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Voltando ao passado buscando o futuro

Voltando ao passado buscando o futuro
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Este texto narra a nossa viagem a Galileia no tempo de Jesus de Nazaré, com intuito de buscar informações “in loco” daquele que foi O Messias e O Cristo e que viveu junto às pessoas simples, pobres e rudes, porem de coração aberto e ainda não corrompido para O Novo. Pessoas ignorantes, mas de sentimentos e de atitudes transparentes, que as tornavam mais receptivas para a assimilação de uma Nova Frequência Mental.

Jesus de Nazaré como homem o seu corpo físico tinha as mesmas necessidades de qualquer outro corpo sadio humano. Como O Messias possuía padrão mental e evolutivo que já o diferenciava das demais pessoas pela sua facilidade de entendimento e clareza de percepção que possuía, empregando-os para ensinar quase sempre na forma de parábolas constituídas por suas observações do cotidiano humano, que as mesclava com outras informações relacionadas às realidades paralelas. Ele como O Cristo mostrou realmente como o ser humano pode se livrar de sua prisão à matéria, porque ao realizar os seus “milagres” tinha antes que dominá-la, se valendo de Leis Universais além da realidade física e manipulando Frequências Multivibracionais ao se utilizar da Energia Crística (Frequência de Luz/Cor Vermelha de Realização na terceira dimensão). Como O Consolador ele se doou à Humanidade com a sua Transmutação (Ressurreição), ensinando as pessoas como também se transmutarem e alcançarem definitivamente sua liberdade, voltando aos planos de mais Vibração e Luz – ao Multidimensional.

A linguagem de ontem buscando os “Céus” é a linguagem de hoje buscando o Multidimensional. A fé cega de ontem é o Desejo Consciente de hoje interagindo na quarta dimensão, para que a Vontade realize depois na terceira dimensão, o que ontem era chamado de “milagre”. O “crente, o fiel e o religioso” que ainda ontem se ajoelhava (literalmente), é aquele hoje que se ergueu já liberto do medo e da solidão e cônscio de sua responsabilidade de Co-criador. O sentido de morte de ontem é o de Transmutação de hoje com o seu sentido de O Eterno. O só devocional de ontem deve ser também o vibracional dinâmico e atuante do Co-Criador de hoje, capaz de dominar a matéria manipulando consciente a Energia Crística, aquela que Jesus de Nazaré – O Cristo, também a manipulou. O “apóstolo” de ontem é o dimensional de hoje, interagindo consciente com as realidades paralelas através dos vórtices.

O dimensional através de seu Corpo Mental vibrando em frequência especialmente acelerada, ele é capaz de gerar mentalmente o vórtice, que ao “transpô-lo” em seu “ponto zero”, alcança as realidades paralelas. Consegue percebê-las com clareza mental e até mesmo, às vezes, fotografar eventos, como o que foi fotografado no Cenáculo e mostrado neste texto.

Nos locais onde esteve Jesus de Nazaré e especialmente se mostrou como O Messias e como O Cristo, esta interação mental é ali mais intensa, é mais presente, tornando mais fácil “ir além” – ultrapassar mentalmente o “ponto zero” do vórtice e, “sem mais a tutela” de espaço e de tempo acessar o que “já tinha sido “arquivado” como o passado (ou o que “irá ser registrado como o futuro”) – habilidades mentais inerentes ao “Viajante do Tempo”, ontem chamado de “Profeta”.

Registros históricos em várias passagens da vida física de Jesus de Nazaré deixam transparecer a sua postura de extrema perseverança, de força de vontade e de domínio sobre o mundo dos sentidos – sobre sua mente e sobre o seu corpo físico, para que no seu dia a dia em a sua interação com este mundo mais denso – da matéria, não interferisse em sua interação com o mundo mais sutil – mais mentalmente espiritualizado e necessário ao seu compromisso junto à humanidade tanto como O Messias quanto como O Cristo.

Dois momentos fotográficos tirados de um leito seco de um córrego, no Hotel Fazenda Projeto Portal, no dia 22/04/2000, às 12h00min. As fotos mostram para comparação o mesmo local, que foi fotografado praticamente no mesmo momento. A primeira foto à esquerda mostra naquele instante em processo de interação mental um “túnel” na configuração de uma “espiral” e a foto à direita mostra a imagem deste local como ele é normalmente. Na presença do vórtice (ou da “espiral”) podemos ir alem de seu “ponto zero” e alcançar mentalmente outras realidades. Podemos alcançar na Frequência de nosso Corpo Mental eventos do passado e do futuro em realidades paralelas mais sutis e, às vezes também, mostrá-los na realidade física.

Jesus de Nazaré enquanto esteve na realidade física sempre carregou a sua cruz, que aqui mencionada tem um sentido mais amplo e mais verdadeiro dentro da Geometria Universal, portanto deve ser vista em seu sentido mais vibracional e nem tanto em seu sentido devocional como um instrumento de suplicio físico, onde “o sangue de Jesus de Nazaré foi derramado para resgatar a humanidade”.

A cruz sinaliza com o seu braço na horizontal o homem em seu processo evolutivo cheio de ignorância e de indagações, circunscrito ao mundo dos sentidos na realidade física, constantemente aprendendo em relação ao que julga certo ou errado e, sendo levado pela vida “ora à direita ou ora à esquerda”. E o seu braço na vertical, um fixo temporariamente na terra, mas o outro livre apontando para o alto direciona o homem para o Infinito através de O Cristo, que vibra dentro de si esperando ser mostrado, quando então já “transfigurado” compreende o Sentido Maior da Vida e já o vivencia como Humanidade em seu Compromisso com o Cristo Universal.

O Divino em cada um “vestido” agora com os vários corpos da alma humana “desceu” à realidade física, enfrentando através dos sentidos a “arrogância da matéria” e com ela a ilusão geradora de conflitos e de incertezas.

Todos aqueles que neste Novo Tempo já estão em Compromisso – antes de tudo consigo mesmos buscando o seu Cristo Interior e ainda em Compromisso com a Humanidade e com Universo buscando também o Verdadeiro Sentido Vibracional de Realização, eles já tiveram o seu “momento de Getsêmani” através de estados mentais de insegurança e de confrontos.

Jesus de Nazaré transmutou-se, porque conseguiu “levar como matriz energética” uma pequena percentagem (vibracional) de seu corpo físico, que com ela pôde tanto conservar a memória de sua condição humana, quanto poderá voltar em corpo físico-plasmado (densificado) para cumprir o seu compromisso final com a humanidade.

A Energia Crística na Luz/Cor Vermelha é uma Frequência de Realização no mundo físico e dela Jesus de Nazaré como O Cristo utilizou para fazer “milagres”, que eram mais chamarizes para seu verdadeiro compromisso de O Mestre – o de ensinar e de redirecionar as pessoas, “tocando-as” em suas almas. Entretanto, esta frequência de realização quando ela é empregada mais para o objetivo (literal) de construir na realidade física, as pessoas que com ela interagem com este objetivo, devem já ter o suficiente domínio de si mesmas, para não se deixarem levar de roldão pelo mundo dos sentidos, reforçando excessivamente a presença do “eu” (“ego”)

Hoje em uma linguagem menos devocional e mais vibracional os “milagres” realizados por Jesus de Nazaré devem ser percebidos, como ele utilizando-se de sua Vontade potencialize a pessoa, para que ela harmonizando os vórtices (chacras) de seu corpo bioenergético (colocando-os em uma mesma velocidade e em uma mesma direção), consiga sem mais o empecilho energético-vibracional realizar o seu “milagre” – ou seja, a pessoa já harmonizada e conscientemente posta através de seu pensamento na quinta dimensão, consiga através de sua Vontade (Energia do Espírito Santo) ainda na terceira dimensão, alcançar uma Frequência Mental ainda mais intensa como Desejo Profundo (Fé) na quarta dimensão, que nela plasmando-se o desejado (”o milagre”), este possa depois ser trazido de volta – já realizado (materializado) no plano físico.

As sementes que na Galileia foram semeadas por Jesus de Nazaré dois mil anos atrás, elas estão sendo agora replantadas em solo brasileiro, para que germinem com mais vigor sem mais a presença de ervas daninhas da ostentação e da força aprisionadora dos conceitos de pecado como eficientes carcereiros das emoções humanas. Estas sementes estão sendo hoje adubadas em sintonia com os ideais dos primeiros cristãos, que sabiam verdadeiramente do porque da presença simples, humilde e amorosa de Jesus de Nazaré no mundo.

No interior do Brasil e dentro de uma região delineada por um triangulo no planalto central, um novo tempo já começa se tornar realidade. Ali a semeadura da Galileia está sendo continuada, para que “germine” uma nova civilização, que já começa se mostrar como o presente buscando o futuro – como a Era de Ouro

Ali aqueles que estão em sintonia com esta Nova Era, eles já estão se preparando para serem verdadeiramente livres e para mais rapidamente “levantarem voo”, dominando Leis Universais, manipulando Frequências Multivibracionais e alcançando o Multidimensional. Eles já estão em sintonia com a Era Dourada… Era da Sabedoria pelo Conhecimento… Era do Cristo Universal… Era de se descobrir pelo Mental Concreto e pelo Mental Sutil e de se Universalizar, procurando O Conhecimento em Sintonia à Mente Universal.

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Partimos de Brasília pela parte da manhã (em um grupo de quarenta e sete pessoas), no dia 09 de setembro (2014) e depois de fazermos neste mesmo dia a primeira conexão já na cidade do Rio de Janeiro, seguimos para a cidade de Roma e já nela no dia posterior fizemos a segunda conexão para a cidade de Tel-Aviv, em uma viagem aérea que durou em seu total cerca de dezesseis horas.

Então, já no dia 10 de setembro (às 15h30min), depois de uma viagem em torno de três horas partindo de Roma, as rodas do avião tocaram ao solo de Israel de maneira até suave, em uma aterrissagem apenas perturbada pela trepidação no funcionamento dos flaps, ajudando a frear a aeronave.

Tel-Aviv é a capital de um país ainda jovem (criado através de uma resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, em 29 de novembro de 1947). Como centro financeiro de Israel. Tel-Aviv é vista do alto constituída por poucos prédios maiores e mais por construções menores caracteristicamente claras, por serem revestidas, sobretudo, por blocos de pedra (e não por tijolos recobertos por argamassa e tingidos).

Ainda de dentro do avião muitos metros de altura já se podia ver que estávamos chegando a uma região de característica desértica, com presenças mais de arvores menores (arbustos) e com bom espaço entre elas. Entretanto, à medida que descíamos e aproximávamos do aeroporto já enxergávamos arvores maiores que foram ali plantadas e aclimatadas por este povo, que sempre se mostrou obstinado e guerreiro em sua antiga e atual historia, buscando-se o seu ideal como nação.

Em Tel Aviv vivem cerca de quinhentas mil pessoas, é a segunda cidade mais populosa de Israel (Jerusalém tem mais habitantes), mas se considerar as cidades em torno, Tel Aviv e as demais somam uma população em torno de dois milhões de pessoas. Esta cidade é considerada o centro cultural e econômico do país.

Este povo que proporcionou e que continua proporcionando à humanidade muitos prêmios Nobel pelas suas descobertas tecnológicas e outras descobertas no campo da ciência e da cultura, ele paradoxalmente na historia da humanidade sempre foi perseguido e às vezes até massacrado por outros povos.

Será que este paradoxo tem haver com os seus princípios e ideais religiosos seguidos à risca desde o seu início como povo – desde o tempo de Jacó (Gênesis 29, 30 e 35. 16-22) quando ficou constituído pelas doze tribos do antigo Israel e quando desde aquele tempo procuravam se casar apenas entre si, não se misturando geneticamente, por dizerem “os escolhidos de Deus”, mas no fundo com a intenção de preservar a sua inteligência “reforçada” pela sua genética de origem extraterrestre (Anunnaki/Nefilins)?…

Então, será que não foi este procedimento auto-seletivo (reforçado dentro dos conceitos e preceitos estabelecidos pela Torá, pelo Talmud e pela Halachá) e que sempre fez e faz este povo diferente em relação aos outros povos e culturas?… E, não será a insegurança provocada por esta “diferença” e ao se isolar, que fez e faz de fato de tempos em tempos acontecer imensa agressividade em relação a este povo – e, às vezes também na mesma intensidade ele revidar?…

Talvez a resposta tendo em vista o proceder diferente deste povo – de ser com os seus costumes e de se achar que está de posse da região que julga de direito, ela não esteja nas informações de seus “livros sagrados”. Talvez ela não esteja precisamente naquele local onde este povo hoje está, mas em outro local próximo dali, que pelos registros arqueológicos foi conhecido como Suméria.

Provavelmente a resposta esteja neste outro local, hoje constituído principalmente pelo Iraque e parte da Turquia, Irã, Jordânia e Síria. Talvez ela esteja nestas regiões em sítios arqueológicos, que ainda não foram descobertos, que são de tempos ainda mais anteriores aos tempos bíblicos e que poderão trazer informações históricas mais verdadeiras e menos emocionalmente distorcidas como estão postas confusamente no Velho Testamento por interesses religiosos de épocas, mesmo que no momento elas possam ser tidas como especulações do campo da para-ciência.

Talvez as respostas venham de sítios arqueológicos provindos de materiais depositados pela ocupação humana nestas regiões, há milhares e milhares de anos atrás em tempos muitíssimo mais antigos, muito anteriores “ao dilúvio universal” em vários tel de profundidade.

Um tel clássico é semelhante a um cone baixo truncado com um topo plano e as laterais inclinadas. Apenas visíveis (catalogados) existem cerca de 50 000tells no Oriente Médio – uma prova da longa liquidez da área… Então, que mais escavações em áreas maiores se façam em busca destas respostas…

Visão área de Tel- Aviv instantes antes da aterrissagem

Na época de Jesus de Nazaré a maior parte da região em que ele transitou era habitada por judeus. Eles viviam concentrados ao redor de Jerusalém, em uma região chamada Judéia e também na Galileia. Mas, estas duas regiões estavam separadas entre si pelo território habitado pelos samaritanos, um povo que havia separado do judaísmo 700 anos antes. E, já na região da Costa, junto ao Mediterrâneo, incluindo a cidade de Cesareia Marítima, habitavam pagãos (“não batizados”) de cultura greco-romana.

O território da Judéia governado diretamente pelos romanos a partir da Cesareia Marítima tinha seu centro religioso em Jerusalém, cidade que havia sido conquistada pelo rei Davi mil anos antes do nascimento de Jesus de Nazaré e desde então fora o centro da vida de Israel. Os judeus apesar de tanto politicamente quanto militarmente submetidos a Roma, eles gozavam de autonomia religiosa, sendo administrados pela classe sacerdotal e pela elite de Jerusalém. A liderança religiosa máxima era do Sumo-sacerdote e do Sinédrio, que comparativamente poderia ser chamado de “Suprema Corte”, promulgando as leis religiosas para a comunidade.

Os judeus da região da Galileia (em torno do Lago da Galileia) onde Jesus mais viveu e ensinou propagando novas informações e novos conhecimentos para uma nova maneira de pensar e agir, as pessoas que o escutavam, eram pobres e consideradas de segunda categoria. Eram consideradas pessoas provincianas – da periferia, pelos os judeus de Jerusalém. Inclusive, falavam com um sotaque próprio que as diferenciavam, como a própria bíblia registra na negação de Pedro: “Verdadeiramente você também é um deles, pois a tua fala te denuncia” (MT 26:73).

Na Galileia os judeus viviam como minoria em meio à população tida por eles como pagã e hostil, o que os fazia serem cautelosos, mas também serem valentes e sempre preparados no sentido de se defenderem.

