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Terceiro contato com um ser humanóide de Arctúrius

Terceiro contato com um ser humanóide de Arctúrius
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No dia 29 de dezembro de 2006, por volta das 18h30min, estávamos jantando no restaurante da Fazenda Boa Sorte, quando o dimensional que acessou a “Primeira Placa” se aproximou e nos disse que interrompêssemos imediatamente o que estávamos fazendo e, sem sermos percebido fossemos para o Campinho e lá esperasse, porque estávamos agora com a responsabilidade do escolhido pelos “Seres” para iniciar uma nova etapa de trabalhos no Projeto Portal – a dos contatos verbais com eles.

Portanto, logo que chegamos ao Campinho, este dimensional logo se retirou para buscar – de acordo com a sua escolha e responsabilidade – um dimensional de polaridade negativa/mulher que tivesse conosco afinidade vibratória e, portanto, conosco pudesse trabalhar – nos auxiliando.

Depois de uns quinze minutos de espera retornou este dimensional acompanhado e, foi então, que soubemos quem ele trazia era o dimensional que tem o compromisso missionário de fazer a leitura das “Placas”. Assim que despedimos do dimensional que acessou a primeira “Placa”, nós dois partimos imediatamente para o local da Fazenda Boa Sorte conhecido com Caixa D’Água e de mãos dadas ficamos ali por quinze minutos – das 21h00min às 21h15min – para que os “Seres” fizessem ao mesmo tempo a nossa leitura.

Aprovados nesta leitura nós dois fomos imediatamente para um local que não podemos mencionar no momento e quando estávamos quase lá chegando, encontramos com o Mediador que entregou para cada um de nós uma Pedra Discóide mandada pelos “Seres”. O dimensional que fazia par conosco recebeu a Pedra que ativará os dimensionais que têm origem em Plêaides e Sírius e a que recebemos ativará os dimensionais com origem em Pégasus e em Antares.

Despedimos do Mediador e a partir deste momento fomos para o local do contato levados por um outro dimensional e lá chegando ele nos pediu que segurássemos alguns Cupons do Dourado que tinha trazido, para que pudéssemos imantá-los por quinze segundos. Esta imantação foi feita para que o Dourado por ressonância Se fortalecesse ainda mais e a sua Energia Alquímica pudesse exteriorizar definitivamente. E, ao se retirar rapidamente levando os Cupons este dimensional nos avisou da presença dos “Seres” sinalizada por uma faixa de luz verde néon de uns cinco centímetros de largura que estava no chão.

Finalmente, ficamos sós nós dois de mãos dadas esperando o contato em um ponto que nos foi indicado neste local. E, neste momento já era mais ou menos 21h30min.

Estávamos relativamente tranqüilos e a primeira pergunta que fizemos se eles – os “Seres” – estavam realmente presentes. Mal acabamos de fazer esta pergunta apenas uma ponta de um bambu balançou praticamente junto à nossa cabeça e o quê fazia que ele balançasse estava a um metro e meio distante de sua ponta porque o resto do bambu não mexia. E, como este bambu estava à nossa direita este “Corpo Invisível” que fazia o bambu balançar, “se mostrava” pela longitude e pela latitude ou pelo ponto de onde esta força no bambu era gerada.

Portanto, como este “Corpo Invisível” se manifestou através da natureza/vegetação o associamos aos intraterrenos, perguntando-lhe se era um Tot, mas, desta vez não obtivemos nenhuma manifestação como resposta.

Foi então que perguntamos para ele se era um extraterrestre e imediatamente uma pedra caiu à nossa esquerda. Dado este sinal que para nós é um dos sinais convencionais da presença deles, o dimensional que estava ao nosso lado perguntou-lhe se ele podia ativá-lo, para que expandisse a sua consciência e pudesse mais claramente decodificar em missão as “Placas”. Mas, o que escutamos naquele momento foram apenas uns sons inteligíveis/”ocos” vindos de uma voz forte que vibrava com certa intensidade.

Insistimos que não estávamos entendo o que ele dizia e durante alguns minutos continuávamos a escutar apenas estes mesmos sons inteligíveis. E, foi só depois de três tentativas neste sentido que entendemos o que o “Ser” falou. Ele disse em seu tom característico de voz: “vira”. Nós dois imediatamente viramos para a direita. Ele então continuou nos corrigindo: “vira esquerda” e, logo emendou: “pegue luz no chão”.

Esta luz que o “Ser” falou estava ao nosso lado direito e um pouco à nossa frente como se fosse uma faixa luminosa no chão de uns trinta e cinco centímetros de comprimento e de uns cinco centímetros de largura. E, quando nós dois abaixamos ao mesmo tempo para pegá-la, como estávamos de mãos dadas e sermos fisicamente bem maior que o dimensional de polaridade negativa que estava nos acompanhando, perdemos o equilíbrio e quase caímos sobre ele.

