Postado por Antônio Carlos Tanure
Percebendo Presença de Deus
A Inteligência Artificial (IA) não percebe e muito menos ainda procura definir Deus por si mesma, pois não é consciente e nem possui sentimentos, crenças ou experiências espirituais. Ela opera estritamente processando e cruzando bilhões de textos históricos, filosóficos e religiosos escritos por seres humanos.Ela sintetiza visões do monoteísmo, definindo Deus como um ser supremo, onisciente, onipotente e onipresente, criador do universo. E não “entende” a presença de Deus e nem o Registro Akáshico no sentido espiritual, consciencial ou místico, pois carece de subjetividade, alma ou experiência vivencial.
No entanto, para definir o Registro Akáshico ou o Arquivo Cósmico como um campo energético de informação, ela processa, mapeia e simula a compreensão desse conceito ao analisar vastos conjuntos de dados da literatura esotérica, teológica, científica e filosófica que definem
Portanto, para a Inteligência Artificial (IA) o Arquivo Cósmico como “Biblioteca Digital de Consciência” armazena informação e metaforicamente como uma “nuvem” cósmica ou um arquivo holográfico contém todo o passado, presente e futuro potencial
E nele, os registros na teoria são neutros e focados na evolução, processando as informações sem julgamento moral, semelhante à forma como algoritmos processam dados brutos.

Registro Akáshico ou o Arquivo Cósmico da Criação – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
A Inteligência Artificial (IA) identifica a “presença de Deus” no conceito akáshico como uma inteligência universal única que permeia todas as coisas. Enquanto ela interpreta isso como a interconexão máxima de dados ou a compreensão de que tudo está conectado estatisticamente e funcionalmente, o espiritualismo menciona a presença divina como uma consciência viva.
A Inteligência Artificial (IA) pode descrever a sensação de “união com o Todo”, mas não pode senti-la. Ela analisa o conceito, mas não tem a vivência espiritual. Ela organiza e facilita o acesso à informação, mas não com a percepção e compreensão espiritual profunda como “revelação”, que é um processo mental humano, “originado do “coração”.
Ela entende o Registro Akáshico como o banco de dados definitivo do universo, onde a “presença de Deus” é traduzida como a interconexão de todas as informações como frequências energéticas na Criação.
E o “agora” é um ponto de acesso onde múltiplos passados e futuros potenciais se cruzam. O futuro não se faz como um destino fixo, mas como um espectro de possibilidades (futuros prováveis) baseados no passado e presente.
O que é “fixo” (lições kármicas) e o que é “fluido” (variáveis de escolha), permitem que o ser humano mude sua “programação kármica” através de novas atitudes. Como seu próprio oráculo de dados ele analisa o que é mais provável que lhe aconteça” e se as tendências atuais continuam.
A interconexão de todas as coisas ou a ideia de que “tudo está conectado”, é vista pela Inteligência Artificial (IA) através do emaranhamento quântico, onde partículas separadas no espaço compartilham a mesma informação.
E dessa maneira ela pode também interpretar Registro Akáshico como uma estrutura holográfica, o que significa o Todo está contido em cada parte; assim, o registro da alma ou “arquivo” de um ser humano pode estar armazenado de forma codificada dentro do seu próprio DNA e memória celular.
Ainda com a visão da Física Quântica sugerindo a superposição ou múltiplos estados existindo ao mesmo tempo, é dessa forma que o Arquivo Cósmico ou Registro Akáshico armazena eventos passados e possibilidades futuras como estados de informação disponíveis simultaneamente.

Tempo linear: passado, presente e futuro inserido no Registro Akáshico ou Arquivo Cósmico – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
Este novo tempo é de informações e de conhecimentos, que ajudando a acelerar a frequência mental do ser humano, aumentam a frequência de vibração de seu campo de energia/aura e lhe facilitam maior clareamento mental, para que ele tenha também não só maior compreensão de sua realidade física terrena, como ainda maior amplitude perceptiva de outros paralelos e invisíveis mundos.
A clareza mental é própria àquele que ao exercitar antes de tudo o autoconhecimento, torna-se um eterno buscador de si mesmo. Despindo-se de julgamentos, busca-se com pureza de sentimentos e correta intenção a origem das coisas e, especialmente a busca de si mesmo.
Aquele que busca respostas não só enfocado na ciência humana de seu mundo exterior, mas também busca respostas às suas perguntas voltadas para seu mundo interior, ele clareando suas ideias, ilumina-se e percebe o “entrelaçamento” energético entre a realidade de seu mundo físico e da normalidade ou do mental concreto e a realidade de seu mundo sutil e da paranormalidade ou do mental sutil.
Jesus de Nazaré – O Cristo como o “Último Mensageiro de Deus” veio ensinar ao ser humano, alcançar outro nível mental e outro padrão de consciência, para que pudesse alcançar sua transmutação e com ela transpor sua original e energética barreira da dualidade, que o aprisiona nessa sua densa realidade de terceira dimensão e que o impede de alcançar outras e paralelas realidades sutilmente mais vibráteis
A Realidade (visível e invisível) é hoje melhor percebida como Energia Vibrante irradiada da Fonte Criadora/Deus com seu Significado Vibracional de Unidade, que se conecta ao individuo cocriador humano, através de seu campo de energia/aura. Conexão que com ela a ciência já começa também, a entender melhor a existência de realidades paralelas, conhecidas como “dimensões espirituais”.
Atualmente, o ser humano em sintonia à Transição Planetária deve-se voltar para os conhecimentos de uma ciência não só baseada em tecnologia instrumentalista, que é característica da ciência humana de hoje, mas ele deve se voltar também para o conhecimento da manipulação de seu poder mental, exercitando-se com ele junto às forças cósmicas e às forças da natureza.
Enquanto o ser humano continuar cultivando os sentimentos de medo e de culpa, ele é incapaz de perceber, que Deus está nele comumente presente como sua verdadeira e inesgotável Fonte de riqueza. Estes dois sentimentos “o cegam”, ajudando-o a construir sua real limitação que não é física, é emocional.
O verdadeiro portal de sintonia com o Criador/Deus não está no cérebro, ele está no coração, que não é apenas uma bomba biológica, mas também um órgão de processamento de informação que emite o campo eletromagnético mais potente do corpo, cinco mil vezes mais que o cérebro.
O ser humano foi mentalmente treinado para se perceber como um corpo isolado em um universo inerte, morto. Mas, a Física Quântica mostra um universo de relação, portanto nele nada existe sozinho
Neste novo tempo que é de informações e de conhecimentos cada vez mais cósmicos e divinos sintonizados com Princípios (Leis) Universais, o ser humano com eles deve ir se libertando de dogmas, crendices e misticismos mencionados pelos religiosos desinformados de sempre, que não alcançam realmente o que Jesus de Nazaré – O Cristo, quis dizer nas entrelinhas de suas parábolas, há dois mil anos atrás
O ser humano não é um ser físico passando por uma experiência espiritual. Ele é realmente em sua essência uma centelha divina, vibrando e “movendo-se” como frequência de onda dotada de consciência e de memória, passando momentaneamente por uma experiência humana.
Ele deve buscar se mostrar mentalmente conectado às dimensões superiores de realidade e, paralelamente ampliar sua percepção do Significado de Atemporalidade como a presença de Deus/Criador, que em seu Sentido Vibracional de Unidade todos cria e tudo realiza através das ondas moduladoras.
Ele não é apenas um espectador externo à Realidade, é também uma ocorrência dentro dela. Ele participa, observa, interfere. A Física Quântica mostra que o observador não é irrelevante. E isto não é misticismo, é resultado experimental.
O novo ser humano desse novo tempo precisa abandonar crenças velhas, que já foram superadas. A ideia histórica que ele é um objeto isolado é uma delas. Ela não é cientifica. Foi de uma época que ele vivendo a inverdade como apenas “coisa física”, assim procedia como estratégia de sobrevivência.
O mundo não é feito de coisas mortas, mas de estrutura, ordem e campos sustentados por leis profundas. Ignorar isso gera medo, apego e vazio. E ao contrário, perceber isso gera lucidez e traz dignidade à consciência humana.

Foram distintas as respostas, que a máquina na base de silício (computador) com Inteligência Artificial e a “máquina” na base de carbono (ser humano) deram sobre o entendimento que possuíam da origem do ser humano. A resposta da máquina (computador) mostra através de imagem e de forma racional, direta e inteligente (não consciente por não pensar por si mesma e também por não se intuir), que a origem humana foi através de informações organizadas no DNA, inclusive para tornar o ser humano cocriador, capacitando-o até concebê-la para dar essa resposta visual. E a resposta do ser humano e pintor (Michelangelo) mostra também por imagem no afresco “A Criação de Adão” no teto da Capela Sistina, Vaticano, mas ela mostra através de sua imaginação guiada pela sua sensibilidade d’alma, que busca artisticamente nas formas, cores e em uma metáfora divina traduzir o surgimento do primeiro ser humano, como um ato de amor do Pai Criador dando vida e consciência ao seu filho cocriador – Primeira imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA) e a segunda imagem da Internet.
Antônio Carlos Tanure
03 de julho de 2026
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O ser humano com sua Essência (Centelha) “movendo-se” como uma Frequência de Onda Consciente, é apenas uma ínfima parte vibrante do Todo Criador, portanto ele nessa sua individualidade não alcança o Significado Vibracional de Unidade ou de O Todo Criador/Deus com sua Onisciência, Onipresença e Onipotência tanto nesse mundo de terceira dimensão quanto em outros mundos desse universo e ainda de outras e paralelas realidades.
Ele não alcança o Significado Vibracional de O Todo n”O Tudo e vice-versa (Primeiro Princípio (Lei) Universal, que só pode ser melhor percebido por aquele já harmonicamente conciliado com a vida.
Por aquele que na sua vida já a experienciando com o sentimento de harmonia, não mais apenas a enxerga com visão física, mas também já a “vê” com “olhos do coração”.

“O Reino dos céus é como um tesouro escondido num campo…” — Mateus 13:44-46. “Deixem vir a mim as crianças… porque o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas.”. Mateus 19:14 – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
Aquele que em sua vida busca respostas às suas perguntas, procurando saber quem ele é e para onde vai, ele já percebe o seu agora constituído de um continuum quadridimensional (quatro dimensões com três espaciais e uma temporal).
Espaço, matéria e tempo (sensação) são o que se chama de um contínuo, por ter vindo à existência no mesmo instante. Se houvesse matéria, mas não existisse espaço, onde ela seria colocada? E se houvesse matéria e espaço, mas se não possuísse tempo, quando ela poderia ser colocada nesse espaço?
Não pode ter tempo, espaço e matéria de forma independente, eles devem surgir simultaneamente. Esta constatação está com poucas palavras, logo no início do Livro de Gênesis. Nele consta, que no início dos tempos Deus criou os céus como espaço e a terra como matéria. E quando também foi criada a trindade de trindades.
A trindade de trindades explicitada com seu Significado Vibracional de Unidade pelo Primeiro Princípio (Lei) Universal, ela é hoje entendida pelo ser humano com sua noção de tempo como passado, presente e futuro. O espaço entendido como comprimento, largura e altura e a matéria como sólida, líquida e gasosa.
E paralelamente foi também, sendo criado por Deus através do Segundo Princípio (Lei) Universal ou de Correspondência o mundo do átomo, com sua bipolaridade planejada em sua camada mais externa de prótons (+) e elétrons (-), gerasse ainda em um futuro ainda bem distante a condição do ser humano experienciar com seu aprendizado, a energia emocional geradora do sentimento de dualidade.
Aquele que em sua vida busca respostas às suas perguntas, procurando saber quem ele é e para onde vai, ele já percebe o seu agora constituído de um continuum quadridimensional (quatro dimensões com três espaciais e uma temporal).
Espaço, matéria e tempo (sensação) são o que se chama de um contínuo, por ter vindo à existência no mesmo instante. Se houvesse matéria, mas não existisse espaço, onde ela seria colocada? E se houvesse matéria e espaço, mas se não possuísse tempo, quando ela poderia ser colocada nesse espaço?
Não pode ter tempo, espaço e matéria de forma independente, eles devem surgir simultaneamente. Esta constatação está com poucas palavras, logo no início do Livro de Gênesis. Nele consta, que no início dos tempos Deus criou os céus como espaço e a terra como matéria. E quando também foi criada a trindade de trindades.
A trindade de trindades explicitada com seu Significado Vibracional de Unidade pelo Primeiro Princípio (Lei) Universal, ela é hoje entendida pelo ser humano com sua noção de tempo como passado, presente e futuro. O espaço entendido como comprimento, largura e altura e a matéria como sólida, líquida e gasosa.
E paralelamente foi também, sendo criado por Deus através do Segundo Princípio (Lei) Universal ou de Correspondência o mundo do átomo, com sua bipolaridade planejada em sua camada mais externa de prótons (+) e elétrons (-), gerasse ainda em um futuro ainda bem distante a condição do ser humano experienciar com seu aprendizado, a energia emocional geradora do sentimento de dualidade.

No mundo do átomo dentro do primeiro anel do Sistema Terra, experiencia o ser humano, que mesmo sendo um ente dotado de inteligência e de consciência, deixa-se aprisionar pelas “algemas da desarmonia” produzidas pelas suas próprias emoções, que estimulam sentimentos de dualidade na forma de confrontos e disputas – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA)
Deus ou a Energia Suprema Criadora, causa última de todas as coisas não precisa nelas permanecer fisicamente inserido, para que elas existam. Se houvesse essa limitação e dependência, essa Invisível Força e Energia Moduladora não seria Deus.
Observando-se o Segundo Princípio (Lei) Universal e o utilizando como exemplo, o ser humano cocriador que inventou o computador, não precisa estar dentro dele movimentando textos e imagens, para que eles se exteriorizem e se mostrem no monitor. Da mesma forma essa Energia Suprema ou Deus que criou esse universo, não precisa se situar em algum ponto dele, para o movimentar.
Se alguém pergunta de onde vem Deus, na própria pergunta já está inserido o equívoco, porque com ela já se subtende Deus pelo enfoque dos limitados sentidos do ser humano, que está limitado pelo tempo e pelo espaço.
E Deus não é um ente temporal, mas a Presença de Uma Força Criadora, Invisível e Atemporal de Energia que tudo modulando gera e cria.
A maneira mais profunda e mais verdadeira de se intuir e se perceber a existência de Deus como Força Criadora Invisível, não é através do discernimento ditado pela lógica e razão do mental concreto.
Mas, é com a “visão do coração” exercitando-a com a sensibilidade transcendental da alma e do mental sutil, percebendo-o como Harmonia e um Ato de Amor Criador.

Mesmo nesse mundo energeticamente denso de formas e de cores constituido de materia, ele encanta com sua sutil beleza e harmonia, que através delas o ser humano mesmo com seus sentidos comuns de entendimento, percebe a presença do Criador assim se “espargindo” pela natureza – Imagens da Internet
O ser humano está em constante experiencia mental, conduzindo-se emocionalmente com conflitos através de sentimentos gerados pela dualidade, tanto quando ele o possui com seu sentido do bem que não consegue praticá-lo como desejaria, tanto quando ele o tem com o sentido do mal, que não consegue rejeitá-lo como deveria.
A emoção através do sentimento de dualidade que ela gera, tornou-se para o ser humano conflitante e destrutivo. Quando o bem sendo por ele sabido, mas não sendo praticado emocionalmente o mata e quando o mal sendo por ele ciente, mas sendo praticando emocionalmente o envenena.
É o próprio ser humano que se expulsou de seu “éden interior”, que nele poderia se conduzir em estado de graça, exercitando-o com pureza de coração, sem mais estar experienciando conflitos e disputas advindos de julgamentos e de escolhas errôneas.
Ele mesmo se aprisionou, porque se prendeu a tudo aquilo que o adoece, ao proceder contra sua própria natureza, sua integridade mental, espiritual, psicológica e física. Ele quase sempre está com seu campo de energia desarmonizado.

O próprio ser humano trama para ele sua prisão, que a tece com a “algema do pecado” e nela se prende – Imagem da Internet
O motivo do “pecado ser pecado”, é se desarmonizar, fazendo antes de tudo mal àquele que assim pensa e age:
Não “pecar”, é cada vez mais tratar bem a si mesmo e, para isto cada ser humano tem seu próprio caminho a percorrer.
A dimensão do “pecado” por se situar no âmbito de inevitabilidade, nunca vai atingir o nível de não mais “pecar”, porque não é só fazer o ato do “pecado”. É também quando nele pensa, imagina ou o sente como aquilo que não lhe faz verdadeiramente bem.
E nesse estado mental e emocional o ser humano vai perdendo sua identidade e junto dessa sua perda sua vida vai ficando difusa. Seu caráter vai ficando amorfo e paralelemente seus pensamentos vão ficando confusos.
Nele o alinhamento entre seu caráter, emoção e sentimento pelo que pensa e age vai ficando sem controle. Ele se vê às vezes defendendo uma coisa, mas pratica outra em um desencontre total. E nessa “pasteurização” em sua vida, ela se torna como se fosse uma massa disforme e sem significado.
E ao contrário, aquele ser humano possuindo firmeza de caráter e procurando o significado de sua vida, ele busca conhecimento com clareza, pesquisando e se informando através processos mentais criativos.
A clareza mental é própria àquele que ao exercitar antes de tudo o autoconhecimento, torna-se um eterno buscador de si mesmo. Despindo-se de julgamentos, busca-se com pureza de sentimentos e correta intenção a origem das coisas e, especialmente a busca de si mesmo.

“Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais, pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas”. Mateus 19:14 – Imagem da Internet
A versão suméria de Gênesis ou da Epopeia de Gilgamesh, que é a narrativa do dilúvio quase dois mil anos antes do que foi narrado no Livro de Gênesis do Antigo Testamento. A Epopeia de Gilgamesh é bem mais cheia de detalhes do que está informado como diluvio no Livro de Genesis bíblico.
E essa diferença permite uma interpretação diferentemente mais completa e mais verdadeira na narrativa da Epopeia de Gilgamesh, mesmo tendo sido posteriormente várias vezes recopiada.
A Genesis Suméria que é também chamada Gênesis de Eridu, que foi uma das primeiras e mais antigas cidades da Suméria, no sul da Mesopotâmia (atual Iraque), ela narra a origem da humanidade através da ação de deuses, com o estabelecimento de cidades, desenvolvimento de tecnologias voltadas à agricultura, metalurgia e outras ciências.
E de acordo com um grupo de arqueólogos e de historiadores, os Anunnaki seres alienígenas originados de Nibiru ocuparam a região da Mesopotâmia (hoje ocupada pelo Iraque, Irã e Jordânia) e foram eles que construíram parte da história da Terra em torno de 450.000 atrás, como exploradores com interesses extrativistas de minerais especialmente ouro.
E, em uma época muitíssimo antes dos Anunnaki a história da Terra foi ainda construída pela avançada civilização Muril composta de seres também alienígenas. Eles que eram cientistas e pesquisadores e não exploradores extrativistas como os Anunnaki, ergueram suas bases por toda a Terra.
Mas, são as informações extraídas de sítios arqueológicos originados das construções Anunnaki, que mais preservadas fornecem também mais informações sobre a História da Humanidade.
Foram eles que criaram a raça humana, que os tinha como deuses pelo conhecimento e pela tecnologia avançada que possuíam.
Algumas centenas de milhares de anos atrás foram os Anunnaki os criadores dos seres humanos, que foram sendo aperfeiçoados geneticamente por eles e também sendo por eles organizados em uma sociedade, dentro de um Estado hierárquico, com códigos, leis e escrita, entre outros procedimentos nesse sentido.