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Mapa posicionando Galileia, Samaria e Judeia

Um judeu que quisesse viajar entre as regiões da Judeia e da Galileia, ele tinha que tomar cuidado com o território que teria atravessar – o território dos samaritanos que as separava. Ele preferia atravessar o deserto ao lado seguindo o rio Jordão. Era um caminho mais longo e mais difícil, mas era também mais seguro. Os samaritanos apesar de serem originários do judaísmo, portanto também judeus, desenvolveram uma religião diferente, negando os profetas e não reconhecendo especialmente Jerusalém como os demais judeus a consideravam.

Entretanto, em relação aos samaritanos, Jesus de Nazaré corajosamente se aproximou deles e ainda ensinou através de sua “parábola do bom samaritano”, quem quisesse ouvi-lo em sua concepção de Reino de Deus, poderia ser tanto judeu tradicional quanto samaritano, porque todos estavam convidados dele participar.

Galileia em relação à vida de Jesus Cristo é sem dúvida a local de maior destaque. Galileia vem do termo hebraico “Galil”, que foi empregado desde o Antigo Testamento e que significa círculo ou distrito. O historiador Flávio Josefo desde o primeiro século já descrevia a Galileia em seus escritos. Seus textos nos oferecem uma boa oportunidade de conhecer melhor os aspectos físicos e limites territoriais da Galileia. Ele afirmou que na Galileia de Jesus de Nazaré, os galileus eram muito laboriosos, ousados, corajosos, impulsivos e fáceis de irarem-se. E também ardentes patriotas os galileus suportavam, a contragosto, o jugo romano.


De acordo com Paul L. Maier, o Professor Russell H. Seibert Professor de História Antiga, da Western Michigan University, Flávio Josefo (37 dC -. d.C 100) foi um historiador judeu nascido em Jerusalém quatro anos após a crucificação de Jesus de Nazaré. Devido “esta proximidade” com o acontecido com Jesus de Nazaré – com o lugar e com o curto espaço de tempo, seus escritos têm uma qualidade de testemunha “ocular” de um não cristão mais imparcial. Em seus escritos constam também o início da grande guerra com Roma em 66 d.C., a destruição de Jerusalém e a queda de Massada em d.C 73.

Flávio Josefo é a fonte primária mais abrangente sobre a história judaica, que sobreviveu desde a antiguidade. Ele foi capaz de gerar preciosos detalhes em seus registros, sendo considerado pelos estudiosos como um recurso crucial não bíblico, já que seus escritos não só mantém uma boa correlação entre o Antigo e o Novo Testamento, mas muitas vezes também fornecem evidências adicionais sobre personalidades, como Herodes o grande e sua dinastia, João Batista, Tiago o meio-irmão de Jesus, os sumos sacerdotes Anás e Caifás e seu clã, Pôncio Pilatos, entre outros.

Ele dentro da historia é considerado como um revolucionário judeu que se rendeu à supremacia romana trocando o suicídio forçado pela sua lealdade a Roma e, por causa dela Vespasiano não apenas o recebeu como cidadão romano, mas o patrocinou como historiador. Em sua escrita (Antiguidades 18:63) no meio de informações sobre Pôncio Pilatos (d.C 26-36), ele oferece a maior referência secular sobre Jesus de Nazaré, a mais seria e maior fonte dentro do primeiro século. Por exemplo, quando relatando eventos (Antiguidades 20:200) da administração do governador romano Albino (d.C 62-64), ele volta mencionar Jesus de Nazaré em conexão com a morte de seu meio-irmão Tiago – o Justo, que foi apedrejado.

Estas passagens relacionadas a Jesus Nazaré, juntamente com outras referências não-bíblicas e não-cristãs, elas são fontes mais confiáveis do primeiro século e, entre elas, estão também as mencionadas por Tácito (Anais 15:44), Suetônio (Cláudio 25) e Plínio, o Jovem (carta para Trajano ). Elas são provas conclusivas e qualquer negação da historicidade de Jesus de Nazaré é divagar sensacionalismo para desinformados e/ou desonestidade.

Jesus de Nazaré é retratado por Flávio Josefo como um “homem sábio” (sophos aner), uma expressão não utilizada por cristãos, mas empregada por ele para personalidades como Davi e Salomão na bíblia hebraica.

Além disso, sua afirmação de que Jesus de Nazaré conquistou “muitos gregos”, dificilmente seria uma interpolação cristã, mas sim algo que Flavio Josefo teria notado em seus dias. Finalmente, o fato de que a segunda referência a Jesus de Nazaré (Antiguidades 20:200), chamando-o de Christos ou Messias sem mais explicações, sugere que a identificação dele neste sentido mais completa, já havia ocorrido anteriormente. Para Flávio Josefo definir Jesus mais para frente como aquele “que foi chamado de Christos” era credível e mesmo necessário, tendo em conta outros “vinte “Jesus” que ele cita em suas obras.

Flávio Josefo escreveu que Jesus ensinava os que tinham prazer em ser instruídos na verdade e foi seguido não somente por muitos judeus, mas mesmo por muitos gentios (estrangeiros não batizados). Ainda mencionou: “Os mais ilustres da nossa nação acusaram-no perante Pilatos e ele fê-lo crucificar. Os que o haviam amado durante a vida não o abandonaram depois da morte. Ele lhes apareceu ressuscitado e vivo no terceiro dia, como os profetas o tinham predito e que ele faria muitos outros milagres. É dele que os cristãos, que vemos ainda hoje, tiraram seu nome” – (Josefo, Flávio, História dos Judeus – CPAD, 2000, pp.418).

Busto tido como de Flávio Josefo

Embora este historiador chame Jesus de Nazaré de Cristo, quando o menciona no episódio do apedrejamento de Tiago – o seu meio irmão, mas não o considerasse como tal por não ter envolvimento devocional cristão, é possível que a citação seja de fato verdadeira. Porém, deve-se reconhecer, que algumas das declarações de Flávio Josefo neste texto parecem por demais cristãs para serem de um fariseu como ele, e assim entende-se, que não é à toa, elas sejam consideradas por alguns estudiosos como uma interpolação cristã tardia.

Entretanto, o que fica com o testemunho de Flávio Josefo em relação a Jesus de Nazaré, que o mostra historicamente com características como O Cristo e que se soma também àquelas contadas pelos evangelistas, é que:

(1) Jesus de Nazaré foi um homem considerado sábio;

(2) teve bom comportamento e virtudes;

(3) tinha um irmão chamado Tiago

(4) teve muitos seguidores de diferentes nacionalidades;

(5) foi levado ao suplício por Pilatos;

(6) por crucificação;

(7) nem por isso seus discípulos o abandonaram;

(8) eles relataram a sua ressurreição (transmutação);

(9) o acontecido com ele possui uma possível relação com o Messias anunciado pelas escrituras hebraicas.

À esquerda o mapa da Palestina e à direita outro mapa com mais detalhes para mostrar que na época de Jesus de Nazaré, a região da Judeia era governada pelo Pôncio Pilatos (romano), que ali procedia como um prefeito atendendo os interesses de Roma e governada também pelo dois filhos de Herodes, o Grande (idumeu), que teria ordenado em ato de loucura a execução de todos os meninos menos de dois anos, da vila de Belém (Mateus 2:16-18). Os dois filhos de Herodes que ali e que naquela época governaram em seus respectivos reinos, eles eram Felipe (de Cesárea) e Herodes Antipas que atuou na ocasião da crucificação de Jesus de Nazaré.

Dando continuidade esta nossa viagem voltada ao passado, que procuramos percebê-lo “vindo” das ruínas arqueológicas, nós chegamos dia 11 de setembro em Tibérias, que é a maior cidade ao redor do Lago da Galileia, região que nela Jesus de Nazaré pregou por três anos e que em relação a esta cidade não existe nenhum registro de um grande ato ou “milagre” que ele tenha feito, apesar de Tibérias naquele tempo já fosse o principal centro de abastecimento daquela região. A resposta sobre a ausência de sua pregação e de sua ação paranormal nesta cidade, talvez estivesse na condição de ser ela rica e não um simples vilarejo, que neste os lares eram pobres com apenas uma mesma cama compartilhada por varias pessoas e as necessidades fisiológicas eram feitas no mato – local de pessoas simples e pobres de preferência de Jesus de Nazaré, por terem o coração aberto e ainda não corrompido para a propagação do Novo.

Em Tibérias moderna permanecemos durante dois dias, visitando nos arredores Cesareia, Banias na alta Galileia aos pés do monte Hermon, a antiga cidade de Cafarnaum, o Monte das Bem-Aventuranças (Sermão das Montanhas), Tabga onde aconteceu a multiplicação dos pães e dos peixes e fizemos uma viagem de barco que durou cerca de uma hora no “Mar da Galileia”, que na verdade é um lago de água doce e que nele deságua o Rio Jordão vindo do Monte Hérmon e de Cesareia de Filipe. Todos os traslados deste grupo dentro dos territórios de Israel e da Palestina (e também em Roma e Paris) foram feitos em confortáveis ônibus.

Nestes dois dias visitamos ainda Yardenit, local onde pessoas cristãs do mundo todo “fazem batismo” pela imersão na água do Rio Jordão, o Monte do Precipício, a Basílica da Anunciação, o Monte Carmel, o Mar Morto onde nele nadamos, a Basílica da Anunciação, o Monte da Tentação e a cidade de Jericó, a mais antiga do mundo.

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A primeira visão do Lago da Galileia (também chamado por muitos de “Mar da Galileia”) ainda pela janela do Hotel, em Tibérias.

Cesareia – Partindo da atual e moderna cidade de Tibérias, chegamos na costa do mar mediterrâneo e às ruínas de Cesareia Marítima, que nelas chamam atenção o hipódromo para a corrida de cavalos e o anfiteatro onde gladiadores lutavam entre si e com feras até a morte. Também casas de banho estavam ali presentes. Pilatos que nesta cidade viveu, ele até 1961 era apenas um personagem conhecido pelos leitores da bíblia. Foi a partir desta data que ele através de uma placa de pedra encontrada em Cesareia em três linhas danificadas (uma em cima da outra), que ele começou de fato a existir historicamente. Esta placa dizia: “Este templo foi construído em honra a Tibério (imperador de Roma), por Pôncio Pilatos, governador da Judeia”. Esta prática com o objetivo de agradar aqueles com mais poderes político-militares era uma pratica daquele tempo, inclusive, Cesareia foi construída por Herodes, o grande, com este objetivo, de agradar o imperador romano César Augusto.


Imagens que mostram aos visitantes importantes registros arqueológicos de Cesareia.

Cesareia de Filipe – As ruínas arqueológicas desta cidade estão localizadas no sopé e no sudoeste do Monte Hermon na atual região arqueológica de Banias. Por volta do ano 20 a.C. o rei Herodes, o grande, construiu aos pés do Monte Hermon um templo branco de mármore e dedicou-o a César Augusto. Quando Herodes morreu a cidade ficou nas mãos de seu filho, Herodes Filipe que a ampliou, embelezou-a e a chamou de Cesareia de Filipe, para alcançar graça diante o imperador Tibério César e, para distingui-la da outra Cesareia mencionada anteriormente, que era a capital romana na Judeia e porto marítimo muito mais conhecido e que ficava na costa. A cidade de Cesareia de Filipe estava localizada junto as Fontes de Banias, uma das nascentes do Rio Jordão. A Fonte de Banias era também conhecida pelo nome de Panias ou Fanium… De Pan, o deus grego dos pastores… Ou, de Fauno o mesmo deus dos romanos… A água hoje não mais brota da caverna como antes, mas por debaixo de uma imensa rocha.


Fotografias das ruínas arqueológicas de Cesareia de Felipe, da água que nascia antes de dentro da caverna – Fonte de Fanium ou Panias, mas hoje a água brota por debaixo desta imensa rocha.

Cafarnaum – Uma cidade ás margens do Lago da Galileia e este nome em hebreu quer dizer “vilarejo de Naum”, provavelmente neste local e naquela época esta pessoa seria a dona destas terras. Ali foi onde Jesus de Nazaré estabeleceu o centro de suas atividades. E o fato dela possuir uma alfândega (Mateus 9:9) e uma guarnição romana, sugere que se tratava de uma cidade fronteiriça entre os reinos dos dois irmãos – de Filipe de Cesareia e de Herodes Antipas. Escavações acontecidas desde 1968 descobriram neste sitio arqueológico casas que remontam ao século I a.C., assim como outras estruturas. Nestas escavações os arqueólogos depararam com uma surpresa, quando viram que uma das residências da aldeia havia sido construída dentro de uma estrutura octogonal.

No padrão arquitetônico do império romano após a conversão ao cristianismo, construções octogonais eram feitas para marcar algo importante em relação a elas. O oito (na horizontal) transmite o sentido simbólico do eterno (sem inicio e sem fim) – de alfa e ômega. Nesta escavação foram também encontrados desenhos típicos do cristianismo nascente feitos nas paredes, como desenhos de peixes. Assim, não resta dúvida que ali foi casa de Pedro e onde nela Jesus de Nazaré ficava, porque possuindo poucos recursos pessoais, não tinha sua própria residência nesta aldeia.

Vendo as casas de Cafarnaum através de suas ruínas arqueológicas, compreende-se que o conceito de residência na época de Jesus Nazaré era muito diferente da atualidade. Cada pequena casa era habitada por mais de um núcleo familiar. As pessoas utilizavam suas residências apenas para dormir, passando maior parte do tempo no campo. Pelo tamanho das residências de Cafarnaum, ali era um lugar de gente humilde (como também toda primeira geração de cristãos). As pessoas escolhidas por Jesus de Nazaré eram da periferia dos centros maiores da época, eram pessoas simples e rudes, mas de atitudes transparentes, que as tornavam mais receptivas à informações que passava – e, a uma nova frequência mental.


As duas primeiras fotos mostram a estátua de Pedro e a construção moderna dos franciscanos (capela), que cobre e protege o que restou da casa Pedro, que tem à sua frente outras ruínas arqueológicas, que também mostram como  eram as casas em Cafarnaum nos tempos bíblicos. As fotos do meio mostram ainda outras ruínas desta cidade e utensílios que ali eram utilizados. As duas fotos finais focalizam o interior da casa de Pedro, que foi ali especialmente informado e direcionado por Jesus de Nazaré e pudesse posteriormente assumir a sua responsabilidade de liderança em um novo tempo que já estava sendo construído – uma “nova roupagem” para o Velho Testamento através do que seria depois chamado de Novo Testamento. As vibrações que neste sentido irradiam de dentro daquelas paredes de pedras, elas são até hoje vigorosamente percebidas como informações pessoais que Pedro as recebia – e, que as escutava com interesse e com preocupação ao mesmo tempo, algumas vezes as assimilava e muitas vezes não as entendia, mas já estavam guardadas em seu subconsciente.

Monte das Bem-Aventuranças – Local de onde Jesus de Nazaré disse: “Bem-aventurados são os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados são os que choram, porque eles serão consolados. Bem-aventurados são os mansos, porque eles herdarão a terra. Bem-aventurados são os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos. Bem-aventurados são os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Bem-aventurados são os puros de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados são os que perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados sois, quando os homens vos injuriarem e perseguirem e disser todo o mal contra vós, por minha causa “(Mateus 5:3 – 11 KJV).

A localização real onde aconteceu o Sermão do Monte (também conhecido como Monte Eremos), ela não é certa, mas este monte vem sendo procurado neste sentido mais de 1600 anos. Nele a disposição do terreno (com uma capela construída mais recentemente por religiosos católicos franciscanos) forma um anfiteatro natural inclinando-se até ao Lago da Galileia (Mar de Genesaré), portanto é em um local mais embaixo, que provavelmente Jesus de Nazaré fez o seu sermão, mas isto não diminui a importância e a beleza da capela de oito lados em seu cume, com o sentido simbólico associado ao oito (ômega e alfa) de marcar um momento no passado de Jesus de Nazaré, mas que continua sempre presente como O Messias e eterno como O Cristo.