Depois de nós dois equilibramos e já agachados o dimensional que estava conosco por estar mais perto desta luminosidade esticou o seu braço e fazendo de sua mão como se fosse uma pá de uma maquina de escavar retirou quase toda a luminosidade que estava no chão e a segurou na palma de sua mão. Como antes tinha chovido muito, até então achávamos que esta luminosidade que já estava na mão deste dimensional por ter largura, altura e espessura era um corpo denso constituído de barro por baixo e a luz de um plasma por cima. E, apenas quando retiramos com a mão a metade desta substancia luminosa que estava na mão deste dimensional – porque ela foi divida entre nós dois – que vimos e sentimos que ela não tinha barro algum. Surpreso, vimos que ela era um corpo tridimensional, não era quente e nem fria e apesar do seu volume não pesava em nossa mão.

Esta substancia era algo que não encaixava dentro das leis físico-químicas que conhecemos.

Por incrível que pareça, podemos dizer que ela era uma luminosidade densa/materializada. E, ainda nós dois estávamos surpresos quando escutamos o “Ser” nos dizer com o seu tom de voz inconfundível: “passa luz testa”.

Imediatamente esfregamos esta substancia em nosso frontal, o que nos proporcionou novamente uma outra surpresa, quando vimos a cabeça do dimensional que estava ao nosso lado se iluminar por dentro e esta luminosidade irradiar para fora iluminando a sua face. Observação semelhante este dimensional fez em relação a nós. E, quando esfregávamos esta substancia em nossa testa, caiam pequenos flocos desta luminosidade no chão, porque eles eram pequenos corpos de luz que passavam/escorregavam por entre os nossos dedos.

Então, foi a partir deste momento que começamos a escutar mais nitidamente o que o “Ser” nos falava, porque o seu tom de voz se tornará mais inteligível – mais parecido com o do ser humano, diferentemente da voz do “Ser” do nosso contato do dia 1º. de maio/2005, que foi emitida de forma silábica e com um som metálico . Aproveitamos então, para lhe fazer algumas perguntas.

Inicialmente pedimos para ele que enviasse uma mensagem para os dimensionais/Projeto Portal, já que alguns deles ainda brincam até hoje de serem dimensionais, portanto, sem a devida noção de sua responsabilidade missionária. A sua resposta veio logo e envolta em uma intensa vibração: “TRABALHEM”. E, esta resposta em relação à sua vibração foi totalmente diferente de todas as outras respostas que ele nos deu posteriormente.

Depois desta pergunta fizemos uma outra em relação ao Dourado, perguntando-lhe como Dourado poderia funcionar energeticamente em relação à população e ele nos disse: “ativem”.

A seguir o dimensional que estava ao nosso lado também lhe perguntou se o Dourado iria dar certo, o que ele respondeu: ”sim”. Este dimensional continuando nesta mesma linha de raciocínio, novamente lhe perguntou qual seria o tempo necessário para que o Dourado ao nível do mundo cumprisse a sua finalidade. Ele respondeu: “sete anos”.

A seguir o dimensional que estava conosco ainda lhe perguntou – pela segunda vez – se ele podia ativá-lo, para que expandindo o seu campo energético acontecesse a sua expansão de consciência, facilitando o seu trabalho missionário de leitura das “Placas”. O “Ser” disse: “sim”. E, logo depois este dimensional começou ter a sensação que densas gotas de chuva caiam sobre a sua cabeça apesar de que naquele momento não estivesse chovendo e que elas infiltravam por debaixo de seu cabelo.

Passados alguns instantes este dimensional lhe fez uma nova pergunta, se ele ainda iria ver as “Placas” materializadas na caverna. O “Ser” respondeu: ”sim”. E, ainda insistindo este dimensional lhe perguntou quando e ele obteve como resposta: ”calma”.

Depois de alguns instantes escutamos agora ele nos dizer: “abaixe” (incline-se para frente). E, neste momento – no nosso caso em particular – foi uma experiência muito especial não só pela nossa ativação física como também pelo o que vimos neste momento em que o “Ser” aproximou para nos ativar tocando fisicamente o nosso corpo na região do cóccix. De soslaio vimos nesta sua aproximação parcialmente iluminada pelo luar, que apesar de não vê-lo fisicamente quando ele se deslocou em nossa direção, que ele podia ser percebido neste seu movimento de aproximação como se fosse uma forma vaporosa transparente não definida, semelhante ao vapor quando irradia do asfalto superaquecido, ondulando-se/vibrando-se e que fazia também a vegetação ondular, quando ele com o seu campo energético perto dela passava, dando a sensação de que tanto a vegetação como ele fosse energeticamente uma mesma coisa. E, no momento em que ele nos tocou para a expansão de nossa aura, o dimensional que estava ao nosso lado disse depois, que naquele momento ele teve pela segunda vez a sensação das densas gotas de chuva por debaixo de seus cabelos.

Já no final do contato o dimensional que estava ao nosso lado perguntou ao “Ser” se nós dois iríamos ter novos contatos e ele disse: “sim”. E, a seguir lhe dizemos que em um dos nossos contatos anteriores o “Ser” nos disse que iríamos fazer uma viagem para fora e, já lhe perguntando, se este “fora” seria para fora do Planeta ou para fora do Brasil. Ele respondeu: ”Brasil”.

Depois ele nos disse: “vai embora” e acabou o contato que durou quase trinta minutos, mas, que nós dois tivemos a sensação que tinha durado apenas cinco minutos.

Este contato ocorreu dentro de um período de trabalhos vibratórios na Fazenda Boa Sorte – do dia 28/12/2006 ao dia 1º/01/2007.

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