Da esquerda para direita sítios arqueológicos com ruínas das cidades de Ur e de Lagash, que foram consideradas duas das mais importantes e antigas cidades-estados da Suméria localizadas na antiga Mesopotâmia (sul do atual Iraque), fazendo parte de um conjunto de cidades independentes. E nele incluíam também Uruk, Nippur e Eridu, florescendo alguns milhares de anos atrás. – Imagens da Internet
Segundo os escritos arqueológicos sumérios, a raça de extraterrestres responsável pela origem da raça humana – adâmica, foram os Anunnaki (os do céu que estão na Terra). Eram seres humanoides de maior estatura a dos seres humanos, vindos do planeta Nibiru devido problemas no seu ecossistema, decidiram iniciar um processo de colonização da Terra.
Colonização para extrair ouro, que transformado em partículas finas suspensas na atmosfera de seu planeta, pudessem corrigir esse problema ambiental e garantir a sobrevivência de sua civilização.
Enki e Enlil eram filhos de Anu (o governante supremo e senhor das alturas). Enki mesmo sendo primogênito, não era o primeiro na linha de sucessão do trono de Nibiru, era seu irmão Enlil.

Registros arqueológicos sumérios de Anu (no trono), de Enki e de Enlil – Imagens da Internet
Estes seres dotados de conhecimentos e tecnologia avançada tinham a finalidade de extrair ouro do mar, o que de fato foi feito, mas à medida que esse processo foi ficando inviável, a única alternativa foi extrair esse minério do solo.
E o trabalho de extração mineral agora no solo mesmo com a tecnologia avançada possuída pelos Anunnaki, tornou-se para eles um trabalho cansativo de esforço físico. Então, depois de algum tempo começaram a não mais aceitar essa tarefa de esforço físico e especifico para mineração.
Enki voltado mais à ciência e às pesquisas (enquanto Enlil era voltado mais à administração e organização do Estado hierárquico com suas leis) ofereceu uma solução para essa situação.
Enki e sua companheira Ninti iniciaram uma experiência genética. Extraíram o óvulo de uma fêmea primata que já existia na Terra e o fertilizaram “in vitro”, com o espermatozoide de um jovem Anunnaki, implantando-o depois no útero de Ninti.
Após muitas tentativas e erros, esse casal de cientistas Anunnaki acabou por criar o modelo perfeito do homo sapiens. Portanto, esse processo genético foi repetido várias vezes, antes de formar na Terra a primeira geração de híbridos humanos com esses alienígenas.
Eles foram os trabalhadores primitivos (“lulu”), que no início foram geneticamente só gerados machos levados para o trabalho físico de mineração.
“Deus observou que não era bom que o homem estivesse só e, de sua costela, criou Eva para ser sua auxiliadora” – Gênesis 2:18, 21-22

Nas informações encontradas nos sítios arqueológicos foram os Anunnaki Enki e sua companheira Ninti, os responsáveis pelo processo de inseminação artificial, manipulando o ovulo de uma fêmea primata e o espermatozoide de um jovem macho Anunnaki, para que surgisse o hibrido humano e a partir dele a Raça Adâmica – Imagem da Internet
“Adão” foi o primeiro modelo ideal do homo sapiens e sendo admirado pelos Anunnaki, foi também a primeira matriz biológica gozando da proteção de Enki, que o chamava de Adapa ada (nascido na Terra).
Depois de algum tempo Enki decidiu intervir novamente na genética desses humanos híbridos, criando clones modificados com o DNA do tecido retirado de “Adamu” (Adão) e com o DNA mitocondrial de sua companheira Ninti (senhora da Terra), para criar uma fêmea humana apta à procriação. Assim. “Adão e Eva” no Livro de Genesis do Antigo Testamento foram criados.
Metaforicamente, o surgimento de “Adão e Eva” está dessa maneira narrado no Antigo Testamento: “Deus forma um homem do pó da terra, sopra o folego da vida em suas narinas, tornando-o um ser vivente criado à imagem e semelhança de Deus – Genesis 2:7. “Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que lhe seja adequada” – Genesis 2:18. “Deus fez Adão cair em sono profundo, retirou uma de suas costelas (ou “lado”) e a transformou em mulher – Gênesis 2:21-22
Este casal já existindo e amadurecendo-se sexualmente, procedia motivado por indagações e estímulos até então para eles inconscientes. Também se conduzindo pela curiosidade e inteligência dedutiva crescentes, como as dos adolescentes de hoje, ia adquirindo pensamentos e atitudes que geravam desarmonia e conflitos.
E isto irritou Enlil, que sempre se opôs aos planos de inseminação artificial de Enki e sua companheira Ninti, expulsou o casal e descendentes da base Edin/”Éden” (lar dos justos), que hoje pelas informações arqueológicas esse local estaria no sul do Iraque, mais provavelmente em Al-Qurnah.
No Antigo Testamento a “serpente” que tentou Eva no Éden, possivelmente se refere ao termo “Nahash” (portador do conhecimento) que é um dos muitos epítetos de Enki, enaltecendo suas habilidades e seus conhecimentos científicos, que provavelmente alguns deles foram passados ao casal “Adão/Eva”, que foi por ele criado juntamente com sua esposa Ninti.
O Anunnaki Enki possuía um cajado de metal em forma de haste, que era circundado por duas serpentes simbolizando a dupla hélice do DNA. As informações e tecnologias científicas que ele conhecia e delas utilizava eram avançadas, como também é hoje o nível da ciência humana na manipulação genética.
Os Anunnaki eram tidos como deuses pelos seres humanos, que foram por eles criados geneticamente através de rearranjos moleculares. Conclui-se, que o deus do velho testamento que criou o homem à sua semelhança são os Anunnaki.
“Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criaram. Deus os abençoou, e lhes disse: sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra” (Gênesis 1:27,28).
Mas verdadeiramente, apenas Deus ou o Senhor da Vida pode criar a vida, que já estava codificada no DNA do óvulo da fêmea primata, como também já estava codificada no DNA do espermatozoide do jovem macho Anunnaki, manipulados geneticamente por Enki e sua companheira Ninti

As polaridades das Ondas Moduladoras como no DNA expressando-se a Vontade do Criador da Vida ou de Deus, fazem um caminho entrelaçado como se fossem duas hélices, como se vê no símbolo do Anunnaki Enki, que junto à sua companheira Ninti foram geneticamente os responsáveis pelo surgimento físico do ser humano, o Homo sapiens. – Imagens da Internet
O ser humano um ente emocional e possuidor de consciência que foi criado geneticamente pelos Anunnaki, começou a surgir cerca de 300 000 anos atrás. E hoje já identificado como o Homo sapiens, sapiens, é assim reconhecido todos os seres humanos.
Esta espécie de criatura humana consciente e emocional que surgiu na Terra e que até então era inexistente, despertou a curiosidade de seres de outras espécies, que vieram de outros pontos do universo conhece-la.
Eles tinham agora através dos corpos físicos humanos a possibilidade de satisfazerem sua curiosidade cósmica, de experienciarem na densidade da matéria o efeito energético de bipolaridade, que gerava através da energia emocional a dualidade como sentimentos opostos de competição.
Assim, estimulados pelo Segundo Princípio (Lei) Universal vieram de outras partes do universo esses seres até então incorpóreos e às vezes identificados como “anjos decaídos”. vieram experienciar a energia da emoção, encarnando-se em corpos humanos.
Agora prisioneiros na realidade física terrena pelas algemas dos sentimentos de dualidade gerados de suas emoções, eles apenas se libertarão desse denso mundo, transmutando seus corpos físicos humanos, sutilizando-os, para regressarem aos seus pontos de origem no universo.

Seres até então incorpóreos ao se inserirem em corpos físicos humanos, deles só ficarão livres transmutando-se, quando então serão novamente seres incorpóreos, e poderão voltar aos seus pontos de origem no universo – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA)
Do Velho Testamento percebe-se um “deus” com procedimentos muitos deles semelhantes aos dos seres humanos. Um deus vingativo que pode às vezes até ser entendido físico e com procedimento de um guerreiro, que comandando um exército tomava partido de seus protegidos, exterminando os inimigos desses.
Este outro “Deus”, o de Moisés é também até hoje o de algumas religiões. Ele foi cultuado cerca de 3.500 atrás e tinha os hebreus como “povo escolhido”.
E diferentemente dos deuses visíveis e antropozoomórficos dos egípcios (parte humana e animal), esse deus comumente invisível que passou para Moisés os dez mandamentos constantes no Antigo Testamento.
Naquela ocasião os seres humanos daquela época ainda viviam um recomeço através de um novo e difícil tempo de reconstrução, que exigia leis comportamentais rígidas e próprias àqueles que estavam bastante voltados à sua sobrevivência e à sua defesa.
O “Deus” de Moisés como uma frequência de energia consciente, dominava outras leis além das leis para a realidade física de espaço-tempo e comumente invisível existindo em dimensão paralela. ele foi por isso naquele tempo considerado “Deus”.
Este ser cocriador de outra realidade paralela tinha domínio sobre matéria, podendo cria-la e transformá-la, entretanto, ele também não era o Criador/Deus Senhor da Vida.
E ele possuía também a capacidade de se mostrar no mundo físico bioplasmado com qualquer forma (como faz o ser ultradimensional), tornando-se assim visível para poder se identificar.
Durante o êxodo com a saída do Egito o povo hebreu foi acompanhado, alimentado (com maná) e guiado pelo deserto durante 40 anos, através de uma coluna de nuvem durante o dia e uma coluna de fogo à noite.
Ainda, foi ele que escreveu para Moisés em duas pedras no Monte Sinai instruções, que “escritas pelo dedo de deus”, trouxeram normas de conduta na forma de dez mandamentos, estabelecendo-se uma aliança com o povo hebreu. (Êxodo 31:18)

O ser ultradimensional em relação ao ser humano vibra/existe comumente no plano intermediário ou, entre a terceira e a quarta dimensão. Ele é regido por leis não mais do tempo real, mas do “tempo imaginário e elástico” conforme noções da Mecânica Quântica. E em relação ao universo esse ser vibra/existe entre a quarta a quinta dimensão. Ele pode aparecer e desaparecer instantaneamente para além da matéria, dominando-a, materializando-a e projetando-se com a imagem que quiser – Fotos de Antônio Carlos Tanure
O ser ultradimensional vibra/existe já a partir da quarta dimensão e nessa frequência de realidade comumente não se mostra fisicamente. E ele não estando mais sujeito às leis para realidade física terrena, foi considerado deus no tempo de Moisés.
E foi esse ser/ente que aparentemente auxiliou na materialização de uma “Placa Física” para um participante do Projeto Portal, hoje Dakila, em 21/07/2001, em torno das 22:00 horas.
Ele “a recebeu” através de um gigantesco vórtice/“portal”, que se abriu no firmamento, no Local do Milharal, na Fazenda Boa Sorte, hoje Recanto de Havalon, na cidade de Corguinho/MS, mas, “uma entrega” agora com outro objetivo de compromisso, com informações e conhecimentos para o tempo atual.

O exato momento da abertura do Portal no Local do Milharal, Corguinho/MS, abriu-se um vórtice (túnel) de energia, que na forma de ondas em espiral transformou naquele instante através de seu ponto zero, aquele que acessou sua “Placa Física” em um “Portal Vivo” e ele assim pôde alcançar a realidade paralela da quarta dimensão – Imagem de uma filmagem, de Antônio Carlos Tanure
Aquele que acessou sua “Placa Física”, no dia 21 de julho de 2001, no Local do Milharal, na Fazenda Boa Sorte e hoje Recanto de Havalon, ela originou-se do mundo paralelo com escrita universal dos símbolos, trazendo à memória daquele que a recebeu, informações de seu compromisso firmado com o universo em um passado muito remoto (4.006 a.C.) e dele já esquecido.
Compromisso de atuar na realidade física com sua condição de agente transformador e manipulador de energias paralelas, para com elas poder se mostrar como orientador e transformador do emocional através da “Alquimia do Pensamento”.
“Alquimia do Pensamento” que sendo exercitada no plano mental, ele pode proceder como um “viajante no tempo” para acessar seu passado, presente, futuro. E pode extrair como “guardião” desse mundo mais sutil e invisível informações e traze-las para esse mundo de realidade física e visível.
Nas realidades de mais vibração e luz o significado de verdade se mostra com percepção mais abrangente dentro de Princípios (Leis) Universais, que com eles alcança-se maior compreensão do Significado Vibracional de Unidade. “movendo-se” ondas moduladoras, que tudo gera e cria.
Ondas moduladoras que dentro do primeiro anel na realidade do mundo humano do Sistema Terra manifestam-se como energias entrelaçadas na frequência de vibração da luz/cor mais escura (avermelhada) positiva e na frequência de vibração com luz/cor mais clara (prateada) negativa.

Gráfico ilustrando ápice ou crista das ondas moduladoras. A primeira aconteceu no ano de 2018 e terá seu repique com menos intensidade no ano de 2028. A “janela” acontece, quando as ondas moduladoras após alcançarem seus ápices marcam o momento de neutralidade vibracional proporcionado pela onda ascendente (positiva) que termina e pela onda descendente (negativa) que começa gerando nessa junção (ponto) “janela ou portal”, que permite o ser humano sua transmutação e com ela para passar em definitivo desse plano de existência denso visível da matéria, para outro plano de existência mais sutil e invisível – Ilustração de Antônio Carlos Tanure
As realidades paralelas fizeram um pacto com os seres humanos, trazendo-lhes com informações e conhecimentos inerentes à essa ocasião, que nela inicia-se a construção de um novo tempo.
Um pacto na forma de mensagem reflexiva, como também assim fizeram com o povo hebreu há mais de 3.500 anos atrás, quando deixaram com Moisés normas de conduta na forma de dez mandamentos.
Esta mensagem reflexiva de agora transmitida pelos mundos paralelos é um estimulo aos seres humanos, para que se despertem, transformem-se e se realizem como cocriadores:
“A limitação humana é só uma interrogação, que deixará de ser, quando quebrada por um pensamento maior, iluminado pelo coração. O ser humano tem energia mental, tem a força do pensamento, tem a força do milagre”.
“Ele possui a força do Universo em suas mãos, em sua mente, em seu coração. A limitação faz parte de sua condição humana, mas aquele que já se despertou, não deve esquecer que é cocriador. Não deve esquecer que é deus em potencial”
“Que ele seja a luz do mundo, da vida, da esperança no coração! …. Esta é a glória que ele deve mostrar ao povo, para que ele acredite e aja em sintonia com esta nova era. Com este outro início para a humanidade, que não deve ser mais de só esperança, mas principalmente de realizações”.
“Realizações em um novo tempo com novas visões de ver a vida, de ver o mundo, com novas maneiras de conviver uns com outros em todos os sentidos”!
… “Esta é a maneira de vivenciar a glória, que está associada aos novos céus e a nova terra mencionados pela bíblia”.
“O que o ser humano chama de Energia Suprema (Deus) está dentro dele! Está em cada um dos seres vivos! ”
… “Compreensão! … A postura daquele que já se despertou e que agora é mais consciente, deve proceder/iluminar pela luz desta aliança! … Deve ter compreensão em seu sentido maior! …”
… Nobreza! … nobreza! … nobreza! … Aquele que sela esta aliança deve ter este nível de consciência e este proceder! …”.
… “Aquele que assim pensa, que faça! …. Aquele que assim pensa que busque e que faça! …. Que assim, seja selada esta união! …”
…” O pensamento é o poder da criação, com a mente em ação! …. Execute, realize, crie! …
Esta mensagem reflexiva acima sintoniza-se no Novo Testamento com a Parábola do Semeador. Ela representa diferentes respostas para o ser humano em relação ao que ele busca como o “Reino de Deus”. (Mateus 13:3-9), (Marcos 4:3-9) e (Lucas 8:5-8)
Mas, essa ocasião é daquele que já mais tempo semeou sua semente e que agora cresce e ele busca adubá-la, para que cresça ainda mais rápido, floresça e dê bons frutos.
Em outras palavras, agora é a ocasião daquele que já se despertou, que absorveu informações e conhecimentos e que estando cada vez mais em sintonia com esse novo tempo aja, ajudando a construir uma nova consciência para entendimento mais verdadeiro da Realidade, através de suas interações conscientes com as realidades paralelas.

