalidade da Equipe Zigurats nesta região foi, sobretudo, achar a Caverna dos Toths, mas, como ela não teve transporte apropriado para chegar ao local previsto, os seus participantes resolveram ficar apenas nesta vila boliviana para alimentarem e depois conhecê-la. E, só à tarde voltaram para Abunã/RO para que a partir dali em uma segunda tentativa através de uma outra trilha, pudessem chegar à Serra da Muralha.

Portanto, já instalados em Abunã parte da equipe ficou neste lugarejo, com a finalidade de realizar uma festa para as crianças em um trabalho de integração com a comunidade. A outra parte da equipe seguiu em sua segunda tentativa para o local, que há muito estava sendo procurado.

Nesta segunda busca este grupo teve dificuldade de continuar a sua caminhada, porque deveria passar por uma propriedade particular e esta passagem não foi inicialmente consentida e só depois de esclarecida a finalidade da expedição, a passagem não só foi permitida como também o pernoite do grupo naquele local foi autorizado. Nesta ocasião, em 18/07/05, alguns participantes deste grupo aproveitaram para conhecer uma bela caverna que era moradia de milhares de morcegos. E, nesta propriedade/fazenda este grupo se instalou com suas barracas e redes ao lado de uma pequena casa de uma humilde moradora do local e, foi a partir dali, que ele partiu para tentar novamente descobrir a trilha que o levaria à muralha. Depois de dois dias subindo a serra nesta tentativa sem sucesso de encontrar o local correto e com o sentimento de frustração já contaminando todo o grupo, ele voltou para Abunã.

Quando todos os participantes da Equipe Zigurats Brasil estavam saindo de Abunã, já para atravessar o Rio Madeira através da balsa de volta às suas residências, veio de barco um mateiro anteriormente contratado e já em terra correndo, disse para a equipe, que desta vez tinha encontrado a trilha certa para a Serra da Muralha.

Então, quase toda a equipe subiu de novo em pequenos barcos o Rio Madeira conduzida por este mateiro e orientada pelo GPS, para que nesta terceira e ultima tentativa pudesse finalmente trilhar o caminho correto, que a levaria a tão ansiosamente desejada Serra da Muralha e nesta trilha depois de uma caminhada de quatro horas, parou para alimentar e descansar um pouco.

Este grupo alimentado e descansado reiniciou a sua caminhada por algum tempo dentro da selva e depois de finalmente escalar o topo de uma elevação às 17h00min do dia 20 de julho de 2005, pôde ver com bastante satisfação mesclada com muito alivio a muralha a 140 metros acima do nível do mar, que o Instituto do Patrimônio Histórico Brasileiro diz ser apenas uma construção pré-colonial.

Esta muralha circular é edificada com lajotas circulares em uma aérea de 11.300 metros quadrados e está em uma região onde já existiu uma civilização pré-colombiana ou mesmo pré-diluviana.

Desta experiência ficou o aprendizado para a Equipe Zigurats Brasil – Segunda Expedição, que na tentativa de descobrir o passado, para entender o futuro, às vezes, é no último momento do último dia, depois de testado o espírito de equipe de seus participantes como um só “Corpo de Energia”, que ela consegue achar o que procura através de muita persistência e de muita perseverança.

E, no incio do mês de julho de 2006 sairá a Terceira Expedição Equipe Zigurats Brasil rumo à Amazônia em busca de provas mais concretas da existência de uma civilização muita antiga, que foi construída por um povo conhecido como as Amazonas e que deixou marcas de sua presença através de seus artefatos e do que restou de suas construções. Agora, mais que as duas expedições anteriores esta terceira expedição que durará dezessete dias, já de posse de informações mais precisas/direcionadas, está consciente da necessidade de buscar nas evidências físicas as provas definitivas.

Abaixo imagens que foram tiradas do DVD 2ª. Expedição Equipe Zigurats Brasil e que registraram alguns momentos vividos pela equipe:

1 – A Equipe Zigurats Brasil em sua segunda expedição foi formada por participantes dos vários Núcleos/Projeto Portal, saiu de Campo Grande em 03 de julho de 2005 para o coração da floresta amazônica, para desvendar em Rondônia e se possível, também na Bolívia, os mistérios de uma civilização muito antiga. E, depois de dois dias de viagem após o seu inicio, os participantes desta expedição tiveram que dirigir para Cuiabá/MS-BR, para que pudesse ali ser trocado o pára-brisa do ônibus em que estavam viajando, porque ele tinha rachado.



2 – Com o pára-brisa trocado toda a equipe seguiu para Ji-Paraná/RO, pernoitando nesta cidade. Na parte da manhã, já no dia 7 de julho de 2005, parte da expedição seguiu para Porto Velho/RO e alguns outros participantes ficaram para dar entrevista a uma rede de televisão local, investigar também algumas marcas/inscrições em baixo relevo em grandes pedras na beira de um rio que existe naquela região e pesquisar ainda alguns artefatos.


3 – Os participantes da expedição que foram para Porto Velho/RO, tiveram um contato com o Governador do Estado e nesta ocasião alguns deles explicaram para ele, que uma das finalidades da expedição era encontrar o que restou de uma antiga civilização com tecnologia muito mais avançada que a nossa, de acordo com os indícios levantados pela primeira expedição. O Governador entendeu o verdadeiro sentido da expedição, deu boas vindas à equipe e pôs à disposição dela os órgãos do governo estadual, quando fosse necessário.


4 – A Equipe Zigurats Brasil depois de descansar em Porto Velho partiu para Abunã/RO, chegando neste distrito após quatro horas de viagem. Abunã é um lugarejo com uma única e comprida rua para os seus poucos moradores e distante dele oito quilômetros, já na divisa do Estado do Acre, existe o local de embarque e de desembarque pelo Rio Madeira, que são feitos por uma grande balsa.