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Registros fotográficos no Monte das Bem-Aventuranças em um momento muito especial.
Um dos vários locais onde Jesus de Nazaré cerca de dois mil anos atrás esteve passando informações e com elas ensinamentos muitas vezes na forma de parábolas ou de mensagens necessárias a uma nova programação mental, para que na realidade física as pessoas pudessem viver com mais equilíbrio a condição de ter, sem interferir no sentido mais verdadeiro de se ser na vida. Ali daquele monte, hoje das Bem-Aventuranças, ainda se pode escutar como um eco vivo vindo do passado a sua voz firme e sem vacilo, envolta pelos sentimentos da compreensão, da compaixão e do Amor Universal.

Igreja do Primado de Pedro – Ela é uma construção que está localizada em Tabga, à margem noroeste do Mar da Galileia. Ela foi construída em 1933 a mando dos religiosos franciscanos, para lembrar o estabelecimento da liderança de Pedro em relação aos demais do movimento cristão que então se iniciava, A atual construção incorpora parte de uma igreja mais antiga do século IV que apresenta uma rocha de calcário projetando-se do chão da nave da igreja, detrás da qual o altar do templo atual foi construído. Esta pedra é venerada como um “Mensa Christ” – expressão latina que significa “Mesa de Cristo”, porque de acordo com a tradição cristã foi ali que Jesus de Nazaré preparou depois de sua Transmutação (Ressurreição) um desjejum de pão e peixe para os seus seguidores mais próximos.

Em Tabga é também o local que se diz pelo enfoque devocional-religioso, que Jesus de Nazaré em sua vida publica realizou o “milagre” das multiplicações dos pães e dos peixes.

Entretanto, pela percepção vibracional e com enfoque mais atual, é mais compreensível se dizer, que ali Jesus de Nazaré pela sua condição mental e pelo seu padrão evolutivo de O Cristo com o domínio sobre a matéria, ele gerou Frequência própria e necessária à manipulação da Energia Crística, tendo pleno domínio do Circuito Energético-Vibracional, que é também conhecido como “A Santíssima Trindade” ou, “Pai/Filho/Espírito Santo” e ainda, relacionado respectivamente com:

a) Pensamento/Desejo/Vontade;

b) Consciência/Plasma/Kundalini;

c) Quinta Dimensão/Quarta Dimensão/Terceira Dimensão.

Jesus de Nazaré como homem o seu corpo físico tinha as mesmas necessidades de qualquer outro corpo sadio humano. Como O Messias possuía padrão mental e evolutivo que já o diferenciava das demais pessoas pela sua facilidade de entendimento e clareza de percepção, empregando-os para ensinar quase sempre na forma de parábolas, com observações do cotidiano humano mescladas com outras informações relacionadas às realidades paralelas. Como O Cristo mostrou realmente como o ser humano pode se livrar de sua prisão na matéria, porque ao realizar os seus “milagres” tinha antes que dominá-la, se valendo de Leis Universais além da realidade física e manipulando Frequências Multivibracionais ao se utilizar da Energia Crística (Frequência de Luz/Cor Vermelha de Realização na terceira dimensão). Como O Consolador ele se doou à humanidade com a sua Transmutação (Ressurreição), ensinando as pessoas como também se transmutarem e alcançarem definitivamente sua liberdade, voltando-se aos planos de mais Vibração e Luz – ao Multidimensional.

Registros fotográficos do interior da igreja tendo na frente do altar a “Mensa Christ” – a pedra que sobre ela é tradicionalmente aceito que Jesus de Nazaré preparou depois de sua transmutação (ressurreição) um desjejum de pão e peixe para os seus seguidores mais próximos

Lago da Galileia – Também chamado de “Mar da Galileia, “Mar de Tiberíades” e Lago de Genesaré é um extenso lago monomíctico de água doce, fazendo fronteira entre Israel, Cisjordânia e Jordânia, com comprimento máximo em torno de 19 km e largura em torno de 13 km. O seu afluente principal é o rio Jordão, que vem do monte Hérmon e de Cesareia de Filipe, seguindo depois para o mar Morto. O “Mar da Galileia” fica a 213 metros abaixo do nível do Mar Mediterrâneo. Em sua margem ficavam Cafarnaum, Betsaida e Genesaré, entre outras. Hoje Tibérias é a localidade principal em sua margem. E no nordeste deste lago ficam as colinas de Golã.

Momentos fotográficos que registram o nosso deslocamento de barco por cerca de uma hora sobre as águas do Lago de Galileia. Foram instantes que em um deles emocionamos, quando em sintonia e interação com as suaves ondulações que água propagava em sua superfície, sentimos como se fossemos levados por elas, fossemos levados para momentos no passado, mas que também percebíamos que eles sempre estiveram vivos – eles sempre estiveram presentes em nosso ser.

Rio Jordão – Yardenit é o único local neste rio, que para ele os atuais cristãos vão para serem “batizados”. Neste local as águas do Rio Jordão deslizam placidamente, entre magníficos eucaliptos e a flora natural do rio. É um local ideal para parar e pensar. Um local em que a pessoa se integra mais à natureza e se sente mais facilitada à um estado mental mais sutil, proporcionando-lhe mais serenidade e um estado de maior tranquilidade.

Registros fotográficos deste lindo local no Rio Jordão onde religiosos realizam seus rituais, como fez um grupo de cristãos presbiterianos. Estava fazendo na ocasião intenso calor, mas como não estávamos com roupa de banho, não foi possível mergulharmos e refrescarmos nestas águas. Ficamos apenas na vontade…

O Monte do Precipício está junto à cidade de Nazaré, onde Jesus cresceu. O seu verdadeiro nome é Kedumim, mas ele é mais conhecido como Monte do Precipício. Depois de fazer diversos milagres na cidade de Cafarnaum, Jesus subiu os montes da Galileia e chegou à pequena Nazaré, onde passara a maior parte de sua vida. A multidão correu à sinagoga para ouvi-lo. Porém, quando ele disse que era o Messias, seus conterrâneos revoltaram-se e “expulsaram-no da cidade e o levaram até o cimo do monte sobre o qual ela estava edificada, para de lá o precipitarem abaixo.

Em Lucas 4:24:28:29:31:32 é mencionado: “Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua pátria…E todos, na sinagoga, ouvindo estas coisas, se encheram de ira…E, levantando-se, o expulsaram da cidade, e o levaram até ao cume do monte em que a cidade deles estava edificada, para dali o precipitarem. Ele, porém, passando pelo meio deles, retirou-se… E desceu a Cafarnaum, cidade da Galileia, e os ensinava nos sábados… E admiravam a sua doutrina porque a sua palavra era com autoridade”.

Jesus de Nazaré estava em compromisso cósmico-divino especial, portanto o que já estava programado para ele através das Linhas do Tempo, portanto já configurado como o seu futuro pela Matemática e Geometria Universais, deveria acontecer tanto no local quanto no tempo certo (“cumprindo as profecias”). Assim, nada poderia interferir para que ele não realizasse este seu compromisso com a Humanidade (e não acontecesse seu suplicio), a não ser que neste sentido ele se movesse pela própria vontade e atitude, que às vezes em relação a elas humanamente as expressava como tentações…

Também em outra passagem bíblica “da mulher adultera” (João 8:7) ele correu este risco. Ele poderia ter sido preso ou até ter sido também apedrejado junto com a mulher que defendia, quando os mestres da lei e os fariseus trouxeram-lhe uma mulher surpreendida em adultério e fazendo-a ficar em pé diante de todos, disseram a Jesus:

…”Mestre, esta mulher foi surpreendida em ato de adultério… Na Lei, Moisés nos ordena apedrejar tais mulheres. E o senhor, que diz?… Eles estavam usando essa pergunta como armadilha, a fim de terem uma base para acusá-lo. Mas Jesus inclinou-se e começou a escrever no chão com o dedo… Visto que continuavam a interrogá-lo, ele se levantou e lhes disse: “Se algum de vocês estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar pedra nela… Inclinou-se novamente e continuou escrevendo no chão… Os que o ouviram foram saindo, um de cada vez, começando com os mais velhos… Jesus ficou só, com a mulher em pé diante dele.

Porque todos aqueles ali reunidos foram saindo um de cada vez sem esboçarem nenhuma reação, já que aquele povo (até hoje) o que julgam ser crime de origem sexual e ainda mais “de honra” é rejeitado intensamente, proporcionando atitude aceitável de total violência e de vingança? Será que “esta neutralização”, foi porque ele sabendo manipular as Leis Universais, tendo até conhecimento de seu futuro através das Linhas do Tempo, a geometria que quase o tempo todo este fato transcorria, ele calmamente a desenhava (escrevia) no chão, como que mentalmente através dela isolasse a vitima de seus algozes e estes dele mesmo?…


Registros fotográficos do Monte do Precipício, vendo a planície distante bem abaixo do cume do monte. E na ultima foto vê-se também dali e ainda mais distante o Monte Tabor em sua forma triangular, que pelos registros bíblicos foi o local da transfiguração de Jesus de Nazaré.

Basílica da Anunciação – A Basílica da Anunciação está localizada em Nazaré. Ela foi construída em 1969 sobre os restos de um sitio arqueológico (dos cruzados e dos bizantinos) e, ela está no local onde pela tradição católica ocorreu a Anunciação. Mas, a tradição grego-ortodoxa defende que o evento teria ocorrido quando Maria estava retirando água de um regato próximo.

Em Lucas, cap.1: 26:28:29:30:31:32:33:35 – No sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado, da parte de Deus, para uma cidade da Galileia, chamada Nazaré… E, entrando o anjo onde ela (Maria) estava, disse: “Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo… Ela, porém, ao ouvir esta palavra, perturbou-se muito e pôs-se a pensar no que significaria esta saudação… Mas o anjo lhe disse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus… Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus… Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim… Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus”.

Mesmo que não esteja totalmente correta a narração bíblica anterior, “carregada” de informações tardias pela devoção religiosa, é fato que foi abundante naqueles tempos a interação de vários personagens bíblicos com Consciências de Alta Vibração/Luz, que “vindas” de realidades paralelas e de vibrações mais sutis, deixavam ser percebidas ao nível dos corpos mentais (“3ª visão”) destes personagens, projetando-se holograficamente como silhuetas, ou quando se mostravam através de vórtices eletromagnéticos (“portais”) em ocasiões especiais, plasmando formas no plano físico e com elas deixando se identificar de acordo com as Frequências já aceitas que emitiam como anjos, arcanjos, entre outras. Esta interação com estas Consciências de Alta Vibração/Luz deve ser hoje reconquistada por aqueles que já estão em compromisso com o Cristo Universal, mas em outro nível de entendimento e de percepção menos confusas, menos distorcidas e menos emocionais – mas, de maneira conscientemente mais interativa e mais precisa pela noção de realidades paralelas.


Registros fotográficos da Basílica da Anunciação em Nazaré e debaixo dela o local onde se supõe que morou Maria mãe de Jesus de Nazaré e a gruta que para alguns religiosos se deu a Anunciação.

Monte Carmel – Em cima deste Monte encontra-se a estátua do profeta Elias, que viveu em um tempo em que as pessoas ainda interagiam com a natureza e especialmente com o carvalho, por acreditarem existir nesta arvore “algum tipo de espírito” (seres da natureza). Em Gen 18:1 está escrito:Abrão recebeu a visita de Deus e dois anjos enquanto estava nos “carvalhais de Mamre” Entretanto, no tempo de Jesus de Nazaré, o costume de interagir com os seres da natureza já havia desaparecido desta região, tido como um culto idolátrico pelos profetas e, entre eles, pelo profeta Oseias.

Para o druidismo, como também para outras culturas mais antigas, a vida era um círculo ou uma espiral, quando se buscava o equilíbrio que ligava a vida pessoal à fonte “espiritual” presente na Natureza. Os antigos celtas sabiam (pelo Segundo Principio Universal – o de Correspondência), que a Terra tem o comportando de um autêntico ser vivo, que nela a energia flui tal como nos meridianos de acupuntura em uma pessoa, assim eles sabiam como utilizar dos meios de controlar essa energia em beneficio da vida, das colheitas e da saúde. E a grande conquista dos celtas foi aprender como manipular e conduzir esta energia através da mente. E, em relação às arvores (que tinham uma interação mental preferencial com o carvalho), eles as tinham como uma representação do Universo, com as suas raízes inseridas (“habitando”) no solo trazendo o conhecimento profundo da terra. E o tronco unindo as raízes ao céu, trazia este conhecimento à luz (à consciência).

Para os celtas os habitantes do mundo invisível aos olhos físico-humanos viviam num mundo e universo próprios – em realidades paralelas, com suas leis, objetivos e modo de vida totalmente particular. Eram os “espíritos” em ligação direta com os elementos da Natureza. Estes “espíritos” elementais eram para eles os dinamizadores das energias das formas e integravam-se aos elementais da Natureza. Esta definição deriva-se do princípio de que os quatro elementos da natureza, descritos na antiguidade: terra, água, ar e fogo, possuíam em verdade duas naturezas, a “física” ou a natureza passível de avaliação pelos sentidos e a outra, a “espiritual” relativa à essência dos elementos.

Na história bíblica o Monte Carmel é citado como sendo o local onde Elias confrontou os seguidores do deus dos cananeus Baal, que corresponde ao deus Bel dos babilônios. O deus Baal era ainda chamado de Baal Semain, ou seja, Senhor do céu, que no tempo de Josué (como o deus Sol) foi responsável pela germinação, pelo crescimento da lavoura, pelo aumento dos rebanhos e da fecundidade das famílias. É interessante notar a semelhança de atribuições entre o deus bíblico Baal e o deus sumério Anunnaki Enki em um tempo muito mais antigo associado à civilização suméria, muitíssimo mais antigo daquele que é narrado pelo Velho Testamento e que é mostrado como registros arqueológicos em placas cuneiformes sumérias.

Até o historiador Flávio Josefo em seus relatos faz uma distinção no inicio desta atual civilização (após o “dilúvio universal”), entre aqueles chamados de gigantes (Anunnaki de origem não terrena) e também chamados “Filhos de Deus” e aqueles outros que foram fruto das relações destes com as “filhas dos homens”, quando afirma em sua obra: “… e os grandes da terra, que se haviam casado com as filhas dos descendentes de Caim, produziram uma raça indolente que, pela confiança que depositavam na própria força, se vangloriava de calcar aos pés à justiça e imitava os gigantes de que falam os gregos…” (Antiguidades Judaicas). Estas informações aparecem também em Gênesis 6, traduzidas como gigantes na maioria das versões bíblicas.


Registros fotográficos da estatua do profeta Elias, de um carvalho e da cidade Haifa

Tel Megido – Mais diante, ainda no mesmo dia destas nossas visitas arqueológicas cruzamos de ônibus o vale de terras férteis de Jezrael e visualizamos nesta nossa passagem as ruínas arqueológicas da cidade bíblica de Tel Megido, que sempre foi disputada desde a pré-história. Ela vista de longe parece um monte, mas na verdade é o efeito tel, na forma de vinte camadas de construções uma sobrepondo a outra, de civilizações que ali foram sendo destruídas e outras sendo reconstruídas por cima – umas por cimas das outras, em épocas diferentes. Em AP 16:16 está escrito que a batalha (final) acontecerá ali – “no lugar que em hebraico se chama Armagedon”. Em hebraico “ar” na palavra Armagedon significa monte e “magedon” significa megido. Então Armagedon significa “Monte Megido – ou melhor, Tel Megido…

Um local que se nele não acontecer a apocalíptica batalha final tão mencionada, já teve suficientemente confrontos… Pelo menos até o momento vinte batalhas como arqueologicamente registra o efeito tel do local, em uma região que aqueles povos sempre disputaram terras férteis e também sempre agiram movidos por uma fé religiosa literalmente cega, emocional e não pela fé verdadeiramente consciente de um estado mental que só com ele, se alcança o “mundo dos milagres” através de um desejo profundo (fé verdadeira) para manipular Frequências Mulrivibracionais – condição mental atingida por Jesus de Nazaré.

