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Visão Turbinada

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– “Instrumento” eficaz de cura –

De Cássio José Eduardo (rjoyceblanco@uol.com.br) – em dezembro de 2010

Quanto mais o agente de cura utiliza da habilidade de sua “visão turbinada”, mais aguçada ela se tornará, tornando mais fácil a constatação de problemas de saúde, tais como má circulação, osteoporose, alterações no sangue e no suco gástrico-intestinal e também inflamações de um modo geral pela a atuação de vírus e de bactérias no organismo. Enfim, cada uma dessas patologias será detectada pela sua “visão turbinada” com certas peculiaridades, dependendo é óbvio, de como ele desenvolver essa sua habilidade, quando poderá perceber formas, cores e aspectos específicos, classificando essas doenças de acordo com o gênero e grau de cada uma delas. Dessa maneira que ele poderá diagnosticar as doenças, que poderão ser tratadas e conseqüentemente curadas.

Qualquer explanação que façamos em relação à “visão turbinada”, ela parece fantasiosa até mesmo para aquele que a possui. Portanto, não é de se estranhar que boa parte da população acha que aqueles que acreditam nessa habilidade e os terapeutas que afirmam manipulá-la, eles estão sofrendo de um quadro psicótico, necessitando urgentemente de tratamento.

Se não removermos os nossos preconceitos e não pararmos com as nossas descrenças no uso de nossas habilidades extra-sensoriais, elas serão retardadas por mais algumas décadas e então, o grande salto em nossa cadeia evolutiva não acontecerá e continuaremos mergulhados em imensa agonia.

Ao utilizarmos a frase de Paulo: “penso, com efeito, que os sofrimentos do tempo presente não têm proporção com a gloria que deverá se revelar em nós, pois a criação em expectativa anseia pela revelação dos filhos de Deus” (RM 8,18-27), não consigamos conceber uma lógica diferente, senão a de que ele usando de linguagem compreensível para a época, falava exatamente dessa evolução humana que tanto almejamos. A evolução que nos levará romper as barreiras que nos limitam e que por muitos são consideradas hoje impossíveis ultrapassá-las, mas que no decorrer da historia existiram vários relatos de pessoas que vivenciaram tais fenômenos. E o interessante é que esses dons eram manipulados com propriedade e domínio.

Paulo era uma dessas pessoas, porque ele mesmo escreveu aos coríntios dizendo que possuía dons em abundancia como pré-cognição, retro-cognição, xenoglossia que é a capacidade de interpretar línguas estranhas e glossolalia que é a capacidade de falá-las e ainda, possuía as capacidades de fazer curas e profetizar, entre outras – contudo, para muitos essas habilidades não passam de alegorias.

Com relação aos fenômenos da xenoglossia e da glossolalia a necessidade da comunicação é um fato inerente ao ser humano, que é perceptível logo nos primeiros instantes de vida de uma criança, que procura expressar-se num choro, sorriso, comprimindo braços e pernas etc.

Mesmo, que em muitos aspectos compreendamos como pais quais os desejos de nosso filho ainda pequenino só pelos sinais ou sons que emite, já estamos ensinando-o na condição de adultos a arte da comunicação, mas com a intenção de facilitar muito mais a nossa vida do que a dela. E como estamos limitados em um universo com regras intransponíveis, educamos nossos filhos da mesma forma.

As palavras expressam nossos sentimentos. Então, imaginemos o que aconteceria se antes das pessoas falarem, nós pudéssemos perceber os seus sentimentos contidos em suas palavras ainda não pronunciadas? Nessa condição o ato de falar se tornaria totalmente irrelevante e, exatamente é que acontece, quando estamos realmente conectados a uma pessoa ou outras pessoas que estão se expressando em outros idiomas e que não os falamos. Neste nível de dialogo contido por sentimentos mais profundos – além das idéias associadas aos sons das palavras pronunciadas, é que os interlocutores “se entendem”.

Nesse estado alterado neural – que exige muito do nosso cérebro é possível não só falarmos, como também entendermos qualquer idioma, em situações caracterizadas tanto como glossolalia quanto como xenoglossia. Por causa das múltiplas encarnações e com a possibilidade de conseguirmos acessar em estado alterado de consciência a nossa memória cósmica, as possibilidades de realizarmos estes fenômenos de comunicação serão incalculáveis.