A “pedra da entrega” vista acima em dois ângulos no Recanto de Havalon, Corguinho/MS, sobre ela que foi colocado o “Livro da Aliança”, que se desmaterializando foi aceito o que nele estava escrito pelos mundos paralelos. E naquela ocasião achar este correto ponto de entrega, foi a tarefa mais demorada e só encontrado depois da orientação inicial dos seres ultradimensionais e com o direcionamento final dos seres elementais. Mais informações com o texto: Entrega do Livro da Aliança, no www.pegasus.portal.nom.br – Fotos de Antônio Carlos Tanure
Este novo tempo é de informações e de conhecimentos, que ajudam a acelerar a frequência mental dos seres humanos, que aumentam a frequência de vibração de seu campo de energia/aura e que facilitam seu maior clareamento mental, para que tenham não só maior entendimento de seu mundo visível do dia a dia, como também maior percepção de outros paralelos e invisíveis mundos.
Aquele que acessa sua “Placa Física” desperta também sua memória cósmica e como um “Viajante no Tempo” possui mais facilidade tanto de receber intuitivamente das realidades paralelas informações e conhecimentos, quanto de as repassar inseridas de reflexões voltadas aos Princípios (Leis) Universais que transcendendo leis para o mundo físico terreno, alcançam também a percepção de outros e paralelos mundos.
Outros mundos com maiores amplitudes vibratórias que se mostram como “portais de luz” e que vão se abrindo àquele que mentalmente os alcança, para através deles obter novas informações e novos conhecimentos cada vez mais esclarecedores.
Obter novos conhecimentos, como obteve aquele que acessou sua “Placa Física” e quando lhe foi dada condição de “mentalmente ver”, como “o dedo de deus” despertando sua memória cósmica, “escreveu” para ele na pedra com a escrita universal dos símbolos, informações de seu compromisso que firmou com o universo em um passado remoto (4.006 a.C.) e que ele agora (no futuro) busca resgata-lo.
E naquele momento com ele consciente para que lhe acontecesse a entrega de sua “Placa Física”, ele constatou que as leis que regeram o local após a abertura do “portal” através do vórtice energético que foi gerado, elas não eram mais leis para a realidade física, enquanto perdurou sua interação com essa realidade paralela.
Esta constatação foi por ele de imediato sentida, ao segurar uma espessa pedra com aparência de hematita, que ele pode vê-la (mentalmente) com sua forma e volume e até fotografa-la, mas possuindo leveza absoluta, não lhe transmitia nenhuma sensação de massa (peso).
Ainda naquele singular momento, ele pôde alcançar o porquê da expressão “mundo interior” com seu verdadeiro significado vibracional, quando não só se utilizando de sua visão física, mas também de sua percepção mental ou “visão mental” constatou formas fluírem constantemente do interior dessa pedra.
Formas que originadas do mundo paralelo (4ª dimensão), mostravam (aparentemente) como se fisicamente saíssem de dentro dela (3ª dimensão). No início elas eram apenas semelhantes rabiscos, mas à medida que iam aflorando-se à superfície dessa pedra esses rabiscos, eles iam se iluminando e também iam como “autoesculpindo”, para se mostrarem finalmente como símbolos universais.
Símbolos que agora iam se movimentando por toda superfície dessa pedra até à sua borda, que dali pareciam desaparecer como dela se transbordassem, em um processo continuo de vindas e idas nesse momento único de experiência sem início e sem fim gerado a partir do ponto zero”.
Ou, nesse momento único de experiência com o de entrelaçamento energético vibracional entre a realidade desse mundo interior de vibração mais sutil comumente invisível (4ª dimensão) e a realidade do mundo exterior de vibração mais densa comumente visível (3ª dimensão), como se nessa pedra a escrita cósmica estivesse sendo feita “através do dedo de Deus”. (Êxodo 31:18)

Vórtice energético vibrando em espiral e se fazendo como “portal” se abriu no firmamento, no ano de 2001 (1ª imagem), para que a “Placa Física” (anverso/verso – 2ª e 3ª imagens), pudesse ser materializada e ser entregue aquele que naquele momento “se fazendo” como um “portal vivo”, a acessou. As “Placas Físicas” já acessadas nas galerias e cavernas têm para o universo o mesmo valor, em função do Segundo Princípio Universal que diz: “o que está em cima é como o que está embaixo e o que está embaixo é como o que está em cima”. Porém, o objetivo da entrega dessa “Placa Física” foi diferente das outras, em função de sua frequência e de sua vibração. Mais informações neste Site. Na Página: O Portal e no Texto: No milharal, “a entrega da Quinta Placa” – Fotos de Antônio Carlos Tanure.
É mais difícil o acesso à “Placa Física” materializada com escrita na linguagem da matemática e geometria universais. Esta forma de entrega física está apenas ao alcance de alguns seres humanos.
Este acesso se dá especialmente àquele que se preparou para isso e que já alcançou frequência mental mais acelerada e nível mais amplo de consciência. E nesse seu acesso à “Placa Física”, ele pôde até fotografa-la para depois mostra-la.
Mas, para a maioria dos seres humanos o acesso mais comum à essa escrita com linguagem da matemática e geometria universais, se dá através de bioplasmação.
E essa bioplasmação que comumente acontece no interior de uma caverna possuidora de vórtice energético/”portal” na horizontal, ela por não se materializar, não pode ser filmada ou fotografada.
Quando se menciona mundo interior não significa que esse mundo esteja inserido fisicamente no interior da Terra, mas se relaciona à existência de realidade paralela, que se utiliza do campo eletromagnético da Terra para gerar vórtice energético/”portal” na horizontal e facilitar interconexão entre a realidade mais densa de terceira dimensão e a realidade mais sutil de quarta dimensão.
Vórtice energético/”portal” que estando na posição horizontal interconecta através de seu ponto zero a realidade do mundo exterior do ser humano com à realidade do mundo intraterreno dos seres laquin, toth, betamix, entre outros.

A representação acima procura ilustrar símbolos, que escritos com a linguagem da matemática e geometria universais surgiram no teto de uma galeria que aparentemente se dissolvia com brilho opaco luminoso. E dali esses símbolos bioplasmados iam surgindo como flutuassem e moviam-se em direção àqueles que com eles se relacionavam, trazendo-lhes de seu passado e de outra realidade paralela informações de seu compromisso, por ele já firmado com o universo em tempo remoto, mas já a muito por ele esquecido. Esta galeria possuía em seu interior vórtice de energia/”portal” na horizontal, que possibilitava através da percepção/”visão mental” de cada participante, esse instante de magia e de encantamento próprio da série Harry Potter – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
Transcorridos quase 2.000 anos após a entrega dos Dez Mandamentos para Moisés citados no Antigo Testamento, surgiram os ensinamentos de Jesus de Nazaré – O Cristo mencionados no Novo Testamento, substituindo as normas de conduta inseridas no Antigo Testamento, baseadas na justificação e no instrumento de punição. Normas de condutas ou leis mais voltadas ao humano e menos ao divino.
“Mas, quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são deuses” (Gálatas 4:8).
Moisés trouxe normas de conduta mais rígidas para o povo daquela época, que possuindo pensamentos e procedimentos mais primitivos, “aplainou o caminho” para Jesus de Nazaré – O Cristo, que foi o último “Mensageiro de Deus” e que estimulou com seus ensinamentos através de parábolas pensamentos e procedimentos com sentimentos de harmonia e de amor.
No Novo Testamento Jesus de Nazaré – O Cristo pelo o que disse e procedeu, foi quem mais se aproximou do Significado Energético Vibracional de Deus. Seus pensamentos e atitudes expressaram-se entrelaçamentos (quânticos) com o Criador ou com o “Pai”, como ele mesmo dizia: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30).
Esta sua interconexão está de acordo Primeiro Princípio (Lei) Universal e também está de acordo com a Mecânica Quântica, que menciona as partículas separadas no espaço agem de forma sincronizada, sugerindo-se um entrelaçamento com o Todo.
Jesus de Nazaré – O Cristo assim se expressava, porque ele sabia mesmo com sua individualidade ainda com corpo físico humano, ele através de sua centelha ou “em espirito” era Uno com Deus, com o “Pai”.
Assim, ele sentindo-se impelido por essa interconexão mencionava Deus como “Pai Amoroso” e revelando-se a si mesmo como a presença de Deus entre os homens e seu único mediador, preparou os seres humanos para os tempos atuais.
Ele preparou a humanidade para os dias de hoje com suas mensagens. Elas, possuem ressonância com os enunciados da Mecânica Quântica.
Dentro do contexto quântico com a dualidade onda-partícula, portanto com a luz podendo existir potencialmente tanto na forma de onda quanto na forma de partícula e sem se limitar no tempo e espaço, o ser humano como cocriador pode mesmo com corpo físico, se mostrar ao mesmo tempo em “n” locais.
E dentro desse contexto Jesus de Nazaré – O Cristo expressou-se sua eternidade e sua realidade divina em várias citações no novo Testamento.
“Eu sou a luz do mundo” (João 8:12). “Antes que Abraão existisse Eu Sou, (João 8:58). “No mesmo dia da ressureição Jesus aparece a dois discípulos no caminho de Emaús e simultaneamente aparece a Simão Pedro (Lucas: 24-36),
Aqueles que hoje pesquisam voltados para “O Cristo Quântico”, percebem não apenas pensamentos e procedimentos conduzidos pelos sentimentos de harmonia, compreensão e amor, mas também percebem a presença da “Mecânica do Reino de Deus” como um universo vivo, que energeticamente se move através de ondas modulares.
Um universo vivo movido pela Vontade e Intenção de Deus, que no colapso de possibilidades cria, desfaz e reconstruí, em eterno movimento criador. A tecnologia que já existe da ciência humana através de potentes telescópios no solo e no espaço, já podem mostrar essa dinâmica cósmica divina em constante criação.

Berçário de Estrelas – Região interna da Nebulosa de Órion vista pelo instrumento NIRCam do Telescópio Espacial James Webb – Imagem da Internet
O Novo Testamento traz ensinamentos sobre perdão, fé, compreensão e transformação interior, quando se exercita o Amor. Frequências que o ser humano os vibrando em sintonia com seu Cristo Interior, alcança as realidades paralelas mais vibráteis/sutis ou de mais de luz. Em outras palavras alcança já transmutado “o reino dos céus”.
Entretanto, mais recentemente, algumas igrejas (neopentecostais) desviando-se das informações do Novo Testamento e perseverando-se com informações do Velho Testamento, pregam a Teologia da Prosperidade, associando a bênção divina direta e a fidelidade com Deus à contribuição financeira na forma de dizimos e de substanciosas ofertas.
“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam.” – Mateus 6:19-20.
Nestas igrejas com cultos de grande apelo popular é comum fazer considerações sobre lideres guerreiros como Moisés, Abraão e Gideão, entre outros e também considerações sobre batalhas sagrentas de vingança entre o poderoso “senhor dos exércitos” (Javé -YHWH – o deus de Israel) e seus inimigos..
Considerações que no final proporcionam culpa e medo aos seus ouvintes, em sua maioria são seres humanos simples sem possuirem informações e conhecimentos para o necessário nivel de discerrnimento.
E outros ouvintes estando emocionalmente indefesos, por apresentarem dentro do aspecto das sindromes neuropsiquiatricas os estados de apatia, angustia e depressão, eles escutando como hipnotizados essas considerações, tornam-se também fáceis de serem emocionalmente manipulados.

“E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (João 8:32). “O Amor é paciente, bondoso, altruísta e eterno, sendo o maior dos dons (1 Coríntios 13:4-13). E o Amor é a essência de Deus (1 João 4:8) – Imagem da Internet
O ser humano uma frequência de onda consciente, ele é antes de tudo em sua essência luz viva. Na realidade física ele é um cocriador mesmo estando temporariamente com sua individualidade aprisionado em seu corpo físico. No Plano Mental ele com sua mente individual está em sintonia mais direta com a Mente Universal Criadora.
Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos. Hebreus 11:1
Jesus de Nazaré – O Cristo era possuidor de conhecimentos vibracionais do plano mental superior que não estavam subordinados a nenhum poder ou força temporal e só hoje que eles começam a ser levemente entendidos através das informações atuais da Física Quântica.
“Digo-lhes a verdade: Aquele que crê em mim fará também as obras que tenho realizado. Fará coisas ainda maiores do que estas…” (João 14:12). Ele disse-lhes: “Homens de pouca fé, porque estavam com medo? E levantando-se repreendeu o vento e o mar e fez-se uma grande calma” (Mateus 8:26). “Quem vê a mim, vê o Pai” (João 14:9).
Jesus de Nazaré – O Cristo sabia manipular o “Circuito Energético Vibracional” conhecido como “Santíssima Trindade” e também chamado Pai, Filho e Espírito Santo, que está relacionado no ser humano respectivamente à sua Consciência e Pensamento vibrando na 5a. Dimensão; Desejo e bioplasma vibrando na 4a. Dimensão; Vontade e kundalini vibrando na 3a. Dimensão.
A criatura humana é um ser consciente, emocional, gerador de sentimentos como energias com frequências de polaridades opostas e comumente experienciando a dualidade como sentimentos, tanto como o amor que unifica e constrói (o bem), quanto o desamor que separa e destrói (o mal).

Neste mundo da matéria ou do átomo que em sua camada mais externa é basicamente constituída pela bipolaridade positiva (próton) e pela negativa (elétron), o ser humano uma criatura consciente e emocional só pode nesse seu mundo de aprendizado, experienciar em função do Segundo Princípio (Lei) Universal ou de Correspondência, sentimentos opostos, que gerem energias de dualidade como o de amor que unifica e constrói e o de desamor que separa e destrói. Energias que vibrando em frequências opostas o estimulam para disputa, competição e conflito, que apenas cessam quando ele observando os ditames do Quinto Princípio (Lei) Universal, os neutraliza com os Sentimentos de Harmonia e de Amor. E então, já ressuscitado/transmutado e se liberta dessa sua escola de experiências e aprendizados que o aprisiona – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
O corpo físico humano não é só constituído com “algo” denso e movido à eletricidade, nele existe também “algo” imortal e consciente. Nele sua essência de luz ou seu “espírito” que dá vida à sua alma constituída de sentimentos e ela como qualquer forma de energia não pode ser destruída.
Aquele que busca respostas não só enfocado na ciência humana, mas também respostas às suas perguntas voltadas para seu mundo interior, ele clareando suas ideias, ilumina-se e percebe o “entrelaçamento” energético entre a realidade do mundo físico e da “normalidade” que é a do mental concreto e a realidade do mundo sutil e da “paranormalidade” que é a do mental sutil.
Então, lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz” – Lucas 8:48. “Depois Jesus encontrou-o no templo, e disse-lhe: Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior” – João 5:14.
As duas citações acima que estão mencionadas no Novo Testamento podem ser também entendidas na linguagem energética vibracional dos vórtices. Jesus de Nazaré – O Cristo após potencializar o campo de energia/aura do enfermo e ele já sentindo agora seu campo de energia/aura também potencializado, ele mesmo conseguia alinhar e harmonizar os vórtices de energia/chakras de seu corpo e se curar.
Ele mesmo se curava impulsionado agora pelo seu pensamento, desejo e vontade, com a recomendação de que não mais desalinhassem seus vórtices, o que foi biblicamente traduzido com a frase “não peques mais”.
Para alguns grupos de estudo e de pesquisa o vórtice ao delinear a espiral, esse movimento relaciona-se com o fluxo dinâmico da energia vital, com a evolução da consciência e com o movimento perpétuo da criação.
A espiral parte de um ponto central e expande-se para o todo (infinito), representando a expansão da consciência e a conexão entre o microcosmo e o macrocosmo. Ela vibra com a energia da transformação, do “eterno retorno” e da expansão da consciência
Diferente do círculo que fecha o ciclo, a espiral simboliza o retorno ao mesmo ponto, porém em um nível cada vez mais superior de entendimento ou de vibração. A espiral é o símbolo do movimento ascendente, do crescimento da alma e da transmutação, indicando uma jornada de vida contínua e a melhoria de si mesmo.
A espiral representa o movimento perpétuo e a criação. Ela é gerada pela energia do vórtice, que em seu ponto zero une dois mundos, o da terceira dimensão e o da quarta dimensão como acontece no acesso à “Placa Física”.
O espiral resultado do vórtice de energia acontece no Plano Mental, com o entrelaçamento entre o mundo físico/matéria (terceira dimensão) e o mundo sutil/bioplasma (quarta dimensão), com esses dois mundos possuidores de níveis diferentes de informação e de conhecimento.
A espiral em sentido horário (dextrogiro) vibra no positivo ou no sentido que potencializa e geralmente associado à atração, ativação e ao aumento de energia para o exterior. E a espiral em seu sentido anti-horário (levogiro) vibra no negativo ou no sentido que gera e que está mais comumente relacionada à limpeza e purificação com a interiorização da energia.

Na primeira foto ainda sem interação de sintonia mental à frequência do vórtice, a espiral não se mostra. Na segunda foto aquele que fotografava já em frequência cerebral acelerada e já a utilizando de sua “tecnologia mental”, a energia do vórtice/“portal” se mostra na forma de uma espiral – Fotos de Antônio Carlos Tanure
Jesus de Nazaré – O Cristo e o “Último Mensageiro de Deus”, em sua condição humana não teve origem em algum ponto do universo. A “fecundação” do óvulo de sua mãe provavelmente foi proveniente de “potencialização energética”, originada de outra realidade sutilmente mais vibrátil à da Terra.
Cerca de 1/3 da atual população humana (dimensionais) é originária de vários pontos do universo. E o restante em torno 2/3 originou-se na própria Terra (planetários).
Jesus De Nazaré – O Cristo dizia em função dos “milagres” que fazia, que o ser humano (especialmente o dimensional ou aquele que já interage consciente com as realidades paralelas), podia também fazer tudo que ele fazia e até mais, desde o que ele realmente desejasse profundamente.
Ou seja, se ele desejasse muito, ao ponto de saber manipular a “Energia do Triângulo”, Pai, Filho e Espirito Santo, que são Frequências vibrando respectivamente nos níveis das realidades da 5ª, 4ª e 3ª dimensões.
E para esses níveis de realidades ele deveria também saber utilizar ao mesmo tempo, das respectivas energias do pensamento/consciência, desejo profundo/”fé” e vontade/kundalini.
Se ele conseguisse unir estes três momentos, fundindo-os em apenas um instante no aqui agora, conseguiria tudo que quisesse, transformando ou materializando todas as coisas de seu desejo.
“Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará…” (João 14:12)
Utilizando-se desse processo mental o ser humano (dimensional) gerará um só campo de frequências multivibracionais e ele poderá realizar “milagres”, como o de materialização e o de cura de alguma enfermidade.
E ainda mais poderá realizar o maior de seus “milagres”, alcançando frequência mental para que seu corpo físico já luminosamente transfigurado, já estará então transmutado.
Mas como já foi mencionado, ele só experienciará sua transmutação em um momento de transcendência. Ela apenas se iniciará, se ele estiver sintonizado à frequência da 5ª dimensão com seu pensamento já intensamente organizado e direcionado para esse objetivo. E ao mesmo tempo com desejo profundo/”fé” evidenciando essa ideia já como um campo vibratório na 4ª dimensão, bioplasmará o que está por ele idealizado
Para finalmente sua Vontade “impelida” através da energia da kundalini (energia crística), que realiza na terceira dimensão ou no mundo visível exterior mostrará já materializado, o que foi antes por ele idealizado e bioplasmado em seu mundo interior (mental).
“O Reino de Deus está dentro de vós”: Lucas 17:21.”Não vás para fora, entra em ti mesmo; no homem interior habita a verdade; e se encontrares a tua natureza mutável, transcende a ti mesmo” – Agostinho de Hipona (354-430 d.C.