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Mapa localizando Megido e registros fotográficos deste local – do Monte e do vale de terras férteis em volta.

No dia 14 de setembro (2014), ainda na Galileia, fomos conhecer as ruínas de uma aldeia talmúdica da época de Jesus de Nazaré (onde se vivia de acordo com uma coleção antiga de leis, costumes e tradições judias), Mar Morto, Cidade de Jericó (a mais antiga do mundo) e Monte da Tentação. E mais tarde desde mesmo dia partimos em confortável ônibus, para chegamos finalmente à cidade de Jerusalém.

Aldeia talmúdica – Visita a este sitio arqueológico teve o intuito de transportarmos ao passado – de percebermos a maneira de ser do povo humilde que vivia em volta de Jesus de Nazaré. Mostrar como as pessoas daqueles lugares e daquele tempo viviam com simplicidade – e, de maneira familiar compartilhada em suas pequenas casas. Estas pessoas constituíram maioria na vida de Jesus de Nazaré. Conhecer os seus hábitos, os locais que viveram e que em muitos deles Jesus de Nazaré passou ou também viveu, é se enriquecer de informações e aproximar mais verdadeiramente daquele que foi chamado de O Messias – e também, conhecer com mais realidade a sua condição humana, sem tanta imaginação.

Registro fotográfico de uma trilha que dá a noção por onde transitavam naqueles lugarejos e naquele tempo as pessoas, de ruínas das ruas estreitas entre as pequenas construções de pedra sem ventilação de suas moradias e de alguns de seus utensílios. Também uma ilustração mostrando como era feita a extração do azeite de oliva por esmagamento e a ultima imagem fotográfica é de tâmaras – “o mel” daquele povo.

O utensílio doméstico mais comum na época de Jesus era o vaso de cerâmica com muitas utilidades, como o de servir comida, cozinhar, transportar alimentos e armazená-los. Portanto, são restos deste utensílio domésticos os mais encontrados nas escavações arqueológicas e estes cacos de cerâmica tinham também outra utilidade para as pessoas daquela época – neles eram escritos cartas ou recados, o que permitiu muitas informações chegassem de maneira inteligível até os dias de hoje.

A lamparina, outro utensílio de cerâmica daquele tempo, foi muito importante nas residências no tempo de Jesus de Nazaré. Ela tinha um orifício no centro onde era colocado azeite de oliva e outro orifício menor na ponta onde acendia a luz. A lamparina através de sua luz, foi simbolicamente mencionada em parábola por Jesus de Nazaré: “ Vois sois a luz do mundo… Quando se acende uma lamparina, não é para pô-la debaixo de uma vasilha, mas sim no lugar apropriado e ela brilha para todos os que estão na casa” (Mateus 5:14 e 15).

Também a talha de pedra era outro utensílio doméstico daquele tempo e ela diferenciava uma residência judia de outros povos. Para os judeus da época de Jesus de Nazaré se uma pessoa em estado de impureza, que se alimentasse do que é impuro (Levítico – Cap. 11) e utilizasse um utensílio de cerâmica, a argila deste utensílio absorvia a impureza que ela ingerisse e tinha que ser jogada fora, porque não adiantava lavá-lo. O mesmo não acontecia com os utensílios de pedra, portanto apesar estes serem mais pesados, eles eram mais utilizados pelas pessoas mais religiosas,

Mas, no judaísmo o conceito de pureza e impureza tinha um conceito ainda mais amplo. Ele estava mais associado a um estado espiritual, no qual a pessoa se encontrava. A impureza estava ainda relacionada com uma perda de vitalidade, da mesma forma que, ao apagar uma luz, automaticamente surgia a escuridão; assim também, quando a alma deixava o corpo, automaticamente este era dominado pela impureza – ou seja, a verdadeira fonte da pureza no ser humano era sua alma e a impureza o seu cadáver.

Os três principais segmentos religiosos no tempo de Jesus de Nazaré

1 – Bastante religiosos eram os essênios. Segundo o historiador Flávio Josefo, eles viviam celibatários (apenas homens) em um sistema de comunidade à beira do Mar Morto e nela repartiam seus bens entre si. Detestando a riqueza nenhum poderia ter mais posse que o outro. As posses de cada um iam para o fundo comunitário e, como irmãos, a propriedade total pertencia a todos. Os essênios viviam no deserto, sempre se vestiam de branco e quase sempre agiam em silencio e alimentavam do que plantavam e do que colhiam.

Eles construíam em suas comunidades varias piscinas para banhos rituais de purificação, que seguiam a risca. A bíblia não informa o que Jesus de Nazaré fez dos seus 12 a 30 anos de idade – onde esteve ou com quem estudou e com quem conviveu. Mas, atualmente entre os historiadores é cada vez mais presente a idéia de que ele teve algum contato com os essênios neste período, devido aos muitos paralelos entre a maneira de pensar e de agir dos essênios e dos primeiros cristãos, quando os verdadeiros ensinamentos de Jesus de Nazaré estavam mais presentes, sem distorções e acréscimos posteriores.

Na imagem à esquerda vista aérea do vilarejo essênio de Qumran que foi destruído pelos romanos e que está em uma zona árida e quente próximo ao Mar Morto, onde foram encontrados na caverna mostrada na imagem à direita jarros com manuscritos, que continham documentos, revelações, leis, usos e costumes de sua comunidade (“Manuscritos do Mar Morto“). Informações arqueológicas sobre os essênios são colhidas dentro de um período que vai do ano 150 (a.C) ao ano 70 (d.C.).

2 – Os fariseus formavam outro segmento religioso, que era o mais popular no tempo de Jesus de Nazaré e foi com este segmento, que Jesus de Nazaré estava de acordo no inicio de seus ensinamentos voltados para um novo tempo. Entretanto, mais posteriormente pontos irreconciliáveis foram sendo postos por Jesus de Nazaré em relação à conduta dos fariseus e o mais irreconciliável foi o relacionado ao “shabat” – dia do descanso, que Jesus não obedecia, porque para ele qualquer ato de caridade, de misericórdia em qualquer dia estaria acima da observância desta lei. Hoje os fariseus poderiam ser reconhecidos como judeus ortodoxos

3 – Os saduceus eram o “top” religioso daquele tempo. Eles formavam a classe alta religiosa de Jerusalém, liderados pelo Sumo-sacerdote do Templo. Assim, no período que viveu Jesus de Nazaré os judeus em seu dia a dia eram administrados pelos sacerdotes saduceus. Pode-se dizer que das três linhas religiosas (hairesis) daquele tempo, Jesus de Nazaré se identificava menos era com a dos saduceus, pelo perfil elitista destes e por achar também que o Templo (“Casa de Deus”) estava corrompido por estes sacerdotes, que não o mantinha puro – e daí, uma de suas primeiras ações em Jerusalém foi de expulsar os comerciantes e cambistas que atuavam no Templo. Entretanto, alguns personagens desta classe alta de Jerusalém daquele tempo foram bem vistos nos relatos bíblicos, como José Arimateia descrito como um “ilustre membro do Sinédrio” (Mc15:43). Também Zacarias pai de João Batista era um sacerdote do Templo (Lucas 1:8)

Mar Morto – Trata-se na realidade de um lago de grande extensão, com cerca de 50 km de extensão. Estas águas são chamadas de “mortas”, porque não contêm peixes em seu interior, apenas algumas algas que ali vivem, pela grande concentração de sal nelas existente. E esta mesma concentração que as torna mais densas que aquelas encontradas em outros mares e que permite as pessoas quase sem esforço nenhum, ficaram com seus corpos nelas flutuando.

Vale também lembrar, para alguns estudiosos é na região do Mar Morto que estavam localizadas as cidades de Sodoma e Gomorra, mas até hoje não foram encontradas ali as ruínas destas duas cidades.

Momentos de lazer nas águas barrentas e muito salgadas do mar morto – e, se existem ali estes instantes de divertimento, às vezes acontecem também outros de aflição, quando esta água com a sensação de queimar arde nos olhos das pessoas, que devem lavá-los imediatamente nas duchas de água doce existentes nas proximidades.

Jericó – Esta cidade e uma das mais antigas do mundo, com cerca de mais de 10 mil anos de historia. Apesar dela está no deserto é uma cidade construída sobre lençóis freáticos, portanto seus habitantes nunca dependeram das escassas chuvas que caem neste local. Esta cidade que nos tempos bíblicos já servia de ponto de abastecimento no caminho entre Galileia e Jerusalém, ela foi visitada algumas vezes por Jesus de Nazaré, que viajava entre estes dois locais. Atual cidade de Jericó vem mostrando mediante escavações arqueológicas em suas adjacências a presença de assentamentos – já de vinte sítios arqueológicos (tel), sendo o primeiro datado de 11.000 anos atrás (9.000 a.C).

A cidade de Jericó é mencionada mais de 70 vezes na bíblia hebraica e foi daquela região que Moisés antes de morrer, “Deus mostrou” para ele a Terra Prometida (quinto livro da Tora). A cidade de Jericó foi testemunha de muitas histórias bíblicas. Nela, que o profeta Elias foi arrebatado por uma carruagem de fogo e levado ao céu (2Reis2). A partir também desta cidade nos tempos bíblicos que Josué começou a conquista da terra prometida, depois de derrubar as suas muralhas pelo toque das trombetas (Js.6).. E nela ainda que Jesus de Nazaré curou um mendigo de sua cegueira (Mc 10:46 a 52).

… Portanto, Jericó foi testemunha em sua antiga história do emprego da paranormalidade de cura de Jesus de Nazaré e também de “tecnologias” originadas das realidades paralelas, que ali se mostraram… A linguagem de ontem buscando os “céus” deve ser a linguagem de hoje buscando o multidimensional. A fé cega de ontem deve ser entendida hoje como o desejo consciente interagindo na quarta dimensão, para que a Vontade (Energia do Espírito Santo) realize depois na terceira dimensão pela manipulação de Frequências Multivibracionais, o que ontem era chamado de “milagre”… Estes devem ser o pensamento e a ação atuais, daquele que já se ergueu liberto do medo, da solidão e que já tem consciência de sua responsabilidade de Co-criador… Em uma linguagem mais vibracional e nem tanto mais devocional…

Registros fotográficos que mostram a cidade de Jericó de hoje (ao fundo) tirados de um teleférico e que mostram também ao lado dela escavações arqueológicas, que vêm comprovando assentamentos ali já existentes milhares de anos.

Monte das Tentações – Um monte que existe perto da cidade de Jericó, mas nele não se sabe ao certo o local preciso das “tentações” de Jesus de Nazaré, apesar de que a primeira e a segunda “tentações” são recordadas no mosteiro grego ortodoxo, que fica no meio da montanha.

Mateus 4:1-11. “Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo… E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;
E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães… Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo,
E disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra… Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus…. Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles… E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares… Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás… Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.

Registros bíblicos em varias passagens da vida física de Jesus de Nazaré (e não só este mencionado acima) deixam transparecer a sua postura de extrema perseverança, de força de vontade e de domínio sobre o mundo dos sentidos – sobre sua mente e sobre o seu corpo físico, para que em seu dia a dia a sua interação com este mundo mais denso – da matéria, não interferisse em sua interação com o mundo mais sutil – mais mentalmente espiritualizado, necessária ao seu compromisso junto à Humanidade como O Cristo.

Pela Terceira Lei Universal toda a manifestação do pensamento, emoção, raciocínio, vontade e desejo, entre outras condições ou estados mentais são acompanhados por vibrações, que podem ser direcionadas. O Principio de Vibração pode produzir no Plano Mental o que a ciência produz no Plano Físico. Mas, para alcançar este Poder Mental é preciso buscar antes através de instrução própria, a perseverança nos exercícios e praticas na Ciência da Transmutação Mental. “Tenho vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.” (João 16 : 33)”.

Registros fotográficos do Monte da Tentação, que o seu cimo é alcançado através do uso de teleférico. E a última foto mostra de cima deste monte a cidade de Jericó ao fundo e ainda mais distante o deserto.

No dia 15 de setembro (2014), já em Jerusalém, fomos conhecer neste mesmo dia, na parte da manhã, o Monte das Oliveiras, que por ele descendo chegamos ao Getsêmani. Visitamos também o Cenáculo, a Tumba do Rei Davi e mais tarde fomos ainda visitar a Basílica da Natividade em Belém, no Território Palestino.

Jerusalém está localizada a 800 metros acima do nível do mar e, sendo um dos pontos mais altos daquela região, quando se aproxima dela a pessoa sente que está subindo – e daí, a expressão bíblica “subida a Jerusalém”. Quando o rei Davi conquistou Jerusalém, ela já existia cerca de 700 anos habitada por povos cananeus (nome coletivo bíblico usado para designar diversas nações tidas como pagãs e que viviam naquela região). E antes da chegada dos antigos israelitas ali viviam os jebuseus, portanto Jerusalém não foi fundada por Davi. Ela é uma cidade que tem quatro mil anos de historia e quase sempre foi guardada por muralhas com portões, que no tempo de Jesus de Nazaré eram abertos pela manhã para as pessoas pudessem trabalhar nos campos e já ao anoitecer e as pessoas já de volta, eles eram fechados por motivo de segurança. As muralhas de Jerusalém foram destruídas e reconstruídas varias vezes através dos séculos, assim nem sempre a linha da muralha foi a mesma. A cada construção a extensão da muralha podia variar, de acordo com as condições sociais e políticas de cada época.

A muralha que se vê hoje foi construída há cerca de 500 anos. Então, a parte de Jerusalém chamada de “Cidade Velha” ou a Jerusalém murada dos dias atuais não é tão antiga assim. A sua parte mais antiga onde a cidade desenvolveu durante seus primeiros mil anos, ela está fora da muralha atual, localizava onde hoje é chamada de Cidade de Davi.

Na muralha da “Cidade Velha” ainda são vistos oito portões: Portão Jaffa, Portão Sião, Portão do Muro das Lamentações, Portão Dourado ou da Misericórdia por onde Jesus de Nazaré entrou no Domingo de Ramos, Portão dos Leões, Portão das Flores também chamado de Portão de Herodes, Portão Damasco e Portão Novo (construído no século XIX). Para os judeus o Portão Dourado que está hoje fechado (cimentado), ele só será aberto, para que por ele passe O Messias quando de sua chegada. Eles não acreditam que Jesus de Nazaré foi O Messias.

Outra característica da cidade de Jerusalém é a presença de reservatórios de água, que por toda ela foram construídos naquele tempo bíblico, que eram chamados de “tanques” ou “piscinas” e que hoje não são mais utilizados. Os relatos bíblicos mencionam dois “milagres” de Jesus de Nazaré juntos aos “tanques de Jerusalém – curou um cego no reservatório de Siloé (João 9) e um paralitico no reservatório de Betseda (João 5:1 a 18) .

Monte das Oliveiras É um monte situado a leste da Cidade Antiga de Jerusalém e tem seu nome associado às oliveiras, que cobriam antigamente suas encostas. O Monte das Oliveiras é valioso para judeus, cristãos e muçulmanos e muitas de suas tradições estão relacionadas a ele. Segundo informe bíblico Jesus de Nazaré teria transmitido ali alguns de seus ensinamentos. Do alto do Monte das Oliveiras (o ponto mais alto possui 818 metros) tem uma bela vista de parte da Cidade Antiga de Jerusalém, da Muralha, do Monte do Templo, do Portão Dourado, da Cúpula da Rocha ou Domo da Rocha (Mesquita de Omar). Ainda, de cima do Monte das Oliveiras é mais fácil fazer mapas e ilustrações mais realistas da região.

