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Uma interação “cara a cara” com o Ultra

Uma interação “cara a cara” com o Ultra
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Era uma madrugada bastante fria e úmida na Pousada dos Reis – Mateus Leme/MG-BR, no dia 23/08/09, em torno das 02h30min, quando cerca de quarenta e cinco dimensionais foram para a trilha dentro de uma mata virgem existente naquele local, para que fizessem um trabalho de sintonia e de interação com os Seres Ultradimensionais.

Estes dimensionais que foram escolhidos pela sua freqüência mental/vibracional (acelerada) no meio de outros cento e oitenta dimensionais, eles foram sinalizados pelos Ultras nas imagens conseguidas através de maquinas fotográficas digitais e alguns poucos outros foram também escolhidos com a “percepção pelo frontal” (terceira visão) do dimensional que comandava os trabalhos vibratórios daquela madrugada.

Então, estes dimensionais já estando no local escolhido, eles foram orientados para que se colocassem no inicio desta trilha dentro da mata e que a margeasse, portanto que formassem duas fileiras.

Este trabalho que foi bem orientado e didaticamente conduzido pelo dimensional que liderava no momento, durou em torno de uma hora e meia e foi realizado de maneira, que os participantes pudessem ter durante o seu decurso diferentes maneiras de interação com os Seres Ultradimensionais.

No nosso caso em particular tivemos alguns momentos que conscientemente ficamos em sintonia e em interação com estes “Seres” de planos mais sutis e, dentre eles mencionamos três instantes, que nos acrescentaram informações em relação ao nosso constante aprendizado – e, especialmente vamos salientar um deles.

Posteriormente, percebemos pela maneira como as nossas interações com os “Seres” foram sendo conduzidas, elas foram direcionadas para que gradativamente sintonizássemos na freqüência deles.

O primeiro destes três momentos foi quando “escutamos” que “algo” passava em alta velocidade junto ao nosso ouvido direito, provocando a vibração e o som semelhantes à de um objeto quando passa velozmente, deslocando o ar.

Alguns minutos após quando continuávamos a ser estimulado, para que cada vez mais sintonizássemos e interagíssemos com estas realidades de existência mais sutis, sentimos no dorso da nossa mão direita que apoiava no braço da cadeira onde sentávamos, que este “ponto” do nosso corpo físico vibrava/coçava e que nos dava a sensação de um leve choque. Então, dirigimos a nossa visão física (e nossa a terceira visão) para esta nossa mão e tivemos a grata surpresa de percebermos/”vermos” um Ser Ultradimensional na freqüência da cor violeta/lilás, como que suavemente a cobrisse.

O terceiro momento de aprendizado que tivemos em relação à nossa interação com os Seres Ultradimensionais foi realmente bastante singular e, portanto um dos mais interessantes ocorridos nos nossos doze anos de vivencia no Projeto Portal.

Tendo como referencia o corpo do dimensional que estava de costas à nossa frente e a um metro e meio de distancia, vimos nitidamente ao nível do seu ombro direito a imagem do nosso rosto que nos olhava, o que nos gerou instantes de espanto e ao mesmo tempo de incredulidade em relação ao que estávamos “vendo”, mesmo já acostumado vivenciar situações diversas com as realidades paralelas. Portanto, firmamos e direcionamos varias vezes a nossa visão física, que neste momento já “se entrelaçava” com a nossa terceira visão, para aquele rosto à nossa frente que apresentava um tamanho bem maior que o nosso rosto físico, que ostentava um semblante relativamente mais jovem e que “se posicionava apoiado no nada”, mais ou menos a quarenta e cinco graus à esquerda de onde estávamos.

Nesta nossa terceira interação com os mundos paralelos a sensação ainda mais estranha e ao mesmo tempo especial, foi a de que uma outra “pessoa”/consciência estivesse com o nosso rosto nos olhando e, portanto totalmente diferente da sensação quando vemos o nosso semblante em uma foto ou em uma filmagem, porque sabemos/sentimos nestas situações que somos nós mesmos – que estamos apenas retratado em uma situação já acontecida.

Só depois que “aceitamos” a presença desta “manifestação” e que interiormente já estávamos até divertindo com o que estava acontecendo, foi que esta imagem “desapareceu”. Posteriormente o dimensional que estava comandando o trabalho, nos disse em relação a este acontecimento, que foi uma forma de interação dos Ultras conosco, projetando o nosso rosto.

Durante estes momentos que sintonizamos e que interagimos com estas outras realidades de existência, “vimos” também uma “luz” no frontal de um dimensional que estava ao nosso lado. E na trilha percebemos ainda o “footing” dos Ultras de vários tamanhos e de cores variadas, que nela alguns “deslizavam” velozmente e outros “estavam estacionados”.

Já bem no final destes momentos de aprendizado o dimensional que comandava este trabalho vibratório, ainda chamou a atenção de todos para que vissem a neblina (plasma), que se formou no ponto da trilha onde iniciavam as duas fileiras formadas pelos participantes – e, realmente a percebemos.

Pudemos ainda constatar nesta nossa experiência com um outro plano de existência, que os Seres Ultradimensionais realmente “se situaram” entre as dimensões, que neste caso especifico “vibraram” entre a quarta e a terceira dimensões, quando sintonizaram e interagiram conosco já com a nossa freqüência mental acelerada para isto e então, quando pudemos também “escutá-los” e “vê-los” com a nossa “visão mental”.

Portanto, pudemos compreender que os Ultras não estando totalmente na quarta dimensão, acionaram/sensibilizaram alguns dos nossos cinco sentidos, mas não estando também inteiramente na terceira dimensão, não foram escutados ou vistos pelos dimensionais que estavam ao nosso lado com uma freqüência mental incompatível de sintonia com eles. Ainda, é bem provável que esta falta de sintonia, seja o motivo que alguns não consigam fotografá-los, apesar de estarem em um mesmo local e em um mesmo momento com aqueles outros, que estando em freqüência de sintonia e de interação com eles, os fotografam.

Para finalizarmos, queremos registrar que nesta nossa “interação de contato” de forma bem própria com as realidades paralelas, se ela nos acrescentou mais informações, foi porque não “estagnamos” pela emoção do momento – não nos deixamos prender pelo “fenômeno”.

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