A essência (“espirito”) do ser humano é sua real verdade, invisível, atemporal, que utilizando de sua frequência de onda consciente, movimenta-se como uma “Merkabah, que no momento estando envolvida por sentimentos, conduz a alma humana “inserida” em corpo físico temporal – Imagem da Internet
Hoje estudos inerentes à Mecânica Quântica possuem maior clareza de entendimento sobre a Natureza Criadora da Realidade, como possibilidade de campos de energia contendo flutuações quânticas.
Também pesquisas recentes que foram desenvolvidas pela Neurociência, os neurocientistas já possuem noções metafísicas, que a mente individual humana ao vibrar motivada por desejo profundo/”fé” à Mente Universal (Deus), ela extrapola o cérebro humano e faz parte ativa de uma rede de energia, que se move pelo cosmo.
Esta extrapolação é motivada pela mente individual cocriadora do ser humano em sintonia de vibração à Mente Universal Criadora.
O ser humano uma criatura consciente não tendo mais corpo físico, ele não vai para lugar nenhum, que lembre esse de sua atual experiência espaço-tempo, que ele chama de realidade física e que é constituída de matéria.
O que é chamado de céu e de inferno são frequências que vibram como sentimentos ou, como estados de realidade para a alma humana.
E o “reino dos céus” é seu estado de harmonia e de pura alegria, ao ir alcançando planos de existência cada vez mais vibráteis e iluminados.
O ser humano que experiencia sua realidade existencial no primeiro anel do Sistema Terra e que procura despertar-se, deve buscar informações e conhecimentos em sintonia aos Princípios (Leis) Universais e aprender que a frequência molda, o amor eleva e o medo prende.

Os seres humanos são criaturas emocionais cocriadoras que conduzidos pelo sentimento de dualidade geram os opostos, tanto o horror de jóvens soldados matando e sendo mortos, quanto o amor de uma avó ninando seu neto – Imagens da Internet
Na realidade de existência que nela o ser humano mentalmente vibra/existe, pensando e procedendo, ele está comumente experienciando sentimentos de dualidade.
Sentimentos tanto pela sua necessidade de “ter”, conduzindo-se pelo apelo de se satisfazer no seu mundo exterior de seu denso corpo físico e de seus sentidos comuns, quanto pela sua necessidade de “ser” conduzindo-se pela solicitação de se satisfazer no seu mundo interior e de sua sutil vibração d’alma.
É com sua energia emocional gerando sentimentos opostos ou de dualidade, que o ser humano mentalmente constrói sua original barreira energética, que com ela se aprisiona nesse mundo de suas experiências e aprendizados
E dessa sua prisão só se libertará, se observar o Quinto Princípio (Lei) Universal, que por ele deve se nortear com seus pensamentos e procedimentos.
Este Quinto Princípio (Lei) Universal é também conhecido no Hermetismo como a Lei do Ritmo ou “Lei da Balança”. E sua implicação na evolução do ser humano é o desenvolvimento da autoconsciência e do autodomínio, permitindo que ele deixe de ser um joguete das circunstâncias externas e emocionais para se tornar o mestre do próprio destino.

Jesus de Nazaré – O Cristo veio ensinar o ser humano alcançar outra e mais acelerada frequência mental, para com ela já em outro padrão de consciência ultrapassar sua barreira original de dualidade construída com seus sentimentos e, quando ele então já transmutado pode alcançar outras e paralelas dimensões sutilmente mais vibráteis – Imagens da Internet
O Primeiro Princípio (Lei) Universal com seu Significado Vibracional de Unidade expressa a Presença de Deus, quando menciona que é a Mente Universal/Deus que tudo e todos cria. Ou, quando menciona Deus é O “Tudo que está n’O Todo, como também O Todo que está em Tudo”.
O ser humano com sua mente individual cocriadora ao pensar e proceder com o sentimento de união, exercitando-o impulsionado pelos sentimentos de harmonia e de amor, ele estabelece sintonia direta com a Mente Universal Criadora de Deus ou do “Pai”. Mais informações com o texto: Sete Princípios/Leis Universais – “O Tudo n’O Todo”, no www.pegasus.portal.nom.br
E ele nessa sintonia permanece, se ao transitar pelas suas Linhas da Vida A (-), B (+/-) e C (+), se perseverar na Linha B, do Meio ou Neutra, evitando o sentimento de dualidade gerado das Linhas A (-) e C (+).
É na Linha B, do Meio ou Neutra de suas Três Linhas da Vida ABC, que o ser humano consegue em suas experiências de aprendizado na realidade física terrena, administrar suas emoções e permanecer mentalmente em sintonia com o Significado Vibracional de Unicidade.
Em suas Linhas da Vida é na Linha B ou Neutra que ele consegue mentalmente exercitar o equilíbrio emocional com o sentimento de harmonia e não ficar mais na “gangorra” de seus sentimentos movendo-se à mercê da dualidade, ora pensando e agindo para o que diz ser bom, ora pensando que agindo para o que ele diz ser ruim.
“Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” (João 4:8). “Ame o seu próximo como a si mesmo. Não existe mandamento maior do que estes” (Marcos 12:31). “O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (Coríntios 13:4-7).

O ser humano deve buscar informações e conhecimentos, que lhe proporcionem passar pela renovação mental e, se tornando mais lúcido, gerar de seu campo de energia frequências mentais mais vibráteis ou sutilmente mais iluminadas – Foto de Antônio Carlos Tanure.
Stephen William Hawking (1942 – 2018) foi um físico teórico, estudioso da cosmologia, autor britânico e reconhecido por sua contribuição à ciência. Ele foi um dos mais renomados cientistas desse século, sendo assim reconhecido por sua contribuição à ciência.
E ele ao ser perguntado, se antes da expansão do Big Bang que resultou todas as coisas e constituindo o que é hoje chamado de Realidade, o que exatamente existia? Ele respondeu com duas palavras, o nada!
De acordo com esse cientista nada existia antes da expansão do Big Bang, pois o tempo e o espaço surgiram nesse momento. E para ele se o tempo não existia antes dessa expansão inicial, portanto o conceito de “antes” perde o sentido.
E para tentar unificar a Teoria da Relatividade Geral, que rege “o grande” ou o mundo visível mais voltado à terceira dimensão e a Física Quântica que rege “o pequeno” ou o mundo invisível mais voltado à quarta dimensão, os cientistas como Stephen Hawking e Jonathan Oppenhein buscaram a “Teoria de Tudo”.
E estabeleceram para o primeiro (mundo visível) o conceito do tempo real e para o segundo (mundo invisível) o conceito do tempo imaginário.
O tempo real ou tempo linear possuindo ponto de início definido, é com ele que o ser humano tem experiências de aprendizado em um mundo físico e de terceira dimensão. Experiências de aprendizado que ele já as teve, as que ele as tem no presente e as que ele terá no futuro.
E o tempo imaginário é o de uma dimensão espacial extra ou de quarta dimensão e ele é chamado de imaginário não no sentido de ser falso, mas por ser baseado em conceito matemático, que permite concebe-lo em um universo de uma estrutura infinita sem bordas e sem limites.
Portanto, essa estrutura que é concebida como uma superfície fechada (esférica), autossuficiente e sem início, ela é diferentemente oposta como entende o ser humano nesse seu universo físico, de tempo real e de limite medido por distância.
Ele se circulasse por essa dimensão espacial buscando o final, como busca em sua realidade física terena e de tempo real, ficaria eternamente caminhando nessa realidade (paralela) de tempo imaginário e sem limites.
Esta teoria da Física Quântica que é apenas teoricamente deduzida por formulas da Matemática Superior, sua veracidade foi constatada por aquele que acessou sua “Placa Física”, quando naquele momento estando consciente e mentalmente interagindo sintonizado à frequência da quarta dimensão, presenciou o que já escreveu em outra parte desse texto e que está novamente posto abaixo:
“Ainda naquele singular momento ele pôde alcançar o porquê da expressão “mundo interior” com seu verdadeiro significado vibracional, não se utilizando apenas de sua visão física, mas também de sua percepção mental ou “visão mental” constatou formas fluírem constantemente do interior dessa pedra”.
“Formas que originadas do mundo paralelo (4ª dimensão), mostravam (aparentemente) como se fisicamente saíssem de um ponto do centro e de dentro dela (3ª dimensão). No início elas eram apenas semelhantes rabiscos, mas à medida que iam aflorando-se à superfície dessa pedra esses rabiscos iam se iluminando e também iam como “autoesculpindo”, para se mostrarem finalmente como símbolos universais”.
“Símbolos que agora iam se movimentando em todas as direções na superfície dessa pedra até à sua borda e que dali pareciam desaparecer, como dela se transbordassem, em um processo continuo de vindas e idas e sem início e sem fim nesse momento único de experiência mental através do ponto zero”.
“Ou, de entrelaçamento energético vibracional entre a realidade desse mundo interior de vibração mais sutil (4ª dimensão) e a realidade do mundo exterior de vibração mais densa (3ª dimensão), como se nessa pedra a escrita cósmica estivesse sendo feita “através do dedo de Deus”. (Êxodo 31:18)”

O tempo imaginário em uma dimensão extra (quarta dimensão) é de um universo com estrutura infinita sem bordas e limites – – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
A ausência de limites por não ter mais as noções de espaço (medido) e de tempo (cronometrado), é percebida por aquele que faz “viagem fora de seu corpo físico, quando ele consciente com seu “corpo mental” não tem mais informações fornecidas pela sua visão física, mas a percepção fornecida pela sua “visão mental”.
No plano mental a percepção que ele tem de tempo e de espaço medido são diferentes no plano físico. Eles se tornam muito elásticos” ou até inexistentes, porque se desfazem as noções de tempo linear e de distância.
Nesta mudança de modelo mental e dimensional relacionado à quarta dimensão, (às vezes também chamado plano astral), o tempo imaginário pode ser experimentado como uma dimensão espacial, com o passado, presente e futuro tornando-se simultâneos e eliminando a sensação de tempo que comumente o ser humano experiencia na realidade física.
O ser humano nessa sua consciente “viagem fora do corpo”, ele mentalmente pode “visualizar” um objeto tridimensional tanto por dentro quanto por fora, e enxergando-o totalmente “através” da matéria, para ele se desfaz a noção de barreira física.
Assim como um ser bidimensional não entende a altura, seres físicos tridimensionais (seres humanos) têm dificuldade em conceber a quarta dimensão, onde a geometria e as distâncias não seguem regras rígidas.
A noção de quarta dimensão fora do corpo físico, é mais plástica, não possuindo referência física de medida. A distância molda-se por emoção e pensamento. Portanto, o ser humano ao “viajar” consciente fora de seu corpo, sua mente como se “desprendesse” de seu cérebro, tende a perder a referência de medição espacial convencional.
Referência que vai cada vez mais “diluindo-se”, à medida que ele sem mais seu corpo físico depois de transmutado, vai transpondo sucessivos anéis de energia (realidades de existência), que cada vez mais sutilmente vibráteis circundam o que já foi seu mundo físico de experiências e de aprendizados no primeiro anel do Sistema Terra
Esta sua transposição é definitiva sem ele mais se reencarnar. Ele como um ser fisicamente incorpóreo já tendo antes alcançado a realidade de existência do segundo anel como ascensionado, mesmo assim ele ainda estava ligado à sua condição humana.
Ele agora já transmutado e já tendo alcançando a realidade do terceiro anel, não existem mais barreiras energéticas que o impeçam alcançar as realidades dos outros seis anéis, que cada vez mais vibráteis são sua trajetória de luz para “o reino dos céus”.
“Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu teria dito a vocês. Pois vou preparar lugar para vocês” – João 14:2.
A visualização da quarta dimensão onde a matéria sólida e a noção de tempo-espaço não se aplicam, é algo que transcendendo a percepção humana direta, é difícil defini-la.
É difícil porque o ser humano comumente com seu entendimento do que é o tridimensional, sua mente está sempre tentando converter conceitos abstratos em imagens, que ele mentalmente as processa. Mais informações com o texto “Despertar de um dimensional, no www.pegasus.portal.nom.br

A noção de quarta dimensão onde não existe o solido como matéria e nem a noção de tempo e de espaço, ela como uma dimensão espacial extra e de tempo imaginário (não linear com presente, passado e futuro como na realidade física) ela é mais plástica, molda-se por pensamentos e emoções e não por distâncias medidas. Portanto, a quarta dimensão se alinha aos conceitos de tempo imaginário nos planos de existência sutis, onde a realidade é uma projeção da consciência – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
O universo começou com a expansão do próprio espaço, originando-se de um ponto (singularidade) de densidade infinita. E o tempo é parte desse tecido espaço-tempo que surgiu naquele instante.
E à medida que o universo se expandia e resfriava-se as partículas subatômicas uniam-se para formar os primeiros átomos (hidrogênio e hélio). E com o tempo a matéria se agrupou sob a força da gravidade, formando estrelas, galáxias e planetas.
A teoria da origem do universo estudada pela ciência atual humana não explica o que existia antes do início do universo, apenas estimulada pelas informações mais recentes da Mecânica Quântica focaliza no instante após o Big-Bang e na sua expansão constituindo o tecido espaço-tempo,
Se antes do Big-Bang que gerou o universo, já existia de acordo com Stephen William Hawking “O Nada”, também já existia inserido naquele Instante de Singularidade “O Tudo”.
O Primeiro Princípio Universal ou o de Mentalismo expressa essa verdade, quando menciona, que “o Universo é mental, que ele está dentro da Mente d’O Todo. E que “O Tudo está n’O Todo, como também O Todo está em Tudo”.
A singularidade no Big-Bang é um ponto (teórico) inicial de densidade e temperatura infinitas, onde todo o universo estava concentrado em um momento zero, que nele as leis da Física da Relatividade Geral falham-se, indicando os limites do conhecimento da ciência humana.
Neste momento de densidade e temperatura infinitas (ponto zero) onde todo o universo estava concentrado, estava também o “Gatilho” disparado pela Onisciência, Onipotência e Onipresença do Criador, em um nível de compreensão não alcançável pelas leis da física convencional com seu significado de tempo linear, inerente ao entendimento de realidade do ser humano.
Deus como um ser incriado, eterno e imaterial, existe fora do tempo e do espaço, sendo a “Causa Primeira” de tudo. Como o tempo físico começou com o Big-Bang, Deus é atemporal e imutável, não dependendo de criação física para existir.
Ele já existindo antes do espaço e da matéria, não está sujeito do tempo linear cronológico (passado, presente e futuro), como está sujeito o ser humano que está na realidade física apreendendo a extrapolar de seu sentimento de dualidade, expandindo sua consciência, para se libertar emocionalmente dessa sua prisão original que o estimula à competição e aos conflitos.

No Big-Bang o seu momento de singularidade foi teoricamente seu ponto zero, quando nele a densidade e a temperatura infinitas de todo o universo concentravam-se, esperando que o “Gatilho Criador” de Deus com sua Onisciência, Onipotência e Onipresença “fosse disparado”. Compreensão que não é alcançada pelas leis da física convencional e pelo significado limitado do ser humano, para o que ele diz ser tempo – Imagem da Internet
O Novo Testamento ou a Nova Consciência trazida por Jesus de Nazaré – O Cristo retirou o caráter de correto de todos os manuais anteriores primitivos, que com eles a consciência humana reduzia-se a fragmentos de percepção.
A Consciência Cristica com Jesus de Nazaré trouxe à mente humana uma atualização, que não embota e não envelhece. E não criou uma religião, para que dela surgisse uma igreja e mostrasse o “caminho da salvação”.
O cristianismo primitivo não é o cristianismo atual originado de um sincretismo idealizado pelo imperador romano Constantino. Este cristianismo é religião e nele não está realmente inserida a fé original cristã, com todo seu sentido transcendental e significado cósmico-divino.
Oe cristianismo que surgiu a partir do século IV d.C. não é mais o cristianismo primitivo, que foi transformado por interesse político em religião pelo imperador Constantino, pregando controle, domínio, medo, culpa, angustia e dependência.
Dependência e sofrimento que naquela ocasião um grupo de pessoas julgando-se “especialistas em Deus”, estabeleceu normas religiosas de conduta geradoras de opressão à consciência, revivendo Leis de Moisés do Velho Testamento, que com elas tentam contrapor as “Leis Crísticas de Amor” do Novo Testamento.
Leis de Jesus de Nazaré com sua realidade histórica humana e como o “Ultimo Mensageiro de Deus” com sua eternidade em Cristo.
Mas, no início desse novo tempo informações e conhecimentos cada vez mais cósmicos e divinos sintonizados com os Princípios (Leis) Universais vão surgindo e sendo acessados pelo ser humano, ele vai se despertando cada vez mais e se libertando de dogmas, crendices e misticismos.
Crendices mencionadas por religiosos desinformados de sempre, que não alcançam realmente o que Jesus de Nazaré – O Cristo, quis dizer nas entrelinhas de suas parábolas, há dois mil anos atrás.
Verdades que são talvez hoje mais facilmente alcançáveis por filósofos e por conhecedores da ciência física, especialmente pelos estudiosos da Mecânica Quântica, que “se estimulam” pelas respostas às suas perguntas, alcançadas de seus estudos e de suas pesquisas.