Registros fotográficos de parte da cidade de Jerusalém feitos do alto do Monte das Oliveiras.

Getsêmani – É o local na parte baixa do Monte das Oliveiras, onde até hoje se encontra ali algumas oliveiras seculares com os seus largos troncos e para onde Jesus de Nazaré se dirigiu antes de ser preso e julgado. Local que foi de sua agonia, como um acontecimento em sua vida que ocorreu entre a ultima ceia e a sua detenção. Agonia que estava relacionada ao seu processo mental de “discussão com Deus” antes de aceitar definitivamente o seu sacrifício, em um estado profundo de conflito entre o humano e o divino – entre Jesus de Nazaré em compromisso e O Messias, que veio (“salvar”) – ensinar e redirecionar a Humanidade do velho para “O Novo” dando cumprimento ás Escrituras.

Jesus de Nazaré já em Getsêmani acompanhado de Pedro, João e Tiago (filho de Zebedeu) os pediu que permanecessem acordados e ficassem orando. Então ele se retirou para uma distância curta destes e, ali, sentiu uma enorme tristeza e angústia, dizendo: “Pai, se é do teu agrado, afasta de mim este cálice; contudo não se faça a minha vontade, mas sim a tua” (Lucas 22:42). E um pouco depois, ele disse: “Pai meu, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade” (Mateus 26:42). Ele ao se expressar esta frase (três vezes), ia conferir como estavam os três que o acompanhavam e os encontrando dormindo, sentiu só. Nesta ocasião ainda disse: “o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (Mateus 26:41). E continuando com o seu sentimento de abandono “um anjo vem do céu para fortalecê-lo”. Durante esta sua agonia, conforme ia meditando “o seu suor tornou-se em gotas de sangue a cair sobre a terra” (Lucas 22:44).

Foi um momento de decisão profunda, angustiante e de tentação para Jesus de Nazaré – entre a sua condição de homem e de O Messias. Se prevalecesse a primeira condição, ele poderia ter fugido, subindo o Monte das Oliveiras e alcançar em dez minutos do outro lado o deserto do Negev, quando então seria dificilmente encontrado.

A atitude de Jesus de Nazaré diante de sua crucificação iminente não foi de completa indiferença, porque humanamente ela o perturbava, mas encarou-a em completa liberdade, como um dom e oferta de si mesmo, apesar de estar sentindo angústia e medo profundos. Neste sentido ele dirigiu a Pedro, Tiago e João, mencionando: “A minha alma está triste até a morte. Permanecei aqui e vigiai” (Mc 14,32-34).

A cruz em sua configuração disposta na horizontal e na vertical tem todo um sentido maior e mais verdadeiro dentro da Geometria Universal e não deve ser vista apenas como um instrumento de suplicio físico, que nela “o sangue de Jesus de Nazaré foi derramado para resgatar a Humanidade” – para salvá-la, como muito se vê em cultos devocionais cristãos.

A cruz sinaliza com o seu braço na horizontal o homem em seu processo evolutivo cheio de ignorância e de indagações, circunscrito ao mundo dos sentidos na realidade física, constantemente aprendendo em relação ao que julga certo ou errado e, sendo levado pela vida “ora à direita ou ora à esquerda”. E o seu braço na vertical, um fixo temporariamente na terra, mas o outro livre apontando para o alto direciona o homem para o Infinito através de O Cristo que vibra dentro de si esperando ser mostrado, quando então já “transfigurado” compreende o Sentido Maior da Vida e já o vivencia como Humanidade em seu Compromisso com o Cristo Universal.

Todos aqueles que neste Novo Tempo já estão em Compromisso – antes de tudo consigo mesmos buscando o seu Cristo Interior e ainda em Compromisso com a Humanidade e com Universo buscando também o Verdadeiro Sentido Vibracional de Realização, eles já tiveram o seu “momento de Getsêmani” através de estados mentais de insegurança e de confrontos perdidos que estavam na ilusão do mundo dos sentidos – perdidos em si mesmos na realidade física. Aqueles que já estão compromissados que já estão também cientes como se utilizar conscientemente de seus corpos mentais, eles não estão mais sob a tutela do Quarto Princípio Universal – o de Bi-Polaridade.

O Divino em cada um “vestido” agora com os vários corpos da alma humana “desceu” à realidade física, enfrentando através dos sentidos a arrogância da matéria e com ela a ilusão geradora de conflitos e de incertezas.

É uma dádiva quando neste local em que Jesus de Nazaré evidenciou intensamente a dualidade entre a sua condição humana e divina, também em nossa medida senti-la, para depois nos percebermos confortado envolto em Luz Viva Vermelho-Dourada, mesmo de olhos fechados.

Registros fotográficos tirados na parte debaixo do Monte das Oliveiras – no Getsêmani. E na ultima foto uma cruz de madeira feita com um galho de oliveira dali, podado pelos religiosos responsáveis pela conservação do lugar.

Cenáculo – Local que está localizado no Monte Sião, a sudoeste da Cidade Antiga de Jerusalém Este termo (do latim Cenaculum) significa “jantar” e ele foi usado para o lugar onde ocorreu a “Última Ceia”, de acordo com os relatos bíblicos, e onde atualmente se encontra um grande templo com abóbadas góticas, que o protege. Este local já restaurado por religiosos franciscanos, que zelaram por ele de 1333 a 1552, quando os turcos capturaram Jerusalém e baniram todos os cristãos. Então, os frades franciscanos foram despejados e o Cenáculo foi transformado em uma mesquita, conforme é evidenciado pela presença do mihrab (um nicho abobadado) voltado na direção de Meca e uma inscrição árabe, proibindo orações públicas no local. Cristãos só foram autorizados novamente entrar no Cenáculo depois do estabelecimento do Estado de Israel em 1948 e mesmo assim até hoje celebrações religiosas são ali proibidas.

Também foi no Cenáculo que Jesus de Nazaré depois de ter sido supliciado na cruz, ele apareceu àqueles que conviveram com ele mais de perto e que compromissaram propagar os seus ensinamentos. Este momento é mencionado em João 20:19: “Na tarde desse dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa com medo dos judeus, veio Jesus pôr-Se no meio deles e disse-lhes : A paz seja convosco. Dizendo isto mostrou-lhes as mãos e o lado”.

Foi ainda no Cenáculo que o “Espírito Santo desceu” sobre eles: “Quando chegou o dia de Pentecostes, encontravam-se todos reunidos no mesmo lugar. Subitamente ressoou, vindo do céu, um som comparável ao de forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde se encontravam” (Act.2,1).

No Cenáculo que ora ficava mais vazio e ora ficava mais cheio, porque grupos de visitantes iam entrando neste recinto com controle – dois ou três de cada vez como mostram as duas primeiras fotos, tivemos uma experiência singular com as realidades paralelas. Em um dado momento nesta nossa visita àquele local, uma cantora gospel participando de um dos grupos presentes, começou em inglês a cantar lindamente, ou melhor, vibrar melodiosamente sua voz (fotos do meio), quando então o vórtice de energia normalmente ali presente começou acelerar ainda mais envolvendo no recinto tudo e todos em uma Frequência com Intensa Energia (Mental-Vibracional) e ao mesmo tempo de Harmonia, quando também através “do ponto zero” do vórtice estabeleceu-se a interação entre o plano físico onde estávamos e a realidade paralela normalmente não visível (quatro ultimas imagens). 

O sentido de “O Sagrado” não deve se restringir apenas ao limitado mundo humano das emoções como sentimentos religiosos devocionais, mas deve extrapolá-los pela percepção de “O Vibracional” mais além, através dos Ditames da Matemática e Geometria Universais como “Leis Divinas” que originam de outras realidades e que devem ser cumpridas… Assim, o que é “Verdadeiramente Santo” não precisa de alguém que o nomeie “Santificado”, porque já “O É” e será eternamente na Frequência inviolável de O Cristo – “Vibrando” em sintonia e interação com as Leis Universais.

Tumba do rei Davi – O local desta tumba pode não ser precisamente o verdadeiro de seu sepultamento, mas de qualquer forma, esta tumba que está estranhamente situada no mesmo prédio bizantino que abriga o Cenáculo, é procurada neste sentido. Quase todos os reis de Judá foram sepultados no mesmo local dentro da cidade de Davi. Para os historiadores judeus sempre foi um problema explicar como era possível que estas sepulturas tivessem sido erigidas dentro da cidade, uma vez que um sepulcro é um local impuro e normalmente era localizado fora dos muros. Provavelmente a necessidade do sepultamento fora dos muros da cidade ainda não era uma lei rígida, principalmente por se tratar do rei e de sua casa. Além disso, naquela época era costume geral na região oriental do Mar Mediterrâneo, sepultar os reis dentro dos muros de sua capital e, em muitos casos, até mesmo dentro dos palácios ou cidadelas. Esta tradição de sepultamento dentro da cidade de Davi aparentemente se manteve (com algumas exceções) por toda a dinastia de Davi.

Registros fotográficos das adjacências da tumba do rei Davi em Jerusalém, de sua estátua e do seu esquife.

Basílica da Natividade – Ela está em Belém no Território Palestino – um local dos que até então tínhamos visitado o mais pobre e de pessoas mais simples. Esta construção que no momento está em reforma, ela é uma das mais antigas igrejas ainda em uso no mundo. Sua estrutura foi construída sobre uma caverna, que de acordo com as informações bíblicas sinaliza de maneira correta e precisa através de uma estrela de prata, o local onde nasceu Jesus de Nazaré. Como os muçulmanos consideram Jesus de Nazaré o segundo maior profeta islâmico (o primeiro é Maomé), este local é reverenciado tanto por eles, pelos católicos que o consideram o Messias e respeitado pelos judeus por ter sido ele também um judeu.

No ambiente das cavernas no subsolo da Basílica da Natividade, com a utilização do corpo mental são percebidos vórtices de energia (como também nos demais locais bíblicos onde esteve Jesus de Nazaré e se mostrou como O Cristo). Ali nos vários espaços desta caverna, ao utilizarmos neste nível de percepção frequências mentais diferentes, o presente “entrelaça-se” ao passado, “trazendo” sentimentos de desconforto pela improvisação do local e pela preocupação do momento.

Registros fotográficos da parte externa da Basílica da Natividade, de seu subsolo com vários espaços de uma caverna que neles nos tempos bíblicos os pastores guardavam e protegiam suas ovelhas. Ainda, fotos do interior da igreja e do lugar dentro de um destes espaços, marcado por uma estrela de prata, tido como o local preciso em que Jesus de Nazaré nasceu.

No dia 16 de setembro (2014) visitamos a Esplanada do Templo, incluindo o Muro das Lamentações, as Mesquitas de El-Aksa e o Domo da Rocha e o Tanque de Siloé.

Esplanada do Templo e o Muro das Lamentações – Este muro foi o único vestígio do segundo templo reconstruído pelos judeus e remodelado por Herodes – o grande.

O Primeiro Templo ou de Salomão foi construído em Jerusalém, no século XI a.C. Ele funcionava como um local de culto religioso judaico central para a adoração a Javé (Jeová) – Deus de Israel, e onde se ofereciam os sacrifícios conhecidos como korbanot e onde estava guardada a “Arca da Aliança” – possível tecnologia extraterrestre.

O Segundo Templo foi construído pelo povo judeu após o regresso a Jerusalém, ao findar o seu cativeiro babilônico. Ele foi erguido no mesmo local onde o Templo de Salomão antes existira e que foi destruído pelos romanos. Entretanto, é necessário mencionar, que no século I a.C., Herodes – o grande, ordenou uma remodelação no templo (considerada por muitos judeus como uma profanação), com o propósito de agradar a César. Ele mandou construir num dos vértices da muralha a Torre Antônia, onde ficava uma guarnição romana, que tinha acesso direto ao interior do pátio do templo.

Nesta remodelação Herodes mandou também construir grandes muros de contenção em redor do Monte Moriá, ampliando a pequena esplanada sobre a qual o Primeiro e o Segundo Templos foram edificados, formando o que hoje se designa como a Esplanada das Mesquitas.

O primeiro templo foi destruído por Nabucodonosor, rei de Babilônia, em 586 a.C e o segundo templo foi destruído pelos romanos, através de Tito, no ano 70 d.C.

O Terceiro Templo para os judeus de hoje ainda será construído no espaço junto ao Muro das Lamentações. Este será o terceiro e último templo quando da vinda do Messias, já que eles não aceitam Jesus de Nazaré nesta condição.

Nesta nossa viagem de pesquisa tivemos uma experiência energético-vibracional não agradável junto ao Muro das Lamentações. No momento em que o tocamos com a mão direita, a sensação foi de uma “lambada energética” que instantaneamente nos fez “pesar” e doer a nossa cabeça e ao mesmo tempo sentir como algo indigesto tivéssemos comido e que estivesse parado em nosso estomago fazendo mal, porque ficamos com a sensação de náusea. Esta sensação durou uns quinze minutos. Felizmente tocamos ali apenas a nossa mão, não encostando a nossa fronte.

Registros fotográficos do Muro das Lamentações, local frequentado por judeus e visitantes (turistas) de todo o mundo.

Domo da Rocha – Mesquita de El-Aksa – Esta cúpula dourada foi construída no Monte do Templo, em 691 d.C. Ela faz parte de uma área maior de veneração dos muçulmanos, que ocupam parte significativa do que é também conhecido como Monte Moriá, no coração de Jerusalém. A Cúpula da Rocha recebe este nome por ser construída sobre a parte mais alta do Monte Moriá – uma pedra que é vista dentro da cúpula, onde os judeus e cristãos acreditam que Abraão teria oferecido o seu filho Isaque em sacrifício a Deus (Gênesis 22: 1-14).

Quanto ao nome Mesquita de Al-Aqsa, uma construção que é mais para visitação publica, ele alude a uma passagem do alcorão relacionada a uma viagem noturna do profeta Maomé, que partindo de Meca dirigiu-se à uma “mesquita distante”, que as tradições islâmicas posteriores identificaram este local como o Monte do Templo em Jerusalém.

Na fé muçulmana, o Domo da Rocha e também a mesquita de AL-Aqsa são uns dos locais mais venerados do Islã, pois teria sido também desta pedra que está dentro do Domo da Rocha, que o Profeta Maomé teria subido aos céus montado em seu cavalo branco EL Buraq, acompanhado pelo Arcanjo Gabriel guardião do povo descendente de Ismael (os muçulmanos). É Interessante a comparação (dentro de uma linguagem energético-vibracional e mais atual) entre os relatos religiosos associados a Maomé tanto em sua viagem distante, quanto “dirigindo-se” para o céu em seu cavalo branco e o acontecimento que foi registrado em vídeo sobre o Domo Dourado, filmado de cima do Monte das Oliveiras.

De cima do Monte das Oliveiras um objeto não identificado foi visto e filmado por varias pessoas sobre a mesquita do Domo da Rocha, quando pairou sobre ele, depois nele penetrou para instantes após emitir intensa luz branca e a seguir subindo, se retirar em grande velocidade.

Veja pelo Google este momento nos dois Sites abaixo:

www.youtube.com/watch?v=UoutnymgDa4

www.youtube.com/watch?v=aGSGiXQyybE

Registros fotográficos do Domo da Rocha – Mesquita de El-Aksa,e arredores. A última foto mostra a pedra que é venerada pelos muçulmanos e que está dentro da Cúpula Dourada.