Relatos sobre esses fenômenos são encontrados aos montes não só associados ao que é religioso, mas também em outros segmentos da sociedade, basta que pesquisemos.

Trabalhar com cura a distancia através do extra-físico, é outra questão polemica, porque para a ciência não há provas da existência da realidade espiritual e também do nosso potencial mental que nos possibilita infinitas possibilidades.

Com a física quântica deparamos com algumas situações interessantes sobre a existência do “multiverso” ou do “megaverso”, que mesmo como conceitos significativos o que é proposto em relação a eles, é constituído por provas ainda relativamente pequenas.

O que é cientificamente aceito está preso a conceitos clássicos, que informam pessoas manipuladas e alienadas, que são difíceis se ser direcionadas para o campo do conhecimento sumamente importante – o do extra-físico.

O extra-físico é tão possível de ser observado utilizando-se de habilidades extra-sensoriais desenvolvidas, como a maioria dos conceitos da ciência tradicional provados por Isaac Newton. Os universos paralelos existem e não há necessidade de um acelerador de partículas extremamente caro para provar a manifestação neste outro nível de realidade.

Como já citamos anteriormente, no plano mental ou no espiritual não existem as barreiras de tempo e espaço como no plano físico, o que nos possibilita varias oportunidades de vencer grandes distancias no espaço-tempo e de interagir com realidades paralelas. Então, uma pessoa dotada com o dom de cura e que consiga viajar no plano extra-físico, para ela será relativamente fácil curar muitas pessoas, necessitando apenas que ela tenha de algum meio de conexão com o enfermo, que no plano físico está muito distante.

Na situação mencionada acima o agente da cura que não tem a capacidade de viajar no plano extra-físico, é necessário que ele faça exercícios mentais que o estimule deslocar no espaço-tempo com precisão e eficácia. Uma das maneiras para que ele alcance esse nível de consciência, é entrar em um estado alterado neural. E, para isso, ele deve provocar estímulos psíquicos em seu centro energético básico, fazendo que a energia de kundaline suba em forma de espiral até o seu centro energético frontal e coronário com o firme propósito de viver a realidade extra-física. Ele deve persistir nessa sua intenção para visualizar uma pessoa, lugar ou cidade. Ele deve perseverar nessa visão, ate obter uma maior quantidade de informações e então, discernir o que deve fazer.

Esse e outros possíveis exercícios deverão ser repetidos, até que o agente de cura tenha educado seu corpo físico e mental no sentido de obedecer ao seu comando de forma rápida e precisa, facilitando o seu trabalho. É importante lembrar que esses outros níveis de consciência podem ser alcançados em plena vigília e não em repouso (no sono), que traz ao curador certa incerteza em relação aos fatos visualizados. Quanto mais ele mantiver consciente e em plena atividade mental, mais segurança terá em relação às suas atitudes que deve tomar.

Conseguir tal proeza para o agente de cura deve ser motivo de responsabilidade redobrada, porque existe “uma ética cósmica”, que ele deverá seguir ou sofrerá conseqüências, se não segui-la. Ele não deve utilizar dessas suas habilidades de forma egoística.

Livrar-se de comportamentos grosseiros e primitivos deve ser o impulso primordial do curador que trabalha no plano extra-físico.

Um aspecto diferente que deve ser salientado entre a realidade física e a extra física, é que nesta ultima existe muito mais economia de energia na execução de um trabalho, porque vários atalhos são ali utilizados com o intuito de não fazer esforços desnecessários.

Utilizando-se do extra-físico o agente de cura pode ir à casa do enfermo a muitos quilômetros de distancia. Quase que instantaneamente ele já estará lá, sem precisar também de abrir portas, percorrer cômodos para que se esteja ao seu lado.