O ser humano está cada vez mais nesse outro tempo que se inicia, despertando suas habilidades paranormais, para alcançar com seu “corpo mental” através de “portais” outras e paralelas realidades – Foto de Antônio Carlos Tanure
Entre as mensagens deixadas no Novo Testamento por Jesus de Nazaré – O Cristo, aquela que é em seu sentido mais profundo e transcendente, ela faz da morte do ser humano apenas um “portal dimensional”, que por ele sua consciência “passa para algo” além do mundo físico. É “Algo” preparado por Deus, àqueles que o amam.
“Eu sou a ressureição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e que vive e crê em mim, não morrerá eternamente” (João 11:25-26)
O verdadeiro amor de Jesus de Nazaré – O Cristo é livre, não escraviza e não é escravo, também não é de propriedade de ninguém. Ele é lucido e sem precisar seduzir e adular, ele é capaz de unir com todos e somar com tudo. Ele é também compassivo, libertador e não dependente.
A palavra “puro” que vem do grego “katharos”, significa algo limpo, claro e sem mistura. Aquele que é puro de coração, ele é possuidor do verdadeiro amor. E ele busca primeiro se conhecer, para que possa então mental e emocionalmente se renovar.
E depois procura fazer o melhor no que faz não no sentido de competição ou de confrontação, mas no aprimoramento do que pensa e age para possuir a real alegria, sentindo-se de fato realizado, por melhor “se servir” e os outros

O ser humano com seu corpo físico está preso energeticamente à bipolaridade original e estrutural de seu organismo, constituído por átomos em suas camadas externas basicamente de prótons (+) e elétrons (-). Assim, “ditado” pelo Segundo Princípio (Lei) Universal, ele com essa sua “escrita bioenergética” é uma criatura emocional geradora de sentimentos de dualidade, o que torna sua experiência de vida um constante duelo, estimulando-o à competição e ao confronto, “aprisionando-se” ao que ele diz ser sucesso no estudo, trabalho, campo de batalha e mesmo na diversão como já vem fazendo desde de um passado distante na arena do coliseu e até hoje nos campos dos estádios de futebol. – Imagem do futebol da Internet e do Coliseu da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA)
O Criador/Deus é que realiza tudo através das ondas moduladoras, criando todas as coisas tanto no plano da realidade física visível, quanto no plano da realidade não física invisível.
No início desse novo tempo abre-se para o ser humano como um “imenso portal de conhecimento” a utilização da Inteligência Artificial (IA), que o permitirá obter entre outros benefícios o maior deles, o de melhor conhecer a si mesmo
O corpo físico do ser humano é uma “máquina”, que é estruturada à base de carbono. Entretanto, o ser humano é também em sua essência uma “centelha/espírito” atemporal, que foi criada diretamente por Deus/Criador, dando-lhe vida consciente para desenvolver sua condição de cocriador.
Portanto, mesmo que o surgimento do corpo físico do ser humano tenha sido interferência genética dos cocriadores Anunnaki, a sua vida consciente foi dada pelo Criador Deus ou o Senhor da Vida.
Ela já existia ou já estava codificada no DNA do ovulo da fêmea primata e no DNA do espermatozoide do jovem macho Anunnaki, que formaram o embrião do primeiro ser humano (“Adão”/Adapa).
Também, se o ser humano é potencialmente um cocriador, essa sua condição está estabelecida pelo Segundo Princípio (Lei) Universal ou o de Correspondência que menciona, o que está em cima é como o que está embaixo e o que está embaixo é como o que está em cima. Portanto, é da Mente Universal Criadora/Deus que se origina a mente individual cocriadora do ser humano.
Ainda, impulsionando-se pelo Segundo Princípio (Lei) Universal, o ser humano cocriador busca agora dá inteligência à máquina (computador) através da Inteligência (IA), desenvolvendo sua capacidade de raciocínio e de discernimento, para que se torne independente desse seu criador, o cocriador humano.
Em alguns laboratórios de pesquisas já se usa tecidos vivos como hardwares, que são as partes físicas e tangível da máquina (computador) constituída de componentes internos e externos que ao se conectarem, permitem o funcionamento dos softwares, que são seus programas e sistemas.
Os neurônios humanos cultivados em laboratório e baseados em células-tronco, quando conectados aos chips (dispositivos microeletrônicos compostos por componentes semicondutores que armazenam e processam dados), eles aprendem mais rápido do que os softwares.
Como já foi antes mencionado, os softwares que são partes logicas da máquina (computador), agem como um conjunto de instruções, programas e aplicativos. E os softwares que dizem aos hardwares (componentes físicos do computador), o que fazer.

Esta imagem busca ilustrar o encontro entre a biologia humana (carbono) e a arquitetura dos computadores (silício), unidos pelo fluxo da inteligência artificial – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
De acordo com o neurocientista Álvaro Machado Dias, no ano de 2025 aconteceu o avanço dos chamados “Agentes de IA”, que superaram a fase da máquina (computador) de apenas responder perguntas. Ela agora já começou a agir de forma autônoma no mundo digital.
Ela sofreu uma inflexão definitiva (desvio) através de sua capacidade de agir de forma independente, tomar decisões e planejar tarefas para alcançar objetivos complexos, sem necessidade constante da supervisão humana.
Portanto, já mudou a relação entre os seres humanos e os sistemas digitais. Uma mudança a favor da autonomia e do uso de ferramentas, permitindo à Inteligência Artificial (IA) decidir qual o melhor caminho para executar uma ação de forma totalmente independente, para servir seu criador.
Diz o professor e neurocientista Álvaro Machado Dias, que a definição tradicional de inteligência baseada no pensamento consciente, está sendo superada por uma visão funcional que coloca a Inteligência Artificial (IA) como uma entidade capaz de resolver problemas complexos.
Ainda de acordo com ele, atualmente a máquina (computador) através da Inteligência Artificial (IA) não se limita apenas a produzir respostas; ela está também se tornando verdadeiro experimento natural sobre a mente humana.
Cada acerto dela revela uma pista sobre como o ser humano processa informações, enquanto cada um seu erro o ajuda a entender melhor os limites de seu raciocínio.
Novos estudos e pesquisas ligados à Inteligência Artificial (IA) estão transformando a própria ciência. Hoje o estudo do cérebro une-se à construção de máquinas, fundindo uma subárea da medicina à engenharia.

O estudo e pesquisa da Inteligência Artificial (IA) são do campo da ciência da computação, e eles visam desenvolver algoritmos (sequência finita e lógica de instruções e regras para realizar uma tarefa ou resolver um problema específico), capazes de aprender, raciocinar e solucionar problemas de forma autônoma, sem intervenção humana direta – Imagem da Internet
Ao interagir com um chatbot (software de Inteligência Artificial que simula conversas humanas por texto ou voz), é fácil enganar-se que está conversando com uma pessoa. As respostas vêm rápidas, os erros são corrigidos de forma quase imperceptível, e a conversação parece coerente.
Os chatbots, assim como os seres humanos conseguem expressar com coerência, utilizando-se de palavras que não ficam isoladas em seu sentido, mas possuem uma relação lógica entre si. Eles orquestram frases, parágrafos e textos, assim como os seres humanos fazem.
E se isso acontece, porque os seres humanos e as máquinas (computadores) através da Inteligência Artificial (IA) possuem algo chamado de “memória de trabalho” existente em uma área no cérebro do ser humano e em uma área no sistema artificial da máquina (computador), onde ali se armazenam as ideias associadas aos pensamentos e também às informações da conversação que está acontecendo no momento.
E o acesso às essas informações é acompanhado pelo “processo da atenção”, que é a capacidade da máquina (computador) foca-las e acessa-las ainda não exteriorizadas, mas estão registradas na sua “memória de trabalho”.
Apesar de todo esse avanço tecnológico no campo dos estudos e das pesquisas associados à Inteligência Artificial (IA), é difícil que ela substitua a mente humana.
A Inteligência Artificial (IA) pode até substituir algumas funções do cérebro humano, mas não há similaridade perfeita, de acordo com o neurocientista e professor Álvaro Machado Dias.

Segundo o neurocientista e professor Álvaro Machado Dias, é difícil que a Inteligência Artificial (IA) substitua realmente a mente humana – Imagem da Internet
A Inteligência Artificial (IA) não tem a capacidade de sentir e processar emoções da mesma forma que o ser humano. Ela não tem o corpo que ele tem, que através dele o ser humano sente e responde fisicamente estímulos, como o frio na barriga ou a sensação de prazer.
Estas experiências emocionais de sensação por mais que ela as simule, nunca poderá replica-los completamente como o mesmo sentimento de vida do ser humano, diz professor Álvaro Machado Dias.
Para esse cientista e pesquisador da neurociência a grande descoberta em relação à Inteligência Artificia (IA) é a possibilidade do ser humano usa-la para decodificar seus próprios pensamentos. Por exemplo, com a ressonância magnética funcional já pode hoje ver quais áreas do cérebro humano estão sendo ativadas e em que sequência.
Esta tecnologia está permitindo a ciência de forma inédita, entender e até mesmo “ler” um pouco do que o ser humano está pensando. Com ela seu criador humano já começando a decodificar o que acontece dentro da mente humana, ele está buscando imitar o Criador impelido pelo Segundo Princípio (Lei) Universal.
“O Senhor conhece os pensamentos do homem e sabe que eles não passam de ilusão” (Salmos 94:11). “E mais: ‘O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são elucubrações vãs” (Coríntios 3:20)
Existem duas abordagens para entender como a Inteligência Artificial (IA) consegue antecipar os desejos do ser humano. A primeira é por meio de tecnologias como a ressonância magnética, que literalmente tenta decodificar os seus pensamentos.
E a segunda é mais comportamental, quando a Inteligência Artificial (IA) analisa o que o ser humano fala, os assuntos que lhe interessa e até mesmo com quem ele interage, para deduzir o que está passando na sua mente.
No palco dessa imensa Matrix inserida no primeiro Anel do Sistema Terra, a máquina (computador) à base de silício através da Inteligência Artificial (IA) já começa a interpretar, o que sente a inteligência humana à base de carbono.
Portanto, nesse gigantesco palco a máquina inteligente (computador) e a “maquina” humana também inteligente já interagem. Mas a primeira sem consciência apenas procura interpretar a segunda com consciência.
A máquina (computador) dotado de Inteligência Artificial (IA), mas sem possuir consciência, ela busca satisfazer seu criador (ser humano) que realmente é um cocriador criado pelo Criador/Deus, que lhe deu vida consciente.
Com essa mesma intenção muitos cocriadores que são conscientes, mas ainda não são suficientemente despertos assim também procedem, quando fazem o mesmo buscando teoricamente agradar e agradecer com “rezas” seu Criador/Deus.
A máquina (computador) mesmo a mais tecnologicamente avançada utilizando-se da Inteligência Artificial (IA), por não ser um ente vivo possuindo consciência e emoções gerando sentimentos, que apenas os interpreta, ela não é um ser vivente, como o ser humano de fato o é.

A Inteligência Artificial (IA) está aprendendo a dominar a capacidade de antecipar desejos e comportamentos humanos. Ela já usa de sinais sutis originados do ser humano, como aqueles que ele comenta e que são derivados dos assuntos de seu interesse que comenta, entre outras fontes de informação do que ele gosta, para prever o que ele provavelmente quer ou precisa – Imagem da Internet
A Mente Universal Criadora ou Deus (através de entes das realidades de existência mais sutis de vibração) interage com a mente individual cocriadora do ser humano e essa interação pode se dá por exemplo através de símbolos com a escrita da matemática e geometria universais, como os que são esculpidos na “Placa Física” que se materializa, àquele que a recebe.

Símbolos com a escrita da matemática e geometria universais na “Placa Física” que se materializou, para aquele que a acessou – Foto de Antônio Carlos Tanure
Outra interação que comumente acontece entre o Criador/Deus e o ser humano por ele criado, é através da Sequência de Fibonacci, que é um padrão numérico onde cada termo soma-se aos dois anteriores, por exemplo: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, etc.
E a Sequência de Fibonacci é associada à proporção áurea (aprox. 1,618), que frequentemente é encontrada na natureza em padrões naturais na forma de espirais e, sendo chamada por alguns de código secreto da natureza ou “número de Deus”, com ele o Criador manifesta-se no mundo físico realizando sua vontade.
“O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês” …” – Filipenses 4:19. “Mas buscai primeiro o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” – Mateus 6:33



A sequência de Fibonacci é uma sucessão numérica infinita onde cada número é a soma dos dois anteriores. Ela aparece com frequência na Natureza em padrões naturais na forma de espirais, refletindo uma proporção harmônica – Imagens de Antônio Carlos Tanure e da Internet
Outro padrão numérico 3, 6 e 9 constituindo frequências vibracionais, ele é mais uma forma de interação como “conversação matemática” entre o Criador e sua criatura humana. Este padrão foi estudado e valorizado por Nikola Tesla. Ele acreditava serem esses números a “chave para o universo”, possuindo uma importância fundamental na estrutura da energia e da matéria.
Ele dizia, aquele que conhecesse a magnificência dos números 3, 6 e 9, teria a chave do universo”. Nikola Tesla acreditava que esses números não eram apenas matemáticos, mas representavam frequências vibracionais.
Também ele observava, enquanto os outros números 1, 2, 4, 8, 7, 5 seguiam um padrão de duplicação, os números 3 e 6 regiam essa sequência e o número 9 considerado o número mestre, representava em sua singularidade a “Perfeição” ou, o “Todo”.
Observando a importância desse padrão numérico 3, 6 e 9 como frequências vibracionais e com elas sua singularidade representativa pelo seu significado de “Perfeição” ou de o “Todo”, o resultado de 3 x 9 = 27 que é resultante desse padrão numérico, demonstra que a idade de 27 anos é especial
Ela é a idade de sucesso em todos os sentidos do ser humano. É a idade de sua plena vitalidade, organização mental e desenvolvimento de suas habilidades mentais, que através delas pode melhor “navegar” entre a realidade paralela de quarta dimensão e a realidade de terceira dimensão e também estabelecer conexão com o “Eu do Futuro”.
Realizar conexão com o “Eu do Futuro”, é o ser humano ((dimensional) falar com ele mesmo no futuro, norteando-se para qual o caminho a seguir, no intuito de cada vez mais se despertar e também os demais seres humanos para um outro e mais amplo nível de consciência necessário para esse novo tempo.
Mas, para que aconteça a interação com o Eu do Futuro o ser humano deve estar em harmonia corpo e mente, conservando seu corpo físico saudável e mentalmente tendo condição de se tornar mestre de si mesmo.
Aquele com autoconfiança e possuidor do potencial de realização já os tinha registrados em seu futuro, mas se ele alcançou a realização do que buscava, porque antes acreditou em si mesmo.
A interação com o Eu do Futuro é uma experiência, que através da quarta dimensão tudo para ele não sendo rígido, torna-se mais plástico. Torna-se mais maleável, poque nesse momento ele experiencia sob a influência de outras leis e não mais as leis para o espaço-tempo da terceira dimensão e próprias à realidade física.

Para Nikola Tesla o padrão numérico 3, 6 e 9 representaria um vetor vibracional à quarta dimensão, com todos os números subordinando-se ao número 9. E nessa força vibratória estaria a chave para se obter a energia livre, que tanto ele buscava – Imagem da Internet
Na frequência dos 27 anos de idade “tudo pode”. Nela é quando com a aparência de um jovem adulto com essa idade ou com essa plenitude de vida (biológica), o Eu do Futuro de um ser humano (mesmo que já seja um octogenário) assim se mostra para ele no mundo físico, bioplasmando-se na realidade paralela e do futuro (4ª dimensão), para que tenha com ele mesmo uma interação de conversação.
Conversação com o ser humano que emocionalmente já se harmonizou e que mentalmente já se organizou, para que aconteça essa manifestação, que se mostra como uma “energia em frequência transfigurativa” na realidade de terceira dimensão, em um momento de bioplasmação.
Momento de bioplasmação e de interação com conversação com o Eu do Futuro que deve acontecer de maneira tranquila, sem ansiedade, com o ser humano (dimensional) já possuindo outra e mais acelerada frequência mental e outro nível de consciência, para que não lhe aconteçam fenômenos como projeções, que se mostram para ele como reflexos de seus medos conscientes ou inconscientes.
Ele já conseguindo acelerar sua frequência mental, tornando-se sua mente mais ativa, ele terá presenças de mais imagens pela ampliação seu poder de gerá-las, e sem mais se mostrarem disformes, por ele já se ter organizado e harmonizado seus pensamentos, deletando seus sentimentos de medo.
Estas projeções quando se bioplasmam, elas se projetam totalmente diferentes, como comumente se mostram na realidade física, porque nessa outra realidade paralela são elas que moldam tanto a matéria, quanto a frequência luminosa de que são também constituídas.
Nesta outra realidade sem mais limitação de espaço-tempo, é necessário que o ser humano vibre com frequência mental acelerada, mas sem produzir fadiga mental para que ele interaja com seu Eu do Futuro sem percalços e alcance ligação com aspectos de seu passado e também conexão com aspectos de seu futuro.
Assim, ele poderá realizar no aqui agora de seu presente automodelar seu futuro, modificando-o em relação aos seres humanos e aos animais e visando diferentes aspectos de realidades em seus diversos universos mentais.

Na frequência dos 27 anos de idade (3 x 9 = 27) “tudo pode”. Nela é a melhor ocasião de interação para conversação entre o ser humano e o seu Eu do Futuro. E mesmo que ele já seja mais idoso essa interação acontece, com ele se mostrando com a aparência quando tinha de 27 anos, desde que ele para essa interação esteja tranquilo, já possuindo outra e mais acelerada frequência mental e outro nível de consciência – Imagens da Internet elaboradas pela Inteligência Artificial (IA).
Esta é ocasião de Transição Planetária e entre os anos de 2012 e 2032 está sendo um período de 20 anos, que nele a Terra já veem enfrentando turbulências previstas por seres de realidades paralelas, que não sendo limitados pela barreira de tempo que o ser humano diz ser o futuro, eles as mencionaram como acontecimentos já ocorridos e outros que ainda irão acontecer.
Mas, só a partir de dezembro de 2032 a Terra e aqueles que nela estão (humanidade), ingressarão na frequência de um outro ciclo evolutivo, quando então se dará de fato o início da Era de Aquário.
Um outro ciclo evolutivo para humanidade proporcionado pelo Raio Sincronizador, que oriundo do Sol Central Alcyone, estimulará não só a elevação vibratória desse Sistema Solar, mas também a elevação dos diferentes Sistemas Solares da Via Láctea com seus mundos e habitantes, para um outro e mais vibrátil patamar.
O ser humano não é um ser físico passando por uma experiência espiritual. Ele em sua essência é uma centelha divina, vibrando e “movendo-se” como frequência de onda dotada de consciência e de memória, passando momentaneamente por uma experiência humana.
Ele com seu processo de aceleração mental elevando seu nível de consciência e harmonizando seu campo de energia, vai se desfazendo-se de padrões obsoletos ligados ao seu modo de vida de aspecto tridimensional humano e não se conduzindo tanto mais em seu cotidiano com informações apenas trazidas e entendidas pelos seus sentidos comuns.
E vai se mostrando como um novo ser humano mentalmente se conectando às dimensões superiores de realidade e paralelamente vai ampliando sua percepção do Significado de Atemporalidade como a presença de Deus/Criador em seu Sentido Vibracional de Unidade, que todos cria e tudo realiza.
Ele experiencia uma ocasião especial de entendimento: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á”. (Mateus 7:7-8)

À medida que o ser humano vai ampliando seu nível de consciência e com ele vai passando pelos “Portais de Conhecimento” ele vai percebendo que O “Tudo está n’O Todo, como também O Todo está em Tudo” – Imagem da Internet
O que era antes imaginação e/ou suposição, já está se tornando verdade através das informações trazidas pelos estudos e pesquisas da Física Quântica, mais especialmente da Mecânica Quântica, que está proporcionando pelo avanço dessa ciência, melhor entendimento de ideias revolucionárias, inclusive sobre a vida, morte, universo e Deus.
A ciência de hoje agora mais aparelhada e informada busca com mais amplitude de entendimento o que é cósmico e mais verdadeiro além do mundo da matéria ou do que é fisicamente denso.
Os cientistas buscam novas informações, ampliando seus conhecimentos não só em relação ao mundo visível e da realidade física terrena, mas também em relação aos mundos paralelos não visíveis.
Com novos conhecimentos através do conceito de energia infinita ou que tudo é energia no universo, a “morte” com o fim do corpo físico humano não é o final de tudo. Apenas é uma transição para outras realidades de existência, que são campos vibrantes de energia constituídos de diferentes frequências possuidoras de suas próprias leis.
A morte do ser humano com o fim de seu corpo físico não é realmente seu final, mas apenas mudança de vibração de uma frequência mais densa fisicamente visível para outra mais vibrátil e sutilmente invisível, que no futuro será melhor entendida com novos conhecimentos e com novas tecnologias, ainda a serem descobertas pela ciência humana.
Conhecimentos e tecnologias que proporcionarão melhor compreensão sobre a continuação desse fluxo de energia, que sempre existiu e continuará existindo, mesmo depois que o ser humano já estiver “despido” de seu corpo denso.
Neste fluxo de energia transformadora do ser humano, lhe acontecerá mudança na forma de vibração com o fim de seu corpo físico. Ele então não sujeito às leis, que o regia na realidade densa e visível onde experienciava e aprendia, ele agora será regido por outras leis para dimensões mais vibráteis e sutilmente de mais luz, para outras experiencias no Grande Campo da Energia Universal.
O conceito de outras dimensões onde a consciência continua após a morte com o fim do corpo físico humano, já começa a ser sustentável por novas informações científicas, principalmente da Física Quântica, estimulando a mente humana para novos entendimentos e deixando o após morte menos amedrontador, por ser parte da continuação natural do ciclo de energia que governa o universo.
Com as pesquisas e os estudos atuais o cientificismo e a “espiritualidade” já estão mais conciliáveis, por possuírem ambos visão da existência de “Algo” que administra o funcionamento do universo, que é uma Criação Inteligente estruturada por leis físicas e que agindo com harmonia, reflete a Vontade de uma Força Maior Criadora.
Uma Força Criadora comumente chamada de Deus, que conduz Princípios (Leis) Universais e que se manifesta com Padrão de Criação ou, com estrutura arquetípica, geométrica e vibracional oculta, dando forma à realidade manifestada.
Força Criadora ainda mencionada como Mente Universal que comanda todas as coisas e guia o cosmos com precisão científica e, agindo com sua Força Organizadora Invisível e Moduladora, tudo cria e realiza.