Tanque de Siloé – Também conhecido como o Reservatório ou Piscina de Siloé era um receptáculo para as águas da fonte de Giom, que eram levadas para lá por dois aquedutos. Um canal que foi descoberto em 1867, com água no fundo da caverna num corte reto de uns 20 metros, que estava coberto com lajes de rocha e que está datado na Idade do Bronze – 1800 a.C.. O outro canal é o Túnel de Ezequias, um túnel construído na rocha, durante o reinado do rei Ezequias – 700 a.C.

Para os cristãos este local é um entre vários outros, que Jesus de Nazaré expressou a sua paranormalidade de cura, como está em João 9.1-7: “E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus. Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. Tendo dito isto, cuspiu na terra, e com a saliva fez lodo, e untou com o lodo os olhos do cego. E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé. Foi, pois, e lavou-se, e voltou vendo”.

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As primeiras fotos acima são registros fotográficos das ruínas do tanque de Siloé e a ultima foto é a imagem de um momento que andamos dentro do estreito túnel de Ezequias, que possui em torno de 500 metros cavados na rocha e que traz água para este local.

Jesus de Nazaré em varias das narrações bíblicas, quando manifestou facilmente a sua condição paranormal de cura como O Cristo (como aconteceu na Piscina de Siloé), ele nestes momentos dirigia à pessoa mencionando que não era ele que a tinha curado, mas dizendo: “Vá a sua fé a salvou”.

Hoje em uma linguagem menos devocional e mais vibracional estes momentos seriam mais bem entendidos vendo Jesus de Nazaré potencializando com a sua energia mental a pessoa, para que ela harmonizando os vórtices (chacras) de seu campo bioenergético (colocando-os em uma mesma velocidade e em uma mesma direção) pudesse sem empecilho energético-vibracional realizar o “milagre” – ou seja, a pessoa já harmonizada e conscientemente posta através de seu pensamento na quinta dimensão, ela pudesse através de sua Vontade (Energia do Espírito Santo) ainda na terceira dimensão, alcançar uma Frequência Mental ainda mais intensa como Desejo Profundo (Fé) na quarta dimensão, que nela plasmando-se o desejado (”o milagre”), este pudesse depois ser trazido de volta – já realizado (materializado) no plano físico.

Ilustrações dos sete principais vórtices do corpo bioenergético que envolvem e que interagem com o corpo físico da pessoa, que proporcionam o seu “entrelaçamento” mental e físico com as realidades paralelas e que a permitem além da realidade física dominar as Leis Universais e manipular a matéria na forma de Frequências Multivibracionais – como fazia Jesus de Nazaré, como O Cristo.

No dia 17 de setembro (2014), na parte da manhã, passamos rapidamente pela “Via Dolorosa”, fomos ao Jardim do Túmulo onde foi posto o corpo de Jesus de Nazaré depois de crucificado no Gólgota, que também visitamos. E mais a tarde embarcamos para Roma, já iniciando a viagem de volta, quando saímos de um continente para outro – saindo do Continente Asiático (Ásia ocidental) para o Continente Europeu.

“Via Dolorosa” – É o trajeto que na semana santa se vê pela televisão milhares de turistas cristãos apertando-se uns nos outros, quando vão andando por certas ruas da antiga cidade de Jerusalém cantando e rezando movidos pelo apelo religioso da data. Entretanto, o verdadeiro percurso que Jesus de Nazaré fez carregando a sua cruz – o caminho que andou desde o local onde Pôncio Pilatos o sentenciou até à crucificação em Gólgota, ele não está no percurso que fazem os cristãos de hoje. O verdadeiro percurso está pelo efeito tel, mais ou menos cinco metros abaixo das atuais ruas.

Registros fotográficos das ruas estreitas da atual Jerusalém que nelas hoje estão lojas comerciais. Na última foto calçando parte da rua, estão algumas pedras guardadas por policiais e que foram retiradas mais ou menos cinco metros de profundidade, portanto elas são da verdadeira rua em que por ela passou Jesus de Nazaré, carregando a sua cruz dois mil anos atrás.

Basílica do Sepulcro e Jardim do túmulo – Em 1867, descobriu-se, próximo a uma colina, um túmulo de duas câmaras talhado na rocha. E em relação a ele o General britânico Charles Gordon, em 1882, defendeu a teoria de que este lugar teria sido o local da crucificação de Jesus de Nazaré. Depois de passar uma temporada na Palestina em 1882-83, ele sugeriu esta localização diferente para o Calvário. Para ele o Jardim do Túmulo fica em um lugar, que era certamente utilizado para enterros no período bizantino. Neste jardim havia um penhasco (hoje uma pedreira) com dois grandes buracos fundos, que o povo dizia serem os olhos da caveira (Gólgota). Não há certeza se de fato este local foi da crucificação de Jesus de Nazaré, mas não deixa de ser curiosa a semelhança da rocha ali existente com um crânio humano.

Entretanto, a Basílica do Sepulcro que é aceita pela maioria dos historiadores, como o local que foi colocado o corpo de Jesus de Nazaré. Nela tem uma pequena rocha sinalizando como o local exato do Monte Calvário, onde a cruz foi elevada para a sua crucificação – uma elevação rochosa com cerca de 5m de altura, que se acredita ser o que resta visível do Calvário.

O arqueólogo israelense Shimon Gibson, em sua obra “Os últimos Dias de Jesus”, descarta totalmente a localização do Calvário como sendo o de Charles Gordon por um motivo muito simples: o túmulo que lá se encontra, tradicionalmente conhecido como o “Túmulo do Jardim” remonta ao século VII a.C. e a bíblia relata que o túmulo utilizado para sepultar o corpo de Jesus de Nazaré, tinha sido escavado recentemente na rocha (mais perto da data da crucificação) por José de Arimateia. Assim, prevalece a crença do Calvário e do Sepulcro tradicionais, cuja localização foi perpetuada pelos cristãos desde a destruição de Jerusalém pelos romanos em 70 d.C.

1ª hipótese: de acordo com a maioria dos historiadores é na Basílica acima, que está o Sepulcro de Jesus de Nazaré, é em seu altar o local tradicionalmente considerado de sua crucificação e que está também a parte mais ricamente decorada. Os cuidados com o altar-mor é da responsabilidade da Igreja Ortodoxa Grega. Nele está também a rocha do Calvário, uma pedra que pode ser vista sob um vidro em ambos os lados do altar, que debaixo dele há um buraco, onde a cruz foi levantada junto com as dos dois malfeitores.

2ª hipótese: de acordo com Charles Gordon seria neste lugar mostrado acima, localizado fora da atual Porta de Damasco e em um jardim, que está a tumba onde foi depositado o corpo de Jesus de Nazaré e, ao lado desta tumba tem uma pedreira que nela mostra algo semelhante a uma caveira (Gólgota).

Antigos locais são importantes arqueologicamente como “depósitos” de informações históricas, mas o que é mais importante e, principalmente neste caso, foi o que neles aconteceu – seja no local da primeira hipótese ou da segunda hipótese. O importante é ter noção, do que aconteceu com o corpo temporariamente ali guardado daquele que foi chamado de O Messias e que agia na Frequência de O Cristo Universal, dominando Leis Universais e manipulando Frequências Multivibracionais. Inclusive, aquelas que ele manipulou de seu próprio corpo físico para alcançar sua Transmutação e com ela o seu corpo plasmado luminoso necessário à sua interação com o Multidimensional.

Jesus de Nazaré transmutou-se, porque conseguiu “levar como matriz energética” uma pequena percentagem (vibracional) de seu corpo físico, que com ela pôde tanto conservar a memória de sua condição humana, quanto poderá voltar em corpo físico-plasmado (densificado) para cumprir o seu compromisso final com a humanidade.

No dia 18 de setembro (2014), já estávamos em Roma, cidade que “hospeda” dois poderes – um voltado ao temporal – Itália, e outro voltado ao atemporal – Vaticano. E dentro do objetivo de nossa viagem – de conhecimento e de pesquisa, o nosso interesse voltou-se para o Vaticano e para a parte antiga (arqueológica) da cidade de Roma.

A Região onde viveu Jesus de Nazaré – encontro de continentes.

Logo no inicio da era cristã os primeiros cristãos ao professarem a sua fé sofreram perseguições, quando eles recusavam adorar os deuses romanos e homenagear o imperador como um ser divino. Estes tempos de perseguição duraram até o século IV, quando Constantino aliou-se (politicamente) ao cristianismo, promulgando o Édito de Milão – e, o que tinha começado como um movimento religioso dentro do judaísmo do primeiro século, ele tornou-se quatro séculos depois através agora do catolicismo a religião oficial do Império Romano – do poder político militar que antes tinha perseguido e flagelado os primeiros cristãos. A carta de Plínio, o Jovem, ao imperador Trajano retrata um pouco aqueles primeiros momentos do cristianismo e, por ele ter sido uma autoridade romana, o seu relato é mais conveniente por não possuir acréscimos tardios na forma de relatos distorcidos de fundo religioso.

Fórum Romano

Na Roma atual o sitio arqueológico do Fórum Romano distingue-se entre os demais, em um local que foi o centro da vida pública da antiga Roma. A maioria das estruturas arquitetônicas mais importantes desta antiga cidade foi encontrada no Fórum ou perto dele.

Entretanto, com o passar do tempo a. maioria dos tratos econômicos e judiciais foram transferidos do Fórum Romano para outros locais mais distantes, até o reinado de Constantino, que fez a ultima grande amplificação desta praça, construindo ali a Basílica de Magêncio, em 312 d.C. Esta ampliação devolveu o centro político para o Fórum, até a queda do Império Romano (do Ocidente) quase dois séculos mais tarde. No espaço do Fórum Romano continha 9 templos;1 santuário; 3 Basílicas; 4 Arcos e 7 outros monumentos (inclusive o Senado).

A primeira imagem à esquerda é uma reconstituição do Fórum Romano para comparação com as suas atuais ruínas na segunda imagem à direita. E os outros seis registros fotográficos seguintes são também ruínas do Fórum Romano e arredores, onde ali dois mil anos atrás existiram ideias e ações de um povo ausente dos ensinamentos de O Messias – ou, dos Sentimentos da Compreensão, da Compaixão e do Amor Universal, fundamentando-se se apenas na racionalidade e no conhecimento filosófico dentro de sua cultura grego-romana e julgando-se ter feito “a unidade da humanidade, ter feito de cada homem livre um cidadão do mundo e de ter sido seu império uma “assembleia universal”, que a via como a única “civilização humana”.

Via Sacra é uma antiga via romana e era a principal da Roma daquele tempo. Vinha desde cima do Monte Capitólio, passava por alguns lugares religiosos mais importantes do Fórum, onde a via era mais ampla, até chegar ao Coliseu. Este caminho (“sagrado”) era constantemente usado em solenes festivais religiosos e por generais vitoriosos celebrando seus triunfos, mas era usado também pela multidão diariamente, que ali se reunia nas basílicas para conversar, jogar dados, fechar negócios ou assegurar a justiça entre os cidadãos.

E os Arcos do Triunfo como invenções romanas também daquele tempo e compondo-se com o sentido da existência da Via Sagra, eram construídos após vitórias em batalhas para simbolizar e homenagear o triunfo do exército romano. Atualmente existem cinco arcos de triunfo em Roma, representando os triunfos de Druso, Tito, Séptimo Severo, Galiano e Constantino. Todos eles foram feitos em mármore.

Nos arcos continham esculturas dos feitos daqueles que mandavam construí-los – “feitos triunfantes” que quase sempre eram transformados em escombros pelo tempo e esquecidos.

O Coliseu outra construção da Roma antiga que era conhecido como Anfiteatro Flaviano e hoje está em ruínas, deve seu nome à expressão latina Colosseum , devido à estátua colossal do imperador romano Nero, que ficava perto desta construção localizada no centro de Roma e que era uma exceção em relação aos demais anfiteatros pelo seu volume e relevo arquitetônico. Originalmente capaz de abrigar perto de cinquenta mil pessoas, tinha 48 metros de altura e era usado para variados espetáculos.

Ele começou a ser construído por Vespasiano (entre os anos 70 e 72), possivelmente financiado com os tesouros conseguidos depois da vitória romana na Grande Revolta Judaica, no ano 70. Flaviano decidiu aumentar a auto-estima dos cidadãos romanos e também cativá-los com uma política de pão e circo, demolindo o palácio de Nero e nele construindo esta arena permanente para espetáculos de gladiadores, execuções e outros entretenimentos de massas. Mas, Vespasiano morreu mesmo antes do Coliseu ser concluído, portanto esta edificação que já tinha alcançado o terceiro piso, foi terminado por Tito que também construiu os banhos públicos adjacentes (conhecidos como as Termas de Tito), apenas um ano depois da morte de Vespasiano.

A primeira imagem à esquerda é uma reconstituição do Coliseu para comparação com a sua atual ruína na segunda imagem à direita. E os outros seis registros fotográficos restantes são também das ruínas do Coliseu, onde ainda se percebe através do corpo mental a presença de intensa e dispersiva energia vibracional, o que faz lembrar a situação também vibracional dos atuais estádios de futebol.

No Coliseu eram realizados diversos espetáculos. Os combates entre gladiadores não eram pagos pelo Estado, mas por indivíduos em busca de prestígio e poder. Outro tipo de espetáculos era a caça de animais, onde eram utilizados animais selvagens importados de África. As caçadas ali, como também as representações de batalhas famosas, eram efetuadas em elaborados cenários onde constavam árvores e edifícios removíveis.

Quanto ao massacre do Estado Romano sobre os primeiros cristãos, os relatos romanos referem-se a estes em locais de Roma como anfiteatros e arenas, quando Roma os tinha numerosamente, mas não no Coliseu.

Os criminosos ao receberem a sentença condenatória podiam ser destinados ao desterro, à deportação, aos trabalhos forçados e a pena capital através da crucificação, da decapitação, de ser queimados pelo fogo e pela exposição aos animais ferozes e famintos.

Em relação à pena capital o modo mais cruel era a crucificação. A decapitação feita com o condenado esperando o golpe mortal de joelhos ou em pé. No Império Romano a cruz ficou sendo o suplício dos mais miseráveis – e, o método habitual para se livrar dos primeiros cristãos. A espada era reservada aos cidadãos. O fogo e as feras eram atribuídos aos criminosos que não tinham direitos de cidadania.

Às vezes também o suplício mais dramático dos primeiros cristãos era a exposição do prisioneiro miserável às feras famintas, para o delírio da multidão. Tal espetáculo era geralmente reservado para os dias de festa ou alguma solenidade especial. A proximidade de alguma celebração importante levava os juízes a condenar os cristãos às feras e quando elas não chegavam matá-los, os seus algozes se encarregavam de terminar o suplício. Não se tem registro de que os primeiros cristãos lutassem contra as feras. Deixavam ser atacados por elas sem se defender.

Em relação aos primeiros cristãos perseguidos e supliciados é realmente digno de reflexão o fato de que naquele tempo homens, mulheres e crianças de regiões muito diversas, tenham suportado heroicamente os martírios apontados, quando podiam livrar-se deles mediante uma palavra ou um simples gesto que significasse renúncia a sua profunda crença em O Cristo.

Os dirigentes do Império Romano incomodavam com o crescimento e com os “mistérios” que envolviam os cristãos, que se negavam a participar das cerimônias religiosas romanas regulares, bem como aceitar que o imperador fosse adorado como um deus.

Os primeiros cristãos reuniam antes do nascer do sol ou então à noite, quase sempre em cavernas ou em catacumbas subterrâneas para se protegerem. Eles eram acusados de incesto e de canibalismo a ponto de cometerem o infanticídio em adoração ao seu Deus – deturpação dos romanos ao verdadeiro sentido da Eucaristia. Ainda, a saudação com um abraço e um com beijo na face feito entre os cristãos (irmãos em Cristo), estes gestos foram também deturpados por eles como conduta incestuosa e imoral.

À esquerda como era o Templo do Divino Júlio e hoje à direita como está em ruínas.