5 – Neste local os membros da expedição hospedaram no pequeno e único hotel existente e foi dali que a expedição fez o seu ponto de partida para alcançar a serra que estavam procurando. Depois de jantarem e de confraternizarem, eles foram dormir, para que já descansados pudessem continuar a jornada no dia seguinte pela manhã.


6 – Já em outro dia, enquanto o grosso da expedição se preparava para adentrar à densa floresta amazônica em busca da Serra da Muralha, dois dos seus participantes foram de barco pelo Rio Madeira a um local relativamente perto dali, mas, de acesso perigoso conhecido com o nome de Cachoeira dos 3S, para ver algumas inscrições/marcas talhadas de maneira precisa em algumas pedras ao longo do Rio Madeira que depois de vistas, foram atribuídas aos lemurianos ou mesmos aos extraterrestres.





7 – Portanto, já na manhã seguinte, no dia 09/07/2005, depois de quase uma semana de viagem, finalmente a expedição bem equipada seguiu em pequenos barcos pelo leito do Rio Madeira em busca de um determinado ponto de sua margem, o início da trilha que a levaria à da Serra da Muralha e com o auxilio agora do Exercito Brasileiro através de um militar especialista em primeiros socorros e de um outro militar especialista em sobrevivência na selva.


8 – Nesta sua primeira tentativa os participantes da expedição seguiram uma trilha dentro da floresta, que naquele momento acharam fosse à correta e já cansados depois de muitas horas de caminhada acamparam no final da tarde ao lado de um igarapé dentro da floresta, armaram em uma clareira as suas barracas, dependuraram as suas redes em volta de uma fogueira, alimentaram e depois de descansados, programaram ações posteriores.

9 – No dia seguinte os participantes da expedição já descansados, boa parte dela continuou neste acampamento improvisado, enquanto um grupo em torno de vinte indivíduos partindo pela manhã continuou em busca da trilha que o levaria à muralha e nesta condição de procura o grupo ficou dois dias perambulando pela selva.


10 – Mas, como a trilha correta não foi encontrada, este grupo que já estava dois dias dentro da selva, optou por voltar (em 11/07/05) para junto daqueles que tinham permanecidos acampados perto do igarapé. Dali, esta parte da expedição novamente reunida regressou para Abunã e neste lugarejo os dois militares do Exército Brasileiro que até então estavam acompanhando expedição, se desligaram dela, recebendo o carinho, o agradecimento e o reconhecimento dos seus participantes pelo correto profissionalismo de suas ações. Depois desta despedida a Equipe Zigurats Brasil foi à fronteiriça Guayaramerin, que é a “extensão” boliviana da brasileira Guajará-Mirim/RO, para conhecer o seu povo e a sua cultura.


11 – Nesta ocasião a expedição teve o apoio da Marinha da Bolívia, que a cedeu um ônibus para levá-la à vila chamada de Cachoeira Esperanza, que já foi um próspero entreposto para a exportação de borracha e que hoje é uma pequena e quieta vila com 1.500 habitantes à beira do Rio Beni. A finalidade da Equipe Zigurats Brasil nesta região foi, sobretudo, achar a Caverna dos Toths, mas, como ela não teve transporte apropriado para chegar ao local previsto, os seus participantes resolveram ficar apenas nesta vila boliviana para que pudessem alimentar e conhecê-la.


12 – A Equipe Zigurats Brasil depois que veio de Cachoeira Esperanza e já em Abunã, parte dela ficou neste lugarejo, com a finalidade de realizar uma festa para as crianças em um trabalho de integração com a comunidade. A outra parte da equipe seguiu em uma segunda tentativa para achar o local, que há muito estava sendo procurado.


13 – Nesta sua segunda tentativa de encontrar a muralha, em 18/07/05, esta parte da equipe que deslocava pela selva, aproveitou para conhecer uma bela caverna, que era a moradia de milhares de morcegos.


14 – Depois de dois dias subindo a serra dentro da selva, na sua segunda tentativa sem sucesso de encontrar a trilha correta para a muralha e com o sentimento de frustração já contaminando todo o grupo, ele voltou para Abunã. E, quando toda a Equipe Zigurats Brasil estava saindo de Abunã, preparando-se para atravessar o Rio Madeira através da balsa de volta às suas residências, veio de barco um mateiro que tinha sido anteriormente contratado e já em terra correndo, disse para a equipe, que desta vez tinha encontrado a trilha certa para a Serra da Muralha.


15 – Então, quase toda a equipe subiu novamente em pequenos barcos o Rio Madeira levada por este mateiro e orientada pelo GPS, para que nesta terceira e ultima tentativa pudessem finalmente trilhar o caminho correto, que a levaria a tão procurada/desejada Serra da Muralha e já nesta trilha caminharam quatro horas.



16 – A equipe depois que caminhou quatro horas dentro da selva, ela parou, alimentou e depois que descansou, reiniciou a sua caminhada, para que pudesse momentos depois, escalar com bastante satisfação mesclada com alivio o topo de uma elevação às 17h00min do dia 20 de julho de 2005.


17 – Em cima desta elevação a Equipe Zigurats Brasil Segunda Expedição pôde finalmente, ver a muralha que a 140 metros acima do nível do mar, está edificada com lajotas circulares em uma aérea de 11.300 metros quadrados, localizada na região onde já existiu uma avançada civilização pré-colombiana ou mesmo pré-diluviana, mas, que o Instituto do Patrimônio Histórico Brasileiro diz ser apenas os escombros de uma construção pré-colonial.

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