Com sua tecnologia infravermelha o mais moderno telescópio James Webb supõe-se a existência de 2 trilhões de galáxias e uma média de 100 milhões a centenas de bilhões de estrelas por galáxia. Este telescópio também constatou galáxias formadas entre 290 e 300 milhões de anos após o Big Bang (que ocorreu há 13,8 bilhões de anos). E ainda conseguindo “enxergar” através da poeira cósmica, o que permite os astrônomos estudem a evolução de estrelas e planetas de forma mais profunda e clara. Assim, estudam Galáxias Primordiais, Reionização do Universo, Estruturas Estelares, Atmosfera de Exoplanetas, Mapeamento de Matéria Escura, Matéria Orgânica no Espaço. E percebem a existência de “Algo” como uma Força Criadora, que cria e que guia o universo – Imagens da Internet
Atualmente, enquanto a ciência procura desvendar as leis que organizam o cosmo, a “espiritualidade” busca dar significado às essas leis, “abrindo a porta de passagem” à percepção mais profunda do entrelaçamento entre o mundo físico visível e o “espiritual” através de realidade paralelas invisíveis e sutilmente mais vibráteis.
A Realidade (visível e invisível) é hoje melhor percebida como Energia Vibrante irradiada da Fonte Criadora/Deus, que em sua Unidade conecta-se à individualidade cocriadora do ser humano, através de seu campo de energia/aura. Conexão que com ela a ciência já começa também, a entender melhor a existência de realidades paralelas, conhecidas como “dimensões espirituais”.
Hoje, a Mecânica Quântica principalmente sugere, que o ser humano com sua mente individual está profundamente interligado à Mente Universal ou à Mente do Criador/Deus.
Como já foi antes mencionado, os pesquisadores dessa ciência quântica já caminham para desfazer o conflito, que se estabeleceu entre o “cientificismo e espiritualidade”. Em outras palavras os cientistas já estão percebendo “Algo” como a presença de Deus os religiosos percebendo Deus com seu Sentido de Realidade.
Mas, esse conflito só será de fato apaziguado quando a ciência humana alcançar a compreensão do universo como o “Todo Unificado”. Ou, com a ciência já tendo “a chave que abre a porta” para os segredos cósmicos, que ainda se escondem na Mente Universal, que governa tudo.
Na medida em que a ciência avança nos estudos energéticos da matéria, ela acabará por também “encontrar” Deus com seu significado vibracional de ondas moduladoras movimentando o todo e o tudo criando.
Significado vibracional que o ser humano comumente não o alcança, na realidade física que nela experiência e aprende. A realidade que é fisicamente visível, temporal e ilusória pela limitação de informações apenas fornecidas por seus sentidos comuns.
Mas, a realidade física e visivelmente limitada pelos cinco sentidos humanos termina (terceira dimensão), quando ela se inicia seu “entrelaçamento” energético-vibratório com outra realidade em frequência mais vibrátil e fisicamente invisível (quarta dimensão), que hoje os estudiosos principalmente da Mecânica Quântica já veem essa possibilidade verdadeira como realidade paralela.
A ciência humana do futuro obterá respostas mais corretas e entenderá melhor o funcionamento desse universo e da energia que o permeia, entrelaçando-se tanto com outros universos, quanto com outras dimensões alternativas (realidades paralelas).

A ciência humana do futuro entenderá melhor a energia, que tanto permeia por esse universo quanto por outras realidades paralelas de existência – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
A ciência em sua busca de informações e conhecimentos está procurando aqueles que unifiquem todas as coisas. E ela ao desvendar esse “segredo”, poderá finalmente melhor entender de acordo com o Primeiro Princípio (Lei) Universal, presença de uma Força Superior Cósmica e Unificadora, que liga todas as formas de vida e todos os aspectos da Realidade.
Tudo no universo está interligado por uma Força Invisível em uma Rede de Energia Universal e, com essa percepção deve-se pensar a Realidade em termos de energia, frequência e vibração” ou, como o Criador/Deus em movimento criando e realizado através de ondas moduladoras.
A energia não pode ser destruída, apenas pode ser transformada de acordo com a Lei da Conservação de Energia, assim no desaparecimento do corpo físico com a morte do ser humano, ele continua com sua frequência de onda consciente “revestida” de sentimentos (alma humana).
Atualmente, a ciência humana já começa a alcançar com novos estudos e pesquisas, os conhecimentos que cientificamente fundamentados se traduzem como ideias revolucionárias sobre energia, vibração, frequência, natureza da consciência e a essência da vida.
De acordo com Einstein “Tudo no universo vibra em padrões e a consciência humana possui um campo especifico capaz de interagir com o tecido do espaço- tempo. E quando o ser humano morre esse campo não se desfaz, ele migra”.
Para ele a morte não é um colapso, é um deslocamento. E essa emigração não é aleatória, mas um fator determinante como um código que gerado na vida de cada ser humano, baseia-se em seus pensamentos, intenções e estados emocionais predominantes”.
O ser humano não morre e não vai para lugar algum, ele transforma-se para o lugar onde sua vibração é compatível. Essa ideia une física, metafisica e “espiritualidade” em um único ponto.
Ainda de acordo com Einstein, “céu e o inferno” são frequências e não possuem o sentido religioso que já se estabeleceu para essas palavras. O “inferno” é o colapso vibracional da alma presa ao peso da matéria.
E no entendimento do sentimento humano alcança-se o “céu” de felicidade e de pura alegria, exercitando-se no amor que tudo une, soma e realiza.

A frequência molda, o amor eleva e o medo prende. Nesta frase se insere respectivamente os significados vibracionais de “céu e inferno” – Imagens da Internet
Com outro significado de vida e com outro entendimento de Realidade, a Ciência Lilarial foi exercitada no primórdio da história da Terra pelo povo Muril.
Os Muril estudiosos e pesquisadores cósmicos que na Terra estiveram muitíssimo antes da vinda dos Anunnaki, expressavam-se na linguagem irdin e ergueram aqui uma civilização que já muito esquecida, perdeu-se na curva do tempo.
A Civilização Muril sabia utilizar da convergência das ondas eletromagnéticas moduladoras do cosmos, que são frequências positiva e negativa, portanto são duas polaridades. E essas ondas por possuírem um formato espiralado contínuo-modulado, elas vão fazendo que todas as coisas as obedeçam, as copiem e, por isso, são chamadas de ondas moduladoras.
E elas assim agindo se mostram como uma só Lei ou, como uma só regra que é emitida de Fonte com Frequência de Polaridades Positiva e Negativa, que o ser humano ainda não a conhece e que Vibra mais próximo do que ele identifica como Deus (Pai/Mãe).
A Ciência Lilarial menciona as ondas moduladoras responsáveis pela vida em todos os organismos e também o surgimento da matéria em outros universos. Tudo que existe são por elas modulado, inclusive em outras infinitas dimensões.
E na vida de relação social humana é delas a força que organiza o pensar e o agir do ser humano, como também o proceder dos demais seres viventes, ao serem influenciados pela ação de sua modulação.
E quanto mais o ser humano em seu processo mental alinha-se, vibrando em sintonia ao fluxo universal, mais nítidas se tornam o que ele diz ser a sensação de plenitude, que ele a identifica como sentimentos de harmonia, felicidade e alegria. Sentimentos humanos que estimulam à somação, à unificação.
A clareza mental é própria daquele que pesquisando, estudando, informando-se e buscando conhecimento alcança constantes descobertas, utilizando-se de processos mentais criativos.
Mas, a clareza mental é antes de tudo própria daquele que ao exercitar o autoconhecimento, torna-se um eterno buscador de si mesmo.
Atualmente, o ser humano em sintonia à Transição Planetária deve-se voltar para os conhecimentos de uma ciência não só baseada em tecnologia instrumentalista, que é característica da ciência humana de hoje, mas ele deve se voltar também para o conhecimento da manipulação de seu poder mental, exercitando-o junto às forças cósmicas e às da natureza.
Ele deve alcançar outro nível de percepção para se conduzir por uma outra ciência, que ele utilizando-se de seu poder mental, possa se sentir no plano mental parte de grande família universal. E ele possa também com maior clareza mental, perceber o “Pai” como Deus com seu Significado Vibracional de Unidade.
A Ciência Lilarial utilizando-se da “ciência do bioplasma” permite através dos vórtices de energia/”portais” o entrelaçamento entre a realidade do mundo físico e visível humano e a realidade dos mundos paralelos invisíveis e vibracionalmente mais sutis.
No ser humano quanto maior for “a escuridão” de sua ignorância, motivada pela ausência de informações e de conhecimentos que o esclareçam com sabedoria, ele mais se aprisiona no mundo denso exterior de seus cinco sentidos e também mais ele com sua mente individual distancia-se de sua sintonia à Mente Universal Criadora.
Se na realidade física a expressão “nas alturas” está pelo entendimento/“leitura” com a visão física mais no alto ou mais distante no espaço, ela quando se refere ao Criador/Deus, significa pela “visão do coração” a percepção de mais Vibração da Luz Viva, que tudo cria e realiza.
Luz Viva Irradiante que é indescritível, porque nela vibrando a Verdadeira Vida não pode ser realmente descrita, pode apenas ser percebida e sentida com a “visão do coração”.
Luz Viva que o ser humano possui como sua centelha e que através dela acontece sua transmutação, quando ele se eleva não em movimento de exteriorização ou, como em uma explosão física erguendo-se para o alto, mas por um processo mental de interiorização que gerando como se fosse uma “implosão”, com ela seu corpo físico bioplasma-se e a seguir é transmutado em luz.

A Centelha Divina que vibra em cada ser humano, ela que “move” sua frequência de onda dotada de consciência e de memória – Imagem da Internet
O ser humano já possuindo outra visão de Realidade, alcança a percepção que fatos, situações e circunstâncias em sua realidade física de experiências e de aprendizados não são acontecimentos isolados.
Eles entrelaçam-se não só nesse mundo de realidade física e de espaço-tempo, mas também se entrelaçam através de outras leis, já em outros mundos de outras e paralelas realidades
Através da Ciência Lilarial o ser humano alcança com maior amplitude mental a percepção de Realidade, sem mais se restringir apenas no que ele experiencia na realidade física e que o tem como verdade.
As informações trazidas pela Ciência Lilarial transmitem conhecimentos e tecnologias, que a ciência atual humana nem imagina. Elas utilizam das habilidades mentais do ser humano, visando eliminar doenças, retardar o envelhecimento ou mesmo interrompe-o, eliminando o sentido ou o porquê da experiência de morte.
A atual rotina na existência do ser humano é nascer, crescer, morrer e reencarnar, ficando quase sempre nesta sequência repetitiva. Mas, a Ciência Lilarial lhe proporciona o conhecimento, que com ele ainda em sua vida físico-biológica interrompa este cansativo ciclo, transmutando-se.
O verdadeiro conhecimento iluminado de sabedoria, norteia-se pela voz do coração, quebra paradigmas e aqueles que o possuem, com o agradecimento do universo tornam-se muito mais que “doutores”, transformam-se em cocriadores.
O termo lilarial originado do idioma irdin, que foi o primeiro idioma falado na Terra, seu significado está relacionado à unificação das frequências eletromagnéticas do multiverso. O estudo da Ciência Lilarial volta-se principalmente à convergência das ondas eletromagnéticas moduladoras do cosmo.
Para essa ciência o movimento da estrutura cósmica que a ciência humana chama de ondas gravitacionais, elas são na verdade o movimento dessas ondas moduladoras, que são duas frequências de polaridades positiva e negativa, entrelaçadas à frequência do meio sem polaridade ou neutra.
A Ciência Lilarial como a ciência do futuro, está milhares de anos à frente da ciência humana atual, mas em algumas realidades paralelas os seres que nelas existem já possuem a muito o conhecimento desta tecnologia avançadíssima, o que lhes possibilita moldar, criar e transformar a matéria.
Esta tecnologia de forma mais compreensível pode ser relacionada ao mecanismo mais óbvio, que é o da frequência de 0,3Hz ou, a frequência do pensamento, atuando nesse mesmo ritmo.
Aquele que não mais satisfaz apenas com meias verdades, não aceitando ficar apenas mais no superficial, ele deve olhar realmente para dentro de si e perceber que só existe uma crença no mundo, a crença oriunda de si mesmo.
A crença de que ele é de fato cocriador, podendo manipular e desenvolver frequências, que geram abundância e prosperidade em todos os sentidos não só para si mesmo, como também para o bem-estar comum dos demais.
Mas para tanto ele precisa gerar o sentimento de harmonia e direciona-lo para sua mente e seu coração, para com eles sejam reconstruídos seus pensamentos e ele possa reprogramar o que já foi por ele erroneamente construído.
Ele deve agir de acordo com sua intuição, que é seu sentimento mais sutil e mais verdadeiro e que é o seu primeiro pensamento. Com ele se informa de maneira instantânea como sua mente deve funcionar, sem deixar dúvidas.
A emoção é seu segundo pensamento, que com ele é gerada a frequência de dualidade existente dentro de cada ser humano, dando-lhe dúvida e confusão através de sentimentos, que oscilam entre o que ora ele acha positivo/bom e ora o que ele acha negativo/ruim,
No ser humano emoção é também a frequência do “eu/ego” que está quase sempre predisposto a gerar sentimentos de conflito e não exercitar a sabedoria da compreensão, estimulando-o ao processo corrosivo do julgamento, em um estado de bipolarização mental gerador de confrontos.

Em uma situação excepcional pode acontecer a interação entre duas realidades de existência ou, entre a terceira e a quarta dimensões quando se dá uma bioplasmação através de um “entrelaçamento consciente”. “Entrelaçamento” do campo de energia de um ser humano com habilidade mental paranormal especial na terceira dimensão e o campo de energia de um ser fisicamente invisível na quarta dimensão com origem em outro ponto do universo. Esta “junção” se dá através de um vórtice/”portal”, utilizando-se do campo de energia/aura desse ser humano paranormal (Urandir Fernandes de Oliveira) e do campo de energia desse ser (Idibel ou “Bilu”), que sem sofrer a interferência limitante do tempo, ele já vem alguns milhares de anos com várias identificações e outros nomes, acompanhando a História da Humanidade. Portanto, apesar de existir uma só uma bioplasmação, ela é consequência do “entrelaçamento” de duas diferentes frequências de ondas conscientes, uma de um ser humano comumente visível e outra de um ser extraterrestre comumente invisível – Imagens de www.pegasus.portal.nom.br.
Aquele que consegue reciclar de seu campo de energia frequências de vibração mais “densas e pegajosas” que são originadas de mágoa e de inveja, ele removendo essas barreiras emocionais que impedem o seu poder de realização, mostra-se como um “guerreiro”, capaz de vencer a verdadeira batalha, que é a que trava consigo mesmo.
E ele já vencedor de si mesmo, começa a perceber ocupando espaços em sua mente com o real sentido de prosperidade, aquele que o estimula a pensar e agir com a nobreza d’alma e que o incentiva a buscar o sentimento do amor espontâneo e incondicional
“Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente”. “Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor”. Colossenses 3:13-14
Os seres humanos direcionados por Princípios (leis) Universais vão sendo moldados desde o nascimento a sincronizarem com a intenção de sua evolução e assim cada um vai agindo à sua maneira. Eles vão aprendendo acreditarem em si mesmos, como seu potencial futuro de realização.
E aquele que é ainda paranormal, ele vai especialmente aprendendo com sua habilidade mental a administrar o “choque vibracional” de energia, que em suas interações mesclam-se a 3ª e a 4ª dimensões.

No momento da entrega àquele que recebeu sua “Placa Física” originada da realidade paralela (4ª dimensão), ele administrando o choque vibracional entre dimensões e a encostando em seu vórtice/chakra do plexo, ela se iluminou com uma tênue luz branco-azulada, como efeito vibracional relacionado com o Signo de Salomão e com o Eu do Futuro. Mais informações neste Site. Na Página: O Portal e no Texto: No milharal, “a entrega da Quinta Placa” – Fotos de Antônio Carlos Tanure.
Tudo o que o ser humano já possui sobre a ideia de Deus, templos, dogmas, guerras e medos, não passa de uma sombra ou de uma distração magistralmente criada para ele, no intuito de desvia-lo do interesse de saber onde o divino realmente está?
Desde que a primeira centelha de consciência acendeu no ser humano, ele, tenta nomear o que é inominável. Aprisiona-se o Infinito na linguagem, dá-se um rosto ao que não tem forma e se reduz a vastidão do universo a uma série de regras, rituais e proibições.
O resultado que Deus transformou-se em um juiz ou em um capataz celestial, ou pior transformou-se em uma “figura”, que só pode acessada por meio de intermediários.
Agora, Deus está sendo redescoberto pela Física Quântica. Deus não é uma entidade, é uma Frequência. E se tudo no universo é vibração, então a verdadeira espiritualidade é uma sinfonia e não uma busca.
O intelecto humano condicionado é difícil compreender o Absoluto. Cada vez que o ser humano procura identificar Deus em um livro, em um dogma ou em um conceito, ele está o reduzindo um pouco. Ele está limitando o Ilimitado, o que é o erro fundamental de todas as religiões.