Nos primeiros anos da nossa era os primeiros cristãos escondiam para professarem a sua fé. Eles utilizavam de catacumbas e de outros locais mais escondidos que eram marcados com símbolos, que identificados por eles pudessem se esconder, protegendo-se de uma sociedade que os rejeitava. Os romanos desconfiavam deles e os mantinham à distância, levantando sobre eles qualquer suspeita, quando eram acusados dos piores delitos. Eram perseguidos, aprisionados e condenados ao exílio ou à morte.

O termo “símbolo” indica um sinal concreto ou uma figura que, na intenção daqueles que o desenham, refere-se a uma ideia ou realidade espiritual. Entre aqueles símbolos de antigamente estão o monograma de Cristo e o peixe. Entretanto, hoje aqueles que estão em compromisso com O Cristo Universal, os seus símbolos se mostram diferentemente, eles são vibracionais e interagem com os seus corpos bioenergéticos, mas podem se mostrar na realidade física. Eles vibram em cada um deles identificando-os principalmente através de sua Frequência de Onda, que é a sua Identificação Universal.

As três primeiras imagens são de antigas catacumbas e as três últimas imagens são de símbolos – os dois primeiros à esquerda são do tempo do cristianismo iniciante e o ultimo à direta é a imagem físico-vibracional de uma Frequência de Onda que se plasmou (se mostrou) na realidade física.

Caio Plínio Cecílio Segundo também conhecido como Plínio, o Jovem (61-113 d.C), deixou como um de seus legados à Historia, as cartas que trocou com o imperador Trajano, compondo o Livro X. Abaixo trechos desta carta (letra número 96 do livro de X ‘Epistularum):

É uma obrigação para mim, senhor, para se referir a todas as questões em relação às quais são incertas. Pois quem pode direcionar melhor a minha hesitação ou instruir minha incompetência? … Eu duvidava muito se deveria ter em conta a diferença de anos; se os filhos de tenra idade (dos cristãos) devem ser tratados de forma diferente dos homens em pleno vigor… Enquanto isso, aqueles que foram trazidos diante de mim, como cristãos, eu segui este procedimento: Eu perguntei se eles eram cristãos. Se eles confessaram, questionei-lhes uma segunda e uma terceira vez, ameaçando-os com a pena de morte; aqueles que perseveraram, enviei-os à morte. Na verdade, eu não tinha dúvida de que tudo o que eles confessaram, sua pertinácia seria punida com a sua obstinada teimosia. Havia outros que sofrem da mesma loucura e, por serem cidadãos romanos, foram enviados de volta a Roma.”..

“… Foi colocado em circulação um panfleto anônimo que continha muitos nomes. Aqueles que negaram não serem cristãos, ou de ter sido, eu pensei em pô-los em liberdade, depois de repetir o que eu para eles estava formulando – invocando os deuses e adorando a sua imagem… E junto às estátuas dos deuses eles amaldiçoaram O Cristo, o que é impossível obter daqueles que são realmente cristãos”…

“Outros denunciados por um informante, disse que eles eram cristãos… mas, negaram, dizendo que tinham sido, que tinham deixado de ser cerca de três anos, ou por muitos anos antes e alguns até 20 anos … Todos eles adoravam a sua imagem e as estátuas dos deuses, e amaldiçoaram O Cristo”…

“Eles também disseram que toda a sua culpa ou erro consistia em serem utilizados para atender antes do amanhecer e cantar coros alternados um hino a Cristo, como se ele fosse um deus e, eles serem obrigado por juramento a não cometer qualquer crime, não cometer roubo ou nem fraude, nem adultérios, para não perder a palavra dada e, não recusar o retorno de um depósito, se tal fosse necessário”…

… “Apressei-me a pedir a sua opinião. Na verdade, o que me pareceu digno de consulta, especialmente para o número daqueles que estão envolvidos neste perigo; muitas pessoas de todas as idades, classes sociais e de ambos os sexos, são arrastados, e ainda são, neste perigo. Não só na cidade, mas também nas aldeias e nos campos estão permeados pelo contágio dessa superstição; Creio, no entanto, que ainda podem ser interrompidos e trazidos de volta ao normal”.

Resposta do imperador Trajano a Plínio, o Jovem (ponto 97 do Livro de X ‘Epistularum):

Meu caro Plínio, na apreciação desses processos que foram denunciados como cristãos, têm seguido o procedimento em que você teve que aderir. Não é possível estabelecer de fato uma regra geral que tem, por assim dizer, um caráter rígido. Eles (cristãos) não devem ser controlados; se forem denunciados e culpados devem ser punidos, mas de tal forma que aquele que negou ser um cristão e tem demonstrado com os fatos, isto é, dirigindo orações aos nossos deuses, apesar de ter despertado suspeitas no passado, deve obter o perdão para seu arrependimento. Quanto aos panfletos anônimos postos em circulação, não devem gozar de consideração em qualquer processo legal; Na verdade, é a prática de mau exemplo, indigno dos nossos tempos”.

Busto de Plínio, o Jovem.

Os cristãos rejeitavam a escravidão e a adoração ao imperador, que mantinha suas estátuas nos lugares mais visíveis, para o povo através delas adorá-lo. E pelo fato de cantarem hinos e louvores e venerarem “outro rei chamado Jesus”, eram considerados pelo povo romano como desleais e conspiradores e, rejeitados ainda mais pelo absurdo de permitirem a possibilidade de um escravo tornar-se líder de sua igreja, já que para eles não havia divisão entre senhor e escravo – os dois eram tratados de forma igual.

A primeira tomada de posição do Estado Romano contra os cristãos remonta ao imperador Cláudio (41-54 d.C). Os historiadores Suetônio e Dione Cássio referem que Cláudio mandou expulsar os judeus porque estavam continuamente em litígio entre si por causa de certo Chrestos (Cristo)… Seria aquele tempo no inicio do cristianismo, que alguns seguiam mais a orientação de Pedro e outros seguiam mais a orientação de Paulo?…

O historiador Gaio Suetônio Tranquilo (70-140 d.C), funcionário imperial de alto nível na época de Trajano e de Adriano (intelectual e conselheiro do imperador), justifica em suas escritas a decisão e as sucessivas intervenções do Estado contra os cristãos definindo-os “como supersticiosos e relacionados às mágicas – ao conjunto de práticas irracionais que magos e feiticeiros de personalidade sinistra, usavam para enganar as pessoas sem educação filosófica”.

Para os romanos a magia era o irracional contra o racional, o conhecimento vulgar contra o conhecimento filosófico. Então a acusação de magia (como também de loucura) era uma arma com que o Estado Romano empregava para submeter ao controle os primeiros cristãos – aos novos e duvidosos componentes da sociedade.

O Império Romano como um grande campo aberto, dispunha a assimilar qualquer novo povo, desde que abandonasse a sua própria identidade. Ele como um “grupo étnico” – ou, um agregado social que se distinguia pela língua e pela cultura, desconfiava em relação a qualquer outra etnia.

Roma antiga com sua organização social de cidadãos livres com todos os direitos, mas de escravos sem qualquer direito, de patrícios ricos, mas de plebeus miseráveis, de centro explorador, mas de periferia explorada, vivia persuadida de ter realizado o sonho de Alexandre Magno, de ter feito “a unidade da humanidade, de ter feito de cada homem livre um cidadão do mundo e do império uma “assembléia universal”, que coincidia com a “civilização humana”.

Portanto, Roma tinha um grande temor dos “estrangeiros”, dos “diferentes” que poderiam pôr em discussão a sua segurança. E assim como estabeleceu em seu imenso império a “concórdia universal” com a feroz eficiência de suas legiões, procurou mantê-la também a golpes de espada, de crucificações, de condenações aos trabalhos forçados e de exílios, como fez com os primeiros cristãos. No fundo Roma usava a “limpeza étnica” como método para tutelar sua tranquila segurança de ser “o mundo civilizado” daquela época.

À esquerda como era o Fórum de César hoje à direita como está em ruínas.


Em relação ao incêndio devastou 10 dos 14 bairros de Roma no ano 65. o historiador Tácito Cornélio descreve esse acontecimento em seus “Anais”, escrito no tempo de Trajano. “Ele acusa Nero de ter injustamente culpado os cristãos, mas declarava convencido de que estes mereciam as mais severas punições porque a sua superstição os levava a cometer infâmias. Não compartilhava nem mesmo da compaixão que muitos experimentaram ao vê-los torturados. Eis a célebre página de Tácito”.


«Para acabar logo com as vozes públicas, Nero inventou os culpados, e submeteu às refinadas penas aqueles que o povo chamava de cristãos e que eram mal vistos pelas suas infâmias. “O nome deles provinha de Cristo, que sob o reinado de Tibério fora condenado ao suplício por ordem do procurador Pôncio Pilatos”. “Momentaneamente adormecida, essa superstição maléfica irrompeu de novo, não só na Judeia, lugar de origem daquele flagelo, mas também em Roma onde tudo que seja vergonhoso e abominável acaba confluindo e encontrando a própria consagração”.


“Foram inicialmente aprisionados os que faziam confissão aberta da crença”. “Depois, denunciados por estes, foi aprisionada uma grande multidão, não tanto porque acusados de terem provocado o incêndio, mas porque eram tidos como possuídos de ódio contra o gênero humano”.

Os que caminhavam para a morte e que estavam também cobertos de pele de feras, eles morriam dilacerados pelos cães, ou eram crucificados, ou queimados vivos como tochas que serviam para iluminar as trevas quando o sol se punha. Nero tinha oferecido seus jardins para gozar desse espetáculo… Embora os suplícios fossem contra gente culpada, que merecia tais tormentos originais, já nascia por eles um senso de piedade, porque eram sacrificados não em vista de uma vantagem comum, mas pela crueldade do príncipe (Nero)”.

Marco Aurélio (161 – 180), imperador, guerreiro e filósofo, passou guerreando 17 dos seus 19 anos de império. Em sua “Memória” anotava todas as noites alguns pensamentos “para si mesmo”. Neles nota-se um grande desprezo pelos cristãos considerados por ele gente comum, ignorante e com uma maneira de se querer comportar com fraternidade universal, perdoando e sacrificando pelos outros sem esperar recompensa, que só os filósofos como ele podiam compreender e praticar, ao final de longas meditações e disciplinas.

O que pensava os intelectuais romanos na metade do segundo séculos, pode-se assim resumir:

A ‘salvação’ da insignificância da vida, da desordem dos acontecimentos, do aniquilamento da morte, da dor, só pode ser encontrada numa “sabedoria filosófica” por parte de uma elite de raros intelectuais. Trata-se de uma loucura o fato de os cristãos colocarem esta ‘salvação’ na ‘fé’ num homem crucificado (como os escravos) na Palestina (uma província marginal) e declarado ressuscitado”. “O fato de os cristãos crerem na mensagem do crucificado, que se dirige preferencialmente aos marginalizados e pobres (à ‘poeira humana’) e que pregue a fraternidade universal (numa sociedade bem escalonada em pirâmide e considerada como “ordem natural’) é outra loucura intolerável, que incomoda e que revira tudo. É preciso eliminar os cristãos como transgressores da civilização humana”.

Toda a doutrina cristã, para esses intelectuais, é loucura, como é loucura a pretensão da Transmutação (Ressurreição”), ou seja, da prevalência da vida sobre a morte, como é loucura ainda a preferência de Deus pelos humildes e pela fraternidade universal. É tudo irracional.

À esquerda como era a Basílica de Constantino e hoje à direita como está em ruínas.


Por decênios, os cristãos permaneceram calados com a força silenciosa da proibição. Foi no segundo século que seus primeiros apologistas começaram a negar com a evidência dos fatos, as acusações mais infamantes, procurando exprimir a própria fé em termos culturalmente aceitáveis por um mundo embebido de filosofia greco-romana. Então, os “tijolos” bem alinhados da mensagem de Jesus de Nazaré começam a ser organizados segundo uma estrutura arquitetônica, que pudesse ser valorizada pela cultura greco-romanos da Roma antiga.

Em meados do século terceiro (por volta de 250) já percebia que o império romano acabara. À Leste formara-se o poderoso império Sassânida, que fez duríssimo ataque aos romanos. Em 260 foram capturados o imperador Valeriano e todo o seu exército de 70 mil homens, e devastadas as províncias do Leste. Ao Norte formara-se outro aglomerado de povos fortes – os Godos, que desceram devastando do Norte até Esparta, Atenas e Ravena. Eram terríveis os amontoados de destroços que deixavam. A maior parte das pessoas cultas perdeu a vida ou tornou-se escrava. A vida regrediu ao estado primitivo e selvagem. A agricultura e o comércio foram aniquilados. . O Imperador Décio e o seu exército já tinham sido massacrados em 251.

Em 271 o imperador Aureliano ordenou aos soldados e cidadãos romanos que abandonassem aos Godos a vasta província da Dácia e suas minas de ouro: porque a defesa daquelas terras já tinha custado muito sangue. E como não existiam mais províncias a conquistar e a explorar, todas as tensões se voltaram para o cidadão romano comum. Sobre ele abateram-se taxas cada vez mais onerosas e a exigência de trabalhos gratuitos cada vez mais para a manutenção de aquedutos, canais, esgotos, estradas, edifícios públicos. Já não se sabia, literalmente, se o trabalho realizado era para sobreviver ou para pagar as taxas.

Em 284, depois de uma brilhante carreira militar Diocleciano foi aclamado imperador, que estabeleceu que as taxas fossem pagas tanto por cada pessoa quanto por cada pedaço de terra cultivável. Nestas condições a coleta das taxas foi confiada a uma atilada e imensa burocracia, que tornava impossível fugir ao fisco e que punia de modo desumano quem conseguia fazê-lo.

As taxas eram tão pesadas, que elas tiravam a vontade de trabalhar. A solução foi proibir que abandonasse o lugar de trabalho – o pedaço de terra que cultivasse, a oficina que trabalhasse e o uniforme militar da unidade que servisse.

Os primeiros vinte anos do reino de Diocleciano não molestaram os cristãos. Mas, em 303, como um golpe de cena, desencadeou-se a última perseguição contra eles. Quatro editos consecutivos impuseram aos cristãos a destruição das igrejas, o confisco dos bens, a entrega dos livros sagrados, a tortura até à morte para quem não venerasse o imperador. E quando Diocleciano abdicou em 305, sucedendo-o “Augusto” Galério, este demonstrou ser ainda mais fanático até 311, seis anos antes de morrer, quando editou um decreto que deteve a perseguição e que marcou historicamente a liberdade de ser cristãos. Galério deplorava a obstinação e a loucura dos cristãos, que em grande número tinham recusado a retornar à religião da antiga Roma; mas declarava que persegui-los tornara-se inútil.

Os cristãos foram se tornando cada vez mais fortalecidos pelo apelo à dignidade de toda pessoa, mesmo a mais humilde. A igualdade de todos diante de Deus foi o ponto mais revolucionário da mensagem cristã, que silenciosamente foi fazendo o seu caminho na consciência de tantas pessoas e de tantos povos. Pessoas que os romanos tinham relegado a posições miseráveis de nascidos escravos e de lixo humano. Finalmente as perseguições só se encerram totalmente depois do edito de Constantino I, em 321D.C.

Vaticano – Em Roma conhecemos também no espaço físico do Vaticano varias de suas construções, especialmente a sua Basílica e o seu museu com as suas extensas galerias, quando pudemos perceber mais intensamente uma correlação entre o ontem e o hoje. Pudemos perceber que das ruínas da antiga Roma leis, editos e contratos feitos para serem cumpridos, estão em sintonia impositiva com as bulas papais, encíclicas e resoluções de sínodos.