A realidade extra-física pode ser utilizada tanto para a curta distancia quanto para aquela tida como astronômica e nela a “visão turbinada” do agente de cura fica ainda mais ampliada sem definição espacial. A visão limitada que ele normalmente tem quando apenas utiliza de seu corpo físico, ele não vê objetos através das paredes e até mesmo sem olhar muitas vezes diretamente para eles, como os vê no extra-físico.

A eficiência do trabalho de cura no plano extra-físico em relação àquele efetuado na realidade física é positivamente cem por cento. Entretanto, deve ser lembrado, que o padrão evolutivo ou de consciência tanto do curador quanto daquele que está sendo curado, precisa estar em um necessário nível para que esse sucesso aconteça.

Estamos expondo aqui situações de extrema delicadeza e ao mesmo tempo muito intrigantes. Agora, se nós humanos somos capazes de realizarmos tamanhos feitos mesmo dentro de tantas limitações, podemos imaginar o que devem fazer os seres extraterrestres tecnologicamente mais evoluídos. Quais não serão suas habilidades?

Não é muito difícil interagirmos com os seres extraterrestres, se estivermos (emocionalmente) leves e ao mesmo tempo (mentalmente) acelerados. Nesta condição podemos ter varias interações com eles, que possuem mais energia e menos matéria. Essas interações poderão acontecer muitíssimas vezes, desde que tenhamos outra mentalidade. Desde que desenvolvamos outra maneira de pensar, entendendo que o ato de criação é muito maior do que algumas religiões e filosofias nos transmitem.

Quando alcançarmos este nível de consciência teremos então quebrado um grande tabu, ficando livre de preconceitos. Estaremos prontos para vivermos “o verdadeiro contato”, não só aquele com os nossos semelhantes no dia a dia, mas também com seres de outras realidades de existência.

No plano extra-físico a capacidade pré-cognitiva e retro-cognitiva em alguns casos ficam mais aguçadas, portanto muitos agentes de cura isentos das limitações do corpo físico encontram mais facilidades nesta condição em manipular esses dons, podendo com eles agir de maneira mais eficaz.

Em relação ao trabalho a distancia é necessário estimular primeiro o assistido ao nível do plano mental, para só então ele ser trabalhado no nível do emocional e do físico. O agente de cura para alcançar sucesso em seu trabalho como curador, ele precisará às vezes recorrer à sugestão telepática, quando também poderá utilizar do recurso da pré-cognição ou da retro-cognição.

O escutar, o falar e o sentir os Ultras são também outras habilidades muito eficazes para o agente da cura, porque o diagnostico dos seres é bem mais preciso, tornando esse trabalho conjunto vantajoso para todos, principalmente para o assistido. Em vários casos os ultras apontam as enfermidades e executam a cura, ficando para o agente de cura mais a responsabilidade de orientar o enfermo sobre o diagnóstico, o trabalho que está sendo executado e qual será o prognóstico, desde que o enfermo responsabilize por sua cura definitiva em todos os aspectos.

A interação com esses seres é muito interessante para o curador, quando o ver, o sentir, o falar e o ouvir podem ocorrer para ele de forma completamente inusitada, com os seus sentidos comuns ficando bastante alterados. Ele poderá ver os seres tanto com os olhos fechados quanto com os olhos abertos – no primeiro caso ele terá de utilizar de sua “visão turbinada” e no segundo caso terá de usar a sua visão física de forma desfocada.

Nessas ocasiões quando o agente de cura poderá senti-los sem tocá-los, ele está utilizando-se de sua habilidade extra-sensorial, alem de seus sentidos comuns. Também o ouvi-los, que pode ser percebido verbalizado ou de forma telepática, vai depender de seu ajuste de freqüência e de seu nível de consciência.

Os Ultras geralmente se apresentam em forma de bolas de energia variando de tamanho e de intensidade. Eles são totalmente energia e podem ter o diâmetro entre quatro centímetros a quatro metros. Como energias pensantes e inteligentes interagem com o ser humano. Eles são mais bem fotografados e filmados na freqüência do ultravioleta. Do núcleo desses seres saem luzes de diferentes cores, conforme a vibração ou a mensagem que querem transmitir. Eles atuam no campo eletromagnético dos seres humanos, quando podem também trazer informações de outros mais parceiros das realidades paralelas.

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