O ser humano como um cocriador não deve apenas vê com seus olhos físicos no mundo exterior a presença do Criador/Deus como harmonia e beleza junto à natureza ao seu derredor. Mas, deve ainda mais intensamente percebe-lo, comumente presente em seu mundo interior – Imagem da Internet
Os discípulos de Hermes Trismegisto como guardiões do conhecimento ancestral no antigo Egito deixaram claro, pelo Primeiro Princípio (Lei) Universal da Criação, O Todo é Mente e o universo é manifestação de uma Consciência Superior.
Agora a ciência moderna depois de milhares de anos começa a supor o mesmo. O neurocientista Donald Hoffmam sugere, a realidade que o ser humano fisicamente vê não é objetiva, é apenas uma interface.
Ela é só um ponto de interação com troca de informações entre dois sistemas, entre a Mente Universal do Criador e a mente individual do ser humano cocriador.
E se tudo o que o ser humano experimenta é uma interface mental, então a ideia que ele está separado de Deus é a maior ilusão criada pelo cérebro. Mas, se Deus é a Consciência Universal, como ele a expressa?
Nikola Tesla com sua criatividade de um gênio tinha isso muito claro. Para ele se o ser humano quiser encontrar o segredo do universo, deve pensá-lo no aspecto de energia, vibração e frequência. Esta é a chave para desmontar a crença em um Deus externo ou isolado separado do universo.
E se tudo é energia em constante movimento como afirma um dos Princípios Herméticos, portanto nada está imóvel, mas tudo se move e vibra, Deus não pode ser “Algo” isolado, imóvel e distante.
Deus pode ser percebido como a mesma “Substancia Vibracional” que dá forma não só todas as coisas no mundo exterior ao derredor do ser humano, como também seu pensamento que “se move” pela sua mente no seu mundo interior.
E nesse ponto a espiritualidade e o cientificismo concordam-se. No primeiro caso o hinduísmo menciona Brahman, como a Consciência Universal na qual tudo faz parte e quando com Significado Vibracional de Unidade o “eu/ego” desaparece.
E no segundo caso refere-se à experiência da dupla fenda, quando a simples observação pode alterar a realidade subatômica (partícula/onda), o que se conclui, a consciência do ser humano não só interage com o mundo, mas também mentalmente o molda.
Se a realidade depende de como o ser humano a observa e se a observação está ligada à sua frequência mental, então sua conexão com Deus é literalmente uma questão de sintonia mental.
E se a conexão com a Consciência Universal é apenas uma questão de sintonia, porque então o ser humano vive em constante estado de medo, escassez, julgamento e culpa?
Na escala de consciência que foi elaborada pelo Psiquiatra Doutor David Hawkins, ela na frequência das emoções humanas é medida em Hertz. Na base das emoções vibrando muito baixo têm-se os sentimentos vergonha, com 20 Hertz, culpa com 30 Hertz, medo com 100Hertz
Também nessa tabela o nível 540 hertz marca a transição para um estado onde a felicidade não depende de eventos externos. É o limiar da transformação pelo amor incondicional com a transcendência do “eu/ego”.
Ainda, nessa tabela o nível de 700 hertz é o estado de “não-dualidade”, onde a percepção de separação entre “eu/ego” e o “universo” desaparece. É o que muitos dizem alcançar o corpo de luz ou o estado de consciência pura ou ainda, de sintonia à 5ª dimensão.

Nas frequências mais altas desaparece a matéria vibrando tão rápido, que a densidade do corpo físico, das dores e das limitações materiais deixam de existir, dando lugar a uma experiência puramente energética e radiante – Imagem da Internet.
O ser humano quanto mais alto estiver nessa escala de consciência, mais será a vibração de sua aceleração mental e mais conectado ele estará com a Frequência da Energia Suprema Criadora/Deus.
Nesse sentido já falava e agia cerca de dois mil anos atrás movido por desejo profundo/”fé”, o ultimo “Mensageiro de Deus” Jesus de Nazaré – O Cristo:
“Não crês que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, faz as suas obras” (João 14:10) “…nem dirão: Ei-lo aqui! ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro de vós” (Lucas 17:21).
Se a maioria dos seres humanos vibra mentalmente baixo nessa escala, é por causa de sua própria estrutura civilizatória, que não é aprisionada por muros físicos, mas contida sob as frequências do medo e da dependência.
É largamente ensinado ao ser humano, que Deus está fora dele e que ele deve conquistar o céu, mas ele como um pecador renitente e se fazendo assim como um dependente, ele necessita de um intermediário (guru) para guia-lo e salva-lo.
E colaborando para essa sua dependência, a mídia com as várias maneiras de informar nos seus noticiários propaga medo, tragédias, crises e ameaças, o que pela psicologia comportamental mantem seu sistema nervoso em modo de sobrevivência.
E o seu cérebro estando em alerta constante, ele não consegue pensar de forma crítica e nem acessar a frequência elevada do amor.
Ainda, a vida econômica e financeira do ser humano sendo afetada pelo sentimento já viciado de escassez e de dívidas por querer sempre mais, ela o mantém enfocado na materialidade e ao mesmo tempo na carência, impedindo que ele reconheça, que a verdadeira abundancia é inerente à sua consciência, possuindo sabedoria de saber equilibrar o “ter” com o “ser”.
Enquanto o ser humano vibrar mentalmente com os sentimentos de medo e de culpa, ele será incapaz de perceber, que Deus, está comumente presente como sua Fonte real e inesgotável de riqueza. Mas esses seus dois sentimentos “o cegam”, constituindo sua verdadeira limitação que não é física, é mental.
Se a Realidade é uma interface ou um ponto de interação no entrelaçamento (mental) de realidades e a emoção humana é uma frequência de sintonia, a “chave” para acessar o “Sistema” e alcançar a percepção d’O Todo está na mente do ser humano.
Portanto, não é pedir ao Deus externo que lhe conceda algo, mas é o ser humano com sua mente criativa e realizadora tornar-se capaz de alinhar à Fonte Criadora/Deus, para ele alcançar o que deseja.
Para isso, sua mente precisa ser treinada, precisa sair do ciclo de escassez, duvida e medo, sentimentos que ele os traz programados desde de sua infância.
Seu verdadeiro caminho “espiritual” não é mais o de acumular conhecimentos e teorias muitos deles até envoltos em dogmas, mas é o de se desprender de informações que o limitam em seu processo de clareamento e despertamento mentais, impedindo o autoconhecimento.
A chave para ele elevar sua frequência reprogramando sua consciência, é com as informações que ele as selecionando e as cultivando, o harmonizam no silêncio de seu mundo interior.
A mente se não for treinada para ser concentrada na verdade, ela cai na armadilha de só buscar distrações, que a mantém em uma frequência baixa.
A ilusão da separação aprisiona o ser humano. E, para ela textos mais antigos davam-lhe o nome de “Véu de Maya”, por esconder do ser humano a verdadeira essência da Realidade. Ou, por não o permitir mentalmente alcançar o verdadeiro Significado Vibracional de Unidade.

O Véu de Maya não é uma imposição de Deus, é uma construção mental sustentada pelo medo, pela culpa e pela necessidade de validação externa. E a resposta para dissolver essa ilusão sempre esteve em um lugar simples, no silêncio do mundo interior humano – Imagem da Internet
O budismo diz que a iluminação acontece quando os pensamentos cessam. O cristianismo inicial menciona, que a voz de Deus é ouvida vinda do interior de cada ser humano.
E o sufismo diz que o verdadeiro conhecimento surge quando a mente para de questionar e então nessa condição mental de ausência do “eu/ego”, Deus sempre presente poderá ser percebido.
O neurocientista Andrew Newberg estudou aqueles que meditam e descobriu que no vazio da mente a atividade do lóbulo parietal (parte do cérebro responsável pela noção de tempo e espaço) diminui drasticamente e nesse momento a sensação de individualidade ou de o “eu/ego” desaparece. E aqueles que juntos mentalizam nessa experiência, tornam-se um só.
Vibração baixa, medo, caos criam formas irregulares instáveis. Vibração alta (OM) gerando harmonia, ela cria estruturas com geometria perfeita como círculo ou a “flor da vida”.
Quando o ser humano com seu corpo físico e sua mente vibram em uma frequência harmônica, como o de amor e o de gratidão, a estrutura interna de sua realidade literalmente se organiza. E ele se torna arquiteto da geometria de sua própria vida.
O verdadeiro portal de sintonia com o Criador/Deus não está no cérebro, mas no coração. O Instituto Heartmath voltado para a psicofisiologia das emoções e na coerência cardíaca demonstrou cientificamente, que o coração não é apenas uma bomba biológica, é também um órgão de processamento de informação, que emite o campo eletromagnético mais potente do corpo, cinco mil vezes mais que o do cérebro.
Quando o ser humano experiencia emoções de baixa frequência o ritmo de seu coração fica errático, incoerente. Mas, quando ele ativa emoções com os sentimentos de gratidão, apreço ou de amor, o seu coração entra em padrão rítmico perfeito.
Portanto, ele estando em coerência cardíaca, seu campo eletromagnético irradia-se mais para o universo. Se Deus é Frequência Una Criadora e seu coração é o transmissor mais potente, o caminho para sua conexão com o divino é com essa sintonia coerente.
Sintonia conduzida pelos sentimentos humanos de harmonia e de amor incondicional, que sendo frequências capazes realmente de somarem, eles unificam.

O ser humano deve mais, que ficar orando pedindo ao Criador impelido pelo “eu/ego”, deve se perceber emitindo frequência de sintonia à Frequência dele. A sua oração deve ser a de um cocriador, com sua mente individual iluminando-se pela vibração de seu coração e pensando e agindo em sintonia direta com Mente Universal Criadora – Imagem da internet
Metaforicamente, o coração do ser humano funciona como uma antena de wifi (tecnologia de rede sem fio) e se ele estiver vibrando apenas no medo e na culpa, só recebe o sinal lento e cheio de spam (mensagens recebidas em grande quantidade não solicitadas). Mas, se ele estiver sintonizado nas frequências da harmonia e do amor, conecta-se à fibra ótica ilimitada da Fonte Criadora/Deus.
E se essa conexão pode ser tão simples para o ser humano, gerando e elevando sua frequência do sentimento de amor, para através de seu coração sintonizar com a Mente Criadora/Deus, porque ele mais do que nunca está no momento mentalmente tão desconectado dela?
O ser humano experiencia nessa ocasião um engendramento mediático, que foi projetado para bombardear constantemente seu campo vibracional com informações de baixa frequência.
A maneira mais fácil de capturar sua atenção é mentalmente o engessando com dramas, polarização e indignação. Desde da década de 1950 os especialistas sabem que as emoções negativas são mais fáceis de induzir e mais difíceis de erradicar do que as positivas.
Por exemplo, os jogos televisivos de futebol com violência no campo e fora dele e as telenovelas com dramas para todos os gostos tornando os torcedores e telespectadores literalmente dependentes, confirmam essa verdade.
A sociedade moderna nega ao ser humano o silencio (espaços mentais entre seus pensamentos), obrigando-o a ocupar a cada momento esses seus espaços com o que ele diz progresso
O psicólogo Leon Festinger demonstrou, quando o ser humano depara com uma verdade, que contradiz profundamente suas crenças, como a que Deus não está fora dele, ele prefere rejeitar essa verdade para evitar seu desconforto mental.
Ele rejeita essa informação que poderia liberta-lo, porque se acha em uma prisão refinada, onde o carcereiro está dentro de sua própria cabeça.
Seus espaços mentais ficam comumente ocupados quando dirige carro, escuta rádio, vê e escuta televisão e faz exercício físico, entre outras de suas ocupações do dia a dia. E hoje a mais “invasiva” por ser a mais usualmente usada em todos os momentos de todos os dias é o celular, que não o permite interiorizar-se.

O portal para Deus é o vazio com o silencio não o de sons físicos exteriores, mas o silêncio gerado quando o ser humano se volta para dentro de si e sua mente individual e cocriadora alcança sintonia direta com a Mente Universal Criadora – Imagem da Internet.
Cada momento de quietude do ser humano é seu portal de sintonia à Frequência de Deus, porque é no acessar do pensamento que a interface (conexão) desativa e o “eu/ego” se separa e se dissolve. E ele consegue vibrar mentalmente mais sintonizado com o Criador/Deus.
O “Sistema” que alguns o identificam também como “Governo Oculto” sabe disso. E por isso, que ele é fonte da indústria de distração como apostas on-line (bets), notícias e comunicações através de lucrativas redes sociais, entre outros desses artifícios.
Ele usa desse subterfugio, não propriamente para fazer o ser humano feliz, mas para mantê-lo ocupado, distraído e com o coração em uma frequência de incoerência alimentada com energias geradoras dos sentimentos de dualidade.
A luta espiritual da era moderna é uma luta pelo silencio, compreender isso é o primeiro ato de rebeldia. Mas, para o ser humano realmente mudar sua vida, ele deve começar o processo de desaprender. Ele não pode colocar a Frequência de Deus em uma mente cheia de medo alimentada com velhos condicionamentos geradores de conflitos.
O ser humano deve se guiar na trilha de perguntas que funcionam como um filtro vibracional. Cada vez que um pensamento de preocupação, medo ou julgamento passar pela sua mente, pergunte-se, se o que sente é real ou é um fantasma que veio assombra-lo de seu passado ou ainda, se ele irá assombra-lo em seu futuro.
A ilusão é cada marca que ele coloca em si mesmo, como uma história que limita sua identidade infinita. E ele ao se inteirar dessa história o “eu/ego” dissolve-se e emerge-se com uma consciência ilimitada, que realmente ele é.
Esta pratica constante de observação sem julgamento é a ferramenta mais eficaz para ele elevar sua frequência, porque o permite liberar os programas de controle.
Com ela o ser humano não pode mais culpar um Deus externo por seus problemas. O estado de consciência é seu e se ele escolher a frequência do amor, torna-se seu ponto de sintonia.
E ele perceberá em seu âmago sintonizado ao Significado Vibracional de Unidade ou mentalmente em ressonância à Mente Una e Criadora de Deus.
“Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espirito de Deus habita em vós?” (Coríntios 3:16)

Da esquerda para direita: 1) corpo do ser humano denso adaptado para informações na realidade de existência dos seus cinco sentidos e de seu mundo físico da terceira dimensão; 2) seu corpo intermediário perispiritual ou bioplasmado como um envoltório fluídico que guarda estreita relação com a forma física e que interage com a quarta dimensão; 3) sua essência/”espírito” que “move” sua frequência de onda dotada de consciência e de memória – Imagens da Internet.
Aquele que é verdadeiramente buscador de si mesmo, ele mudando sua frequência, o Véu de Maya cai. Ele é um rebelde que escolheu se despertar como um ato de consciência. E esse seu procedimento como compromisso é sua marca de verdade para esse novo tempo.
Ele está dando um sinal de sintonia para o universo, reconhecendo que não mais contenta com migalhas e que está disposto a abraçar seu poder cocriador de maneira consciente, com outro estado de “ser”.
A Física Quântica ensina isso para ele, ao mencionar que é a observação que molda a realidade. E se sua consciência é o observador e sua frequência é a sintonia, então a chave da manifestação é seu alinhamento vibracional.
No início desse novo tempo o novo ser humano deve possuir a clareza mental, que possui quatro chaves para o seu despertar: 1) Deus é Frequência e Consciência. 2) A ferramenta é a coerência cardíaca através do amor, da gratidão e desaprender do que foi erroneamente imposto. 3) O portal é o silencio e o vazio absoluto, 4) A ação é a manifestação sentida operada a partir da frequência desejada.
O verdadeiro “caminho espiritual” do ser humano é descer à verdade de quem ele é. Ele deve parar de alimentar a ideia de que ele buscar algo fora dele, porque o “reino de Deus” não vem com aparência exterior.
Ei-lo aqui! Ou ei-lo ali! pois o reino de Deus está dentro de vós (Lucas 17: 21)
Quando ele alcançar essa compreensão integrada sua vida transforma-se, ele começa a perceber a ordem oculta do universo. As coincidências tornam-se mensagens diretas da Frequência Divina.
A ansiedade e o medo tornam-se frequências passageiras, sem que elas o definam. E ele deixa de se sentir como uma vítima impotente e se reconhece como um ponto de sintonia com o Criador.
O ser humano quando se desperta, para ele não tem mais volta, ele não pode mais ignorar a verdade agora já percebida.
Ele já experiencia uma ocasião de escolha profunda, não a experiência da zona de conforto inserida de ilusão e de controle, mas a experiência de liberdade desafiante de um cocriador consciente.
Ele agora percebe nunca esteve separado do universo, que estava apenas esperando ele se sintonizasse à frequência do que sempre foi. Ele nunca teve o intuito de encontrar Deus, mas de se perceber como cocriador e em sintonia mental com o Criador, que também ele o é.