São dois momentos apenas aparentemente diferentes. O primeiro marcou-se pela ostentação física e pela força aprisionadora político-militar de um povo que se conduziu pela fria racionalidade e conceitos filosóficos. O segundo marca-se também pela ostentação e pela força aprisionadora, mas de consciência pelo conceito de pecados como eficientes carcereiros das emoções humanas. O segundo momento tomando outro rumo afastou-se do ideal dos primeiros cristãos. Perdeu-se em suntuosas construções, sem perceber verdadeiramente o porquê no mundo da presença simples, humilde e amorosa de Jesus de Nazaré, como O Messias.

E ele continuou perdendo muito mais, pela ausência de sintonia com a Realidade de O Cristo – ou, com a Energia Crística, que Jesus de Nazaré manipulava através de seu Corpo Mental não só para realizar os seus “milagres”, ao dominar Leis Universais e manipular Frequências Multivibracionais, mas também para extrapolar a realidade física e alcançar o Multidimensional – “Os Céus”.

Aqueles que deveriam direcionar corretamente este segundo momento, eles não alcançaram o verdadeiro sentido do que Jesus de Nazaré disse dois mil anos atrás: “Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas; porque eu vou para o Pai”… (João 14:12).

Nesta nossa visita ao Vaticano percebemo-lo como um enorme museu, com suas varias galerias e salões mostrando tanto em seu museu propriamente dito quanto nos espaços internos e externos de sua Basílica milhares peças de arte e muitas delas em pedra, tela e tapeçaria.

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Registros fotográficos de algumas construções da praça junto à Basílica de São Pedro, que dali a “voz papal ecoa” principalmente para o Ocidente, escutada por bilhões de pessoas.

Registros fotográficos de alguns locais dentro da Basílica de São Pedro e de algumas imagens esculpidas em pedra que estão ali expostas. São obras de arte feitas em épocas diferentes por renomados artistas.

Registros fotográficos da esquerda para a direita: entrada do museu do vaticano; a escada em espiral no seu interior dando prazer ao visitante de subir ou de descer nesta verdadeira obra de arte; extensas galerias no interior do museu quase sempre com suas paredes (inclusive tetos) ornamentadas por pinturas, afrescos e outras obras de arte; Capela Sistina mostrada nas duas imagens finais e que ali o único inconveniente é às vezes o visitante ficar um pouco tonto, ao olhar para cima, forçando o seu pescoço e andando ao mesmo tempo, porque não se deve parar naquele estreito recinto.

Os registros fotográficos acima são da galeria das tapeçarias, que nela em suas paredes estão expostos imensos tapetes de varias épocas do Vaticano, portanto são também da época de vários papas. Ao passarmos por aqueles tapetes mais antigos – ou dos primeiros papas, a sensação de mal estar que ali tivemos, ela nos fez lembrar aquela outra quando tocamos no Muro das Lamentações, mas neste caso mais passageira e não tão intensa.

No dia 20 de setembro (2014) chegamos a Paris – a cidade Luz, onde também ficamos dois dias para conhecermos a cidade em seus pontos turísticos habituais, como irmos a Torre Eiffel, deslocarmos em barco pelo rio Sena enquanto jantávamos (já incluído no “pacote”) e também, irmos às praças, jardins e outros monumentos mundialmente conhecidos. Entretanto a nossa visita se fez especialmente ao Museu do Louvre e para alguns ainda, se fez também, em compras nas Galerias Lafayette. No nosso caso continuamos com a nossa observação e reflexão em relação “a historia dos acontecimentos”, que desde a Galileia sucediam-se e iam se somando – e, com eles íamos aprendendo.

Com este critério de observação e de interesse vamos colocar apenas algumas poucas informações em forma de imagens e de textos, do Louvre e da Galeria Lafaiete.

O Museu do Louvre – Ele é um dos mais famosos museus do mundo. Com seus salões e extensas galerias está localizado no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rue de Rival dos Champs-Élysées. Ali se encontra a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, enormes coleções de artefatos do Egito antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Ticiano, Rembrandt, Michelangelo, Goya e Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas. O museu abrange, portanto, oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente. O Louvre é gerido pelo Estado Francês através da Réunion des Musées Nationaux. É o museu mais visitado do mundo.

No Louvre existem muitas telas que são de varias épocas e que através delas os pintores retrataram vários temas e, entre eles, o tema religioso com sua visão de mundo. E nesta ocasião, quando também ficamos frente a frente com a tela de Mona Lisa, pensamos não em “seu olhar e sorriso enigmáticos”, mas “no enigma” de tanto alvoroço e ajuntamento que é criado para vê-la mais de perto – com o visitante previamente avisado, permanecendo o tempo todo segurando a sua carteira no bolso, para não ser roubado.

 

Em um dos setores do Museu do Louvre estão estatuas esculpidas por escultores de épocas mais recentes e outras de épocas mais antigas retiradas de sítios arqueológicos. E em qualquer um dos dois casos se vê a capacidade criativa do homem em lidar mais com o mundo da realidade física – e da anatomia, esculpindo formas para a admiração e a satisfação dos sentidos.

Galerias Lafayette – Centro de compras em Paris muito conhecido por aqueles, que procuram comprar artigos de qualidade naquela cidade.

Estas galerias de produtos de grife são um centro de compras, que preenchem as necessidades dos sentidos humanos, ao encantar a pessoa pela glamorosa iluminação e pelo brilho dos cristais que ali vê, pelos perfumes exalando de algumas lojas que ela sente ao passar pelas galerias, pela degustação de saborosos pratos servidos em suas praças de alimentação e pelo prazer final de sentir segurando em acabadas sacolas, o que ela comprou e como um troféu carrega.

Regresso ao Brasil – Partindo de Paris chegamos à cidade São Paulo, dia 23 de setembro, depois de quase 14 horas em um vôo direto. Regressamos à Nação que dará continuidade à semeadura que foi feita dois mil anos atrás ao redor do Lago da Galileia, mas como ela foi mal adubada desde àquela época, as sementes não cresceram como deveriam, não cresceram corretamente. Agora no interior do Brasil o terreno está sendo preparado, para que a semeadura continue sendo feita como antes, mas com as sementes sendo hoje corretamente adubadas para que elas finalmente cresçam e deem bons frutos – “frutos de ouro” para a Era Dourada.

No interior do território brasileiro – no Centro Oeste e no Planalto Central, ali está predestinado ao surgimento da Sétima Raça, de acontecer o surgimento uma nova civilização – a Raça Dourada.

Visualizando o mapa do Brasil ele assemelha a um triangulo com o vértice para baixo. E o Triângulo um polígono que tem três ângulos e três lados (e, neste caso o isóscele com três lados iguais), por detrás desta definição aparente simples existe toda uma significação, toda uma simbologia, que através das idades, dos séculos e das civilizações, o Homem nunca ignorou e sempre soube respeitar, consciente ou inconscientemente. O simbolismo do triângulo cruza-se com o do número Três. E o Três que tem o seu significado mais amplo irradiado da Matemática Universal, é também universalmente um número fundamental, exprimindo uma ordem intelectual e espiritual – em Deus, no Cosmos e no Homem.

Água e Terra (Femininos, a base do triângulo é em cima e o vértice aponta para baixo/Matéria)… “E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol… E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono”

O futuro para o homem é O Presente para a Divindade – como Lei por Ela já firmada na Matemática e Geometria Universais.


Fogo, Ar (Masculinos, a base do triângulo é embaixo e o vértice voltado para cima/Espírito)… E do interior do território brasileiro… Deu a luz um filho homem…

No interior do Brasil e dentro de uma região delineada por um triangulo (isóscele) um novo tempo já começa se tornar realidade. Ali a semeadura da Galileia está sendo continuada, para que “germine” uma nova civilização, que já se mostra como o presente buscando o futuro – a Era de Ouro. Esta realidade já se mostra presente pelo o que é ainda inexplicável pela ciência oficial na forma de várias entradas (físicas) para os mundos interiores na região da Chapada dos Guimarães, Serra do Roncador e principalmente, na Barra das Garças (MT); pelo nascimento da cidade de Brasília (GO) como o coração e o centro do poder (temporal), que ainda está aprendendo como se deve conduzir em sintonia com este Novo Tempo; pelo o que já está sendo construído em parceria com as realidades paralelas na Cidade de Ziguratz, com o seu grande vórtice – “portal”, no Município de Corguinho (MS); pelas vibrações em frequências mais sutilizadas que estão reforçando a construção de um futuro espiritual e vibracional para a humanidade e que estão sendo irradiadas das cidades de Pouso Alto, Itanhandu, Carmo de Minas, Maria da Fé, São Tomé das Letras, Conceição do Rio Verde, Aiuruoca – e, de São Lourenço (MG).

Os triângulos entrelaçados sinalizam em seu significado simbólico dentro da Geometria Universal, o equilíbrio da polaridade da natureza e do espírito, masculino e feminino, luz e escuridão.

Triângulos entrelaçados

Sentido de equilíbrio das polaridades

Os agentes desta nova semeadura autodenominados de dimensionais (de origem cósmico-divina, capazes de interagirem conscientemente com as realidades paralelas), eles ao formarem um grupo especialmente compromissado, também passaram por processos de construção semelhantes àqueles do outro grupo de dois mil anos atrás. As pessoas que o compõem tiveram antes, que passar por momentos de aprendizado na forma de desencontros tipicamente humanos. Passaram por acertos, desconfianças, incompreensões e lágrimas, mas também de descobertas e de alegria em relação a si mesmas, ao universo e às realidades paralelas. Prepararam para interagirem nas Frequências do Mental Superior e do Mental Dimensional com o necessário padrão evolutivo – em estado de consciência e de razão próprios para manipulá-las e direcioná-las.

O despertar é constante, portanto é um processo dinâmico-individual, experimental e renovador no espaço e no tempo. Assim, as formas pelas quais informações e conhecimentos foram passados e recebidos seis mil anos atrás, não foram os mesmos de dois mil atrás e muito menos devem ser os mesmos de hoje.

O Cristo como Energia Universal envolve (“salva”) aqueles que estão em estado de graça, que “são puros”, quando vibram e interagem nesta Frequência. O ser humano (homem e mulher) quando não distorce o verdadeiro motivo do uso da energia sexual-kundalini e muitas vezes nem tendo o casal relação sexual, vivenciando a “sexualidade imaculada”, ele cria o Salvador – gera a Chama Trina através do Fogo Crístico.

Acima uma imagem fotográfica da Energia Crística, que se mostrou durante um trabalho mental utilizando-se da energia vibracional (Kundalini) dos dimensionais, no campo da Universidade Federal de Minas Gerais/Brasil, envolvendo-os – Energia Viva na Frequência da Luz/Cor Vermelha de Realização no mundo físico (também chamada de Energia do Espírito Santo).

Apenas quando a Inteligência humana dispõe a servir o Cristo interno – o Logos, é que a felicidade mais verdadeira instalará na Terra – na Era Dourada que já se iniciou, para que aconteça a presença mais premente do Bem. Mas, esta presença não é obra que acontece em função de terceiros ou pelas circunstancias da natureza, mas é algo que os seres humanos devem produzir dentro de si através da intima substancia de seu “Ser”. Uma percepção que não é alcançada, porque vem sendo ardilosamente distorcida pelos sentidos humanos como instrumento do “eu”, que com eles “vai levando a vida” na ilusão da consistência do mundo físico, sem a capacidade de mentalmente alcançar o mais além – as frequências mais sutis das realidades paralelas.

E, as pessoas só alcançarão a intima substancia se seu “Ser”, quando souberem se conduzir mentalmente neutras pela Linha B (do Meio) de suas Linhas da Vida, sem mais se deixarem influenciar pelos excessos tanto negativos quanto positivos, que são gerados respectivamente pelas suas emoções nas Linhas Auxiliares A e C de suas três Linhas da Vida – portanto, já livre do sentimento de dualidade próprio para “ se jogar” no conflitante “jogo da vida”, na realidade física .

A Era de Peixes começou no ano 7 a.C, com o nascimento do Avatara da Era de Peixes Jeoshua Ben Pandira – ou, Era de Jesus de Nazaré – O Cristo bíblico. Seu nascimento ocorreu sete anos antes da data oficial como o marco inicial zero da humanidade – e, ele expressou como tônica principal de sua Era a Vibração do Amor Universal.

A Era de Ouro já começou em terras brasileiras, conforme a tradição que se iniciou no Oriente e se firmou no Ocidente com seu manancial de conhecimentos passados… E o Avatara desta época chamado de Maitreia Buda por alguns, ele comanda este Novo Tempo voltado ao Conhecimento e à Sabedoria.

Buscar conhecimento e, sobretudo, buscar verdadeiramente “Se Conhecer”, é a única maneira que os seres humanos conseguem fugir “das trevas da ignorância”. Buscar “este conhecimento” é necessário, para que eles se informem de seu passado, se faça com firmeza no aqui e agora, buscando com coerência o seu futuro.

Aqueles que já estão compromissados com este Novo Tempo e nele, com a Energia Vermelho-Dourada do Cristo Universal, já vivenciam na realidade física “dois tipos de vida”, a de sua condição humana com seus afazeres cotidianos e a de sua condição dimensional que exige deles constantes conhecimentos com aumento em seu nível de consciência, para cumprirem o compromisso que firmaram antes de tudo consigo mesmos e também, com o Universo e com as realidades paralelas.

Eles estão procurando a evolução mental – ou seja, a utilização correta da energia vibracional e com ela o pleno domínio de suas potencialidades mentais. Estão procurando alcançar níveis mentais compatíveis com as mudanças vindouras e necessárias a uma nova etapa evolutiva físico-mental e comportamental para a humanidade. Eles estão aprendendo coordenar mais constantemente seus pensamentos e desejos em outro padrão evolutivo e, com isto, canalizarem energias para que atuem de maneira favorável

Eles já estão ensaiando para serem verdadeiramente livres e mais rapidamente “levantarem vôo”, dominando Leis Universais, manipulando Frequências Multivibracionais e alcançando o Multidimensional.

Eles já possuem a condição mental e vibracional para transporem os portais energéticos e interagirem com as realidades paralelas, como mostra abaixo a imagem filmada do vórtice (espiral) com o seu ponto zero, que através dele trouxe à realidade física a “Placa” de um dimensional.

Acima à esquerda o vórtice gerado com a energia mental do dimensional, que com ela ao manipular na realidade física campos eletromagnéticos, materializou a sua “Placa” à direita, que trouxe na linguagem dos símbolos informações relacionadas ao seu passado e ao seu futuro, necessárias ao aqui e agora ao desempenho de seu compromisso cósmico-divino.

Do interior do território brasileiro, em um espaço triangular com seu significado na Geometria Universal, as Energias em Frequências diferentes dali irradiadas, elas se completam e se somam para gerar a Energia Nascedoura da Nova Era. Naquela região surgirá uma Civilização com a Nova Visão de Mundo. – da Era Dourada… Era da Sabedoria pelo Conhecimento… Era do Cristo Universal… Era de se descobrir pelo Mental Concreto e pelo Mental Sutil… De se Universalizar, procurando O Conhecimento em Sintonia à Mente Universal.

Fontes de consulta:

A Vida na Terra Santa na Época de Jesus – de Airel Finguerman, PhD

A Terra Santa do Peregrino – de Airel Finguerman, PhD

Roma ontem e hoje sobreposto – de Giuseppe Gangi

As obras-primas do Louvre – Guia Oficial – Beaux Arts éditions

http://marceloberti.wordpress.com/2011/04/29/josefo-e-a-historicidade-de-cristo/

www.origemedestino.org.br/blog/johannesjanzen/?post=174)

Apostilas do Projeto Portal

wikipedia.org/wiki/Terra_Santa

wikipedia.org/wiki/Wikipédia:>Imagem

Fotografias tiradas na Excursão à Terra Santa da Via Brasil – setembro de 2014

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