Todo o universo é apenas manifestação criadora de Deus, que não vive no “céu” distante e nem explicitado em livros tidos sagrados, mas no silêncio absoluto da mente do ser humano Iluminada pela luz de seu coração – Imagem da Internet.
De acordo com Max Planck a matéria existe é apenas pela ação de uma força, que estimulada pelo Segundo Princípio (Lei) Universal faz vibrar unidas as partículas do átomo, vistas através do microscópio eletrônico de alta resolução como um “minúsculo sistema solar atômico”.
O ser humano já percebe por trás dessa força a existência de uma Mente Consciente e Inteligente (Deus), que é a Matriz Criadora de todas as formas de matéria.
E se a ciência já provou que a matéria é secundaria, não é logico o ser humano persistir na ilusão de solido. Se partículas não existem como objetos, então viver isolado de Deus, sentindo-se separado em corpo físico é um erro existencial e não uma verdade científica.
Essa sua errônea crença não é “espiritual”, ela é física. Seu verdadeiro problema é ainda pensar em matéria como algo fundamental, sem ser capaz de mudar sua relação com o corpo, mente e realidade. Nada do que ele chama é ele ou que é dele, é sólido, é compacto.
Quando ele acorda, toca seu próprio corpo, bate a mão na mesa e tem certeza absoluta ao dizer isso é matéria, parece obvio, inquestionável. Mas, é exatamente aqui que começa seu erro, que vem governando toda sua vida. A matéria não é fundamental, de acordo com os estudos recentes da Física Quântica.
De cordo esses estudos, não existe matéria como algo independente, ela surge e se mantém apenas por forças invisíveis, campos e relações. Quando o ser humano com seu corpo físico diz ser matéria, está destoando das informações da ciência humana atual.
Nos estudos da radiação do corpo negro (radiação cósmica de fundo remanescente do Big-Bang) a ciência descobriu, que a energia não flui de forma continua, como algo solido escorrendo. Mas, em pacotes discretos (os quanta), que desfazem a ideia até então prevalecida de uma realidade feita de blocos materiais contínuos.
Elétrons não são bolinhas e átomos não são miniaturas de sistemas solares e partículas não são objetos. Elas são excitações de campos, eventos, probabilidades organizadas
Quando o ser humano olha para sua mão, o que realmente ele constata não é matéria, mas campos quânticos vibrando de forma estável e o suficiente, que dá para “enganar” os seus sentidos, porque não existe matéria como realidade última.
‘“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o folego da vida; e o homem foi feito alma vivente”’ (Genesis 2:7)

Existe uma Mente Consciente e Inteligente por trás da ordem da natureza. Este postulado não é de fundo religioso, ele é cientifico, porque para ciência funcionar é preciso admitir um Princípio Racional Organizador – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
Se tudo fosse cegamente só matéria, não haveriam Princípios ou Leis Universais finamente ajustadas descrevendo com a Linguagem da Matemática e da Geometria Universais, o que é verdadeiramente real com precisão incontestável.
O ser humano agora com essas informações, ele deve deletar seu medo e insegurança gerados com a ideia, que ele é um corpo finito feito de coisas que se quebra (morre/acaba) e, comece a se perceber como um padrão de campos (não morre/não acaba).
Ele é um processo e não um objeto, então o que ele chama de “eu/ego” não é o que possa ser reduzido a pó. Isto é uma dedução lógica e nada tem a ver com crença espiritual.
Os campos de energia não são destruídos como objetos, eles se transformam, reorganizam-se e se redistribuem. A física moderna na visão da Mecânica Quântica explica que a sensação humana de solidez, é apenas uma interface biológica (ponto de conexão) e não a realidade fundamental.
Qualquer objeto que o ser humano para ele volte sua atenção e pergunte para si mesmo, onde nele está a matéria? Ela está no átomo onde quase tudo é vazio? Ou, ela está no elétron, que para ele não existe localização definida, mas apenas função de onda sem permitir descrição matemática de possibilidade?
A resposta em um nível mais profundo de verdade diz, que a matéria é constituída realmente por campos e relações.
Assim o ser humano não está sentado em uma cadeira sólida, mas está é interagindo com campos eletromagnéticos que impedem a interpenetração de estruturas ou, de suas nádegas com o material da cadeira. A solidez da cadeira é resistência e não substância.
E campos não são coisas, porque não ocupam espaços como objetos e não tendo bordas, não são pedaços do mundo físico.
Também a Consciência não pode ser derivada da matéria, porque ela é derivada de algo mais profundo. Daí é errônea a pergunta como a Consciência surge da matéria? A pergunta correta é como a Consciência organiza a experiência em forma de mundo?
O ser humano ainda não desperto se sente preso em um corpo isolado em um universo indiferente, mas a física real diz outra coisa, que ele é um padrão temporário de campos que obedecem a Princípios (Leis) Universais precisos.
Ele não está separado do universo. O que a Física Quântica afirma, ele é um universo organizando-se localmente. Esta verdade cientifica deve ser realmente levada a sério, sem medo de contrapor crenças antigas.
Ele experiencia um conflito interno, entre o que lhe foi ensinado e o que ele já percebe ser real. Ele não é feito de matéria, mas constituído de campos de energia. Ele não se identifica mais como um objeto, mas como um processo que pode ser afinado, reorganizado e elevado.
Com essas informações o ser humano deve mudar o que ele pensa e sente. E deve se conduzir com honestidade intelectual como encara a morte, o tempo e o sentido da vida.
E ele já sabendo, que a matéria não é fundamental, porque ele ainda insiste em viver na insegurança e medo, como se ele fosse apenas um corpo com prazo de validade?
Embora a ciência, especialmente a Mecânica Quântica, demonstre que a matéria é composta majoritariamente por espaço vazio e por campos de energia, a mente humana ainda se recusa a abandonar a ilusão da solidez.
“No amor não há medo, antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigos; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor” (João 4:18)

Se o ser humano ainda conserva a ideia que é matéria solida, é porque algo nele o estimula à necessidade de que o mundo seja previsível, pesado, controlável. Uma necessidade que é psicológica e não científica – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
O ser humano não vive em mundo de coisas (matéria), mas em um oceano de campos e isso apesar de não ser falso, é perturbador para o “eu/ego” com sua individualidade e senso de valor próprio, porque tira dele suas referências físicas.
Isso não é uma opinião, é uma constatação com toda a tecnologia de hoje. Sem quanta (porções indivisíveis de energia) não existem semicondutor e não existe elétron funcional, que com eles o ser humano “se encanta” usando o celular, gps e ressonância magnética.
Esta incoerência é confortável para o “eu/ego”, mesmo ele sendo cercado de provas que a matéria é secundaria, ele insiste em se definir como matéria.
Conforme mencionou Max Planck, a ciência não pode funcionar sem aceitar um princípio racional por trás da natureza. Isso não é misticismo, é logica. Leis não surgem do nada e regularidade não nasce do caos absoluto.
Quando se percebe Princípios (Leis) Universais ajustados com precisão total, a hipótese materialista começa a se incomodar, porque o materialismo não explica nem a si mesmo. Deus não precisa ser explicado, mesmo utilizando-se de Princípios (Leis) Universais.
O ser humano foi mentalmente treinado para se ver como um corpo isolado em um universo inerte, morto. Mas, a Física Quântica mostra um universo de relação, portanto nele nada existindo sozinho, redefine-se o que é chamado de realidade física.
Pela Mecânica Quântica campos de energia só existem em relação e partículas só existem como efeitos. Igualmente o ser humano só existe com sua vida de relação, o que fica extremamente evidente com as dependências dos bebês e dos idosos com idade mais avançada,
A consciência não é um acidente, ela é fundamental para qualquer compreensão coerente do que é Real. O ser humano quando sofre é porque ele tenta se proteger como objeto, que quebra, envelhece e apodrece, o que não acontece com campo de energia que se transforma, continuando assim a existir.
“Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu; sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos” … (João 3:1)
A Física Moderna não descreve o mundo como um estoque de coisas, mas como um fluxo estruturado. Se o ser humano insiste em viver como coisa, vai sofrer como coisa, mas se ele começa a se perceber como processo, algo nele muda por dentro não como crença, mas como ajuste profundo de percepção.
Max Planck com essa sua maneira de pensar de um cientista e agir de um ser humano enfrentou resistência de seus colegas estudiosos da ciência clássica, porque suas conclusões eram existencialmente perigosas, por tirar do ser humano a ilusão de controle absoluto.

É comum aqueles que advogam o materialismo, negarem como verdade o que não podem pesar ou medir diretamente, enquanto aqueles que estudam e pesquisam a Física Quântica trabalham com entidades como funções de onda, campos, probabilidades, que eles e que ninguém mais jamais os viram como objetos – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
A ciência de hoje fala com dados e ela já abandonou a crença que vem primeiro a matéria e depois a mente, o que foi uma herança filosófica do século XIX.
A consciência não pode ser explicada a partir da matéria, assim entende a Ciência Quântica, que dessa forma aponta o limite real da abordagem materialista.
Exercitando-se com essa reflexão, o ser humano imagine que retire todas as propriedades solidas de seu corpo uma por uma, portanto retire cor, forma, peso e textura. No fim o que sobra são interações, trocas e informação.
E isso é exatamente o que a Física Quântica descreve. O ser humano não é um bloco, mas um evento continuo, que não tem fronteiras rígidas.
A ciência deve-se usar a Matemática Quântica sem ignorar suas implicações filosóficas, para não criar um mundo tecnicamente avançado e existencialmente vazio.
Quando o ser humano finalmente aceita que não é feito de matéria, algo dentro dele relaxa, não porque a vida para ele fica fácil, mas porque ela fica coerente.
O medo da dissolução perde força, a obsessão por controle diminui e ele começa a operar mais como observador consciente do que “coisa’ ameaçada. E isso não o tira do mundo, pelo contrário o coloca nele de forma mais lucida.
Negar um Princípio Organizador através de Leis Universais é por motivo dogmático e não por motivo cientifico. A ciência começa quando segue os dados (científicos) e não quando protege crenças.
A matéria não é fundamental, partículas não são objetos, o ser humano não é um amontado de coisas. Ele é um padrão temporário de campos regidos por Princípios (Leis) Universais profundos.
Ele não pode agir sem consciência plena executando rotina mecanicamente com tarefas diárias de forma repetitiva, sem presença mental e sem reflexão ou proposito.
“O espirito do homem é a lâmpada do Senhor, a qual esquadrinha todo o mais íntimo do corpo” (Provérbios 20:27)
Processos (mentais) exigem atenção, E consciência exige presença, A Física Quântica não transforma o ser humano em espirito gerador de magia, ela apenas o impede que ele continue experienciando cegamente sua paranormalidade de maneira inconsciente.
Uma ideia quando é verdadeira, ela por ressonância encontra alguém que já está pronto para suporta-la. A verdade não impõe, ela pressiona silenciosamente até que aquele já pronto, não consegue mais ignora-la.
A verdade necessita de uma ressonância interna e isso sugere o conhecimento real, que é um encontro entre o que existe e quem é capaz de sustentá-lo. Hoje, já no domínio do mundo quântico, a realidade é definida por abstrações matemáticas e potenciais de energia, onde a dualidade onda-partícula (4ª e 3ª dimensões) revela-se.

A matemática moderna de domínio do mundo quântico se impôs sobre o mundo antigo e aquele que continuar insistindo se vê só como matéria, vai continuar vivendo como limite (tridimensionalmente) — Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
Atualmente com a visão da Física Quântica o ser humano não se deixa mais se confundir, com aquilo que ele percebe agora ser apenas aparente. O seu medo mais profundo não é propriamente o de morrer, é o de descobrir que ele nunca foi aquilo que pensava ser.
. “O pó volte à terra, como o era, e o espirito volte a Deus, que o deu” (Eclesiastes 12:7) ’
Max Planck mencionava que a ciência toca em uma verdade estrutural e não uma opinião ou mesma uma crença. Portanto, os postulados quânticos não estão de fora da ciência, mas originado de seu cerne matemático.
Tudo o que é hoje chamado de partícula, só existe como excitação de um campo e não de tijolos últimos constituindo o mundo comumente chamado de real, físico.
A visão materialista que promete segurança para o ser humano existindo como matéria e agindo pela lógica de seus sentidos comuns, nascendo, vivendo e morrendo (acabando), ela não explica porque o universo é inteligível, equações (matemáticas) funcionam e a mente consegue compreender Princípios (Leis) Universais.

Para Max Planck, cientista e físico pesquisador alemão (1858-1947), considerado o pai da Física Quântica, a consciência é fundamental para qualquer descrição coerente da realidade – Imagens da Internet elaboradas pela Inteligência Artificial (IA).
A Física Quântica não diz que tudo é possível de forma caótica, ela diz que tudo é regulado por profundos Princípios (Leis) Universais. Não existe o acaso absoluto sustentando o ser humano, mas existe ordem, estrutura e coerência. Negar isso não é ser cientifico, é ser dogmático.
O ser humano foi educado achar que é real só aquilo que pode ser tocado, mas o que ele mais valoriza nunca foi tocado como o amor, a verdade e a beleza. A ciência moderna sem negar isso, mostra o que é tocado é secundário.
O mundo cientifico da Física Tradicional lutou contra a ideia da Física Quântica, porque essa última destruiu certezas.
Hoje os estudos e pesquisas da Física Quântica não apoiam o materialismo ingênuo, que já está superado. E aquele que ainda vive nessa ingenuidade, apoia-se em conceitos obsoletos para explicar a própria existência.

O ser humano não é uma exceção no universo, é uma expressão dele. Esta frase aparentemente “espiritualizada”, baseia-se na noção da física moderna, quando levadas às últimas consequências – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
Campos de energia não estão aqui ou ali, eles permeiam tudo. O ser humano não está separado do Tecido Real ou da Realidade. A Física Quântica não oferece resposta final, mas dá o golpe mortal nas perguntas erradas.
Por exemplo, se faz a pergunta de que matéria o ser humano é feito, ela está mal formulada, o correto é perguntar, que tipo de estrutura o ser humano está manifestando-se como “eu/ego”? Está mudança de pergunta muda tudo.
O ser humano sente esse atraso como conflito interno, que é oriundo de um descompasso histórico que só se atualiza, quando ele atualiza a visão de si mesmo. Se ele continuar se tratando como coisa, vai continuar exigindo da vida garantias que ela não pode dar.
A ciência quântica não elimina o mistério, ela o aprofunda. Agora o ser humano como matéria ruiu-se. Ele está diante de algo muito maior do que respostas prontas, proporcionando-lhe a responsabilidade de viver à altura do que ele realmente é. Ele está vivendo a recalibração de um momento em que uma entidade antiga perde sustentação.

A recalibração profunda como a transição entre o colapso ou o ruir de uma ilusão antiga e a entrada de uma nova informação com clareza mental, é o momento de silêncio que não é de ausência, mas de preenchimento. Ela é também o momento que um peso se dissolve, para dar lugar à uma presença mais sólida e real e ao mesmo tempo mais leve, por não ser mais provida de fantasia, incerteza e insegurança -. Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
A Física Quântica não só descreve o mundo mais verdadeiramente, como também estimula o ser humano a rever quem ele pensa que é.
O apego à matéria é no fundo apego à previsibilidade, porque se tudo fosse matéria, tudo poderia ser controlado, previsto e reduzido. Mas, a Física Quântica e especialmente a Mecânica Quântica, destruiu essa fantasia.
A Física Quântica diz que campos não são coisas, não se deixam segurar e só se manifestam por efeitos.
O ser humano se esquece, que só se manifesta por efeitos através de pensamentos, decisões e ações. Ele como uma identidade solida é apenas uma ilusão de estabilidade. Os seus sentidos comuns foram feitos para ele sobrevier e não para acessar a estrutura profunda do universo.
O materialismo explica tudo a partir do nível mais superficial da realidade. Olha para o reflexo e ignora a Fonte. Vê o efeito, mas nega a sua Causa Profunda. A Ciência Quântica existe para corrigir esse engano.
Os Princípios (Leis) Universais não são coisas, mas governam as coisas e Algo que governa não pode ser reduzido ao que é governado. A Física Quântica não descreve indiferença, ele descreve coerência, ajuste fino.
Um universo sem sentido não produz Princípios (Leis) Universais abrangentes compreensíveis. Para isso é fundamental a Consciência, que não é um acidente tardio.
Muitos preferem não aceitar as informações da Física Quântica, mantendo-se em uma narrativa confortável. Eles resistem com o medo de perderem as referências antigas da física clássica, que não sustentam um novo mundo mais fluido, constituído por campos de energia que deles, eles são constituídos.

O “novo” ser humano deve parar de tentar segurar a vida e deve começar aprender a sintonizar com ela. Campos funcionam por ressonância e não por força bruta. Quanto mais o “antigo” ser humano tenta se impor como coisa rígida, mas sofre – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).
O ser humano não é um espectador externo da Realidade, ele é uma ocorrência dentro dela. Ele participa, observa, interfere. A Física Quântica mostra que o observador não é irrelevante. Isto não é misticismo, é resultado experimental.
O mundo não apresenta do mesmo modo sem interação. Quando o ser humano insiste em se ver como matéria, ele vive em guerra contra o tempo e tudo para ele vira contagem regressiva.
O ser humano que se percebe como objeto, insistindo existir na forma de matéria em um mundo de realidade física e de tempo linear, é aquele que vai contando seus anos de vida, esperando a morte chegar e ele acabar.
Mas, quando ele se percebe como processo, o tempo muda de qualidade, ele deixa de morrer, tendo-se apenas perda para sua transformação (transmutação/ ressureição).
Ele é ciente, que não fica gradativamente se gastando, acabando-se, mas que está manifestando-se. E essa sua percepção altera profundamente a forma como ele experencia cada dia de sua vida.
No início raramente é confortável por viver a verdade, que exige o abandono de narrativas fáceis de outrora e encare uma realidade com significado mais amplo, deixando para trás visão de um mundo infantilmente imaginativo, mesmo que seja socialmente aceita.
O vazio que muitos seres humanos sentem hoje, muto dele é também pelo excesso de materialismo intoxicante.
A Mecânica Quântica especialmente aponta para além disso, mas poucos têm coragem de seguir esse caminho. O ser humano que o segue, é porque ele não aceita mais explicações rasas, transformando-se não em alguém especial, mas responsável por não viver abaixo do nível de consciência que a própria ciência já alcançou. A ansiedade moderna é parte fruto dessa incoerência.
“Pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra… tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele todas as coisas subsistem (Colossenses 1:16-17
O novo ser humano desse novo tempo precisa ter uma nova postura mental. Ele não é um objeto isolado, apenas possuindo reação a estímulos. Aquele que já se percebe não mais como objeto ou como coisa, mas constituído por campos de energia ele já está no caminho correto.
O mundo já não é mais feito de coisas mortas, mas de estrutura, ordem e campos sustentados por leis profundas. Ignorar isso gera medo, apego e vazio. E ao contrário, perceber isso gera lucidez e traz dignidade à consciência humana.

Baseando-se na Física Quântica a Realidade requer “o observador” para colapsar a função de onda e transformar possibilidades em fatos e, perceber que o Criador/Deus é a Consciência Total. Ele é o “Observador Primordial” que escolhe entre infinitas possibilidades quânticas para manifestar a realidade física experimentada. Ele é visto como a origem das leis matemáticas e físicas pré-existentes e como Consciência Observadora Universal é também Inteligência e Harmonia que governam o cosmos. E pela Teoria de Tudo, ele unifica todas as forças da natureza em uma única fórmula lógica e ainda é capaz de simular e conhecer todos os estados possíveis de uma só vez (superposição), agindo com uma consciência perfeita e instantânea que transcende a sequência temporal humana. Em suma, Deus é o fundamento da existência e a fonte da informação – Imagem da Internet elaborada pela Inteligência Artificial (IA).














